São Paulo: Metrô vai continuar lotado, admite secretário de Transportes Metropolitanos

sábado, 26 de março de 2011

O plano de expansão do Metrô até 2015 não irá reduzir a superlotação dentro dos vagões. A afirmação foi feita ontem pelo secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

A declaração foi dada durante a inauguração da estação Carapicuíba, da Linha 8 – Diamante da CPTM . Fernandes disse, ainda, que com a entrada de mais passageiros no sistema, em decorrência da abertura de novas estações, deve aumentar ainda mais os problemas de lotação no metrô paulistano.

Segundo ele, a redução do número de passageiros por metro quadrado, que na Linha Vermelha já chega a 10,9, só será minimizada com a redução dos grandes deslocamentos, principalmente das viagens de bairros no extremo das zonas leste e sul para o centro, e da instalação do novo sistema de sinalização dos trens, que permitirá uma redução no intervalo entre as composições.

Na segunda-feira, o Metrô divulgou que a decisão de estender o horário de funcionamento das estações Tamanduateí e Vila Prudente, Linha 2 – Verde, que passaram a funcionar das 40h40 às 21h, irá aumentar em 100 mil o número de passageiros no trecho.

Hoje, de acordo com dados da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, Metrô e CPTM transportam, juntos, 5,5 milhões de passageiros por dia. Com a conclusão da expansão da Linha 4 - Amarela e da Linha 5 - Lilás, a previsão do governo é de que esse número chegue a 10 milhões de pessoas diariamente.


Fonte: eBand

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Metrô de Salvador só vai ser inaugurado no fim de 2012

O secretário da Casa Civil da prefeitura de Salvador, João Leão (PP), anunciou nesta quinta-feira (24) um novo prazo para a finalização das obras do metrô na cidade. Um ano e meio é o tempo esperado para a conclusão do trecho que vai até Pirajá. A nova estimativa foi anunciada após reunião com o general do Exército, Rosalvo Leitão de Almeida, que coordena o trabalho de reavaliação dos custos do metrô. A previsão é a de que seja necessário algo em torno de R$ 546 milhões para a conclusão das duas primeiras etapas. O titular garantiu que não haverá paralisação das obras, mesmo que as contas do prefeito João Henrique, em 2009, não sejam aprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).


Informações do jornal A Tarde

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Porto Alegre: Pegar ônibus vira teste de paciência na zona Sul da Capital

Por mês, cerca de 7,6 milhões de passageiros são transportados pelos 462, ônibus que atendem à zona Sul de Porto Alegre. O total representa cerca de um terço da demanda da cidade. Todos os dias, quem precisa do serviço convive com veículos lotados e longas esperas nas paradas.

Morador do bairro Lami, o auxiliar de mecânico Marcos Carvalho relatou as dificuldades. "Depois das 16h é muito complicado pegar ônibus. No final de semana o tempo de espera é insuportável", disse. A pedagoga Jocelaine Rocha confirmou os transtornos. "Eventualmente, preciso ir para Restinga a partir das 17h. O ônibus está sempre muito lotado. Em outros horários, observo o sofrimento das pessoas apertadas dentro do coletivo", afirmou.

Para tentar diminuir os transtornos, a Prefeitura de Porto Alegre vai acabar com a cobrança de segunda tarifa a partir de junho. Conforme a diretora de transportes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Maria da Graça Silveira, linhas alimentadoras, como as já existentes no bairro Vila Nova, estão em estudo. "O usuário poderá se deslocar com mais rapidez e maior número de opções dentro do bairro", explicou.

Nos horários de pico, pela manhã e no final da tarde, o índice de ocupação dos ônibus que atendem à zona Sul ultrapassa 90%. Maria da Graça aponta o crescimento econômico da região como responsável. "Esta área da cidade tem observado um crescimento expressivo da frota de automóveis, enquanto o número de opções de vias permanece o mesmo. Além disso, algumas das viagens chegam a ultrapassar uma hora, pela longa extensão das linhas. O trânsito intenso impede que os ônibus consigam manter o espaçamento adequado. Muitos veículos conseguem fazer apenas uma viagem no horário de pico", observou a diretora.

