No Rio, Barreira contra calote em estação do BRT

sexta-feira, 31 de maio de 2019

O BRT começou a testar, nesta quarta-feira, as barreiras contra o calote. O guarda-corpo metálico instalado por enquanto apenas em parte da estação Mato Alto, do corredor Transoeste, dificulta, mas não impede o passageiro de entrar sem pagar. O sistema foi implantado somente no módulo parador, no sentido Alvorada.
Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

Para acessar a estação sem pagar é só entrar por trás, na pista no sentido inverso, direção Santa Cruz, onde as portas, inclusive, nem fecham, ou caminhar um pouco mais até o módulo expresso, onde ainda não foram demolidos os beirais, que facilitam a subida.

Os passageiros utilizam os beirais do módulo expresso não só para subir sem pagar, como também para descer da estação e cortar caminho, pelo meio da pista, até as paradas de vans e ônibus alimentadores. Apesar de se arriscarem entre os carros, com isso elas economizam uma caminhada maior até o sinal de trânsito, onde é possível fazer a travessia em segurança.

Por enquanto, foram instalados oito pares de guarda-corpos, um par em cada porta do módulo parador da estação Mato Alto, onde os ônibus só param entre 4h e 9h30. No módulo expresso, que ainda não tem o equipamento, o movimento de embarque e desembarque é o dia todo. O que inibia mesmo os calotes era a presença de guardas municipais na plataforma, até as 10h, quando a equipe foi embora.

O sistema será avaliado e, se for aprovado, poderá ser instalado em outras estações, com possíveis adaptações e em um ritmo que não prejudique o serviço aos usuários. Mas, depois de acompanhar a implantação nesta manhã no Mato Alto, o diretor de Infraestrutura do BRT, Osmar Caetano, ficou satisfeito com o que viu:

— Já consideramos o resultado muito positivo. Acompanhamos desde cedo a operação na estação Mato Alto e não registramos nenhuma tentativa de calote nessas primeiras horas, quando o movimento é bem intenso.

Segundo o BRT o equipamento é um reforço às ações da Intervenção no sistema, iniciada em janeiro, que montou uma força-tarefa com órgãos da Prefeitura. Além do calote, também estão no foco das operações o vandalismo e o comércio ilegal nas estações e terminais, informou a comissão de intervenção.

Informações: Extra Globo


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Cidade de Olinda terá ar-condicionado nos ônibus

Um decreto assinado nesta quinta-feira (30) pelo prefeito de Olinda, Professor Lupércio (Solidariedade), determina a instalação de ar-condicionado nos ônibus que circulam pela cidade. A previsão é que a norma seja publicada no Diário Oficial do município na sexta (31), entrando imediatamente em vigor.

De acordo com a prefeitura, a implantação dos equipamentos deve acontecer seguindo um calendário elaborado pelo município. Em até 15 dias, dois veículos devem começar a circular com os aparelhos, em fase de testes.

O município tem, ao todo, 72 coletivos de 13 linhas. Os veículos são responsáveis por 980 viagens diárias, em que circulam 37 mil passageiros.

Ainda segundo a administração municipal, a medida é o resultado da articulação direta com os operadores do setor, “entendendo a necessidade efetiva de melhoria no sistema de transporte público de passageiros”.

A assinatura do decreto em Olinda aconteceu um dia após o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), sancionar o projeto de lei aprovado pela Câmara dos Vereadores, que determina a instalação de aparelhos de ar condicionado nos ônibus do Recife até 2023.

A previsão é que, a partir de outubro de 2019, 25% da frota de ônibus do Recife, ou seja, cerca de 580 coletivos, recebam ar-condicionado. Esse percentual deve se repetir a cada ano, até 2023, quando seriam contemplados todos os veículos.

Informações: G1 PE



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Governo de SP entrega 50 ônibus novos para região de Campinas

O Governador João Doria e o Secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, entregaram nesta quinta-feira (30), 50 ônibus novos, que atenderão os 110 mil passageiros que utilizam, diariamente, ônibus de linhas intermunicipais de Hortolândia, Sumaré, Paulínia e Valinhos.

Também foi inaugurada, em Hortolândia, a Ponte da Esperança (Estaiada), que liga as regiões Leste (Jd. Novo ngulo) e Oeste (Jd. Amanda) da cidade. Implantada pela Prefeitura do município, a estrutura faz parte do traçado do Corredor Biléo Soares, construído pela EMTU/SP.

