No Rio, Ònibus com ar-condicionado não aceitam bilhete único

domingo, 15 de abril de 2012

O verão acabou, o calor foi infernal, mas ar-condicionado nos ônibus urbanos não foi um dos modismos que marcaram a estação mais quente do ano. Apenas 11% da frota urbana da cidade (848 veículos) oferecem o conforto. Se por um lado há casos de linhas inteiras rodando como “quentões”, existem também aquelas que, à margem das regras estabelecidas no contrato de concessão, decidiram circular com a frota toda ou praticamente toda com ar-condicionado. Esta medida seria ótima, não fosse por um detalhe: o Bilhete Único Carioca não é aceito em ônibus com tarifas mais altas.

As duas situações mostram que as concessionárias agem praticamente com carta branca. Embora dentro da legalidade, a maior parte das empresas, por exemplo, decidiu radicalizar uma regra do contrato de concessão pela qual só podem ter até 20% da frota oferecendo serviços como o ar-condicionado, cobrando, por isso, tarifas mais altas. Não existe um mínimo. Por isso, nos terminais de ônibus, não é difícil ouvir despachantes e motoristas falando que, em suas linhas, não existe sequer um ônibus com ar. Segundo a Secretaria municipal de Transportes, o limite foi uma forma de garantir aos passageiros o uso do bilhete único, já que o cartão não é aceito em tarifas superiores a R$ 2,75.
— Minha empresa tem 19 linhas. São 251 ônibus. Nenhuma dessas linhas tem ar. Todas aceitam o bilhete único — diz o empresário Paulo Valente.
Outras empresas desafiam a aparente frágil fiscalização da Secretaria municipal de Transportes. No último dia 12, o EXTRA acompanhou o tráfego na Central do Brasil. Em duas horas, contabilizou dez ônibus da linha 154 (Central- Ipanema) saindo do terminal. Todas com ar. Despachantes contaram que a empresa não dá opção “sem ar” no 154. A secretaria explicou que essa linha já tinha 100% dos veículos refrigerados antes da licitação (em 2010). Por isso, 80% dos carros deveriam cobrar a tarifa do bilhete único (R$ 2,75). Mas o EXTRA verificou que todos cobravam R$ 3,10.

Meta
Faltando quatro anos para 2016, meta estabelecida pelo prefeito Eduardo Paes para que toda a frota do Rio tenha ar, as empresas continuam colocando em circulação ônibus novinhos em folha sem o sistema de refrigeração.
Este ano, duas concenssionárias jogaram às ruas 150 modelos conhecidos como “Mega BRS”. São veículos comprados para circular nos corredores expressos já criados na cidade. De acordo com a secretaria, o motivo de eles serem sem ar é exatamente para poderem aceitar o bilhete único.
Segundo um representante da Neobus, que fabricou as carrocerias, o custo de se instalar ar em ônibus que já circula é de R$ 50 mil.

A Fetranspor não respondeu se fará a adequação desejada por Paes até 2016 e nem como fará isso. Afirmou ainda que “os compromissos presentes no edital de licitação não contemplam substituição da frota por veículos com ar-condicionado”.

A Secretaria de Transportes informou que iniciou um amplo levantamento de problemas operacionais das linhas que circulam no município. Com base nesse relatório, as irregularidades encontradas serão objeto de multas contratuais.

Fonte: Extra Globo

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No Recife, Usuários ganham nova linha no TI Aeroporto

A partir da próxima segunda-feira (16/04), o Grande Recife Consórcio de Transporte inaugura mais uma linha no Terminal Integrado do Aeroporto. A linha 023 – TI Aeroporto/ Tancredo Neves será uma opção para os usuários que desejam deslocar-se do TI Aeroporto com destino ao Shopping Center Recife, além de fornecer mais quatro pontos de parada, sendo duas na Rua Ernesto de Paula Santos e outras duas na Rua Ribeiro de Brito.

A nova linha contará com uma frota composta de 10 ônibus. Já nos dias úteis (de segunda à sexta) serão quatro ônibus que farão 73 viagens, nos horários de pico, com intervalos de 12 minutos. Aos sábados e domingos serão três ônibus, em cada dia, distribuídos em 57 viagens, nos horários de pico, em intervalos de 15 minutos.

