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Após 30 anos, São Paulo ganha transporte rápido para o ABC

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Com seis meses de atraso e a 12 dias das eleições, a Estação Tamanduateí do Metrô abre hoje suas portas - às 11h30 para autoridades; às 13h para o público. Última da Linha 2-Verde do Metrô (Vila Madalena-Vila Prudente) a ser inaugurada, ela integrará, de forma mais rápida, trens e ônibus da região do ABC ao sistema metroviário da capital. E colocará em prática um projeto intermunicipal de transporte discutido há décadas.
A Linha 2-Verde começou a ser planejada há 30 anos e, em 1991, abriu as primeiras estações - entre o Paraíso e a Consolação. Nos últimos anos, começou a ganhar corpo a necessidade de se discutir ações conjuntas entre as cidades da Região Metropolitana para melhorar o transporte público. Um convênio assinado com a prefeitura de São Caetano de Sul para ligar linhas de ônibus à nova estação de metrô deve ser o embrião da futura autoridade metropolitana - um gestor comum que planeje e administre o setor, em vez de as cidades definirem ações isoladas.
Nos primeiros meses, a Estação Tamanduateí vai funcionar em operação assistida - de segunda a sexta-feira, das 9 horas às 16h30 -, com viagens gratuitas no trecho até a Vila Prudente. O esquema é de praxe para se corrigir eventuais problemas. Quem quiser seguir viagem pela Linha 2 ou migrar para a Linha-10 Turquesa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) pagará tarifa. Das 4h40 às 9 horas e das 16h30 às 21horas, haverá ônibus da Ponte Orca entre Tamanduateí e Sacomã, de segunda a sexta, exceto feriados.
A previsão é que 70 mil passageiros passem diariamente pelas catracas da nova estação. Devem ser principalmente moradores do Ipiranga e passageiros que usam trens da CPTM entre a Estação da Luz e Rio Grande da Serra, no ABC. Essa linha transporta em média 337 mil passageiros por dia útil - 20 mil deles devem fazer integração com o metrô.
É o caso da trainee Ana Caroline Portela, que mora em Santo André e trabalha na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na capital. Ela leva 1h50 para fazer o trajeto e conta que gasta boa parte desse tempo esperando ônibus da Estação Sacomã (Linha 2-Verde) para a Tamanduateí (Linha-10 da CPTM). Daí, segue ao ABC. "Devo ganhar uns 40 minutos, já que agora vou poder ir direto."
Lotação. Especialistas temem que as novas conexões sobrecarreguem a Linha Verde. Até 2015, a Estação Vila Prudente ganhará ligação com o monotrilho que vem da Cidade Tiradentes. Estudo do Metrô mostra que o volume de passageiros nas 14 estações da linha deve saltar dos atuais 420 mil usuários para 840 mil por dia. A companhia informou, em nota, que o ramal foi projetado para atender a toda a demanda e, portanto, "o ingresso de novos passageiros não vai sobrecarregar a linha".
A conexão entre Metrô e CPTM em Tamanduateí permitirá que usuários escolham o melhor roteiro pela rede metroferroviária. A demanda será redistribuída e o tempo das viagens, reduzido. Viagem entre a Estação Tamanduateí da CPTM e a Avenida Paulista dura hoje 60 minutos. Com a nova estação, o trajeto poderá ser feito em 39 minutos, segundo a empresa.
Para usuários dos ônibus com ponto final na Tamanduateí serão entregues bilhetes convencionais exclusivos para embarque na CPTM ou no Metrô. Ao adquirir o bilhete de integração (R$ 4,60), ele terá de informar se seguirá viagem por trem ou metrô. Já usuários de carro terão de esperar pela construção de estacionamento integrado, com previsão de entrega em dezembro.

Fonte: Estadão

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Recife: Prefeitura e Governo não se organizaram para o ''Dia Mundial sem Carro''

É incrível que os governos e instituições de Recife não se sensibilizaram quanto a um dos principais fatores hoje no mundo inteiro e claro aqui no Brasil, hoje o trânsito é visto como uma epidemia de doenças em todos os aspectos seja estresse, atrasos, e também de mortes, a cidade de Recife hoje é uma das qual entrará em colapso em poucos anos devido ao alto número de carros nas ruas, pessoas que insistem em não usar o transporte publico achando que chegarão mais cedo aos seus destinos, acabam abarrotando de carros e mais carros as avenidas da cidade.
O blog Meu Transporte vem relatando o que vem sendo organizado nesse dia mundial nas cidades brasileiras e também no mundo, porém a população de Recife tem que dá uma vaia aos governantes da cidade (Prefeitura do Recife, CTTU, DETRAN, Consórcio Grande Recife de Transporte) que sequer se organizaram a fazerem uma mobilização e sensibilidade quanto ao problema da mobilidade urbana que existe hoje na cidade, parabéns as cidades que de uma maneira ou de outra estão se organizando a tirar pelos menos um dia sem carro, pois só com atitudes com essas é que muitas dessas pessoas irão ver que uma cidade sem muitos carros é bom para todos.
Fonte: Meu Transporte


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Desafio testa meio de transporte mais eficiente em Aracaju

Com o intuito de medir o tempo gasto para se locomover de diferentes formas na capital sergipana, bem como avaliar os custos e o impacto ambiental de cada meio de transporte, será realizado nesta segunda-feira, 20, o terceiro Desafio Intermodal de Aracaju. O evento, que tem largada marcada para as 18h na Praça Olímpio Campos, tem o objetivo de testar qual o meio mais eficiente para deslocamentos na cidade.

O desafio, promovido pelo projeto Mobilidade Verde, em parceria com a organização não-governamental Ciclo Urbano, pretende também estimular o debate sobre formas alternativas de mobilidade urbana em Aracaju. A iniciativa, cujo trajeto termina no prédio da Escola de Trânsito da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), localizado no Distrito Industrial de Aracaju (DIA), contará com 15 participantes.

Eles irão utilizar diferentes modais, divididos nas categorias ‘a pé', ‘bicicletas em vias rápidas', ‘bicicletas em vias alternativas', ‘moto', ‘carro' e ‘ônibus'. Serão analisados o tempo gasto para se chegar ao destino final, o custo que cada um dos meios de transporte gera e quantos quilos de gás carbônico eles emitem. Ou seja, o que importa não é apenas quem chega primeiro, mas também que impactos ambientais são gerados por esse modal.

Segundo Luciano Aranha, do projeto Mobilidade Verde, ir de ônibus até algum lugar não é tão mais demorado que o carro. "Imagine então se tivéssemos corredores de verdade, ou até mesmo o Veículo Leve sobre Trilhos [VLT], um projeto que o prefeito Edvaldo Nogueira pretende desenvolver em Aracaju", defende. Ele afirma, ainda, que a grande importância do Desafio Intermodal é que ele vai mostrar a eficiência de cada meio modal com relação ao tempo, conforto e percepção da cidade.

Regras

Todos os participantes deverão respeitar as leis do Código de Trânsito Brasileiro, assim como as leis municipais, que determinam a velocidade máxima de 60 km/h em avenidas, e 40 km/h em vias locais. Será levado em conta o tempo que a pessoa leva até o modal e também o que ele perderá até estacionar o veículo.

Durante o deslocamento, os pedestres também terão que obedecer as regras, atravessando na faixa, a não ser que ela esteja localizada a uma distância maior que 50 metros. Nesse caso, de acordo com o art. 69 do CTB, ele poderá atravessar no local que considerar mais seguro. O pedestre corredor terá que correr na calçada e, somente se isso não for possível, será tolerado que ele utilize a rua.

