Governo de Pernambuco vai ouvir especialistas sobre a construção de viadutos na Agamenom Magalhães

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O governador Eduardo Campos falou pela primeira vez sobre a polêmica dos viadutos da Avenida Agamenon Magalhães. De acordo com o governador a prioridade do projeto  é garantir velocidade no corredor exclusivo do ônibus. Ele admitiu, no entanto, que os viadutos podem ser substituídos, desde que seja apresentado um projeto melhor,  capaz de garantir velocidade no corredor. “Vamos buscar o consenso, ouvir especialistas e ficar abertos a outros projetos que garantam a fuidez do corredor”, afirmou.

Pelo projeto do governo do estado, a velocidade média atual (Olinda / Boa Viagem), que é de 20,9 km/hora vai passar para 30,3 km após a construção dos viadutos, sendo o maior ganho no trecho entre a Avenida Rui Barbosa e o cruzamento com a Rua Buenos Aires, cuja velocidade atual em horário de pico é de 5 km por hora e subirá para 18km/h – velocidade quase quatro vezes maior. No trecho Boa Viagem / Olinda, a velocidade média que hoje é de 18,2 km/hora passará para 33,7 km/hora, o que significa um ganho de 54% na velocidade média do trecho. Nesse sentido, no entanto, o ganho maior será no cruzamento com a Rua Paissandu, cujos carros passarão de 7km/h para 40 km/hora – 175% de ganho na velocidade do trecho.

O governador disse ainda que irá aguardar o resultado do estudo de circulação que será elaborado pela empresa que venceu a licitação. Em setembro será concluído o projeto executivo do ramal do Norte/Sul que passará pela Agamenon Magalhães.
Fonte: Blog Mobilidade Urbana
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Em Maceió, Edital para VLT sai nesta quinta-feira

Será publicado nesta quinta-feira, 26, pelo Governo de Alagoas, o edital de chamamento público para empresas interessadas em participar da Parceria Público-Privada que vai viabilizar a instalação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na região metropolitana de Maceió.

A convocação ocorre através da Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande) e busca garantir a entrada no processo de elaboração de Projetos Básicos e Estudos de Viabilidade de empreendimento para o desenvolvimento, implantação, construção e operação do VLT. As empresas têm o prazo de vinte dias para formularem seus pedidos de autorização ao Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas.

De acordo com o edital, após autorização concedida pelo Conselho, coordenado pela Seplande, as empresas terão o prazo máximo de 150 dias para entregarem seus projetos. As construtoras OAS e Queiroz Galvão, que propuseram a realização desse processo, já encaminharam suas solicitações de autorização.

“Denominamos como Projeto de Mobilidade Urbana essa ação que vai trazer inúmeros benefícios para os alagoanos, principalmente aqueles que necessitam de transporte público para exercer suas atividades diárias. O VLT abrangerá a área entre o centro da cidade de Maceió até o Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, oferecendo um serviço com conforto e qualidade para os usuários”, explica o secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otavio Gomes.

Como participar – Os interessados em obter a autorização devem encaminhar seus requerimentos por escrito, considerando o disposto no art. 9º do Decreto Estadual nº 16.879/2011, endereçados à Unidade de PPP, na sede da Seplande, localizada na Rua Cincinato Pinto, nº 503, Centro.

Para conferir o edital de chamamento público e mais informações os interessados podem acessar o seguinte endereço eletrônico:
www.seplande.al.gov.br; enviar e-mails para: ppp.al@seplande.al.gov.br ou falar pelos telefones (82) 3315 1572. Os pedidos devem ser encaminhados no período das 8h às 17h.

Projeto – A implantação do Veículo Leve sobre Trilhos de Maceió visa trazer uma reorganização do transporte coletivo dos sistemas metropolitano e do município, integrando de forma direta toda a movimentação dos transportes públicos.

“Existe uma necessidade de reduzir a quantidade de ônibus circulando na cidade de Maceió e descongestionar o trânsito na Avenida Fernandes Lima, via onde milhares de carros trafegam diariamente. O objetivo é atender de forma adequada os deslocamentos da população”, explica o secretário Luiz Otavio Gomes.

O VLT vai oferecer aos passageiros um transporte moderno, com baixo impacto energético que consome 2,6 vezes menos energia que os ônibus, representando um investimento com alta rentabilidade econômica.