Com a criação da linha 023 – TI Aeroporto / Tancredo Neves, a linha 021- Q.G. Aeronáutica terá sua operação suspensa. Sendo assim, os usuários do Jordão que faziam uso dessa linha para chegar ao Centro do Recife terão, agora, que pegar a linha 152-Jordão Baixo / TI Aeroporto e, do TI Aeroporto, terão a opção de utilizar a integração via ônibus ou metrô.

Para aqueles que utilizam a linha 021- Q.G. Aeronáutica para deslocar-se para a Avenida Antônio Falcão terão que ao chegar no TI Aeroporto, pegar a nova linha. Os usuários estão sendo informados por meio de cartazes em todos os ônibus da linha 021 e nas paradas das Avenidas Mascarenhas de Morais, Maria Irene e Conselheiro Aguiar. Uma equipe de divulgadores já está nas ruas, distribuindo panfletos nos seguintes locais: terminais integrados do Aeroporto e Afogados, no Terminal Urbano de Santa Rita, dentro do Shopping Recife (Parada 02) e no miniterminal da linha 021 - Q.G Aeronáutica.

Outras dúvidas, sugestões e reclamações também podem ser esclarecidas pelo telefone 0800.081.0158 ou acessando o site www.granderecife.pe.gov.br.


Itinerário completo da linha:

Terminal/Ponto de retorno

• Terminal Integrado Aeroporto;
• Rua Dez de Julho;
• Rua Vinte de Janeiro;
• Rua Barão de Souza Leão;
• Avenida Marechal Mascarenhas de Morais;
• Alça Ascendente do Viaduto Tancredo Neves;
• Viaduto Tancredo Neves;
• Rua Ernesto de Paula Santos;
• Rua Visconde de Jequitinhonha;
• Pátio do Shopping Center Recife (parada dois);

Ponto de Retorno/Terminal

• Rua Tenente Domingos Brito;
• Rua Ribeiro de Brito;
• Alça Descendente do Viaduto Tancredo Neves;
• Avenida Marechal Mascarenhas de Morais;
• Rua Joaquim Bandeira;
• Rua Alfredo Marcondes;
• Rua Antonio Torres Galvão;
• Rua Pedro Paes Mendonça;
• Rua Félix de Brito Melo;
• Avenida Conselheiro Aguiar;
• Rua Antônio Falcão;
• Avenida General Mac Arthur;
• Avenida Marechal Mascarenhas de Morais;
• Rua Dez de Julho;
• Terminal Integrado Aeroporto.

Com Informações do GRCT

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São Paulo: Linha 6 do Metrô terá 3 terminais e garagem

Um estacionamento subterrâneo, três terminais de ônibus, muitas escadas rolantes e grandes claraboias. Esses são alguns dos elementos que os passageiros encontrarão nas estações da futura Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. Desenhos do projeto preliminar de arquitetura revelam os diferenciais das paradas, que devem começar a abrir em 2016 - a previsão de início da obra é 2013. O ramal terá 15 estações.

A Estação Perdizes, na zona oeste, deverá ter até lugar para guardar carros. O projeto indica a construção de uma garagem subterrânea com quatro pavimentos. O Metrô não informou qual será a capacidade do estacionamento. As saídas serão pela Avenida Sumaré e pela Rua Apinajés. Também se estuda o plantio de várias árvores sobre a estação, que ficará bem ao lado do Hospital Albert Einstein.

O engenheiro José Geraldo Baião, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (Aeamesp), explica que garagens assim, ligadas ao transporte coletivo, tiram carros das ruas. "Não é só pensar em integração do metrô com trem ou ônibus. É preciso ligar o carro à rede de transporte coletivo."

Os ônibus também terão vez nas futuras estações. Na extremidade norte da Linha 6, as paradas Brasilândia e Vila Cardoso terão terminais para os coletivos, segundo o estudo de impacto ambiental da obra. A Estação João Paulo I igualmente terá um terminal. Outra característica marcante dessa estação é a sua cobertura, uma enorme claraboia sobre o mezanino e a parte central da plataforma, que ficará quatro níveis mais para baixo.

Na Estação Pompeia, situada na esquina da Avenida Pompeia com a Rua Venâncio Aires, zona oeste, terão prioridade, segundo o projeto, "os espaços de circulação de pedestres, haja vista a existência de um bom número de polos atratores" nas redondezas. A parada, que também pode ter uma claraboia, será construída no mesmo quarteirão do Sesc Pompeia e ficará perto dos Shoppings Bourbon e West Plaza.

