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Blumenau: O compromisso de investir no transporte coletivo

quinta-feira, 13 de maio de 2010


No primeiro debate sobre os desafios de Blumenau nos próximos anos, um compromisso foi firmado para reduzir o caos no trânsito: implantar os corredores exclusivos para ônibus e consolidar o uso do transporte coletivo. A medida foi consenso entre os especialistas que participaram da discussão organizada ontem à noite pelo Grupo RBS. Mais de 250 pessoas acompanharam o debate promovido no auditório Willy Sievert, no Teatro Carlos Gomes.

O evento faz parte do ciclo de debates que o Santa, a RBS TV e a Atlântida FM promovem para comemorar os 160 anos de Blumenau.O compromisso prioritário firmado pelo poder público é a completa implantação dos corredores exclusivos para ônibus. A primeira etapa das obras começa nesta semana na Rua 7 de Setembro. Outras seis vias também terão a pista preferencial.

Especialista em transporte público e assessor técnico da Urbanização de Curitiba (Urbs), André Fialho foi o palestrante. Destinou duas soluções imediatas para Blumenau: investir na popularização do transporte coletivo e, consequentemente, no barateamento do custo das passagens.

Usou como exemplo a implantação dos corredores em Curitiba, que começou na década de 1970 e hoje, com cerca de 2 milhões de habitantes, já enfrenta novos problemas e força a busca por alternativas. O problema é o mesmo enfrentado em Blumenau, que conta com um veículo para cada 1,5 habitante. A massiva aquisição de veículos individuais, estimulada pela redução de impostos, lotou as ruas antes mesmo de os municípios se planejarem para reduzir o impacto.

– Investir na infraestrutura de ruas é importante. Mas se canalizar apenas ao automóvel haverá continuidade do problema, e não solução. Se as pessoas não migrarem para o transporte público, não há solução para a mobilidade – garante Fialho.

O incentivo do poder público subsidiando parte da passagem também é uma solução a ser planejada para atrair mais usuários ao transporte coletivo. Mas a solução para o caos no trânsito passa pelo comprometimento da comunidade:

– As pessoas dizem que em Blumenau não há espaço nas ruas o suficiente para destinar só aos ônibus. Mas deve-se pensar diferente. Dando espaço para o ônibus, ela anda mais rápido, há necessidade de menos veículos para fazer o mesmo trajeto e a passagem barateia. No final, atrai mais passageiros que deixam de pôr os carros nas ruas – acredita o especialista.

Fonte: Jornal de Santa Catarina
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São Paulo: Desconhecidas, garagens do Metrô ficam vazias

quarta-feira, 12 de maio de 2010


O Metrô enfrenta dificuldade para atrair usuários ao programa de integração entre estacionamento e transporte público. Cinco das seis garagens E-Fácil construídas nos últimos dois anos ficam a maior parte do dia vazias. A exceção é a Estação Santos-Imigrantes, da Linha 2-Verde, onde motoristas têm de deixar as chaves com funcionários, que manobram veículos para acomodar mais carros.
O E-Fácil tem preços atrativos - de R$ 7,83 a R$ 11,40. Pelo valor, o usuário pode deixar seu carro ou moto estacionados por 12 horas. A tarifa inclui duas passagens válidas para trem, metrô ou ônibus municipal. O motorista precisa adquirir um espécie de cartão de bilhete único. As unidades têm de 150 a 250 vagas.
Sem se identificar, a reportagem conversou com funcionários nos seis endereços. "Lota? Que horas tenho de chegar?" As respostas foram quase todas iguais: "Pode vir sossegado. Isso aqui não passa do que você está vendo", disse um funcionário no Brás, ao mostrar sete carros, onde cabem 197.
Os estacionamentos de Itaquera (257 vagas) e de Guaianases (200), na zona leste, tinham mais de 50 carros cada. A procura não lota os espaços, diferentemente de Santos-Imigrantes (150). "Tenho de chegar até as 8h10. Se chego às 8h45, já não tem mais vaga", diz o bancário Gustavo Cassaro, de 25 anos.
Causas. Para o urbanista e consultor de Trânsito Flamínio Fichmann, há duas possíveis causas para a ociosidade: pouca divulgação e o fato de as estações serem afastadas. Ele elogia a iniciativa, mas faz uma ressalva. "A maior parte das garagens está na Linha 3-Vermelha, que é a mais saturada. Estão incentivando ocupação na linha mais cheia."
O Metrô garante lucro às operadoras das garagens E-Fácil. Só passa a dividir com elas os valores obtidos com o aluguel de vagas após as empresas receberem um valor mínimo, não informado, de custeio. Levantamento da reportagem mostra que uma das empresas tem garantidos R$ 30 mil mensais. Só depois tem de dividir lucros.
A companhia não informou quantos usuários cada garagem tem. Em nota, o Metrô atribui a baixa procura ao fato de o serviço ser novidade nas Estações Marechal Deodoro, Bresser-Mooca, Brás e Guaianases. A empresa diz que foram realizadas 392.506 viagens com o cartão E-Fácil. O Metrô afirma ainda que investe em publicidade e em assessoria de imprensa para divulgar o serviço. "Foram impressos 500 cartazes e distribuídos nos painéis dos trens." 

Fonte: Estadão
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Motoristas de ônibus aceitam proposta e não farão greve em Teresina este ano


O Sindicato dos Rodoviários do Piauí (Sintetro) aceitou a proposta do Sindicato dos Empresários de Transporte Urbano e este ano não deverão fazer greve. Os empresários do setor ofereceram 12% aos motoristas de ônibus que resolveram aceitar a proposta e não paralisarão suas atividades.

Na tarde desta quarta-feira (12) acontecerá uma segunda assembléia da categoria e o presidente do Sintetro acredita que todos aceitarão a proposta do sindicato dos empresários.

A proposta aprovada na manhã dessa quarta contempla os motoristas com um salário de R$ 1.020 e tíquetes de R$ 330,92 para motoristas de ônibus, já os cobradores terão um salário de R$ 624,66 e tíquete de R$ 250. Os fiscais passarão a receber R$ 672,72 e tíquete de R$ 250. As demais categorias deverão ter 5,5% de aumento e tíquete de R$ 209,43. Haverá um repasse de 5,5% no plano de saúde para a categoria.

Fonte: 45 Graus
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BH: Ônibus com bagageiro é implantado em mais quatro linhas da capital


A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTRANS, informa que na quarta-feira, dia 12/5, mais quatro ônibus da capital foram equipados com bagageiros. Agora são cinco veículos com espaço destinado a bagagem que já trafegam pela cidade, em caráter de teste, sendo três na linha 4034 (Novo Dom Bosco/ Savassi) e dois na linha 8405 (Palmares/Bela Vista). O bagageiro é acoplado no teto, onde os passageiros podem acomodar suas bolsas e outros objetos.

Implantado em caráter de teste em apenas um veículo da linha 4034, em março de 2009, o projeto bagageiro, desenvolvido pelo estudante de engenharia mecânica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Igor Augusto Alves Batista, tem por objetivo propiciar mais conforto e comodidade aos usuários que podem guardar seus volumes enquanto viajam no transporte coletivo. O bagageiro tem aproximadamente três metros de comprimento, está a 1,75m do piso do ônibus e é aberto. De acordo com Igor, por ser aberto, diferente dos bagageiros dos ônibus rodoviários, os usuários, mesmo que sentados, podem ver a bolsa, a sacola e os volumes que colocarem no bagageiro. O estudante afirma que não há grande risco de esquecimento ou roubo já que, grande parte dos usuários que utilizam o bagageiro, ficam de pé e, portanto, de frente para as bagagens.

Outra função do bagageiro é aumentar a área interna útil dos veículos. Igor explica que um passageiro em pé, carregando algum volume, ocupa uma área maior quando comparado a outro passageiro de mãos vazias. O valor médio da área calculado para uma pessoa sem bagagem correponde a 0,14 m². Já um passageiro com mochila é de 0,19 m², com uma pasta é de 0,23 m² e com sacolas/caderno é de 0,16 m². Esse acréscimo da área, em função da bagagem, implica diretamente no nível de conforto dos usuários. O regulamento do Sistema de Tranporte Coletivo da capital prevê um limite de até cinco passageiros em pé por m², mas, quando parte dos passageiros estiver com bagagens, a área utilizada por eles será maior e consequentemente dará a sensação que o ônibus está mais cheio, impactando assim o nivel de conforto.

Em pesquisa realizada por Igor, para acompanhar a avaliação dos usuários durante o período de testes do bagageiro, 97% dos entrevistados consideram a implantação como um benefício para todos os passageiros. Já 89% dos passageiros afirmaram que, estando em pé e com algum volume em frente ao bagageiro, utilizariam o dispositivo. A aceitação positiva também se reflete nas sugestões dos usuários, na qual 59% dos entrevistados sugerem que o bagageiro seja mais extenso, para beneficiar um número maior de passageiros, não apenas os que estiverem na parte traseira do veículo, onde estão atualmente instalados. Os usuários podem fazer críticas e sugestões ao Projeto Bagageiro pelo email projetobagageiro@pbh.gov.br ou pela Central de Atendimento Telefônico da Prefeitura, no telefone 156.