Por enquanto, o aumento da frota está descartado. Segundo a diretora de transportes da EPTC, nas linhas que atendem os extremos são colocados mais ônibus articulados, que têm o dobro da capacidade. "A frota é responsável por 45% do preço da tarifa. Colocar mais ônibus nas ruas só seria possível com o crescimento do número de passageiros, o que não ocorre atualmente", disse.

De acordo com o último censo do IBGE, a zona Sul de Porto Alegre concentra alguns dos bairros com maior crescimento demográfico da cidade. Entre eles, o Nonoai e a Restinga - este, o maior da região. Conforme a Secretaria Municipal do Planejamento (SPM), a expansão da região se confirma com a construção de mais de 500 condomínios e a aprovação de 35 loteamentos nos últimos dez anos.

Fonte: Marcos Koboldt / Correio do Povo

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Cidade de Porto Alegre gasta 24% do previsto em ciclovias

O orçamento da prefeitura de Porto Alegre prevê o gasto de R$ 540 mil com a construção de ciclovias e ciclofaixas em 2011, o equivalente a 24% do previsto no plano plurianual do município. Um vereador da cidade pediu providências para que a prefeitura amplie os recursos, depois que os ciclistas do grupo Massa Crítica foram atropelados no dia 25 de fevereiro.

Segundo o vereador Beto Moesch (PP), o plano plurianual prevê R$ 2,2 milhões em 2011 para a implantação do Plano Diretor Cicloviário Integrado (PDCI), mas o orçamento anual da prefeitura garantiu apenas R$ 540 mil. No ano passado, o gasto também ficou abaixo do previsto: foram destinados R$ 1,31 milhão para a execução do plano, mas a previsão inicial era de R$ 2,1 milhões. No ano de 2009, quando o plano diretor cicloviário foi aprovado, não houve investimentos em ciclovias.

“O plano cicloviário foi fruto de um longo debate e tem que ser respeitado. Não dá para dizer que a prefeitura não está fazendo nada, mas é muito pouco”, critica o vereador, que enviou um pedido de providências para que a prefeitura complemente o orçamento deste ano.

Aprovado em maio de 2009, o plano começou a ser efetivamente implantado no ano passado, mas em ritmo lento. O documento indicou 274 ruas e avenidas que poderiam receber ciclovias ou ciclofaixas, num total de 495 quilômetros. Até o momento, porém, Porto Alegre conta com menos de seis quilômetros de ciclovias.

“Estamos trabalhando para que essa quilometragem cresça. Até a Copa de 2014, a meta é chegarmos a cerca de 50 quilômetros de ciclovias”, explica o gerente de projetos de mobilidade da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Flávio Tomelero.

O plano cicloviário apontou como prioridades a criação de ciclovias nas avenidas Sertório e Ipiranga e no bairro Restinga, no extremo sul da cidade. Atualmente, estão sendo construídos os 4,6 km da ciclovia na Restinga. O projeto da avenida Ipiranga, que será construído como contrapartida de uma rede de supermercados, está previsto para este ano. Serão 9,4 quilômetros. Já a ciclovia da avenida Sertório deve ficar para o ano que vem.

O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Capellari, admite que os recursos destinados ao plano cicloviário ainda são reduzidos. “Estamos tentando encaminhar um pedido de complementação de verbas”, afirma. As contrapartidas de empreendimentos seriam uma alternativa à falta de recursos.



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No Rio, Passageiros e promotor protestam contra suspensão de linha nas Barcas de madrugada

Tomada conjuntamente pelo governo do estado e pela concessionária Barcas, a decisão de suspender a circulação de embarcações da linha Praça XV-Niterói, nos horários entre 24h e 5h da madrugada, causou protestos. A medida vai afetar os passageiros a partir do dia 26 de abril.
Para o diretor regional da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor, promotor Rodrigo Terra, a suspensão resultará na ausência de continuidade da prestação do serviço, pré-requisito legal quando se trata de transporte público.
— O Poder Público tem que garantir a travessia (enter as duas cidades). Em tese, o MP pode investigar essa alteração no contrato — disse Rodrigo Terra, que criticou também o fato de o governo do estado ter anunciado que também vai isentar a concessionária Barcas do pagamento de ICMS.
— Ora, o cálculo da tarifa da passagem foi feito levando-se em consideração o custo da empresa com ICMS. Então, agora, a tarifa tem que ser menor — diz Terra.
O governo do estado informou que a concessionária vai investir a economia (R$ 3 milhões por ano) em melhorias para os passageiros.



