Metrô de São Paulo ameaça greve

segunda-feira, 31 de maio de 2010


O Sindicato dos Metroviários de São Paulo informou na segunda-feira (31) que pretende realizar uma greve na terça-feira (1º).
De acordo com o sindicato, a intenção é efetivar uma paralisação que atinja pelo menos quatro linhas do Metrô de São Paulo (1,2,3,5). Uma assembleia na noite de segunda-feira iria definir se a greve será aderida pela maioria dos trabalhadores.
As principais reivindicações do metroviários dizem respeito aos salários. O sindicato pede um reajuste de 5,8%. Já houve uma contraproposta patronal, na qual sugerem um aumento de 5,01% nos salários. O sindicato não aceitou a primeira proposta do Metrô.
O Sindicato dos Metroviários ainda pede reestruturação do plano de carreiras para os trabalhadores e aumento na participação dos lucros. Os representantes dos trabalhadores ainda deu ultimato para o Metro fazer uma nova proposta para os trabalhadores até a noite de segunda-feira.

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Metrô do Cariri começa cobrar passagem


Depois de seis meses em fase experimental, o metrô do Cariri começou a cobrar a passagem. Os dois trens estão circulando em intervalos de 35 minutos.
A primeira viagem parte às 6 horas da manhã e a última às 19h. Isso de segunda a sexta-feira. No sábado, o horário vai das 6h seis da manhã às 14h. O usuário pode embarbar e desembarcar em sete estações: Juazeiro do Norte, Teatro, Antônio Vieira, São José, Muriti, Padre Cícero e Crato. O percurso entre o bairro dos Franciscanos, onde fica o ponto final em Juazeiro, e o centro do Crato dura, em média, 30 minutos.
O metrô do Cariri começou a rodar comercialmente depois de seis meses de uma operação experimental que marcou a volta do transporte ferroviário à região. O sistema conta com dois veículos leves sobre trilhos, que são movidos a diesel. O investimento exigiu mudanças no trânsito de Juazeiro e do Crato. Algumas ruas que cruzavam a via férrea foram fechadas, mas a sinalização precária e a falta de costume de alguns motoristas levaram à acidentes.

Fonte; VerdesMares
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Operação do Detro multa quatro empresas de ônibus em Niterói


Uma megaoperação em terminais da Região Metropolitana do Rio, na manhã desta segunda-feira (31), multou onze ônibus de quatro empresas de Niterói por descumprir o horário de circulação previsto para os veículos. Cada empresa terá que pagar R$ 625,39 de multa.
No total, foram flagrados vinte veículos em situação irregular, sendo que onze não cumpriam os horários de circulação. Os outros, segundo o Detro, não apresentavam condições de circulação.
Agentes do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) percorreram os terminais de Alcântara, em São Gonçalo; João Goulart, em Niterói; além do Menezes Cortes, na Praça XV, e Mariano Procópio e Passeio, no Centro do Rio.
A ação teve como foco as linhas intermunicipais que atendem a população de São Gonçalo por causa do grande número de reclamações dos passageiros. As empresas estariam substituindo os veículos convencionais por rodoviários como forma de driblar o pagamento com o bilhete único, que custa R$ 4,40. De acordo com o Detro, por lei, os ônibus têm que aceitar o pagamento com bilhete único.
Ao tomar conhecimento da denúncia, o governador Sérgio Cabral determinou ao Detro uma ação imediata para reprimir esta prática.
"Notamos que alguns moradores de São Gonçalo ainda não utilizam o Bilhete Único. Isso pode ser atribuído ao descumprimento do quadro de horários por parte das empresas de ônibus. Mediante à denúncias de usuários, montamos esta grande operação a fim de regularizar o sistema e proporcionar à população todos os benefícios atribuídos ao bilhete único", explica o secretário de Transportes, Sebastião Rodrigues.
O secretário frisa que com o bilhete único, o passageiro paga R$ 4,40 por viagem. Sem o bilhete, o passageiro tem que desembolsar R$ 5,50 nos ônibus convencionais, e R$ 6 nos rodoviários. Para validar os vales convenionais no sistema basta acessar o site http://www.riobilheteunico.com.br/.

Fonte: G1
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São Luís: Novo prazo de cadastro e recadastro para cartões estudantis vai até dia 12


A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) deu último prazo para que as escolas forneçam a relação atualizada de alunos para a emissão de cartões estudantis e de meia-passagem. O prazo foi prorrogado até o dia 12 de junho. Das 678 escolas e instituições de ensino cadastradas, 22% ainda estão com pendência de envio da lista de alunos para o cadastro no sistema de transporte coletivo.

Segundo a superintendente de Transportes, Liana Ramalho, com a nova prorrogação, a Secretaria visa abranger o maior número de escolas e alunos, garantido a todos os estudantes, devidamente matriculados, o direito à meia-passagem. A partir do fim da data da nova prorrogação, o banco de dados de 2009 será fechado. Com isso, só serão considerados os dados de 2010. Em consequência disso, o aluno que não foi informado pela escola não poderá comprar novos créditos, podendo utilizar apenas os créditos restantes no seu cartão comprados antes do fechamento do banco de dados.

O objetivo do fechamento do banco de dados do ano anterior (2009) para utilização apenas no novo ano letivo (2010) é garantir que apenas os alunos, devidamente matriculados no ano letivo em curso, sejam beneficiados com a meia-passagem. Os beneficiários contam com dois tipos de identificação estudantil para fazer uso do direito à meia-passagem: o cartão de meia-passagem e o cartão estudantil. O primeiro é emitido gratuitamente pela Prefeitura de São Luís e deve ser utilizado exclusivamente para a concessão desse benefício.

A emissão do cartão estudantil é de responsabilidade das entidades estudantis e agrega o direito à meia-passagem e à meia entrada.

Fonte: 45 Graus
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Audiência pública discutirá implantação do VLT em Santos


Santos recebe na próxima terça-feira, às 14h30, uma audiência pública para acompanhar detalhes do projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A reunião foi convocada pela Comissão Especial dos Vereadores (CEV), criada pelo vereador Adilson Júnior (PT).

Segundo explicou Adilson Júnior, a audiência é aberta a toda população e foi especialmente convocada para esclarecer aos próprios vereadores sobre o convênio de cooperação técnica e apoio recíproco que a Prefeitura pretende celebrar com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. (EMTU), visando implantar o Sistema Integrado Metropolitano (SIM), da Região Metropolitana da Baixada Santista.