“Estamos permitindo acessibilidade de um bairro mais humilde, mais simples à estrutura da cidade nesta interligação, reduzindo o tempo da viagem, permitindo que essas pessoas possam chegar e sair do trabalho, em ônibus de qualidade, com ar-condicionado, wi-fi, tomadas para recarga de celulares, com conforto anatômico, acessibilidade”, disse o Governador.

Do tipo convencional, os ônibus têm capacidade para transportar 76 passageiros cada (34 sentados e 42 em pé). Do ponto de vista ambiental, o seu motor diesel Euro V possui a tecnologia mais moderna.

Adquiridos pelo Consórcio Bus+, os ônibus vão substituir parte da frota dos 323 coletivos que operam nas 123 linhas que interligam os quatro municípios. Isso representa 70% da demanda total da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

Os veículos são os primeiros de um total de 140 ônibus zero quilômetro a serem entregues até agosto de 2019. Quando todos estiverem em operação, a idade média da frota intermunicipal na RMC baixará de 7 anos para 4,2 anos, conforme prevê o contrato de concessão. O investimento total do consórcio é de R$ 58 milhões.

Ponte Estaiada

São de responsabilidade da EMTU/SP os acessos à Ponte Estaiada, as obras de cabeceiras da ponte e o viário, desde a Avenida Olívio Franceschini, na interligação com a Avenida José João da Silva, até a ligação com a rua Antônio da Costa Santos. Além disso, empresa executou todo o asfaltamento, sinalização e as estações de embarque e desembarque. O investimento do Governo do Estado é de R$ 52,8 milhões.

Informações: Portal do Governo


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Número de cobradores será reduzido em Curitiba

"A função de cobrador do transporte coletivo não será extinta em Curitiba, mas o número de trabalhadores será reduzido até 2023. Isso é o que prevê o acordo fechado no Ministério Público do Trabalho (MPT) entre representantes dos sindicatos dos motoristas e cobradores (Sindimoc), das empresas de ônibus (Setransp) e da Urbs, empresa que gerencia o transporte na capital, para a implantação gradativa da bilhetagem eletrônica no sistema de ônibus da capital.

"Apesar do acordo, um projeto sobre o tema ainda será votado pelos vereadores na Câmara Municipal. Um substitutivo ao projeto original – que previa o fim dessa função com a bilhetagem exclusivamente eletrônica – deve ser discutido e votado pelos parlamentares. Ainda não há data definida para isso ocorrer.

Com o acordo firmado, ficou definido que os trabalhadores passarão por cursos de requalificação e eles serão oferecidos pelas empresas de ônibus. Aos poucos, o número de cobradores será reduzido, mas alguns empregos ainda seguirão existindo em Curitiba. 

A ata da reunião no MPT diz que, após maio de 2023, “continuará a quantidade necessária de cobradores para operação do sistema de transporte coletivo de Curitiba, conforme programação operacional que vier a ser determinado pelo Poder Concedente”.

“A função de cobrador não vai acabar. O sistema não suporta. É preciso ter cobrador nas estações-tubo, em ônibus articulados, como os Interbairros. Os motoristas não têm como cuidar das portas, dos passageiros e ainda do trânsito”, opinou o vereador do PSC e vice-presidente do Sindimoc, Rogério Campos.

Atualmente cerca de 3,5 mil cobradores trabalham no transporte coletivo em Curitiba, segundo dados do Sindimoc. Se considerarmos toda a RMC, o número chega a 6 mil. O acordo assinado no MPT diz respeito apenas à capital. A Coordenação da Região Metropolitana (Comec) informou que a negociação referente ao transporte da RMC ainda será feita pelas 16 empresas que atuam na região.

A estimativa do Sindimoc é de que, depois de maio de 2023, restem entre 900 e 1,2 mil cobradores em Curitiba. A Urbs, porém, afirma que não é possível mensurar esse número neste momento, mas que serão mantidas as vagas necessárias para operar o sistema.

Para o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto, os pontos acertados no MPT foram importantes para Curitiba, pois garantem que haverá evolução tecnológica no sistema de transporte e ainda atendem à demanda dos trabalhadores por requalificação. “Esses profissionais terão o tempo necessário para a maturação de uma nova profissão. A Urbs deixou claro que a implantação da bilhetagem eletrônica seria gradativa. Agora isso se confirmou com o acordo firmado MPT”, afirmou.