Programação

17h - Concentração Praça Olímpio Campos, em frente ao Palácio-Museu Olímpio Campos
17h30 - Alinhamento dos participantes e explicação das regras do desafio
18h - Largada
18h20 - Previsão de chegada dos primeiros participantes
19h20 - Previsão de chegada do último participante

Fonte: Prefeitura de Aracaju


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Quarta-feira é o Dia Mundial Sem Carro

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Conforme a imprensa brasileira e internacional tem divulgado, o Dia Mundial Sem Carro tem o objetivo de chamar a atenção das pessoas para a dependência que o mundo aceitou ao utilizar carros para tudo. Usar o ônibus, a bicicleta ou simplesmente andar tem se tornado ações cada vez menos freqüente no dia a dia, observam alguns analistas, opções que poderiam ajudar em muito o meio ambiente, já aponta a ala ecologista:
"As pessoas simplesmente perderam o hábito de fazer uma mera caminhada, de se olhar nas ruas, pois estão com medo da violência e da agressividade do mundo moderno.
Violência que está intimamente ligada ao isolamento que a sociedade do automóvel alimenta", afirma o secretário Archimedes Neto (Meio Ambiente - Cuiabá).
Para que o Dia Mundial Sem Carro tenha conotação de importância real aos ganhos ambientais que efetivamente proporciona, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano – Smades aderiu 100% ao movimento. Tanto que ele acontecerá neste dia 22 de setembro, com envolvimento maciço de várias entidades que trabalham a área ambiental no Município e Estado, estratégia de divulgação que vem sendo apoiada por um número crescente de cidades em todo o mundo, salientam os organizadores.
A intenção desta mobilização ecológica, conforme o secretário Archimedes Pereira Lima Neto, é evitar o uso do carro particular por um dia, a fim de estimular a utilização de outros transportes na preservação do meio ambiente: “Como alternativa, este movimento propõe a reconversão das cidades para favorecer meios sustentáveis de mobilidade, e assim elege a bicicleta e os meios de transporte coletivos como expressão da sustentabilidade. Com as cidades tendo um trânsito mais calmo, as pessoas tenderiam a caminhar mais, resgatando espaços públicos e alcançando um novo conceito de qualidade de vida".
A futura ação já está incluída no calendário da Smades, informou Archimedes. "Esperamos que boa parte da população possa participar. Toda minha agenda desta quarta-feira será cumprida assim como no ano passado, quando utilizei a bicicleta como meio de transporte. Por sinal, muito eficiente e saudável”.

Fonte: Notícias NX

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Campo Grande: Dia "Na cidade sem meu carro" terá entrega de novos ônibus

Na próxima quarta-feira (22.09), a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e vários parceiros promovem, pelo quarto ano consecutivo, o evento Na cidade sem meu carro. Nesta data, o diretor do órgão, Rudel Espíndola Trindade Júnior chegarão ao paço municipal de bicicleta. Em seguida, junto com secretários, empresários do transporte coletivo e imprensa seguirão de ônibus para o Terminal Bandeirantes, onde serão entregues 59 novos ônibus para a população.
Na cidade sem meu carro tem como objetivo sensibilizar as pessoas sobre a necessidade de adotarem atitudes que contribuam para a preservação do meio ambiente incentivando o uso do transporte coletivo, da bicicleta e da caminhada como meios adequados de sustentabilidade.

A iniciativa consiste em ações com o objetivo de: refletir sobre os problemas causados pelo modelo de mobilidade centrado no automóvel; despertar nos cidadãos a consciência sobre o uso racional e solidário do automóvel para combater a poluição e reduzir os gastos públicos; estimular o uso do transporte coletivo.

O evento visa, ainda, estimular o desenvolvimento de novas tecnologias; apoiar as iniciativas municipais; informar os cidadãos sobre alternativas de mobilidade sustentável no planejamento urbano e no uso de combustíveis renováveis e não poluentes; incentivar a adoção de alternativas sustentáveis como o transporte a pé e de bicicletas.

Todas as secretarias da Prefeitura de Campo Grande receberam um ofício sobre a importância de todos os servidores municipais participarem dessa mobilização, indo para seus locais de trabalho utilizando, preferencialmente, o transporte coletivo.
Fonte: SCS


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Dia Mundial Sem Carro será comemorado durante uma semana no DF

Para comemorar o Dia Mundial Sem Carro, lembrado no dia 22 de setembro, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) promove, a partir desta segunda-feira (20/9), a Semana da Mobilidade que terá atividades com o objetivo de estimular formas solidárias e sustentáveis de deslocamento. De acordo com o presidente do Ibram, Gustavo Souto, o debate sobre a alternativa de transporte já está bastante atrasada em Brasília, por isso o incentivo da conscientização nesta semana.

As atividades de conscientização estão programadas para o restante da semana. A primeira, o 2ª Desafio Modal, começou às 7h da manhã desta segunda-feira e consistiu na conclusão de um percurso, iniciado no Guará, com diferentes modos de transporte. Segundo Gustavo, bicicletas, motos, táxis e a combinação de transportes, como bicicletas e metrô, estiveram entre as alternativas para o trajeto.

Cerca de 30 pessoas participaram do desafio que testou as dificuldades, o nível de poluição e estresse dos integrantes. O diretor explica que as motos concluíram a prova em primeiro lugar, em seguida chegaram as bicicletas. "A ideia não era uma corrida, o objetivo é ver como seria o dia a dia com transportes alternativos", explica Gustavo Souto.

Além do desafio, para terça-feira (21/9) já está programada uma exposição na Câmara dos Deputados sobre o assunto. No Dia Mundial Sem Carro, está prevista um pedalaço com início na Estrada Parque Taguatinga até o Museu da República, com o apoio da associação Rodas da Paz. Depois, às 10h, será inaugurado o bicicletário do Ibram, que terá a participação do governador do Distrito Federal, Rogério Rosso.

O diretor do Ibram, Gustavo Souto, também afirmou que a ideia da instituição era fazer com que o metrô e os ônibus tivessem as taxas reduzidas no dia 22 como forma de incentivar o uso dos transportes alternativos. "Pedimos ao governador a gratuidade do metrô e a redução das tarifas dos ônibus. Os ônibus sabemos que é mais complicado e no metrô teria que ser assinado um decreto", afirma Gustavo.

Para o diretor, Brasília está atrasada no debate de transporte alternativos. "A questão do trânsito é insustentável na cidade. E parece que o uso e a compra de veículos é maior e mais estimulada a cada dia", explica Gustavo Souto.

Programação

20/9 (segunda-feira) - 2º Desafio Intermodal, 7h
21/9 (terça-feira) - Exposição de fotos, textos e bicicletas no Espaço do Servidor (Anexo 2 da Câmara dos Deputados), a partir das 10h30
22/9 (quarta-feira) - Pedalaço na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) até o Museu da República, a partir das 7h
22/9 (quarta-feira) - Inauguração do bicicletário do Ibram, 10h
22/9 (quarta-feira) - Debate na Controladoria Geral da União (CGU), das 14h30 às 16h
23/9 (quinta-feira) - Exibição de vídeos sobre ao ar livre sobre mobilidade urbana no Museu da República
24/9 (sexta-feira) - Bicicletada saindo do Museu da República, às 18h30
26/9 (domingo) - Encerramento e passeio ciclístico saindo do Museu da República, às 9h

Fonte: Correio Braziliense

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Cidade de Santos adere ao Dia Mundial Sem Carro, que acontece nesta quarta-feira

Na quarta-feira, use seu carro de maneira consciente. Deixe-o em casa, pegue carona, vá de bicicleta ou use o transporte público. É o Dia Mundial Sem Carro e Santos vai aderir.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente pediu que todos os funcionários compareçam ao trabalho sem o carro. Também entrou em contato com empresas para que os trabalhadores façam o mesmo. No Parque Municipal Roberto Mario Santini, no Emissário Submarino haverá das 9 às 14 horas, atividades educativas sobre as vantagens do uso racional dos automóveis.

"Santos tem 1,6 veículo por pessoa", lembra a diretora de Planejamento e Projetos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Luciane Beck. "É um índice muito grande".

Na avaliação de Luciane, a iniciativa não tem como objetivo apenas a fluidez do trânsito. "Visa a questão do meio ambiente, do transporte coletivo, da carona solidária, do andar a pé ou de bicicleta, o que também preserva a saúde".