Profundidade. A Linha 6-Laranja terá algumas das paradas mais profundas do Metrô. A Estação Cardoso de Almeida, na zona oeste, deverá ter 58 metros de profundidade e 20 escadas rolantes. O número de equipamentos deverá ser ainda maior na Estação São Joaquim, na zona sul, que se conectará à Linha 1-Azul. Ali, serão 32 desses aparelhos.

Esteiras rolantes, como as que existem na conexão entre as linhas 2-Verde e 4-Amarela, estão previstas para ligar a Estação Higienópolis-Mackenzie da Linha 6 com a sua homônima da Linha 4. A distância entre o centro das duas será de 280 metros. A Linha 6, com 15,9 km de extensão, deverá custar R$ 12 bilhões e ser totalmente entregue em 2020. Segundo o relatório de impacto ambiental, R$ 570 milhões devem ser gastos com desapropriações.

Fonte: Estadão

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Linhas do transporte coletivo sofrerão mudanças em Maringá

A Secretaria dos Transportes (Setran) de Maringá dará início na próxima segunda-feira (16) a segunda fase de instalação do novo modelo de transporte coletivo. Com isso, algumas linhas da região sul da cidade sofrerão mudanças de horários.

As alterações envolverão as linhas: 220 (Jardim São Clemente); 324 (Conjuntos Thais e Porto Seguro); 334 (Conjunto Cidade Canção); 335 (Vila Operária/Madri); 414 (Hospital Municipal); 415 (Conjunto Cidade Alta); 416 (Conjunto Cidade Alta - Avenida Brasil) e 427 (Cerro Azul).

Os novos horários podem ser checados a partir das 18 horas de sexta-feira (13) no portal da Setran e no site do Transporte Coletivo Cidade Canção (TCCC). As mudanças não afetarão as linhas do Jardim Universo 458 e 459, que permanecem sem alteração de horário.

Segundo o gerente de Transporte Coletivo da Setran, Mauro Menegazzo, além da mudança nos horários das linhas, algumas terão alteração de trajeto e outras ganharão um carro extra. “Todas essas adequações foram estudadas e planejadas para oferecer ao usuário um transporte público de qualidade. Por isso, solicitamos a compreensão dos usuários neste primeiro momento de adequações, quando técnicos estarão monitorando os veículos para fazer as correções necessárias”, declarou em entrevista ao site da Prefeitura.

Linhas da região sul ganharão 1,2 mil novos lugares

A instalação do novo modelo de transporte coletivo em Maringá será feita em cinco etapas. Nesta fase que será iniciada na próxima semana, as linhas da região sul ganharão 1,2 mil novos lugares. No período da manhã, (entre as 6h e as 8 horas) o número de viagens será aumentado de 72 para 80, com uma oferta adicional de 640 lugares. No período da tarde (entre 17h e 19 horas) o número de viagens passará de 68 para 75, adicionando 560 lugares.

Ainda segundo o gerente do transporte coletivo, a Setran procurou fazer as alterações mexendo o mínimo possível nos horários das linhas. “A cobertura dos serviços foi ajustada para melhorar o atendimento da expansão dos bairros da região sul. As alterações em alguns itinerários foram discutidas e aprovadas em reuniões com os presidentes de bairros da região sul”, disse.


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MP recomenda Transalvador a determinar retirada de adesivos publicitários nos ônibus

Os adesivos publicitários colocados nos vidros traseiros dos ônibus coletivos que circulam em Salvador deverão ser retirados. Recomendação nesse sentido foi expedida na terça-feira, dia 10, pelo Ministério Público estadual à Transalvador, órgão que foi orientado a determinar a imediata retirada dos informes, que, segundo as promotoras de Justiça Célia Boaventura e Rita Tourinho, estão sendo afixados nos vidros sem que haja qualquer respaldo normativo.