Mais de 190 mil passageiros utilizam o serviço de transporte coletivo metropolitano da região, diariamente. São 487 veículos distribuídos em 59 linhas de ônibus (comum e seletivo). Com o VLT, o sistema será integrado aos ônibus, o que resultará na supressão de 20% das linhas existentes. O intervalo entre os trens não passará de 4 minutos, com 15 partidas por hora.

O trajeto dessa linha terá 11,2 km, com três terminais e 13 paradas. A frota inicial será de 10 veículos, sendo que cada um terá capacidade para transportar cerca de 400 pessoas. Atualmente, uma viagem de ônibus entre o Barreiros e o Valongo leva, em média, 50 minutos. Quando o VLT estiver em operação, o tempo gasto no deslocamento cairá para 33 minutos.

O Metrô Leve também terá piso baixo, facilitando o acesso de idosos e deficientes. O impacto energético será 2,6 vezes menor que o dos ônibus e 5,4 vezes inferior ao provocado pelos automóveis. Além de contribuir para a redução da poluição sonora e do ar, o VLT vai ajudar a diminuir os congestionamentos e o tempo de viagem. Outra vantagem é a durabilidade da frota: 30 anos, prazo bem superior aos 8 anos de vida útil dos ônibus articulados e biarticulados.

Fonte: Jornal a Tribuna
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Ônibus fretados são alívio para o trânsito


O fretamento é uma das soluções possíveis para ajudar a diminuir os problemas de congestionamento nas grandes cidades. É o que mostra uma pesquisa da Associação Nacional de Trans­­porte Público (ANTP) e da Fede­­ração das Empresas de Trans­­por­­tes de Passageiros por Fret­­amento do Estado de São Paulo (Fresp). De acordo com o estudo, o fretamento é uma modalidade que encontra mais aceitação que metrô e ônibus de transporte público – modais comumente apontados como opção para o carro, considerado vilão do problema de trânsito nos grandes centros.
É consenso entre os especialistas que só uma alternativa com algumas características semelhantes às do transporte individual poderá convencer os motoristas a deixar o carro na garagem. Segundo o levantamento sobre a imagem dos modais, 97% dos usuários de fretamento consideram o serviço bom ou excelente, deixando-o atrás apenas do transporte individual, que tem 98% de aceitação. O metrô vem em terceiro lugar, com 96%.
O principal motivo alegado pelos usuários para a utilização do fretamento é a qualidade do serviço, a pontualidade, segurança e comodidade. Outras vantagens para quem viaja de ônibus por fretamento, dizem, é pode ler, ouvir música, ver tevê, ou simplesmente dormir durante o trajeto. A modalidade só pode transportar passageiros sentados. Limpeza, higiene e ordem dentro do veículo também foram atributos positivos apontados pelos entrevistados.
Em Curitiba e região metropolitana o sistema já é responsável por 38 milhões de deslocamentos todos os anos. Cada usuário custa cerca de R$ 185 para a empresa que contrata o serviço – valor que pode ser repassado ou não para o funcionário e que costuma ser inferior aos gastos com automóvel particular. A economia também pode beneficiar a cidade. Estima-se que Curitiba perca cerca de R$ 2,55 milhões anuais com congestionamentos. Cada ônibus fretado, de acordo com a Fresp, é capaz de reduzir R$ 405 destes prejuízos por dia.
De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Pas­­sageiros de Curitiba (Sinfre­­tiba), há 41 empresas filiadas e cerca de 1.129 veículos em uso em Curi­­tiba e região. Calcula-se que cada ônibus equivale a quinze carros retirados de circulação, o que significa dizer que a frota de fretados em Curitiba e região metropolitana é responsável por retirar todos os dias quase 17 mil carros das ruas. Dados da Fresp mostram que, no estado de São Paulo, os fretados retiram das ruas cerca de 225 mil carros diariamente, o equivalente a um quinto da frota curitibana.
“Quanto mais você expande o fretamento contínuo, mais você retira carros das ruas. O funcionário, ainda, chega mais descansado a empresa e rende mais”, afirma o diretor executivo do Sinfretiba, José Vicente Calobrizi Ferreira. De acordo com Ferreira, hoje o fretamento não é realidade só de grandes empresas. “Há empresas com 5, com 50 ou 500 funcionários que contratam o fretamento”, explica.
Segundo ele, contratos personalizados e diferentes tamanhos de ônibus facilitam esse tipo de negociação. “Pode-se fazer um esquema de pegar o funcionário porta a porta ou não”, exemplifica. Na hora de se montar os itinerários, segundo Ferreira, há o cuidado de se pensar em formas que o usuário não acabe perdendo tempo demais no percurso. “Não adianta deixar o passageiro duas horas em trânsito. Costu­­ma-se pensar um trajeto de cerca de 45 minutos”, diz.
A diretora executiva da Fresp, Regina Roch, frisa ainda que o fretamento não compete com o transporte coletivo. “Ele atrai o usuário do automóvel e pode também trabalhar como complemento do transporte público”, diz.

Fonte: Gazeta do Povo
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Cuiabá: Novo sistema integrará apenas com cartão


A partir do próximo dia 4, os passageiros do transporte intermunicipal entre Cuiabá e Várzea Grande poderão se deslocar para qualquer ponto das duas cidades e pagar somente uma passagem (R$ 1,75), desde que tenham o cartão transporte. Quem usar dinheiro deverá pagar duas tarifas, caso queira ir até o ponto final, sem integrar os sistemas.

A informação foi fornecida ontem pelo superintendente de Transportes Urbanos de Várzea Grande, Tarciso Bassan, depois da assinatura do acordo prevendo a integração tarifária entre a Agência de Regulação dos Serviços Públicos (Ager) e as Secretarias Municipais de Trânsito e Transportes Urbanos de Cuiabá e de Várzea Grande. “É necessário comprar o cartão. Quem usa dinheiro, geralmente é para percursos mais curtos.

Temos sete pontos de recarga de cartão em Várzea Grande e outros 20 em Cuiabá, além dos postos da STU e da associação dos empresários”, destacou. Bassan ressaltou que a estação de transbordo é uma opção e não uma obrigação de parada. Esses e outros pontos foram esclarecidos na tarde de ontem, durante a solenidade de assinatura da Câmara de Compensação Tarifária, na sede da Ager.