Uma novidade chega em boa hora para quem pega ônibus regularmente ou pretende aderir ao Dia Sem Carro. Os novos paineis eletrônicos digitais instalados pela CET de Santos avisam quanto tempo falta para chegar a condução.

Por enquanto, são três: na Praça Mauá, na Praça Independência e na Avenida Ana Costa (em frente à Livraria Martins Fontes). Outros 47 devem ser instalados até o final do ano. Outra ferramenta para ajudar no trajeto é o site www.santosonibus.com.br. Integrado ao Google Maps, mostra as rotas de todas as linhas que circulam em Santos.

O que é?

O Dia Mundial sem Carro existe no Brasil há nove anos e é lembrado também em mais de 40 países. A ideia é chamar a atenção das pessoas para o uso racional do transporte individual e incentivar formas alternativas de locomoção.

O grande número de veículos causa congestionamentos, poluição do ar e sonora, acidentes fatais e alto consumo de combustíveis não renováveis, entre outros.

Fonte: A Tribuna

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Recifense, Deixe o carro em casa. Só por um dia

Mais um Dia Mundial Sem Carro acontece nesta quarta-feira (22) e mais uma vez não temos o que comemorar. Em Pernambuco nada será feito pelo poder público para estimular as pessoas a deixarem seus carros em casa e utilizarem outro tipo de transporte para chegar aos seus destinos. Seja ônibus, metrô, bicicleta ou até mesmo carona. A data ainda não é conhecida de muitas pessoas, embora aconteça desde 1998 na França, e falta coragem ao poder público para tomar atitudes que desestimulem o uso do automóvel e incentivem o transporte público, por exemplo.

A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) ainda não se recuperou da confusão criada com o fechamento ao tráfego da Rua Benfica, ainda no início da primeira gestão do prefeito João Paulo. Eixo de ligação da Zona Oeste com o Centro do Recife, a interdição da via provocou um congestionamento monstruoso na Avenida Caxangá. Sobrou até para a mãe do então prefeito. Calejada desde então, a CTTU não quer nem ouvir falar da data. Já mandou avisar que não fará nada nesta quarta, nem mesmo uma dessas ações educativas que o poder público adora fazer e que de pouco servem por serem tímidas.

O Detran-PE vai na mesma linha. A assessoria de imprensa informou que nenhuma atividade acontecerá. Ou seja, a nós pernambucanos e, especialmente, recifenses, cabe a iniciativa própria, individual. Experimente deixar o carro em casa neste dia 22. Pegue um ônibus ou o metrô. Não e tão difícil. Saia mais cedo de casa, se programe e contribua com essa proposta. É só um dia. Não mata ninguém.

Fonte: JC Online

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Movimento Nossa São Paulo quer reduzir circulação de carros em 25%

O Movimento Nossa São Paulo apresentou nesta segunda-feira (20), na Câmara Municipal de São Paulo, um plano de mobilidade urbana para reduzir em 25% o número de carros que circula diariamente na capital paulista. O plano prevê, principalmente, a expansão dos corredores de ônibus, investimento em ciclovias e mudanças em políticas habitacionais.

Na área do transporte coletivo, o plano defende a construção de 2,4 mil kms de vias reservadas ao tráfego de ônibus nas principais avenidas da capital paulista, inclusive nas marginais do Rio Tietê e Rio Pinheiros. Segundo Ricardo Corrêa, urbanista do TC Urbes, consultoria que participou da elaboração do projeto, esses corredores serviriam como artérias de conexão entre regiões da cidade com as redes de metrô e trem já existentes.

Essas redes, de acordo com o plano, ainda seriam ligadas a microrredes de transporte coletivo que atenderiam bairros de São Paulo. Pela proposta, os passageiros poderiam usar todas as formas de transporte coletivo pagando somente uma passagem.

O sistema de transporte coletivo seria também conectado a 500 km de ciclovias. Nas áreas de cada uma das 31 subprefeituras de São Paulo seriam construídas vias reservadas para bicicletas, criando a possibilidade para que habitantes circulassem dentro de bairros sem usar carro ou ônibus.

“Em vias locais, a prioridade seria dada às bicicletas e aos pedestres”, diz Corrêa.

A urbanista Simone Gatti, também do TC Urbes, afirmou, entretanto, que nada disso será completamente efetivo sem uma nova política habitacional para a cidade. Nesta política, também tratada no plano do Movimento Nossa São Paulo, estariam previstas medidas para a “centralização” da capital para que a população deixasse de ocupar áreas da periferia e reduzisse seus deslocamentos.

“A habitação interfere diretamente na mobilidade urbana”, disse Simone. “Precisamos compactar a cidade, centralizar a população e descentralizar a oferta de emprego.”

De acordo com as expectativas do plano de mobilidade, com todas essas medidas, um quarto da população paulistana deixaria seu carro em casa. Desta parcela, mais de um terço passaria a usar os corredores de ônibus para se locomover.

Isso faria com que a quantidade de viagens realizadas por dia no sistema de transporte público aumentasse de 23 milhões para 26 milhões. O uso das bicicletas também aumentaria.

Em compensação, São Paulo reduziria em 30% o volume de gás dióxido de carbono (CO2) emitido anualmente. Por ano, 391 toneladas do gás, que é um dos causadores do aquecimento global, deixariam de ser liberadas na atmosfera.

O plano de mobilidade, agora, será entregue a autoridades municipais e estaduais. O secretário-executivo do Comitê Municipal sobre Mudanças Climáticas, Volf Steinbaum, único representante dos governos presente na apresentação do projeto, disse que a iniciativa tem propostas interessantes, mas que precisa ser melhor debatida.

Fonte: Abril.com

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São Paulo: Uso de ônibus aumenta 15%, mas capacidade do sistema cresce só 1% na cidade

A capacidade dos ônibus do transporte público na cidade de São Paulo cresceu 1% entre 2005 e 2009, enquanto o número de viagens aumentou 15% no mesmo período, de acordo com dados da SPTrans, empresa que gerencia os ônibus na capital. Dos 450 mil lugares em coletivos existentes em 2005, a prefeitura afirma ter criado mais 5.000. Já o total de viagens passou de 2,5 bilhões para cerca de 2,9 bilhões por ano. Foram 362,8 milhões de viagens a mais no total anual.
Apesar desse aumento, relacionado à adoção do Bilhete Único, o tamanho da frota não cresceu nos últimos três anos. Em relação a 2007, havia 33 ônibus a menos circulando na capital em julho passado, segundo os dados mais recentes da prefeitura, reunidos pela ONG Movimento Nossa São Paulo. Há três anos, existiam em uso no município 14.983 ônibus. A SPTrans diz ter renovado no período 57% da frota, o que gerou a criação dos 5.000 lugares.

Na outra ponta, dados do Detran (Departamento de Trânsito) mostram que, entre janeiro de 2008 e junho de 2010, as ruas de São Paulo ganharam mais 530.561 carros (aumento de 12% da frota).

Diante de pesquisas Ibope que mostraram desaprovação da população quanto à qualidade do serviço dos ônibus em 2008 e 2009, especialistas ouvidos pelo R7 defendem mais investimentos em transporte público e infraestrutura.

Para Cláudio Barbieri da Cunha, professor da escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e coordenador da pós-graduação em engenharia do transporte, três fatores podem explicar a manutenção do número de coletivos: os ônibus podem estar parados por estarem velhos; pode ter havido uma racionalização do sistema, priorizando ônibus mais eficientes, e a melhora da economia pode ter levado os usuários a trocar o ônibus pelo transporte individual na primeira oportunidade.

O professor não descarta a possibilidade de as três razões contribuírem para a estabilidade da frota. O especialista diz que o maior uso de transporte individual prejudica os ônibus, que compartilham a via com os carros.

O presidente da ANTP (Associação Nacional do Transporte Público), Aílton Brasiliense Pires, concorda que há migração dos usuários de ônibus para o transporte individual e acrescenta que a expansão das linhas de metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) também contribui para a redução dos coletivos.

