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Greve de ônibus em BH continua nesta terça-feira

terça-feira, 13 de março de 2012

A Justiça só vai se manifestar sobre a greve dos rodoviários de Belo Horizonte e Região Metropolitana na manhã desta terça-feira. Na tarde desta segunda-feira, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH) entrou com um dissídio de greve no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) solicitando avaliação sobre a possível irregularidade da paralisação. O pedido é analisado pelo vice-presidente do TRT, desembargador Marcus Moura Ferreira.

O Setra-BH alega que os rodoviários não comunicaram oficialmente o ínicio da greve com o prazo de 72 horas de antecedência, conforme prevê a legislação. Além disso, a entidade afirma que o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de BH (STTRBH) não procurou as empresas para negociar a escala mínima de veículos em circulação. Em algumas Estações BHBus, a paralisação atingiu mais de 95% da frota.
Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 49%, 30 folhas de tíquete-alimentação de R$ 15, a instalação de banheiros femininos nos pontos finais, participação nos lucros e resultados (PLR) e uma jornada de trabalho de seis horas diárias. Os sindicatos das empresas de ônibus propõem reajustar em 13% o salário dos motoristas e trocadores - condicionado ao aumento de 20 minutos na jornada de trabalho diária - e de 9% para a manutenção e administração. As empresas também oferecem um aumento de 6% no ticket-alimentação, R$ 150 na participação dos lucros (para quem ganha até R$ 1.000), e R$ 300 para quem recebe acima desse valor. Outra proposta aos motoristas e trocadores é o aumento de 6%, sem mudança na carga horária.

[FOTO2]Embora não tenha surpreendido a maior parte da população, que foi comunicada por meio da imprensa desde a sexta-feira sobre a paralisação no transporte, a greve provocou caos na capital mineira nesta segunda-feira. Quem possui veículo próprio não hesitou em retirá-lo da garagem pela manhã, para se prevenir da escassez de ônibus em circulação, o que deixou ruas e avenidas congestionadas devido ao grande fluxo. A volta para casa foi ainda mais caótica, já que uma forte chuva atingiu a cidade, tumultuando ainda mais o tráfego. Por meio do Twitter os internautas relataram a dificuldade de locomação. Em algumas vias o tráfego ficou completamente parado.

O anúncio da greve indicava que o movimento seria por tempo indeterminado. Nesta segunda-feira os dirigentes do STTRBH se esquivaram da imprensa. A reportagem do em.com tentou contato inúmeras vezes com a entidade, mas ninguém foi encontrado para comentar a situação e esclarecer se o movimento grevista será mantido nesta terça-feira.


BHTrans prevê punição

Ainda pela manhã desta segunda-feira, a empresa que gerencia o trânsito em Belo Horizonte notificou as empresas de transporte coletivo sobre as responsabilidades diante da greve dos rodoviários. Caso a persistência da paralisação resulte em descumprimento das obrigações contratuais com relação à prestação do serviço, a BHTrans poderá punir as empresas. Cada concessionária é obrigada a manter reserva técnica suficiente para atender os níveis de serviço do transporte público, considerado de primeira necessidade, além de elaborar e implementar esquemas de atendimento emergencial à população.



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Governo do Rio apresenta projeto da Estação Gávea da Linha 4 do Metrô

Foi apresentado na manhã desta segunda-feira, na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), na Gávea, Zona Sul do Rio, o projeto básico da estação da Linha 4 que será construída no bairro e que terá capacidade para transportar entre 18 mil e 22 mil passageiros por dia. As obras, que devem começar no segundo semestre, vão interferir no cotidiano da universidade nos próximos anos.

O subsecretário da Casa Civil, Rodrigo Vieira, destacou o clima de entendimento com a universidade como fator importante para a realização do projeto. Na reunião, foram expostas as várias fases e aspectos da obra, como a ocupação temporária de 250 vagas do estacionamento e a realocação da incubadora da Universidade, o Instituto Genesis, que são algumas das preocupações da universidade.

A estação será subterrânea e ficará em terreno do Estado, ao lado do prédio da reitoria da PUC, que atualmente serve de estacionamento para veículos de alunos e funcionários. Haverá dois acessos: um que atenderá diretamente à universidade e outro em frente ao Planetário, próximo à Rua Marquês de São Vicente, destinada aos moradores do bairro. Em ambos, os pontos exatos ainda estão sendo definidos.

O subsecretário afirmou que não haverá, na Gávea, necessidade de fechamento de ruas, apenas adequação viária nessa área do bairro. Rodrigo Vieira também garantiu que um novo prédio para o Instituto Genesis será construído em outro ponto da universidade antes de começar a escavação da estação.

O projeto prevê a remoção e realocação dos pontos de ônibus e táxis da Rua Padre Leonel Franca; a canalização do Rio Rainha; entre outras intervenções. Durante as várias fases da obra da estação, serão removidas temporariamente para outro ponto do bairro 250 vagas do estacionamento da PUC. Com o fim das obras, o estacionamento será totalmente restabelecido.
 


A Linha 4 do metrô, que ligará a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, a Ipanema, na Zona Sul, vai transportar mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas cerca de dois mil veículos por hora/pico. Com a nova linha, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa. As obras serão concluídas em dezembro de 2015.



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Em Mato Grosso, Governo lança licitação para transporte intermunicipal

O Diário Oficial do Estado, que circula hoje, traz a publicação do aviso de licitação do novo Sistema de Transporte Coletivo Intermunicipal de Passageiros de Mato Grosso (STCRIP-MT), concorrência de caráter onerosa, com outorga fixa, a ser julgada pelo critério do menor valor da tarifa do serviço público. O sistema divide o Estado em oito mercados cuja avaliação está estimada em R$ 9 bilhões e circulação de cerca de 7 milhões de usuários/ano.

O edital e todos os anexos sobre o sistema podem ser adquiridos na sala da Comissão Especial de Licitação instalada no gabinete da Vice-Governadoria, no Centro Político Administrativo (CPA), a partir desta segunda, comprovado o pagamento de R$ 100, por meio de boleto bancário. No próximo dia 11 de abril, os interessados entregarão as propostas e documentação de habilitação, das 9hs às 13hs, e, logo em seguida, será realizada a sessão pública de abertura das mesmas no auditório da Secretaria de Estado de Administração.

Mato Grosso é o segundo estado do país a realizar a licitação do serviço público de transporte intermunicipal e a Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados (Ager-MT) é pioneira no comando do processo de concessão. O estado do Ceará, primeiro a licitar o setor, em 2009, o certame foi conduzido pelo Departamento de Trânsito. A Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) e os estados de Alagoas, Goiás e Rio Grande do Sul estão dando andamento ao mesmo processo.