“As mensagens publicitárias estão sendo expostas ilegalmente nos vidros traseiros dos ônibus”, sinalizam as promotoras de Justiça, destacando que o próprio dirigente da Superintendência de Ordenamento e Uso do Solo (Sucom), Cláudio Souza da Silva, afirmou em Termo de Declarações que ‘ “não há licença expedida para colocação de publicidade nos vidros traseiros dos ônibus, uma vez que tal publicidade não é regulamentada” ’. Ele mesmo pontuou que a competência da fiscalização é da Transalvador, lembram Célia Boaventura e Rita Tourinho, acrescentando ainda que as mensagens divulgadas “não vêm sendo computadas como fonte de receita alternativa, o que gera prejuízo ao Município, uma vez que as empresas que exploram transportes coletivos em Salvador alegam o desequilíbrio econômico-financeiro do contrato”.

Fonte: Tribuna da Bahia

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Em Porto Alegre, Prefeitura e governo do Estado discutem solução para o metrô

A prefeitura e o governo do Estado buscam uma solução conjunta para a modelagem financeira de viabilização do metrô de Porto Alegre. Em reunião na tarde desta quinta-feira (12),  o secretário municipal de Gestão, Urbano Schimitt, analisou alternativas para minimizar os impactos da nova proposta de repasses de recursos apresentada pela União.

Com repasses federais inicialmente previstos para ocorrer durante a realização da obra, a proposta determina que as verbas federais sejam repassadas apenas após o início da operação do serviço, o que geraria variação no valor total do projeto. De acordo com Schimitt, estão sendo estudados diversos cenários, que serão detalhados nos próximos dias e apresentados em reunião com o Ministério do Planejamento na próxima segunda-feira (16).

"Estamos confiantes que juntos, prefeitura, Estado e União, encontraremos a melhor forma de viabilizar esta importante obra para a cidade e região metropolitana", destacou em nota divulgada pela assessoria de imprensa. Entre as possibilidades que serão aprofundadas está a antecipação de investimentos e a busca de isenções federais.

Fonte: Jornal do Comércio

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No Rio, Radial Oeste passa a ter faixa reversível

Com o objetivo de melhorar a fluidez do tráfego na área da Praça da Bandeira, sentido Méier, zona norte do Rio de Janeiro, a CET-Rio (Central de Engenharia de Tráfego) vai implantar na próxima segunda-feira (16) uma faixa reversível de tráfego na rua Teixeira Soares (Radial Oeste).
Foto: Agencia O Globo

O funcionamento será das 16h30 às 20h30, com início na rua Pará até a agulha na altura da passarela do metrô (estação São Cristóvão). Toda a sinalização está sendo implantada. Painéis de mensagens variáveis e operadores de tráfego vão orientar os motoristas.

Veículos de passeio terão livre acesso à faixa reversível na rua Teixeira Soares (Radial Oeste), iniciando na rua Pará, logo após a Praça da Bandeira. Os veículos que utilizarem a faixa reversível retornarão à avenida Oswaldo Aranha próximo à estação do metrô São Cristóvão.

Veículos pesados e ônibus não poderão utilizar a faixa reversível da rua Teixeira Soares.

Fonte: R7.com

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Lei de Mobilidade Urbana é uma conquista do Brasil, diz Ministro

O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, afirmou no programa de rádio Bom Dia, Ministro que a Lei nº 12.587/12, conhecida como Lei de Mobilidade Urbana, que entrou em vigor nesta sexta-feira (13), é uma conquista do Brasil. De acordo com o ministro, serão investidos 32 bilhões de reais nesta área, o que contribuirá para transformar a transformar a vida dos brasileiros.

“A questão da mobilidade é uma das principais agendas do Ministério das Cidades. Estão previstos investimentos extremamente importantes que contribuirão para minimizar os problemas dos brasileiros se locomover”, destacou o ministro.

No programa, transmitido nesta sexta-feira (13), o ministro falou também sobre a segunda etapa do Minha Casa, Minha Vida, na modalidade que atende municípios com até 50 mil habitantes e beneficiará famílias que possuem renda mensal de até R$ 1.600, residentes em áreas urbanas. Serão 107 mil casas, que contemplará os 26 estados brasileiros e mais o Distrito Federal.

“Nessa modalidade do programa Minha Casa, Minha Vida serão construídas 220 mil casas. Ontem foi anunciada 107 e vamos ter a segunda etapa possivelmente no início de 2013, quando faremos a segunda seleção”, explicou Aguinaldo Ribeiro.

O ministro salientou que nos critérios utilizados para seleção das áreas atendidas pelas moradias foi levado em consideração o déficit habitacional e o índice de pobreza das regiões.