Os ônibus com babageiro circulam em caráter de teste, mas os primeiros estudos demonstraram que cerca de 41% dos passageiros pagantes portam algum volume. Considerando as pessoas em pé, posicionadas após a roleta, o número de passageiros portando volumes atinge aproximadamente 72%. "Tendo mais ônibus com bagageiros transitando pela capital será possivel ampliar o estudo, aprofundar melhor a percepção dos usuários sobre o projeto e até mesmo aperfeiçoa-lo", salientou Igor.

Fonte: BHTrans
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Recife: Obras de implantação de corredor para ônibus na Abdias de Cavarlho será realizada em duas etapas

Em entrevista realizada aqui neste Blog, alguns leitores perguntaram se def ato existiam obras na Av. Abdias de Cavarlho, pois eles relatavam que não havia obra nenhuma a não ser os engarrafamentos que atoementam principalmente os usuários do transporte coletivo, e o Blog Meu Transporte foi mais uma vez ao Consórcio Grande Recife na qual nos Informou que ''A obra de requalificação do corredor viário da Avenida Abdias de Carvalho será divida em duas etapas. A primeira etapa da obra já está sendo realizada nas ruas paralelas da avenida (Rua Padre Teófilo Tworz e Rua Santa Edwirgens). Essas obras têm a função de recapear as vias do local, preparando-as para o tráfego dos coletivos, que passarão a circular pela área.''

''Com a requalificação dos 4,58 quilômetros da Avenida Abdias de Carvalho, a via ganhará faixa prioritária para ônibus. Os pontos de retorno localizados à esquerda da avenida serão extintos. A área destinada ao embarque e desembarque de passageiros, ao longo da avenida, passará a contar rampas de acesso para pessoas com deficiência, elevação do nível das calçadas e implantação de piso tátil'', Informou Marcos Matias do CGRT.

Ao todo, serão três giros a esquerda extintos, são eles:
O giro da Rua João Ivo
O giro da Rua Santa Edwirges
O giro da Rua Carlos Gomes
INFORMAÇÕES DA AV. ABDIAS DE CARVALHO

• Extensão............................4,58 Km
• Nº de paradas: ..................12 paradas(cidade/subúrbio)
10 paradas(subúrbio/cidade)

• Nº de abrigos por parada......02 abrigos
• Valor da obra......................R$ 1.392.813,89


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O Rio corre contra o relógio, Projetos de Transporte Público para as Olimpiadas ainda não sairam do papel


O Rio de Janeiro foi escolhido como sede das Olimpíadas de 2016 e para sediar a Copa do Mundo de 2014. Os dois grandes eventos foram anunciados, como é de praxe, sete anos antes de sua realização, tempo que é considerado suficiente pelos organizadores para que se preparem as cidades, construindo estádios, reforçando a rede hoteleira e investindo em infraestrutura. Parece bastante, mas, na verdade, o tempo é muito curto, especialmente para se resolver os enormes problemas do transporte público no Rio de Janeiro.
A dois anos das Olimpíadas de 2012, Londres já é considerado um modelo em termos de planejamento e preparação. A cidade dedicou os três primeiros anos após o anúncio de que receberia o evento exclusivamente ao planejamento. Só depois disso deu início às obras, que estão previstas para terminar em junho de 2011 - um ano antes da abertura dos Jogos. Com esse calendário, ainda haverá tempo para testes, que vão ocorrer até abril de 2012, para que tudo esteja perfeito até o começo da competição esportiva.
Especialistas indicam que, para o Mundial de 2014, no Brasil, esse tempo já foi perdido, e temem que se repita o que ocorreu nos Jogos Pan-Americanos de 2007: todas as obras ficaram prontas a tempo, mas o orçamento estourou em mais de 400%. É fundamental, então, correr atrás do tempo perdido. Isso porque a falta de um sistema de transporte eficiente está intimamente relacionada a diversos problemas crônicos da cidade, como a favelização. É preciso, então, investir em transporte de massa não só para o evento, mas para a cidade.

Se Londres é um exemplo mais difícil de seguir, devido ao diferente estágio de desenvolvimento urbano em que a metrópole europeia se encontra, basta olhar para algumas cidades vizinhas da América Latina, que vêm enfrentando o problema do transporte urbano de maneira muita mais eficaz e rápida do que o Rio - e elas não têm uma Copa do Mundo nem uma Olimpíada para receber.
Enquanto o Rio ainda está planejando sua primeira via exclusiva para ônibus, Bogotá, na Colômbia, já tem um sistema de BRT (Bus Rapid Transit) com 114 estações, que transporta, em média, 55 milhões de passageiros por mês. Em Santiago, no Chile, o metrô tem 101 estações e leva cerca de 2 milhões de pessoas por dia. No Rio, são apenas 34 estações e 550 mil pessoas transportadas diariamente. A capital chilena inaugurou 26 estações nos últimos cinco anos, enquanto o Rio, no mesmo período, somou só duas ao seu sistema metroviário: Cantagalo, em Copacabana, e General Osório, em Ipanema.
Entre os planos para o os Jogos no Rio estão a construção da Linha Quatro do metrô, que vai chegar até a Barra da Tijuca, e de alguns corredores exclusivos para ônibus, o Transcarioca, que vai ligar a Barra à Penha, e o Transoeste, que vai ligar a Barra a vários outros pontos da Zona Oeste, como Santa Cruz e Campo Grande. O ideal seria que essas ligações fossem todas feitas através do metrô, mas, como não haverá tempo hábil para isso até 2016, é preciso que se tome a consciência da necessidade de se integrar os diversos modos de transporte - como se fez em Curitiba, por exemplo, onde os pioneiros BRTs prescindiram estações de metrô. E, também, pensando na integração entre os outros meios de transporte, como o aquaviário, que tem grande potencial de desenvolvimento numa cidade como o Rio. E é necessário também lembrar-se do que já existe e priorizar não apenas a construção do novo, mas a modernização do que é antigo e funciona mal, como o sistema ferroviário, com seus trens velhos que dão problemas com frequência.
Pensar e investir no sistema de transportes de uma forma integrada no Rio é promover qualidade de vida para a população. É fazer com que o Rio dê um passo à frente no longo caminho a ser trilhado para um desenvolvimento satisfatório.

Fonte: O Globo
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Campinas: EMDEC gasta R$ 12 mil por mês com manutenção das estações de transferência


Balanço realizado pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) aponta que, mensalmente, são gastos cerca de R$ 12 mil com a manutenção das estações de transferência, que sofrem atos de vandalismo. São abrigos danificados, vidros quebrados, pichações e danos à comunicação visual.
Para se ter uma idéia do prejuízo, com este montante é possível comprar dois abrigos metálicos novos por mês, que custam cerca de R$ 6,5 mil cada. Ou, a cada quatro meses, construir uma nova estação de transferência, como a que está sendo implantada no Jardim Itajaí, com custo de R$ 50 mil e que irá atender cerca de 5 mil usuários diariamente.
Os atos de vandalismo são registrados em todos os cantos da cidade, mas as estações com maior incidência de ações são Moraes Salles, Dona Libânia, João Jorge, Anchieta e Sousas.
Na Moraes Salles, por exemplo, um dos abrigos da estação teve o vidro e bancos quebrados. Em Sousas, a estação teve gradis de proteção serrados. A Estação João Jorge, inaugurada no dia primeiro de abril deste ano, ou seja, há pouco mais de um mês, já está com alguns abrigos pichados. Em algumas estações de transferência, a comunicação visual (informações de linhas e horários dos ônibus) foi riscada ou arrancada.
Esses atos, além de danificarem o patrimônio público, também prejudicam a população, usuária do transporte. “Infelizmente, algumas atitudes isoladas acabam comprometendo todo o sistema de transporte. Recursos que poderiam ser destinados para mais melhorias, mais estações, acabam sendo direcionados para a manutenção e recuperação dos espaços danificados”, afirma o secretário de Transportes e presidente da EMDEC, Sérgio Torrecillas.

Estações de transferência
As estações de transferência começaram a ser implantadas, em Campinas, em julho de 2009. Elas fazem parte do processo de modernização e ampliação da qualidade do serviço de transporte público no município; que começou em maio de 2006, com o Sistema InterCamp e o Bilhete Único.
De lá para cá, 16 estações já foram inauguradas: Parque dos Eucaliptos, Campina Grande/São Luiz, João Jorge, Parque Industrial, Vila Georgina, Parque Vista Alegre, Adhemar de Barros, Sousas, Icaraí, Senador Saraiva, Moraes Salles, Dona Libânia, Irmã Serafina, Anchieta, Amarais e Expedicionários.
Duas estações estão em fase de finalização das obras: Parque Itajaí e DIC I. Outras duas estão em processo de implantação: Campos Salles e Parque Prado. E, ao longo deste ano, ainda está prevista a construção de outras nove estações: Francisco Glicério, Campos Elíseos, Carlos Lourenço, Padre Anchieta, Unicamp, PUC 2, Shopping Dom Pedro, Shopping Iguatemi e Jardim Planalto de Viracopos.
As estações já implantadas e a que estão em fase de construção consumiram, juntas, recursos da ordem de cerca de R$ 10 milhões. Esses valores foram custeados parte pela Prefeitura, por meio da EMDEC, e parte pelas empresas concessionárias do transporte público do município, conforme previsto em contrato.
As estações de transferência são miniterminais construídos com uma estrutura especial aos usuários, dotadas de serviços que visem à segurança e conforto do passageiro, ao processar a transferência entre as linhas. Elas recebem plataforma elevada (para embarque e desembarque em nível); piso podotátil de alerta e direcional; rampas acessíveis; reforço nas sinalizações verticais e horizontais; lixeiras; nova comunicação visual; e projeto paisagístico.
Além da comodidade e maior rapidez para os usuários do transporte público, as estações auxiliam no processo de revitalização da cidade, melhorando o entorno do espaço em que estão inseridas.