"Em Mato Grosso, nós estamos, não só cumprindo a Constituição Federal de 88, mas, garantindo ao usuário com o novo sistema de transporte intermunicipal de passageiros, mais qualidade, acessibilidade e uma redução de tarifa que deve variar de 15% a 20%. Tudo isso sem contar que o Poder Público passa a ter o controle do setor com a implantação do sistema de bilhetagem eletrônica e do monitoramento por meio de GPS de todos os ônibus da frota assim, como avaliação da qualidade do serviço prestado", assegurou a presidente da Ager-MT, Márcia Vandoni. A concessão do transporte intermunicipal de passageiros é por 20 anos, prorrogáveis por mais cinco.

Foram mais de 20 anos até que a concorrência pública do transporte intermunicipal pudesse ser viabilizada no Estado, processo que vai por fim à insegurança jurídica gerada ao longo de quase três décadas. Tanto o setor de transporte quanto o Estado, desde a prorrogação contratual em 1999 pelo antigo Departamento de Viação e Obras Públicas de Mato Grosso (DVOP), sofreram ações judiciais, oriundas de denúncias formuladas pelo MPE e acatadas pelo Poder Judiciário. Algumas dessas ações já transitadas em julgado condenaram o Estado ao pagamento de multas diárias no valor de R$ 50 mil por dia por linha não licitada. O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em 2007, entre Governo, Ager e Ministério Público, possibilitou o planejamento e reestruturação do setor, corrigindo falhas e ainda suspensão das execuções judiciais, desonerando os cofres públicos. Os 105 contratos do transporte convencional (ônibus), de 20 empresas, estão todos vencidos.

A concessão do novo STCRIP-MT, dividido em 8 mercados, com 30 cidades polo (veja descrição abaixo) abrange as ligações entre os 141 municípios e 73 localidades do Estado. Em cada mercado, as empresas operadoras do sistema terão um alto grau de autonomia para adequação entre demanda e oferta durante todo o período de vigência dos contratos de concessão. Esta é uma das mudanças mais significativas na gestão do serviço já que pelo modelo atual, cada linha tem que ser licitada pelo Poder Concedente.

Mato Grosso também avança na organização do STCRIP/MT com a implantação de dois subsistemas - o Principal e o Secundário - que vão operar em duas categorias distintas. No subsistema Principal, as categorias se dividem em básica e em diferenciada, já o subsistema secundário será composto das categorias alternativa e suplementar. A categoria básica será composta por tipos de serviços e veículos diversificados, com especificação própria, identificado por apresentar poltronas individuais, reclináveis, estofadas e numeradas; bagageiros externos e porta embrulhos internos destinados ao acondicionamento dos volumes que acompanham os passageiros e ao transporte de encomendas, entre outros requisitos. A categoria diferenciada tem como objetivo aumentar as opções de transporte ao usuário, composta por serviços que, além das características da categoria básica, dispõem de veículos dotados de equipamentos ou atributos de conforto adicionais como, por exemplo, espaçamento maior entre as poltronas, segundo o padrão do serviço e tipo de percurso e com seções somente nas sedes dos municípios.

As ligações entre origem e destino também têm características distintas que garantem a universalização da prestação do serviço de um mercado para outro mercado: Ligação estrutural: serviço radial que promove as ligações estruturais entre a Capital e os Polos Regionais; ligação Regional: tem por função o transporte de passageiros entre os municípios polos do Mercado ao qual está inserida e recebe o fluxo de ligações locais, eventualmente pode ligar polos de mercados distintos, além de captar/distribuir passageiros das ligações principais; ligação Local: serviço alimentador entre municípios, que não sejam polos, e entre estes aos polos, tem por função a captação / distribuição de passageiros nos municípios, pode ligar cidades de um mesmo mercado ou de mercados diferentes.

MODERNIZAÇÃO - Inovações no monitoramento das operadoras do STCRIP-MT, estão previstas com a implantação de um sistema de Acompanhamento e Controle com todos os dados definidos no Programa de Exploração dos mercados do ponto de vista técnico, econômico e social do serviço. O acesso online, em tempo real, a esta base de dados será feito pela Ager-MT e Secretaria de Estado de Fazenda. Mesmo assim, as empresas concessionárias do transporte intermunicipal deverão fornecer relatórios específicos para auditoria periódica da Agência dos principais indicadores de eficiência operacional estabelecidos previamente.

A tecnologia do GPS (sistema de processamento geográfico), associada ao chamado sistema de informações geográficas (GIS) e de câmeras de vídeo vai garantir a eficácia das ações de identificação e localização dos veículos da frota, danos aos usuários como ocorrência de incidentes e outros fatores que possam ocasionar atrasos no horário das viagens, por exemplo.

Fazem parte ainda do novo sistema as regras de convivência entre Poder Concedente, Concessionárias e usuários. Nesse período os concessionários devem operar ainda o sistema atual, porém já contemplando algumas racionalizações de itinerários e horários, visando minimizar as superposições de ligações ou os serviços de baixa produtividade. Caberá ao concessionário fazer um Plano de Divulgação do Novo Sistema, aprovado pela Ager-MT, com duração de dois meses até o início de operação do novo modelo.

O prazo entre a assinatura do contrato e o início de operação do novo sistema será de seis meses, período definido com pré-operacional, para que sejam feitos os ajustes e adequações às exigências do edital como garagens, ponto de apoio e frota. A partir do sétimo mês, os oito mercados deverão estar implantados e em funcionamento.

Composição dos mercados:
Mercado 1. Cuiabá
Polos: Cuiabá e Várzea Grande
Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Rosário D"Oeste, Santo Antônio do Leverger.

Mercado 2. Rondonópolis
Polos: Campo Verde, Paranatinga, Primavera do Leste e Rondonópolis 4
Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Dom Aquino, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Pedra Preta, Poxoréu, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, São Pedro da Cipa, Tesouro.

Mercado 3. Barra do Garças
Polos: Água Boa, Barra do Garças e Canarana 3
Araguaiana, Araguainha, Campinápolis, Cocalinho, Gaúcha do Norte, General Carneiro, Nova Nazaré, Nova Xavantina, Novo São Joaquim, Pontal do Araguaia, Ponte Branca, Ribeirãozinho, Torixoréu.