Pesquisa Ibope

Pesquisas Ibope/Nossa São Paulo, de 2008 e 2009, mostram que o tempo de espera e a conservação da frota de ônibus foram desaprovados. Os entrevistados deram notas entre um e dez para vários aspectos do trânsito. Notas abaixo de 5,5 refletiam insatisfação da população, de acordo com o critério do Ibope. O “tempo médio de espera nos pontos de ônibus” teve nota 4,2, em 2008, e quatro, em 2009. “Conservação e manutenção da frota de ônibus” teve notas 4,7, em 2008, e cinco, no ano passado.

A SPTrans cita outra pesquisa e aponta melhora da avaliação. "A edição deste ano da pesquisa da ANTP (referente a 2009), que avalia o transporte público na região metropolitana de São Paulo, aponta que os ônibus municipais tiveram uma evolução de dez pontos percentuais comparativamente com 2008, atingindo 50% de avaliação excelente ou boa", diz a nota. A empresa municipal ressalta a ampliação do Bilhete Único comum, de duas para três horas, e o investimento de R$ 162,8 milhões em reformas e requalificações nos corredores de ônibus da cidade. Os textos da assessoria de imprensa da SPTrans ainda ressaltam o aumento na capacidade dos ônibus desde 2005, de 5.000 novos lugares.


Fonte: R7.com
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Rio de Janeiro: Secretário Municipal de Transportes e empresário falam sobre novas linhas de ônibus

Fonte: RJTV

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Grande Vitória: Transporte coletivo é a única solução

Duplicar avenidas, construir novas vias, passarelas e viadutos. Tudo isso, segundo o secretário de Transportes e Infraestrutura de Vitória, Fábio Damasceno, não será suficiente, nunca, para conter o crescimento da frota de veículos. Um problema não só do Espírito Santo, mas de todo o país. A alternativa, para ele, está na ampliação do uso do transporte coletivo nas cidades, e da duplicação de rodovias, nas estradas federais.
"Acredito que o crescimento desordenado da frota será freado, em breve, e pela própria população, porque ele vai se tornar inviável e começar a impedir o deslocamento, em vez de cumprir a sua função de contribuir", diz.

O que pode ser feito para tornar o trânsito viável, segundo ele, tem sido feito - pelo menos em Vitória, que concentra o maior fluxo de veículos do Estado. "Quando necessário, alteramos o sentido de vias congestionadas, melhoramos a sinalização e ampliamos a capacidade das vias. Mas a longo prazo, é preciso pensar nos corredores exclusivos para ônibus. O motorista tem que ter a garantia de que existe um sistema de transporte eficiente, com previsão e cumprimento de horários, para que aceite sair do conforto do seu carro. Só assim vamos começar a mudar o trânsito", afirma.

Ele lembra que, atualmente, a cada 2,5 habitantes de Vitória, um tem carro: "A infraestrutura urbana precisa, mas não consegue dar conta dessa realidade. E o maior desafio, nesse sentido, talvez seja tornar as vias não apenas viáveis, no sentido da fluidez, como também seguras para todos".

Fonte: A Gazeta

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Em Fortaleza, Falta prioridade para o transporte público

O transporte público urbano é um direito que está assegurado pela Constituição Federal, além disso, é um serviço de caráter essencial em qualquer cidade. No entanto, ele não é tratado como prioridade em Fortaleza. Não existem corredores exclusivos, muito menos faixas de circulação distinta dos veículos particulares. Desse modo, o que se vê, diariamente, no trânsito da Capital é uma constante disputa entre modais.

O ônibus disputa com o carro, que enfrenta o táxi, que compete com o motociclista, que concorre com a bicicleta e assim por diante. Todo mundo quer sair na frente, chegar primeiro, mas aqueles veículos que levam mais pessoas e deveriam usufruir de um fluxo livre, encontram várias dificuldades. Conclusões adquiridas na noite em que a equipe de reportagem tomou ônibus para fazer o deslocamento Centro - Edson Queiroz.

Para o presidente da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC), Fernando Bezerra, o problema é histórico. "Infelizmente, Fortaleza, já na década de 80, construiu alguns corredores prioritários para o transporte coletivo, mas a sucessão dos gestores foi eliminando essas determinações. Aqui nós tínhamos faixas exclusivas nas avenidas João Pessoa, Monsenhor Tabosa, Francisco Sá, Antônio Sales, e isso tudo foi suprimido. A Francisco Sá era exclusiva da Antônio Pompeu até a Castro e Silva, aí chega um novo gestor e diz: ´não, bota aí os carros de novo´,quando era para ter estendido essa prioridade".

Fazer melhorias

Outra questão observada por Bezerra é que o Plano Diretor da Cidade "foi sendo alterado irresponsavelmente, para o benefício da iniciativa privada. Antigamente, só se podia ser construído um edifício nos corredores, isso na lei antiga, aí, de repente, você pode construir prédios de 24 andares dentro de um área que é residencial e todo mundo sai colocando seus carros nas ruas. Não existe milagre a fazer, como arquiteto que sou, engenheiro de trânsito e planejador urbano, vejo uma loucura. A única solução, depois que está feito o mal, é melhorar a eficiência do transporte público".

Solução que demanda a instalação de transporte de massa, como metrô. Para muitos especialistas e urbanistas entrevistados, a primeira linha de metrô que deve ser entregue à população de Fortaleza não resolve esse problema. O presidente da AMC concorda. "Achávamos, como gestores de trânsito, que a linha Leste, que sai do Centro e vai até a região da Unifor (Universidade de Fortaleza), era a primeira a ser feita, porque tiraríamos os carros. Você imagina a quantidade de veículos privativos que vai para Unifor, Iguatemi e comércios no Papicu! A Linha Sul é simplesmente um trem melhorado que teria resolvido o problema".

Enquanto a taxa média de ocupação de um ônibus é de 45 pessoas, a dos carros não chega a 1,2. Ainda assim, restringir o uso dos veículos automotores particulares não é vista como uma solução pelos gestores de trânsito, que não acreditam na eficiência de rodízios ou pedágio. "Precisamos é de metrô, para que possamos deixar o carro em casa", encerra Bezerra.

Conforto

Quando indagadas nas ruas sobre a opção de tomar um ônibus em vez de sair de carro, muitas pessoas disseram que só o fariam se existisse conforto dentro dos coletivos. Mas para o presidente da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), Ademar Gondim, o calor e a lotação nos ônibus não é o maior problema da população. "Uma pesquisa mostra que quem anda de ônibus não quer saber de ar-condicionado, quer é uma passagem que ele possa pagar, não adianta dar mais conforto e botar uma passagem a R$ 2,30 ou R$ 2,40".

Para completar, o problema do transporte público não está só dentro dos ônibus. Do lado de fora, quem espera também se sente desconfortável, desinformado e desprotegido. Quanto a essa contestação, o presidente da Etufor respondeu que foi feita uma licitação para a colocação de mil abrigos nos pontos de ônibus em Fortaleza e os equipamentos serão colocados de forma padronizada, incluindo iluminação e itinerário.

Alargar vias para receber a demanda de veículos é também uma proposta colocada ao gestores, no entanto, muito cara para o Município. "Com R$ 10 milhões, você compra 40 ônibus, mas não desapropria uma faixa de tráfego na Avenida Desembargador Moreira com Virgílio Távora", observa Gondim.

ENTREVISTA

Mário Angelo Filho - Doutor em Engenharia de Transporte

Quais os maiores entraves do transporte público?

A velocidade média dos veículos é muito baixa. Como resolver isso? Só vai diminuindo o número de automóveis em circulação. Deve ser dada prioridade à circulação dos ônibus. Eles carregam muito mais gente. São muito mais eficientes. No entanto, as soluções não são fáceis nem de baixo custo. Algumas linhas circulam com ônibus constantemente lotados. A solução lógica seria aumentar a frota da linha, mas verifica-se que ela já opera com intervalos muito pequenos, digamos, três ou quatro minutos. Se assim for feito, teremos ônibus superlotados operando com outros de baixa ocupação, o que resultaria num serviço ruim e caro.