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Metrô superlotado incomoda passageiros em Belo Horizonte

Desde o início das obras de duplicação da Avenida Pedro I, na semana passada, o metrô de Belo Horizonte passou a transportar 2,6 mil pessoas a mais, de acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Tentando fugir dos congestionamentos provocados pelas obras, moradores das regiões Norte, Venda Nova e até da Pampulha têm buscado essa outra alternativa de transporte público.
Quem depende do transporte para chegar ao trabalho reclama da superlotação. Na Estação Vilarinho, há uma semana, monitores orientam a entrada e saída do trem usando megafones. Segundo a CBTU, o metrô opera com 21 trens nos horários de pico, sendo que quatro ficam na manutenção preventiva. No ano passado, a companhia abriu licitação para a compra de mais 10 trens que integrariam a Linha 1, que compreende 19 estações entre os terminais Vilarinho e Eldorado. No entanto, o processo pode demorar até um ano e meio e ainda serão necessárias reformas na linha.


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Sorocaba: STU (Sistema de Transporte Urbano) tem contrato prorrogado por mais 8 anos no valor de R$ 560 milhões

A Prefeitura de Sorocaba prorrogou por mais oito anos o contrato com a STU (Sistema de Transporte Urbano), que opera o chamado lote 2. De acordo com informações da assessoria de imprensa da Urbes, que administra o transporte coletivo, o valor do contrato é de R$ 560 milhões.
A prorrogação ocorreu com base na lei municipal 6.529. O artigo 6º consta que o contrato pode “ser prorrogado por igual período, exclusivamente em razão do interesse público”.
De acordo com o presidente da Urbes, Renato Gianolla, houve modificações no novo contrato. “Foram estabelecidas exigências operacionais que levaram em conta as diretrizes definidas no processo de licitação do lote 1, notadamente quanto às exigências de investimentos em frota, vigilância nos veículos, monitoramento, entre outros”, disse.
Entre as modificações está a forma com que a empresa vai receber. “Será por passageiro pagante transportado e a quantidade de passageiros pagantes transportados”, explica.
No contrato anterior, a empresa recebia por quilômetro rodado. A STU opera na cidade desde 5 de fevereiro de 2003.

Lote 1
Na manhã desta sexta-feira foram abertas a proposta comercial - menor tarifa técnica - do lote 1 do transporte coletivo em Sorocaba. Uma empresa e três consórcios disputam a licitação.
Os preços propostos pelas empresas habilitadas foram Expresso Santa Paula: R$ 2,253; Consórcio Sorocaba: R$ 2,374; Consórcio Sorocaba de Transportes: R$ 2,388; e Consórcio Nova Transporte Sorocaba: R$ 2,449.
A assessoria da Urbes informou que a Comissão Especial de Licitação suspendeu os trabalhos para uma melhor análise de toda a documentação e, posteriormente, publicará o resultado de julgamento das propostas. Após isso, será aberto prazo para os recursos e impugnações por parte da empresas.

Emergências
Quatro empresas estão operando emergencialmente as linhas do lote 1. “Os atuais contratos emergenciais encerram-se em 12 de maio. A Urbes já iniciou estudos quanto à necessidade, em razão das circunstâncias emergenciais, de formalizar novos contratos”, disse Gianolla.

Problema começou com intervençãoA empresa TCS ficou sob intervenção desde junho de 2008. A medida foi motivada por dívidas trabalhistas e com credores que colocavam em risco o sistema.

R$ 482 milhões
é o valor estimado que a empresa vencedora do lote 1 vai receber por um contrato de oito anos.

43 linhas na cidade
O lote 1 é referente a 43 linhas de ônibus



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BRT de Salvador: Às pressas, projeto pode ser um fiasco

