Governo de SP corre para entregar estação de metrô em 40 dias

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O governo de São Paulo promete entregar a Estação Adolfo Pinheiro, na Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo, em 40 dias. Para cumprir o prazo, no entanto, terá de correr, já que faltam escadas rolantes, não há cobertura nas entradas e o piso está incompleto. As portas de plataformas também não foram todas instaladas. 

A própria rua que fica sobre a estação, em Santo Amaro, na zona sul, precisa ser asfaltada e as calçadas devem ser todas refeitas em um quarteirão inteiro. Em uma coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira, 12, na futura estação, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) garantiu que a parada, em construção desde 2009, abrirá em janeiro. O funcionamento em horário comercial pleno, no entanto, só deve ocorrer cerca de um mês depois.

"Essa estação, Adolfo Pinheiro, deve ficar pronta em 40 dias. Nós esperamos entregar na semana do aniversário de São Paulo. Nós temos hoje 64 estações. Essa será a estação 65", disse o tucano, que fez o que a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos anunciou como "a primeira viagem teste entre a Estação Largo Treze e a futura Estação Adolfo Pinheiro". Uma composição, restrita à cúpula do Metrô e à imprensa, realizou o percurso de 1,2 km entre ambas as paradas.

Ao fim do trajeto, Alckmin passeou pela estação em obras e falou com os repórteres. Disse que as próximas estações em obras da Linha 5-Lilás só serão entregues em dois anos. "A previsão é que fiquem prontas em 2015 Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin. E vamos tentar antecipar o máximo que a gente puder das dez estações." O ramal terminará na Chácara Klabin, com interligação com a Linha 2-Verde.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, foi mais específico sobre quando a estação deverá abrir as portas para a população. "A data prevista está dependendo agora de a gente fazer o acerto com agendas e é entre (os dias) 20 e 24." A intenção é fazer uma "festa", aproveitando o aniversário da cidade de São Paulo, 25 de janeiro.

Operários da obra ouvidos pela reportagem afirmaram que a construção está a todo o vapor, com turnos até durante a noite.

Linha 4. Sobre a Linha 4-Amarela, em construção há nove anos e com 6 das 11 estações previstas entregues, Jurandir Fernandes declarou que três novas paradas serão inauguradas no ano que vem - a maioria delas, no segundo semestre, época que coincide com o período eleitoral, no qual Alckmin deverá concorrer como candidato à reeleição.

 "Continuamos com aquela perspectiva forte, já concretizada, de três estações este ano agora de 2014. Nós vamos fazer a Oscar Freire, vamos fazer a Fradique Coutinho, que é a primeira delas, e a Higienópolis (-Mackenzie). O esforço grande agora é puxar também a (São Paulo-)Morumbi para 2014. Está difícil, porque nós reformulamos todo o projeto da estação Morumbi por causa da chegada da Linha 17(-Ouro) lá."

Segundo ele, "talvez" a Estação Fradique Coutinho fique pronta no primeiro semestre. O resto, no segundo, "no final do ano", disse o dirigente.

Caio do Valle - O Estado de S. Paulo
Informações: Estadão


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Curitiba é incluída como cidade líder em projeto de transporte da União Europeia

Curitiba é uma das seis cidades líderes do Projeto Solutions, desenvolvido pela União Europeia com apoio da Embarq Brasil, organização não governamental de assessoria a agências de transporte coletivo. Foram escolhidas como líderes cidades consideradas modelo na implantação e desenvolvimento de soluções sustentáveis em mobilidade e transporte coletivo.

Além de Curitiba, também fazem parte da lista as cidades de Aalbory (Dinamarca), Barcelona (Espanha), Bremer (Alemanha), Budapeste (Hungria) e Dalian (China). Outras 13 cidades do mundo – entre elas as brasileiras Belo Horizonte (MG) e São José dos Campos (SP) – foram incluídas pelo comprometimento na busca de soluções de mobilidade e sustentabilidade e disposição para compartilhamento de experiências e conhecimentos.
A inscrição de Curitiba no Projeto Solutions foi feita pela URBS em setembro e a aceitação da cidade e sua definição como líder foram confirmadas nesta semana pelos idealizadores do trabalho.

