Em Salvador, 300 pontos terão mapa de orientação sobre itinerário de ônibus

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

O soteropolitano que nunca contou com a ajuda do pedestre ao lado para se orientar sobre em qual ponto pegar determinada linha de ônibus possivelmente nunca precisou do transporte público. O fato de as 3.402 paradas da capital não oferecerem qualquer tipo de informação sobre linhas e, menos ainda, itinerários, de acordo com o prefeito ACM Neto, motivou a prefeitura a criar um mapa interativo para facilitar a vida do passageiro.

Para começar, os mapas que informam as linhas e todas as localidades pelas quais o ônibus vai passar, além do desenho de cada percurso, serão instalados, a partir desta quarta-feira (4), em locais como as avenidas Lafayete Coutinho (Contorno), Mário Leal Ferreira (Bonocô), Luiz Viana Filho (Paralela), além da Suburbana, ACM, Anita Garibaldi, Juracy Magalhães, Vasco da Gama e região da Sete Portas. 

Classificados como os “principais corredores de tráfego”, os locais foram eleitos, de acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), por concentrarem  o maior número de usuários do transporte público. Além da informação, vai ser possível, ainda, conferir a previsão de chegada de cada coletivo por meio de QR Code - o que já é possível no app CittaMobi. Até novembro, de acordo com a pasta, 800 mapas devem ser instalados em 300 paradas de ônibus. 

“É uma evolução do nosso aplicativo. Então, quem tiver um smartphone e colocar a câmera no QR Code vai conseguir visualizar todos os ônibus que vão passar por aquele ponto. Hoje, é um dos sistemas mais modernos do Brasil e, agora, ganha esse plus, com a possibilidade de as pessoas identificarem suas linhas em qualquer ponto da cidade”, explica Neto.

Os mapas, que distinguem as localidades por cores, são feitos com materiais resistentes à chuva, riscos e incidência de raios solares. Eles serão instalados pelo setor de Equipamentos Urbanos da Semob. O prefeito disse ainda que, além dos soteropolitanos, os turistas também ganham com a novidade, já que “não vão precisar interromper a viagem para perguntar ao motorista sobre o roteiro”.

A caminho da Barroquinha, a operadora de caixa Cíntia Batista, 32, disse que o principal interesse dela é pelo horário do ônibus. "A gente agora está meio perdido, por causa dos ônibus que saíram de linha. Então, a gente vai poder ficar melhor informado. Eu uso o aplicativo às vezes e tento vir sempre no mesmo horário", conta ela, que estava a caminho do trabalho.

Já a autônoma Aline Pitanga, embora saiba 'de cor' o itinerário dos ônibus que contemplam sua ida até o trabalho, contou que a informação do horário em tempo real, por meio do QR Code, pode ajudar ainda mais. "A espera no ponto acaba colocando a gente em risco. O aplicativo é importante, mas o mapa onde a gente pode ver vai funcionar bem e vai ajudar muito", torce.

Segundo o secretário de Mobilidade, Fábio Mota, o retorno positivo da população é o que interessa à prefeitura. “As pessoas reclamavam muito de não ter as informações sobre as linhas. O mapa dá uma explicação e nossa ideia é melhorar sempre, para atender às necessidades dos usuários”, garante.

Reclamar de ponto de ônibus é o que o técnico em Contabilidade Marcos Costa, 30, diz que não faz mais desde que as paradas da orla do bairro da Boca do Rio, onde mora, foram contempladas pela proteção, o que a prefeitura chama de "abrigo". Segundo o município, dos 3.402 pontos de ônibus da cidade, 2.902 já contam com cobertura que diminui a exposição do pedestre ao sol.

"Nossa, eu sofri horrores com aquilo. Às vezes, me sentia torrando. Quando mudaram isso, já me deixou bem feliz. O ônibus com ar, eu ainda não tive a oportunidade, porque uso mais o metrô atualmente. No entanto, acredito que vai ser muito importante para pessoas que conhecem pouco Salvador, que só circulam por determinadas áreas e ficam perdidas, sem saber o que fazer", pontua ele, ao observar a imagem representativa do mapa.

Informações: Correio 24 Horas


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Em um mês, ônibus em Curitiba e região perdem quase 3 milhões de passagens

A perda contínua de passageiros de ônibus do transporte público de Curitiba e região, que se estende pelo menos desde 2016 até agora, causou uma mobilização simultânea da prefeitura de Curitiba, por meio da Urbanização de Curitiba (Urbs), do governo do Estado, por meio da Coordenação da Região Metropolita (Comec), e das empresas concessionárias. Com 15.356.397 passagens pagas, o mês de agosto de 2019 foi o pior dos últimos quatro anos, com uma queda de 16% em comparação com o mesmo mês de 2016.