Estão previstas a construção de 17 estações para o VLT, que possibilitam o pagamento antes do embarque, fator que reduz o tempo de deslocamento, garantindo maior velocidade e eficiência operacional no eixo de implantação do sistema.

Itinerário – O traçado do VLT da região Metropolitana foi subdividido em quatro trechos, que totalizam 20,6 km de via permanente. O primeiro liga o Terminal Central até o Terminal Integrado da Praça do Centenário, onde se inicia o segundo trecho que vai até a Estação Ibama, terminal que leva o usuário até o Tabuleiro dos Martins, local de início do quarto trecho, finalizado no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares.

A estação central estará integrada com a Estação Maceió da CBTU, através de sistema de micro-ônibus.


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Investir em corredores exclusivos para ônibus é boa opção para melhorar mobilidade urbana


Com a destinação de R$ 32 bilhões pelo governo federal para o PAC Mobilidade Urbana Grandes Cidades, estima-se que serão construídos pelo menos 600 quilômetros de corredores de ônibus nas grandes cidades. Essa perspectiva coloca em discussão a qualidade do planejamento e dos melhores sistemas construtivos a serem adotados para melhorar a qualidade de vida dos usuários.

Além da decisão de implantar um corredor exclusivo é preciso executar um projeto de infraestrutura que contemple um pavimento de qualidade, durável, capaz de suportar trânsito pesado, constante, repetitivo e de baixa manutenção. O emprego do pavimento de concreto é indicado para corredores exclusivos de ônibus, grandes avenidas, marginais e perimetrais urbanas, terminais de carga e de ônibus, em túneis, viadutos, pontes e alças de acesso.

O pavimento de concreto é muito eficiente quando empregado em corredores de ônibus, com tráfego pesado, por ter vida útil maior que as demais alternativas de pavimentação, não sofrer deformações plásticas e não ser atacado pela ação de combustíveis.

O pavimento de concreto tem custo competitivo e alta durabilidade – no Brasil há pavimentos com mais de cinquenta anos de uso –, com pouca manutenção. Proporciona melhores condições de segurança ao motorista, reduzindo as distâncias de frenagem, não promove aquaplanagem, reduz a temperatura do ambiente em que está aplicado e gera economia de energia devido à sua cor clara.

Um sistema de transporte de boa qualidade aumentará a adesão da população ao transporte público. De olho nos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará, a tendência é que o BRT ganhe espaço nos próximos anos. O corredor exclusivo de ônibus é uma das boas soluções para transportes coletivos nas grandes cidades.

O sistema construtivo está nos principais corredores de ônibus de Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte e na Via Expressa em Belo Horizonte.

Principais vantagens do pavimento de concreto

§  Vias pavimentadas em concreto têm vida útil mais longa que as demais, não sofrem deformação plástica e necessitam de pouca manutenção;

§  Por ter vida útil longa, gera considerável economia de recursos ao poder público;

§  Por ser de cor clara, o pavimento de concreto permite melhor visibilidade ao motorista e economia de energia elétrica;

§  A distância de frenagem é menor, principalmente em dias de chuva;

§  Por não apresentar buracos, trilhas de rodas ou deformidades, o pavimento de concreto proporciona conforto de rolamento e segurança aos motoristas.



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Fone nos ônibus: lei ganha simpatia de passageiros no Rio de Janeiro

Em vigor há apenas dois meses, a lei municipal que proíbe o uso de aparelhos sonoros, sem fone de ouvido, dentro dos ônibus, está ganhando cada vez mais publicidade. O Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj) afirma que desde o início da nova legislação nenhuma reclamação foi registrada pelas empresas que atuam em Niterói, mas passageiros e rodoviários argumentam que ainda é complicado conter quem insiste em desrespeitar a lei.

A autônoma Rosane Brandt, de 41 anos, diz que a obediência à nova lei é relativa. Ela ressalta que, no geral, os passageiros estão mais contidos, aposta, porém, que por questões culturais, alguns insistem em infringir a determinação:

— A lei é boa, mas, como muitas, não será cumprida por todos. Em alguns ônibus, até senti que melhorou, que estão respeitando mais, só que noutros continuou a mesma coisa: grupinhos de amigos ouvindo funk nas alturas, muitas vezes músicas proibidas.