Fonte: EMDEC
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Olinda capacita motoristas e cobradores do transporte coletivo


Motoristas e cobradores de ônibus capacitados para melhor atender à população. Esse é o objetivo da Prefeitura de Olinda ao oferecer cursos de atualização para os profissionais que trabalham nas empresas de transporte coletivo que circulam na cidade. O foco da ação é orientá-los sobre a legislação que assegura a gratuidade no transporte público para portadores de algum tipo de deficiência, alertá-los sobre a importância do respeito aos Direitos Humanos e estimular o bom atendimento aos passageiros.

Promovido pela Secretaria de Transportes, Controle Urbano e Ambiental, o curso se antecipou as recomendação do Ministério das Cidades para que os municípios promovam ações de integração entre os diversos setores da sociedade e as pessoas portadoras de algum tipo de deficiência, garantindo o acesso e a locomoção de toda a população. “Na área do transporte, Olinda já implementou um pacote de medidas. A primeira delas foi a renovação de 100% da frota dos microônibus com rampa de acessibilidade no transporte complementar. Também estamos discutindo a implementação do Táxi Cadeirante e, agora, tendo essa iniciativa de capacitar aqueles que lidam diretamente com os deficientes físicos, para que cobradores e motoristas possam os tratar de forma cidadã”, explicou o secretário da pasta, João Luiz da Silva Júnior.
Além de possibilitar o conhecimento e criar um espaço de aprendizado para que motoristas e cobradores desenvolvam seus ofícios de forma otimizada, a capacitação será oferecida gratuitamente e não acarretará custos às empresas, que ficarão responsáveis apenas por ceder espaço físico para a realização do curso.
A primeira capacitação será realizada nesta terça-feira (11) na empresa Caxangá. Na quarta-feira (12) será a vez dos motoristas e cobradores da Rodotur receberem os ensinamentos. Já na quinta (13) e sexta-feira (14) serão capacitados profissionais da Rodolinda e da Cooperativa de Permissionários de Transporte Complementar de Pernambuco (Cootraol), respectivamente. As aulas serão realizadas sempre das 15h às 16h30. Cada turma será formada por 25 profissionais, que poderão repassar o aprendizado aos colegas de profissão.

Fonte: Prefeitura de Olinda
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Passagem de transporte coletivo deverá subir 10,77% em Campo Mourão


Membros do Conselho Municipal de Transporte Coletivo se reuniram na manhã de ontem na prefeitura de Campo Mourão para discutir sobre o aumento da passagem da circular. Juntos, eles também aproveitaram o encontro e abordaram outros temas, como a eleição do novo presidente do Conselho e a exposição do projeto para reforma do terminal e dos abrigos nos pontos de ônibus de toda a cidade.
Ao apresentar os argumentos para o aumento das tarifas, Francielly Padilha, representante da administração municipal de Campo Mourão, apresentou os cálculos oficiais concedendo um aumento de 10,77% com base no IPCA-IBGE sobre as tarifas atuais (podendo chegar até R$2,00). Ao mesmo tempo, a empresa permissionária solicitou 25% (R$ 2,50) em outubro de 2009. Segundo Padilha, esse índice “não é facultativo, mas é o único permitido para o reajuste de qualquer contrato, firmado pela prefeitura, com mais de um ano de duração”. Ela ainda lembra que “o aumento oferecido não é o pedido pela empresa, mas é o devido pela administração”.
Flávio Gurginski, proprietário da Viação Mourãoense, empresa responsável pelo transporte coletivo na cidade, lembrou das linhas deficitárias que é obrigado a manter por interesses políticos. Além disso, segundo ele, o transporte está mais lento devido a problemas no trânsito. A sua maior preocupação foi na questão da gratuidade, já que representa de 40% a 50% do total de passageiros. “Não temos nenhum subsídio para compensar essa concessão que deveria ser do poder público”, disse o empresário. Nesta quinta-feira o Conselho volta a se reunir para definir oficialmente o novo valor, que deve subir de R$1,80 para R$2,00.

Fonte: Tribuna do Interior
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Novo encontro discute modelo de concessão do transporte em Rio Preto

Modelo de Transporte em Urbelândia

Vereadores de oposição promovem na Câmara Municipal o segundo debate sobre a futura concessão do transporte coletivo de Rio Preto.A idéia é ouvir alunos de faculdades da cidade alem de populares que utilizam o serviço prestado atualmente.

No primeiro debate no Legislativo a professora da Universidade Federal de Minas Gerais, Denise Labrea, especialista em planejamento de transporte público, defendeu a implantação de corredores exclusivos para ônibus em avenidas, como a Alberto Andaló, em Rio Preto. Ela apresentou para vereadores e moradores o modelo de transporte coletivo adotado em Uberlândia (MG), que possui um corredor de ônibus de sete quilômetros.

De acordo com a especialista, a criação de vias exclusivas para ônibus reduz o tempo de espera dos usuários, das viagens e, conseqüentemente, os custos da passagem. “O investimento em transporte público diminui o tempo de espera dos passageiros, que começam a andar mais de ônibus. O círculo vicioso é tão grande que os usuários passam a ter a dependência do ônibus em detrimento dos veículos particulares”, explica.

Na primeira audiência, um vídeo mostrou aos presentes reclamações sobre o serviço prestado atualmente pela empresa Circular Santa Luzia que domina 95% das linhas urbanas desde 89.Entre as reclamações falta de linhas, ônibus atrasados e problemas relacionados a acessibilidade.

Segundo especialista Rio Preto vive um momento fundamental para promover uma intervenção no sistema de transporte coletivo para obter qualidade.

A cidade está no mesmo patamar populacional - aproximadamente 420 mil habitantes -que se encontrava Curitiba (PR) quando a cidade paranaense promoveu mudanças em seu sistema de transporte coletivo, na década de 1990.

Fonte: Lider FM 98,3
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Aumenta o placar de ônibus apreendidos no Rio. Agora, são 163


Acaba de aumentar o número de ônibus apreendidos pela Secretaria Municipal de Transportes. Com a operação ocorrida hoje na Central do Brasil, agora são 163 coletivos retirados das ruas dentre 279 fiscalizados, o equivalente a 58%. Pior: os fiscais descobriram cinco veículos piratas (quatro da Saens Peña e um da Real), sem cadastro na prefeitura.

Fonte: EXTRA Online
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Sorocaba: Novos binários já estão em operação no Jardim Simus

A Urbes- Trânsito e Transportes informa que dois novos binários já estão em operação no Jardim Simus, na zona oeste da cidade. Os sistemas começaram a funcionar nesta terça-feira, dia 11. Um dos binários compreende as alamedas das Acácias e Dálias, no trecho entre a alameda dos Unsidius e a avenida Américo Figueiredo.
Para oferecer mais segurança e fluidez na região, agora, a alameda das Acácias tem o trânsito permitido somente da alameda dos Unsidius para a avenida Américo Figueiredo. E a alameda das Dálias, somente no sentido oposto, da avenida para a alameda. O outro binário é formado pelas alamedas dos Unsidius e dos Gladiolos, entre as alamedas das Acácias e dos Heliotrópios. Os motoristas só podem trafegar pela alameda dos Unsidius da alameda Heliotrópios em direção à alameda das Acácias. Já os motoristas que utilizam a alameda dos Gladiolos, agora, só podem seguir da alameda das Acácias para a alameda dos Heliotrópios.
Para implantar os binários foi necessário sinalizar mais de 600 m² de solo em todo o entorno das vias que passaram por mudanças. Isso inclui a pintura de linhas duplas amarelas e faixas de retenção com legendas para as preferenciais (PARE). Também foram instaladas 97 placas de regulamentação e advertência. Os técnicos da Urbes recomendam aos condutores para que tenham muita atenção à nova sinalização e, principalmente, à nova forma de circulação, que está sendo monitorada por agentes de trânsito.

Fonte: URBES

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Preço das passagens intermunicipais deve subir na Grande Florianópolis


O preço das passagens dos ônibus do transporte coletivo da região metropolitana de Florianópolis — os intermunicipais — pode subir a partir da próxima semana. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Santa Catarina (Setpesc) solicitou o aumento de 9,9% ao Departamento de Transportes e Terminais (Deter).

Na semana passada, cobradores e motoristas do sistema receberam, na convenção anual, 2% de ganho real, mais o valor do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do período, que em março fechou em 5,3%. Eles também tiveram reajuste de 10% no vale-alimentação, que passou de R$ 310 para R$ 340.

Os benefícios refletiram diretamente no preço das passagens, que já sofreram aumento nos ônibus urbanos da Capital — aqueles que só circulam dentro do município. Como a convenção também vale para os trabalhadores dos coletivos intermunicipais, a passagem desses ônibus devem ter aumentos para bancar os novos custos, justificou o presidente do Setpesc, Elias Sombrio:— Os reajustes nos salários já valem desde o dia 1º de maio. As empresas já estão pagando a conta — explica.

