Sistema de transporte de Curitiba tem 401 articulados e biarticulados Volvo

terça-feira, 5 de abril de 2011

Reconhecido internacionalmente como uma solução de sucesso em mobilidade urbana, o sistema de transporte de Curitiba tem 385 linhas de ônibus, 29 terminais, 351 estações tubo e atinge a marca de 2 milhões de viagens por dias úteis na RIT (Rede Integrada de Transporte). Curitiba tem 522 ônibus articulados e biarticulados, dos quais 401 chassis são Volvo. Dois em cada três veículos articulados da frota total da Grande Curitiba são da marca.

Criado nos anos 70, o sistema de Curitiba é o precursor do BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Transit, o equivalente fora do Brasil aos sistemas organizados de transporte coletivo urbano, que usam corredores exclusivos para ônibus e onde o tráfego de outros veículos é proibido. Em Curitiba são 81 quilômetros de canaletas exclusivas. Somente 11 cidades brasileiras possuem vias segregadas. Estima-se que no país há pouco mais de 200 quilômetros de ruas deste tipo e cerca de 400 quilômetros de vias com tratamento prioritário.

As canaletas, chamadas tecnicamente de "troncais", cruzam a cidade em vários sentidos. É nelas que estão os terminais de transbordo, de onde partem os alimentadores, os ônibus que circulam no bairro. A junção corredor-terminais forma o sistema "troncoalimentador". Na frota total da RIT, um em cada quatro ônibus é um articulado ou biarticulado.

Integração
           
Na região metropolitana, o sistema faz a integração físico-tarifária de 14 municípios da Grande Curitiba. São 351 estações-tubo onde o passageiro paga a tarifa ao entrar na estação. Uma vez dentro da estação, ele pega qualquer ônibus que passa por ali. Pode descer em outra estação ou em um terminal e embarcar em outro ônibus, de outra linha qualquer, sem pagar nova tarifa. A cidade tem cinco mil pontos de paradas de ônibus.
           
A RIT conta com seis corredores de transporte - Norte, Sul, Leste, Oeste, Boqueirão e Linha Verde. O sexto corredor foi implantado no trecho urbano da antiga BR-476, ao longo de 10 quilômetros. No caminho dos ônibus biarticulados e das linhas diretas estão as estações tubo, onde a cobrança da tarifa é antecipada e o embarque é feito em nível.

A URBS é responsável pelo planejamento e gerenciamento do transporte coletivo de Curitiba e da Região Metropolitana. Empresas privadas são responsáveis pela operação do sistema. Fazem parte da RIT os municípios de Campo Magro, Campo Largo, Araucária, Fazenda Rio Grande, São José dos Pinhais, Pinhais, Colombo, Rio Branco do Sul, Itaperuçu, Piraquara, Bocaiúva do Sul, Almirante Tamandaré, Contenda e Curitiba. O sistema de transporte local é operado por três consórcios (Transbus, Pontual e Pioneiro), que representam 11 empresas.



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Frota de São Paulo ultrapassa 7 milhões de veículos

A frota de veículos no município de São Paulo atingiu em março a marca de 7.012.795 unidades, número confirmado nesta segunda-feira (4) pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP).

A cidade tem 5.124.568 automóveis de passeio (73% da frota do município), que se somam a 718.450 micro-ônibus, camionetes e utilitários (10,2%). As motocicletas, motonetas, quadriciclos e triciclos representam outras 889.164 unidades (12,6%). São Paulo tem ainda 42.367 ônibus, 158.190 caminhões e 73.526 reboques.  Esses números representam apenas os veículos com placa de São Paulo,  sem considerar aqueles com origem em outras cidades e estados.

No  início de março, quando a frota já apontava para a nova marca, o fundador e primeiro presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o engenheiro Roberto Scaringella disse ao G1 que a frota continuará crescendo, principalmente porque comprar uma moto, por exemplo, é mais barato que andar de ônibus. Ele defende a instituição do pedágio urbano, embora reconheça que a solução assuste políticos.

