No Recife, Agamenon Magalhães vai ganhar quatro novos viadutos

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A Avenida Agamenon Magalhães, um dos principais gargalos em termos de mobilidade do Grande Recife, vai ganhar quatro novos viadutos até a Copa do Mundo de 2014. O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Campos, durante solenidade na manhã desta quarta-feira (10), no Palácio do Campo das Princesas e que faz parte do Programa Estadual de Mobilidade. Também serão construídas duas novas vias: o Corredor Norte-Sul e o Ramal Cidade da Copa, além de melhorias no Leste-Oeste e a construção do novo Terminal Integrado de São Lourenço da Mata. O investimento total das obras será da ordem de R$ 476 milhões, entre recursos do Tesouro Estadual (R$ 129 milhões) e do Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa (R$ 347 milhões).

Os trechos onde os viadutos da Agamenon serão construídos já estão definidos. O primeiro estará localizado entre o Parque Amorim e a entrada da Avenida Rosa e Silva, onde fica a Mc Donald's. O segundo ligará a Avenida Rui Barbosa até o outro lado da via, perto do Colégio Americano Batista. O terceiro viaduto, no final da Rua Dom Bosco, perto do Colégio Contato, e ligará os motoristas até o outro lado, no Hospital da Restauração.

A quarta intervenção sairá da Rua do Paissandu até o outro lado da Agamenon Magalhães. Com a construção dos viadutos, não haverá mais cruzamentos nessas áreas, liberando o tráfego na Agamenon. "Essas construções são fundamentais, já que, no horário de pico, a velocidade média na Agamenon é de 4,5 km/h", explicou Danilo Cabral, secretário das Cidades. O estudo de como as obras serão efetuadas e o projeto técnico devem ficar prontos até novembro, quando começará o processo licitatório.

CORREDORES - O corredor Norte-Sul, cuja 1ª etapa irá do Terminal Integrado de Igarassu até a Estação Central do Metrô, passará pela PE-15, Complexo de Salgadinho e Cruz Cabugá, com uma extensão total de 33,2 quilômetros e 31 estações ligadas a 4 terminais integrados.

O corredor Leste-Oeste, que vai da Praça do Derby até o Terminal Integrado de Camaragibe, também passará por melhorias. As paradas de ônibus serão trocadas por 22 estações. Neste corredor também devem ser construídos três elevados, próximo ao Bompreço da Benfica, à 3ª Perimetral e no Engenho do Meio.

Outra obra em destaque será o Ramal Cidade da Copa, que terá 6,3 quilômetros. A nova via ligará a Cidade da Copa, em São Lourenço da Mata, até a Avenida Belmiro Correia, próximo à Estação do Metrô de Camaragibe.


Fonte: NE 10

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Salvador terá sistema de transportes em Metrô, BRT e VLT

Transporte BRT na avenida ACM, metrô ligando a Estação Pirajá ao bairro de Cajazeiras e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no lugar dos trens do Subúrbio. Segundo o chefe da Casa Civil municipal, João Leão, estes foram alguns  itens acertados entre estado e município para o novo sistema integrado de transporte de massa de Salvador.

Pela negociação, a prefeitura ficará responsável por obras de intervenção nas vias, como passarelas e viadutos, além da modernização dos trens e da implantação dos corredores de BRT - além da ACM,  também está previsto um corredor entre o Subúrbio e o Acesso Norte. Para isto, o executivo municipal contará com os R$ 567 milhões do PAC Copa que, como estava previsto apenas para BRT, será renegociado com o Ministério das Cidades.

Já ao governo do estado caberá o metrô da avenida Paralela e um alongamento do trecho em construção há 12 anos até Cajazeiras.  O governador Jaques Wagner (PT) calcula que, para isto, o estado precisará de, no máximo, 1,6 bilhão, mas a verba ainda será batalhada junto ao governo federal, pelo PAC Mobilidade.

Como o sistema será construído e administrado através de parcerias público-privadas (PPP), as duas esferas ainda esperam contar com verba da iniciativa privada. Segundo Leão, a empresa licitada para administrar o metrô (incluindo o da Bonocô, ainda sob responsabilidade da prefeitura), obrigatoriamente terá que assumir também os trens do Subúrbio.