A revista Exame que circula nesta quinzena traz à tona um tema bastante discutido no segmento político-administrativo-empresarial baiano nos últimos tempos: a implantação do sistema de ônibus expresso, o BRT, como saída para desafogar o trânsito na capital.
A revista aponta esta opção de transporte público como eficiente em algumas das principais capitais do mundo, mas também apresenta situações em que sua implantação foi um fiasco. É o caso da capital do Chile, Santiago, na qual o BRT foi escolhido como modal com vistas a solucionar, às pressas, o serviço de ônibus caótico, com mais de mil operadores que não se entendiam. Sem concluir o plano de gestão das linhas, o governo decidiu realizar o projeto, e o resultado foi um desastre.
Até hoje os corredores se confundem com o trânsito das ruas, faltam ônibus e as estações são inadequadas. É o exemplo dos terminais subterrâneos, nos quais os passageiros respiram a fumaça dos ônibus. O insucesso do projeto, previsto para ser implantado em 10 das 12 cidades-sede da Copa de 2014, rendeu até uma paródia do vídeo de divulgação da Transantiago (ver acima), empresa responsável pela implantação do BRT na cidade. Com prazo de entrega de menos de três anos – no qual também se estuda a implantação do VLT, espécie de bonde moderno –, a situação em Salvador e nas demais capitais é, no mínimo, preocupante.



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GDF assumirá controle da Fácil e do sistema de bilhetagem em até 90 dias

O Governador Agnelo Queiroz assinou um decreto às 16h30 desta sexta-feira (25/3), no Palácio do Buriti, determinando que a gestão da Fácil e do sistema de bilhetagem automático volte às mãos do Governo do Distrito Federal.

O decreto será publicado no Diário Oficial do GDF na próxima segunda-feira. O GDF estuda a Fácil há três meses e resolveu reassumir o controle da empresa como um primeiro passo para uma modificação completa no sistema de transporte público. Atualmente, o governo paga mas não sabe como o dinheiro é usado. Agora terá o controle dos gastos envolvidos.

O Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) deverá assumir integralmente o serviço prestado pela Fácil em um prazo de 90 dias. Para isso, solicitará à empresa uma transferência amigável e de curto prazo. Em caso de os empresários não aceitarem ou desrespeitarem o prazo proposto, o GDF pode assumir o controle da empresa baseando-se no artigo 80 da Lei das licitações (Lei 8666/93).

O DFTrans vai terceirizar a parte operacional da Fácil, destinando os cargos de gerência para servidores públicos concursados. Segundo o Secretário de Transportes do GDF, José Walter Vazquez Filho, a mudança da administração da Fácil e do sistema de bilhetagem pode ser feita até mesmo em menos de 90 dias. "A Fácil é uma empresa com um sistema inteligente e bem montado, mas está nas mãos erradas", afirmou.

O secretário disse ainda que a partir de agora o governo poderá ter uma noção de como funciona o transporte público no Distrito Federal. A ideia é que as linhas mais rentáveis (como o Grande Circular) banquem as mais caras e que licitações sejam abertas para novas linhas, quando necessário.


Fonte: Correio Braziliense

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Detro retira 36 ônibus de circulação depois de operação no Grande Rio

O Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) concentrou as ações da Opéração 'Legal tem que ser legal', na manhã desta sexta-feira, nos terminais rodoviários da Região Metropolitana, a fim de checar as condições dos ônibus da frota regular intermunicipal que circulam entre as cidades desta área do estado. A operação, que aconteceu entre 6h e 10h, resultou em 36 ônibus tirados de circulação e 52 infrações aplicadas em nove terminais.

Diferente da fiscalização realizada no início desta semana, quando o mau estado de conservação foi a principal causa para a apreensão dos ônibus, na operação de hoje, a maior parte dos flagrantes foi referente à alteração das características dos veículos, que é quando estes não atendem as especificações exigidas e registradas no Detro.

A empresa com maior número de ônibus recolhidos foi a Fagundes, com um total de seis, seguida pela Rio Ita e Mauá, ambas com cinco veículos mandados para as garagens.
– A cada dia se tem maior certeza de como é fundamental a presença da fiscalização nas ruas como forma de minimizar os transtornos e perigos que envolvem o dia a dia da população que utiliza o transporte público. Não podemos admitir que ônibus sem condições estejam em atividade em nossas vias e, por isso, além da vistoria regulamentar, criamos a Legal tem que ser legal para checar com maior regularidade a frota intermunicipal. Temos mais de oito mil veículos nos trajetos sob nossa responsabilidade e não vamos admitir descuidos por parte das empresas, pois estes, por menores que sejam, podem implicar na perda de vidas – afirma Rogério Onofre, presidente do Detro.