O sindicato pediu ao Deter um aumento de 9,9%, em média, nas passagens intermunicipais. Também solicitou que entre em vigor no próximo domingo. Entretanto, a data e o preço final não estão decididos porque o Deter ainda avalia o pedido.Como o sistema intermunicipal trabalha com vários patamares — cada linha tem um valor diferente — não existe um preço fixo. Então, o cálculo da nova tarifa é feito somando o valor da passagem mais os 9,9%.

Fonte: DIARIO.COM.BR
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São Paulo: Obras contra alagamentos alteram itinerários de ônibus na zona norte


Em virtude das obras de recuperação de um sarjetão na rua Tancredo com a Avenida Angelina, na Vila Gulherme, zona norte da cidade, a SPTrans informa que desde hoje de segunda-feira, dia 10 de maio, quatro linhas de ônibus que trafegam na região passaram a ter seus itinerários alterados por causa de bloqueios nas vias. Para informações sobre trajetos e linhas de ônibus consulte itinerários ou ligue 156.
  • Linhas e itinerários:

1721 Vila Ede - Metrô Carandiru

Sentido único: normal até a Rua Mário Pinheiro, Rua do Imperador, Rua Coronel Jordão, Av. Conceição, Av. Ede, prosseguindo normal.

2123 Vila Medeiros - Metrô Liberdade

Ida: sem alteração.Volta: normal até Rua Cássio de Almeida, Rua do Imperador, Rua Coronel Jordão, Av. Conceição, Rua Francisco Medeiros Jordão, prosseguindo normal.

2127 Jardim Brasil - Metrô Liberdade

Sentido único: normal até Rua Cássio de Almeida, Rua do Imperador, Rua Coronel Jordão, Av. Conceição, Praça João de Oliveira, prosseguindo normal.

172K Jardim Tremembé - Metrô Tatuapé

Ida: sem alteração.Volta: normal até a Rua Araritaguaba, Rua do Imperador, Rua Coronel Jordão, Av. Conceição, Av. Ede, prosseguindo normal.

Fonte: SPTrans

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Cartão BHBus Master já está funcionando na capital

terça-feira, 11 de maio de 2010


Começou a funcionar, nesta segunda-feira, o cartão BHBus Master. Quem tem mais de 65 anos poderá agora ter acesso a bancos reservados na parte de trás dos ônibus da capital. Outras medidas para tentar melhorar o transporte público e diminuir as reclamações dos usuários também entraram em operação.

Veja os endereços dos Postos atuais de Cadastramento do Cartão BHBUS Master:- Secretaria de Administração Regional Centro-Sul - Rua dos Caetés, 466 - térreo - Centro - das 8 às 17 horas;- Secretaria de Administração Regional Barreiro - Rua Flávio Marques Lisboa, 345 - 3º andar - das 7 às 17 horas;- Venda Nova - Rua Padre Pedro Pinto, 2.277 - loja 504 - das 7 às 17 horas;- Savassi - Rua Professor Morais, 216 - das 8 às 17 horas.

Se você se cadastrou, clique aqui e confira a data de entrega de seu cartão.




Fonte: Globominas
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Ferroviários mantêm greve contra atraso de salários em Salvador


Mais de 150 ferroviários da Companhia de Transporte de Salvador estão paralisados desde a última sexta-feira, 7. Eles protestam contra o atraso no pagamento dos salários do mês de abril. Segundo a categoria, já são dez dias de salários atrasados.
Os ferroviários dizem que irão aos postos de trabalho normalmente nesta terça-feira, 11, mas só retomarão as atividades caso seja comprovado que o pagamento foi efetivado.

"Eles (a CTS) disseram que vão liberar nosso dinheiro hoje até 14h, então vamos sair da Calçada até o banco e conferir se foi depositado. Se isso acontecer, a greve é suspensa imediatamente", diz Paulino Moura, coordenador-geral do sindicato da categoria. Ele explicou que, antes dos trens voltarem a circular, a categoria vai inspecionar as linhas de trem.

Diariamente, cerca de 14 mil pessoas utilizam o transporte para circular entre a Calçada e o Subúrbio Ferroviário. Elas gastam R$ 0,50 por trajeto. Com a paralisação, têm que pagar R$ 2,30 pela passagem de ônibus.

Fonte: A Tarde

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Recife: Pontos de parada sofrem alterações no Terminal do Cais de Santa Rita


Em virtude da interdição parcial das plataformas A, B e C do Terminal do Cais de Santa Rita, que acontecerá a partir do próximo sábado (15/05), o Grande Recife Consórcio de Transporte irá modificar, provisoriamente, o ponto de embarque e desembarque de 24 linhas que trafegam pelo local. A previsão de conclusão da obra é de 60 dias.

A obra está inclusa no pacote de melhorias iniciado pelo Grande Recife no último mês de abril - que também engloba mais nove terminais (urbanos e integrados) da Região Metropolitana do Recife. Nesta primeira etapa, sofrerão alterações as paradas A20 a A22, B10 a B12 e C6 a C9. Para facilitar o deslocamento dos usuários, o Grande Recife distribuiu as linhas afetadas pela mudança, por grupos (a lista de linhas segue abaixo).

Todas as paradas provisórias estarão localizadas em locais próximos ao terminal. Os usuários serão informados das mudanças através de cartazes, afixados nas linhas envolvidas, além do apoio de divulgadores, que farão a distribuição de panfletos. As dúvidas podem ser esclarecidas através da Central de Atendimento ao Cliente do Grande Recife pelo telefone 0800 081 01 58.


Detalhamento da operação:
Grupo 1:
164-Conjunto Marcos Freire
412-San Martim (Largo da Paz)
432-CDU (Várzea)
532-Casa Amarela (Cabugá)
612-Morro da Conceição
621-Alto Treze de Maio 624-Brejo
632-Alto do Refúgio
644-Largo do Macaranã

Sentido: Subúrbio/Cidade ...Viaduto das Cincos Pontas, Cais de Santa Rita (Parada provisória 01- No lado oposto ao poste de concreto nº51/212 do canteiro central), Av. Martins de Barros...

Grupo 2:
123- Três Carneiros Baixo (Monte Verde)
125- Córrego da Gameleira
152- Jordão Baixo

Alteração de itinerário: Sentido: Subúrbio/Cidade ...Av. Sul, Cais de Santa Rita (Parada provisória 02 – No lado oposto de concreto nº 49/212 do canteiro central), Av. Martins de Barros...

Grupo 3:
138-Zumbi do Pacheco
212-Jardim São Paulo
242-Pacheco
243-Vila dois Carneiros

Alteração de itinerário: Sentido: Subúrbio/Cidade ...Av. Sul, Cais de Santa Rita, Av. Martins de Barros (Parada provisória 03 – Lado oposto ao Edifício Inconfidência, na baia)...

Grupo 4:
141-Jardim Monte Verde
151-Jardim Jordão
162-Muribeca
163-Cajueiro Seco
181-Cabo (COHAB)
183-Ponte dos Carvalhos
185-Cabo
527-Sítio dos Pintos/IMIP(Joana Bezerra)

Alteração de itinerário: Sentido: Cidade/Subúrbio ...Cais de Santa Rita, Rua entre o armazém e o pátio da feira (Parada provisória 04 – Abrigo de concreto existente no lado da feira), Cais de Santa Rita...

Fonte: CGRT


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São Paulo: Seminário sobre Mobilidade Urbana

De 11 a 13 de maio, a ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos promove o Seminário Nacional - Mobilidade Urbana, no Frei Caneca Shopping, em São Paulo. A Secretaria dos Transportes Metropolitanos, em conjunto com as empresas coligadas, EMTU, CPTM e Metrô, participará do evento com um estande institucional, apresentando as realizações do Plano de Expansão do Transporte Metropolitano.
Nos painéis de debates, os temas estão relacionados à qualidade de vida e sustentabilidade social, econômica, energética e ambiental das cidades brasileiras, tendo como ângulo de análise o transporte público urbano e as condições de deslocamentos da população.
As inscrições para a participação no Seminário devem ser realizadas diretamente com a ANTP, pelos telefones (11)3371-2293 (direto), (11)3371-2299, ramal 2293, e fax (11)3253-8095.

Fonte: EMTU-SP

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Juiz de Fora: Velocidade dos ônibus a 25 km na Rio Branco é tema de reunião


Está marcada para a próxima quarta-feira, às 14h, a reunião entre representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Coletivo e Settra. Em discussão, a regra imposta pela Settra de fixar a velocidade dos coletivos a 25 quilômetros por hora na avenida Rio Branco.

De acordo com o vice-presidente do Sinttro, Paulo Avezani, essa novidade vai tumultuar o dia a dia dos motoristas, além de contribuir para que o tráfego de veículos na via se torne ainda mais complicado. Segundo Avezani, além de atrasos nos horários dos ônibus, o sindicato vai fiscalizar o aumento no número de multas.

O Sintro destaca que essas alterações servem para prestigiar apenas o transporte particular, deixando de lado os interesses de quem necessita do transporte coletivo de Juiz de Fora.