Mercado 4. São Félix do Araguaia
Polos: Confresa, Ribeirão Cascalheira, São Félix do Araguaia e Vila Rica 4
Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Luciara, Novo Santo Antônio, Porto Alegre do Norte, Querência, Santa Cruz do Xingú, Santa Terezinha, São José do Xingú, Serra Nova Dourada.

Mercado 5. Cáceres
Polos: Araputanga, Cáceres, Comodoro, Pontes e Lacerda, São José dos Quatro Marcos 5
Campos de Júlio, Conquista D"Oeste, Curvelândia, Figueirópolis D"Oeste, Glória do Oeste, Indiavaí, Jaurú, Lambari D"Oeste, Mirassol D"Oeste, Nova Lacerda, Porto Estrela, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do Céu, Vale de São Domingos, Vila Bela Da Santíssima Trindade.

Mercado 6. Tangará da Serra
Polos: Aripuanã, Campo Novo do Parecis, Diamantino, Juína e Tangará da Serra 5
Alto Paraguai, Arenápolis, Barra do Bugres, Brasnorte, Castanheira, Colniza, Cotriguaçú, Denise, Juruena, Nortelândia, Nova Marilândia, Nova Olímpia, Rondolândia, Porto Estrela, Santo Afonso, Sapezal.

Mercado 7. Alta Floresta
Polos: Alta Floresta e Guarantã do Norte
Apiacás, Carlinda, Colider, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita, Nova Monte Verde, Nova Santa Helena, Novo Mundo, Paranaíta, Peixoto de Azevedo, Terra Nova do Norte.

Mercado 8. Sinop
Polos: Juara, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Sinop e Sorriso
Cláudia, Feliz Natal, Ipiranga do Norte, Itanhagá, Itaúba, Marcelândia, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Novo Horizonte do Norte, Porto dos Gaúchos, Santa Carmen, Santa Rita do Trivelato, São José do Rio Claro, Tabaporã, Tapurah, União do Sul, Vera.


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Greve de ônibus em BH teve adesão de quase 100% dos motoristas

segunda-feira, 12 de março de 2012

Em três das cinco estações de ônibus BHBus, na capital mineira, quase todas as viagens deixaram de ser cumpridas nesta segunda-feira, primeiro dia da greve dos rodoviários anunciada na última sexta-feira. De acordo com balanço divulgado pela BHTrans, na Estação Diamante, Região do Barreiro, apenas 2% das viagens estão sendo cumpridas. Já na estação Barreiro, apenas 4% da frota está circulando. Na Vilarinho, que atende grande parte da Região de Venda Nova, os usuários contam com 5% do atendimento normal. Já na Estação Venda Nova chega a 16% o percentual de viagens realizadas. Na Estação São Gabriel quase metade dos ônibus estão em circulação.

As linhas suplementares, que pertencem a particulares, operam normalmente, o que garantiu atendimento a muitos usuários do transporte público, principalmente no entorno das Estações BHBus. Ainda segundo a BHTrans, à tarde houve um pequeno aumento nas viagens em algumas estações.

Na tarde de sexta-feira, após mais uma rodada de negoicações e assembleias, o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários (STTRBH) anunciou a greve por tempo indeterminado. Nesta segunda-feira a entidade evitou falar com a imprensa. A reportagem do em.com tentou contato com os dirigentes e com a assessoria do sindicato, mas ninguém foi localizado para comentar a situação e informar se o movimento grevista será mesmo mantido na terça-feira.
Intervenção judicial
O Tribunal Regional do Trabalho foi acionado na tarde desta segunda-feira pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH). A entidade alega que os rodoviários não comunicaram oficialmente o ínicio da greve, com 72 horas de antecedência, conforme prevê a lei e, por isso, pede que Justiça declare a ilegalidade do movimento. Até a noite o TRT não havia se pronunciado sobre a análise da situação.



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BHTrans vai notificar empresas de transporte coletivo

A BHTrans vai notificar as empresas de transporte coletivo de Belo Horizonte por causa da greve do rodoviários. A decisão foi tomada para que as concessionárias não deixem que a circulação de ônibus fique abaixo dos 30% do total da frota da Capital Mineira, que é de 3.010 veículos. Segundo a autarquia, 100% das linhas da Estação Vilarinho não estão funcionando.

Segundo informações da empresa, até as 14h, apenas 1% das linhas da Estação Barreiro estavam rodando. O funcionamento na Estação Diamante era de 5% das viagens, enquanto 57% das viagens de Venda Nova estão sendo cumpridas, 47% na Estação São Gabriel. Apenas a Estação Vilarinho não conta com linhas disponíveis de para passageiros.

A BHTrans optou pela notificação já que é obrigação das concessionárias manter um mínimo de linhas funcionando. A Setra-BH (Sindicato da Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte) informou que vai entrar ainda nesta segunda-feira com um dissídio de greve no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), pedindo o fim das paralisações.

A Setra-BH informou que o sindicato não anunciou a greve com 72 horas de antecedência, além de não procurar as empresa para negociar a escala mínima das linhas ônibus.



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Prefeitura de Porto Alegre dá início à obra de Implantação do sistema BRT

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, assinou na manhã desta segunda-feira a ordem de início da primeira etapa de implantação do sistema Bus Rapid Transit (BRT) na Capital. A assinatura foi realizada no canteiro de obras instalado no corredor de ônibus da Avenida Protásio Alves, onde o trabalho de reformulação vai começar.

O novo modelo de transporte coletivo também será implantado nas avenidas Bento Gonçalves e João Pessoa, e integra o projeto de infraestrutura planejado para a cidade receber a Copa de 2014. O sistema prevê veículos modernos de grande capacidade e baixas emissões, estações fechadas e climatizadas, e passagem pré-paga.

Segundo o secretário de Gestão, Urbano Schmitt, o projeto completo da Protásio Alves inclui 7km de corredor em pavimento de placa de concreto, adaptação das estações ao padrão BRT e implantação do Terminal Manoel Elias. O investimento total na avenida será de R$ 55,8 milhões, com financiamento de R$ 53 milhões por meio da Caixa Econômica Federal e R$ 2,8 milhões de contrapartida do município.

A obra que começa agora na Protásio Alves compreende trecho entre as ruas Saturnino de Brito e Sarmento Leite, que terá a superfície de asfalto substituída por concreto. O investimento nesta etapa será de R$ 15,2 milhões. O serviço será executado pelo consórcio vencedor da licitação, formado pelas empresas Sultepa e Conpasul, com a supervisão da Secretaria de Obras e Viação (Smov). O prazo de execução é de 18 meses, com conclusão prevista para agosto de 2013.

