Higienização de ônibus é automatizada em nove terminais da SPTrans

domingo, 26 de julho de 2020

A limpeza dos ônibus municipais durante sua permanência em nove terminais passou a ser feita, desde 7 de julho, com a utilização de um equipamento Atomizador Elétrico Portátil para evitar a contaminação pelo novo coronavírus causador da Covid-19.    

O equipamento pulveriza o produto peróxido de hidrogênio diluído, desinfetando as superfícies onde aplicado: piso e locais onde há contato dos passageiros como balaústres, corrimãos e assentos.  Com o novo sistema, a higienização no interior dos ônibus nos terminais onde o equipamento está disponível é realizada em apenas dois minutos, sendo feita toda vez que o veículo chega aos terminais urbanos após o desembarque dos passageiros, reduzindo o tempo comparado com a limpeza manual. A ação é feita por dois funcionários de uma empresa terceirizada contratada pela SPTrans.    

Vale mencionar que continua a ser feita a limpeza manual com o produto peróxido de hidrogênio nos terminais que ainda não possuem estrutura técnica (tomadas) ou onde há menor fluxo de passageiros. A expansão para outros terminais será feita de forma gradativa.    

Veja a relação de terminais que utiliza o novo sistema de limpeza:  
Capelinha 
Carrão
Grajaú 
Mercado
Parque D. Pedro II
Pinheiros
Sacomã
Santo Amaro 
Vila Nova Cachoeirinha
Limpeza nos Terminais

Os terminais de ônibus da capital vêm recebendo reforço na higienização para evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Desde o início da pandemia de Covid-19, plataformas, gradis, pistas de rolamento e áreas comuns dos terminais municipais estão tendo a limpeza complementada, passando por lavagens noturnas. Além disso, ao longo do dia os locais também recebem varrições de todas as plataformas, recolhimento de lixo, higienização e desinfecção dos equipamentos de uso comum.  

Os terminais Amaro Gurgel, Princesa Isabel, Bandeira, Parque D. Pedro II, na região central, Penha, Aricanduva, Carrão, Sapopemba e Itaquera II, na Zona Leste, Grajau, Parelheiros e Varginha, na Zona Sul, são alguns dos equipamentos que foram higienizados nas última semana.  

Com mais de 470 funcionários, são duas as empresas responsáveis pela higienização dos terminais. Elas ampliaram a frequência da higienização dos banheiros para que seja realizada mais vezes ao longo do dia. Os mais movimentados contam com funcionários fixos nos banheiros, que higienizam os equipamentos nos horários de menor movimentação e à noite fazem a lavagem geral dos equipamentos.  

A limpeza é realizada com desinfetante e água sanitária para prevenir a disseminação da Covid-19. A SPTrans acompanha diariamente a prestação do serviço de limpeza nestes locais para garantir a qualidade do serviço prestado à população.  

Outras ações

Além disso, a Prefeitura adotou diversas ações para reduzir o risco de contágio dos usuários do transporte público pelo novo coronavírus, entre as quais:

Uso obrigatório de máscaras nos ônibus e terminais;
Marcação no solo nos terminais para sinalizar a distância de um metro entre os usuários nas filas;
Higienização dos ônibus entre as viagens, principalmente nos locais onde há contato dos passageiros como balaústres, corrimãos e assentos;
Higienização do ar-condicionado; 
Autorização do uso de cortina em "L" para proteção do motorista;
Ações de orientação e conscientização sobre cuidados e higiene pessoal por meio de mensagens sonoras e cartazes nos terminais, redes sociais e no Jornal do Ônibus;
Monitoramento diário para ampliação e remanejamento da frota, se necessário.
Assessoria de Imprensa - SPTrans

Informações: SPTrans
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Na reabertura, 70% dos ônibus vão circular nas ruas de Salvador

Com o anúncio da reabertura dos shoppings, templos religiosos e outras atividades houve também um planejamento para o transporte público de Salvador. Nesta primeira fase de retomada, 70% da frota de ônibus ou 1.514 veículos, estão circulando nas ruas, observando três picos de horários. O Pico 1, entre 5h e 8h, o Pico 2, entre 8h e 12h e o Pico 3, entre 15h e 21h.

De acordo com o prefeito ACM Neto, essa estratégia foi adotada com o intuito de evitar a concentração de um grande número de pessoas, em torno do transporte público, no mesmo horário de pico.

“Estão distribuídos em três picos, porque nós dividimos o horário de funcionamento das atividades, para não ocorrer concentração apenas em um horário. Esses horários foram pensados para não gerar coincidência entre si”, indicou.

Dos bairros para o centro de Salvador, a última viagem vai acontecer às 22h, enquanto no sentido inverso, acontecerá às 23h. Já nas estações de transbordo, continuará valendo a programação atual, com veículos a partir das 4h até 0h.

Novas fases

Com o anúncio da fase um, aumenta a expectativa dos diversos setores em torno das demais fases de retomada. No entanto, para ingressar na fase dois, é preciso que haja um intervalo de 14 dias, contados a partir de hoje, incluindo ainda, cinco dias consecutivos com a taxa da ocupação de leitos de UTI em 70% ou menos. Já para o início da terceira etapa, o índice necessário é de 60%.

Na fase dois, estão previstas o retorno das atividades em academias, barbearias, salões de beleza, centros culturais, museus, galerias de arte, lanchonete, bares e restaurantes. Já na terceira fase, acontecerá o retorno de parques de diversões e parques temáticos, teatros, cinemas, casas de espetáculos, clubes sociais, recreativos e esportivos, centro de eventos e convenções.

Por outro lado, o retorno das atividades em escolas, parques públicos, praias e demais espaços, contarão com um critério de retomada, que ainda será publicado pela prefeitura.

Informações: A Tarde
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Em BH, Prefeitura amplia viagens de ônibus, mas admite que aglomerações não têm solução

"Não estamos resolvendo o problema (dos ônibus lotados). Estamos amenizando. A cidade está fechada e tem gente passeando na rua. O que é lamentável", afirmou o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD). O comentário foi feito na manhã desta sexta-feira (24) na sede da prefeitura, durante a assinatura do acordo firmado entre o município, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a BHTrans para aumentar as viagens de ônibus na capital.

A ideia é possibilitar redução de passageiros no transporte público, já que as aglomerações são propícias à disseminação da COVID-19. No aditivo, a PBH também se compromete a aumentar a fiscalização das condições de higiene dos veículos. 

O encontro para fechar o acordo contou com a presença do presidente da BHTrans, Celio Bouzada, do secretário municipal de Fazenda, João Fleury, do promotor de Justiça de Defesa do Consumidor de Belo Horizonte, Paulo de Tarso Morais Filho, e outros representantes do Ministério Público. 

Para ampliar as viagens, a prefeitura vai repassar R$ 30 milhões às empresas de ônibus nos proximos 90 dias. Em contrapartida, as concessionárias vão oferecer créditos de transporte aos servidores municipais. 