Fonte: Rádio Solar 88,9
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Fiscalização retira 147 ônibus com irregularidades das ruas do Rio


A Subsecretaria de Fiscalização de Transportes do Rio retirou de circulação 147 ônibus com irregularidades em pouco mais de dois meses de operações. Foram avaliados 257 ônibus. O problema mais frequente dos veículos é o mau estado de conservação, como por exemplo: sistema elétrico com falhas, pneus carecas, bancos soltos e vidro trincado. Estar com a documentação vencida dos veículos também aparece entre as irregularidades cometidas pelas empresas de ônibus fiscalizadas.
Apenas em maio, foram fiscalizados 90 ônibus em diferentes bairros cariocas. Do total, 50 foram reprovados e só poderão voltar a circular quando tiverem os seus problemas solucionados com a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR).
A Subsecretaria de Fiscalização, que começou a funcionar há dois meses, baseia as suas ações nos dados do ranking elaborado trimestralmente pela Ouvidoria da SMTR, que recebe e analisa, diariamente, as reclamações da população. As empresas que ocupam os cinco primeiros lugares neste ranking têm recebido prioridade pela Subsecretaria quanto às fiscalizações. No ranking mais recente, que reúne os resultados de fevereiro, março e abril, os cinco primeiros lugares ficaram com as empresas: Zona Oeste (1º); Campo Grande (2º); Rubanil (3º); Breda Rio (4º); e Pégaso (5º).

Fonte: O Globo
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Goiânia: Enquanto o Povo sofre com o Transporte coletivo, Parlamentares falam Blá Blá Blá, e nada de soluções


O governador Alcides Rodrigues e o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, se reuniram no sábado, 8, para debater uma gestão compartilhada do Eixo Anhanguera e soluções para o trânsito de Goiânia. O deputado Coronel Queiroz (PTB) vê como positiva esta parceria.

“O trânsito da Capital está caótico e não pode continuar do jeito que está. Espero que esta parceria possa resultar em ações práticas para realmente alterar este quadro”, ressaltou Queiroz.

Para o parlamentar, é necessário que haja uma reengenharia, realizada por técnicos e engenheiros devidamente capacitados, para garantir a fluidez dos veículos, tornando mais eficaz o transporte coletivo da Capital. Para a melhoria do transporte coletivo, o deputado também defendeu o aumento da frota de ônibus.

Já o deputado José Nelto (PMDB) acredita que não há uma solução definitiva para o trânsito. O parlamentar lembrou que os problemas de trânsito não são exclusivos da capital goiana, fazendo parte do cotidiano de todas as grandes cidades do Brasil e do mundo, mas ressaltou que existem medidas para amenizar a situação, como a melhoria do transporte coletivo.

“Um transporte coletivo de qualidade é importante, pois reduz o número de veículos em circulação. Por isso, é importante que a sua gestão seja melhorada. Acredito que devam ser adotadas medidas integradas, como o uso de bilhetes integrados, para retirar o usuário de terminais arcaicos, e a criação de corredores exclusivos para ônibus com semáforos inteligentes”, exemplificou.

Para a melhoria do tráfego de carros nas ruas da Capital, o deputado também sugeriu a retirada das rotatórias e da conversão à esquerda. José Nelto afirmou ainda que acredita na hipótese de, em breve, ser implantado em Goiânia o sistema de rodízio de veículos. “Afinal, a cidade recebe cerca de 5 mil novos veículos por mês”, disse.

Fonte: Assembléia Legislativa
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Canoas: Transporte público com preço acessível, confira aqui as linhas e seus respectivos horários


Canoas conta atualmente com uma frota de 121 ônibus urbanos, distribuídos em mais de 340 linhas e 1.742 horários de Segunda à Sexta-feira, em torno de 1.300 horários nos sábados e aproximadamente 1.105 horários distintos nos Domingos e Feriados. A empresa concessionária, responsável pelo transporte coletivo (ônibus e microônibus) de passageiros em Canoas, é a SOGAL (Sociedade de Ônibus Gaúcha Ltda).
O gerenciamento do sistema de transportes é de responsabilidade da Prefeitura Municipal, Da Secretaria Municipal de Transportes e Serviços Públicos, e Departamento de Transportes, regido pela lei municipal 2.753 de 28/08/89 , Decreto 949 de 20/11/89, e legislações suplementares. A v ida útil dos ônibus em Canoas é de 15 anos, após este período devem ser substituídos.
O valor atual da tarifa do transporte coletivo atualmente é de R$ 1,75.
Idosos acima de 60 anos podem solicitar carteira de isenção no transporte convencional, também os deficientes têm este direito em qualquer idade.
Tem ainda isenção de pagamento de passagens, quando em serviço, os carteiros, policiais, possuidores de passes livres e outras classes de trabalhadores definidos em lei.
Ainda têm isenção de 50% do pagamento da tarifa os estudantes e professores, de acordo com a legislação municipal.

Fonte: Prefeitura de Canoas
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Prefeitura de Uberaba priorizará transporte coletivo


Remodelação do sistema de transporte coletivo poderá ser bancado com recursos próprios do município. Estimado em R$ 45 milhões, o projeto que inclui a implantação de subterminais e faixa exclusiva de ônibus não tem perspectiva de conseguir verba do governo federal. Porém, AA assegura que a obra sairá do papel.
A meta do prefeito é estar com o novo modelo funcionando até o fim de 2011 na avenida Leopoldino de Oliveira. “Vamos fazer de qualquer jeito. Se conseguir o financiamento, nós faremos mais rápido. Mas se não, vamos apertar o cinto na Prefeitura para poder instalar esse sistema”, promete.

Em curto prazo, os usuários do transporte coletivo precisam se contentar com a instalação de painéis eletrônicos com informações sobre os horários de ônibus. O primeiro equipamento está em ontem em frente à PMU. Outros 26 pontos receberão a ferramenta que mostra o tempo restante para o ônibus chegar ao local.
Os outros painéis funcionarão no subterminal de transporte coletivo São Benedito (2), praça Rui Barbosa (2), avenida Leopoldino de Oliveira (13), avenida Fidélis Reis (4), avenida Nenê Sabino em frente da Uniube (1), avenida Tutunas em frente da Fazu (1), rua Manuel de Melo Resende em frente da Facthus (1) e na praça Frei Eugênio (1). Conforme o superintendente de Transporte Coletivo, Robson Amaral, esses novos painéis devem estar prontos em no máximo dois meses.

De acordo com superintendente, mais 23 estarão implantados até o fim do ano. Os equipamentos fazem parte do contrato com a Auttran. A Prefeitura tenta parcerias com empresas para a construção e a manutenção da estrutura. Cada um custa R$ 1,7 mil.
O superintendente pondera que os próximos passos será disponibilizar o monitoramento na internet para os usuários do transporte coletivo no próximo mês. Em relação à cobrança para informar os horários de ônibus no site, Robson declara que a página está em desenvolvimento e dentro de 30 dias estará acessível à população.

Fonte: Jornal a Manhã
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Comissão pode votar parecer sobre transporte coletivo urbano em Florianópolis


A Comissão Especial do Transporte Coletivo Urbano se reúne nesta terça-feira, 11, para discutir e votar o parecer da relatora, deputada Angela Amin (PP-SC). A relatora apresentou substitutivo que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana e estabelece, entre outros aspectos, a prioridade do transporte público coletivo e dos meios não-motorizados.

O parecer foi elaborado a partir da análise dos projetos de lei 694/95, 1974/96, 2234/96 e, principalmente, do PL 1687/07, de autoria do Poder Executivo.

Tarifas de transporte

No âmbito da regulação dos serviços de transporte público coletivo, o substitutivo estabelece diretrizes para a contratação desses serviços por licitação, para a revisão de tarifas e para a concessão de benefícios tarifários. Segundo o texto, a periodicidade mínima dos reajustes de tarifas será de quatro anos e deverá constar no edital de licitação. No entanto, o texto prevê aumentos extraordinários, com a condição de que o prestador do serviço comprove sua “necessidade cabal”.

Direitos dos usuários

O texto lista diversos direitos para os usuários, entre eles o de participar do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana. O usuário também terá o direito de ser informado, nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, sobre itinerários, horários e tarifas dos serviços.

Plano de Mobilidade Urbana

Segundo o texto, a Política Nacional de Mobilidade Urbana será efetivada por meio de um plano de mobilidade urbana, a ser elaborado pelos municípios com mais de 20 mil habitantes ou que contem com plano diretor. Nos municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o plano de mobilidade urbana deverá ter o foco no transporte não motorizado, como o planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé e por bicicleta.

Os municípios terão prazo de três anos para elaborar o Plano de Mobilidade Urbana. Os que não cumprirem o prazo ficarão impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana.

Fonte: O Povo online
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Efraim Filho volta a defender isenção de impostos para o transporte coletivo


O deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), defendeu em entrevista nesta terça-feira, 11, a aprovação do Projeto de Lei PL 1927/03, que concede isenção de diversos tributos federais para o serviço de transporte coletivo urbano e metropolitano de passageiros.
Pela proposta, não será cobrado PIS e Cofins sobre o faturamento de serviços de transporte público coletivo e sobre a aquisição de óleo diesel e gás veicular, de combustíveis renováveis, chassis, carrocerias, veículos, pneus e câmaras de ar usados diretamente na prestação do serviço de transporte coletivo.
Também terá alíquota zero de PIS e Cofins a energia elétrica usada em metrôs e trens metropolitanos. Ainda de acordo com a proposta, não será mais cobrada a Cide, contribuição sobre os combustíveis, na aquisição de óleo diesel a ser usado no transporte público.
Mas para ter direito a esse regime especial de tributação, Efraim Filho, informa que Estados e Municípios precisam eliminar ou, pelo menos, reduzir impostos como o Imposto sobre Serviços (ISS) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o transporte coletivo e implantar sistema de bilhete único ou sistema de transporte integrado.
"Os estados e municípios precisam participar. Isso é a coisa mais importante. Nós precisamos que a tarifa seja reduzida e que sejam implantados sistemas integrados de transporte, principalmente através do bilhete único", defende Efraim Filho. O bilhete único, segundo ele, é uma experiência iniciada em São Paulo e estendida a várias cidades do Brasil, que leva a uma redução do custo de transporte para pessoas que usam o transporte público. "Com isso, a gente pretende aumentar o número de passageiros e beneficiar a maior parte da população".