As obras de mudança para VLT, o secretário calcula começar junto com as do segundo tramo do metrô (Rótula do Abacaxi - Pirajá), previstas para o início do ano que vem. Esses e outros detalhes do acordo só serão divulgados oficialmente amanhã, por representantes do estado e da prefeitura, mas as duas partes se dizem satisfeitas.

O mesmo não se pode dizer da Câmara de Vereadores, que foi comunicada ontem da decisão durante um almoço com Leão e o prefeito João Henrique. “Não fomos consultados, recebemos o projeto pronto. Então, não temos nenhuma responsabilidade sobre ele”, reclamou o presidente da Casa, Pedro Godinho (PMDB)


Fonte: iBahia.com

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Metrô de São Paulo registra um aumento de 68% de passageiros na Estação Consolação

Filas nas catracas, plataformas lotadas, demora para conseguir embarcar nos trens. O cenário, típico das grandes estações de transferência do metrô paulistano, como Sé e Paraíso, começa a caracterizar a Consolação, da Linha 2-Verde, onde o número de passageiros subiu 68% só nos últimos quatro meses.


Em maio, cerca de 84 mil pessoas usavam a estação por dia; na quarta-feira passada, circularam por lá 142 mil usuários. O período coincide com ampliações no funcionamento da Linha 4-Amarela, cuja Estação Paulista faz conexão com a Linha 2 na Consolação. Entre as principais mudanças estão a abertura da Estação Pinheiros e a extensão do horário da Linha 4 até as 21h.

Quem costuma embarcar na Consolação reclama do crescente desconforto. "Agora, não tem mais horário de pico. Eu diria que o pico é o dia inteiro", diz o auxiliar administrativo Richard Turrek, de 26 anos, que trabalha na Avenida Paulista. A professora Juliana Brasil Forte, de 28, considera estreito o túnel que liga as duas linhas. "Acaba acumulando muita gente nas pontas, mesmo onde está a plataforma."

Menor do que as outras três estações de integração do Metrô, a Consolação tem 10 mil metros quadrados de área construída. Na Sé, são 39 mil m² e, na Paraíso e na Ana Rosa, 15 mil m² cada. Além disso, ela conta com apenas uma saída própria. "Pode ser que, quando planejaram a estação, não tivessem pensado em uma integração como a que existe hoje", diz Rogério Belda, da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

Para o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, o fluxo de passageiros na Estação Consolação deve diminuir a partir do próximo mês, quando for aberta a conexão da Linha 4 com as Estações República, da Linha 3-Vermelha, e Luz, na Linha 1-Azul, ambas na região central. Hoje boa parte dos passageiros que fazem a baldeação entre as Linhas 2 e 4 na Consolação segue em direção à Estação Paraíso para chegar ao centro da cidade.

Ampliação. "A situação não é definitiva ainda, porque nós não temos a continuidade da Linha 4. Então, o comportamento real dela, como ela vai ficar, só depois da inauguração (da República e da Luz). Há um acúmulo importante de pessoas ali, porque todos (na Linha 4) têm de descer (na Estação Paulista)", diz Fernandes. Segundo ele, entre setembro e dezembro, técnicos vão avaliar como fica a integração. "Só depois vamos analisar se será necessário fazer alguma intervenção na Estação Consolação", afirma.

[NA LINHA 4]O Metrô informou que, para ampliar o conforto dos passageiros, desenvolve "novos programas de oferta de trens, visando a agilizar o embarque e o desembarque" para reduzir o tempo de espera na plataforma.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.






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Projeto quer limitar velocidade dos ônibus articulados e biarticulados de Curitiba

A votação do projeto de lei que limita em 40 km/h a velocidade dos veículos articulados e biarticulados nas vias do anel central de Curitiba, que estava ontem na pauta da Câmara Municipal, foi adiada por dez sessões – aproximadamente duas semanas. A prorrogação foi solicitada pelo vereador Tito Zeglin (PDT), autor do projeto.

Com receio de que a proposta fosse rejeitada, Zeglin solicitou o envio do projeto para a Urba­nização de Curitiba S/A (Urbs) – empresa de economia mista responsável pelo transporte coletivo na capital. “Levarei a proposta à Urbs para que os técnicos possam analisar e dar um parecer que possa embasar a justificativa, evitando a reprovação”, diz ele.