Curitiba foi definida como cidade líder a partir de sua experiência no desenvolvimento de soluções inovadoras no transporte coletivo. A cidade foi escolhida pelo projeto de gerenciamento público dos recursos provenientes e destinados ao transporte coletivo, que  é o Fundo de Urbanização de Curitiba (FUC); o Sistema de Bilhetagem Eletrônica (SBE), que gerencia e controla eletronicamente a venda e utilização de passagens, além do monitoramento em tempo real de 100% da frota; integração do transporte (física e temporal); a utilização de tarifa única em toda a Rede Integrada de Transportes (Curitiba e mais 13 municípios vizinhos); e a existência de uma frota, em operação regular, de 30 ônibus híbridos, movidos a eletricidade e combustível. São os Hibribus, que atendem as linhas Interbairros I, Detran/Vicente Machado, Água Verde/Abranches, Jardim Mercês/Guanabara e Juvevê/Água Verde.

Nas próximas semanas a União Europeia vai definir as etapas seguintes do projeto, o que inclui a realização de workshops e criação de um banco de informações e experiências a ser compartilhado por cidades da Europa, Ásia, América Latina e região do Mediterrâneo.

O projeto reúne especialistas e redes de cidades com o objetivo de promover o intercâmbio de conhecimento e impulsionar a adoção e adaptação de soluções sustentáveis para a mobilidade urbana. A atuação será concentrada nos temas transporte público; infraestrutura de transportes; logística da cidade; planejamento integrado e planos de mobilidade urbana sustentável; rede e gestão da mobilidade; e veículos e tecnologias limpas.

As cidades líderes irão fornecer informações sobre as soluções inovadoras e bem sucedidas no transporte urbano que podem ser implementadas em outras cidades que integram o projeto, cadastradas como cidades empreendedoras.

Informações: Urbs
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Ônibus turístico entre Recife e Olinda deve começar a funcionar em abril de 2014

Recifenses e visitantes poderão conhecer os principais pontos turísticos desde o Parque Dona Lindu, na Zona Sul da capital pernambucana, até a Praça do Carmo, em Olinda, na Região Metropolitana, em ônibus de primeiro andar. A expectativa das cidades vizinhas é que o serviço comece a funcionar em abril de 2014. O termo de compromisso foi assinado na manhã desta terça-feira (10), em cerimônia no Centro de Convenções, sede provisória do Governo de Pernambuco.

O custo para a realização do projeto é de R$ 4 milhões. O serviço será operado por uma empresa privada, escolhida após uma chamada pública que será iniciada ainda este mês, até fevereiro do próximo ano. O preço para ir do Dona Lindu até a Praça do Carmo deve ser, em média, de R$ 45, variando de acordo com a idade do passageiro. Passageiros de zero a sete anos não pagarão passagem, quem tiver de 7 a 13 e acima de 60 anos deve pagar R$ 30. A compra das passagens poderá ser feita no próprio ônibus e em pontos como shoppings, hotéis, agências de turismo, terminais marítimo e de ônibus, quiosques e também pela internet.

Os ônibus serão de primeiro andar e terão ar condicionado na parte interna, além de audiodescrição para os deficientes visuais, espaços reservados para os cadeirantes, gestantes, idosos e para acoplar três bicicletas na parte interna. O serviço também contará com tradutores trinlíngues para os idiomas português, inglês e espanhol.

O intervalo de passagem dos seis ônibus que realizarão o percurso será a cada 30 minutos, com isso, o tempo de viagem será de aproximadamente 2h36, funcionando das 9h às 18h. O veículo terá capacidade para 74 pessoas. São 17 passageiros no andar inferior e 57 no andar superior. 

A expectativa é de que o trajeto do ônibus tipo double deck seja integrado às ciclofaixas de já existentes, a futuras estações do projeto de navegabilidade e ao projeto Praia Sem Barreiras. 
Os passageiros poderão pegar o ônibus Recife-Olinda Tour em 24 paradas exclusivas ao longo do trajeto. Saindo de Boa Viagem, deve sair do Dona Lindu, percorrer a Avenida Boa Viagem, passando pelo Marco Zero, Palácio do Campo das Princesas, Shopping Tacaruna e orla de Olinda. No retorno, deve passar pelo Mercado Eufrásio Barbosa, pegar o Parque Treze de Maio, o Forte das Cinco Pontas e terminar o passeio na Avenida Visconde de Jequitinhonha.

