No Recife, Cartões VEM contarão com máquinas de autoatendimento

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A Urbana-PE vai instalar 30 máquinas para a venda e recarga do VEM no posto de atendimento e credenciará mais de 600 pontos para a recarga dos cartões
Os usuários dos cartões VEM (Vale Eletrônico Metropolitano) Estudante, Trabalhador e Comum contarão, a partir de 2012, com sistema de autoatendimento que facilitará e tornará mais rápida a compra e recarga dos créditos. A Urbana-PE acaba de fechar uma parceria com a Rede Ponto Certo, empresa líder na carga e recarga do Bilhete Único em São Paulo, para a modernização do sistema e promover a descentralização do serviço de recarga.
“A ideia é possibilitar a recarrega dos cartões com dinheiro de forma moderna, ágil e segura, reduzindo-se assim o tempo de permanência na agência e as possíveis filas em períodos de pico”, explica o superintendente da Bilhetagem Eletrônica, Pedro Luiz Ferreira. Para isso, serão instaladas nos postos de atendimento do VEM, 30 máquinas de autoatendimento que funcionarão em horário estendido, trazendo mais conveniência para o usuário.

Além da solução de autoatendimento, mais de 600 pontos comerciais – lanchonetes, padarias, papelarias, entre outros – serão credenciados para a carga e recarga dos cartões VEM Comum e Estudante (a do VEM Trabalhador continua no posto e Internet). Com isto, a capilaridade aumentará sensivelmente o que facilitará ainda mais o uso dos créditos eletrônicos de transporte para a população da Região Metropolitana de Recife. A opção de recargas pela Internet também continuam.
Para o presidente da Rede Ponto Certo, Alexandre Martins, a operação no Recife representa um importante passo para a empresa que já atua no transporte público em São Paulo há mais de seis anos e começa agora a sua expansão para o território nacional. “Recife é um importante polo econômico do Nordeste e estamos muito satisfeitos em poder contribuir para a modernização do sistema de transporte da cidade”, completa Martins.


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Corredor BRS no Centro do Rio começa a funcionar em dezembro

O corredor exclusivo de ônibus BRS vai começar a funcionar no Centro do Rio em dezembro. Ele vai funcionar nas avenidas Presidente Antônio Carlos até a 1º de Março e também na Avenida Presidente Vargas.
O sistema, que já funciona na Zona Sul da cidade, está melhorando o transporte e o trânsito.

Zona Sul
O
novo corredor de ônibus rápido (BRS) na Zona Sul começou a funcionar no dia 8 de outubro na Avenida General San Martín, no Leblon, e na Rua Prudente de Moraes, em Ipanema.

No corredor circulam 44 linhas que farão suas paradas em 14 pontos: 12 nos pontos do BRS1; 23 no BRS 2 e 9 no BRS3, sendo que os pontos BRS 1 e 3 estarão situados nos mesmos locais. O mapa completo com a localização dos pontos do BRS pode ser baixado na internet (em formato PDF).

Horário de funcionamento
O horário de funcionamento do corredor é o mesmo de Copacabana e do BRS Ataulfo de Paiva / Visconde de Pirajá: das 6h às 21h, nos dias úteis; das 6h às 14h, aos sábados; e não funcionam nos domingos e feriados. Nesses horários, os veículos particulares que entrarem no corredor e circularem por dois quarteirões serão multados pela Prefeitura.

A circulação da faixa à direita fica reservada aos ônibus e, parcialmente aos táxis, desde que estejam ocupados, além veículos particulares que forem acessar as garagens dos prédios. Passageiros de táxi podem embarcar no lado esquerdo e transversais das duas vias que compõem o corredor.

No dia 20 de agosto, o corredor exclusivo começou a funcionar na Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon, e na Rua Visconde de Pirajá, em Ipanema . As vias passaram a ter uma faixa preferencial para ônibus e duas para os demais veículos.  O mapa completo com a localização dos pontos do BRS em Ipanema e Leblon pode ser baixado na internet (em formato PDF).

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Fonte: G1.com.br

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Em São Paulo, Empresa de ônibus Himalaia deixa consórcio na Zona Leste após a investigação de denúncias e reclamações

A Secretaria Municipal de Transportes informou na tarde desta terça-feira (18) que a empresa de ônibus Himalaia deixou o consórcio responsável pelas linhas da Zona Leste de São Paulo. A decisão ocorreu após a investigação de denúncias e reclamações contra a viação, que recebeu 5.811 multas em 2010 e outras 6.800 no 1º semestre de 2011.

O reportagem não localizou nenhum representante da Himalaia para comentar a saída. A Prefeitura havia decidido realizar uma intervenção na empresa por causa “do acúmulo de reclamações, multas e descumprimento de partidas, o que ocasionou superlotação nas linhas atendidas pela empresa”, segundo nota da secretaria.

A Himalaia operava 44 linhas de ônibus municipais e transportava, em média, 2,8 milhões de passageiros por mês. A empresa também operava e era responsável pela renovação da frota dos trólebus – atualmente 198 veículos em 11 linhas, transportando 110 mil passageiros por dia. Quem assumirá as linhas da Himalaia na Zona Leste é a Ambiental Transportes, segundo a Prefeitura.

