No Dist. Federal, Sistema de integração dos ônibus deve passar por mudanças e adaptações

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Após o primeiro dia de integração de ônibus no DF, o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) planeja alguns ajustes no sistema. Segundo o órgão, será necessário readequar horários dos motoristas, itinerários, definir com precisão o momento de chegada dos ônibus nas paradas e informar cada vez mais a população sobre a nova estratégia do transporte coletivo.

Essas medidas começaram a ser tomadas ainda nesta segunda-feira (21/1). Ao todo, 150 mil panfletos estão sendo distribuídos nas paradas com orientações sobre as mudanças no sistema e os horários dos ônibus.

Nos principais pontos de ônibus nas rotas de integração, como Prala do Relógio, na Octogonal, no Complexo da Polícia Civil e na Rodoviária do Plano Piloto, é possível encontrar 20 funcionários que tiram dúvidas, além de receber e anotar sugestões dos usuários. Outros dez pesquisadores fazem rondas e tentam identificar problemas. Eles devem permanecer nos pontos de ônibus até quarta-feira (23/1), mas o prazo pode ser estendido se houver necessidade.
Foto: Blog Rede Integra de Transporte Coletivo
A expectativa do DFTrans é que, após esse período de avaliação, os ônibus passem a rodar também nos horários de pico. Atualmente eles circulam apenas entre as 8h e 17h nos dias de semana; entre 8h e meia-noite aos sábados; e entre 6h e meia-noite aos domingos e feriados.

A vantagem da integração é que o passageiro pode usar duas linhas para fazer um trajeto, e pagar apenas R$3, desde que as duas viagens aconteçam dentro de um intervalo de duas horas. Os ônibus que fazem parte desse novo sistema são identificados por um placa na parte dianteira do ônibus.

Sistema Integrado

Operação: integração de 50 linhas de ônibus que fazem o trajeto Ceilândia e Taguatinga com as sete que se destinam ao Plano Piloto, Guará I e II, Octogonal, Núcleo Bandeirante e Rodoviária Interestadual.
Beneficiados: cerca de 40 mil passageiros.

Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Sábado, das 8h à meia-noite. Domingos e feriados, das 6h à meia-noite.

Tempo máximo para integração: duas horas
Tarifa: R$ 3


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Manaus e Curitiba revisam planos de mobilidade urbana para a Copa

O monotrilho e o BRT (Bus Rapid Transit, em inglês, sistema de corredores exclusivos para ônibus), de Manaus não vão mais sair a tempo de transportar os torcedores para assistir os jogos da Copa do Mundo de 2014.

A alternativa agora será o transporte por ônibus, com estrutura similar à adotada durante o carnaval da cidade, segundo alternativa apresentada pela Unidade Gestora do Projeto Copa do Amazonas. No Paraná, o plano de mobilidade de Curitiba está sendo revisto. Foi criada uma comissão que vai reavaliar os prazos e projetos que estão sendo executados para o evento.

Os dois principais projetos de transporte de massa de Manaus custariam R$ 1,5 bilhão e saíram das responsabilidades para a Copa a pedido do governo do Amazonas. As obras do monotrilho e do BRT continuam a ser executadas pelo governo estadual e devem receber verba do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Urbana, que não tem exigência de conclusão até julho de 2014, como as obras previstas para o mundial.

Sem essas duas principais obras de mobilidade urbana, o governo do Amazonas e a Prefeitura de Manaus elaboraram novo plano operacional que prevê acesso dos torcedores à Arena da Amazônia majoritariamente por ônibus durante os jogos da Copa do Mundo de 2014.

O planejamento estima que 69% dos torcedores que irão à Arena da Amazônia terão acesso por transporte coletivo. Já os ônibus de agências de turismo e hotéis transportarão 20% dos espectadores. Os 11% restantes usarão carros particulares ou outros meios. O estádio terá capacidade para 42 mil torcedores e tem previsão de entrega para dezembro deste ano.