Superintendente do Setrerj aposta que lei vai pegar

Um cobrador da Viação Araçatuba que pediu para não ser identificado explica que por mais que o motorista tenha o poder de pedir para o passageiro desligar o som, em alguns casos, eles se sentem amedrontados.

Para o superintendente do Setrerj, Márcio Barbosa, os números revelam o sucesso da lei. Ele lembra que, como qualquer legislação, no início pode haver certa resistência, no entanto, acredita que a norma vai pegar na cidade:

— Casos isolados sempre vão existir. Essa lei lembra a lei antifumo em estabelecimentos públicos, que foi sendo reconhecida aos poucos. Na época, foi controversa, mas pegou.
Autor do projeto que deu origem à lei, o vereador Rodrigo Farah (PMDB) conta que a receptividade pela população está sendo grande:

— Os frequentadores do meu gabinete reclamavam do incômodo que era andar nos ônibus ouvindo música alta. Com o passar do tempo, as próprias pessoas que ouvem som sem fone vão sentir vergonha de incomodar as outras. (Livia Neder)

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Prefeitura de Caxias do Sul, Canoas, Pelotas, Gravataí e Santa Maria preparam seus projetos do PAC Mobilidade

Depois do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Médias Cidades, na semana passada, que destinará R$ 7 bilhões a 75 munícipios com população entre 250 mil e 700 mil habitantes, as cinco cidades gaúchas enquadradas nesta faixa planejam uma semana de definições. Secretários, grupos de trabalho e técnicos das prefeituras de Caxias do Sul, Canoas, Pelotas, Gravataí e Santa Maria terão uma série de reuniões, a partir de hoje, para acertar os detalhes que envolvem as inscrições dos projetos e o envio da carta-consulta, recebida até o dia 31 de agosto pelo Ministério das Cidades. A pré-seleção ocorre entre setembro e outubro, e o resultado final será divulgado no dia 29 de novembro.

A nova modalidade, anunciada na quarta-feira, prevê apenas obras que tragam benefícios específicos ao transporte coletivo. Para alguns secretários, esta é “uma chance única” para tirar do papel demandas antigas e projetos já existentes. É o caso de Canoas, onde serão encaminhados dois projetos, número máximo permitido para cada cidade. O primeiro é de um corredor de ônibus na avenida Rio Grande, que corta o bairro Mathias Velho, em direção à estação do Trensurb. Outra possibilidade, de acordo com o secretário de Transporte e Mobilidade, Luiz Carlos Bertotto, é a construção de uma ou duas linhas de aeromóvel, ligando a mesma estação aos bairros Mathias Velho e Guajuviras. “Apesar de exigir um maior aporte, superior a R$ 100 milhões, o aeromóvel tem a vantagem de não interferir no trânsito e ainda traz um incremento na qualidade do transporte para os dois bairros mais populosos de Canoas, sem a necessidade de desapropriações. É uma obra muito rápida e fácil”, resume.

Para o secretário-executivo da Unidade de Projetos de Pelotas, Jair Seildel, a meta é a qualificação do transporte coletivo por meio da ampliação e abertura de novos corredores e terminais. Um projeto orçado em R$ 36 milhões deve ser ampliado para atingir novas áreas da cidade. O município instalou grupos técnicos que começam a discutir o novo modelo a partir de hoje.

A prefeitura de Gravataí deve aproveitar um levantamento sobre a análise topográfica de mais de 30 ruas, que visa à pavimentação das vias para proporcionar a circulação de novas linhas de ônibus municipais. Segundo o secretário de Coordenação e Planejamento, Cláudio Santos, a contratação da análise custou R$ 400 mil e, após a entrega do documento, prevista para agosto, será possível chegar aos valores reais dos projetos de pavimentação e infraestrutura.


Em Santa Maria, o secretário de Relações de Governo e Comunicação, Giovani Manica, afirma que a cidade possui alguns problemas de mobilidade em razão da grande extensão latitudinal, de 30 km urbanos, entre a zona Leste e a zona Oeste - cerca de 20 km necessitam de duplicação imediata para comportar o tráfego. O munícipio estuda a implantação de um sistema de transportes por Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs). No entanto, ele diz que ainda não é possível precisar a previsão orçamentária. O levantamento não ficará pronto em tempo hábil para o envio das cartas consultas. Uma reunião realizada na sexta-feira e outros encontros programados devem encaminhar a estratégia.