Informações: Gazeta do Povo


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Porto Alegre estuda reduzir o número de cobradores nos ônibus

O prefeito Nelson Marchezan Júnior e a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Rodoviário de Porto Alegre (Stetpoa) se reuniram ontem para discutir a votação, na Câmara Municipal, do Projeto de Lei (PL) do Executivo que autoriza a alteração da tripulação do sistema de transporte coletivo e disciplina o pagamento da tarifa no horário entre 22h e 4h. 

Ao fim da reunião, ficou definido que o município não priorizará a votação no Legislativo até nova reunião com a categoria. Já o Sindicato dos Rodoviários não fará a manifestação contra a proposta prevista para hoje. O PL seguirá tramitando na Câmara, mas sem data para entrar na ordem do dia. 

Pelo projeto, a tripulação dos ônibus, composta por motoristas e cobradores, poderá sofrer redução gradativa, com a exclusão dos cobradores nas seguintes hipóteses: rescisão do contrato de trabalho por iniciativa do funcionário; demissão por justa causa; aposentadoria; falecimento do empregado; interrupção ou suspensão do contrato; na prestação do serviço de transporte coletivo cuja viagem tenha iniciado entre as 22h e as 4h; e aos domingos, feriados e dias de passe livre. 

O pagamento da tarifa nesse turno, visando à segurança, deverá ser efetuado exclusivamente por meio de cartões do Sistema de Bilhetagem Eletrônica, de débito ou crédito, ou outras formas eletrônicas de pagamento.  

Informações: Jornal do ComércioCia Jornalistica



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Metrô multa em R$ 88 milhões empresa por quebra de contrato nas obras da Linha 17-Ouro

O Metrô de São Paulo aplicou uma multa de R$ 88 milhões a uma das empresas do Consórcio Monotrilho Integração por descumprimento do contrato das obras da Linha 17-Ouro. A empresa Scomi, responsável pela entrega dos trens, é originária da Malásia e faliu, não entregado os equipamentos.
Foto: Nelson Antoine/Framephoto/Estadão 

O prazo para recurso da multa é de 5 dias úteis e o consórcio responsável pelo monotrilho informou que não comentaria o caso.

A construção da linha se prolonga há anos sem solução, já que a obra era prevista para a Copa do Mundo de 2014.

Em março deste ano, o Metrô rescindiu unilateralmente um dos contratos de construção porque a obra, capitaneada pela empreiteira Andrade Gutierrez, estava em ritmo muito lento. Agora, não há previsão de entrega.

A construção da Linha Ouro é dividida em cinco contratos, um para o pátio de manutenção, três para construir nove estações e o principal, que contempla trens, as vigas por onde eles passariam e a sinalização, que foi rompido.

Isso porque, segundo o Metrô, era o único setor parado da obra. O governo informou que tentou por várias vezes acelerar o ritmo para que a obra fosse entregue em 2020. Procurada, a Andrade Gutierrez diz que não vai se pronunciar sobre o contrato.

Informações: G1 SP


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BRT Transoeste vai perder um terço das estações entre Santa Cruz e Campo Grande

As 22 estações, entre os terminais de Santa Cruz e Campo Grande, que estão desativadas há um ano, só voltarão a funcionar depois de reformadas pela futura concessionária do serviço — cuja escolha está longe de acontecer. Além disso, o projeto do interventor instituído pela prefeitura, Luiz Alfredo Salomão, prevê que esse trecho volte sem ônibus articulados, apenas com abrigo nos pontos de parada e com embarque mediante nova validação do cartão Riocard. Na prática, o corredor BRT Transoeste passa a ter oficialmente 43 estações, um terço a menos do que as 65 originais.
Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo

— As estações serão abertas, sem catracas. Terá só um teto para proteger as pessoas da chuva e do sol. E as linhas alimentadoras vão rodar por ali na faixa exclusiva. O passageiro entrará no ônibus comum e validará o cartão no veículo — afirma Salomão, defendendo que a região não tem demanda para ônibus articulados do BRT.

No entanto, até que isso aconteça, a Prefeitura do Rio ainda vai licitar um estudo para saber quais intervenções serão necessárias no corredor. Só depois, fará a escolha da nova empresa para operar todo o sistema BRT, que terá, como contrapartida das empresas, realizar as obras apontadas pelo estudo. Além dos problemas das 22 estações, o corredor sofre com um trecho de seis paradas entre o Pingo D’água e a Ilha de Guaratiba por conta do solo inadequado que causa danos ao asfalto.