Veja abaixo as paradas da Linha Recife-Olinda Tour

1a Parque Dona Lindu

2ª Pracinha de Boa Viagem

3ª Avenida Boa Viagem (próximo ao Hotel Golden Tulip)

4ª Avenida Boa Viagem (próximo ao 2o Jardim)

5ª Avenida Boa Viagem (próximo ao Polo Pina)

6ª Marco Zero

7ª Novo Terminal Marítimo

8ª Forte do Brum

9ª Palácio do Campo das Princesas

10ª Ginásio Pernambucano

11ª Shopping Tacaruna (Avenida Agamenon Magalhães)

12a Fortim do Queijo

13ª. Orla de Olinda (próximo à Rua Dr. Pedro de Assis Rocha)

14ª. Orla de Olinda (próximo ao Projeto Praia Sem Barreiras, em frente à Praça Duque de Caxias)

15ª. Praça do Carmo (Rua Justiniano Gonçalves)

16ª. Mercado Eufrásio Barbosa

17ª. Centro de Convenções de Pernambuco (Avenida Agamenon Magalhães)

18ª. Shopping Tacaruna (Praça General Carlos Pinto)

19ª. Parque 13 de Maio (em frente à Faculdade de Direito)

20ª. Casa da Cultura

21ª. Forte das Cinco Pontas

22ª. Avenida Domingos Ferreira (Bairro do Pina)

23ª. Avenida Domingos Ferreira (próximo à Rua Jack Ayres)

24ª. Avenida Visconde de Jequitinhonha (próximo ao Restaurante Ponteio)

Informações: NE10
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Em Copacabana, Pontos do BRS vão informar tempo de espera

A partir de sexta-feira, oito pontos do BRS de Copacabana vão contar com informações on-line sobre o tempo de percurso e de espera das linhas, atendendo a uma reivindicação dos passageiros que utilizam o sistema.


Trata-se de um teste que, se der certo, vai ser levado aos outros BRS da cidade a partir de janeiro, seguindo a data de inauguração de cada um. Os oito monitores, importados da China, custaram R$ 100 mil. Os equipamentos utilizam um software americano adaptado por brasileiros.

Segundo o presidente da Federação de Transportes do Rio de Janeiro (Fetranspor) e da Rio Ônibus, Lélis Marcos Teixeira, o mais caro do sistema é a manutenção. Preocupada com o vandalismo nos pontos, a Fetranspor equipou os painéis com GPS.

“Não há como utilizar ele de outra forma, como televisão, por exemplo. Acreditamos que a recepção dos usuários será muito boa e que os equipamentos serão preservados”, explica Lélis.

Essa foi uma das novidades do setor apresentada ontem, durante o Prêmio Mobilidade Urbana 2013 (PMU), organizado pela Fetranspor. Lélis ainda destacou que o passageiro tem mais opções para utilizar aplicativos que o ajude a monitorar as linhas de ônibus como o “Meu BRT”, que informa em quantos minutos o coletivo articulado vai chegar em sua estação, e o Moovit, que disponibiliza dados em tempo real das linhas de toda a cidade utilizando os sistemas da Fetranspor e do Centro de Operações do Rio de Janeiro.

Expansão

O BRT Transoeste vai inaugurar um novo trecho até o dia 28 de dezembro, entre a estação de Santa Eugênia, em Santa Cruz, até a estação Vilar Carioca, passando por Inhoaíba. Em janeiro, o trajeto completo será concluído com a finalização do trecho até Campo Grande. No sentido contrário, Lélis aguarda a licitação do trecho da Alvorada até o Jardim Oceânico para fazer a conexão com a futura estação de metrô no local.

Já a Transcarioca, que ligará a Barra ao aeroporto do Galeão, entrará em operação até abril no trecho até a Penha, na zona norte.

Aumento de passagens

Depois de participar de uma palestra no Copacabana Palace, o prefeito Eduardo Paes voltou a garantir que a tarifa de ônibus será reajustada para o ano que vem. “Depende de um modelo matemático que leva em consideração vários fatores. Vamos fazer as contas e anunciar [o valor] nos próximos 15, 20 dias”, disse Paes, enquanto um grupo protestava na porta do local.

Para Lélis Marcos Teixeira, as empresas ficaram descapitalizadas sem o reajuste de R$ 0,20 que seria realizado neste ano. “Quem poderia renovar uma frota de 200 ônibus não teve condições financeiras.”