Caxias do Sul espera figurar entre as contempladas com os recursos
Com projetos em estágio avançado, o ex-secretário de Planejamento e atual titular da Habitação da prefeitura de Caxias do Sul, Paulo Dahmer, afirma que o munícipio está preparado para receber os recursos. Mesmo com a necessidade de cumprir as duas etapas prévias, antes do anúncio das contempladas, ele relembra a necessidade de adequação a alguns critérios. Como os valores anunciados, não são a fundo perdido, e sim para financiamento, com carência de quatro anos e prazo de 20 anos para o pagamento, antes de enviar a carta-consulta, é preciso avaliar a capacidade de endividamento. “Já consultamos a secretária de Gestão e Finanças e temos totais condições”, revela.

Outro aspecto avaliado pelo Ministério das Cidades para a liberação dos recursos pelo PAC Mobilidade será a regularidade da situação das linhas de ônibus. Locais com licitações já encaminhados para a contratação de empresas levam vantagem. “Com o já temos isso no munícipio e também a bilhetagem eletrônica, acreditamos que temos plenas condições de figurar entre as contempladas”, antecipa o secretário.

Por isso, a cidade deve adaptar a necessidade de construção de dez estações de transbordo. Duas delas já estão em andamento, uma na zona Leste e outra na zona Oeste. A ideia é interligar os pontos com ônibus especiais, e o objetivo é reduzir o tempo de deslocamento e a quantidade de ônibus que circulam no Centro da cidade de 180 para 50 por hora. “Vamos avaliar a necessidade de recuperação dos corredores especiais. Cada estação tem um custo médio de R$ 4,5 milhões. No entanto, existem regiões que demandam estações menores. Temos de avaliar quantas estações serão incluídas no projeto que apresentaremos”, revela Drahmer


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Senador propõe que transporte coletivo seja isento de tributos

Com a intenção de baratear os preços das passagens dos transportes coletivos e melhorar as condições dos veículos em circulação, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) apresentou Projeto de Lei para que sejam isentos de pagamento ao Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) as compras dos veículos utilizados nos Transporte Coletivo de Passageiros.

Na sua justificativa, o senador paraibano destaca que a melhoria da qualidade do transporte pública passa também por veículos confortáveis, pois um dos maiores problemas que afetam a prestação desse serviço é justamente a idade média da frota utilizada, que acarreta diversos problemas, como quebras em serviço, maior nível de ruído e desconforto ao usuário.

Ainda nos seus argumentos, o senador reitera que “apesar dessa constatação não constituir novidade, o que mais se observa no Brasil, é um serviço que se encontra muito aquém do que merece o povo brasileiro, ou do que a pujança econômica de nosso país permitiria”.

Cássio considera que com a aprovação deste Projeto de Lei, efetivamente, o preço dos ônibus será reduzido, o que garantirá uma maior facilidade para a renovação e aumento da frota, com reflexos positivos na prestação do serviço de transporte coletivo urbano e consequente redução no preço das passagens. Neste Projeto de Lei, está estabelecido, de acordo com a legislação vigente que seja considerado transporte coletivo, portanto que serão beneficiados pela medida, automóveis para transporte de dez pessoas ou mais, incluído o motorista.

Para receber esta isenção, os compradores terão que comprovar o uso do veículo exclusivamente para o transporte público de passageiros, através da caracterização do mesmo e de fiscalização do seu uso através dos agentes oficiais.

Para o presidente da AETC-JP, Mário Tourinho, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) foi extremamente feliz com a iniciativa, pois foi além de projetos de isenções para beneficiar toda a população pois isso vai seguramente desonerar o preço da passagem além de facilitar ainda mais a renovação da nossa frota. Tourinho se dispõe, inclusive a apresentar o Projeto de Lei para todas as entidades representativas das empresas de transportes coletivos no sentido de pressionar o Parlamento e o Governo Federal a aprovar esta medida. Ele informou que apenas o PIS/COFINS representa cerca de 3,5% na formação do preço das passagens.

Já o para o diretor institucional do SITRANS, Anchieta Bernardino toda iniciativa neste sentido é louvável. De acordo com o representante do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Campina Grande, instituição que representa uma frota de 220 ônibus, a proposta do Senador Cássio Cunha Lima se caracteriza como uma importante contribuição para desonerar a carga tributária das empresas, com reflexo na renovação e modernização da frota.