— É impossível resolver esse problema do asfalto. A gente faz uma maquiagem. Por isso, o estudo precisa ser feito. Ele vai indicar qual seria a melhor solução: se é trocar o solo ou criar uma estrutura que suporte ou trocar o trajeto — diz Salomão.

Ainda não há data para a escolha da empresa que vai operar o sistema BRT. Salomão espera realizar a licitação ainda em 2019, mas admite dificuldades. Além disso, as empresas de ônibus que realizavam o serviço até este ano, quando a prefeitura decretou uma intervenção no sistema, prometem entrar na Justiça contra a medida.

O EXTRA mostrou ontem que a prefeitura decidiu desmontar as 22 estações do BRT entre os terminais de Santa Cruz e Campo Grande. Segundo o interventor Salomão, a decisão foi tomada por conta dos constantes roubos das estruturas.

— Até a nova licitação ser feita, é impossível restaurar essas estações. Aquilo ali custou entre R$ 600 e R$ 800 milhões para ser feito. Até piso de granito levaram.

Empresas questionam licitação

As empresas de ônibus que operavam o serviço questionam a legalidade de uma licitação para escolher novas firmas que passariam a atuar nos três corredores do BRT que já existem (Transoeste, Transbrasil e Transolímpica) e também na Transbrasil, que ainda não foi inaugurada. O consórcio operacional do BRT afirma que há um contrato vigente desde 2010 que dura até 2032 e entrará com reclamação na Justiça caso ele seja rompido.

“Apostar nessa solução, além de gerar insegurança jurídica, é protelar a resolução de problemas, colaborando para o sucateamento do modal. E vale lembrar que licitar um sistema que opera sob contrato legal e formal vai gerar indenizações de alto valor. E essa conta será paga pela população”, ameaçou o grupo, em nota.

Salomão alega que o contrato é ilegal porque foi celebrado sem licitação. As empresas foram escolhidas, alega ele, para operar os ônibus regulares e o BRT é um sistema completamente diferente.

Em nota, as empresas que operavam o BRT criticaram os 120 dias de intervenção sob o comando de Salomão.

“Agora, quatro meses depois de estar à frente da gestão do BRT, a Comissão de Intervenção não conseguiu sequer apresentar à sociedade um diagnóstico transparente ou um planejamento sério sobre o que precisa ser feito para garantir um transporte mais eficiente e útil aos usuários”, afirmam.

Sobre as 22 estações fechadas, as empresas afirmaram: “É lamentável que a intervenção tenha optado pela solução mais fácil ao iniciar o desmonte das estações e ignorado sua obrigação legal em garantir segurança para os passageiros. A prefeitura jogou todo o dinheiro investido nas estações no ralo. Era esperada a atuação da Guarda Municipal para fiscalizar, aplicar multas e, principalmente, intensificar o trabalho de conscientização junto aos passageiros”.

Informações: Extra Globo

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Niterói ganha nova faixa exclusiva de ônibus

A Secretaria Municipal de Urbanismo e Mobilidade (SMU) e a Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans) instituíram uma terceira faixa na orla de São Francisco, no sentido Centro.

Com esta medida, a Avenida Quintino Bocaiuva passa a ter três faixas no trecho entre a esquina com a Avenida Rui Barbosa e a Avenida Presidente Roosevelt. A nova faixa será exclusiva para ônibus, táxis e transporte escolar no período de 6 horas ao meio-dia.

O secretário municipal de Urbanismo e Mobilidade, Renato Barandier, explica que, com esta medida, será possível reduzir o tempo de travessia entre Charitas e o túnel Raul Veiga de 20 minutos para até 4 minutos, em média.

“Essa alteração aumenta em 50% a capacidade da via. A faixa exclusiva melhora o trânsito para todos. Com isso, a população ganha mais mobilidade”, enfatiza o secretário.

Barandier conta ainda que o estacionamento na Avenida Quintino Bocaiuva, no trecho entre as ruas Wadih Curi e Odilon Romeu, fica autorizado na faixa da esquerda, no período de 12h às 15h.

“Esta faixa da esquerda também é uma faixa que está destinada ao treino do ciclismo de competição, no horário de 4h às 6h. Ela não é uma ciclofaixa, é uma faixa para treinamento de ciclismo de competição neste horário da madrugada, que foi ampliada de dois para três metros. Estamos avaliando também a colocação de segregadores removíveis para aumentar a segurança dos ciclistas de competição neste horário”, reforça o secretário.

Informações: O São Gonçalo



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