De acordo com dados disponíveis no site do Sindicato das Empresas de Transporte (Setransp), o mês de agosto perdeu 2.906.494 passagens pagas. Os relatórios também apontam, mês a mês, que a projeção da Urbs para o número de pagantes é sempre menor do que o concretizado. Com isso, as empresas reclamam de defasagem constante para manutenção do sistema.

Dados disponíveis no site da Urbs, apontam que quase 20 mil pessoas (2,7% do total) deixaram se locomover de ônibus no primeiro semestre de 2019, em comparação com o mesmo período do ano passado. No primeiro semestre 2018, a Rede Integrada de Transporte (RIT) registrou 718.135 usuários, uma queda de 1,14% se comparados os números do mesmo período de 2017. A queda proporcional é ainda maior, se for considerado que a população aumentou no período. Curitiba, por exemplo, segundo o IBGE, tinha 1.893.997 habitantes em 2016 e agora, tem 1.933.105, conforme dados divulgados na última semana.

A equação, que envolve a queda de usuários, custo do sistema, lucro das empresas, taxas, impostos e melhorias já é debatida à exaustão, em especial durante o período tradicional de reajuste, em fevereiro. Esse cálculo em constante mudança cria desafios permanentes aos gestores. O valor da tarifa é apontado como causa para perda de passageiros, que atualmente têm nos aplicativos de transporte um “concorrente” mais em conta em determinados horários.

Uma solução conjunta, projetada pela prefeitura, pelo governo e acompanhada pelas empresas é a redução do valor das tarifas em horários com menor movimento, como forma de incentivo à retomada de passageiros que têm buscado alternativas ao transporte público. Uma delas, também vista como responsável pela queda, é o uso de aplicativos de motoristas. Não há uma estimativa de quantos passageiros os ônibus perderam para os aplicativos, mas é consenso entre os gestores do sistema que o fenômeno é causado por essa migração.

O prefeito Rafael Greca (DEM) editou recentemente nova regulamentação para a atuação de aplicativos de motoristas, mas mesmo assim ainda não foi suficiente para equilibrar a “competição”. “A maior parte dessa perda (de passageiros) ocorre devido à crise econômica. E um conjunto de outras pequenas partes contribui para que os usuários deixem aos poucos de usar os ônibus – entre elas, os aplicativos de transporte. A nossa avaliação é a de que o serviço de aplicativos de transporte deveria ser regulamentado, ou seja, obedecer a normas e procedimentos nos mesmos moldes a que estão sujeitas as empresas de ônibus, por exemplo. Do contrário, cria-se uma competição desigual”, dizem as empresas em nota enviada pelo Setransp.

Curitiba e região devem reduzir valores

Como medida para atrair mais usuários ao transporte público, a Comec elaborou um projeto-piloto com tarifas mais baratas em horários de menor movimento. O anúncio foi feito nesta semana pelo presidente da Comec, Gilson Santos. Testes vão começar na próxima semana, na linha Pinhais-Guadalupe. A nova tarifa, de R$ 3,90, é 60 centavos mais baixa que a convencional e será praticada a partir da próxima segunda-feira. Os testes seguirão até o dia 29 de novembro.

O novo valor valerá para os períodos compreendidos entre 9 e 11 horas; 14 e 16 horas e das 20 horas até meia-noite. De acordo com a Comec, a linha foi escolhida por contar com veículos articulados, que podem comportar um número maior de passageiros com o possível aumento da demanda nos horários de menor movimento. Atualmente, cerca de 9 mil usuário utilizam essa linha, que sai do Terminal de Pinhais e segue até o Terminal do Guadalupe, no Centro de Curitiba.

A Capital deve seguir o mesmo caminho. Na terça-feira a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal deu parecer positivo a um projeto de lei da Prefeitura que estabelece condições legais para tarifas diferenciadas no transporte coletivo da capital. O texto diz que a medida valerá conforme as linhas de ônibus, o horário da utilização e os pontos de embarque e desembarque. A proposta ainda estabelece que um decreto do prefeito definirá os critérios para a diferenciação tarifária com base na modalidade de pagamento do serviço, a quantidade de utilização do transporte pelo usuário dentro de uma periodicidade, dentre outros.

Para o Setransp, não há nenhum impeditivo, contanto que não haja desequilíbrio nos contratos de concessão.