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Em Maceió, Justiça determina que passagem volte para R$ 2,10

O juiz Igor Vieira Figueiredo, da 14ª Vara Cível da Capital, determinou que a passagem de ônibus de Maceió volte ao seu valor anterior que era de R$ 2,10 imediatamente. O magistrado avisou que todas as empresas de viação serão notificadas ainda esta semana, e que a partir da próxima segunda-feira, o valor cobrado anteriormente seja cobrado aos passageiros maceioenses.

Ele julgou improcedente o reajuste da tarifa de transporte coletivo de Maceió de R$ 2,10 para R$ 2,30 e o aumento só vigorou durante os últimos cinco meses (março a julho). Na decisão, o juiz reforça que o valor de R$ 2,30 deve ser reduzido no momento em que as empresas forem notificadas. "Elas [empresas de ônibus coletivo de Maceió] terão que cumprir a decisão", alertou o magistrado.

A decisão do juiz Igor Figueiredo negou o aumento da passagem derrubando a liminar concedida à Transpal - Associação de Transporte de Passageiros de Alagoas pelo desembargador Washington Luiz, que decidiu pelo aumento da passagem municipal para R$ 2,30, em fevereiro passado.

Fonte: Tribuna Hoje
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Transporte coletivo dificulta vida de deficientes físicos em Campo Grande

Os deficientes físicos que usam cadeira de rodas ainda encontram problemas para circular pelas ruas e no transporte coletivo em Campo Grande. As dificuldades aparecem até mesmo em ônibus adaptados com elevadores, pois muitas vezes o equipamento está com defeito ou, dependendo do horário, o veículo está lotado.

As dificuldades começam logo que a dona de casa Martinha Aparecida Castro sai do portão de casa para levar a filha que usa cadeira de rodas até a escola pela rua de terra. Porém, a maior dificuldade é chegar na fisioterapia duas vezes por semana. A ida de ônibus torna a viagem uma aventura.

“Pega ônibus cheio, lotado, às vezes as pessoas dão lugar, às vezes não. É difícil. Duas ou três vezes tivemos que erguer ela [filha] porque o elevador estava estragado”, disse.

A dona de casa Simone Carla Quiroga fez uma cirurgia há um mês e, mesmo que provisoriamente sobre uma cadeira de rodas, já sentiu a dificuldade da falta de acessibilidade. Nos ônibus, além de elevadores quebrados, a maior reclamação dela é com a falta de travas de seguranças. “Uma freada que o ônibus dá, se não tiver com o cinto de segurança, eu caio da cadeira de rodas. Não tem segurança”, reclamou.

A frota de ônibus em Campo Grande é de 551 veículos e 86% deles estão adaptados com elevadores para atendar quem usa cadeira de rodas. Para fugir de outra situação bastante comum, a superlotação, a saída seria optar por veículos articulados, maiores e mais espaçosos. O problema é que dos 45 veículos desse tipo que circulam pelas ruas da cidade, apenas quatro estão adaptados com elevadores.

De acordo com o diretor do departamento operacional da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Luiz Carlos Alencar Filho, a frota de articulados será renovada assim que a nova empresa assumir a administração do serviço. Sobre o mau funcionamento dos elevadores, Alencar Filho informou que a manutenção é feita regularmente.

“No caso dos elevadores, quando chega ao conhecimento da Agetran, é feito o recolhimento do veículo imediatamente para fazer uma vistoria completa no equipamento”, afirmou.

Do G1 MS com informações da TV Morena

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Em Belém, Conselho de Transportes aprova tarifa de ônibus a R$ 2,20

O Conselho Municipal de Transportes aprovou, em reunião realizada na manhã desta terça-feira (24), a nova tarifa de ônibus. O valor aprovado foi de R$ 2,20, mas ainda depende da homologação do Prefeito Duciomar Costa. Se aprovado, o novo valor deve começar a vigorar a partir de agosto.
A proposta aprovada foi de R$ 2,20 para a passagem inteira; e R$ 1,10, para a meia-passagem. A votação ficou em 12 integrantes do Conselho a favor, um contra, sendo que dois representantes faltaram e a União Nacional de Estudantes se absteve.
De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), a nova proposta representa um reajuste em torno de 9,47% sobre a atual tarifa, que é de R$ 2,00. Ainda segundo o Dieese, quem ganha um salário mínimo vai gastar 16% do rendimento mensal só com transporte. 'Mas esse novo valor deve refletir na melhoria do transporte, já que Belém tem uma das tarifas mais baixas, mas também um dos piores serviços', avalia o representante do Dieese, Everson Costa.