Na opinião do vereador, estabelecer um limite de velocidade é crucial para a segurança do sistema. “Diminuir a velocidade é uma maneira de dar mais segurança aos passageiros e pedestres na área central, local de maior movimentação de pessoas”, afirma. Em Curitiba, neste ano, segundo dados preliminares do Corpo de Bombeiros, foram registrados 500 batidas ou atropelamentos envolvendo ônibus (coletivos ou não), que deixaram 287 pessoas feridas.

Uma medida semelhante foi adotada em julho na cidade do Rio de Janeiro. Lá, com exceção de algumas ruas, todos os ônibus que circulam pela cidade devem trafegar, no máximo, a 50 km/h. A alteração baseou-se em estudos técnicos feitos pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) e foi proposta pela prefeitura.

Em São Paulo, a solução encontrada para evitar acidentes foi outra: ao invés de limitar a velocidade dos ônibus, uma lei prevê que até 2012 todos os ônibus da cidade rodem com um painel que indica a velocidade aos passageiros. Se o excesso de velocidade for comprovado, a empresa será multada em R$ 720.

Polêmica

Na opinião do engenheiro civil Roberto Ghidini, autor de uma tese de doutorado sobre o transporte coletivo de Curitiba, a medida cautelar é bem-vinda. “A diminuição da acidentalidade é consequência de uma série de medidas. Obedecer às normas de condução, sobretudo nos cruzamentos, e a redução da velocidade me parecem cruciais”, diz.

Entretanto, para Ghidini, a redução na velocidade dos ônibus certamente trará impactos no tempo de viagem. “Caso não haja aumento da frota, além da velocidade, provavelmente a frequência entre um ônibus e outro será menor”, pondera. Mesmo assim, ele ressalta que a proposta trará mais segurança para os passageiros e pedestres.

O arquiteto Ricardo Mesquita também aprova a medida. Segun­do ele, não há motivo para que os ônibus arranquem bruscamente. Outra vantagem está na parada em semáforos. “Se o ônibus mantiver a média máxima de 40 km/h é mais fácil encontrar os semáforos abertos”, explica. Procurada pela reportagem, a Urbs não se pronunciou sobre o projeto de lei do vereador Tito Zeglin.



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No Recife, Sai hoje a licitação dos corredores BRT's

O Governador Eduardo Campos lança nesta quarta-feira, no Palácio do Campo das Princesas, os editais de licitação para as obras de mobilidade que serão realizadas na Região Metropolitana do Recife até a Copa do Mundo de 2014.

Inicialmente serão licitadas as intervenções que constam como compromisso do Estado de Pernambuco na Matriz da Copa: o Terminal Integrado Cosme e Damião, a ser construído em São Lourenço da Mata; e a implantação de 52 quilômetros de corredores exclusivos de TRO (Transporte Rápido de Ônibus) nos eixos Norte-Sul, Leste-Oeste e Ramal Cidade da Copa - um investimento de R$ 476 milhões - recursos do Tesouro Estadual (R$ 129 milhões) e do Governo Federal, através do PAC da Copa (R$ 347 milhões).

As obras estão dentro do Programa Estadual de Mobilidade (PROMOB), que além dessas intervenções, prevê ainda a implantação de corredores de transporte público na Avenida Norte Miguel Arraes e na BR-101 que serão licitados posteriormente. Quando o conjunto de obras estiver concluído serão mais de 100 quilômetros de corredores exclusivos de transporte coletivo e um investimento de R$ 1,5 bilhão.

O Governo do Estado também está licitando a aquisição de uma central de controle e monitoramento da frota dos mais de 2900 ônibus que operam hoje no sistema de transporte público da Região Metropolitana. Trata-se de uma tecnologia sistematizada por meio do GPS (Sistema de Posicionamento Global), orçada em R$26 milhões.  A medida vai proporcionar a fiscalização e acompanhamento, em tempo real, da posição e localização dos ônibus no mapa da RMR, assim como a velocidade em que eles estão trafegando e o tempo de viagem de cada linha.