Fonte: Portal do Planalto

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Bombardier inaugura em Hortolândia fábrica de trens para o monotrilho de SP

A empresa canadense Bombardier inaugurou nesta sexta-feira uma fábrica na cidade de Hortolândia (SP) que vai produzir trens para o monotrilho de São Paulo e também para exportação. A planta, que custou US$ 15 milhões e foi construída em 18 meses, vai gerar 250 empregos diretos. As primeiras entregas para o monotrilho devem acontecer em outubro.

 Foto: Pedro Carvalho/iG

Essa é a primeira fábrica de trens da Bombardier fora dos Estados Unidos e do Canadá. A empresa tem um contrato de mais de R$ 2 bilhões para fornecer 54 trens para a Linha 2 do metrô paulista, que liga Vila Prudente a Cidade Tiradentes. Desses, 53 serão feitos em Hortolândia.

A Linha 2 do metrô, também chamada Expresso Tiradentes, terá 24 quilômetros e será o maior monotrilho do mundo em capacidade, podendo transportar 48 mil passageiros por hora em cada sentido. Além dos trens, a companhia também vai fornecer os sistemas de sinalização para o trecho. O pedido de 54 trens significa a construção de 378 carros pela companhia canadense, dos quais 371 serão fabricados em Hortolândia.

O evento contou com a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que elogiou a iniciativa. "Cada trem feito aqui tira 15 ônibus lotados das ruas da cidade", afirmou Alckmin. Também estiveram presentes Andre Navarri, presidente mundial da Bombardier, e o primeiro-ministro de Quebec, província do Canadá.

A cadeia de fornecedores da Bombardier também trará empregos para a região. Calcula-se que quinze fábricas vão ser inauguradas ou aumentar a produção, gerando mais 500 vagas indiretas. No início da fabricação, os trens de Hortolândia terão 40% de componentes nacionais, percentual que deve subir a 60% até o final do ano, segundo executivos da empresa.

Fonte: IG Economia

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Montadora Volvo quer ganhar metade das licitações de ônibus para a Copa

A montadora Volvo, fabricante de ônibus e caminhões com sede em Curitiba, planeja fornecer pelo menos metade dos 4.000 ônibus com licitação prevista até a Copa do Mundo de 2014, para atender aos projetos de mobilidade urbana das subsedes.

"[Se conseguirmos] menos que a metade, eu perco meu emprego", brinca o presidente da Volvo Bus América Latina, Luis Carlos Pimenta.

Os 4.000 veículos a serem disputados são destinados ao Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Belo Horizonte. No ano passado, a Volvo venceu licitações em Curitiba, Manaus e Goiânia, e recebeu R$ 35 milhões por 700 veículos.

Os planos da montadora, líder no mercado de BRTs (sistema de ônibus em corredores exclusivos) no Brasil, com 60% de participação, incluem não só as subsedes da Copa como todas as cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes --habilitadas para receber verbas federais do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Mobilidade.

"A gente não vende a Volvo. A gente vende um sistema organizado de transporte", afirma Pimenta, em referência ao BRT.

Nesta semana, a empresa dá início a uma caravana que passará por 54 cidades brasileiras, para exibir os ônibus da Volvo --e as supostas qualidades do BRT-- aos potenciais clientes, inclusive prefeituras.

A visita aos administradores políticos, diz Pimenta, "é parte do dia a dia" da montadora. "Nós apresentamos as ideias; eles [políticos] fazem as decisões."

Para Pimenta, o BRT foi subaproveitado nas sedes da Copa. "Foi dada preferência a veículos sobre trilhos, ou metrô, que custam até dez vezes mais. É parte do jogo; é cabeça de político."

Além do setor de ônibus urbanos, a Volvo pretende investir fortemente no segmento rodoviário neste ano. Nesta quinta-feira (12), a empresa apresentou sua nova linha de chassis, com 14 modelos de ônibus --seis deles rodoviários.