Fonte: Paraíba.com
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Urbelândia: Trabalhadores do transporte coletivo podem entrar em greve


Mais de 2.400 trabalhadores do transporte coletivo urbano de Uberlândia podem entrar em greve na próxima sexta-feira. Os trabalhadores reivindicam das três empresas que operam na cidade o cumprimento dos direitos conquistados pela categoria em anos anteriores.

Caso a greve aconteça, a população de Uberlândia será atendida por apenas 40% da frota.Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Uberlândia, Célio Moreira da Silva, os trabalhadores estão pedindo a volta da cobertura do plano odontológico para os familiares, a padronização das cestas básicas e do seguro de vida e a volta da jornada de seis dias trabalhados e uma folga (hoje são sete dias trabalhados para uma folga).

Uma reunião entre o sindicato e representantes das empresas Sorriso de Minas, Autotrans e São Miguel, para tentar impedir a paralisação, está em andamento. Segundo o presidente do sindicato, a greve só será cancelada se todas as reivindicações forem atendidas.

Fonte: Correio de Uberlandia
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São Paulo: Corredores de ônibus têm um buraco a cada 272 metros


A vida dos passageiros que utilizam os corredores de ônibus de São Paulo não é fácil. A cada 272 metros percorridos, há um buraco para “chacoalhar” a viagem do passageiro. A conta foi feita com base em quatro corredores da capital: Inajar de Sousa / Marquês de São Vicente / Rio Branco, Pirituba / Lapa / Centro, Itapecerica / Santo Amaro / 9 de Julho e Ibirapuera / Vereador José Diniz. Em 55,3 km percorridos, o DIÁRIO contou 203 buracos no meio do caminho.

A situação mais crítica está no corredor que parte da Av. Rio Branco, no Centro, até o Terminal Cachoeirinha, na Av. Inajar de Sousa, na Zona Norte da capital. No trajeto de 13,6 quilômetros, há um buraco a cada 194,2 metros. Além disso há 17 ondulações no asfalto ao longo de todo o percurso.

O bancário Sidney William, de 24 anos, pega o ônibus em direção ao Centro para ir ao trabalho todo dia na Avenida Inajar de Souza e convive com os buracos. “O problema mesmo é que o ônibus é muito cheio. Às vezes fica gente esmagada contra a porta. Você fica desajeitado para se segurar”, contou.

“O ideal é que exista um ponto de ônibus a cada 300 metros. Em São Paulo há, em média, um ponto a cada 500 metros. Há mais buracos do que pontos na cidade”, avaliou o consultor e especialista em engenharia de tráfego Flamínio Fichmann. “Em algumas vias dizem que são o excesso de transporte de cargas que danificam a pavimentação. Mas nas faixas exclusivas para ônibus, não pode ser surpresa os veículos pesados. Elas são feitas, em princípio, para esse tipo de veículos. Isso só mostra o descaso com os corredores”, completou.

Há dois tipos de pavimentação nos trajetos dos ônibus: asfalto ou concreto (pavimento mais rígido). O primeiro, mais comum, tende a formar ondulações com o tempo devido ao tráfego intenso dos coletivos. Os de concreto, porém, costumam ser mais regulares, oferecendo maior conforto ao passageiro.

Mas, logo no começo da Avenida Inajar de Souza, no sentido bairro, o que deveria ser um corredor exclusivo, com pavimento de concreto, pelo lado esquerdo da via, deu lugar a um estacionamento. Os ônibus são obrigados a disputar a faixa da direita com os automóveis.

A SPTrans informou que , esse trecho da avenida, falta construir paradas para os ônibus. Além disso, há um projeto para melhorar o corredor em andamento. As obras devem ser iniciadas ainda neste ano. Em relação à manutenção das vias, a empresa informou que uma licitação para o serviço deve ser publicada em breve, mas reparos pontuais e/ou emergenciais continuam sendo realizados.

Av. Ibirapuera é exemplo

O corredor das avenidas Vereador José Diniz e Ibirapuera pode ser chamado de exemplo. Em 6,3 quilômetros de faixa exclusiva para os ônibus há apenas quatro buracos. A pavimentação é de massa asfáltica na maior parte do percurso, só mudando para concreto nos locais de paradas, evitando a ondulação.

O corredor também é o único que conta com pontos de ultrapassagem nas paradas. E quase não há tampas de bueiros no meio das faixas.“É o corredor mais recente de São Paulo”, avaliou o especialista Flamínio Fichmann, justificando os diferenciais da via exclusiva. “Ele está longe de ser um corredor exemplar, mas já tem algumas características que representam alguma vantagem”, completou o consultor.

Segundo ele, atualmente se gasta algo em torno de cinco milhões de dólares para construir cada quilômetro de corredor de ônibus — no Metrô são gastos 150 milhões. “Eu acho razoável que se gaste 20 milhões de dólares por quilômetro, mas se faça muito bem feito”, defende.

Para Fichmann, do ponto de vista da capacidade de transporte, os corredores de ônibus são mais eficientes que o Metrô. “Ele tem uma taxa de retorno melhor. É só pegar quanto se transporta nos dois transportes e o custo das duas obras”, explicou.

Tinha um bueiro no meio do caminhoUma das principais causas de buraco nos corredores de ônibus são as tampas de acesso às galerias subterrâneas da cidade. Além de causarem a trepidação natural dos veículos que passam por cima delas, 46% das crateras contadas pelo DIÁRIO estavam junto aos bueiros, como são popularmente conhecidos.

“Onde há essas tampas de inspeções, há uma chance maior de infiltração no solo. A água tira a camada que está embaixo do concreto ou do asfalto e a pavimentação acaba cedendo. É o que chamados de solapamento”, explicou o especialista em engenharia de tráfego Flamínio Fichmann.

“Elas poderiam ser deslocadas para as calçadas. Não tem sentido essas tampas no meio do corredor”, completou o consultor em transporte.

Dos 97 buracos no corredor que liga a Estrada de Itapecerica, na Zona Sul, ao Centro, 48 se abriram onde estão os bueiros. A SPTrans informou que não é possível transferir as tampas das galerias para outros locais. Segundo a empresa, de uma maneira geral, a rede subterrânea das concessionárias que operam nessas galerias (energia, água, esgoto e telefonia) já existia antes dos corredores de ônibus.

O professor de Engenharia Civil Creso de Franco Peixoto, do Centro Universitário da FEI, explica que são três os tipo de pavimentação que podem ser usados nos corredores: asfalto, concreto ou blocos. “Os de massa asfáltica são os mais conhecidos e usados. Mas também são os mais baratos”, disse. “Mas se um veículo pesado parar em cima dele, o pavimento tende a se deformar”, completou o especialista.

Segundo o professor, o pavimento rígido, de concreto, é o mais caro, mas é o que dura mais. Por outro lado, é o mais difícil de consertar, caso seja quebrado. “Esse pavimento também é interessante, desde que se tenha a certeza de que não será preciso quebrar para manutenção no subterrâneos.

Modelo ideal é igual ao Fura-fila

O diretor-superintendente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Marcos Bicalho dos Santos, defende uma outra forma de transporte de ônibus: os BRTs, tipo de corredor com estações fechadas para as paradas, onde são feitas as cobranças das passagens, plataforma alta para ingressar nos ônibus, e veículos articulados, que transportam grande quantidade de passageiros.

“O mais parecido com isso que existe em São Paulo é o Expresso Tiradentes (antigo Fura-fila), mas que funciona em via elevada, o que não precisa acontecer”, explicou Marcos. “Normalmente eles são implantados nos canteiros centrais da avenidas, no mesmo nível da rua. Dessa forma fica mais acessível”, garantiu o diretor da NTU.

Atualmente, a única cidade com esse sistema é Curitiba (PR).Segundo ele, os corredores desse tipo de transportes são pavimentados com piso de concreto. “É um piso de alta durabilidade, com uma durabilidade maior e mais regular, o que deixa o transporte mais confortável”, resumiu.

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Salvador: R$ 26 milhões para a maior e pior estação


Série 1/5 - Reportagens sobre as estações de transbordo discutem rumos do transporte público da capital
"Ladrão é que nem rato, prolifera rapidamente. Aqui o bicho pega. Tem vezes que a gente não pode fazer nada". O desabafo é de um dos agentes de segurança da prefeitura, que trabalha na maior estação de ônibus da cidade do Salvador, há mais de dez anos. Com toda a sua extensão (são 150 mil metros quadrados de área construída e urbanizada) a Estação da Lapa acolhe mais de 460 mil usuários por dia. Por hora, cerca de 325 ônibus circulam pelo local.

Os números são generosos, mas a manutenção e o cuidado com o espaço público não são tão grandes assim. “Todo mundo que trabalha aqui já foi vítima de assalto. A segurança é fraca”, diz Joilson Costa, funcionário em uma das lanchonetes. A opinião é unânime entre os lojistas. “Em termos de policiamento, a situação é precária. A polícia nunca aparece e, quando aparece, não faz nada”, diz o vendedor Jubiraci Santos.