Informações do Governo do Estado

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Prefeitura de Paulínia está instalando 500 novos abrigos nos pontos de ônibus

A Prefeitura de Paulínia está substituindo os antigos abrigos dos pontos de ônibus por novos feitos a base de concreto com cobertura e também instalando novos onde antes não existiam.
O vereador Marquinho Fiorella (PP) é o autor da indicação enviada ao prefeito José Pavan Junior (DEM), para que Paulínia passasse a usar este modelo de cobertura, “Em diversas cidades do estado já adotaram este modelo a base de concreto, pois são mais confortáveis já que possuem bancos e cobertura que protegem das chuvas, além de serem mais resistente a ações da natureza e de vandalismo”, disse.
Fiorella ainda afirmou que este é mais um conforto para os munícipes, “Para quem faz uso do transporte coletivo diariamente estes novos abrigos chegam no momento certo, pois não é fácil sair para trabalhar é às vezes ficar embaixo de chuva”.
Os novos pontos de ônibus possuem também acessibilidade para pessoas com deficiência e serão instalados 500 abrigos, e onde houver maior fluxo de passageiros, o local receberá dois ou mais módulos. A Secretaria de Transportes (SETRANSP) espera em até 180 dias atender todos os pontos de ônibus da cidade.

Fonte: Paulínia News

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Londrina terá linhas de ônibus sem cobradores

O presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU), André Nadai, informou na tarde desta terça-feira (9) que vai dar início aos estudos para escolher quais linhas de transporte coletivo transitarão sem  cobradores.

A informação que o número de cobradores iria diminir foi publicada no Diário Oficial do Município. Na segunda-feira (8), o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros e de Características de Metropolitano de Londrina (Metrolon) emitiu uma nota oficial à imprensa, informando que os funcionários seriam remanejados para outros postos, como motoristas, despachantes ou vendedores de crédito dos cartões de transporte. Segundo o Metrolon, atualmente 70% dos motoristas são ex-cobradores.

De acordo com Nadai, a retirada dos cobradores ja vem sendo realizada desde  2006, acompanhando o acordo coletivo com o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sintrol). O estudo e a remoção destes trabalhadores passará a ser gerido agora pela CMTU.

O presidente da CMTU disse que em algumas linhas há apenas cobrança de três a cinco passagens ao dia e por isso é preciso verificar a necessidade dos profissionais nestes trechos. Ele garantiu que não haverá demissões.
Nadai comentou que muitas pessoas ainda fazem o pagamento da passagem do ônibus em dinheiro e que por isso é preciso realizar o levantamento para que a população não seja afetada com a saída dos cobradores de algumas linhas de transporte.

O presidente da CMTU afirmou que com a retirada destes profissionais será possível considerar um reflexo na redução da tarifa. Ele disse que o resultado poderia ser sentido em um prazo de cerca de 6 meses a um ano, dependendo das aposentadorias e saídas dos funcionários.

Questionado se a população conseguiria utilizar o transporte com o cartão eletrônico sem difculdades, Nadai afirmou que sim. De acordo com ele, a medida vai estimular ainda mais a população a obter e usar o cartão transporte.
Ele falou ainda que a negociação com o Sintrol é boa e que eles devem se reunir para discutir as mudanças nas linhas do transporte coletivo.



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Assetur exige tarifaço para melhorar ônibus

Em vez de apresentar o plano de modernização da frota de ônibus, a Associação das Empresas Concessionárias do Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande (Assetur), protocolou ontem, às 17h (data limite determinada pelo município) ofício propondo tarifaço para atender ao requisito solicitado pelo prefeito Nelsinho Trad (PMDB). A modernização do setor é uma das exigências contidas no caderno de tarefas do Ministério das Cidades para liberação de R$ 280 milhões do Programa de Mobilidade Urbana para a Capital. O anúncio oficial das cidades contempladas será exatamente no dia 26 de agosto (aniversário de 112 anos da cidade). Sem esta condição o município corre o risco de perder boa parte dos investimentos do PAC - Mobilidade.

"Não vou dar aumento nenhum e a partir de hoje (ontem à noite) não quero mais conversa com os empresários do setor", disparou o prefeito, visivelmente irritado com o que considerou falta de respeito com a população da Capital. "Eles (os empresários da Viação Cidade Morena, Campo Grande, Jaguar, São Francisco e Serrana) estão jogando contra a nossa cidade, e isso eu não admito mesmo".