Fonte: jornalfloripa.com.br

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Entra em vigor nova legislação para melhorar mobilidade urbana nas cidades

Melhorar a acessibilidade e a mobilidade das pessoas e cargas nos municípios e integrar os diferentes modos de transporte são alguns dos objetivos da Lei 12.587/2012, que começa a vigorar hoje (13). A legislação, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, foi sancionada em janeiro e dá prioridade a meios de transporte não motorizados e ao serviço público coletivo, além da integração entre os modos e serviços de transporte urbano.
A legislação prevê instrumentos para melhorar a mobilidade urbana nas grandes cidades, como a restrição da circulação em horários predeterminados, a exemplo do que já existe em São Paulo. Também permite a cobrança de tarifas para a utilização de infraestrutura urbana, espaços exclusivos para o transporte público coletivo e para meios de transporte não motorizados, além de estabelecer políticas para estacionamentos públicos e privados. O texto também esclarece os direitos dos usuários, como o de ser informado sobre itinerários, horários e tarifas dos serviços nos pontos de embarque e desembarque.
Para o coordenador do Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade, Nazareno Stanislau Affonso, a nova legislação coloca o Brasil dentro da visão de mobilidade sustentável. “Atualmente, a política de mobilidade do país dá prioridade ao uso do automóvel, que é uma proposta excludente. O que essa lei fala é que agora a prioridade deve ser dada a veículos não motorizados, a calçadas, ciclovias, ao transporte público e à integração do automóvel a um sistema de mobilidade sustentável”.

Segundo ele, a aplicação da lei também vai depender da pressão dos usuários para que os governos locais de fato mudem a sua política, e o automóvel seja integrado de forma mais racional. “Quem tem carro vai perder privilégios e quem usa transporte público vai ganhar direitos”.
A nova lei vai exigir que os municípios com mais de 20 mil habitantes elaborem planos de mobilidade urbana em até três anos, que devem ser integrados aos planos diretores. Atualmente, essa obrigação é imposta aos municípios com mais de 500 mil habitantes. As cidades que não cumprirem essa determinação podem ter os repasses federais destinados a políticas de mobilidade urbana suspensos. “O governo federal não vai poder liberar nada contrário à lei, então, quanto mais rápido os municípios fizerem seus planos, mais fácil será a liberação de seus projetos”, alerta Affonso.

Para o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a nova lei não é suficiente para garantir a sustentabilidade das cidades, com a necessária ampliação dos investimentos, redução dos congestionamentos e da poluição do ar e a melhoria da qualidade dos serviços públicos de transporte. Para o Ipea, que apresentou um estudo sobre a nova política de mobilidade urbana, é preciso o engajamento da sociedade para “fazer a lei pegar”, além da capacitação dos agentes municipais, que terão que adequar e implementar as diretrizes e instrumentos da lei à realidade de suas cidades.


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Sistema de transporte público coletivo de passageiros de Goiânia contará com o apoio da União

A União foi autorizada a celebrar o convênio com o Estado de Goiás para implementar o Sistema Metropolitano de Transporte de Passageiros de Goiânia (GO). O Projeto de Lei Nº 7541/2010, do Senado Federal, foi aprovado na Câmara dos Deputados na última reunião (11/04) pela Comissão de Viação e Transporte (CVT). A matéria está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara.

O objetivo do PL é viabilizar a implantação de sistema estrutural de transporte público coletivo de passageiros no estado. Esse sistema deverá ter capacidade compatível com a demanda atual de passageiros, bem como atender às necessidades futuras em relação ao transporte público.

O convênio deverá dispor sobre as características técnicas, físicas e operacionais do sistema a ser implantado; as condições gerais do suporte técnico e financeiro a ser prestado pelo governo federal; as contrapartidas dos governos estadual e municipais integrantes do aglomerado; e a participação de financiamento privado, na forma de parceria público-privada.

Audiências Públicas
O requerimento Nº 120/2012, da deputada federal Marinha Raupp (PMDB/RO), que propõe a realização de Seminários nos Estados de Rondônia, Mato Grosso e Acre, para discutir a construção da Ferrovia Transcontinental, também foi aprovada pela CVT nessa semana.

No documento, a deputada sugeriu a presença de representantes da empresa pública Valec Engenharia Construções e Ferrovias S.A., do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para apresentar o projeto da ferrovia nos estados.

Ainda de autoria da parlamentar, o requerimento Nº 117/2012 foi aprovado. Ele visa a realização de um Fórum de Debates, na Comissão de Viação e Transportes, para discussão das obras de pavimentação da BR-429, em Rondônia, e da implantação da Unidade de Polícia Rodoviária Federal na mesma rodovia, aprovado pela comissão.