O que fazer diante disso?

As autoridades precisam esquecer um pouco o problema do trânsito de automóveis particulares e dar um jeito de "tirar" os ônibus dessa confusão. Com a melhoria do sistema de transporte coletivo, com a capacidade de realizar mais viagens, mais gente irá deixar o carro em casa e isso vai melhorar a vida também para aqueles que já utilizam o ônibus.

Nas paradas de ônibus, as pessoas sentem-se inseguras, sem falar na falta de sinalização indicando os itinerários e horários. Você percebe esse problema?

Abrigos adequados e informação aos usuários são muito importantes. O cidadão pode tirar melhor proveito do sistema quando entender quais são suas possibilidades. Nesse aspecto, eu acho que uma ampliação da abrangência da integração temporal seria muito interessante. Atualmente, pelas informações que disponho, ela é tão restrita que é utilizada por um percentual muito pequeno dos usuários. O mais importante, de fato, é ter um serviço confiável e rápido, diminuindo o tempo de viagem, mesmo que ela seja não tão confortável. Reportagem (Janayde Gonçalves)

Fonte: Diário do Nordeste

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Paulistano perde 27 dias por ano no trânsito

Os paulistanos perdem, em média, 27 dias por ano no trânsito da cidade. Pesquisa do Ibope, feita a pedido do Movimento Nossa São Paulo, mostra que o tempo médio gasto no trânsito para realizar todos os deslocamentos diários é de 2 horas e 42 minutos, um minuto a menos do que a média do ano passado. Isso significa que a cada mês o cidadão passa dois dias e seis horas no carro ou no transporte público para se locomover.
A avaliação do trânsito continua a mesma: 68% dos entrevistados o consideram ruim ou péssimo, uma variação de três pontos a menos do índice registrado no ano passado. Esta é a quarta edição da pesquisa anual "Nossa São Paulo/Ibope - Dia Mundial Sem Carro". As entrevistas foram feitas entre os dias 25 e 30 de agosto. Foram ouvidos 805 paulistanos nas cinco regiões da capital, todos com mais de 16 anos. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos.
Cansados dos engarrafamentos, 76% dos entrevistados afirmaram que deixariam de usar o carro se houvesse boa alternativa de transporte público de passageiros. Segundo o Ibope, o número de paulistanos que utilizam carros todos os dias ou quase todos os dias é de aproximadamente 2 milhões de pessoas. Isso significa que cerca de 1,5 milhão de motoristas - o equivalente a 20% da população da capital - estão dispostos a deixar o carro na garagem. Para 67%, o transporte público deveria receber mais atenção dos governos.
Segundo Oded Grajew, do Nossa São Paulo, é preciso haver uma grande mobilização para que a promessa de usar menos o carro se torne real. "É preciso um transporte de qualidade, que atenda a todas as regiões da cidade", afirma. Boa oportunidade é colocar a ação em prática na quarta-feira, quando ocorrerá o Dia Mundial Sem Carro.
"Sem gastar milhões de reais é possível deixar os ônibus andarem em faixas exclusivas. A Marginal do Tietê, por exemplo, comporta um corredor metropolitano exclusivo de ônibus unindo cidades da Região Metropolitana. Para isso é preciso planejar, fazer passarelas para os usuários, plataformas e bilheterias externas. Mesmo porque os congestionamentos na Marginal estão voltando", afirma Horário Figueira, engenheiro e consultor de trânsito.
Meu carro, minha vida. Na cidade dos carros, moradores da região central, onde a oferta de metrô e transporte público é maior e melhor, são os que mais utilizam veículos para se locomover diariamente ou quase todos os dias na cidade. Somam 83% neste ano. Em 2009, a pesquisa mostrou que eram 86%. Já os moradores motorizados da zona leste são hoje 79%, contra 74% no ano passado. Na zona sul, são 80%, na oeste 72%, na norte 66%. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), São Paulo tem cerca de 6,8 milhões de veículos registrados. A cada dia, pelo menos 600 novos emplacamentos são feitos.
Pouco mais da metade dos paulistanos - 55% - afirmou usar mais de um meio de locomoção diariamente. São mais comuns os deslocamentos a pé (45%), de ônibus (16%), carro (14%), lotação (7%) e metrô (6%). A bicicleta é adotada por 3% da população, o equivalente a 223 mil paulistanos, de acordo com a pesquisa. E 25% afirmaram que passariam a usar esse meio de transporte para se locomover na capital se fossem construídas ciclovias seguras.
Se a cidade tivesse outras ciclofaixas, 68% dos entrevistados mostrariam disposição de utilizar as magrelas. Esse potencial equivale a um exército de 5,3 milhões de pessoas sobre duas rodas. Mais de nove em cada dez (92%) são favoráveis à construção ou ampliação de ciclovias, enquanto o grupo contrário caiu de 11% para apenas 5%.
Proibições. A limitação de circulação de veículos na cidade começa a perder adesão. A pesquisa aponta que o rodízio de veículos em dois dias é apoiado por 41% das pessoas - em 2009, eram 52%. Já o número de paulistanos contra cresceu: foi de 46% para 56%.
O apoio ao pedágio urbano no centro expandido baixou seis pontos em um ano, de 26% para 20%. Por outro lado, são 62% aqueles que se dizem favoráveis à proibição de estacionamento nas ruas e vias do centro expandido da capital.

Fonte: Eduardo Reina - O Estado de S.Paulo

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Em Mogi, Maioria dos passageiros reclamam dos serviços e da falta de cobradores

Nos últimos dias, a reportagem do Mogi News conversou com usuários do transporte coletivo em vários bairros da periferia da cidade. A maioria dos entrevistados reclamou de problemas e cobrou mais energia do prefeito Marco Bertaiolli (DEM) para que o atendimento seja mais eficiente.
No Jardim Piatã II, bairro que fica na divisa com a cidade de Itaquaquecetuba, as moradoras Eunice Alves da Mota e Márcia Daniele dos Santos citaram o enorme intervalo entre as viagens como sendo uma das principais deficiências. "Os ônibus que vem para esse bairro circulam com intervalos de três horas ou mais. Sobra aos moradores a opção de usar os ônibus que vão para Itaquá ou caminhar até o Piatã I (a região possui topografia bastante acidentada) para viajar com mais rapidez", comentou Eunice. A vizinha Márcia observou que os coletivos que entram no Piatã II circulam somente com motoristas. "A falta de cobrador costuma atrasar as viagens, principalmente quando a gente está retornando da cidade". Elas destacaram ainda a falta de coberturas em praticamente todos os pontos de parada do bairro. "É preciso melhorar bastante, pois o preço da passagem é caro", acrescentou Eunice.
Moradora do Jardim Piatã I, a dona de casa Edna Santos de Oliveira disse que em relação a dois ou três anos, o serviço melhorou: "Não tenho do que reclamar. Tem vários horários e nunca fiquei na mão", argumentou.
No distrito de Jundiapeba, os moradores mostraram insatisfação. A cozinheira Maria de Fátima de Souza disse que os coletivos que passam próximo da sua residência e seguem para o centro da cidade estão, invariavelmente, lotados. "Avalio que a Prefeitura poderia colocar mais ônibus para atender a população. O prefeito precisa verificar esses problemas, é para isso que ele foi eleito, não foi?" A moradora Leonice dos Santos Lopes também reclamou do excesso de lotação e de intervalos estendidos aos finais de semana e feriados. "O atendimento precisa ser melhorado porque a passagem está caríssima. Em Suzano, as pessoas pagam R$ 2 para viajar. Acho também que a Prefeitura poderia liberar as lotações, isso ajudaria a reduzir os ônibus lotados", salientou a entrevistada. Para a aposentada Catarina Silva Honório, o atendimento está atendendo as expectativas. Ela reside na altura do número 1,6 mil da estrada Guilherme Garijo, próximo do Jardim Margarida, divisa de Mogi com Suzano. "A minha filha usa ônibus todos os dias para ir e retornar do trabalho e ela nunca reclamou de atrasos ou excesso de lotação".