O prefeito reuniu o diretor da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade Júnior - responsável pela fiscalizaçãop o serviço, e o procurador do município, Ernesto Borges, para definir medidas que deverão ser anunciadas nos próximos dias contra a Assetur. A primeira hipótese é a intervenção e, posteriormente, possivel lançamento de nova licitação para atrair novas empreas dispostas a aceitar o desafio de modernizar o velho sistema de transporte coletivo da Capital.

Quatro (Cidade Morena, Jaguar, São Francisco e Campo Grande) são comandadas pela família de Nenê Constantino, dono de frotas de ônibus em todo o País, e da Gol Linhas Aéreas. O grupo detém contratos com a prefeitura da Capital desde a década de 70. De lá para cá, jamais perdeu qualquer embate licitatório, razão pela qual levou o prefeito a assumir publicamente que daria uma trégua a Assetur até ontem (dia 9 de agosto) para que apresentasse um plano de modernização do sistema.

Em vez disso, condicionaram qualquer iniciativa nesse sentido a um novo tarifaço. O último reajuste ocorreu em 28 de fevereiro deste ano, com a tarifa passando a custar R$ 2,70, uma das mais caras do País. Para reforçar negativa, o prefeito lembrou que neste ano as empresas tiveram tratamento vip do município ao conceder reajuste acima da inflação. Mais: desde que assumiu o custo do transporte coletivo aumentou 50%.

"Agora eles (empresários) querem me convencer a ir contra a nossa população?, questiona Nelsinho Trad.


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No Rio, Fiscalização eletrônica melhora transporte público

A tecnologia usualmente aplicada para monitorar o trânsito e registrar a infração de quem abusa da velocidade ou infringe outras regras de trânsito está sendo aplicada também à gestão de transporte: para o monitoramento de corredores exclusivos.
A prática dos chamados Bus Rapid Transit (BRTs), comum em alguns países e cidades brasileiras como Curitiba, Goiânia e São Paulo, é uma solução que está sendo ampliada, a exemplo de Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Nestas cidades, o projeto já considera a fiscalização nas faixas exclusivas de tráfego. Este ano a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET–Rio) implantou um sistema de monitoramento teste na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, e a BHTrans terá 12 equipamentos para registrar os veículos que invadem o espaço destinado aos ônibus.
O corredor exclusivo para transporte coletivo da capital carioca ganhou uma adaptação e outro nome: Bus Rapid System (BRS). As vias seletivas ocupam duas das quatro faixas e trabalham num sistema interessante: porque Copacabana é uma região residencial, os engenheiros de trânsito criaram um sistema em que o motorista pode acessar o BRS para virar na primeira via que der mão à direita ou acessar garagens e só é multado se dois dispositivos seguidos flagrarem o veículo no corredor.
Richele Cabral, diretora de Mobilidade Urbana da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), explica que as obras foram feitas pensando nos grandes eventos internacionais que estão por vir: “A Prefeitura começou a trabalhar os sistemas de exclusividade pelo advento da Copa e das Olimpíadas, como forma de organizar e planejar melhor o trânsito numa cidade com três milhões de usuários de ônibus, e 208 empresas de transporte atuando. E, em pouco tempo, já podemos notar que os motoristas absorveram a cultura de respeito à segregação dos transportes. Um mês após a implantação, quando as multas começaram a ser computadas, notamos um número baixo de infrações, o que demonstra o respeito dos motoristas à nova orientação”, diz.
No Zona Sul do Rio, a fiscalização é feita por 23 câmeras espalhadas pela via e cerca de 70 guardas municipais. Richele pontua os benefícios da ação: “Apesar de nossa primeira opção ser sempre a construção de um corredor exclusivo para o trânsito dos transportes coletivos, quando falamos de vias já existentes, o controle por esses dispositivos se mostra extremamente eficaz, em contrapartida das outras opções, que seria a construção de uma barreira física. Temos estimativas de que o tempo que se levava para percorrer a Avenida Nossa Senhora de Copacabana reduziu 40% após o início das atividades de fiscalização. Antes, um carro levava 40 minutos, agora leva, em média, 17 minutos”, aponta.
Fiscalização da velocidade dos ônibus
A solução da tecnologia para garantir a medida restritiva dos corredores funciona bem e pode ir além. Segundo José Mario de Andrade, especialista em trânsito e diretor da Perkons, “A eficácia comprovada da fiscalização eletrônica no fluxo dos BRTs também suscita uma polêmica. Há quem defenda a utilização desses dispositivos posicionados nas vias especiais também na vigilância dos próprios ônibus. E os acidentes graves, cada vez menos espaçados, e com várias vítimas, colocam essa possibilidade dentro do cabível. Nem só por conta das penalidades, que, antes de alcançar o infrator, passariam por um grande processo burocrático, mas pela imposição de respeito que a presença do aparelho causa. Se o motorista sabe que está sendo fiscalizado, não vai abusar da velocidade, o que garante facilmente a segurança do usuário de transporte público”, sugere.
O professor Coca Ferraz, Coordenador do Núcleo de Estudos de Segurança no Trânsito da USP - São Carlos, acredita que as ferramentas disponíveis hoje para conter a velocidade dos ônibus poderiam ser reforçadas. “Os órgãos responsáveis pelo trânsito costumam controlar a velocidade dos ônibus com tacógrafos, dispositivos que registram e armazenam as velocidades desenvolvidas pelo veículo. Essas podem ser verificadas após o período de operação. Assim, o tacógrafo atua de maneira eficaz para o controle da velocidade, uma vez que o condutor sabe que se ultrapassar o limite permitido o fato ficará registrado”, explica.
No entanto, aponta o especialista, que vários acidentes com ônibus em corredores exclusivos são causados por alta velocidade. “Sem dúvida, a fiscalização eletrônica seria uma solução para a segurança dos usuários desse transporte, pois contribuiria para um maior controle da velocidade e redução dos acidentes, sobretudo se os ônibus não tivessem operando com tacógrafo”, pontua.
Sobre a hipótese de contrassenso de implantação de fiscalização eletrônica em corredores com veículos com velocidade controlada, na medida em que o governo é responsável por ambas as áreas (transporte coletivo e controle de tráfego), o professor desmistifica a questão: “O controle com fiscalização eletrônica se somaria ao controle com tacógrafo, inibindo ainda mais o emprego de velocidade acima do permitido”, conclui.