"Não há engenharia de tráfego que consiga colocar em uma vaga, ao mesmo tempo, dois carros. Portanto, a cidade vai ter que se administrar um bem público que é o espaço viário, cada vez mais escasso. Vamos ter de que adotar medidas cada vez mais restritivas. Porque temos o conteúdo (frota) crescendo e o continente (cidade) não crescendo", diz Scaringella.

O ex-presidente da CET afirma que o pedágio urbano não funcionaria como as praças convencionais encontradas nas estradas. "Hoje com a identificação eletrônica do veículo em movimento, você não precisa, e evidentemente não se cogita praça de pedágio na área urbana. Então é através de sistemas de trânsito inteligente, informatizado, monitoramento eletrônico. Agora, onde, como seria preciso resolver. Logicamente os políticos se assustam muito com isso", afirma.

Na apresentação de seu plano de metas para 2011, a Secretaria Municipal de Transportes se propôs a discutir e negociar a revisão dos horários de entrada e saída do trabalho dos paulistanos, "criando um escalonamento que permita um alívio para os horários de pico do transporte coletivo e individual".


Fonte: G1.com.br

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No Rio, Novo corredor de ônibus da Barata Ribeiro passa a funcionar no próximo sábado

O corredor exclusivo para ônibus da rua Barata Ribeiro, em Copacabana, zona sul do Rio, passará a funcionar a partir de sábado (9) de abril. Este será o segundo corredor. O da Nossa Senhora de Copacabana, no mesmo bairro, foi inaugurado em fevereiro.

Fonte: R7.com


A nova faixa será dividia em 20 paradas de ônibus ao longo da Barata Ribeiro e contará com 12 pontos de fiscalização.

Inicialmente, as instalações seriam concluídas em março, mas o processo sofreu atraso por causa do mau tempo.
Técnicos da prefeitura do Rio instalaram na última quarta-feira (30) os radares do futuro corredor. Apesar disso, os motoristas que desrespeitarem a sinalização não serão multados nos primeiros dias após a implantação do corredor.

Como ficará a Barata Ribeiro
De acordo com a secretaria de transportes do Rio de Janeiro, os pontos de ônibus da Barata Ribeiro serão separados em BRS 1, BRS 2 e BRS 3. Todos os ônibus terão adesivos no vidro dianteiro indicando a qual grupo pertencem. Os motoristas serão obrigados a parar nos pontos indicados pelo seu BRS, sendo impedidos de pararem em outros pontos. Na Nossa Senhora de Copacabana, há 15 paradas.
Os motoristas que não obedecerem as regras do BRS (Bus Rapid System) serão multados em R$ 53,20.

Redução do tempo
A prefeitura do Rio de Janeiro ainda não tinha inaugurado o corredor exclusivo para ônibus na avenida Nossa Senhora de Copacabana, uma das mais movimentadas da zona sul da cidade. A equipe do R7 saiu às 17h48 do início da avenida, na altura da rua Francisco Sá, e chegou ao final da via, próximo à avenida Princesa Isabel, às 18h18. No horário de rush, foram gastos 30 minutos.

Após uma semana, com a implantação do BRS (Bus Rapid Service), embarcando e desembarcando exatamente no mesmo ponto de ônibus e horário, nossa reportagem levou 14 minutos, reduzindo assim o tempo em 16 minutos.

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Campinas cadastra Plano de Mobilidade Urbana no PAC-II da Mobilidade

A Prefeitura de Campinas, em ação conjunta da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas/Secretaria de Transportes, Secretaria de Infraestrutura, Secretaria de Serviços Pùblicos e Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, cadastrou na sexta, dia 1º de abril, o Plano de Mobilidade Urbana da cidade, pleiteando recursos dentro do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC-II da Mobilidade Urbana – Grandes Cidades, para a implantação de infraestrutura de transportes – corredores exclusivos e preferenciais em Campinas.

O município pleiteia recursos na ordem de R$ 430 milhões, valor definido no PAC para cidades de 1 a 3 milhões de habitantes.