A câmara, fórum operacional entre as entidades do transporte, evitará que alguma delas tenha eventual prejuízo. A compensação ocorrerá mensalmente. O total de 54 mil passageiros utiliza o sistema intermunicipal. Desse montante, 17% precisam trocar de ônibus para chegar até o destino final. Como as tarifas são diferentes, a presidente da Ager, Márcia Vandoni, explica que a integração acontecerá no preço pago. “Vai integrar no preço da passagem que o usuário pagou. A tendência é unificar as tarifas, mas isso na próxima elaboração tarifária”, disse.

A partir do dia 4, a passagem será reajustada de R$ 1,60 para R$ 1,75. Para Vandoni o novo sistema de transporte coletivo intermunicipal vai proporcionar os usuários melhorias significativas na qualidade do serviço. Ela lembra que a nova empresa, a União Transporte, irá operar em novos itinerários com uma frota de 82 ônibus zero quilômetro. “Um dos objetivos é acabar com a sobreposição de linhas do intermunicipal no sistema de Cuiabá”, disse.

Além disso, 50% dos carros terão ar condicionado e 20% adaptados (elevadores) para portadores de deficiências físicas. O deputado estadual Carlos Brito, que defende há 13 anos a implementação do projeto de integração intermunicipal, afirmou que esse é um passo fundamental para a população das duas cidades. “O cidadão vai gastar menos com transporte coletivo. Ele poderá locomover-se de uma ponta a outra pagando só uma passagem”, disse.

O sistema contará com seis linhas troncais, que serão curtas e de retorno mais rápido ao ponto de origem. Elas sairão de Várzea Grande e irão até as estações de transbordos, que serão pontos de dimensões maiores e sem as quais o sistema intermunicipal não funciona. Serão construídas nove estações em avenidas estratégicas.

Na Capital serão na XV de Novembro (próximo à Igreja São Gonçalo), Tenente Coronel Duarte, Historiador Rubens de Mendonça (próximo ao Shopping Pantanal, nos dois sentidos), Coronel Escolástico (praça dos Bandeirantes) e Fernando Corrêa. Em Várzea Grande, serão nos bairros Unipark, Asa Bela e Cristo Rei. Outra alteração prevista é a criação da linha trans-universitária, que irá atender estudantes de universidades públicas e particulares localizadas nas duas cidades.

Fonte: Diário de Cuiabá
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Rodoviários decidem não paralisar serviços em Natal


A categoria dos rodoviários estão montando uma estratégia de trazer a opinião pública para o seu lado. Por isso, na assembléia geral desta segunda-feira (31), eles decidiram não paralisar a prestação do serviço de transporte coletivo em Natal, como forma de pressionar o sindicato patronal a voltar à mesa das negociações sobre o novo acordo coletivo de trabalho, que foram suspensas na quinta-feira da semana passada.

“A greve será o nosso último instrumento de luta”, disse o presidente do Sintro-RN, Nastagnan Batista, que à noite se reuniria com os outros diretores do Sindicato para definir uma estratégia de pressão contra os patrões.Batista disse, ainda, que “em respeito aos usuários” do transporte coletivo, a categoria decidiu não paralisar o sistema no horário do “rush”, justamente quando os usuários desse serviço estão indo para o trabalho, ou voltando para as suas casas. “O usuário não é responsável por essa divergência dos patrões e não pode pagar por isso”, completou ele.

Os rodoviários realizaram uma manifestação pela manhã parando os coletivos em toda região do centro da cidade. Em pontos como o terminal rodoviário da Ribeira e a avenida do Contorno, próximo ao Passo da Pátria, os ônibus estacionaram, formando longas filas e obrigando os passageiros a descerem, ou aguardarem pelo fim do protesto, que durou quase duas horas. O tráfego dos demais veículos, embora prejudicado, não foi impedido pelos manifestantes.

“Iremos realizar os protestos que forem necessários para conseguirmos avançar nas negociações e obter o reajuste merecido para os rodoviários”, deixou claro o presidente do Sintro-RN.

Fonte: Tribuna do Norte
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STTP apresenta plano de ação para transporte público no são joão 2010


Na manhã desta segunda-feira (31), a Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos,a STTP, através da gerência de operação e fiscalização de transportes, apresentou o plano de ação de transporte público para o período do São João 2010.

De 4 de junho a 4 de julho a gerência, juntamente com toda a equipe de fiscalização e de apoio, garantirá o atendimento de transportes públicos ônibus, táxi e mototaxi, em locais devidamente sinalizados, e a operação de fiscalização para coibir o transporte clandestino de passageiros.Este ano além das atividades na área do Parque do Povo, a equipe atuará no Distrito de Galante conforme programação estabelecida pela Coordenadoria de Turismo e de Eventos, da Prefeitura Municipal.

A programação de atendimento dos transportes coletivos foi elaborada com base na programação de shows pulgada pela Prefeitura e calendário de shows e viagens no trem do forró no Distrito de Galante, podendo sofrer alterações caso haja necessidade, já que há possibilidade do Maior São João do Mundo se estender até o dia 11 de julho, caso a seleção Brasileira participe dos jogos das fases semifinal e final da Copa do Mundo de Futebol.

Operação de Transporte Coletivo

Com a implantação do sistema integrado desde setembro de 2008, e a introdução de 100% das linhas urbanas em 2009, a operação por ônibus apresenta modificações que estão sendo pulgadas para a comunidade, através da mídia local e sistema de TV do Terminal de Integração. Com o intuito de operacionalizar de forma mais adequada o atendimento por ônibus nos horários extras, as linhas atenderão em intervalos de 30 minutos a partir das 0h.

Fonte: JusBrasil
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Trensurb: Novo Sistema Integrado de Transporte é apresentado a secretários


A Trensurb apresentou, na sexta-feira, dia 28 de maio, o andamento do projeto do Novo Sistema Integrado de Transporte no Eixo Norte/Nordeste aos secretários de Transporte e Mobilidade Urbana das cidades de Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Cachoeirinha e Gravataí.
Segundo o coordenador Institucional do Projeto e Secretário de Transporte e Mobilidade Urbana de Canoas, Luiz Carlos Bertotto, o objetivo do encontro é apresentar os avanços do trabalho, além de fortalecer a idéia principal, que é a integração dos municípios. “Temos que formar um grupo mais político, que discuta as relações entre as prefeituras para que possamos levar o projeto adiante”, disse Bertotto.
Os representantes de cada prefeitura receberam relatório preliminar para o acompanhamento dos estudos técnicos realizados pelo Grupo de Trabalho da Trensurb, abordando assuntos como os benefícios da integração no transporte para municípios e população, andamento do estudo de implantação, diagnósticos, prognósticos e pesquisas.
Os principais benefícios do Sistema Integrado são: amento da quantidade de passageiros transportados pelo trem, eliminação da concorrência e da sobreposição de oferta nos corredores, melhor aproveitamento da oferta de transporte coletivo, redução dos custos de operação, redução dos tempos de viagem dos usuários, redução dos custos tarifários.