SindicatoA circulação de coletivos somente com motoristas, que fazem também a função de cobradores, não está prevista no contrato firmado entre a Prefeitura e as concessionárias, segundo informações do Sindicato dos Condutores Rodoviários de Mogi e Região. No entanto, no município, segundo o próprio sindicato, pelo menos 15 microônibus das duas empresas circulam sem os cobradores e os motoristas desempenham o papel dos auxiliares. "Na maioria das cidades e em São Paulo, a circulação dos ônibus menores sem cobrador já faz parte da rotina das empresas e dos usuários. Em Mogi, os motoristas e cobradores não reclamam e os condutores até que acham bom, pois eles têm um acréscimo nos vencimentos por causa da segunda atividade", argumentou o vice-presidente da entidade sindical, Felix Serrano de Barros. Também não existem outros problemas (na relação empresas, trabalhadores e sindicato), segundo informou Félix. "O maior problema para o sindicato é quando as empresas não querem dar aumento salarial a que os trabalhadores têm direito. Em Mogi, as empresas estão cumprindo os dissídios".

Fonte: Moi News

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Menos paulistas usam o carro todos os dias, diz pesquisa

domingo, 19 de setembro de 2010

O número de paulistanos que usa carro todos os dias ou quase todos os dias caiu de 29% em 2009 para 26% em 2010, segundo pesquisa encomendada pelo Movimento Nossa São Paulo ao Ibope e divulgada nesta quinta-feira. O levantamento mostrou também que os moradores da cidade estão mais dispostos a usar o transporte público se for para o meio ambiente melhorar: atualmente são 52% contra 40% no ano passado.
Porém, a avaliação feita sobre o serviço de ônibus permanece negativa. Num ranking que vai de 1 a 10, as lotações de ônibus tiveram nota média de 3,4; o preço das passagens teve nota 4; o tempo de duração da viagem nota 4,1; e o tempo de espera nos pontos de ônibus ou jornais 4,3.
A pesquisa apontou que, para os entrevistados, a medida mais importante para diminuir o problema do trânsito deve ser construir linhas de trem e metrô e ampliar as já existentes, com 68%. Em segundo lugar, vem fazer mais corredores de ônibus, com 42% e, em seguida, construir mais viadutos, pontes e túneis, com 27%.
O número de pessoas contrárias à cobrança de pedágio urbano no centro expandido aumentou de 73% para 78%.
O Ibope ouviu 805 paulistanos com 16 anos ou mais entre os dias 25 e 30 de agosto.
A pesquisa revelou também que entre os 11 aspectos de urbanização e meio ambiente avaliados, a qualidade do ar e o controle de poluição receberam as piores notas. A média da qualidade do ar, que teve nota 3,6 em 2009, ficou em 3 neste ano. A nota média dada pelos paulistanos ao controle da poluição caiu de 3,7 para 3,2.
Aumentou o número de pessoas que acham se nada for feito para a qualidade do ar melhorar em São Paulo será impossível viver na cidade daqui a cinco anos, de 32% para 38%. Além disso, 79% consideram a poluição do ar o mais grave tipo de poluição e 96% acham o problema "muito grave" ou "grave".
 
Fonte: O Globo
 
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Rio de Janeiro: Ônibus serão padronizados por regiões

Todos os ônibus da cidade estarão padronizados em até um ano. O modelo foi apresentado ontem pelo prefeito Eduardo Paes, durante cerimônia de assinatura do contrato com os quatro consórcios que atuarão no Rio. A nova roupagem dos veículos poderá ser vista nas ruas a partir de 30 de outubro, quando terá início o Bilhete Único Carioca.
Novo modelo de coletivo apresentado ontem deverá representar um ganho estético para a cidade, diz Paes
O município será dividido em quatro grandes regiões e cada concessionária terá exclusividade em uma delas. “A padronização dos ônibus será progressiva nos próximos meses, e a transformação será logo percebida nas ruas”, avisa o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão.

A cor das tarjas estampadas na lateral, traseira e frente dos veículos indicará a área: na Zona Sul e Grande Tijuca, será azul; na Baixada de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio, amarelo, e nas zonas Norte e Oeste, serão, respectivamente, vermelho e verde. “Teremos um ganho estético enorme. Não há nada mais feio do que esses ônibus horrorosos, cada um pintado com uma cor. Em alguns casos, o mau gosto chega a ser assustador”, disse Paes.

Campanhas para evitar confusão

O presidente da federação das empresas de ônibus, a Fetranspor, Lélis Teixeira, adianta que, para evitar confusão com as novas cores e linhas de ônibus, haverá campanhas educativas: “Vamos informar como identificar os veículos”.

Lélis conta que os empresários vão investir na compra de 600 ônibus articulados para circular nos corredores exclusivos para ônibus, BRTs, até 2012. “Com veículos apropriados e boa infraestrutura, mudaremos totalmente o transporte público do Rio”, garante.
Fonte: O Dia

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Transporte coletivo pode salvar Manaus de colapso no trânsito

Congestionamento, falta de sinalização e buracos na pista estão entre as maiores reclamações dos motoristas de Manaus. Além disso, os engarrafamentos geram estresse e atrasam compromissos. O professor da Faculdade de Geografia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Geraldo Alves, acredita que a solução para o tráfego na capital é o investimento em transporte coletivo.

“Com o crescimento da frota de veículos na cidade, a curto prazo teremos mais engarrafamentos. Por outro lado, o transporte coletivo não atende às pessoas coma eficiência”, explicou Geraldo Alves, que desenvolvou estudo "Espacialidade Urbana, circulação e acidentes de trânsito: o caso de Manaus", no curso de doutorado no Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Anunciado na última semana, o Plano de Gestão da Prefeitura Municipal de Manaus (PMM) apresentou novas estratégias para o trânsito de Manaus, muitas delas criticadas pelo pesquisador. A mudança nas Avenidas Constantino Nery, que passará a ser mão única com sentido bairro-centro, e Djalma Batista, com o sentido centro-bairro, não apenas será ineficiente para o trânsito como irá prejudicar os pedestres que precisam atravessar as pistas.

Fonte: Portalamazonia

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Rio de Janeiro: Ônibus vão ser divididos por cor em regiões

sábado, 18 de setembro de 2010

O festival de cores, algumas em combinações duvidosas, e a poluição visual provocada pela falta de padronização dos ônibus da cidade deverão chegar ao fim no prazo de um ano. A prefeitura assinou, nesta sexta-feira, o contrato com os quatro consórcios vencedores da licitação para operar, pelos próximos 20 anos, as linhas municipais. Uma das regras é a nova identidade visual dos 8,5 mil veículos: eles serão brancos, com só alguns detalhes em outra cor, para identificar a região onde o coletivo circulará no Rio.

Assim, verde identificará as linhas da concessionária Santa Cruz (Zona Oeste); laranja, as da Internorte (Zona Norte); amarelo, as da Transcarioca (Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio); e azul, as da Intersul (Zona Sul e Grande Tijuca).

— Os ganhos estéticos para a cidade serão imensos. Todos os veículos terão a mesma cor, como acontece nos lugares mais civilizados do mundo — disse o prefeito Eduardo Paes.

Lelis Marcos Teixeira, presidente do Rio Ônibus (sindicato das empresas do setor), explicou que já foi preparada toda uma campanha para divulgar a nova identidade visual dos ônibus.

— O contrato nos deu regras claras para operar e também segurança jurídica. Acredito que a transformação final será em 2016, quando os corredores e a infraestrutura da cidade estarão prontos. Vamos investir ainda em 600 ônibus articulados para colocar em todos os BRts (Bus Rapid Transit ) — prometeu Lelis

O contrato de licitação atualizou ainda o Código Disciplinar do Serviço Público de Transportes de Passageiros por Ônibus. As penalidades serão ainda mais rígidas aos operadores. Entre elas, a anulação da concessão no caso do mau serviço prestado e multas no caso de a demora para rebocar um ônibus enguiçado em via pública exceder o prazo de 30 minutos.