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Obras de mobilidade em Curitiba têm atraso e aumento de preços

A seis meses do início da Copa do Mundo, nenhuma das obras de mobilidade urbana previstas para Curitiba foi concluída. Dois dos nove projetos foram excluídos desde a assinatura da matriz de responsabilidade original, em 2010, e houve 32,4% de aumento nos preços em relação aos gastos estimados para as obras que permaneceram no cronograma.
Obras geram congestionamentos na Avenida das Torres (Foto: Fernando Castro/ G1)
Todas as obras deveriam ser concluídas antes de abril de 2013 – dois meses antes da Copa das Confederações, da qual Curitiba não foi cidade-sede. Mas os prazos foram revistos e, das sete intervenções que continuaram no planejamento, nenhuma será completamente concluída na nova data limite. Algumas têm previsão de entrega para o mês de maio, a um mês do mundial.

O último relatório divulgado pela Comissão de Fiscalização da Copa 2014 do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), em outubro, aponta atrasos no cronograma físico-financeiro de seis das sete obras. Apenas a Extensão da Linha Verde Sul, com previsão de conclusão em maio de 2014, tem o andamento da obra dentro do previsto em contrato.

O secretário municipal da Copa, Reginaldo Cordeiro, e o coordenador estadual da Copa, Mario Celso Cunha, afirmam que todas as obras estarão prontas antes do Mundial. Eles apontam problemas nos projetos, condições climáticas, burocracias e desistência de empresas como os principais fatores para a demora e o aumento no custo.

Rodoferroviária
Entre as obras atrasadas, a reforma da rodoferroviária de Curitiba é uma das que mais preocupa com relação ao cumprimento dos prazos, de acordo com o TCE-PR.

O prazo inicial de entrega era dezembro de 2012. Hoje, a obra segue prevista para ser entregue em setembro de 2013. A Prefeitura de Curitiba, responsável pela obra, trabalha com o prazo de maio de 2014.

O projeto foi dividido entre "meta 1", reforma do prédio, e "meta 2", acessos no entorno do terminal. A primeira está em execução desde junho de 2012, e o contrato assinado prevê investimento de R$ 35,19 milhões, dos quais foram pagos até o início de novembro R$ 14,78 milhões, segundo a prefeitura. Ainda de acordo com a administração municipal, 50% havia sido executada.

Um novo balanço do andamento das obras, realizado pela Comissão de Fiscalização da Copa 2014 do TCE-PR, deve ser concluído e divulgado na segunda quinzena de janeiro.

A execução da "meta 2" não foi licitada. O projeto foi concluído em novembro e, segundo a prefeitura, as obras devem ocorrer entre os meses de janeiro e maio de 2014. Os custos totais da obra devem ultrapassar os R$ 36,2 milhões previstos em 2010. Em maio de 2012, a estimativa era de R$ 48,9 milhões.
Corredor Aeroporto-Rodoferroviária
O aumento de gastos ocorre também em outras obras, como a do Corredor Aeroporto-Rodoferroviária. A obra percorre toda extensão da Avenida das Torres e liga o terminal aeroportuário de São José dos Pinhais, na Região de Curitiba, ao Centro da capital.

Sob responsabilidade da prefeitura e do governo estadual, o valor orçado saltou de R$ 104,8 milhões na matriz de 2010 para R$ 143,19 milhões nas contratações realizadas – 36,63% de aumento.

Dividida em três partes, apenas o trecho que corresponde à trincheira do Guabirotuba está pronta. O viaduto estaiado, previsto para ser concluído em dezembro de 2013, apresentava 72% de execução do cronograma até o início de novembro, segundo a prefeitura, que garante a conclusão dentro do prazo.

O viaduto, de acordo com o secretário municipal da Copa, é o principal fator de encarecimento da obra que liga o aeroporto à rodoviária. "Inicialmente estava prevista uma trincheira na Avenida das Torres, mas depois houve a escolha pela obra de arte do viaduto estaiado, o que aumentou o valor consideravelmente”, apontou Cordeiro.

Já o trecho do sistema viário do Corredor Aeroporto-Rodoferroviária, que havia progredido apenas 3% até o início de novembro, precisou passar por uma nova licitação. De acordo com o secretário, a empresa que havia vencido a licitação deste trecho da obra optou pela rescisão contratual por falta de estrutura para tocar a execução.

"Essa empresa desistiu também de outras obras porque assumiu muitas coisas ao mesmo tempo", disse Cordeiro. A nova empresa foi anunciada no dia 6 de dezembro, e o prazo atualizado de conclusão foi previsto para março de 2014.

Na parte da obra que cabe ao governo estadual, que envolve o trecho entre a divisa e o aeroporto, o acréscimo no custo foi de 12,5%. Enquanto a matriz inicial previa investimentos de R$ 42,3 milhões, foram contratados R$ 47,6 milhões em serviços.