O Plano de Mobilidade Urbana de Campinas prevê a implantação de dois corredores exclusivos à esquerda para a operação de Bus Rapid Transit (BRT) nos eixos Ouro Verde e no Campo Grande – sistema que operará com ônibus biarticulados; interligações entre os corredores, reforma de terminal e do Viaduto Cury, além de um corredor preferencial à direita na Região Norte.

Para o Ouro Verde, estão previstos 21,4 km de corredor exclusivo à esquerda, com cobrança desembarcada e sistema de guiagem ótica ou magnética, que funcionará como um “trilho virtual”, ampliando o controle e confiabilidade de toda operação do transporte.O Corredor ligará o centro ao Ouro Verde, até o Aeroporto de Viracopos.

Já o Corredor Campo Grande, de acordo com o Plano, contará com 17,8 km, também com corredor exclusivo à esquerda.

A estimativa é que os dois corredores juntos transportem 30 mil passageiros/hora pico, podendo chegar a 40 mil, nos próximos 30 anos.

Além dos dois corredores exclusivos, os recursos serão voltados ainda para duas grandes intervenções: ampla reforma do Terminal Ouro Verde para adaptação ao sistema BRT e a reforma do Viaduto Miguel Vicente Cury para atendimento à nova realidade de corredores e integração com o Corredor Central.

Ainda estão definidos no Plano, um corredor preferencial à direita e duas interligações perimetrais, que reduzirão os percursos negativos e diminuirão a demanda nos corredores principais. A primeira interligação será a construção de uma nova via no leito desativado do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no trecho entre o Campos Elíseos e a Vila Aurocan; a segunda, trata a ampliação/duplicação da Av. Luís Eduardo Magalhães, entre o Satélite Íris e Jd. Ouro Verde. As duas interligações terão respectivamente 4 e 4,1 km de extensão

Na Avenida Luís Eduardo Magalhães, segundo a EMDEC, 70% do sistema viário será ampliado; já 30% será totalmente novo, com a construção de nova via.
Corredor Guanabara-Anhumas

Além de todos os investimentos em infraestrutura do transporte na Região Sudoeste, o Plano prevê ainda obras na região Norte, com o  Corredor Guanabara-Anhumas. O Corredor terá 5,5 km de extensão, no trecho entre a Rodovia D. Pedro I (próximo ao Shopping Galleria) até a Av. Barão de Itapura.

Este corredor será preferencial à direita e construído com uma via nova no antigo leito da ferrovia, complementando a ligação das avenidas N. Sra de Fátima e Orosimbo Maia.

Próximos passosDepois do cadastro do Plano da Mobilidade, Campinas realizará a apresentação do projeto, uma vez que os recursos do PAC-II também são reivindicados por cidades como Goiânia, São Luis (MA), Manaus, Guarulhos e Belém (PA). A apresentação será feita junto ao Grupo Executivo do PAC (Gepac), do Ministério do Planejamento; e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), do Ministério das Cidades. A convocação para a apresentação deve ser feita até 22 de maio.

Na sequência, no dia 1º de junho, acontecerá a pré-seleção dos projetos pelo Ministério das Cidades; e só no dia 12 de junho serão divulgados os projetos contemplados com os recursos do PAC-II da Mobilidade, com a assinatura dos contratos.


Fonte: EMDEC

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Sistema de transporte coletivo conta com mais 10 ônibus adaptados em Rio Grande

Entram em circulação, nesta quarta-feira, 6, os dez primeiros ônibus com o novo layout de pintura e identificação que farão parte do Sistema de Transporte Coletivo do Município do Rio Grande. Os carros seguem todas as diretrizes da Lei de Acessibilidade, que oferece todo o suporte ao atendimento de pessoas portadoras de deficiência.

A cerimônia informal de apresentação dos novos ônibus "Rio Grande Integrado", que, a partir de hoje, começam a integrar a frota do transporte público, aconteceu hoje, 5, na frente da Prefeitura Municipal.

Os veículos serão os primeiros a circular com nova identificação visual, escolhida pela população em 2010, que identifica o sistema Rio Grande Integrado, implementado no ano passado. A arte, escolhida pela população rio-grandina, apresenta as cores da bandeira do Município e a imagem de um peixe, que identifica a ligação da cidade com o mar.