Fonte: Zero Hora

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Em Belo Horizonte, Greve de ônibus deixa mais de 2 milhões de pessoas sem transporte

Cumprindo a ameaça de greve, muitos rodoviários cruzaram os braços nesta segunda-feira e deixaram sem ônibus parte da população de Belo Horizonte e região metropolitana. Os veículos estão circulando em escala mínima com apenas 30% da frota, conforme adiantou o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte (STTRBH). Muitos passageiros desavisados lotaram os pontos de ônibus por toda a capital. Outros, se preveniram e não apareceram nas estações BHBUS.

Vejas as fotos da greve

Na Estação de metrô Vilarinho, em Venda Nova, muitas pessoas ficaram esperando dentro do terminal, mas poucos veículos circularam para fazer a integração com os trens, o que gerou correria. Na Estação BHBUS Venda Nova, o funcionamento foi normal até 2h30, mas partir daí alguns ônibus começaram a parar. Às 4h, a paralisação foi total, 100% dos carros ficaram nas garagens. Por volta de 5h50, alguns motorista e cobradores começaram a sair da estação que atende a cerca de 13 mil passageiros por dia.

As linhas alimentadoras dessa estação estão chegando vazias dos bairros e por isso a estação não está lotada, como nos dias normais. A direção do terminal acredita que as pessoas já sabiam da greve e evitaram o local. Para se ter uma ideia, entre 4h e 6h30, a linha 61 (Estação Venda Nova /Centro) deveria ter feito 18 viagens, mas fez apenas duas. A linha 62 (Estação Venda Nova/Savassi) deveria circular 25 vezes, mas apenas três viagens foram feitas. A linha 64 (Estação Venda Nova/Santo Agostinho) fez apenas duas viagens das 23 previstas.

Nas estações Diamante e Barreiro, o cenário foi muito parecido. Não havia ônibus para atender o público, porém não existia demanda de passageiros. Poucas pessoas chegaram para usar os coletivos e a polícia está monitorando o movimento.

Motoristas e cobradores iniciaram a paralisação a 0h. Apenas em BH, 1,6 milhão de passageiros podem ser prejudicados ao longo do dia com a parada de mais de 3 mil coletivos. A categoria revindica reajuste salarial de 49%, 30 folhas de tíquete-alimentação de R$ 15, a instalação de banheiros femininos nos pontos finais, participação nos lucros e resultados (PLR) e uma jornada de trabalho de seis horas diárias. Os sindicatos das empresas de ônibus propõem reajustar em 13% o salário dos motoristas e trocadores - condicionado ao aumento de 20 minutos na jornada de trabalho diária - e de 9% para a manutenção e administração.

As empresas também oferecem um aumento de 6% no ticket-alimentação, R$ 150 na participação dos lucros (para quem ganha até R$ 1.000), e R$ 300 para quem recebe acima desse valor. Outra proposta aos motoristas e trocadores é o aumento de 6%, sem mudança na carga horária.

Em nota, a BHTrans informou que os ônibus não circularam nas Estações Diamante, Venda Nova e Barreiro na madrugada desta segunda-feira, por causa da movimentação parcial dos rodoviários. No momento, a Estação Venda Nova está operando parcialmente. As linhas alimentadoras da Estação São Gabriel operam normalmente. As demais linhas de ônibus da cidade operam parcialmente, com excesso de passageiros em alguns pontos de embarque da cidade.

A empresa avisou, na noite de domingo, que mesmo não tendo recebido comunicado formal sobre a anunciada greve dos rodoviários, está se preparando para minimizar os impactos da paralisação. A empresa se reuniu com representantes da Polícia Militar (PM) e Guarda Municipal para revisar o plano de contingência anunciado na sexta-feira. O planejamento preventivo engloba operações especiais de trânsito durante a greve.

Depredação


A Polícia Militar (PM) registrou pelo menos cinco ocorrências relacionadas à greve. Por volta de 1h50, um motorista de ônibus ligou para a PM denunciando que homens desconhecidos chegaram ao final da linha 4150 (Shopping Del Rey/BH Shopping) e apedrejaram um veículo. O final da linha fica no Caiçara, na Região Noroeste da capital. Nesse mesmo horário, um motorista foi impedido de seguir viagem no Bairro Palmares, Região Nordeste de Belo Horizonte, quando sindicalistas invadiram o veículo e roubaram a chave.

Também durante a madrugada, um motorista da linha 2290 (Nacional/BH) informou à polícia que o coletivo foi apedrejado e teve os vidros destruídos. Pela manhã, na Avenida José Cândido da Silveira, Bairro Ana Lúcia, na Região Nordeste de BH, houve tumulto entre sindicalistas e passageiros. Os manifestantes obrigaram usuários a descer dos ônibus. Também nesta manhã, em Santa Luzia, na região metropolita, o motorista de um Palio parou em frente a um ônibus e depredou o veículo. Ninguém foi preso nessas ocorrências policiais.


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Trem expresso vai revolucionar o transporte entre as cidades de Jundiaí e São Paulo

Um importante avanço foi dado para o trem expresso que vai revolucionar o transporte entre as cidades que compõem a aglomeração urbana de Jundiaí e São Paulo. Com estudos adiantados, o projeto é a cartada certeira do governador Geraldo Alckmin para dar início à recuperação do sistema ferroviário do estado de São Paulo. Do outro lado do trilho, há o trabalho do secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, que na semana passada anunciou: a nova linha será independente do atual ramal e está em fase de finalização de edital e de aprovações ambientais.

Por dia serão transportadas cerca de 20 mil pessoas, uma necessária contribuição para reduzir o grande número de veículos que seguem diariamente pelas rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Também reduzirá a circulação dos ônibus fretados que saem de diversas cidades da nossa região e ficam parados pelas ruas da capital. Recentemente, o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) publicou um artigo, nos jornais, dizendo que perto de 14 a 15 mil veículos deixarão de transitar no sistema Anhanguera/Bandeirantes, fazendo o ponto de referência.

Com o expresso em funcionamento, a possibilidade é que esses ônibus conduzirão o usuário até a estação de trem — ele embarca e no final do dia retorna com a condução aguardando-o. Economia de tempo e sem falar no conforto de ter utilizado um transporte rápido, afinal a previsão é que a viagem será de 25 minutos.

O benefício da execução do trem expresso de Jundiaí contempla, além de reduzir a quantidade da frota no sistema Anhanguera-Bandeirantes, o bolso do trabalhador. Hoje, o usuário paga para se locomover de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em viagem que dura em média 1h30, a tarifa de R$ 3,00. Pelo transporte rodoviário, R$ 12,50, com duração que pode chegar a duas horas, de acordo com o fluxo de veículos.