'É uma questão quase que insolucionável. Não se tem o controle da situação. O que está sendo feito, aqui, é tomar medidas para amenizar o problema', diz o promotor Paulo de Tarso Filho(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A. Press)
'É uma questão quase que insolucionável. Não se tem o controle da situação. O que está sendo feito, aqui, é tomar medidas para amenizar o problema', diz o promotor Paulo de Tarso Filho

O secretário de Fazenda estima aumento de 15% nas viagens. Desde a instauração do decreto 17.362, editado em 22 de maio, a circulação de coletivos na capital caiu 40%. Atualmente, os veículos têm autorização para rodar com número limitado de passageiros em pé, de acordo com o modelo - 20 usuários para os ônibus articulados, dez para os ônibus convencionais e padrão Move, e 5 para os miniônibus. Flagrantes de superlotação, no entanto, são comuns na capital.

"Como bem disse o  prefeito, é uma questão quase que insolucionável. A gente, infelizmente, não tem o controle dessa situação. O que está sendo feito, aqui, é tomar medidas para amenizar o problema. Mas, enfim, não chegaremos ao que todos desejam, que é atender a situação preconizada no decreto municipal. Dificilmente vamos conseguir controlar isso por diversos fatores", ponderou o promotor de Justiça Paulo de Tarso Morais Filho. 

Acordo
Segundo o presidente da BHTrans, Celio Bouzada, as empresas de ônibus estão autorizadas a disponibilizar viagens de acordo com a demanda de passageiros, de modo a viabilizar o transporte dentro das normas sanitárias fixadas pelo Decreto 17.362. 

Semanalmente, a BHTrans vai enviar à secretaria de Fazenda um balanço com as viagens liberadas e o total de passageiros atendidos. As tarifas pagas são suficientes para cobrir parte dos deslocamentos. A diferença será repassada pela PBH, que receberá a quantia paga na forma de créditos de transporte para os servidores municipais. 

Outro ponto fixado no aditivo é o escalonamento do horário de funcionamento do comércio quando houver flexibilizaçao, de maneira a reduzir a lotação do transporte público. 

Veja os quatro principais pontos do acordo
  1. aumento do número de viagens de ônibus, para adequar à demanda da população e evitar que haja mais pessoas em pé durante as viagens do que prevê o decreto municipal 17.362;
  2. quando houver flexibilização e reabertura do comércio na capital, os horários de abertura e fechamento dos setores deverão ser escalonados, para reduzir a demanda no transporte público nos horários de pico;
  3. se preciso, prefeitura pode lançar mão de descontos nas tarifas para quem utilizar o transporte público fora dos horários de pico sem precisar de lei específica;
  4. prefeitura vai aumentar fiscalização sobre higienização dos coletivos, vai produzir mais materiais informativos para a população.

Informações: Estado de Minas
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Justiça nega liminar para volta dos ônibus em Florianópolis

Os ônibus do transporte coletivo em Florianópolis vão continuar parados. Foi o que decidiu o desembargador Gerson Cherem II, nesta terça-feira (21). O Consórcio Fênix, responsável pela operação dos veículos na Capital catarinense, entrou na Justiça contra o decreto do governador Carlos Moisés da Silva que proibiu os deslocamentos na última sexta-feira por conta do coronavírus. Desde esta segunda (20), os ônibus deixaram de rodar na Grande Florianópolis e em outras seis regiões com nível gravíssimo para coronavírus.

O Consórcio alegou no pedido ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) que o ato de Moisés foi "abusivo e ilegal". As empresas defenderam a tese de que seguem rigoroso plano sanitário para o transporte de passageiros. Além disso, os advogados do Consórcio afirmaram que as empresas passam por uma difícil situação financeira por conta das restrições impostas desde o começo da pandemia.

Para o desembargador, porém, pesaram os números da pandemia em SC. Ele citou, por exemplo, a ocupação de 75% dos leitos de UTI no Estado. Segundo Cherem II, "soa irrazoável, nesta oportunidade, mormente em sede liminar, desautorizar o planejamento de combate à pandemia, para possibilitar o transporte municipal de passageiros ao impetrante".

O magistrado ainda citou um posicionamento do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, sobre as restrições por conta do coronavírus. Segundo ele, a grave situação atual exige a tomada de decisões estatais.

Informações: NSC Total
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Justiça determina que São Paulo coloque 100% da frota de ônibus em circulação

segunda-feira, 20 de julho de 2020

O Tribunal de Justiça determinou nesta quinta-feira (16) que 100% da frota de ônibus seja disponibilizada para circular na cidade de São Paulo. A decisão é do desembargador-relator Fernão Borba Franco, da 7ª Câmara de Direito Público. Cabe recurso da decisão.

Segundo o texto da decisão, o desembargador informa que o pedido foi feito pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas) em decorrência de aglomeração nos ônibus provocada pela redução da frota durante o isolamento social para evitar a disseminação da Covid-19.

De acordo com Franco, “dado o contexto fático que evidencia a inadequação do serviço público prestado à conformação jurídica que lhe é dada, conclui-se pela irracionalidade na decisão administrativa de manter a redução da frota de ônibus, de forma que fica deferida a tutela antecipada para determinar o retorno da frota integral às ruas.”

O desembargador deu prazo de 48 horas para a Secretaria Municipal de Transportes acatar a decisão e determinou multa de R$ 50 mil diários em caso de descumprimento.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, disse em entrevista à GloboNews, que "a prefeitura discorda completamente" da decisão do desembargador.

"Nós estamos levantando qual o custo que a cidade teria. A expectativa é que seja mais de R$ 300 milhões do aumento de subsídio aqui na cidade de São Paulo para poder colocar em prática uma decisão como essa. É uma decisão, inclusive, que não foi apenas uma solicitação do sindicato dos trabalhadores, foi também uma solicitação do sindicato das empresas concessionárias, que é quem vai ganhar esses R$ 300 milhões a mais", disse o prefeito.

Segundo Covas, a prefeitura vai recorrer da decisão por se tratar de uma ação judicial movida por interesses das empresas do setor: "Não se trata de uma solicitação feita pelo Ministério Público, pela Defensoria Pública, pelo usuário, pelo pessoal da área da saúde, não. É uma solicitação feita pelas empresas concessionárias de ônibus, que entendem que a prefeitura precisa dar R$ 300 milhões a mais para elas, volto a dizer, cálculos iniciais ainda da prefeitura, estamos terminando esse cálculo ainda hoje, vamos recorrer dessa decisão."

Frota adequada
O prefeito de São Paulo também afirmou que a frota em circulação atualmente na cidade é suficiente para a demanda atual. "Estamos hoje com 48% das pessoas que andavam de ônibus, andando de ônibus e 80% da frota circulando, ou seja uma diferença de mais de 30%, que faz com que os ônibus estejam circulando na cidade de São Paulo com a tranquilidade necessária, com a recomendação da vigilância sanitária de não ter superlotação. Não há nenhuma necessidade, do ponto de vista de saúde pública, de colocar 100% da frota circulando, o que vai ter é um aumento desnecessário do subsídio, que vai parar no bolso das próprias empresas, que pediram essa liminar", declarou.