Fonte: Elektor

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Cartão Passe Fácil será lançado em Maringá

O primeiro vale-transporte que agrega a função crédito a circular no país, o Cartão Passe Fácil será lançado em Maringá nesta quarta-feira (10), durante café da manhã para autoridades, empresários e imprensa, na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim). A cerimônia será conduzida pelos diretores da Coopercred, Pedro Silveira e da Multipass, Luiz Gruber Filho, e pelo administrador executivo da Transporte Coletivo Cidade Canção (TCCC) Roberto Jacomelli, com a presença do prefeito Silvio Barros.

Idealizado pela Multipass Cartões Inteligentes, de Curitiba, e operacionalizado pela Coopercred, administradora maringaense de cartões, o Passe Fácil vai permite ao usuário do transporte coletivo recarregar o vale-transporte em mais de 100 pontos credenciados à rede Coopercred, como padarias, farmácias, supermercados e pequenos comércios localizados em diferentes bairros da cidade.
A pulverização do acesso foi um dos requisitos constantes na licitação do setor ocorrida em março deste ano. "Com o Passe Fácil o trabalhador não precisará gastar uma passagem para ir até o centro comprar outra. Ele aproveita a ida até a padaria para recarregar o cartão", afirma Gruber Filho.

Além disso, o usuário tem à disposição a função crédito, com limite pré-aprovado de R$ 200, numa mostra da sintonia da Coopercred e seus parceiros com as tendências macroeconômicas que, cada vez mais voltam os olhos para as necessidades das classes C, D e E.