As operadores também serão obrigadas a instalar GPS, para acessar em tempo real a movimentação da frota, e um sistema de segurança como câmeras de vídeos e tacógrafos eletrônicos, para registrar a velocidade dos veículos.

— O novo código é mais rigoroso e aumentamos os valores das multas. Para se ter uma idéia, é considerado gravíssimo a operadora que não atender a demanda dos usuários que dependem do transporte noturno — detalhou o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão.
Tarifa menor e linhas mais organizadas
Alexandre Sansão lembrou ainda que a redução de 45 empresas administrando as linhas de ônibus para apenas quatro consórcios facilita a racionalização do serviço.

— Teremos agora apenas quatro empresas administrado o sistema. Isso, associado ao Bilhete Único Carioca, vai nos permitir fazer a integração tarifária e ordenar melhor as linhas. As empresas não competem mais entre si, desta forma fazemos a racionalização da frota. Retiramos o excesso de veículos de linhas onda não existe a demanda, como na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, e ofertamos mais ônibus em outras regiões, como em Santa Cruz — explicou o secretário.

O prefeito Eduardo Paes citou a importância da implantação do Bilhete Único Carioca, a partir do próximo dia 30 de outubro.

— É sensacional para os moradores de áreas mais carentes das zonas Oeste e Norte, que hoje pagam R$ 7 para se deslocar até o local de trabalho, e passarão a pagar R$ 2,40.

Fonte: Extra online

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São Paulo perde por ano R$ 33 bilhões com o trânsito

De acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a cidade de São Paulo perde, por ano, R$ 33 bilhões por conta do trânsito. Deste total, cerca de R$ 27 bilhões estão diretemante conectados ao que o município deixa de produzir. De acordo com o professor Marcos Cintra, que assina o estudo, em 2008 esse montante correspondeu a 10% do PIB do município.
Por essas e outras, ONGs e instituições da sociedade civil estão tratando de fazer barulho durante a Semana da Mobilidade - instituída aqui para coincidir com o evento europeu, que acontece de 16 a 22 de setembro, quando se comemora o Dia Mundial sem Carros. A programação está sendo capitaneada pelo Movimento Nossa São Paulo (MNSP) e uma rede de organizações da sociedade civil.
"O ponto alto da programação será a entrega, na segunda-feira, de uma proposta de diretrizes para compor o Plano Municipal de Mobilidade e Transportes Sustentáveis em um seminário organizado em conjunto com a Comissão de Transportes da Câmara Municipal de São Paulo", resslata Maurício Broinizi Pereira, coordenador da Secretaria Executiva do MNSP. "O Plano Diretor da cidade, aprovado em 2002, exige a elaboração do Plano Municipal de Mobilidade. Mas ele nunca foi feito. Fizemos um trabalho imenso de pesquisa com vários especialistas e vamos entragar à Câmara Municipal um documento de mais de 300 páginas, que inclui propostas ousadas", revela Broinizi.
Entre as propostas "ousadas" ele destaca o uso das principais artérias da cidade como corredores de ônibus expresso. "Muitas das principais vias da cidade, que poderiam ter corredores de ônibus, não têm. É o caso da Henrique Schaumman e das avenidas Brasil e Tiradentes. O que propomos é maior compartilhamento do sistema viário entre o transporte publico e o privado".
O MNSP também propõe que as 31 subprefeituras tenham um plano cicloviário que se conecte com os terminais de transporte público e com um tronco cicloviário central. "Temos consciência claríssima de que essas mudanças vão exigir intervenções urbanas enormes, mas não podemos continuar assistindo a cidade se autodestruir. Ou esperar pelas linhas de metrô prometidas para 2015, quando nada garante que elas irão sanar a imensa demanda reprimida que já existe pelo transporte público", diz Broinizi.
A proposta do MNSP inclui um novo modelo de corredores de ônibus, com bilheteria nas paradas - ao invés da cobrança ser realizada dentro do veículo, o que retarda o ingresso das pessoas no ônibus e empata o trânsito.
Além da entrega da proposta à Câmara Municipal, a programação inclui ainda a Bicicletada (passeio pelas ruas de São Paulo e de outras cidades que participam do movimento), a "Praia do Tietê", evento que vai reunir manifestantes para tomar banho e sol às margens do rio Tietê e a vaga-viva, que consiste no uso de vagas de estacionamento para atividades de lazer e convivência entre as pessoas, com o objetivo de provocar uma reflexão sobre a relação entre a cidade e o automóvel.

Mais carros
A frota de veículos em São Paulo cresceu assustadoramente nos últimos anos e, potencializada pela venda de carros livres do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), não parece ter perspectivas de redução em curto prazo. Nos últimos 29 anos, a frota da maior cidade do Brasil cresceu 695%, enquanto o sistema viário teve uma ampliação de apenas 10%, segundo dados utilizados por Juliano Borghi de Mendonça em estudo elaborado em 2009 para um MBA sobre mobilidade urbana que ele realiza na FGV.
De acordo com pesquisa encomendada pelo MNSP ao Ibope, os paulistanos perdem, em média, 27 dias por ano no trânsito da cidade. O levantamento mostra que o tempo médio gasto no trânsito para realizar todos os deslocamentos diários é de 2 horas e 42 minutos, um minuto a menos do que a média do ano passado. Ou seja: a cada mês, o cidadão passa dois dias e seis horas no carro ou no transporte público para se locomover.
O Ibope ouviu 805 paulistanos com mais de 16 anos nas cinco regiões da capital. Destes, 76% afirmaram que deixariam de usar o carro se houvesse boa alternativa de transporte público.  Cerca de 2 milhões de pessoas utilizam carros todos os dias ou quase todos os dias na capital paulista. Para 67%, o transporte público deveria receber mais atenção dos governos.
"Existe uma crise de mobilidade na cidade, isso é óbvio. Mas estamos tentando fazer com que as pessoas percebam que, da mesma forma que são parte do problema, podem também ser parte da solução", acredita Mendonça, que é coordenador de mobilização comunitária do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Ele explica que a entidade está mobilizando a comunidade por meio do site. "E vamos participar da organização de atividades como a vaga-viva, que tem como objetivo chamar atenção das pessoas para o uso privado de espaços públicos: as vagas que os carros ocupam nas ruas".
Mendonça diz acreditar nas mobilizações que utilizam manifestações artísticas para transmitir mensagens edificantes.
"Convencer os convencidos é fácil. Mas, para chegar aos que ainda não pensaram seriamente sobre o problema do trânsito nas cidades, é preciso usar uma linguagem lúdica. Precisamos fazer a população pensar seriamente sobre o uso abusivo do automóvel, refletir sobre o impacto de suas escolhas cotidianas", arremata.


Fonte: Estadão

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Grupo de Transporte do Mercosul conhece experiência de Curitiba

Diretores, superintendentes e técnicos de organismos federais ligados à área do transporte público do Brasil e da Argentina conheceram de perto a experiência de Curitiba no setor, durante a visita do chamado Grupo de Transporte do Mercosul à Urbs – Urbanização de Curitiba S/A nesta sexta-feira (17).. A apresentação técnica do sistema de transporte da cidade foi feita pelo presidente da empresa, Marcos Isfer.

Isfer disse que o sistema de transporte curitibano continua servindo de modelo a outras cidades do país e do mundo, e foi o embrião, em 1974, do hoje chamado Sistema BRT (Bus Rapid Transit). Disse ainda que existe uma tarifa única, de R$ 2,20, paga pelos usuários em quaisquer das linhas urbanas, e mostrou a importância da integração físico-tarifária.

Graças a esses mecanismos, o passageiro faz deslocamentos rápidos e seguros, dirigindo-se aos mais diversos pontos da cidade pagando uma só tarifa e viajando em ônibus que oferecem qualidade e conforto”, disse Isfer.

O presidente da Urbs disse ainda que o total de viagens diárias feito pelos cerca de dois mil coletivos urbanos que transportam em média dois milhões de usuários, corresponde a oito voltas em torno da Terra, Salientou ainda que, graças aos mecanismos de plnejamento, Curitiba faz investimentos contínuos no setor com recursos próprios, do governo federal e de organismos instenacionais.