Os novos ônibus, adquiridos pela empresa Noiva do Mar, serão uma adição à frota já existente, que passa de 15 para 25 veículos preparados para o transporte de cadeirantes, um aumento de 80% na frota de ônibus adaptados. Além do elevador, cada ônibus possui assento especial para obesos e vidros com proteção contra raios ultravioleta. Foram investidos na implementação cerca de R$ 3 milhões.


Fonte: Jornal Agora

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Em São José dos Pinhais, Procura por cartão eletrônico VEM dobra após dois meses

Há dois meses o transporte coletivo urbano de São José dos Pinhais passou a funcionar de forma totalmente integrada, interligada através de uma espécie de vale-transporte eletrônico – o Cartão VEM. Antes disso o cartão de usuário dos ônibus urbanos já existia, mas, com as melhorias promovidas pela Prefeitura Municipal, o número de usuários teve um salto significativo, passando de 8 mil para mais de 16 mil de janeiro a março deste ano.

Entre as principais mudanças do transporte da maior cidade da Região Metropolitana de Curitiba estão a conclusão do novo Terminal Urbano e a integração entre os ônibus do município, que tornou a viagem mais rápida em alguns trechos e, também, deixou a passagem mais barata. Com tais transformações, é possível que o usuário do cartão VEM pague a segunda passagem com 50% de desconto, além de integrar-se à linha Centro – que passa pelas principais ruas de São José – gratuitamente.

Nova no município, a Linha Centro circula pelo Centro da cidade, diminuindo a distância para quem vem dos bairros e precisa chegar ao novo terminal, construído em uma área mais ampla e com melhor estrutura para a população. A nova linha tem tarifa de R$ 1 e frequência dos ônibus nos pontos de 15 minutos.

Fonte: Agora Paraná

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Em São Paulo, Shopping na Estação Tucuruvi será o quinto ligado ao Metrô

Mais um novo centro de compras integrado a uma estação do Metrô já está em construção. Com obras de infraestrutura desde maio de 2010, atualmente em fase de fundações e lançamento de peças pré-moldadas, está surgindo o Shopping Tucuruvi, junto à estação Tucuruvi, da Linha 1-Azul, com previsão de inauguração no 1º semestre de 2012.

O novo shopping será o quinto empreendimento em parceria com a iniciativa privada em área da Companhia do Metrô, após os shoppings Metrô Santa Cruz, Metrô Tatuapé, Metrô Boulevard Tatuapé e Metrô Itaquera.

O Shopping Tucuruvi contribuirá para o desenvolvimento socioeconômico da zona Norte da capital, com a geração de aproximadamente 3.600 postos de emprego, sendo 500 diretos e 3.100 indiretos, além da geração de receitas não-tarifárias (valor arrecadado não proveniente das bilheterias) para o Metrô.

O Metrô comercializou as áreas próximas à estação Tucuruvi e o contrato de concessão prevê, além da construção do shopping, a implantação de três terminais urbanos, para melhor acomodação dos ônibus e seus usuários. As baias estarão dispostas ao longo da Rua Paulo de Farias, Av. Antonio Maria de Laet e também na Av. Tucuruvi, próximo ao acesso da Rua Paranabi, ao lado do Metrô..

Os estudos de implantação desse empreendimento levaram em conta o perfil socioeconômico da população local, seus hábitos de consumo e as facilidades de acesso proporcionadas pelo sistema de transporte sobre trilhos e as 23 linhas de ônibus integradas no terminal urbano e intermunicipal da estação.

A estação Tucuruvi é a última estação ao Norte da Linha 1-Azul, por onde circulam mais de 1,2 milhão de usuários por mês. O novo shopping terá frente para três vias principais: Avenida Dr. Antônio Maria Laet, Rua Paranabi e a Rua Paulo de Faria e abrange uma área de 36 mil m², dividida em quatro pavimentos de lojas: piso térreo mais três andares. Terá mais quatro pavimentos de estacionamento, com 1.500 vagas.