Até o início de novembro, o governo informou que 38,44% do cronograma havia sido executado. Segundo o TCE-PR, porém, até setembro deveria ter sido executado, pelo menos, 47,71%.

Confira o panorama das obras de mobilidade urbana:

PR
Corredor da Avenida Cândido de Abreu
--
Descartada para a Copa
Encarecimento do valor previsto
Os comitês municipal e estadual da Copa dizem que as obras serão suficientes. A prefeitura diz que assumiu com um cronograma de obras atrasado, mas está trabalhando para entregar tudo antes do evento. O governo estadual diz que os atrasos são decorrentes da chuva e de problemas burocráticos com a Caixa e o Ministério das Cidades, que travavam as obras a cada pequena mudança nos projetos
PR
Requalificação de vias existentes do Corredor Metropolitano
--
Descartada para a Copa
Problemas de projeto que subestimaram o valor da obra
PR
Vias de Integração Radial Metropolitanas
mai/14
Prorrogada
Chuvas e burocracias do financiamento
PR
Linha Verde Sul
mai/14
Prorrogada
Desistência da empresa que havia vencido licitação
PR
Corredor Aeroporto/Rodoferroviária
mar/14
Prorrogada
Prazo definido em cima de projeto básico - superficial
PR
Sistema Integrado de Monitoramento
nov/13
Prorrogada
Prazo definido em cima de projeto básico - superficial
PR
Reforma do Terminal Santa Cândida
mai/14
Prorrogada
Prazo definido em cima de projeto básico - superifical
PR
Corredor da Avenida Marechal Floriano Peixoto
mai/14
Prorrogada
Prazo definido em cima de projeto básico - superifical
PR
Reforma da Rodoferroviária
mai/14
Prorrogada
Projeto foi reformulado após veto do Iphan






Informações: G1 Paraná
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Em Cuiabá, MTU instala terminais de autoatendimento para recarga do cartão integração

Além dos 409 pontos de recarga credenciados a MTU - Associação Matogrossense dos Transportadores Urbanos, os usuários do sistema de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande podem contar agora com seis máquinas de auto atendimento para compra de crédito e verificar saldos do Cartão Tem Integração, garantindo assim maior agilidade e segurança em seus deslocamentos.

Os terminais foram instalados em pontos estratégicos com grande concentração de pessoas. Em Cuiabá, o serviço está disponível na Loja Matriz da MTU, situada na Rua Joaquim Murtinho, 775, região central da cidade, e  no Terminal do CPA 1. Em Várzea Grande, o auto atendimento de recarga está instalado no Terminal André Maggi. Por duas semana e em  cada local onde  foram instalados os equipamentos haverá promotor  uniformizado e credenciado a MTU para orientar  os passageiros na utilização do equipamento.

As máquinas aceitam somente dinheiro, cédulas de 2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais, não forcem troco. Os terminais possuem uma tela touch screen, com um sistema totalmente rápido e seguro e que evita fila e perda de tempo.

O procedimento é fácil: A pessoa toca na tela, aperta Cartão Tem. Em seguida pede para inserir o cartão que faz a leitura e mostra o saldo atual. O passageiro deve digitar o valor da recarga e confirmar. Insere uma única cédula de cada vez no local indicado. Ao concluir a operação é emitido um comprovante de recarga.

O usuário pode usar a máquina também para somente consultar o saldo do cartão Tem Integração.

O passageiro do sistema do transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande pode procurar ainda os 409 PDV’s credenciados a MTU para fazer recarga. Sendo 110 em Várzea Grande e 309 em Cuiabá. A relação dos endereços pode ser obtido no portal da internet www.amtu.com.br. A disponibilidade de atendimento dos pontos credenciados pela MTU para recarga sempre estão sujeitos  a instabilidade da internet  e adimplência do credenciado.

Fonte: Assessoriai AMTU

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Recife: O carro pode e deve ser parceiro na integração com o transporte público

Atrair o carro para a conexão intermodal, mais que uma tendência mundial, é uma necessidade. Com uma frota de mais de 600 mil veículos, a capital pernambucana é a terceira metrópole do país com maior tempo de deslocamento casa/trabalho (só perde para São Paulo e Rio de Janeiro). Para diminuir a circulação de veículos motorizados nas zonas mais adensadas das cidades, uma das alternativas é apostar nos estacionamentos periféricos, onde o carro poderá se integrar ao metrô e aos corredores de ônibus.
Uma ideia que o Recife já experimentou na década de 1980, mas que não foi levada adiante. Em Belo Horizonte, o modelo Park & Ride faz parte da estratégia de planejamento urbano para melhorar a mobilidade no município. No caso do Recife, a Secretaria de Mobilidade estuda a instalação de estacionamentos em pontos estratégicos da cidade, mas ainda sem uma logística de integração do carro com o transporte público.