Conforme estudo divulgado na segunda-feira (8) pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência (SAE), na última década, 31 milhões de pessoas entraram na classe média brasileira. Atualmente, cerca de 95 milhões fazem parte desse estrato social, com renda familiar entre R$ 1 mil e R$ 4 mil. São, sobretudo, jovens, com emprego formal, alto potencial de consumo e características heterogêneas. O levantamento feito pelo Classe Média em Números traz um perfil detalhado da nova classe média brasileira, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

"Com o Passe Fácil, pessoas até então excluídas das possibilidades do microcrédito terão acesso a esse universo de maneira simples e rápida", afirma Silveira. Estimativas iniciais sugerem que o impacto da ferramenta inovadora no comércio regional pode ultrapassar R$ 100 milhões ao ano.

Gruber destaca que as inovações e vantagens do Passe Fácil vão além. De acordo com o diretor, a bilhetagem eletrônica aumenta a velocidade do embarque, controla o acesso dos usuários pagantes e não pagantes e diminui a circulação de dinheiro dentro dos ônibus.

Os atuais cartões de vale-transporte já começaram a ser trocados pelos novos cartões Passe Fácil. A troca está sendo efetuada diretamente nas empresas adeptas do vale-transporte e o novo cartão é entregue imediatamente.

As funções transporte e crédito do Cartão Passe Fácil são independentes. A função crédito é opcional ao usuário com mais de 18 anos e está sujeita à análise dos dados cadastrais. Para ativá-la basta ligar para 0800-44-6263, o call center da Coopercred.

Fonte: O Diário

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Transporte coletivo de Palmas vai passar para R$ 2,50 em outubro

Encabeçado pelo deputado estadual Marcelo Lelis (PV), foi lançado na tarde de terça, 9, na Assembleia Legislativa do Tocantins, o Movimento Contra o Aumento da Tarifa. A solenidade contou com a participação dos vereadores Cavalcante (PP) e Fernando Rezende (DEM), representantes do Conselho Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade do Município de Palmas (CMTTM), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-TO), de associações de bairro, mototaxistas, movimentos estudantis e muitos outros que se sentem lesados pelo aumento autorizado pela Prefeitura de Palmas. O intuito da reunião foi mobilizar a população em torno de uma Ação Popular com Pedido de Liminar contra o aumento considerado abusivo pelos participantes.

Lelis abriu a solenidade explicando de seus motivos para mobilizar a ação, citando as promessas de melhorias do transporte coletivo de Palmas, feitas pelo atual prefeito, Raul Filho, enquanto candidato, e sobre atual situação do transporte público na Capital. “A passagem era R$ 1,70, foi aumentada com a argumentação de melhorias, depois se aumentou para R$ 2,00, depois para R$ 2,20 agora querem aumentar para R$ 2,50, e cadê as melhorias prometidas”, questionou o deputado.

Adriano Guinzelli, uns dos responsáveis jurídicos pelo Movimento, explicou os pontos em que se baseia a Ação. Um dos questionamentos foi a violação ao princípio da moralidade, que segundo o advogado foi ferida quando o contrato de concessão previa que a empresa Expresso Miracema, detentora de 75% da prestação de serviços de transporte coletivo de Palmas repassasse a outra operadora 25% dos direito e deveres sobre o transporte coletivo. Mas o que ocorreu foi que a Miracema repassou 5% para empresa Palmas Transporte e Turismo, cuja a propriedade é pertencente à esposa e filho do proprietário da Miracema, Toninho da Seturb, que também é presidente do Sindicato Empresário Transporte Coletivos Urbanos Municipal Est Tocantins (Seturb).

Outro ponto abordado foi sobre a avaliação técnica das planilhas de custos das empresas, que foram consideradas deficientes, e que somente foram disponibilizadas pela Seturb as informações da empresa Miracema, cujo presidente é proprietário, enquanto as outras três empresas não enviaram os dados.

Segundo Gunzelli, os encargos (PIS e COFINS) impostos sobre serviços estão sendo repassados na tarifa, ou seja, os usuário que estão pagando os impostos pelas empresas, o que não é permitido por lei.

As planilhas de custo das empresas, que sempre servem de base para os aumento foram muito questionadas,e não existe outro levantamentos para que se faça uma analise comparativa.

Segundo a organização do Movimento as assinaturas para a Ação começaram no final da reunião se encerram dia 18 de agosto; dia 22 os organizadores desejam dar entrada no MPE com as assinaturas coletadas . (Por Emerson Silva)

Fonte: Portal Stylo

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