As empresas afirmam que outras medidas foram tomadas para tentar atrair mais passageiros. Em nota, cita “renovação da frota: desde a assinatura do termo de ajuste, em novembro de 2017, já foram entregues 262 novos ônibus. Serão 450 até o fim de 2020; mais conforto, com eficiência e segurança (os novos veículos vêm equipados com câmeras) para os passageiros; criação de novas linhas, como o Ligeirão Santa Cândida – Praça do Japão; retomadas de integrações com a região metropolitana; aumento do número de faixas exclusivas; Operação Fura-Catraca; compra de créditos para o cartão transporte por aplicativos no celular; e política de subsídio para a manutenção da tarifa ao usuário em valor módico”.

Informações: Bem Paraná

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Campinas tem mais 1,8 km do Corredor BRT Ouro Verde liberado para circulação

Dando sequência às liberações de trechos do projeto de implantação do BRT (Bus Rapid Transit, Ônibus de Trânsito Rápido) em Campinas, a Administração municipal abre para circulação, a partir desta quinta-feira, dia 5 de setembro, trecho de 1,8 km na Avenida das Amoreiras. O trecho está inserido entre o viaduto da Rodovia Anhanguera até o futuro Terminal BRT Campos Elíseos, após a Vila Rica.

São seis faixas de rolamento, sendo três por sentido (Centro – bairro; bairro – Centro). As faixas centrais, junto ao canteiro central, feitas em pavimento rígido (concreto) são exclusivas do sistema de transporte público coletivo municipal. Além do novo piso de concreto, a região também recebeu nova massa asfáltica (piso flexível), por onde circulam os demais veículos. Também foi executada nova sinalização viária; tanto vertical (placas), como horizontal (solo). O canteiro central recebeu a implantação de grama.

“O trabalho é amargo, mas o fruto é doce. A obra traz os inconvenientes. Mas, depois, vêm os benefícios. Já estamos completando cerca de 10 km de trechos do BRT liberados. Quase 1/3 de toda a obra”, enfatizou o prefeito Jonas Donizette durante o evento de entrega do trecho. A cerimônia contou com a participação de secretários municipais; vereadores; moradores da região; representantes dos operadores do transporte público coletivo de Campinas; diretores e funcionários da empresa responsável pela obra; e funcionários da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec).

A região liberada para circulação integra o trecho 1 do Lote 3 do Corredor BRT Ouro Verde, que liga a região central, pelo Terminal Central, até o futuro Terminal BRT Campos Elíseos. O trecho todo tem 4,8 km de extensão. O investimento é de R$ 66,5 milhões; e a empresa responsável pelas obras é a Compec Galasso.


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“Essa é uma grande obra. Não apenas para o transporte público, mas também para a reurbanização da cidade, por onde os corredores estão passando. Continuamos o processo de liberações de trechos do BRT, oferecendo à população os benefícios dos espaços já concluídos”, disse o secretário de Transportes e presidente da Emdec, Carlos José Barreiro.

Nova operação
Neste momento, apesar das faixas exclusivas à esquerda, as paradas dos ônibus seguem à direita. Apenas a linha 130 – Terminal Vida Nova / Terminal Central (expressa) segue de forma expressa pela faixa exclusiva.

A linha 130, que antes operava somente nos horários de pico (manhã e tarde), também passa a rodar no período de entrepico. Ainda não haverá atendimento no horário noturno, fim de semana e feriados. Mas ajustes na operação podem ser realizados.

A ação traz vantagens como: requalificação da circulação dos ônibus; redução do tempo de viagem das linhas; redução dos intervalos dos ônibus; e melhoria da fluidez viária. No total serão beneficiados 79 mil passageiros.

São 28 linhas do sistema de transporte público coletivo municipal que circulam pelo trecho liberado. Além da 130, também as linhas 118; 118.1; 121; 121.1; 125; 131; 131.1; 132; 133; 133.1; 136; 140; 141; 142; 153; 154; 161; 162; 163; 164; 171; 213; 228; 317; 382; 404; e 416. Os atendimentos das linhas serão redimensionados de forma gradativa.

Liberações
Desde maio deste ano (2019), ocorrem liberações de trechos do BRT para a circulação de veículos. A última foi em 1º de agosto, quando foi liberado um trecho de 4,25 km do Corredor BRT Campo Grande, na Avenida John Boyd Dunlop, entre o viaduto da Rodovia dos Bandeirantes (região do Jardim Ipaussurama) até o viaduto da linha férrea (região do Jardim Florence).