A delegação argentina, formada por representantes de órgãos como a Comissão Nacional de Regulação de Transporte, da Comissão de Transporte e Segurança Viária e da Subsecretaria de Transporte Ferroviário, foi liderada pelo coordenador de Políticas de Transporte Automotor de Passageiros, Raul Cuence,

O grupo brasileiro foi representado pelo diretor do Departamnto de Planejamento e Avaliação da Política de Transportes, do Ministério dos Transportes, Francisco Luiz Baptista da Costa, bem como gerentes e superintendentes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Após a palestra de Marcos Isfer e da apresentação do sistema em audiovisual, o Grupo do Mercosul fez visita técnica à Linha Verde, onde conheceu o traçado revitalizado da BR-476, bem como os ônibus articulados que usam combustível 100% à base de soja. A delegação percorreu ainda parte do eixo Boqueirão.

Fonte: URBS

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CPTM: Obras de melhoria modificam operação em algumas linhas

A CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos] executará obras e intervenções de manutenção para melhoria do sistema em quatro linhas nos dias 17 e 18 de setembro [sábado e domingo]. Os serviços são feitos no fim de semana com o objetivo de minimizar os impactos aos usuários. Veja abaixo como fica a operação em cada linha:

Linha 7-Rubi [Luz-Jundiaí]
A partir das 16h00 do sábado [18], até o final da operação comercial de domingo [19], devido às obras de construção da nova estação de Franco da Rocha, os trens partirão da Estação da Luz com destino a Caieiras e Francisco Morato, de forma alternada, com aumento do intervalo entre as partidas.

Linha 8-Diamante [Júlio Prestes - Itapevi]Das 8h00 às 20h00 de domingo [19], por conta de obras de reforma e modernização da Estação Engenheiro Cardoso, os trens partirão de Júlio Prestes com destino a Barueri e Itapevi, alternadamente, aumentando o intervalo entre uma composição e outra.

Linha 11-Coral [Luz - Estudantes] - Expresso LesteNo domingo [19], ao longo de todo o dia, a partir das 4h00 até o final da operação comercial, os trens sofrerão aumento no intervalo e partirão da Estação Luz, de forma alternada, com destino a Corinthians-Itaquera e Guaianazes. O motivo é a implementação de melhorias na cobertura da Estação José Bonifácio.

Linha 11-Coral [Luz - Estudantes] - trecho Guianazes - Estudantes
A partir das 10h00 de sábado [18] até o final da operação comercial, devido a obras de modernização da Estação Calmon Viana, os trens partirão com maiores intervalos de Guaianazes, alternadamente, com destino a Calmon Viana e Estudantes. No domingo [19], do início da operação comercial até seu final, os trens partirão de Guaianazes com destino a Suzano e Estudantes, alternandamente. A razão é a execução de serviços de manutenção preventiva da rede aérea de alimentação elétrica no trecho entre Jundiapeba e Mogi das Cruzes.

Fonte: CPTM

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SPTrans altera itinerários para passeio ciclístico e caminhada no Belém

Em função do passeio ciclístico e caminhada no bairro do Belém, na Rua Elói Cerqueira entre as Ruas Julio de Castilhos e Rua Herval, na zona leste, neste domingo, dia 19 de setembro, das 8h às 11h, a SPTrans informa a alteração nos itinerários de 12 linhas de ônibus que trafegam na região.
Para informações sobre linhas e trajetos de ônibus consulte itinerários ou ligue 156.
Linhas e itinerários:
172N/10 Shop. Center Norte – Metrô Belém
Ida
: sem alteração
Volta: normal até a Rua Herval, Rua Siqueira Bueno, Rua Julio de Castilho, Rua Eloi Cerqueira, Rua Cajuru, prosseguindo normal.
271F/10 Metrô Belém - Shop. Center Norte
Ida:
normal até a Rua Herval, Rua Siqueira Bueno, Rua Julio de Castilho, Rua Eloi Cerqueira, Rua Cajuru, prosseguindo normal.
Volta: sem alteração.
702C/10 Jd. Bonfiglioli - Metrô Belém
Ida:
sem alteração
Volta: Normal até a Rua Herval, Rua Siqueira Bueno, Rua Julio de Castilho, Rua Eloi Cerqueira, Rua Cajuru, prosseguindo normal.
172P/10 V. Zilda – Metrô Belém
172Y/10 V. Constança – Metrô Belém
172R/10 Jaçanã – Metrô Belém
172K/10 Jd. Tremembé – Metrô Tatuapé
Ida:
sem alteração.
Volta: normal até a Rua Herval, Rua Siqueira Bueno, Rua Julio de Castilho, Rua Eloi Cerqueira, Rua Cajuru, prosseguindo normal.
372R/10 Pq.São Rafael – Metrô Belém
Ida:
sem alteração.
Volta: normal até a Rua Herval, Rua Siqueira Bueno, Rua Julio de Castilho, Rua Eloi Cerqueira, Rua Cajuru, prosseguindo normal.
3701/10 Jd. da Conquista – Metrô Belém
Ida:
sem alteração.
Volta: normal até a Rua Herval, Rua Siqueira Bueno, Rua Julio de Castilho, Viaduto Guadalajara, prosseguindo normal.
3112/10 V. Industrial - Metrô Belém
4729/10 Pq. Bancário – Metrô Belém
Ida:
sem alteração.
Volta: normal até a Rua Cajuru, Rua S. Leopoldo, Rua Julio de Castilho, Viaduto Guadalajara, prosseguindo normal.
574R/10 Term. Sapopemba/Teotonio Vilela – Metrô Belém
Ida:
sem alteração.
Volta: normal até a Rua Cajuru, Rua S. Leopoldo, Rua Julio de Castilho, Viaduto Guadalajara, prosseguindo normal.

Fonte: SPTrans

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Designers propõem um novo metrô suspenso

São Paulo - A Bienal Brasileira de Design, que ocorre em Curitiba, no Paraná, conta com projetos interessantes, desenhados por jovens recém-formados. Um deles chama a atenção. É o Sistema Suspenso de Transporte, projetado pelos alunos Elisa Irokawa e Rafael de Oliveira Costa, da Universidade Estadual de Minas Gerais.

O objetivo dos dois designers é solucionar os problemas de transporte público, que atingem as grandes metrópoles brasileiras. A partir de torres de aço carbono e um par de estrutura elevada onde são fixados os trilhos, os vagões mais estreitos e mais leves se deslocam em suas laterais por meio de tecnologia de eletromagnetismo, usando energia limpa.

Na visão dos desigers, essa nova forma supsensa de metro poderia desafogar o trânsito caótico das grandes cidades. O projeto faz parte do programa Design Excellence Brazil e é finalista do IF Concept Award, na Alemanha. A Bienal Brasileira de Design segue até o próximo dia 31 de outubro.

Fonte: Revista EXAME

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São Paulo: Dirigentes do metrô fazem plantão especial em 15 estações

Na próxima semana, os dirigentes do Metrô estarão em 15 estações para ouvir diretamente dos usuários suas necessidades, reclamações, elogios e sugestões. A ação será na segunda-feira [20], quarta-feira [22] e quinta-feira [23], entre 7h e 9h e das 17h às 19h.

A iniciativa faz parte do programa "Dirigente de Plantão", que desde 2008 complementa os canais de relacionamento da empresa com os usuários das estações. O programa ocorre na segunda semana de cada mês e envolve o Plano Representativo e demais cargos de liderança.

Estações participantes - setembro 2010

Linha 1-Azul: Conceição, Vila Mariana, São Joaquim, Armênia e Parada Inglesa
Linha 2-Verde: Sacomã, Clínicas e Santos-Imigrantes
Linha 3-Vermelha: Santa Cecília, Marechal Deodoro, Bresser-Moóca, Penha e Artur Alvin
Linha 5- Lilás: Santo Amaro e Capão Redondo

Fonte: Metrô SP

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