A segurança é apenas um dos itens de insatisfação citados por usuários. Além dela, os problemas de acessibilidade e de infraestrutura são os motivos de a Lapa ser considerada a maior e mais descuidada estação da capital.Para o comerciante Paulo Sérgio, só uma reforma solucionaria a situação. “Quando você faz uma estrutura melhor, melhora tudo. A criminalidade diminui, porque os pivetes não têm onde se esconder”, justifica.

O agente de segurança, o mesmo do início da matéria, não quis se identificar, por temer represália. Mas defendeu, com convicção, que a segurança melhoraria, de fato, com a reforma em toda a estação. “Hoje a gente fica aqui de olho, mas é perigoso até para a gente”, reforça.

Vistoria - Nos anos de 2007 e 2008/2009, o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia, o Crea-BA, realizou vistorias na Lapa e constatou uma série de deficiências. “O ponto mais crítico é a ausência de manutenção. Instalações mecânicas não estavam funcionando. Uma das escadas rolantes estava parada.

O sistema de exaustão também não funcionava”, relata o engenheiro civil e arquiteto do Crea-BA, Gisei Nascimento dos Santos Filho, integrante da equipe de fiscalização. Passados alguns meses, o cenário continua o mesmo. As expectativas por melhorias começaram a mudar em abril, quando o prefeito João Henrique voltou de Brasília com a garantia da liberação de R$ 26,4 milhões, por parte do Ministério das Cidades, para a requalificação da Lapa. A reforma será feita a partir do projeto feito pela Fundação Mário Leal Ferreira – vinculada à prefeitura – e fará parte do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC II.

A gerente de projetos urbanísticos da fundação, Telma Virgínia, explica que o projeto foi idealizado a partir de três eixos temáticos: insalubridade, conforto e segurança; circulação com autonomia e segurança; tornar a Lapa um local atrativo. “Os acessos pelas ruas Rua Coqueiros da Piedade, Rua Carneiro Ribeiro e Rua 24 de Fevereiro vão ter gradis de ferro, para que possam ser fechados. Tudo para garantir a segurança dentro do equipamento”, explica Telma.

Além da garantia de segurança, a estação atenderá às necessidades de pessoas com dificuldades visuais, auditivas e de locomoção. “Vamos inserir escadas rolantes novas, três elevadores, pistas táteis direcionais e de alertas, comunicação visual com mapas em braile, sinalização sonora e luminosa”.




Por dia, cerca de 150 pessoas com mobilidade reduzida passam pela Estação da Lapa, de acordo com a arquiteta e coordenadora do Programa de Acessibilidade Vida Brasil, Islândia Costa. “Existe um descaso. Os sanitários adaptados viram depósitos. Não há formação no quadro dos funcionários para saber como lidar com pessoas que têm deficiência”, ratifica.

Outra queixa é a condição do subsolo. Falta ventilação e estrutura para atender não apenas deficientes, mas toda a população. “Aqui embaixo, o piso é inadequado. É escorregadio. É um risco para idosos e crianças”, afirma o despachante de ônibus Ricardo Rios. Para ele, a necessidade de reforma é urgente. “O nível alto de gás carbônico é terrível para quem tem doenças respiratórias. Quem trabalha aqui sofre. Seriam necessários exaustores. Vai demandar custos, mas a nossa vida não tem custo”, diz.

Fonte: A TARDE On Line
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Delegação chinesa vem conhecer o transporte de Curitiba


Uma delegação de 18 políticos e técnicos da província de Hainan, na China, chegará a Curitiba nesta terça-feira (11) para conhecer o sistema de transporte da cidade e programas nas áreas de meio ambiente e planejamento urbano.

Na quarta-feira (12), o grupo será recebido pelo prefeito Luciano Ducci. Fazem parte da delegação o secretário-geral do Partido Comunista de Hainan, Wei Liucheng, e o prefeito de Haikou, Xu Tangxian, cidade que mantém acordos de cooperação técnica com Curitiba.

Os chineses visitarão também a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).
Banco Mundial - Chegaram a Curitiba nesta segunda-feira (10) técnicos do governo chinês, da área de planejamento urbano, a pedido do Banco Mundial. Os técnicos visitarão o Ippuc e a Urbs.

Fonte: Prefeitura de Curitiba
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Citybus terá alterações operacionais em Goiânia


A partir do dia 17 de maio de 2010, em razão dos resultados das pesquisas realizadas recentemente, o serviço Citybus terá as seguintes alterações operacionais:

  • Será aumentada a quantidade de viagens nas linhas que está faltando oferta, ou seja, terão mais viagens nas linhas aonde os clientes (usuários) não estão conseguindo embarcar em razão da superlotação nos veículos Citybus. São as linhas 907, 909 e 914;
  • Será estendida a linha 917 até a Praça Universitária, passando pela Bernardo Sayão, possibilitando um melhor e novo atendimento aos clientes da região Noroeste para a região Leste;
    Será alterado o trajeto da linha 905, deixando de trafegar dentro do Conjunto Fabiana e
  • Parque das Laranjeiras, locais em que não há demanda que justifique o serviço, buscando proporcionar maior rapidez no decorrer da viagem;
  • Serão excluídas as linhas que tem baixíssima quantidade de clientes (passageiros), ou seja, depois de um ano da implantação do Citybus, os veículos continuam trafegando vazios. São as linhas 911 e 912;
  • Em razão dos veículos estarem constantemente vazios no período noturno, o serviço Citybus não mais terá viagens programadas após a 20:00h, ou seja, a última viagem de cada linha iniciará às 20:00h (Exceto a 914), dos dias úteis e sábados;
  • Pela mesma razão do item anterior, o serviço Citybus não mais existirá nos dias de domingo e feriados;

Espera-se com as referidas alterações operacionais atender melhor àqueles que usam ou pretendem utilizar do serviço Citybus, principalmente com o aumento da quantidade de viagens nas linhas e horários em que o Citybus está com alta concentração de clientes (superlotação).

Fonte: RMTC

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Secretário de Trânsito sugere que moradores de Niterói troquem os carros pelas barcas


O secretário de Trânsito de Niterói, Sérgio Marcolini, sugeriu que os moradores de Niterói e São Gonçalo troquem o transporte individual em seus carros pelas barcas que ligam o município ao Rio. Segundo o secretário, essa é a única alternativa para amenizar o caos provocado pela saturação da Ponte Rio-Niterói, que tem capacidade para 50 mil veículos por dia e hoje recebe 145 mil carros diariamente. um engavetamento com sete veículos na ponte, na manhã desta segunda-feira, engarrafou todas as vias de acesso e teve reflexos até são gonçalo.
- Não existe sistema de transporte que funcione baseado no uso do automóvel. A maior parte dos carros que passa pela Ponte Rio-Niterói tem apenas um passageiro. Nenhuma cidade suporta o uso intensivo dos automóveis. As soluções são complicadas porque não há alternativas viárias para fugir da Ponte, a não ser por Magé, mas ninguém passa por lá. A melhor opção é deixar o carro em casa e atravessar a Baía de Guanabara de barca - sugeriu o secretário.
Marcolini admitiu que o plano de contingência contra acidentes de Niterói está defasado:
- Qualquer acidente na Ponte causa impacto muito grande em Niterói, porque engarrafa também as vias de acesso - diz Marcolini. Barcas tiveram aumento de até 31% no número de usuários
Durante toda a manhã desta segunda-feira, as linhas das barcas Niterói-Praça XV e Charitas-Praça XV tiveram um aumento no fluxo de usuários de 18% e 31%, respectivamente, com três viagens extras realizadas em cada trajeto. A informação foi divulgada no início da noite pela concessionárias Barcas S/A. Entre 17h e 19h30m, o número de passageiros no trajeto Praça XV-Niterói chegou a 42.506, e a 3.600 no trajeto Praça XV-Charitas.
Por contrato, Barcas S/A tem que disponibilizar 10 mil lugares por hora nos horários de rush. Contua, a concessionária informa que proporciona viagens extras, em logística especial, aumentando a capacidade em até 30%, ou seja, chegando a 13 mil passageiros por hora.
A empresa também informou que está realizando melhorias como a instalação de climatizadores modelo turbo nos salões de embarque e de um sistema de som mais potente para a informação ao usuário. Especialista sugere plano de contingência
O especialista em transporte público Márcio Barbosa, professor da área de logística e transporte da Fundação Getulio Vargas (FGV) defendeu a criação urgente do plano de contigência para o sistema de transportes do Grande Rio. Barbosa disse que é preocupante a escalada progressiva com que os acidentes e interrupções no sistema viário interferem no tempo de viagem e de deslocamento das pessoas.
- O poder público, mais do que nunca, precisa estar a postos para agir não apenas em um plano de contingência, mas em uma verdadeira e efetiva "brigada", treinada e com todos os instrumentos necessários para atuar de maneira coordenada, no sentido metropolitano - sugeriu.
Ainda segundo o professor, as concessionárias Ponte S.A., responsável pela ponte Rio-Niterói, e Autopista Fluminense, que ganhou a concessão da BR-101 Norte, não conseguem individualmente administrar e ter eficácia nas suas medidas se não houver uma absoluta sintonia com as autoridades municipais em Niterói.
- Cada dia mais se agravam os problemas de congestionamento e a solução está inevitavelmente na criação de sistemas de transporte coletivo que possam ter prioridade na circulação viária. A solução metropolitana é a chave para se reduzir esses impactos e amenizar a deficiência da infraestrutura viária. O exemplo do corredor da Alameda São Boaventura, longe de ser o modelo ideal, em função de alguns princípios que não foram adotados já demonstra a redução do tempo de viagem para os usuários do transporte coletivo - exemplificou Barbosa. Secretário de Trânsito sugere que moradores de Niterói troquem os carros pelas barcas.