Mobilidade urbana integrando municípios
Para o diretor-presidente da Trensurb, Marco Arildo Cunha, “a expectativa é que as prefeituras possam ter uma única licitação para o sistema ao invés de cada prefeitura ter a sua”, dando agilidade ao processo e garanta uma implantação a médio prazo.
O diretor de Mobilidade Urbana de São Leopoldo, Sandro Della Mea Lima, ressaltou, na mesma linha de pensamento dos demais presentes, a importância do trabalho que está sendo desenvolvido.
“Creio que nunca se conseguiu fazer um estudo dessa amplitude. Esse trabalho possui o diferencial de nos ajudar a formular o desenho estrutural da mobilidade urbana. É importante que os municípios se unam na busca da execução deste projeto”, disse Sandro.
Para os próximos meses, foram previstas mais reuniões entre a Trensurb e os municípios, com a finalidade de que todos os envolvidos acompanhem o desenvolvimento do projeto, que tem previsão de conclusão dos estudos técnicos em novembro deste ano.
Também estiveram presentes, pela Trensurb, o superintendente de Desenvolvimento e Expansão, Humberto Kasper; o diretor de Administração e Finanças, Ney Michelucci; o diretor de Operações, Paulo Renato Amaral; o superintendente de Desenvolvimento Comercial, Ernani da Silva Fagundes e o gerente de Mobilidade Urbana, Sidemar Francisco da Silva, além dos membros do Grupo de Trabalho da Trensurb responsáveis pela coordenação do projeto, Aldir Seifried e Rita de Cássia Zignani.

Fonte: Comunicação Trensurb S/A
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Integração no transporte público reduz gasto em até 34% na Grande BH


Usuários do transporte coletivo da Grande BH terão dois novos modelos de integração de tarifas que vão possibilitar economia de 24% a 34%, dependendo do trajeto. A primeira mudança ocorrerá no final deste mês, entre ônibus e metrô da estação Vilarinho, em Venda Nova. Já a outra, para quem se descola entre municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), será a partir de agosto. A medida atinge 18,5 milhões de passageiros. Os concessionários do sistema de transporte aderiram à mudança contando com a redução de custos e por acreditar no aumento da demanda de usuários.

A bilhetagem eletrônica, já totalmente implantada, é que permitirá a implantação do novo sistema. A integração tarifária faz parte de um conjunto de ações de mobilidade urbana, estipuladas pela Agência Metropolitana. O governador Antonio Anastasia assinou, nesta quarta-feira (26), o documento que autoriza a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) a tomar as providências para implantar o serviço.

O sistema permitirá que o passageiro continue utilizando as mesmas linhas, mas pagando menos pelas passagens. Para obter o desconto, o usuário terá que respeitar o intervalo máximo de 90 minutos, entre o embarque na primeira linha e o na segunda. A integração poderá ocorrer em qualquer ponto da rede de transporte público metropolitano, e não apenas nos terminais.

A integração tarifária do ônibus com o metrô começa a valer no próximo sábado (29), a exemplo do que já acontece nas estações Eldorado e São Gabriel. A medida vai beneficiar cerca de 8 mil usuários que, diariamente, utilizam as 28 linhas metropolitanas de ônibus, entre a capital e os municípios de Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Vespasiano e São José da Lapa.

A viagem entre Pedra Branca, em Ribeirão das Neves, e BH, pela linha 5650 e estação Vilarinho, ficará 34,25% mais barata com a integração - de R$ 3,65 para R$ 2,40. Além disso, os passageiros passarão a desembarcar dos ônibus dentro da Estação Vilarinho. Hoje, eles têm que descer em pontos de paradas convencionais e caminhar até a estação.

Quem precisa usar dois ônibus para ir de uma cidade da RMBH a outra terá desconto de 50% sobre o valor da menor tarifa entre as linhas usadas. Com passagens a R$ 3,55 cada, hoje o passageiro tem um gasto de R$ 7,10. Com a integração tarifária, essa mesma viagem sairá por R$ 5,32. A mudança começa a vigorar em agosto.

Mesmo com a redução de custo para os passageiros, as empresas de transporte não terão ressarcimento por parte do Governo estadual. De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram), Rubens Lessa, no caso da integração com o metrô, como as empresas não irão mais até o Centro de BH, haverá redução de custos.

Já com relação à integração de dois ônibus metropolitanos, a expectativa é de aumento na demanda. Lessa acredita que não haverá prejuízo para as empresas. Porém, ele reforça que as concessionárias irão analisar, ao final do ano, um relatório com as receitas obtidas em 2010. Se houver queda no faturamento, algumas medidas poderão ser tomadas, mas ele não quis adiantar as possíveis mudanças.

A integração atende passageiros que usam o ônibus para ir de uma cidade da Grande BH a outra. No entanto, aqueles que descem em BH e seguem para algum bairro da capital ainda terão que esperar por uma possível redução na tarifa. Hoje, uma pessoa que vem de Santa Luzia, pela linha 4105, paga R$ 3,20 até o Centro de BH. Se precisar ir até o Bairro Mangabeiras, por exemplo, tem que desembolsar mais R$ 2,30 (linha 2004). A Setop informou que estão sendo feito estudos, junto com a BHTrans, para atender a este público.

Outro desafio para a Agência Metropolitana é a tentativa de desafogar o trânsito no Centro da capital, retirando parte da frota de ônibus metropolitanos. O objetivo é implantar terminais em pontos estratégicos da RMBH. De acordo com o diretor-geral do Departamento de Obras Públicas (Deop), João Fleury, estações regionais serão criadas para servir como ponto de encontro entre as linhas que têm a capital como destino.

Fonte: Hoje em Dia
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Horários dos ônibus que circulam na Grande Vitória


Confira aqui os horários e intervalos dos ônibus da grande vitória, esse é um dos pontos fundamentais para evolução do transporte público nas principais cidades do País, pois deixa o usuário bem informado fazendo com que ele possa se planejar referente ao tempo de intervalo entre outros, isso serve de lição a muitas cidades grandes que ainda não disponibilizam os horários via internet a seus clientes, basta o passageiro clicar no link abaixo e escolher sua linha.