A presidente da CTBel (Companhia Municipal de Trânsito), Ellen Margareth, ressaltou que o novo valor também vai ser aplicado no BRT (Bus Rapid Transit), que está prestes a começar a funcionar.
Já o vice-presidente da Une (União Brasileira de Estudantes), Rafael Costa, que se absteve de votar, pretende procurar o Ministério Público para tentar anular a nova tarifa. 'Estamos vendo essa possibilidade porque não concordamos como isso é definido. A população não é convidada para discutir. É uma reunião a portas fechadas. Oitenta por cento das pessoas não sabe que ela está acontecendo, por isso, não participamos', reclama.
Redação Portal ORM com informações do repórter Jéferson Bruno, da Rádio CBN

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Em Curitiba, Linha Verde terá veículos integrados entre estações-tubo

Os passageiros da linha Ligeirão Pinheirinho/Praça Carlos Gomes, que passam por cinco estações-tubo na Linha Verde, agora podem fazer a integração com as estações em frente e com outras linhas de ônibus da avenida sem precisar pagar outra passagem. Um usuário que transite do Terminal Pinheiro no sentido Centro e precise desembarcar para retornar ao local de origem poderá entrar na estação em frente com a mesma passagem.

O benefício vale apenas para quem usa o cartão da Rede Integrada de Transporte (RIT). Ao embarcar no terminal ou em uma estação, o passageiro tem um prazo de duas horas para, caso precise, reembarcar sem gastar outra passagem. As estações-tubo atendidas são: Marechal Floriano Peixoto, Alferes Poli, Santa Bernardete, Xaxim e São Pedro. Quando o usuário descer em um desses locais, deverá passar o cartão em uma máquina que cadastra o passageiro. Dessa forma ele poderá, em um intervalo de cinco minutos, voltar para o início da viagem ou outro ponto desejado. Segundo a Urbs, o procedimento também pode ser feito para quem precisa utilizar uma das linhas de ônibus alimentador ou ligeirinho que passe pela Linha Verde ou em expressos que também transitem na avenida.

Fonte: Gazeta do Povo
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Porto Alegre: Ampliação do uso do TRI moderniza transporte público

Um importante passo para a qualificação e modernização do transporte público de Porto Alegre foi dado com a implantação da bilhetagem eletrônica nas lotações. Assinaram o acordo a prefeitura, a Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP) e a Associação dos Transportadores de Passageiros por Lotação (ATL). No último dia 19 -  quando foi assinado edital de chamamento para empresas interessadas em implantar e operar sistema de aluguel de bicicletas - a prefeitura já havia manifestado intenção de utilizar o TRI também pelos ciclistas. 

Assim como o modelo em funcionamento nos ônibus, usuários do TRI  poderão usar créditos nas lotações, facilitando a circulação dos usuários do transporte seletivo na cidade. Segundo o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, a previsão é de que até o final deste ano seja efetivada a integração, envolvendo também o cartão SIM, do Trensurb. Além de incentivar os usuários a usarem cada vez mais as lotações, reduzindo número de carros particulares nas ruas, a bilhetagem deverá diminuir a utilização de dinheiro em espécie, o que torna as viagens mais seguras.

Além da segurança, o uso do TRI também significará agilidade. O presidente da ATP, Ênio dos Reis, destacou que a redução do uso do dinheiro nas lotações vai exigir menor tempo de parada para o troco. “Esse é um momento histórico para o transporte coletivo e seletivo, pois nossa cidade terá um cartão único que poderá ser usado em Porto Alegre e Região Metropolitana”, destacou.

O presidente da ATL, Magnus Aurélio Isse, lembrou que desde que entraram em operação, em 1977, as lotações vêm se qualificando, tendo se consolidado como modelo de conforto e segurança e organização no Brasil. “Estamos investindo na qualidade dos veículos em discussões permanentes com a prefeitura e usuários, buscando veículos cada vez mais confortáveis, com ar-condicionado, acessibilidade e motores menos poluentes. Com a bilhetagem, haverá mais facilidades para usuários e motoristas”, afirmou.