O diferencial também está atrelado na integração com o metrô, a exemplo do que ocorre com a CPTM, o que gera uma economia maior ao usuário e interliga diversas regiões da capital. O expresso terá tarifa acessível, como deve ser quando o objetivo da política é pelo bem comum e um marco no projeto da aglomeração urbana de Jundiaí. O usuário vai embarcar em Jundiaí e quando chega a São Paulo faz a baldeação para o metrô sem pagar a utilização deste serviço. Uma grande economia.

O trem expresso atenderá às necessidades do público, pois poderá ser viabilizado muito mais rápido. Diferentemente do trem-bala, que patina para começar a colocar os trilhos no chão. A concepção do projeto do expresso está “madura” e totalmente funcional com termo de referência com uma execução estimada em 24 meses. O estado de São Paulo estará à frente do caos do sistema de metrô de cidades como Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Portanto, boa viagem quando embarcar no trem expresso Jundiaí com destino a São Paulo.

Fonte: Jornal do Brasil

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Atrasos em mobilidade urbana preocupam Manaus e Cuiabá

A exatos 825 dias do início da Copa do Mundo de 2014, a preparação brasileira para a competição ainda enfrenta problemas. E não apenas no futebol. Dias atrás, o secretário geral da Fifa, Jerome Valcke, ativou a luz vermelha e declarou que o país precisa de um empurrãozinho para avançar com os trabalhos para o Mundial.
Mesmo com uma escolha errada de palavras – o representante sugeriu “um chute no traseiro” para os governantes brasileiros -, talvez Valcke tenha razão. Das doze cidades-sede, apenas quatro passam por reformas nas estruturas aeroportuárias e sete têm obras de mobilidade urbana fora do prazo.
Na área de transporte urbano, os atrasos persistem nas cidades de Cuiabá (VLT), Manaus (monotrilho e BRT), São Paulo (monotrilho Morumbi-Congonhas), Salvador (metrô), Porto Alegre (BRT), Fortaleza (VLT), Brasília (VLT). As capitais têm processos emperrados por problemas técnicos ou decisões judiciais.

Manaus
Fora da Copa das Confederações, a Arena Amazônia está atrasada em relação ao cronograma divulgado pelo governo. Com a conclusão prevista para junho de 2013, o maior empecilho para o cumprimento do prazo é o bloqueio do empréstimo do BNDES. O fato ocorreu após o encontro do sobrepreço nos materias da fachada e da cobertura. Depois da contatação do TCU, ocorreu a suspensão do repasse.
As preocupações não se restringem ao estádio. As obras do BRT ainda não começaram devido ao processo de desapropriações. A instalação do monotrilho também não foi iniciada. Orçado em R$ 1,55 bilhão, o modal já tem a ordem de serviço assinada, mas aguarda elaboração do projeto executivo e do cronograma de obras. O aeroporto Eduardo Gomes, em contrapartida, já passa por modificações. A obra de ampliação do terminal foi iniciada em novembro de 2011.

Cuiabá
A Arena Pantanal figura como um dos estádios mais adiantados, com 43% das obras concluídas. Prova disso é que, de acordo com a Secopa-MT, a arena poderá iniciar o plantio do gramado em maio.
Na área de mobilidade urbana, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Cuiabá-Várzea Grande demorou demais para ter seu edital de licitação elaborado e agora as obras só deverão começar entre maio e junho.
Como a Secopa garante a construção do modal em exatos 24 meses, o VLT pode ficar pronto a poucas semanas do início da Copa. A questão aeroportuária também preocupa o governo do estado. A empresa Engeglobal venceu licitação para a primeira etapa da ampliação do terminal de passageiros, orçada em R$ 5,8 milhões, e as obras devem começar apenas em maio.


Fonte: Portal Amazônia

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Governo diz que obras de mobilidade urbana caminham em ritmo adequado

A pressão para acelerar os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 levou o governo a apertar o passo nas obras das cidades-sede do torneio. O balanço do primeiro ano do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), anunciado na quarta-feira 7, mostra que os trabalhos em aeroportos e obras de mobilidade urbana caminham em ritmo adequado. Todas as obras listadas no relatório têm o selo verde, indicando cumprimento do cronograma. Nos últimos meses, a Infraero concluiu seis módulos operacionais para passageiros – os chamados puxadinhos – e iniciou reformas em pistas de pouso, pátios de aeronaves e terminais de cargas, como o do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS).

Além disso, as necessárias obras de mobilidade urbana também começam a tomar forma. Os metrôs de Fortaleza e Recife estão quase prontos. E R$ 18 bilhões estão sendo alocados para melhorar os sistemas de transporte público em seis capitais, com corredores de ônibus, terminais metropolitanos e metrôs. Mas o bom andamento das construções relacionadas à Copa não se estende às obras mais importantes do programa, que ainda caminham em ritmo que deixa a desejar. E não é por falta de dinheiro, já que no ano passado o governo só gastou metade dos R$ 40,9 bilhões que tinha disponíveis para o principal programa de melhoria da infraestrutura do País.
O andamento das obras foi prejudicado principalmente pelos problemas de gestão, especialmente nos ministérios paralisados por crises políticas, como Transportes e Cidades. Nos Transportes, obras importantes como as ferrovias Norte-Sul e Transnordestina, com orçamento combinado de R$ 8,6 bilhões, estão atrasadas, respectivamente, dois e quatro anos.
Fonte: ISTO É Dinheiro
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Governo de São Paulo investe menos em linhas da CPTM

O governo estadual reduziu os investimentos em cinco das seis linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em 2011. A queda é maior nas linhas que têm registrado mais falhas nos últimos meses. No geral, foram gastos R$ 238 milhões a menos no ano passado - corte de 19,6% -, de R$ 1,2 bilhão, em 2010, para R$ 989 milhões em 2011.

O orçamento também foi reduzido no período, em cerca de R$ 47 milhões. A empresa diz que enfrentou dificuldades para investir a verba no ano passado, mas diz que os recursos estão empenhados, e serão gastos.

Só neste ano, ocorreram seis falhas. A Linha 9-Esmeralda foi a que registrou a maior queda porcentual: 38,6%. O ramal recebeu R$ 121,3 milhões no ano passado, ante R$ 202,7 milhões nos 12 meses anteriores. No dia 16 de fevereiro, foi lá que um trem descarrilou, interrompendo o transporte por quase oito horas.