Fonte: CETURB-GV
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Em Sorocaba e Votorantim, Transporte Público entra em estado de Greve


Os trabalhadores do transporte coletivo urbano de Sorocaba e Votorantim, após assembléia realizada nesta segunda-feira (31), rejeitaram, por unanimidade, a proposta patronal de 5,05% de reajuste no salário, tíquete-refeição e na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), e aprovaram greve.
Conforme o Sindicato dos Rodovíários, os trabalhadores reivindicam a reposição da inflação do período de 1º de maio de 2009 a 30 de abril de 2010, medida pelo IPC-FIPE (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), que está em 5,05%, mais aumento real.
Atualmente, o salário do motorista está em R$ 1.827,50 (hum mil oitocentos e vinte e sete reais e cinqüenta centavos), o do agente de bordo em R$ 645,00 (seiscentos e quarenta e cinco reais) e os pisos das demais funções variam.

Estado de greve
Em nota à imprensa, o Sindicato indica que já protocolou as notificações de greve nas empresas do sistema de transporte urbano de Sorocaba (STU, Reunidas Paulista, Jundiá Transportes, Empresa de Ônibus Rosa e Auto-Ônibus São João) e de Votorantim (Votur).
Em respeito à legislação de greve na prestação de serviços públicos essenciais, o Sindicato terá que aguardar 72 horas para iniciar a paralisação e, quando a greve for deflagrada, manterá em circulação 30% da frota para atender à população. Durante esse período, os trabalhadores permanecerão em estado de greve.
Uma nova assembleia já está agendada para sexta-feira (04) às 10h e 18h, para definir as estratégias e o início da greve.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul
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Confira a mudança no transporte coletivo de Cascavel


Com o objetivo de melhorar o atendimento aos passageiros do transporte coletivo na região oeste de Cascavel, a Cettrans (Companhia de Engenharia de Transporte e Trânsito) informa que, a partir do dia 1º de junho (terça-feira), haverá alteração em alguns itinerários e horários e incluindo a implantação de uma nova linha.
Linha Paulo Godoy – Terminal Oeste. O ônibus deixará de trafegar na Rua Pernambuco e Avenida da FAG (Faculdade Assis Gurgacz), passando a operar na Rua das Palmeiras, no sentido Terminal Oeste-Bairro e na Av. Brasil, no sentido Bairro-Terminal Oeste. A Rua Pernambuco será atendida pela linha Parque Verde – Terminal Oeste (via Rua Pernambuco) e pela nova linha FAG – Terminal Oeste.
Outro itinerário que entrará em vigor a partir do mês de junho será da linha de Santa Cruz - Terminal Oeste. O ônibus deixará de trafegar pela Rua Pernambuco e irá operar na Rua das Palmeiras, no sentido Terminal Oeste-Bairro e na Av. Brasil, no sentido Bairro-Terminal Oeste.
Também a partir do mês de junho, haverá mudança na linha Parque Verde – Terminal Oeste (via Lince). O ônibus deixará de trafegar pela Rua das Palmeiras e Av. Brasil, passando a operar na Rua Pernambuco. Devido à mudança, o nome da linha será Parque Verde - Terminal Oeste (via Rua Pernambuco), a qual irá atender o Loteamento Vale do Sol.
Além das mudanças nos itinerários e horários, o Departamento de Transporte da Cettrans anuncia, para a mesma data, a implantação de uma nova linha de ônibus denominada FAG - Terminal Oeste, que atenderá a Rua Pernambuco, no bairro Coqueiral, o Jardim Aclimação, a FAG e o Loteamento FAG.

Fonte: Rádio Coméia
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Curitiba: Tensão no transporte coletivo


O ano de 2010 soma 1.071 assaltos a linhas e estações-tubo da capital paranaense e um rombo de R$ 136 mil no transporte coletivo, segundo dados do Sindicato dos Motoristas e Cobradores nas Empresas de Transportes de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), uma média de 8,6 assaltos por dia. É a mesma do ano passado, quando ocorreram 3.144 assaltos e um furo de R$ 339 mil, e maior que as de 2008 e 2007, que tiveram média diária de 7,07 e 6,92 assaltos/dia, respectivamente. Casos de pula-catracas e intimidação também fazem parte da rotina de medo com que os passageiros têm de conviver em alguns dos 1.910 ônibus e 364 estações-tubo da cidade, como a linha Alferes Poli, que vai do Centro da cidade à estação Fanny.
Em 2002, antes do início do levantamento e do trabalho do Grupo Tático Velado (GTV), do Comando de Policiamento da Capital, que atua na segurança do transporte coletivo da capital paranaense e região, o número era ainda maior, mais de 6 mil assaltos por ano.

A maioria das ocorrências está relacionada ao tráfico de drogas. “Cerca de 90% dos bandidos são usuários que veem nos ônibus a oportunidade do dinheiro fácil para comprar crack e outras substâncias”, diz um dos diretores do Sindimoc, responsável pelo levantamento, José Carlos Mesquita. A introdução do cartão-transporte em 2002 não ajudou. “A maioria dos passageiros ainda usa dinheiro, o que faz dos ônibus verdadeiros bancos 24 horas de bandido.”

O comandante do GTV, o tenente Lucas Guimarães, explica que as informações dos assaltos e outras ocorrências são passadas diariamente pelas empresas de ônibus e sindicatos, com as características dos criminosos, tipo de armamento, etc. Em 2009, 402 pessoas foram detidas nas operações do grupo e 71 armas de fogo foram apreendidas dentro de ônibus e terminais de Curitiba e região. Maconha (2,6 quilos) e cocaína (875,5 gramas) foram confiscadas, mas a droga que mais aparece é o crack: 686,22 gramas e mais 1.654 pedras. Neste ano, de janeiro ao início de maio, 11 pedras, 126 pessoas detidas e 12 armas recolhidas (uma branca).

A Linha do Trabalhador, da Viação Campo Largo, está no ranking das mais assaltadas. O encarregado do tráfego da em­­presa, Nelson José Ribas, conta que a maior parte dos incidentes ocorre à noite e próximo de bolsões de pobreza, como a Vila Verde, que faz parte do trajeto do ônibus. “É um problema que não acaba. A polícia tira um bandido de circulação hoje, aparece outro amanhã.” Segundo Ribas, os assaltos, normalmente, não são motivo para motoristas e cobradores evitarem a linha. “Isso só ocorre quando um deles é ameaçado ou faz o reconhecimento de um bandido a pedido da polícia.”