Ainda de acordo com Covas, "a SPTrans faz o trabalho diário de verificação de cada linha de ônibus, verificando onde tem necessidade e coloca um ônibus a mais para circular. Onde tem excesso de vagas, tira esse ônibus de circulação, porque a gente tem a preocupação com a saúde das pessoas, mas a gente precisa cuidar do caixa da Prefeitura de São Paulo."

Segundo ele, aumentar a frota não vai ajudar na saúde da população ante a pandemia de Covid-19 e provocar um oneração maior do caixa da cidade. "Não vai acrescentar em nada do ponto de vista de proteção das pessoas na pandemia e vai ampliar o rombo no orçamento da prefeitura em pelo menos, volto a dizer, contas iniciais, de R$ 300 milhões. Então é deixar de atender no posto de saúde, é fechar vaga em creche, é fechar teatro e biblioteca municipal, é cortar convênio com as entidades assistenciais, é deixar de distribuir cesta básica para dar pelo menos R$ 300 milhões para os empresários donos das concessionárias de ônibus da cidade de São Paulo."

A SP-Urbanuss, sindicato das empresas de ônibus, disse que a iniciativa da ação na Justiça partiu do sindicato dos trabalhadores e que cumpre todos os pedidos da prefeitura.

O Sindmotorista informou que a flexibilização da quarentena provocou reflexos diretos no transporte público, com veículos lotados, colocando em risco a saúde dos passageiros e dos funcionários.

Passageiros viajam em pé em ônibus cheio em São Paulo, na terça-feira (9) — Foto: Ettore Chiereguini/Estadão Conteúdo
Passageiros viajam em pé em ônibus cheio em São Paulo, na terça-feira (9) — Foto: Ettore Chiereguini/Estadão Conteúdo

Filas e lotação nos terminais
Passageiros da cidade de São Paulo reclamaram de filas nos terminais de ônibus, após a SPTrans reduzir em 9% a frota de ônibus a partir de 25 de junho. A SPTrans afirma, por sua vez, que a diminuição aconteceu porque houve redução no número de passageiros na capital, por causa da pandemia do coronavírus.

Segundo a SPTrans, a medida foi adotada em linhas com oferta superior à demanda existente. Antes da pandemia, 3,3 milhões de passageiros eram transportados nos ônibus municipais diariamente. Esse número caiu para 1,3 milhão de pessoas por dia e vem se mantendo estável nas últimas semanas.

Com a redução, 8,39% dos veículos pararam de circular e 10.791 ônibus seguiram operando em São Paulo -- o número corresponde a 84% da frota total antes da quarentena.

Informações: G1 | SP
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Ônibus param de circular na Grande Florianópolis a partir de segunda-feira

O governo de Santa Catarina decretou nesta sexta-feira novas medidas restritivas para promover o isolamento social em sete regiões que estão classificadas em situação gravíssima na pandemia de Covid-19. Uma delas é a Grande Florianópolis.

A partir de segunda-feira, o transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal de passageiros estará suspenso por 14 dias. A concentração e permanência de pessoas em espaços públicos de uso coletivo, como parques, praças e praias, está suspensa já a partir deste sábado (18). O governador Carlos Moisés da Silva também prorrogou a suspensão das aulas presenciais em toda rede de ensino público e privada até 7 de setembro, nesse caso, em todo Estado.

O decreto abrange 111 dos 295 municípios catarinenses. As regiões de Saúde que estão em situação gravíssima são: Carbonífera, Região de Laguna, Grande Florianópolis, Foz do Rio Itajaí, Médio Vale do Itajaí, Nordeste e Região de Xanxerê.

Na sexta-feira, o governo divulgou mais 59 mortes pelo coronavírus, maior número desde o começo da pandemia. Com isso, o total de vítimas chega a 646. em 120 municípios, sendo 77 em Joinville, 68 em Itajaí e 35 em Florianópolis. Das 58 mortes informadas nesta sexta-feira pela secretaria da Saúde, 39 aconteceram de quarta-feira para cá.

O boletim desta sexta aponta mais 1.768 diagnósticos confirmados. Com isso, o total de casos desde o começo da pandemia é de 51.549. Há registro da doença em 283 municípios, ou seja, em 95% do Estado. 

Informações: NSC Total
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BRT Rio anuncia novidades no Corredor Transoeste

O Consórcio BRT Rio informou que dará prosseguimento ao processo de readequação do sistema à nova demanda de passageiros e, na segunda-feira, dia 20 de junho de 2020, realiza a segunda etapa das mudanças operacionais após a flexibilização das medidas restritivas para o combate à Covid-19.

A principal novidade é a conclusão das obras do retorno operacional na altura da estação Salvador Allende, que possibilitou a criação da linha 29 Salvador Allende – Jardim Oceânico (Parador). O funcionamento será diário, das 4h às 21h15, e atenderá todas as estações paradoras entre Salvador Allende e Jardim Oceânico.

O BRT Rio também volta a oferecer a linha 13 Mato Alto – Alvorada (Expresso), atendendo a solicitações dos passageiros. O serviço funcionará nos horários de pico da manhã (4h à 8h25) e à tarde (15h45 à 19h30).

Com o retorno da linha 13 e a criação da linha 29, o serviço 28 Mato Alto – Alvorada (Semiexpresso) será retirado de circulação.

Também haverá mudança nos corredores Transcarioca e Transolímpica. O serviço 51A Vila Militar – Alvorada passa a operar apenas nos horários de pico. De manhã, das 4h às 9h, e à tarde, das 15h10 às 20h50. Para suprir a demanda no entrepico, a linha 50 Centro Olímpico – Jardim Oceânico (Parador) continua operando durante todo o dia, percorrendo o trecho entre o Morro do Outeiro e Alvorada.

As alterações realizadas recentemente reforçam o conceito de transferência nas estações, como acontece nos meios de transporte em todo o mundo. Dessa forma, o terminal Alvorada assume o papel de principal conector do sistema BRT, por seu tamanho e capacidade de operação.

Informações: Mobilidade Rio
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Em SP, Idoso passa a contar com atendimento on-line para resolver questões do Bilhete Único pela internet

A partir de segunda-feira, 20 de julho, a plataforma on-line estará disponível para agilizar o atendimento aos idosos que precisam solicitar 1ª ou 2ª via do Bilhete Único ou bloquear seu cartão.

Para utilizar o serviço, é necessário acessar o site www.sptrans.com.br/atendimento e seguir as orientações, sem precisar sair de casa.

A medida ajuda nas recomendações de combate à pandemia do novo coronavírus ao evitar aglomerações nos postos de atendimento.

No Posto Central, o agendamento é obrigatório e o atendimento está restrito apenas aos serviços que necessitam de comparecimento presencial. Todos os demais estão sendo atendidos, exclusivamente, pela plataforma on-line.  

Importante mencionar que mesmo sem o cartão a pessoa idosa poderá embarcar e desembarcar pela porta dianteira do veículo e apresentar ao operador um documento oficial com foto no momento do desembarque.

Assessoria de Imprensa - SPTrans
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Prefeitura de Campo Grande cumpre lei federal em relação a corredores de ônibus,

A implantação de 69 quilômetros de corredores de ônibus, com estações de pré-embarque, que objetiva  melhorar a qualidade do transporte coletivo de Campo Grande, serviço utilizado diariamente por 140 mil pessoas, é uma exigência da lei federal 12.587 de 2012, que obriga cidades com mais de 20 mil habitantes terem um plano diretor de transporte e mobilidade. O da Capital está em vigor desde 2015.