A parte interna está organizada para receber cerca de 200 lojas, seis modernas salas de cinema e uma ampla praça de alimentação. O destaque fica por conta da ligação direta da estação do metrô no piso térreo.


Fonte: Metrô SP

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Prefeitura de Campo Grande busca R$ 280 milhões para transporte, propostas incluem a construção e reforma de seis terminais de ônibus na Capital, criação de 70 quilômetros de corredores exclusivos para transporte coletivo

Até o fim deste mês, a prefeitura de Campo Grande encaminha para o Ministério das Cidades dois projetos no valor de R$ 280 milhões, visando a readequação e modernização do sistema de transporte coletivo da Capital com investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade Grandes Cidades. As duas propostas incluem a construção e reforma de seis terminais de ônibus na Capital, criação de 70 quilômetros de corredores exclusivos para transporte coletivo, 1.000 abrigos de ônibus, 41 estações de pré-embarque e a informatização do sistema de gerenciamento do serviço e de informação ao usuário.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha) concluiu na semana passada o cadastramento eletrônico dos projetos, primeira fase do processo de seleção para os municípios interessados em ter projetos de mobilidade urbana financiados pelo PAC 2. “Além dos seis terminais de ônibus, o projeto de Campo Grande também contempla a construção de pontes, passarelas, ciclovias e pavimentação asfáltica”, disse o secretário municipal de Infraestrutura, João Antônio de Marco. Segundo ele, a prefeitura tem até o fim deste mês para encaminhar os projetos físicos, memoriais, plantas, licenças ambientais e o restante da documentação para o Ministério.
No caso de Campo Grande, que está entre as cidades com população entre 700 mil e 1 milhão de habitantes, o teto máximo para projetos inscritos para seleção no PAC Mobilidade Grandes Cidades é de R$ 280 milhões. Do total pleiteado, R$ 250 milhões vão custear obras estruturais dentro do sistema de transporte coletivo, enquanto os R$ 30 milhões restantes serão investidos em tecnologia.
A próxima etapa dos trabalhos é a convocação de reuniões presenciais com os proponentes dos projetos, onde as equipes de cada município passarão por entrevistas, para subsidiar a análise técnica preliminar dos empreendimentos. A previsão é que os projetos pré-selecionados em todo o País sejam conhecidos em junho deste ano.



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Rio de janeiro: Mais 24 quilômetros de ciclovias para Volta Redonda

Com cerca de 260 mil habitantes, Volta Redonda possui pouco mais de 100 mil automóveis - quase um para cada dois moradores. Apesar dos números impressionantes, a cidade também apresenta uma quantia considerável de pessoas que se deslocam a pé ou de bicicleta: 60 mil pessoas, quase o mesmo número de habitantes que utilizam os transportes coletivos diariamente (68 mil). E os adeptos da boa caminhada ou das pedaladas pelas ruas da Cidade do Aço podem, dentro de poucos meses, ganhar ainda mais espaço: a prefeitura aguarda apenas a liberação por parte da Caixa Econômica Federal para iniciar a implantação de mais 24 quilômetros de ciclovias na cidade.

De acordo com o diretor-presidente da Suser (Superintendência de Serviços Rodoviários, Paulo Barenco, serão duas frentes de trabalho, orçadas em R$ 4,1 milhões: a primeira, de 11 quilômetros, vai ligar o bairro Santa Rita do Zarur à ciclovia da Radial Leste, no Aero Clube, aproveitando a faixa que já existe em parte da Avenida Nossa Senhora do Amparo; a segunda, por sua vez, terá 13 quilômetros e circundará todo o perímetro da CSN, interligando-se aos sete quilômetros existentes na Avenida almirante Adalberto de Barros Nunes. Ao final das obras - que devem durar seis meses e serão executadas pela Sinasc, que atende a cidades como o Rio de Janeiro - a cidade será servida por 33 quilômetros de ciclovias. A construção também prevê a instalação de bicicletários e paraciclos, a fim de facilitar a vida de quem utilizar a malha cicloviária do município.