Um dia antes, 38 passageiros ficaram feridos em uma colisão na Linha 7-Rubi, cuja redução foi de 36,7%. Em 2010, foram investidos R$ 140,1 milhões no ramal, ante R$ 88,6 milhões no ano passado. O quadro se repete na Linha 12-Safira, cujo corte foi de 29%. Na quarta-feira, uma falha no sistema de tração dos trens levou passageiros a caminhar pelos trilhos. A única que escapou foi a Linha 8-Diamante, que obteve uma pequena alta, de 1,3%.

A redução de investimentos prejudica diretamente a reconstrução de estações na Grande São Paulo. Apenas três devem ser entregues até o fim do ano: Osasco, na Linha 8-Diamante, Francisco Morato, na Linha 7-Rubi, e São Miguel Paulista, na Linha 12-Safira. Todas já deveriam estar prontas.

Suzano, na Linha 11-Coral, enfrenta o mesmo problema. A nova estação, esperada para este ano, só ficará pronta em meados de 2013. Em Ferraz de Vasconcelos, na mesma linha, o serviço chegou a ser paralisado por dois anos, e criou um conflito político. A prefeitura decidiu multar a CPTM em R$ 25 mil por problemas decorrentes do atraso, como a duplicação da principal avenida, que precisou ser adiada.

Por causa da demora na conclusão dos projetos, os acessos às estações em reforma foram dificultados. Passarelas improvisadas aumentam o tempo do deslocamento dos passageiros e prejudicam o transporte de portadores de deficiência. Agora, a previsão é correr com as obras, "para finalizar antes de 2014".

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Terminais de ônibus de Jundiaí oferecem internet Wi-Fi

O prefeito Miguel Haddad anunciou o lançamento do projeto Jundiaí Digital, que vai oferecer wi-fi aos parques e terminais de ônibus da cidade.

O lançamento aconteceu no Parque da Cidade, um dos locais em que a tecnologia de comunicação sem fios estará disponível a partir de agora.
Com o wi-fi (ou wereless), o cidadão poderá levar seu lap-top, ipad, iphone, celular e acessar a internet sem custo ali.

Os outros parques que devem integrar o programa (não houve confirmação ainda) são o da Uva, Corrupira, Jardim Botânico e Botânico do Eloy Chaves. Os terminais do Situ (Sistema Integrado de Transporte Urbano) são o  Central, Eloy, Colônia, Cecap, Hortolândia, Vila Arens e Vila Rami.

Ano passado, Jundiaí recebeu uma premiação na área de tecnologia. Foi a 1ª colocada no Estado de São Paulo e a 5ª no ranking nacional no Índice Brasil de Cidades Digitais, um certificado oferecido pelo CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), de Campinas, em parceria com a Momento Editorial. Pela ordem, figuraram no ranking  Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Vitória (ES) e Ibirapuitã (RS), que empatou com Jundiaí em 5º.

O que é
Wi-fi - Se você esteve ultimamente em um aeroporto ou hotel e usou a internet,  provavelmente o tenha feito por  rede sem fio. Muitas pessoas usam o wi-fi ou rede 802.11 para conectar seus computadores. Muitas cidades também oferecem a tecnologia para fornecer acesso de baixo custo à Internet aos seus moradores. No futuro, a conexão sem fio pode se tornar algo tão corriqueiro  que você  poderá entrar na internet em qualquer lugar e hora sem usar fios.


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Moradores de Guarujá podem ficar sem transporte coletivo

domingo, 11 de março de 2012

Usuários das linhas de ônibus em Guarujá correm o risco de ficar sem transporte, pois os motoristas e demais funcionários da Viação Translitoral já acenaram com um greve geral, nos próximos dias.

A categoria critica as condições de trabalho e a falta de respostas às reivindicações dos trabalhadores, que estão em plena campanha salarial.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Santos e Região, Valdir de Souza Pestana, diz que a paralisação não foi decretada porque não foram cumpridos os requisitos da Lei de Greve.

Diante do descontentamento dos funcionários, durante assembleia com a categoria, o sindicalista indaga: “quando eu disser que é hora de parar vocês param?” De forma espontânea, todos os trabalhadores levantaram os braços.

Os trabalhadores querem reposição salarial com base no índice apurado pelo INPC, calculado em torno de 6%, e reivindicam também aumento real de 10%. Eles pedem reajuste do vale-refeição de R$ 11/dia para R$ 15/dia, num total de 30 vales por mês, reajuste de 30% na cesta básica e pagamento da participação nos lucros ou resultados (PLR), equivalente a 50% do salário-base.

A Translitoral diz que não foi notificada das reclamações pelo sindicato.

Fonte: A Tirbuna

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Transporte público de Curitiba opera no vermelho

A Urbanização de Curitiba (Urbs), que gerencia o transporte público de Curitiba, deve tirar de seus cofres cerca de R$ 4,9 milhões por mês e repassar para as empresas de ônibus somente para compensar a diferença entre a chamada tarifa técnica e o preço efetivamente cobrado dos passageiros. Enquanto o usuário paga R$ 2,60, o custo do transporte está em R$ 2,79 por passageiro. A diferença de R$ 0,19 será compensada pela própria Urbs, pelo menos por enquanto.
De acordo com a Urbs, será possível arcar com a diferença levando em consideração a quantidade de passagens vendidas antecipadamente para empresas. É o caso do cartão transporte, carregado mensalmente pelo empregador. O mesmo procedimento já era usado no ano passado, quando a Urbs também precisou pagar a diferença para as empresas de ônibus. Mas o valor era de R$ 0,06 por passageiro.
A solução seria um subsídio do próprio município ou do governo do Estado, mas ninguém tem ainda uma posição oficial. A Prefeitura de Curitiba é contratante do transporte coletivo na área urbana; o governo do Estado, o contratante do transporte na região metropolitana. Por isto eles podem futuramente ter papel fundamental no custo do transporte na Região Metropolitana de Curitiba.
“Neste ano, vamos fazer o mesmo, até onde der. Se na frente faltar recurso, nada mais justo que ambos coloquem o recurso necessário”, afirma Antônio Carlos Araújo, diretor de transportes da Urbs. De acordo com ele, as administrações municipal e estadual têm consciência de que em algum momento a rede de transporte vai precisar de dinheiro.
Também não se sabe até quando a Urbs consegue arcar com a diferença. Uma das possibilidades para aumentar a renda nos cofres da Urbs e talvez não precisar do poder público é a publicidade no sistema de TV que será instalado nos ônibus. O serviço será licitado.
O Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba (Setransp) informou, por meio da assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar sobre tarifa do transporte coletivo.
 Dieese cobra revisão da planilha
 O economista Cid Cordeiro, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ressalta que a Prefeitura de Curitiba mudou o parâmetro sobre o aumento da passagem de ônibus ao aceitar uma grande diferença entre a tarifa técnica e a tarifa cobrada do usuário. "Deve-se tornar transparente o processo e discutir com a população como será o subsídio do transporte. Deveria ser pensado como uma política pública".
Para Cordeiro, é necessário atualizar os coeficientes técnicos de consumo que estão na planilha de custos do transporte. "A compra de um ônibus hoje é mais cara, por conta da alta tecnologia nos veículos. Mas esta tecnologia gera uma redução no consumo e isto não é computado", exemplifica. O economista defende a revisão da metodologia e a atualização destes coeficientes para depois estudar a implantação do subsídio.
Antônio Carlos Araújo, diretor de transportes da Urbs, alega que sempre são feitas pesquisas e médias de consumo de itens relacionados ao transporte: "Nesta nova tarifa, calculamos uma queda de 0,6637% nos custos com combustível e lubrificantes". Araújo enfatiza que o custo com pessoal era de 42% da tarifa e passou para 45,23% com o reajuste dos motoristas e cobradores.
A Urbs "segurou" um pouco o preço da passagem tentando estimular o aumento no número de usuários, porém a quantidade de passageiros transportados caiu de 25,8 milhões para 25,7 milhões por mês. Caso houvesse um acréscimo de usuários, todo o fluxo financeiro do sistema melhoraria. Com a maior parte dos trabalhadores recebendo aumento real, Araújo destaca que o orçamento familiar não sofre um impacto tão grande com a tarifa a R$ 2,60.