O tenente Guimarães reconhece que muitas das operações do GTV têm efeito temporário e acredita que a violência no transporte coletivo de Curitiba não terá fim enquanto locais com péssimas condições de sobrevivência existirem. “Não é um trabalho só da polícia, mas das secretarias de Saúde, do restante do poder público e da sociedade como um todo.

Pula-catracas
Boa parte de quem fura a catraca é de estudantes, adolescentes que se juntam no fim da aula para invadir uma estação-tubo ou terminal e pegar o ônibus “de graça”. Em uma das últimas operações do Grupo Tático Velado, em abril, 61 jovens, estudantes das escolas estaduais Maria Aguiar Teixeira e República do Uruguai, no Jardim Botânico, foram flagrados em um tubo da Avenida Presidente Affonso Camargo e encaminhados à Delegacia do Adolescente. Os “comandantes” da algazarra terão de pagar cestas básicas e os demais prestarão serviços comunitários.
De acordo com o tenente Lucas Guimarães, que comanda o GTV, multas e prestação de serviços à comunidade são as punições mais frequentes para os crimes de menor potencial ofensivo, como vandalismo e o não pagamento da passagem.

Prejuízo
A Urbs estima que cerca de mil passagens deixam de ser pagas por dia – uma falha de cerca de R$ 48 mil na arrecadação que poderia ser usada na melhoria do transporte coletivo. Já a conta do vandalismo, de vidros quebrados a bancos danificados, chega a R$ 300 mil por ano, segundo o Sindicato das Empre­­sas de Ônibus de Curitiba e Re­­­gião Metropolitana. Durante o ano passado, quando foi feita uma campanha antivandalismo, o número baixou cerca de 80%, mas voltou a aumentar logo depois.

RMC
Embora Curitiba concentre a maior parte dos assaltos, segundo o GTV, alguns municípios da região metropolitana têm se mostrado locais recorrentes de violência no transporte coletivo. O tenente Guimarães aponta São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande, Piraquara, Almirante Tamandaré e Colombo.

Fonte: Gazeta do Povo
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Fortaleza: Motoristas fazem nova paralisação, mesmo com ameaça de multa


Motoristas e cobradores voltaram a realizar paralisação na manhã desta segunda-feira, 31, mesmo com ameaça de multa, prevista em liminar deferida pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) no último sábado, 29. Desta vez, a categoria realizou uma assembleia na empresa São José, bairro Parangaba, das 6 às 7 da manhã.

De acordo com Geraldo Lucena, um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Ceará (Sintro), 100% dos trabalhadores da empresa. Neste período, a saída de ônibus da garagem foi suspensa. No último sábado, O TRT determinou que caso o Sintro impedisse o acesso dos trabalhadores ao serviço, estaria sujeito a pena de pagamento de multa diária de R$ 30 mil.

Fonte: O Povo online
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Rio Grande: Obra gera atrasos nas linhas do transporte coletivo

A Viação Noiva do Mar está informando aos usuários do transporte coletivo que as linhas de ônibus: Cassino, Cassino/Cidade Nova, Cassino/Parque Marinha/Castelo Branco, Cassino/Profilurb, Parque Marinha via Socoowski, Parque São Pedro/Barra, Quinta, Palma, Torotama, Leonídio, Parque Marinha/ Jardim do Sol/Trevo estão tendo atrasos, de 15 a 20 minutos em seus trajetos.
O motivo dessa alteração deve-se à interdição em meia pista, no viaduto da ERS-734, sobre a BR-392.Segundo o gerente de Tráfego da Empresa, Mário Terra, com a interrupção do viaduto, os ônibus precisam utilizar um trajeto alternativo, saindo da ERS-734 em direção à BR-392.
Assim, os coletivos realizam um contorno e voltam para a ERS-734. “Essa mudança altera em oito quilômetros o itinerário percorrido”, explica Terra. Ele também disse que os problemas de atrasos estão mais acentuados na linha Cassino/Centro.
O departamento de Tráfego da Empresa recomenda aos usuários das referidas linhas que se programem e saiam mais cedo de casa a fim de diminuir os transtornos que estão ocorrendo.

Fonte: Jornal Agora
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São Paulo: Metrô aumenta nº de trens em novo horário de rush: entre 21h e meia-noite


Depois de pegar o metrô cheio de manhã para ir trabalhar e de tarde para chegar à faculdade, a estudante de Direito Nayara Araújo Arruda Vinhal, de 22 anos, também encara trens lotados na volta para casa, no fim da noite. "O metrô vai lotado. Às vezes, espero três trens para embarcar." A jovem faz parte do grupo de 290 mil passageiros que usa o sistema no novo horário de rush da capital paulista: entre 21 horas e meia-noite.
Desde 2009, apenas neste horário, mais 12 mil pessoas passaram a frequentar as estações do Metrô. Por isso, a partir desta semana, o número das composições subirá das atuais 79 para 86. As linhas contempladas, 1-Azul e 3-Vermelha, foram escolhidas por serem as mais movimentadas no horário. A primeira circula com 32 composições e terá 35. Na segunda, o Metrô aumentará de 29 para 33.
O congestionamento das linhas à noite, segundo o Metrô, é provocado principalmente pelos estudantes. O horário mais crítico coincide com a saída das universidades localizadas perto das estações: entre 22h30 e 23h. As quatro estações mais movimentadas ? Palmeiras-Barra Funda, Bresser, São Joaquim e Liberdade ? concentram em suas proximidades 20 instituições de ensino.
"Do ponto de vista da competitividade, é quase uma necessidade as escolas estarem perto do metrô", diz o gerente de Operações da companhia, Wilmar Fratini. Ainda segundo ele, o aumento de passageiros foi provocado por três fatores: estabilidade econômica, construção de universidades perto das estações e o Bilhete Único.
O engenheiro Sérgio Rogério Cesário Costa, do Instituto de Engenharia, concorda em parte com as explicações do Metrô. "Houve uma série de investimentos no centro. As universidades chegaram e o metrô tem de aumentar a frota para evitar sobrecarga." E o Metrô acredita que o volume de passageiros crescerá. "Há uma tendência de as pessoas conseguirem o primeiro emprego. Com isso, podem estudar à noite."
Mais viagens. Após 21h, o número de passageiros transportados é 20% inferior em relação aos horários de pico da manhã (entre 7h e 8h) e da tarde (entre 17h30 e 18h30). Nesses períodos, circulam pelas estações perto de 700 mil pessoas. O problema do fim da noite é a menor oferta de trens.
Com mais vagões, a expectativa de Fratini é de melhora: "O intervalo entre os trens será reduzido e vamos realizar 30 viagens a mais." O Metrô deve, ainda, colocar quatro trens vazios a cada 15 minutos na Linha 1.