"Existe também a intenção de implementar a ligação entre a praça Monte Castelo, no bairro Sessenta, ao Colégio Manoel Marinho, além de adequar no mesmo padrão o trecho que existe no trevo de acesso ao Três Poços até o limite da cidade com Pinheiral após a conclusão da Rodovia do Contorno. Nossa intenção é termos um total de 50 quilômetros de ciclovias", garantiu Barenco.

O representante da autarquia explicou que a iniciativa faz parte do projeto do governo federal para incentivar o uso de transportes não motorizados iniciado em 2008, e que o plano apresentado pelo município foi aprovado no ano passado. Do valor necessário para a realização das obras, o Ministério das Cidades vai entrar com R$ 2,9 milhões, sendo o R$ 1,2 milhão restante de responsabilidade do governo municipal.

O diretor explicou que já está em andamento um estudo para incentivar o uso do tradicional transporte em duas rodas não apenas para o trabalho, como também para o lazer.

"O objetivo é dar segurança para quem utiliza a bicicleta e também para aqueles que costumam fazer deslocamentos curtos (cerca de um quilômetro) a pé. Também pretendemos incentivar, com isso, o uso por outros que reclamam dos obstáculos encontrados nas vias públicas. A prefeitura se preocupa com a questão do espaço ocupado pelo automóvel nas ruas, temos um potencial para ampliar até cem mil o número de pessoas usando o transporte cicloviário", afirmou Barenco, destacando que, atualmente, entre 35 e 40% dos deslocamentos diários no município são feitos a pé ou de bicicleta.

Interligação
Mesmo que ainda aguarde a aprovação por parte da Caixa Econômica (responsável pela liberação da verba federal) para o início efetivo das obras, e empresa vencedora da licitação já começou a vistoriar os trechos a serem construídos. Outro ponto destacado pelo diretor-presidente da Suser é a ligação da ciclovia que vai "cercar" a CSN com a que será construída a partir da via Sérgio Braga, no Conforto, ao Centro de Barra Mansa, anunciada pela vice-prefeita barramansense Ruth Coutinho há poucas semanas.
"A grande vantagem é que os governos federal, estadual e municipal estão pensando esta questão de forma integrada", elogiou.


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Prefeitura de Maringá abre envelopes da licitação do transporte coletivo

A Prefeitura de Maringá deu mais um passo no processo licitatório do transporte coletivo na manhã desta terça-feira (5). A comissão de licitação abriu, por volta das 8h30, os envelopes que continham os documentos das três empresas que entregaram o material até 14 de março: além da Transporte Coletivo Cidade Canção (TCCC), de Maringá, há a Metropolitana, de Pernambuco (PE); e a Visate, de Caxias do Sul (RS).
Por volta das 9h30, os representantes de cada empresa revisavam e vistavam os documentos das concorrentes. Segundo o procurador jurídico da prefeitura, Luiz Carlos Manzato, esse processo só deveria ser finalizado no fim da manhã. Depois disso, a comissão de licitação analisará documento a documento, para habilitar ou não as empresas na concorrência pública, no prazo de até 48 horas.

"Depois da habilitação, as empresas terão, ainda, cinco dias para contestar qualquer problema, inclusive na documentação apresentada pela concorrência", explicou Manzato. "Na sequência, abriremos os envelopes que contêm as propostas das participantes para a prestação do serviço de transporte coletivo no município."

Entidade pede cancelamento da licitação
Antes da abertura dos envelopes de documentos, porém, entidades que compõe o Fórum Maringaense pelo Direito à Cidade (FMDC) protocolaram um documento na Prefeitura, pedindo pelo cancelamento do edital atual e elaboração de um novo, mas somente após uma ampla discussão com a sociedade.
"Neste documento, que direcionamos ao prefeito Silvio Barros, pedimos que canais de comunicação sejam abertos, para que a população relate o que gostaria de ter no serviço do transporte coletivo", explicou, o coordenador de colegiado do FMDC, Márcio Lorin. "A sociedade certamente gostaria que os ônibus utilizassem combustíveis renováveis, por exemplo."


Fonte: Gazeta de Maringá

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