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Rodoviários confirmam greve de ônibus nesta segunda-feira em Belo Horizonte

Os rodoviários de Belo Horizonte e Região Metropolitana confirmaram, este sábado (10), que vão cruzar os braços a partir da zero hora de segunda-feira (12). Apenas na capital mineira, cerca de 1,6 milhão de passageiros poderão ser prejudicados.

Segundo o diretor de Imprensa do Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte e Região Metropolitana, Carlos Henrique Marques, a categoria vai cumprir a decisão, tomada em assembleia geral na última sexta-feira, de “parar tudo”.

Marques admitiu, entretanto, que o Departamento Jurídico do sindicato ainda avaliava ontem se a escala mínima será cumprida amanhã. Ele também deixou a entender que, de madrugada, sindicalistas poderiam ir até as garagens para realizar piquetes.

A decisão repete a mesma estratégia da categoria. No ano passado, o movimento foi deflagrado à 0h do dia 15 de março, também uma segunda-feira. Os rodoviários reivindicaram um reajuste de 37%, mas acabaram fechando acordo com os patrões em 8%.

Neste ano, a categoria quer um aumento de 49%, tendo recebido contraproposta de 6%, que foi recusada. Também haveria uma contraproposta de aumento de 13%, mas a informação não foi confirmada pelo sindicalista.

PM garante que vai coibir excessos, caso seja necessário

O chefe do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel Rogério Andrade, informou que, juntamente com o coronel Carvalho, comandante do Policiamento de Eventos, já foi definida uma estratégia da corporação durante o movimento.

Andrade adiantou que espera que os rodoviários cumpram os requisitos básicos para uma manifestação pacífica, deixando a entender que, caso ocorram excessos, eles serão coibidos por militares. “Esperamos que eles respeitem o direito de funcionários das garagens e motoristas que queiram trabalhar”, destaca.

Na tarde deste sábado, o Hoje em Dia fez contato com a assessoria do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH), mas não teve sucesso. A BHTrans informou que ainda não recebeu comunicado formal do Setra e do Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte sobre a paralisação. A empresa informou que montou um plano de contingência com o objetivo de minimizar os impactos da greve para os passageiros de ônibus e para os serviços de transporte da capital.

A Constituição Federal assegura, no artigo 9º, “o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”. No artigo 114, “define que compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as ações que envolvam exercício do direito de greve. Em caso de paralisação em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça decidir o conflito”.


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EMTU/SP amplia serviço intermunicipal na Região Oeste da Grande SP a partir de 12/03

O Governo do Estado, por meio da EMTU/SP, colocará em operação três novas linhas intermunicipais complementares na região Oeste da Grande São Paulo a partir de 12/03 (segunda-feira), beneficiando usuários de Osasco, Itapevi e Carapicuíba.
Osasco

O serviço complementar 390BI1 Osasco (Jardim Santo Antônio) - Barueri (Alphaville 3/Bradesco) via Carapicuíba (Centro) atenderá aos moradores dos bairros Jardim Santo Antonio e Jardim dos Autonomistas, bem como os usuários do Conjunto Residencial Guimarães Rosa. Dois ônibus farão seis viagens nos dias úteis, atendendo a demanda estimada de 300 passageiros/dia útil. A tarifa cobrada será de R$ 3,10.
Itapevi
A linha complementar 291BI1 Itapevi (Jardim Bela Vista) - Santana de Parnaíba (Residencial Burle Marx) via Barueri (Centro) atenderá aos bairros Jardim Bela Vista e Jardim Santa Cecília. Terá dois veículos urbanos, que realizarão oito viagens nos dias úteis e transportarão a média/dia útil de 400 usuários. Tarifa: R$ 3,90.
Carapicuíba
Quatro ônibus urbanos realizarão 56 viagens diárias, de segunda a sexta, para atender à demanda estimada/dia útil de 3 mil usuários no serviço complementar 392BI1 Carapicuíba (Jardim Angélica) - Barueri (Alphaville). Serão beneficiados os moradores do bairro Jardim Angélica, em Carapicuíba. Tarifa cobrada: R$ 3,35.

As tabelas horárias e informações adicionais sobre as três linhas estarão disponíveis a partir de 12/03 na página da EMTU/SP na internet (
www.emtu.sp.gov.br).

Informações: EMTU SP

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Trensurb comemora, em março, 27 anos de operação

A Trensurb comemora, neste mês, 27 anos desde sua inauguração e início da operação comercial, ocorridos, respectivamente, em 2 e 4 de março de 1985. E, cada vez mais, a empresa configura-se não apenas como um elemento estruturador da mobilidade urbana na Região Metropolitana de Porto Alegre, mas como importante instrumento de qualificação socioambiental. Estima-se que o uso do modal metroferroviário, nestes 27 anos, representou uma economia de aproximadamente R$ 2,3 bilhões para a sociedade.