Em 2012, a Prefeitura  contratou um empréstimo junto à Caixa Econômica Federal,  no valor de R$ 120  milhões, para implantação dos corredores sudoeste, sul e norte. A execução de obras de drenagem, de recapeamento e sinalização, está atrelada a implantação de corredores  e estações de pré-embarque.

Até agora já foram investidos R$ 30 milhões nas obras executadas em três vias que integram os corredores sudoeste (Guia Lopes/ Brilhante e Bandeirantes) e Norte (a Rua Bahia).

Segundo técnicos da Agência Municipal de Transporte e Trânsito, se a Prefeitura desfigurar o projeto original (não implantar os corredores e as estações), além de renunciar a uma estrutura que vai melhorar a qualidade do transporte,  haverá prejuízo aos cofres públicos. O município terá de  devolver o dinheiro já aplicado (os já mencionados R$ 30 milhões ) e deixará de receber o valor remanescente do empréstimo, R$ 90 milhões. Sem este dinheiro, a Prefeitura não teria recursos para recapear e implantar corredores nas avenidas Marechal Deodoro, Calógeras e Gury Marques.

Os  corredores, segundo a Agetran, vão garantir  uma via exclusiva para a circulação dos ônibus, que hoje disputam  espaço com os demais veículos. A velocidade média deve subir de 16 para 24 quilômetros, reduzindo o tempo de viagem, reduzindo o tempo de espera dos usuários.

Informações: A Critica
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Governo do ES prorroga suspensão de contratos de cobradores

O Governo do Estado prorrogou, por mais dois meses, a portaria que suspende o contrato de trabalho dos cobradores do Sistema Transcol. A medida foi publicada nesta quarta-feira (15) e adotada após a publicação do Decreto Federal n° 10.422, de 13 de julho de 2020, que prorroga os prazos para celebrar os acordos de redução proporcional de jornada, de salário, de suspensão temporária do contrato de trabalho e para efetuar o pagamento dos benefícios emergenciais de que trata a Lei nº 14.020, de 6 de julho de 2020.

Os cobradores foram afastados no dia 17 de maio, quando o Sistema Transcol deixou de receber a tarifa em dinheiro e passou a utilizar apenas os cartões, como forma de diminuir as possibilidades de contágio do novo Coronavírus (Covid-19). A medida também visa a preservar o emprego dentro do sistema. Mesmo afastados das funções estes trabalhadores receberão o salário de maneira integral.

O Sistema Transcol vem adotando uma série de medidas para diminuir o risco de contágio no transporte coletivo desde o início das restrições de circulação em decorrência da pandemia. Entre elas estão:

· Reforço na higienização dos coletivos com hipoclorito de sódio diluído, conforme orientações da Secretaria da Saúde (Sesa);
· Reforço na limpeza dos terminais e disponibilização de sabonete nos banheiros;
· Afastamento de colaboradores do sistema com mais de 60 anos, com comorbidades ou com sintomas gripais;
· Retirada dos veículos com ar-condicionado de circulação;
· Superdimensionamento da operação para garantir o transporte, minimizando o risco de contaminação;
· Recomendação para que os passageiros embarquem somente em veículos com assentos disponíveis;
· Marcação das filas nos terminais e recomendação aos passageiros para manutenção do distanciamento mínimo de 1,5 metro;
· Distribuição de álcool gel e máscaras para os trabalhadores do sistema;
· Distribuição de máscaras para passageiros nos terminais.

Informações: CETURB
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Urbs promove leilão de sucata de ônibus biarticulados

A Urbanização de Curitiba (Urbs) vai promover no dia 31 de julho um leilão de sucata de 23 ônibus biarticulados. Os veículos, com mais de 10 anos de operação, são inservíveis para a frota. Cada veículo tem lance mínimo de R$ 1.777,77, somando um total de R$ 40.888,71.

Os veículos serão arrematados pela maior oferta. Podem participar pessoas físicas e jurídicas. O valor arrecadado será destinado ao Fundo de Urbanização de Curitiba (FUC).

Por se tratar de sucata, os ônibus não poderão retornar à circulação, sendo autorizada somente a retirada de peças dos mesmos para substituição em outros veículos.

Os lances serão recebidos, exclusivamente, através do Portal de Compras da Prefeitura Municipal de Curitiba (www.e-compras.curitiba.pr.gov.br), no dia 31 de julho, entre 14h e 14h30.

Para os interessados que quiserem examinar os bens, os veículos poderão ser conferidos até o dia 29 de julho das 9h às 11h ou das 14h às 17h. O edital está disponível nos sites www.e-compras.curitiba.pr.gov.br e www.urbs.curitiba.pr.gov.br. Mais informações: (41) 3320-3093 e (41) 3320-3290 (WhatsApp).

Informações: Bem Paraná
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Em Joinville, Ônibus serão suspensos por 14 dias após decreto estadual

Com o novo decreto do Governo do Estado, os ônibus em Joinville irão circular normalmente até a tarde deste sábado (18) e com a linha especial da saúde no domingo (19) e, depois, os serviços deverão ser suspensos até 2 de agosto, com retorno no dia 3. 

Uma medida definida pelo governador Carlos Moisés suspende o transporte coletivo por 14 dias nas cidades de sete regiões com nível gravíssimo para o coronavírus, seguindo a matriz de risco regionalizada do Estado. Joinville e outras 12 cidades da região Nordeste estão contempladas por esta determinação.

Desde 4 de julho, os ônibus de transporte público de Joinville já estavam operando com restrições. Uma delas é circular somente até as 14h30 aos sábados. Portanto, a partir deste horário neste sábado, não haverá mais opções de linhas para nenhum destino na cidade.

Aos domingos, o serviço de transporte público coletivo já não estava mais sendo realizado normalmente desde 5 de julho. A única linha em atividade é a Circular da Saúde, que foi reativada em 12 de julho a pedido da Secretaria de Saúde de Joinville. Ela sai dos bairros às 5h10, 6h30, 17h10 e 18h30; e do Terminal Central às 5h50, 7h10, 17h50 e 19h10. 

O foco principal do Circular da Saúde é o atendimento aos profissionais e trabalhadores do setor da saúde. As linhas são as seguintes: Pirabeiraba via Terminal Norte/ Centro, Paraíso via Terminal Norte/ Centro, Boa Vista via Aventureiro/ Centro, Itinga/ Centro, Estevão/ Centro, Morro do Meio via Vila Nova/ Centro e Guanabara/ Centro. O itinerário pode ser encontrado no site Ônibus.info.

O prefeito de Joinville, Udo Döhler, se disse perplexo após o anúncio do decreto estadual e contou ao colunista Jefferson Saavedra que fará uma reunião com sua equipe neste sábado (18) para discutir as medidas do decreto estadual. Além da suspensão do transporte público coletivo, o decreto também proíbe a concentração e a permanência de pessoas em espaços públicos, como parques, praças e praias, a partir deste sábado (18) e determina que as aulas presenciais não retornem antes de 7 de setembro em todo o território catarinense.