O atual sistema de transporte público utiliza as faixas exclusivas do BRT, com paradas transitórias. Ocorreu uma requalificação na circulação; organização das linhas; e reduções de veículos nas vias marginais, no tempo de viagem e nos intervalos dos ônibus. Em torno de 69 mil passageiros foram beneficiados, com a melhoria da fluidez no trecho.

Em junho, no dia 27, foi aberto para circulação um trecho de 1,8 km do Corredor BRT Ouro Verde, nas avenidas Ruy Rodriguez e Camucim, desde o Spazio Ouro Verde até a Avenida Aglaia. As faixas do BRT são utilizadas pelo transporte público e compartilhadas com o trânsito comum. Ao todo foram beneficiados 31 mil passageiros do transporte coletivo, com maior fluidez durante o deslocamento, no trecho.

E em 29 de maio foram entregues novos acessos viários entre o Parque Industrial e o Jardim Miranda. O local está inserido dentro do Corredor BRT Perimetral; e fica em região entre o chamado “Balão do Curtume” e a Rodovia Anhanguera (SP 330), num trecho com cerca de 1 km. É uma importante ligação entre as avenidas John Boyd Dunlop e Amoreiras. A nova dinâmica de circulação entre os bairros, além dos novos acessos, conta com novos viários, nova sinalização, paisagismo e alterações no sentido de tráfego em sete vias.

Dados gerais
Os três corredores BRT de Campinas têm custo total de R$ 451,5 milhões. O BRT é a maior obra de Mobilidade Urbana já realizada no município; e a maior obra pública em execução no Brasil, na atualidade. São 36,6 km de corredores exclusivos; 18 pontes e viadutos; e 37 estações e 6 terminais.

O BRT campineiro abrange terminais, estações e infraestrutura adequada; veículos articulados; corredores exclusivos com espaços para ultrapassagens; embarque e desembarque pela esquerda (junto ao canteiro central das avenidas); embarque em nível; e pagamento desembarcado. Será um sistema mais seguro, rápido, eficiente e confiável.

O BRT Campo Grande tem 17,9 km de extensão, saindo da região central, ao lado do Terminal Mercado, seguindo pelo leito desativado do antigo VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), Avenida John Boyd Dunlop, passando pelo Terminal Campo Grande e chegando ao Terminal Itajaí.

O BRT Ouro Verde tem 14,6 km de extensão, saindo da região central, do Terminal Central, seguindo pelas avenidas João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez, passando pelo Terminal Ouro Verde, Camucim até o Terminal Vida Nova.

Entre os dois corredores há um corredor perimetral, chamado de BRT Perimetral, com 4,1 km de extensão, ligando a Vila Aurocan até o Campos Elíseos, seguindo pelo leito desativado do VLT.

Informações: EMDEC


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Tarifa de linha de ônibus da região de Curitiba será reduzida para R$ 3,90 em projeto-piloto

Um projeto-piloto para a aplicação de tarifa diferenciada do transporte coletivo metropolitano de Curitiba, em horários de menor movimento, foi anunciado nesta quarta-feira (4).

De acordo com a Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), a nova tarifa de R$ 3,90 será praticada na linha Pinhais/Guadalupe a partir de segunda-feira (9).

O novo valor valerá para os períodos entre 9h e 11h; 14h e 16h e das 20h até meia-noite.

Segundo a Comec, a ação busca combater a lotação dos veículos em horários de pico e a subutilização no contra pico.

O desconto será aplicado para o pagamento com o cartão transporte e durante o trajeto dos ônibus.

Os embarques no terminal de Pinhais estarão sujeitos ao pagamento convencional da tarifa, já que é feito na entrada do terminal ou nas linhas integradas, e não no veículo.

No terminal do Guadalupe, como o pagamento é realizado diretamente no veículo, a cobrança será a da tarifa diferenciada.

Os testes seguirão até 29 de novembro.

Pinhais/Guadalupe
Conforme a Comec, a linha foi escolhida por ter veículos articulados, que podem comportar um número maior de passageiros com o possível aumento da demanda nos horários de menor movimento.

Cerca de nove mil usuário utilizam essa linha, que sai do terminal de Pinhais e segue até o Terminal do Guadalupe, no Centro de Curitiba.

Segundo a Comec, a ação vai servir como um piloto para todo o sistema, com o objetivo de atrair novos usuários e, caso a experiência seja positiva, poderá ser ampliada para outras linhas.

Informações: G1 Paraná

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