No seu transporte qualificado e seguro, com tarifa subsidiada, a Trensurb utiliza energia limpa e renovável, promovendo redução da poluição ambiental. A empresa contribui no desafogamento do tráfego rodoviário, com consequente redução dos gastos de manutenção das vias públicas e do número de acidentes.

Uma viagem de trem tem capacidade para transportar o equivalente a 20 ônibus. Levando isso em consideração, com o transporte de 1,05 bilhão de usuários em 27 anos, deixaram de ser realizadas aproximadamente 24,4 milhões de viagens de ônibus. Isso significa uma economia de 237 milhões de litros de óleo diesel e cerca de 207,9 milhões de horas em tempo de viagem. Dessa forma, a atmosfera ficou menos poluída em: 76,3 mil toneladas de dióxido de carbono, 12,2 mil toneladas de hidrocarbonetos, 4,9 mil toneladas de óxido de nitrogênio, 148,5 mil toneladas de óxido de enxofre e 165,1 mil toneladas de particulados.

Novas conexões

A Trensurb, portanto, contribuiu ao longo de sua história na busca por cidades sustentáveis, principalmente na redução de impactos ambientais e econômicos. E a empresa continua ampliando o alcance de seus serviços e benefícios, com projetos como: a expansão até Novo Hamburgo, que completa o projeto original do sistema e deve agregar mais 30 mil passageiros diários; o Aeromovel, tecnologia de baixo custo de implantação, operação e reduzido impacto ambiental que interligará o metrô e o Aeroporto Salgado Filho; a integração com os sistemas de bilhetagem da Região Metropolitana, que representa mais economia e praticidade para o usuário.

Muitas histórias

A história desse período pode ser contada em números e fatos objetivos, mas também por pessoas de diferentes formações, idades e orientações. O Diretor-presidente da empresa – e metroviário desde 1984 –, Humberto Kasper ressalta que o atual momento é de busca de bons resultados de gestão aliados ao diálogo com empregados e comunidade. “Buscamos prestar um serviço qualificado ao usuário, mas sem deixar de lado a importância da convivência e da qualidade de vida dos empregados, visto que o ambiente de trabalho é um dos espaços no qual passamos mais tempo durante o dia”.

Assim como a empresa, o advogado Guilherme Togni chega aos 27 anos em 2012. Ele ingressou em outubro de 2011 na Gerência Jurídica (Gejur). Colorado – que comparece com frequência ao estádio -, Guilherme teve o primeiro contato direto com a empresa no concurso público realizado em 2009. “Aqui chegando, fiquei surpreso com o tamanho da estrutura administrativa e com a quantidade de detalhes que precisam diariamente ser observados para que o trem faça o vai-e-vem que, aos olhos menos atentos de quem até então apenas observava de longe essa rotina, parecia ser algo simples”, conta.

Hoje diretor de Operações, Paulo Renato Amaral também ingressou na Trensurb em 1984, auxiliando no recebimento de materiais dos trens ainda no Armazém B2 do cais do porto. Amaral lembra que, na época, quase foi embora devido ao valor da remuneração, mas decidiu apostar nas oportunidades que a empresa recém-criada oferecia no ramo que então cursava, a engenharia. De lá para cá, conheceu muitas áreas, passando por setores como o Setor de Oficina, Núcleo de Nacionalização e Setor de Sinalização.

Para o diretor de Administração e Finanças, Ney Michelucci Rodrigues, “o 27º ano tem uma característica especial: a conclusão do projeto inicial com a expansão até Novo Hamburgo”. Ele relata muitas conquistas na área, especialmente a melhoria na relação entre empresa e empregados, apresentando ganhos positivos para ambos. O Centro de Bem-Estar e outras ações de atenção à saúde são destacadas por Michelucci entre os objetivos alcançados no último período.

A novidade em Porto Alegre em meados dos anos 80

“Este ano completo meu trigésimo aniversário de Trensurb. Iniciei meus serviços na empresa em 1982, ainda na fase de execução das obras. Dois anos após, em 1984, através de concurso, fui trabalhar junto às estações, assumindo cargos desde agente de estação, inspetoria, supervisão, chefia de setor e, atualmente, assessoria da Gerência de Operações”, conta Edson Dávila.

Tendo iniciado o trabalho antes da operação comercial, ele lembra que, no princípio, o sistema era uma novidade em Porto Alegre, visto que nada similar existia na cidade. Até mesmo os procedimentos de atendimento aos usuários, com treinamento dos empregados da Trensurb no metrô de São Paulo, tiveram de ser adaptados à realidade local.
Dávila lembra-se de momentos marcantes, como a inauguração das estações Unisinos e São Leopoldo, a implantação da Central de Controle de Estações (CCE) e da Central de Controle de Segurança (CCS) junto ao Centro de Controle Operacional (CCO) e a informatização completa do sistema.

Contratados e estagiários também fazem parte dessa história

Estagiária do Setor de Comunicação Social entre agosto de 2007 e janeiro de 2009, Fernanda Nascimento afirma que “trabalhar na Trensurb foi uma experiência ímpar”. Hoje jornalista formada, Fernanda diz ter orgulho de ter feito parte “da história do trem, assim como ele continua na minha, nas viagens pela região metropolitana”.

Essa visão de contribuir com a empresa também está no dia a dia de Solange Lessa, que trabalha há dois anos na Trensurb, contratada pela empresa Fortesul, na limpeza do Setor de Oficina. “Me sinto importante nessa tarefa”, diz ela, orgulhosa. “Eu gosto de trabalhar na Trensurb, pois o ambiente é bem bacana”, completa. Ela é mais uma trabalhadora, assim como os demais empregados, estagiários e parceiros, que faz da Trensurb uma empresa que orgulha a sociedade gaúcha nesses 27 anos de serviços prestados.

Foto: Arquivo Trensurb

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No Rio, Integração Trem-Metrô só será realizada com Bilhete Único

As viagens de integração entre os trens da SuperVia e Metrô-Rio, a partir de 19 de março, serão feitas somente por meio do cartão Bilhete Único. Os passageiros deverão fazer o cadastro em um dos postos credenciados da RioCard, que serão divulgados a partir da próxima semana, ou pelo site www.riobilheteunico.com.br. Os cartões pré-pagos serão aceitos em viagens integradas até o dia 18 de março. Atualmente, 16 mil passageiros da SuperVia usam diariamente o cartão Bilhete Único e a expectativa é que outras 14 mil façam o cadastro, para realizar a integração trem-metrô.

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