Informações: NSC Total
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Frota de ônibus de Maceió vai voltar a operar com 100% da capacidade

Com o avanço de Maceió para a fase amarela, as empresas que integram o sistema de transporte urbano da capital devem normalizar o serviço, colocando todos os ônibus nas ruas a partir da próxima segunda-feira (20). De acordo com o gestor da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), Antonio Moura, o objetivo é diminuir o tempo de espera dos coletivos nos pontos de parada, principalmente nos horários de pico. 

Além da determinação para o aumento da frota, o novo Decreto Municipal de nº 8.918, publicado nesta quinta-feira (16), estabelece novas medidas em relação ao transporte público. O documento estipula que a capacidade de passageiros transportados nos veículos seja realizada na modalidade "bancada" (passageiros sentados em sua totalidade da capacidade do veículo) acrescentada do limite total da capacidade do veículo de usuários em pé. O uso de máscaras no interior dos coletivos, assim como a circulação dos ônibus com as janelas abertas e sem a utilização de ar condicionado, continuam obrigatórios.

O Decreto Municipal mantém a proibição do uso do Cartão Bem Legal Escolar e do Cartão Bem Legal Sênior nos transportes públicos municipais. O programa Domingo é Meia também continua suspenso. A medida é válida até o dia 31 de julho, podendo ser prorrogada.

Apesar da liberação para que a totalidade da fota vá às ruas, a recomendação é que as pessoas só utilizem o transporte público se realmente for necessário. "Recomendamos que os cidadãos só utilizem o transporte apenas quando for extremamente necessário. E caso precise sair de casa, orientamos que os usuários do SIMM consultem os horários dos coletivos no aplicativo CittaMobi para evitar a exposição nas ruas e diminuir os riscos de contágio pela Covid-19. Usem máscaras e utilizem álcool em gel sempre, de preferência antes e após o embarque nos coletivos. Essas medidas são fundamentais e extremamente necessárias, pois ajudam a salvar vidas", reforçou Antonio Moura.

Fiscalização

Os agentes e fiscais da SMTT manterão as operações de fiscalização nos principais terminais de ônibus e corredores de transportes de Maceió para garantir o cumprimento do novo Decreto Municipal, que determina o uso obrigatório de máscaras dentro dos coletivos.

Caso a população flagre alguma irregularidade no transporte público, as denúncias podem ser feitas através do Disque SMTT, no número 118. O canal de atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

Informações: Gazeta Web
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Sistema de transporte BRT Sorocaba é referência no Brasil

domingo, 12 de julho de 2020

O novo projeto de transporte coletivo de Sorocaba, o BRT, torna-se referência nacional em inovação e tecnologia. A partir do Sistema Inteligente de Transporte (ITS), 16 soluções integradas via plataforma desenvolvida pelo CittaMobi conectará e integrará todos os dispositivos da operação, desde informações geradas pelas catracas, bilhetagem e câmeras até sensores das portas, TVs e canais de som.

Na prática, a tecnologia ITS recebe as informações, processa, interage e envia comandos ou mensagem de texto/áudio para a central de controle. O monitoramento de toda operação, acompanha os processos e possui ampla automação para ações remotas.

Luiz Alexandre Massariol, Diretor da Concessionária BRT Sorocaba, esclarece que esse fluxo será feito a partir de uma única interface com operação controlada de forma remota e estações com menos fiscais e mais autonomia. "Caso uma usuária do sistema acione o Botão de Incidente Grave, conhecido como BIG, do aplicativo CittaMobi, o operador no Centro de Controle Operacional (CCO) recebe o alerta, visualiza as imagens e pode enviar um alerta sonoro ou tomar outra providência. Esse volume de tecnologia ajudará os passageiros durante as viagens, além dos outros recursos do ITS que possibilitará uma operação com deslocamentos mais rápidos, confortáveis, seguros e com previsibilidade". 

Para se ter uma dimensão da inteligência do sistema, outro exemplo é o sistema de monitoramento.  Se um indivíduo com necessidade especial passa o cartão no validador, a plataforma recebe a informação e a câmera mostra que ele é uma pessoa com deficiência (PCD). Logo, a plataforma envia o comando para a porta do meio abrir sem precisar de um funcionário na estação para fazer nenhum tipo de interferência.

No caso do encerramento das atividades do dia, se uma estação for fechar e as câmeras identificam que existe um passageiro dentro da estação, o sistema de som falará com essa pessoa especificamente, informando o encerramento das atividades e solicita que deixe o local.  Desta forma, as soluções interligam esses dados e geram indicadores que darão suporte à operação do BRT.

Massariol destaca também o sistema de bilhetagem. "Para embarcar, o passageiro poderá comprar o seu bilhete por meio do autoatendimento ou a avulso via aplicativo e um QR Code será gerado no celular. Para validar a entrada, basta aproximar o celular no leitor da catraca. Este último recurso é semelhante ao que é utilizado em aeroportos e cinemas".

Primeira fase de operação

Em breve, os sorocabanos poderão usufruir de 43 novos ônibus, sendo 29 tipo padron com 12,5 metros e 14 superarticulados com 23 metros. Todos os veículos possuem maior capacidade de passageiros, wi-fi gratuito, tomadas USB, monitoramento interno de câmeras, ar-condicionado e motores mais silenciosos. A nova operação será controlada pelo Centro de Controle Operacional (CCO) e monitorada por GPS.

Sistemas ITS disponíveis no BRT Sorocaba

Ao total são 16 soluções integradas que darão suporte para eficiência da operação. Os sistemas são:

·Controle Centralizado e Previsões CittaMobi;

·Monitoramento das Unidades BRT;

·Redes de Transmissão de Dados envolvendo 40 km em fibra ótica e centenas de equipamentos;

·Monitoramento embarcado;

·Comunicação terra-ônibus;

·Multimídia, informação e entretenimento;

·Sonorização Digital;

·Automação padrão SCADA;

·Posicionamento do Material Rodante;

·Wi-fi gratuito;

·Comunicação fixa - Telefonia digital IP;

·Alarme de Segurança;

·Alarme e Combate a Incêndio;

·Bilhetagem e reconhecimento biométrico;

·Venda de passagens integrado, aplicativo, bilheteria e autoatendimento;

·Energia inteligente e fotovoltaica (energia solar).

Projeto BRT Sorocaba

O BRT é um sistema de mobilidade urbana moderno que oferecerá conforto, segurança e eficiência, tornando os deslocamentos mais rápidos do que os atuais.  Ele permitirá maior mobilidade devido às faixas exclusivas de ônibus, o que possibilita uma viagem com mais agilidade e que atende às necessidades da população. Outra novidade é o embarque em nível, que facilita o deslocamento de todos, em especial pessoas idosas e cadeirantes. Os passageiros terão a comodidade de acessar 28 estações preferenciais, 4 estações de integração, 3 novos terminais e 96 pontos de parada, permitindo ainda a integração com os Terminais Santo Antônio e São Paulo, com as seis áreas de transferências e a integração temporal entre diferentes linhas.