A CVT também aprovou o requerimento Nº 119/2012, do deputado Jose Stédile (PSB/RS), para a realização de Audiência Pública para debater políticas tarifárias para os transportes coletivos urbanos e metropolitanos.
O intuito é discutir a necessidade de se ter uma tarifa de transporte público acessível para toda a população, para atrair usuários de transporte individual e diminuir o afogamento do trânsito nas grandes cidades.

Agência T1 / Edição: Bruna Yunes

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Lei para instalação de câmeras nos ônibus de Manaus é aprovada pelos usuários

A Lei Municipal 789/2004, que trata da instalação de câmeras de segurança no interior dos transportes coletivos urbanos de Manaus, voltou a ser discutida a partir desta quinta-feira (12) na Assembléia Legislativa do Estado (ALE-AM). A medida agrada usuários do transporte público e é considerada viável pelo Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS).

A iniciativa é da Comissão de Segurança Pública, presidida pelo Deputado Cabo Maciel (PR), em conjunto com a Comissão de Gestão e Serviços Públicos, que tem à frente o Deputado Chico Preto (PSD). “É um projeto de minha autoria, de quando eu era vereador. A ideia é fazer com que as câmeras conversem com o CIOPS”, explicou Preto após rápida reunião com a Polícia Militar e o CIOPS.

No entanto, o diretor técnico do CIOPS, Ari Gomes, alertou que é necessário um investimento considerável para que o sistema seja eficaz. “É perfeitamente viável, só que implica em um investimento médio, para que não haja a frustração de divulgar que existe o sistema e depois ocorrer uma frustração com falhas”, analisou.

Gomes considera que só a simples divulgação da nova medida poderá diminuir consideravelmente os crimes nos ônibus em Manaus. “Se uma empresa fizer um cálculo dos prejuízos com roubos e traumas de funcionários, ela vai perceber que o investimento é válido”, destacou.

A ideia é agradável para os usuários do transporte público da capital amazonense, que consideram a medida positiva na prevenção de assaltos. É o caso da doméstica Sandra Melo, 51, que já foi roubada no ônibus. “Fui assaltada e não tive nenhum tipo de compensação, então esse sistema ajudaria bastante”, avalia.

A jornalista Jamyly Macedo, 23, diz que a lei traria mais segurança aos cobradores de ônibus, principais vítimas dos bandidos nos ônibus. “Não sei se auxilia a população, mas ajuda bastante o funcionário, que geralmente é quem sofre as abordagens”, opinou.

Fonte: d24am.com

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Comissão desonera folha de pagamentos para transportes urbanos

A Comissão de Viação e Transportes aprovou, na quarta-feira (11), o Projeto de Lei 1660/11, do Senado, que desonera a folha de pagamento dos trabalhadores em transportes urbanos dos tributos direcionados à Seguridade Social.
Foto: Blog Meu Transporte

A proposta fixa nova metodologia de cálculo da contribuição patronal para a Seguridade Social, que passará a incidir sobre a receita bruta e terá alíquota de 2,5%, acrescida de 0,1%, referente ao Seguro de Acidente de Trabalho (SAT).

Atualmente, as empresas de transporte público urbano e metropolitano de passageiros contribuem com 23% das remunerações pagas aos trabalhadores. O autor da proposta, senador Clésio Andrade, argumenta que a mudança na metodologia de cálculo poderá gerar redução média de 5% nas tarifas cobradas pelo serviço de transporte público urbano e metropolitano de passageiros em todo o País.

Acesso popular
Segundo o relator da proposta, o deputado Diego Andrade (PSD-MG), a redução de tarifa precisa ser prioridade para permitir o acesso dos mais pobres ao transporte público. Ele citou dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), segundo os quais o preço elevado afasta as classes D e E, que apresentam uma participação de apenas 27% da demanda total dos ônibus urbanos, enquanto representam mais de 45% do total de habitantes do País.

Além disso, as vantagens dos ônibus sobre outros transportes justificam a medida, na opinião do relator. “O transporte coletivo significa, em termos gerais, menor consumo de combustível, energia e espaço viário por passageiro, assim como redução das taxas de emissão de poluentes.”

Tramitação
A proposta, que tramita em regime de prioridade, ainda será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: cenariomt.com.br

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