A última licitação ocorreu em 2007 e foi vencida pelo Consórcio Leste 4, que incluía a Himalaia. O contrato definitivo tem duração de dez anos.


Fonte: G1.com.br

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Em Fortaleza, Linhas de ônibus na Borges de Melo têm percursos alterados

Em virtude da implantação do sentido duplo no trecho da avenida Borges de Melo, entre a rua Damasceno Girão e a Avenida dos Expedicionários, a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) promove alterações nos percursos dos coletivos que trafegam pela via, possibilitando maior rapidez nos deslocamentos dos usuários.

A mudança, que acontece a partir de quinta-feira, 20, envolve as linhas Aguanambi I (013), Aeroporto/Benfica/Rodoviária (404), José Walter/Centro (28), Avenida Borges de Melo I (031), Parangaba/Papicu/Montese (044), Siqueira/Praia de Iracema (073), Lagoa/Aldeota/José Bastos (085), Corujão/Conjunto Ceará/Papicu/Montese (036), Conjunto Ceará/Papicu/Montese (045), Siqueira/Mucuripe (078) e Siqueira/Mucuripe/Barão de Studart (099).

Os novos itinerários podem ser conferidos no portal www.fortaleza.ce.gov.br. Segundo a Etufor, a população usuária do transporte público está sendo informada através de panfletos contendo mapas das novas rotas fixados nos ônibus e vans.


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Fonte: O Povo Online

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São Paulo está com ônibus intermunicipais em situação precária

Enquanto o Governo do Estado, através da EMTU - Empresa Metropolitana de Transportes - e as empresas que operam as linhas intermunicipais que servem a região não chegam a um acordo, cerca de 600 mil passageiros sofrem todos os dias sendo transportados como gado no precário e antiquado sistema vigente.
Pagando uma das tarifas mais caras do país, enfrentam demora nos pontos de ônibus, superlotação e correm risco de vida nos veículos velhos com manutenção questionável.
Agora, o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, parece ter acordado para a realidade. A área 5 da EMTU é a única que opera sem licitação e com permissões precárias de toda a Grande São Paulo.
Antes de retaliar as empresas, cassando os alvarás precários de funcionamento, a Secretaria de Transportes promete fazer um termo provisório até 2016 quando devem encerrar os contratos de outras regiões.
Desde 2006, foram quatro tentativas da EMTU para licitar as linhas, a maioria concedida entre os anos de 1970 e 1980, mas as empresas de ônibus locais não se apresentaram.
As outras quatro áreas operacionais da Região Metropolitana já foram licitadas nos mesmos moldes que a EMTU queria implantar na região.
A licitação resultou em organização das empresas em consórcios, renovação da frota, racionalização das linhas e fim de sobreposições de itinerários que encarecem o sistema.
Os empresários alegam que o ABC deve ser tratado de maneira diferente.
Para os donos de empresas de ônibus, alguns itens que formam os custos de operação nas cidades da região são dispendiosos, como os salários dos motoristas e cobradores.
São argumentos que servem, tão somente, para protelar a implantação da solução determinada pela Constituição Federal que exige licitações transparentes no transporte público.



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São Paulo: Passageiros reivindicam terminal de ônibus em Franco da Rocha

Milhares de pessoas usam o transporte público em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Nos pontos de ônibus, os passageiros disputam as calçadas com buracos e lojas de comércio. Os parceiros do SP Leonardo e Mariana mostraram nesta terça-feira (18) que nenhuma parada tem cobertura, nem banco para sentar.
A cidade tem mais de 120 mil habitantes, mais de 30 linhas de ônibus entre municipais e intermunicipais e nenhum terminal. Os veículos param no meio da rua para o embarque de passageiros, o que atrapalha o trânsito em Franco da Rocha. “Eu moro aqui há 22 anos e acho um absurdo não ter um terminal com tanta gente morando aqui”, reclama uma moradora.

As obras para a nova estação de trem invadiram a calçada, deixando menos espaço para os passageiros esperarem os ônibus. Alguns passageiros esperam de pé o transporte e precisam dividir o lugar com os pedestres e comerciantes. “Você paga a passagem cara e não tem nenhuma infraestrutura”, diz um passageiro.

A Prefeitura disse que não pode construir terminais de ônibus na cidade por causa das obras da nova estação de trem da CPTM, mas informou que existe um projeto que prevê a retirada dos pontos finais do Centro.

Os ônibus fariam parada na estação de trem e, de lá, seguiriam para os bairros. Isso, de acordo com a Prefeitura, vai melhorar o transporte e o trânsito na cidade. A CPTM informou que a nova estação de trem de Franco da Rocha deve ficar pronta no primeiro semestre do ano que vem.

Fonte: G1.com.br

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São Paulo: CET reduz velocidade em corredor viário

Está valendo desde segunda (17) o novo limite máximo de velocidade no minianel viário (mapa ao lado), de 60 km/h. E a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) já faz um alerta aos apresssados: quem desrespeitar a restrição será autuado. As multas vão de R$ 85,13 (até 20% acima do máximo) a R$ 574,62 (mais  de 50% acima do limite).