Informações: JE Online
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Linhas de ônibus serão modificadas em Florianópolis a partir segunda-feira

O transporte coletivo de Florianópolis terá mudanças a partir de segunda-feira (13). Horários e linhas serão modificados para atender as demandas específicas de ônibus, e alguns trajetos serão desativados temporariamente.

A mudança foi confirmada pela Secretaria de Mobilidade e Planejamento Urbano. Os novos horários e itinerários podem ser conferidos na página da prefeitura de Florianópolis, no site e aplicativo Floripa no Ponto e site do Consórcio Fênix.

Linhas com horários alterados
135 – Volta ao Morro Carvoeira Norte
136 – Volta ao Morro Carvoeira Sul
137 – Volta ao Morro Pantanal Norte
138 – Volta ao Morro Pantanal Sul
163 – Córrego Grande, 168 – Monte Verde
169 – Monte Verde via Mané Vicente
178 – Saco Grande – Retorno SC 401
183 – Corredor Sudoeste via TISAC
186 – Corredor Sudoeste via Túnel
333 – TILAG TITRI via Madre Benvenuta
431 – TICEN Aeroporto
461 – Tapera via Túnel
463 – Castanheiras via Eucaliptos
464 – Castanheiras via Gramal
467 – Tapera via Saco dos Limões
561 – Caieira da Barra do Sul
474 – Morro das Pedras via Gramal
565 – Ribeirão da Ilha
631 – Capoeiras
660 – Aracy Vaz Callado
663 – Coloninha
668 – Promorar via Ivo Silveira
670 – Monte Cristo.

Linhas que foram reorganizadas
162 – Saco dos Limões – As linhas 136 – Volta ao Morro Carvoeira Sul, 138 – Volta ao Morro Pantanal Sul e 467 – Tapera via Saco dos Limões atenderão os passageiros que utilizavam a 162 – Saco dos Limões.

177 – Santa Mônica – As linhas 330V – TILAG TICEN via Mauro Ramos via TITRI, atende sentido TITRI  CEPON, e a 233 – TICAN TITRI via UFSC, Sentido Madre Benvenuta atenderão os passageiros que utilizavam a linha 177 – Santa Mônica.

180 –TITRI UFSC –  As linhas 163 – Córrego Grande, 164 – Córrego Grande / Posição, 179 – Serrinha, 233 – TICAN TITRI via UFSC, 320 – TILAG TICEN via Beira Mar e 333 – TILAG TITRI via Madre Benvenuta atenderão os passageiros que utilizavam a linha 180 –TITRI UFSC.

943 – Saco dos Limões/Trindade – As linhas 163 – Córrego Grande, 164 – Córrego Grande / Poção, 179 – Serrinha, atendendo a região da Trindade e a linha  138 – Volta ao Morro Pantanal Sul atenderão a  região do Pantanal.

601 – Circular Abraão Estreito e 605 – Circular Estreito Abraão – O usuário que precisar utilizar essas linhas deverá fazer a integração no Ticen.

Informações: ND Mais
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Prefeitura do Rio monta grande operação para verificar marcações de orientação aos passageiros no piso dos ônibus

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes, realizou uma grande ação de fiscalização, nesta quinta-feira (09), para verificar se os consórcios e o BRT cumpriram a determinação de adesivar o piso dos ônibus, indicando a posição recomendada aos passageiros pelos órgãos de saúde. Fiscais estiveram em diferentes garagens, terminais e estações do BRT, e em pontos estratégicos da cidade. Ao todo, 95 multas foram aplicadas, principalmente por ausência de indicação no piso e lotação.

As empresas tiveram cinco dias úteis para se adequar à nova norma, prazo que expirou nesta quarta-feira (08). Caso haja descumprimento, o consórcio responsável fica sujeito à multa de R$ 924,38 por veículo flagrado em desconformidade. Vale destacar que não há quantidade exata de passageiros em pé por veículo, já que há diferentes plantas de ônibus. O importante é respeitar o limite de dois passageiros por metro quadrado, seguindo as recomendações dos órgãos de saúde.

Nos terminais e estações de maior demanda do BRT, como Alvorada, Santa Cruz, Madureira, Mato Alto e Pingo D’Água, os agentes aplicaram 32 multas, sendo nove por lotação indevida dos coletivos. Já em outros pontos da cidade, como vias de Campo Grande, São Cristóvão e Centro, 44 autuações foram registradas por descumprimento das medidas adotadas pela Prefeitura para a contenção do novo coronavírus. Outras duas linhas foram multadas por cobrar valor da tarifa inferior ao permitido, sem autorização.

– A secretaria está empenhada em buscar soluções para que o transporte público não seja um fator de risco para passageiros e rodoviários. Por isso, continuaremos a fiscalizar, com rigor, o cumprimento das normas e não vamos poupar esforços para que os operadores cumpram suas obrigações e ampliem sua frota efetiva em circulação – declarou Paulo Jobim, secretário municipal de Transportes.

Fiscais da SMTR também estiveram em diferentes garagens, ainda durante a madrugada, para verificar se os coletivos estavam com as marcações e devidamente higienizados, além do uso de máscara pelos funcionários e disponibilização de álcool em gel para os colaboradores. As equipes observaram que os coletivos haviam passado por desinfecção e os funcionários estavam equipados com máscaras. Porém, 17 autuações foram registradas por má conservação e ausência de marcação de distanciamento. Cinco veículos foram lacrados por falta de vistoria.

– Vamos manter a fiscalização reforçada até que a pandemia seja superada. Nossas equipes estarão, diariamente, em diferentes turnos, verificando a devida marcação do piso dos coletivos e o cumprimento das demais normas sanitárias, importantes para a preservação da saúde dos passageiros e motoristas. Contamos com a colaboração e conscientização da população para superarmos este momento atípico – concluiu o subsecretário municipal de Transportes, Allan Borges.

Fiscalização reforçada
A secretaria tem atuado diariamente para acompanhar os serviços prestados e cobrar que os consórcios e o BRT, que já foram notificados, ampliem sua frota efetiva em circulação, de forma a se adequar e acompanhar o incremento gradativo da demanda em função das fases definidas no plano de retomada.

Desde o início das ações de combate ao novo coronavírus, a SMTR aplicou 3.200 multas ao BRT e aos consórcios que operam linhas de ônibus regulares, especialmente por lotação, inoperância de linhas e circulação com frota inferior ao permitido.

A fiscalização seguirá intensificada em terminais, garagens e nas ruas, em diferentes turnos, para garantir que as novas medidas sanitárias sejam cumpridas pelos operadores, além de orientar motoristas e usuários sobre as recomendações dos órgãos de saúde.

Informações: Prefeitura do Rio
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Tire suas dúvidas sobre o bloqueio dos cartões TRI e SIM

A partir desta quinta-feira (9), os cartões TRI e SIM, utilizados como vale-transporte nos ônibus e no trensurb por trabalhadores de atividades não essenciais e não autorizadas de Porto Alegre, já suspensas por decreto — confira abaixo a lista de atividades permitidas —, serão bloqueados. A intenção da prefeitura é reduzir a circulação de pessoas. Permanecerá com VT ativo todo trabalhador de serviços essenciais e de outras atividades com funcionamento permitido.