Os 25 terminais de integração do Sistema Estrutural Integrado (SEI) da Região Metropolitana do Recife não oferecem estacionamento para veículos, mas terão bicicletários. “Quanto maior for a intermodalidade, melhor será a qualidade dos deslocamentos”, ressaltou o engenheiro e coordenador regional da Associação Nacional de Transporte Público (ANTP), César Cavalcanti.

A integração do carro, segundo o especialista, é um nicho ainda pouco explorado. “Muita gente usa o carro apenas para trabalhar. Se houvesse a possibilidade de haver essa integração, as chances de atrair o usuário do carro para o transporte público seriam maiores”.

Na década de 1980, no governo de Gustavo Krause, uma experiência que nasceu a partir de um projeto do extinto Geipot inspirava esse tipo de integração. Um deles funcionou no estacionamento Joana Bezerra. Para evitar a ida do carro ao centro, os motoristas deixavam o carro no estacionamento e seguiam em um ônibus de luxo e gratuito para o centro. Outro ponto funcionou na Agamenon Magalhães perto do Torreão.

Segundo o engenheiro e especialista em mobilidade, Maurício Pina, houve, na época, uma forte reação da classe média. “As pessoas queriam ir de carro para o Centro e o governo acabou cedendo às pressões. Havia também uma insatisfação quanto à qualidade dos estacionamentos”, lembrou Pina.

Fazer a integração do carro com o ônibus não seria problema para a bancária Ester Pires, 47 anos. Ela mora em Olinda e trabalha no Centro do Recife, onde tem dificuldades para encontrar vaga para estacionar. “Além de perder muito tempo no trânsito, o custo do estacionamento aqui é alto. Quando não encontro vaga na rua, a diária do estacionamento é de R$ 20. Se tivesse como deixar o carro no Tacaruna e intergrar com uma linha para o centro seria melhor”.

Para o secretário de Mobilidade e Controle Urbano do Recife, João Braga, os estacionamentos periféricos podem ser estudados. Segundo ele, o projeto dos edifícios-garagem foi suspenso para ser reavaliado. “Essa integração é muito importante. O Recife, de uma certa forma, já teve à frente do seu tempo quando implantou estacionamentos periféricos.Essa iniciativa, hoje, certamente teria tido um olhar mais cuidadoso para funcionar adequadamente”, revelou.

Ainda segundo ele, está sendo feito um levantamento de locais com potencial para esse tipo de investimento. “A ideia dos estacionamentos integrados é uma forma de reduzir os congestionamentos. Vamos precisar de estudos para identificar locais que ofereçam potencial para o investimento”, ponderou.

Soluções usadas em eventos

Criar bolsões de estacionamento aproveitando potenciais existentes para incentivar a integração do carro ao transporte público é uma ideia que, na prática, a cidade já adota em eventos de grande porte, a exemplo do Expresso Folia, no Carnaval, mas isso nunca foi pensado para o dia a dia da cidade.

“A gente pensa em criar bolsões de estacionamento em vários pontos com apoio da iniciativa privada. Há alguns investimentos particulares que vão dispor de estacionamento próprio e poderão servir para esse tipo de integração”, afirmou o secretário de Mobilidade e Controle Urbano do Recife, João Braga.

Para ele, a integração poderá ser feita com ônibus circulares ou com o VLT (Veículo Leve sobre Trilho), um projeto da Prefeitura do Recife que ainda aguarda liberação de recursos do governo federal.

Assim como o Carnaval conta com estacionamentos periféricos para integrar o carro ao transporte público, a Copa do Mundo também vai proporcionar a criação de bolsões para quem quiser deixar o carro e seguir de ônibus ou metrô.

A Secretaria da Copa pretende repetir o modelo inaugurado na Copa das Confederações, onde foram instalados bolsões no Shopping Recife e na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e já fez um levantamento de outros pontos com potencial para servir de estacionamento. Entre eles, o Parque de Exposição do Cordeiro, a Ceasa e o estacionamento da Justiça Federal, na BR-101.

Por Tânia Passos
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