Fonte: O Globo"
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Monotrilho vai retirar 1/4 dos ônibus do litoral de São Paulo

segunda-feira, 10 de maio de 2010


O governo de São Paulo criou um projeto de uma nova rede de transportes para a Baixada Santista baseado em um sistema de VLT (veículo leve sobre trilhos). Integrada a ciclovias, a nova linha vai tirar um de cada quatro ônibus de circulação, em nove cidades da região.
Veja o projeto completo do monotrilho
A primeira fase, segundo a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), deve ser licitada até julho. Ela vai contemplar o VLT entre o terminal do porto de Santos e a região dos Barreiros, em São Vicente. A linha contornará a faixa do litoral entre as duas maiores cidades da Baixada Santista em parte da área ocupada pelos trens da CPTM.
São 16 novas estações, sempre a 800 metros de distância uma da outra. O usuário vai pagar a tarifa antes de embarcar. O VLT terá pontos de transferências, na primeira etapa, nos Barreiros, no terminal São Vicente e na estação Conselheiro Nébias, em Santos.
As previsões da Secretaria dos Transportes Metropolitanos são que o sistema reduza o tempo médio de viagens de 50 min para 33 min. A integração elimina 25 linhas de ônibus, cria seis e afeta mais 16 --outras 20 seguem inalteradas.
O orçamento previsto é de R$ 688 milhões, sendo R$ 402 milhões no VLT e R$ 286 milhões na renovação e modernização da frota de ônibus. Não há previsão de mudanças na estrutura de tarifas atuais.
O presidente da associação que reúne engenheiros e arquitetos de metrô, José Geraldo Baião, diz que esse tipo de projeto é importante porque reestrutura o transporte local.
"O importante é termos projetos que integrem os demais meios de transporte e que tenham alcance entre as regiões metropolitanas", diz.
O projeto será pago pelo governo, que, após as obras, vai repassar o sistema a concessionárias, um contrato de 25 anos, incluindo os ônibus intermunicipais e o VLT. No período, o projeto vai movimentar R$ 4,67 bilhões. O contrato deve ser assinado no segundo semestre, segundo o governo.
O projeto tenta incorporar à rede de coletivos os usuários de bicicletas, que são milhares nas ruas planas do litoral paulista.
A ciclovia, com um traçado perimetral segundo o plano, corre ao longo da futura linha do VLT, no canteiro central da faixa de domínio da CPTM.

Fonte: Folha Online
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Palmas: Passagem deve subir para R$ 2,25


Os usuários do transporte coletivo de Palmas também terão reajuste no valor do vale transporte. A Prefeitura da Capital está estudando um novo aumento no valor da tarifa. De acordo com informações do próprio prefeito Raul Filho (PT), o reajuste na passagem pode acontecer nos próximos meses.

A proposta inicial, feita pelo Seturb - Sindicato das Empresas de Transporte Urbano do Tocantins, foi de um reajuste no valor R$ 0,31. Porém, em deliberação conjunta o Conselho Municipal de Trânsito, definiu o aumento da tarifa em R$ 0,25. No momento, o projeto que requer a alteração no valor está na mesa de Raul, que está estudando a proposta e garantiu que deve tomar uma decisão ainda este mês. Ele garantiu que com o reajuste as empresas se comprometem a aumentar a frota.

Para quem usa o transporte coletivo a surpresa não é nada boa. Segundo a estudante Suelli da Silva Marques, os usuários que não moram no centro serão os mais prejudicados. “Quem mora nas periferias vai sentir o reajuste no bolso, porque estes têm que pegar muitos coletivos durante o dia”, diz.

Na opinião da auxiliar de crédito, Kelly Carvalho, o aumento não deveria acontecer. “O que vemos são ônibus ruins, sem ar-condicionado, uma frota pequena, os usuários ficando horas no ponto. Então porque aumentar a passagem? Se o serviço ainda fosse bom, justificava, mas não é o que acontece”.De acordo com ela, que pega quatro coletivos por dia, os R$ 0,25 previstos no reajuste vão fazer muita diferença. “Parece pouco, mas vai pesar no bolso”, finaliza.

Fonte: Primeira Página
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Passageiros revoltados com nova tarifa de ônibus em Florianópolis


O reajuste da tarifa decretado na sexta-feira e implementado ontem causou protesto entre os usuários do sistema público. Abusiva, muito cara. Um absurdo! Esses são alguns dos adjetivos dados por usuários do transporte coletivo da Capital diante do aumento no preço da passagem de ônibus. A nova tarifa passou a valer ontem: R$ 2,38 no cartão, R$ 2,95 em dinheiro e R$ 1,60 para a tarifa social.

A bancária aposentada Lúcia Andrade, 53 anos, não ficaria tão chateada se o reajuste se revertesse em melhorias no sistema de transporte coletivo. Ela mora no Centro, próximo ao Shopping Beiramar, e ontem teve de pegar dois ônibus para chegar à casa da mãe, no Bairro Itacorubi. Como não tem cartão, gastou R$ 6 para percorrer um trecho de sete quilômetros e levou 40 minutos entre sua casa e o destino. – É um absurdo a passagem subir tanto se isso não se transforma em ônibus melhores, em mais horários – afirma Lúcia.

A alta na tarifa de ônibus foi decretada sexta-feira pelo prefeito Dário Berger, após acordo de reajuste salarial com os trabalhadores do transporte coletivo da Capital. Mas o novo salário de motoristas e cobradores não é o único motivo da passagem de ônibus mais cara. O salário deles representa 41% do valor total da tarifa, logo, R$ 0,90 da passagem anterior (R$ 2,20). Caso apenas o reajuste salarial, que foi de 7,3%, fosse repassado à nova tarifa, o cálculo deveria ser em cima de R$ 0,90 e não do valor global. O novo preço acumula também a inflação em outros componentes do custo do sistema de transportes, como alta no combustível, óleo e manutenção dos veículos.

A prefeitura costuma corrigir a passagem em janeiro, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Este ano isso não aconteceu e o reajuste ficou para maio, junto com a negociação dos trabalhadores. Independentemente de custos, para a população, é caro demais. Audeci Matias, 43 anos, auxiliar de serviços gerais, é outra usuária indignada:

–É abusiva. Uma das maiores tarifas do Brasil. Não tem necessidade de aumentar tanto – diz Audeci Matias, moradora da Tapera, Sul da Ilha, enquanto embarca para o Monte Verde, no Norte da Ilha. Como ela, estudantes estão indignados com o reajuste. Passeatas foram realizadas na última sexta-feira e, segundo o Victor Khaled, militante do movimento Passe Livre, hoje e amanhã serão feitas manifestações na Trindade, às 12h, e em bairros do Continente, Norte e Sul da Ilha. Na próxima quarta-feira, às 12h, ocorre assembleia em frente ao Ticen, e na quinta, a partir das 17h, está prevista uma mobilização, que também partirá do Terminal do Centro de Florianópolis.

Fonte: Diário Catarinense
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Quatro linhas do Cariri funcionarão com Integração Temporal


Será implantado o Sistema de Integração Temporal na região do Cariri. A iniciativa vai contemplar os passageiros que fazem uso das quatro linhas que ligam as cidades de Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e Missão Velha. A diretoria de Trânsito e Transportes do Detran já emitiu autorização.
O sistema de integração temporal se destina ao usuário que utiliza o passe eletrônico em suas viagens, como o vale eletrônico, vale avulso e a carteira de estudante (esta possuidora de créditos de tarifa). Pagando uma única passagem, será possível descer de um ônibus e embarcar, até 30 minutos, em outro que faça o mesmo sentido da linha de origem.
Esse benefício não vale para o passageiro que embarcar em ônibus que faça a linha em sentido contrário ao da origem. Há casos em que o passageiro complementar o valor da tarifa, dependendo da situação.
Um exemplo de como funciona a integração temporal, pagando a complementação, é o seguinte: um usuário que se desloque do Crato para Barbalha pagar uma tarifa de R$ 1,30. Se for descer no shopping Cariri e embarcar em outro ônibus até Barbalha (destino da linha original) pagará uma nova tarifa de R$ 1,30. Seu custo será de R$ 2,60. Com o sistema de integração temporal, o passageiro pagará o complemento de R$ ,070, fazendo uma economia de R$ 0,60.
E um exemplo de pagamento de uma única tarifa pegando dois ônibus é o seguinte: o passageiro da linha Barbalha-Juazeiro (e vice versa) pode descer da linha de origem, passar no shopping com tempo máximo de 30 minutos, apanhar a mesma linha para Juazeiro, sem pagar a complementação, beneficiando-se da tarifa de R$ 1,30 que já pagou.

LINHAS DA INTEGRAÇÃO TEMPORAL:Juazeiro do Norte-Crato, via São Benedito; Juazeiro do Norte-Crato, via São Pedro;Juazeiro do Norte-Barbalha e Juazeiro do Norte-Missão Velha.

Fonte: Jangadeiro online
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