A medida irá impactar, ao menos, 130 mil usuários do transporte coletivo da Capital. A Trensurb não informou o impacto entre seus passageiros. 

Abaixo, confira perguntas e respostas sobre a ação.

Quem terá o cartão suspenso a partir de quinta-feira?

Todos os trabalhadores de atividades não essenciais de Porto Alegre, já suspensas, que utilizam os cartões TRI e SIM como vale-transporte nos ônibus e no trensurb. Com a suspensão, os cartões não serão aceitos nas roletas dos ônibus e das estações da Trensurb.

Quais áreas que são consideradas essenciais pela prefeitura e não serão impactadas com o bloqueio do cartão TRI?

Todas listadas nos artigos 13 e 14 do decreto 20.625, de 23 de junho (Mais informações abaixo).

Como os cartões serão bloqueados?

A prefeitura solicitou o bloqueio de todos os cartões TRI e SIM utilizados para vale-transporte que estejam ligados ao CNPJ de empresas que estão proibidas de funcionar na Capital. O entendimento é que, com a empresa fechada, o trabalhador não precisa utilizar o benefício.

Como o usuário saberá se teve o cartão TRI bloqueado?

Nesta quarta-feira (8), através do site Tri Poa, é possível conferir a lista de empresas (CNPJ e razão social) que terão os cartões TRI e SIM bloqueados para os funcionários. A partir desta quinta-feira (9), mesmo dia da suspensão, o usuário poderá fazer a consulta individual pelo seu cartão. A pesquisa só pode ser feita através do site Tri Poa, já que não está disponível no aplicativo TRI.

Quem tiver o cartão bloqueado de forma equivocada o que deverá fazer?

Caso haja bloqueio indevido, o usuário deverá ligar para a EPTC, pelo telefone 118, ou para a central de atendimento do cartão TRI, através do número (51) 3027.9959, para atualizar suas informações. Também é possível entrar em contato pelos e-mails: bloqueiotripoa@eptc.prefpoa.com.br e bloqueiovt@tripoa.com.br. É preciso apresentar documentos que comprovem que o trabalhador está ligado a uma empresa com atividade liberada pela prefeitura.

Por quanto tempo será mantido o bloqueio nos cartões?

Inicialmente, por 15 dias.

O pagamento da passagem em dinheiro será proibido em algum horário?

Não. A ação chegou a ser anunciada pela prefeitura, mas não será adotada neste momento. Assim, os passageiros poderão pagar a passagem com dinheiro a qualquer hora do dia.

Passageiros de ônibus da Região Metropolitana serão afetados?

Inicialmente, não. A prefeitura pediu que a Metroplan determine restrição semelhante para o cartão TEU vale-transporte. O assunto será debatido pelo governo do Estado nesta quinta-feira (9). No momento, o uso do cartão TEU segue normal para todos os usuários.

Idosos seguirão com cartões TRI bloqueados das 6h às 9h e entre as 16h e às 19h?

Sim, no mesmo sistema adotado desde o início da pandemia.

Cartões TRI utilizados por estudantes seguirão bloqueados? 

Sim, como ocorre desde a suspensão das aulas, em março. Nesse caso, a suspensão é durante todo o dia.

Usuários de qualquer outra modalidade do cartão TRI e SIM serão impactados com a medida?

Não. Apenas trabalhadores que utilizam os cartões como vale-transporte e trabalham em empresas com sede em Porto Alegre e que atuam em áreas consideradas não essenciais pela prefeitura

Haverá novos cortes de linhas e horários de ônibus?

A prefeitura afirma que não estão previstos novos cortes.

Informações: Diario Gaucho
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Nova mobilidade urbana revela o futuro dos deslocamentos

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Deslocar-se de um ponto para outro, dentro de uma mesma cidade, pode ser uma tarefa mais difícil do que deveria.

Longas distâncias, centros pulverizados e um custo relativamente alto no transporte constroem algumas das dificuldades que o brasileiro apresenta ao exercer a sua mobilidade. O crescimento expansivo da tecnologia permitiu uma clara transformação em áreas consolidadas na sociedade através das novas possibilidades e dos novos arranjos socioculturais.

Em meio a essa revolução nos sistemas, novos métodos surgiram e têm modificado, ou complementado, o pensamento sobre temas como medicina, comunicação e alimentação. Com a mobilidade urbana, essa relação não é diferente.

"A aplicação de novas tecnologias para mobilidade é a revolução em si", explica Tomás Izquierdo, diretor de transporte urbano e interurbano da Indra, multinacional de consultoria e tecnologia com presença na Espanha e na América Latina. Essa revolução propiciou o surgimento de um novo setor dentro da mobilidade. A nova mobilidade, como é denominada, consiste na união entre os aplicativos para smartphones e novos modelos de economia compartilhada que atuam no tema. Inserindo outros agentes na prestação de serviços de deslocamento, principalmente com os aplicativos de viagens sob demanda, empresas e startups passaram a observar a mobilidade urbana como um ambiente propício para novas realidades.

Com presença em mais de 700 cidades ao redor do mundo, a Uber, empresa norte-americana de viagens sob demanda, foi uma das pioneiras na ideia do e-hailing (ato de requisitar um veículo via dispositivo eletrônico). Fundada em 2009, a companhia tem, no Brasil, o seu segundo maior mercado, atrás apenas dos Estados Unidos, e iniciou a venda das suas ações em maio deste ano na bolsa de valores de Nova Iorque, sendo cotada em US$ 82 bilhões.

O estudo Mapa da Qualidade de Vida de 2018, realizado pelo Grupo Zap em 12 capitais do Brasil, apontou que 52% dos habitantes já utilizam os aplicativos de mobilidade para se locomover, reforçando a presença do brasileiro na nova mobilidade. O sucesso do modelo de transporte individual foi além das quatro rodas. As bicicletas e os patinetes elétricos inseriram meios de deslocamento que resultaram na micromobilidade, que consiste em deslocamentos em pequenas distâncias.


Na prática, empresas como a Grow Mobility - união entre a brasileira Yellow e a mexicana Grin, que, juntas, operam mais de 135 mil bicicletas e patinetes elétricos ao redor do mundo - identificaram um nicho de mercado para percursos menores. A entrada desses agentes no mercado da mobilidade acabou estimulando viagens de curta distância, que antes as pessoas não realizariam. Para Izquierdo, essas tecnologias já quebraram as barreiras para melhorar a conectividade e a acessibilidade, resultando em um transporte mais eficaz. "A micromobilidade trouxe elementos de transformação, cuja evolução deve levar a uma menor dependência dos veículos tradicionais e a uma mobilidade mais sustentável", conta.

No início dos anos 2000, acreditava-se que a internet traria menos necessidade de deslocamentos. Em paralelo às facilidades que a conectividade trouxe, ela também influenciou no compartilhamento de informações sobre outros lugares, trânsito e o espaço de modo geral. "Com tanta informação e recurso, na prática, a internet propiciou um aumento na mobilidade, a qual, no Brasil, veio junto com a melhora que tivemos na renda e a facilidade para aquisição de veículos", explica o arquiteto, urbanista e docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Júlio Vargas.