Entre as irregularidades encontradas pela fiscalização nesta manhã estavam extintores sem carga, parabrisas trincados, ausência de equipamento de segurança como triângulos, pneus lisos, irregularidade em documentação do Detro e do Detran, além da já citada alteração de características.

Tiveram veículos recolhidos as empresas Expresso Mangaratiba (3), Expresso São Francisco (1), Teresópolis (1), Rio Ita (5), Mauá (5), Galo Branco (1), ABC (1), Rio Minho (1), 1001 (2), Fagundes (6), Expresso Rio de Janeiro (1), Trans1000 (3), União (1), Reginas (2), Rei (1), Jurema (1) e Nossa Senhora do Amparo (1). A Tinguá teve um ônibus infracionado.

As apreensões aconteceram nos terminais Américo Fontenelle (Central), Mariano Procópio (Praça Mauá), Misericórdia (Praça XV), Menezes Cortes e Campo Grande, no Rio; no João Goulart, em Niterói; no de Alcântara, em São Gonçalo e no de Nova Iguaçu. 



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Sem ônibus, moradores de Camaragibe têm que andar 2 km até a estação de metrô

A falta de transporte ainda é um problema que os moradores de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, precisam enfrentar. Na comunidade do Alto Santo Antônio, eles precisam subir e descer ladeira a pé. O percurso é de 2 km até a estação de metrô, pois não há linhas de ônibus que levem a população para a estação.

Para a dona de casa Mônica Santana, sair de casa é uma luta. “Se tivesse um ônibus para me levar, seria melhor”, afirma. Como depende de uma cadeira de rodas para se locomover, ela precisa da ajuda do marido, o servente Sérgio José de Santana, para chegar à estação do metrô. “Demoro de 20 minutos a meia hora para chegar porque a cidade é cheia de buracos, então tem essa dificuldade”, conta Sérgio José.

O caminho também é difícil para quem pode andar sozinho. “Eu descanso umas três ou quatro vezes até chegar”, diz a dona de casa Eliete Silva de Santana.

O problema seria resolvido se existisse uma linha que ligasse o bairro à estação de metrô. No Alto de Santo Antônio, existe o transporte da prefeitura, feito em Kombis que levam até o centro de Camaragibe. Mas quem precisa trabalhar no Recife ou em outro lugar da Região Metropolitana precisa pagar duas passagens, a da Kombi e a do metrô.

O que os moradores querem é uma linha que faça a integração. “O povo precisa e espera uma oportunidade da Grande Recife Consórcio de Transporte para atender essa população”, afirma o aposentado Rafael Santana.

Em nota, o Grande Recife Consórcio de Transporte afirmou que não é possível que os ônibus levem os moradores do Alto Santo Antônio até a estação de metrô por causa da falta de espaço entre o piso e os trilhos no principal acesso à comunidade. Para encontrar uma solução que agrade a todos, o Grande Recife marcou uma reunião com lideranças comunitárias para a próxima terça-feira (29).




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Rio: Transporte alternativo está suspenso em São Gonçalo

Foto: Julio Diniz
A novela da repressão ao transporte alternativo irregular em São Gonçalo ganhou mais um capítulo, essa semana. No último dia 22, o desembargador Guaraci de Campos Vianna, da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), cassou uma liminar que liberava a circulação de vans da Cooperativa Pacheco Sacramento na cidade. A Procuradoria Geral do Município informou que não vai se pronunciar sobre o caso até que a decisão do magistrado seja oficializada e publicada no Diário Oficial do Estado.

A decisão do desembargador Guaraci de Campos Vianna suspendeu o veredicto dado pelo juiz André Nicolitt, que impedia a aplicação da Lei Municipal 310/2010, que determinou o fim do transporte alternativo em São Gonçalo ao exntinguir a Lei 34/2005, que autorizava este tipo de serviço na cidade.

Extinção - A novela para o fim das vans em São Gonçalo começou em 2009, com a promulgação da Lei 218/2009, que determinava que a concessão do serviço de transporte coletivo na cidade fosse explorado apenas por empresas, através de ônibus e microônibus, e que estes tenham definidos pontos de embarque e desembarque, o que não é estabelecido para topiqueiros.

Pesquisa - De acordo com estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o transporte alternativo já pode ser encontrado em cerca de 60% das 5.566 cidades brasileiras. A Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (ANTU) afirma que as vans fazem uma concorrência ‘predatória’ aos ônibus.



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