Fonte: Estadão
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Fortaleza: Motoristas de ônibus decidem entrar em estado de greve por 72 horas


Os motoristas de ônibus da Capital decidiram, em assembleia geral que reuniu quase dois mil profissionais no final da tarde desta sexta-feira (28), que vão entrar em estado de greve a partir de segunda-feira (31).


Começando na segunda, eles terão 72 horas para paralisar totalmente as atividades. Isso quer dizer que, na quinta-feira, os profissionais do transporte coletivo municipal farão nova assembleia para decidir se entrarão ou não em greve.
Eles recusaram a proposta que receberam do Sindiônibus de reajuste de 5,5,%. A categoria quer um aumento de 45%. O prenúncio de greve será dado neste sábado (29), em uma nova reunião às 9 horas da manhã.

Fonte: Jangadeiro Online


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Multas por invasão de corredor de ônibus aumentam 150% em SP


O número de multas aplicadas em veículos em São Paulo aumentou entre 2008 e 2009. Apenas no último ano foram mais de 6 milhões. A infração que teve maior crescimento foi a invasão de corredores de ônibus – de 72.194 multas em 2008 passou para 192.745 em 2009 –, um aumento de cerca de 150%.
Lombadas eletrônicas, radares fixos e móveis aplicaram mais da metade das multas no ano passado – 54%. Outras 35% foram aplicadas por agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e 11% por policiais.
Outra infração que cresceu entre os dois anos foi o excesso de velocidade – de 901.604 multas para 1.538.294 –, um aumento de 70%.
O número de recursos também aumentou. De janeiro a março deste ano, foi registrado um crescimento de 50%. As pessoas podem recorrer da multa quando se sentirem prejudicadas.
Para quem não cometeu a infração, a orientação é juntar documentos pessoais, do veículo, a notificação da multa e a justificativa de forma clara e objetiva por escrito e encaminhar para uma das duas sedes do Detran (Rua Boa Vista, 209 ou Avenida do Estado, 900). O prazo é de 30 dias após a emissão da notificação.

Fonte: SPTV
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Cidades Sedes terão corredores de ônibus como os de Curitiba


O ministro das Cidades, Marcio Fortes, confirmou que as 12 cidades-sede da Copa do Mundo 2014 vão ganhar corredores exclusivos para ônibus e terão bondinhos, os chamados Veículos Leves sobre Trilhos (VLTS)) circulando nos trajetos entre os estádios, hotéis, rodoviárias, portos e aeroportos para agilizar o deslocamento de torcedores e equipes de futebol que participarão do evento.

Segundo ele, a construção de metrô para a Copa foi descartada para “que as cidades não sejam esburacadas e depois não dê tempo de concluir as obras”.Fortes assegurou que as obras viárias a serem feitas nas cidades-sede da Copa (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) vão melhorar a qualidade de vida da população por um longo tempo. Ele citou o caso específico de Fortaleza e Recife, onde atualmente a infraestrutura urbana não atende às necessidades da população.

Ao todo serão desenvolvidos 47 projetos de transporte público nas capitais do Mundial. As obras estão orçadas em R$ 11,4 bilhões, sendo que deste montante, R$ 7,7 bilhões virão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)), por meio do Programa Pró-transporte, e o restante será a contrapartida das prefeituras e dos governos estaduais.

O ministro explicou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) já permitiu a uso desse dinheiro para o PAC da Mobilidade Urbana, e que agora basta a aprovação das licenças ambientais para que as obras sejam contratadas e iniciadas. No último dia 18, o Ministério das Cidades liberou R$ 1,5 bilhão para Brasília, Recife e Salvador.

“Estamos concentrando nossas ações em obras viárias de curto a médio prazos, que certamente darão a mesma agilidade do metrô no deslocamento entre os pontos de referência nas cidades que vão sediar a Copa 2014. Sabemos que essas intervenções não vão solucionar os problemas de transporte público nas grandes cidades, mas, com certeza, amenizarão as dificuldades enfrentadas pela população durante e depois da Copa”, acrescentou Fortes.

Ele lembrou ainda que, além dos investimentos em mobilidade urbana, o Ministério das Cidades vai destinar recursos para infraestrutura de áreas que serão destinadas às festas dos torcedores. “Como muitas pessoas não terão dinheiro para assistir aos jogos, já que os ingressos em eventos como esse são caros, vamos preparar áreas com telões para que as pessoas possam torcer, sambar, beber com moderação e comemorar a vitória da seleção brasileira nos jogos.”

Fonte: Bem Paraná
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São Paulo: Computadores 'pilotam' sala de comando da Linha 4-Amarela do Metrô


Andar num trem de metrô sem condutor, como o existente na Linha 4-Amarela de São Paulo, é o mesmo que viajar num avião no piloto automático. Computadores comandam tudo. A diferença é que no avião os controles ficam no computador de bordo ao lado do piloto. Nos trens da Linha 4 o controle é feito de modo remoto direto do centro de controle operacional (CCO), localizado no pátio Vila Sônia, zona oeste da capital, onde é feita a manutenção e há a garagem do ramal.
O envio de dados das composições do metrô em operação para o CCO tem o mesmo procedimento da telemetria utilizada nos carros de Fórmula 1, com dados online sobre consumo de energia elétrica, funcionamento do sistema de freios, tração e até ar condicionado dentro do trem.
O sistema de controle da nova linha é totalmente automatizado, o que torna as operações mais precisas e rápidas. A base do sistema é a comunicação integral com o trem através de rádio. "É o mesmo modelo de funcionamento do transponder do avião. Antenas estão colocadas em todo o túnel. É informada a localização do trem, sua velocidade, o abre e fecha das portas da composição, o abre e fecha das portas de plataforma nas estações", explica Luís Valença, diretor-presidente da ViaQuatro, concessionária da Linha 4.
Com um toque no mouse, o operador no CCO pode aumentar ou diminuir a velocidade do trem, manter a composição mais tempo parada na plataforma, segurar a porta de plataforma aberta ou mesmo inserir mais um carro no sistema caso a demanda de passageiros seja maior que o esperado. "No dia da inauguração, o operador segurou a porta de plataforma aberta por mais tempo que o definido (30 segundos) para que o governador (Alberto Goldman) entrasse no trem junto com toda a comitiva. Esse é um exemplo do que os operadores podem fazer", explicou Valença.
Ontem, segundo dia de operação assistida da Linha 4, um problema considerado de rotina mas não informado, levou o CCO a segurar um trem que ia no sentido Estação Paulista mais tempo no túnel antes de chegar à plataforma. "Foi um problema considerado normal, sanado rapidamente", justificou o diretor da concessionária.
E qual a garantia que um sistema não falhe e provoque algum problema na operação colocando em perigo a segurança? Para todos os principais sistemas existentes - alimentação de energia elétrica, operação do trem, controle de frenagem, controle de velocidade, entre outros - há sempre um sistema reserva. É o chamado sistema de redundância. Se um falha, o outro assume a posição instantaneamente. "Se o sistema que alimenta o trem, chamado de on board control unit (OBCU) falhar, tem um segundo que o substitui. O CCO vai julgar o tamanho da falha e determinar se o trem continua a operar ou precisa ser recolhido", explica Valença.