A CET informou que 474 placas vão ser colocadas ao longo do corredor viário de 31,2 km para orientar os motoristas. A empresa controlada pela Prefeitura divulgou que, ainda em outubro, outras dez vias públicas vão ter a velocidade máxima reduzida para 60 km/h (veja ao lado). A medida tem o objetivo de diminuir os acidentes de trânsito.

Segundo um estudo sobre mobilidade urbana sustentável do portal Mobilize Brasil, São Paulo ficou em último lugar num ranking de dez capitais brasileiras. Entre outros critérios, o levantamento aferiu a relação entre renda média mensal e tarifa de ônibus, mortos em acidentes de trânsito e pistas adequadas para bicicletas. O Rio de Janeiro ficou com a melhor colocação. A  capital carioca oferece amplo sistema de transporte coletivo e dispõe de 240 quilômetros de ciclovias. Em segundo lugar no ranking, Curitiba também possui bom sistema de transporte coletivo. São Paulo, por sua vez, amarga uso excessivo de automóveis e motocicletas.

O Mobilize Brasil defende restrições ao transporte individual e investimentos em Metrô, trens, veículos leves sobre trilhos, corredores de ônibus e ciclovias. Além disso, sustenta que os pedestres devem ser priorizados com a construção de calçadas com pisos de qualidade.

A entidade comparou dados de São Paulo com outras cidades do mundo. Londres tem 400 quilômetros de metrô. A capital paulista, 74. Berlim acumula 700 quilômetros de ciclovias. São Paulo, apenas 36.



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Metrô de Fortaleza terá R$ 854 milhões do Governo Federal

A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira, 18, que serão destinados R$ 854 milhões do PAC Mobilidade Urbana para o metrô de Fortaleza. Deste total, R$ 604 milhões são do orçamento federal  e R$ 142,5 milhões são financiamento para o governo estadual. A afirmação foi feita em sua coluna Conversa com a Presidenta, publicada em diversos jornais.

Os recursos vão permitir a modernização do sistema de trens metropolitanos da Linha Oeste e a implantação, no próximo ano, da Linha Sul, na capital cearense.

Ontem, no programa de rádio “Café com a Presidenta”, Dilma já havia anunciado R$ 30 bilhões do PAC Mobilidade Urbana para obras de ampliação de metrôs, corredores de ônibus e veículos leves sobre trilhos (VLTS).


Fonte: Valor Econômico

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Encontro em Campinas discute mobilidade urbana e desenvolvimento sustentável

A mobilidade urbana e o desenvolvimento urbano sustentável na região de Campinas, associado com as outras regiões metropolitanas, foram temas de debates nesta terça-feira (18) com representantes do governo estadual e do Ministério Público. O encontro, promovido pelo sindicato da construção (Secovi), tem por meta ampliar o debate sobre os temas e subsidiar os governos para um futuro plano efetivo de cidades sustentáveis.

“A cidade de Campinas tem uma oportunidade fantástica para fazer isso (o plano)”, disse o presidente do Secovi São Paulo, João Crestana. Para ele, a fragilidade institucional da cidade neste momento propicia à sociedade assumir o debate sobre esses temas e apresentar propostas.

Os palestrantes Jurandir Fernandes, secretário municipal dos Transportes Metropolitano de São Paulo, e José Roberto Carvalho Albejante, promotor de Meio Ambiente de Campinas, concordaram que o modelo atual pouco ou nada contribuem para a sustentabilidade desejada em um futuro próximo.

“Estamos muito voltados para as rodovias. É preciso criar vias próprias dentro dos nossos municípios”, disse Fernandes, sobre a mobilidade urbana. Representante do governo do Estado, o secretário disse ser preciso criar uma sinergia com os 153 municípios das três regiões metropolitanas de São Paulo, incluindo a de Campinas (RMC), ou da chamada macrometrópole paulista.

Albejante, por sua vez, foi mais crítico ao falar da responsabilidade do Executivo no cenário atual do desenvolvimento urbano. “O administrador está jogando a toalha”, disse o promotor. Para ele, é preciso pensar em um zoneamento ecológico-econômico. Lembrou que sustentabilidade é diferente de limites, impostos pela própria natureza. Lembrou a importância que o MP ganhou nos últimos anos, e que hoje já contribui na elaboração de políticas públicas. Albejante salientou a importância do debate como o realizado nesta terça-feira. “A gente é que constrói a lei que a gente quer”.

Cerca de 200 pessoas participaram do encontro, no The Royal Palm Plaza. João Crestana, do Secovi, e Thomaz Assunção, da Urban Systems, debateram a mobilidade com Jurandir Fernandes. Sobre sustentabilidade, participaram do debate com Albejante o diretor regional de planejamento urbano do Secovi, Fuad Jorge Cury, e o secretário de Planejamento de Campinas, Alair Roberto Godoy.

Fonte: EPTV

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