Empresas como a Grow Mobility identificaram um nicho de mercado para percursos menores. Foto: Grow Mobility.

A "nova classe média", termo criado por Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), tem papel fundamental na lógica atual da mobilidade urbana. De 2003 a 2008, o número de brasileiros considerados pobres caiu em 3 milhões. A ascensão da classe D para a classe C acompanhou o aumento expressivo no número de veículos, somado ao crescimento do poder aquisitivo no período, refletiu no aumento das taxas de mobilidade do brasileiro.

Para além desses fatores, as empresas que se inseriram no setor dos deslocamentos apresentam facilidades que antes não existiam, e isso reflete em uma maior participação popular nos transportes. "Além da mobilidade geral ter aumentado por essas questões gerais de renda, novas oportunidades e mais atividades para fazer, as empresas estão oferecendo veículos ou sistemas de transportes que podem estimular as pessoas a se mexerem ainda mais", conta Vargas.

Pobres têm mais dificuldade de se locomover


Transporte público por ônibus perdeu 35,6% dos passageiros pagantes em pouco mais de 20 anos. Foto:Claiton Dornelles / JC.

Mobilidade é definida como uma propriedade dos seres humanos e dos objetos para se mover. Embora tenha um conceito simples, ela compreende diversos componentes que a influenciam diretamente. Idade, tamanho da família, posse de carro e renda fazem parte dos fatores estruturais que interferem na prática da mobilidade urbana.

Na relação entre idade e mobilidade, as crianças e os idosos se movimentam menos do que as que estão em uma fase produtiva. Uma família com menos integrantes se desloca mais do que as maiores. Isso ocorre pelo fato de não conseguirem dividir certas tarefas e também pela facilidade de se locomoverem em um grupo menor. A posse de carro, principalmente na lógica voltada para o sistema rodoviário, tem grande impacto no exercício da mobilidade individual. Quando se considera a faixa econômica, os pobres se movimentam menos do que os ricos.

"Além dos fatores estruturais, as situações conjunturais exercem forte impacto na realização dos deslocamentos", explica Nívea Oppermann, docente de Arquitetura e Urbanismo na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e vice-diretora do programa de Cidades do WRI Brasil. Nívea refere-se a momentos históricos que ultrapassam os fatores individuais e atingem a coletividade. "A crise econômica faz com que as pessoas viajem menos, uma vez que acaba existindo mais desemprego, mais subemprego e, consequentemente, menos atividades."

O sonho de adquirir um automóvel, principalmente nas classes mais baixas, persiste no Brasil. Foto: Getty Images.

O sonho de adquirir um automóvel, principalmente nas classes mais baixas, persiste no Brasil. Segundo Nívea, o acontecimento desse fenômeno deve-se ao fato de o transporte público não atender às demandas da população, como lentidão e o aumento no preço das passagens, mas também se sustenta na ideia de que as pessoas estão indo morar mais longe dos centros.

No início deste ano, o portal Mobilize-se, voltado para mobilidade urbana sustentável, comparou tarifas básicas do transporte coletivo e o impacto do preço da passagem no orçamento mensal dos habitantes de diferentes cidades. Como resultado, na cidade chinesa de Shenzhen, os habitantes desprendem 1,94% dos seus ganhos mensais com transporte coletivo, sendo líder positivo no quadro do portal. 

A diminuição da demanda ocorreu especialmente a partir de 2014, atingindo perda média acumulada de 25,9% dos usuários pagantes. Foto: Folhapress.

O aumento nos preços das passagens de ônibus no País encontram relação direta com a queda no número de passageiros. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), em seu anuário publicado em 2018, o transporte público por ônibus perdeu 35,6% dos passageiros pagantes em pouco mais de 20 anos. Com menos pagantes para dividir o custo da operação e com pouco, ou quase nenhum, subsídio para as empresas controladoras, o preço das passagens aumenta e o serviço acaba sendo precarizado, uma vez que a oferta não diminui na mesma proporção em que diminui o número de usuários.

A diminuição da demanda ocorreu especialmente a partir de 2014, atingindo perda média acumulada de 25,9% dos usuários pagantes. Com preços mais atrativos e um serviço mais confortável, os aplicativos de deslocamento também se nas classes mais baixas e reforçam o distanciamento da população com o transporte público. 

Falta de regulamentação causa dúvidas sobre conceito

Comodidade, velocidade e baixo custo são alguns dos pontos que explicam o sucesso da nova mobilidade no Brasil e no mundo. De modo geral, a entrada massiva dos aplicativos de mobilidade urbana está diretamente ligada a empresas privadas. Esse é o caso dos maiores agentes atuais do mercado, como Uber, Cabify, 99 e Grow Mobility.

"Como a atuação desses modelos é muito dinâmica, o poder público tem muita dificuldade, tanto para entender o funcionamento quanto para regulamentar e estabelecer regras."Foto: Cabify

A Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), sancionada em 3 de janeiro de 2012, instituiu as diretrizes da mobilidade urbana brasileira, classificou termos e priorizou o transporte público coletivo sobre o individual motorizado. Sem especificações para a mobilidade que surgia através dos aplicativos, foi em 2018 que a Lei Federal nº 13.640 passou a regulamentar o transporte individual de pessoas e deu aos municípios brasileiros, e ao Distrito Federal, o direito de estabelecer o funcionamento dos aplicativos.

Devido à pressão dos setores favoráveis aos aplicativos, a lei de 2018 não compreendeu as exigências iniciais, que previam uma placa vermelha de identificação, a obrigatoriedade de ser proprietário do veículo com o qual trabalha e a necessidade de uma licença semelhante à dos taxistas, que são regulados pelo Estado. Para a docente de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Nívea Oppermann, se fazem necessárias a incorporação das novas mobilidades e sua regulamentação: "Como a atuação desses modelos é muito dinâmica, o poder público tem muita dificuldade, tanto para entender o funcionamento quanto para regulamentar e estabelecer regras".

STF veta leis municipais que proibiam Uber, 99 e Cabify. Foto: Barna Bartis.

A presença de carros, bicicletas e patinetes, relacionados à nova mobilidade, trouxe um importante debate sobre qual era o papel deles dentro da cidade. Conforme Tomás Izquierdo, diretor de transporte urbano e interurbano da Indra, o Estado vai, aos poucos, entendendo seu papel dentro dessa lógica: "Os gestores públicos devem, no futuro, usar a tecnologia para trazer serviços simples e com custo reduzido para os habitantes". Para ele, o futuro da mobilidade se concentra na tendência das parcerias público-privadas, que devem ser firmadas com o intuito de fornecer e gerenciar dados de maneira regulada.

No mesmo dia em que a Uber se lançou na bolsa de valores de Nova Iorque, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou o uso de aplicativos de transporte individual no País. Os ministros, por unanimidade, consideraram inconstitucionais leis municipais que buscavam limitar a atuação das empresas em Fortaleza e em São Paulo.

Por Eduardo Lesina no Jornal do Comércio.

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