As portas de plataforma de vidro nas estações foram colocadas para isolar os trilhos. Se forem forçadas, o sistema entende que foram abertas à força e bloqueiam o acesso dos trens às estações. As composições param 30 metros antes ou depois das plataformas até que a segurança confirme que não há nenhum usuário nos trilhos.
A automação do sistema, segundo o consultor em transportes Peter Alouche, que trabalhou por 35 anos no Metrô, sempre existiu em São Paulo. "Não é uma novidade do outro mundo. Em 1974, quando foi aberta a Linha 1-Azul, já entrou em operação o automatic train operation (ATO), que nada mais é do que o condutor nos carros utilizado apenas para abrir e fechar as portas nas estações. O restante da operação é feito por comandos do CCO", conta Alouche. De acordo com José Geraldo Baião, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô de São Paulo (Aeamesp), o sistema ATO funciona nos horários de maior movimento do metrô, quando é necessário colocar mais carros para atender a toda a demanda existente.
Aliás, o novo sistema de comunicação via rádio utilizado na Linha 4 permitirá, quando todas as 11 estações estejam em operação em 2012, que o tempo de partidas dos trens nas estações chegue a 75 segundos. Hoje o recorde na Linha 3-Vermelha é 101segundos. "Com 75 segundos será o menor intervalo do mundo", diz Gerson Toller, presidente da Feira Negócios nos Trilhos. O recorde de menor intervalo é do metrô de Moscou, com 90 segundos de intervalo entre os trens.
O sistema de monitoramento no CCO da Linha 4 é feito por um vídeo wall, uma grande tela de 12 metros de comprimento. Nessa tela gigante é possível acompanhar toda a extensão da linha, as estações, o pátio de manobra e manutenção e todos os sistemas de operação no ramal, nas estações e até mesmo a segurança. São três operadores - elétrica, trem e passageiros/segurança -, um supervisor e três agentes de seguranças por turno. A sala se parece com uma torre de controle dos aeroportos. O prédio em que está localizado já foi apelidado pelos funcionários de "amendoim" por causa do formato se assemelhar a bago de amendoim com três grãos.

Fonte: Estadão
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Porto Alegre: Horário das linhas de ônibus


A EPTC divulga para os usuários de ônibus os horários e intervalos de cada linha que atende a região metropolitana de Porto Alegre, isso facilita e muito a vida de quem precisa de ônibus, pois o usuário tem como se programar, alem de também ser mais um estimulo para o uso do transporte publico de qualidade, isso vale de lição a muitas cidades que tenham mais compromisso com seus habitantes.


Fonte: EPTC
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Bauru: Desconto nas passagens fora do horário de pico começa em junho


Um dos projetos apresentados durante a Conferência Internacional Cidades Inovadoras que chamou a atenção do prefeito Rodrigo Agostinho foi o de descontos nas passagens do transporte coletivo urbano nos horários fora de pico de movimento. A prática, adotada com sucesso em Maringá (PR), começa a valer em Bauru no dia 12 de junho. Para a Associação das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Bauru (Transurb), iniciativa é positiva.

“Trouxemos a experiência de Maringá para Bauru. Lá, a redução da passagem nesses horários trouxe resultados positivos”, observa Rodrigo. A medida passa a valer somente para os usuários que possuem cartão de passagens cadastrados com a Transurb. Quem pagar diretamente nos veículos, terá que desembolsar o valor integral da tarifa. Com o desconto, o valor debitado do cartão será de R$ 1,89 para viagem simples e R$ 2,34 na integrada.

Os horários de bônus serão de segunda-feira a sábado, das 9h30 às 11h30 e das 13h30 ás 15h30.José Antônio Jacomelli, presidente da Transurb, avalia que a iniciativa deve promover uma migração de passageiros para os horários entre os picos."Principalmente as pessoas que não possuem horário fixo para entrar no trabalho", observa.

Além disso, ele acredita que deve aumentar a procura pelo cartão cadastrado na empresa, o que aumentaria a fidelização de passageiros. “E também pode levar a um aumento na procura do transporte coletivo”, destaca. “É uma medida diferente, beneficia a todos e estamos confiantes que dará um bom resultado”, ressalta.

Fonte: JC Net
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Motoristas de Rio Branco em greve pedem ajuda ao MPT


Os motoristas e cobrados apelaram mais uma vez ao Ministério Público do Trabalho (MPT) na manhã de ontem. A categoria pediu a procuradora Marielle Rissanne o fim dos intervalos entre as jornadas diárias de 7h20.

Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte de Passageiros e Cargas do Acre (Sinttpac), Celina Ferreira, a procuradora do trabalho ouviu as reclamações dos funcionários que apresentaram irregularidades na forma em que as folgas são oferecidas.“Ficamos felizes quando a representante do MPT informou que um relatório sobre o assunto foi enviado para a prefeitura”, detalhou a sindicalista.

Celina explicou que os intervalos deveriam permitir que o trabalhador descansasse, mas isso não ocorre, porque as empresas vinculam o horário à permanência do motorista e do cobrador dentro dos próprios ônibus.

“Eles não têm tempo de ir para casa, assim ficam presos, aguardando apenas o horário de voltar a circular, então isso é irregular, pois não há descanso”, afirmou a presidente do Sinttpac. Ainda na manhã de ontem, o Sinttpac recebeu a determinação judicial que aumentou de 60% para 70% a quantidade de ônibus que devem circular nos horários de maior fluxo durante a greve.

Nos horários de menor movimento, o mínimo continua em 40%. “Vamos acatar a determinação judicial. Continuamos em greve até que haja um acordo”, afirmou a sindicalista. (Freud Antunes)

Fonte: A Tribuna
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