O prefeito José Fortunati destacou a qualidade do transporte público de Porto Alegre. “É um momento especial, porque além de consolidarmos nosso modelo de ônibus como um dos melhores do Brasil, temos o serviço das lotações cada vez mais reconhecido como referência para outras grandes cidades, como um modelo que foi consolidado aqui em Porto Alegre”, disse.

O transporte seletivo: São cerca de 100 mil viagens de lotação por dia em 29 linhas distribuídas pela cidade. O sistema de transporte seletivo funciona desde 1977, quando começaram a circular as primeiras linhas. No início, foram utilizadas camionetes Kombi, com capacidade para oito passageiros. Atualmente, todos os veículos tipo microônibus são equipados com ar condicionado, distribuídos em 29 linhas e 18 desmembramentos.  Segundo a EPTC, a bilhetagem eletrônica pode ampliar o número de usuários do sistema, como ocorreu com os ônibus. Um total de 72% dos usuários de ônibus de Porto Alegre usa cartão. A média diária de viagens do transporte coletivo é de 1,2 milhão de viagens por dia.
Informações: Prefeitura de Porto Alegre

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Em Manaus, Rodoviários podem entrar em greve em 72 horas

Após reunião realizada na manhã desta terça-feira (24), na Superintendência Municipal de Transporte Urbano (SMTU), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM), Josildo de Oliveira, afirmou que os rodoviários podem entrar em greve em até 72 horas. Uma paralisação dos rodoviários atinge diretamente a circulação de ônibus em Manaus.

Este foi o prazo estipulado para que as negociações sejam finalizadas no Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT), com representantes da SMTU, Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) e os próprios rodoviários.

Os sindicalistas reivindicam o pagamento do desconto feito em folha no valor de R$ 700 mil, de 7 mil trabalhadores. O valor foi descontado por causa da paralisação ocorrida em 10 de maio deste ano que deixou 100% da frota em greve.

O superintendente da SMTU, Wesley Aguiar, afirmou que está otimista com as negociações. “Caso os rodoviários façam a paralisação, o que nos resta é usar o plano B, que consiste em liberar todos os  ônibus alternativos para circular dos bairros ao Centro”, declarou.

Outras reivindicações

Outra decisão que será tomada na reunião de amanhã no TRT, é sobre o dissídio coletivo. Segundo Josildo, este é um dos mais de 70 pedidos da categoria que ainda não foram atendidos. “Falta o FGTS, INSS, entre outros. Não vamos abrir mão de lutar pelo que é dos trabalhadores, mesmo que tenhamos que parar a frota”, afirmou.

Sinetran reafirma negociação

Para o diretor-executivo do Sinetran, César Tadeu Teixeira, o desconto do dia de paralisação é referente ao dia não trabalhado e o descanso remunerado. “A empresa já teve um prejuízo de mais de 1 milhão na última greve. Fomos amparados por lei porque eles não saíram das garagens”, destacou.

No último dia 18 de julho, Sinetram emitiu uma nota nos veículos de comunicação afirmando que todos os acordos estão sendo cumpridos junto ao TRT, descartando a possibilidade de existir motivos para a greve.
Fonte: D24 AM

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Licitação do transporte coletivo de Novo Hamburgo está parada há um ano

Em maio do ano passado, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o edital de licitação de transporte coletivo de Novo Hamburgo, por suspeitas de irregularidades que comprometeriam a legalidade, transparência e competitividade do processo. Mais de um ano depois a Prefeitura ainda aguarda uma nova manifestação por parte dos relatores do TCE. O assunto está sendo tratado pelo Jornal NH desde os primeiros dias em que o relator da medida, o conselheiro Iradir Pietroski, decidiu impedir a continuidade da concorrência pública e solicitou uma auditoria no processo.

O prefeito Tarcísio Zimmermann aguarda também pela resposta e alega que não pode fazer nada para agilizar o processo. “Sabemos que o TCE não acatou nosso critério de reajuste anual das tarifas dos ônibus, baseada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Mas estamos prontos para justificar que é esse tipo de correção anual é o mais correto para o realinhamento das tarifas”, afirmou Tarcísio. O Ministério Público de Contas (MPC) pediu a revisão do valor da concessão, os prazos de publicidade do edital, a qualificação técnica e a qualificação econômica. O TCE foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou.

Fonte: jornalnh.com.br


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