De acordo com o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP COPA), Miguel Capobiango Neto, as ações previstas são semelhantes às desenvolvidas nos grandes eventos que ocorrem anualmente na região do estádio, onde também está localizado o Sambódromo e o ginásio Arena Amadeu Teixeira. “A exemplo do que ocorre no carnaval, Carnaboi e Boi Manaus, quando mais de 150 mil pessoas vão ao Sambódromo, o trânsito também será alterado para viabilizar o deslocamento do público”, afirmou o coordenador.

Paraná

Já a Prefeitura de Curitiba instalou a Comissão de Revisão das Obras do PAC da Copa, que vai estudar a previsão de custos, o prazo e a qualidade de sete projetos de mobilidade urbana previstos para o mundial.

Entre as obras estão: corredor Aeroporto-Rodoferroviária; revitalização da Avenida Cândido de Abreu; corredor da Avenida Marechal Floriano Peixoto; Linha Verde Sul; reforma da Estação Rodoferroviária; ampliação do Terminal Santa Cândida; e implantação do Sistema Integrado de Mobilidade, que irá monitorar o trânsito na capital paranaense.

Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Curitiba, os relatórios serão entregues mensalmente para o novo prefeito da cidade, Gustavo Fruet (PDT), que vai revisar os projetos que devem ser executados até julho de 2014.

Por Guilherme Soares Dias | Valor Econômico


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Estudantes de escolas públicas deixam de pagar ônibus em Ribeirão Preto a partir de fevereiro

A partir de 1º de fevereiro, estudantes das redes municipal e estadual estarão isentos de pagar passagens de ônibus urbano em Ribeirão Preto (SP). O anúncio foi realizado pelo superintendente da Transerp - empresa que administra o trânsito na cidade -, William Latuf, na manhã desta terça-feira (15). O benefício foi uma das promessas de campanha da prefeita Dárcy Vera (PSD).

Para ter direito ao auxílio, os alunos precisarão realizar um cadastro na Transerp. Entre os requisitos exigidos estão morar em Ribeirão e que a residência fique a, pelo menos, mil metros da unidade escolar em que o estudante estiver matriculado.

Segundo dados divuldados pela empresa, aproximadamente 20 mil crianças e adolescentes receberão o "passe livre" para uso diário em duas viagens - ida e volta. Atualmente, 14 mil alunos da rede pública recebem 50% de desconto nas passagens.

Os interessados no programa devem procurar os postos da Transerp na Rua São Sebastião, n.º 909, no Centro da cidade ou no Poupatempo, localizado no Novo Shopping. É necessário levar cópia do RG, comprovante de residência e declaração escolar atestando matrícula.

Estudantes de cursos técnicos, preparatórios para vestibular, graduação e pós-graduação em nível superior não receberão o benefício. Eles continuarão pagando 50% do valor dos bilhetes.

Reajuste
Durante a coletiva, o superintendente informou que o preço dos bilhetes - que hoje é de R$ 2,60 (comum) e R$ 2,80 (integrado) - deve ser reajustado até o primeiro semestre de 2014. O novo valor das passagens, no entanto, não foi divulgado.

Em abril do ano passado, durante processo de licitação para escolha da empresa que exploraria o transporte público em Ribeirão, o Consórcio Pró-urbano venceu a concorrência apresentando um valor de tarifa de R$ 2,74, R$ 0,14 a mais que o preço atual.

A Pró-Urbano também anunciou a extinção do bilhete integrado. A promessa é que o usuário com cartão poderá pegar outro ônibus sem ter que pagar a mais, desde que a segunda viagem seja feita em um intervalo de até duas horas da primeira.

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Linhas de ônibus do Terminal Vera Cruz, em Goiânia, serão alteradas

Duas linhas de ônibus que passam pelo Terminal Vera Cruz, em Goiânia, serão alteradas. As linhas, 324 e 701, vão aumentar o trajeto, segundo informações da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC).
Foto: onibusrmtca.blogspot.com
As duas linhas que antes atendiam os moradores do Conjunto Vera Cruz, Residencial Monte Pascoal, Liros do Campo, Betim Belchior vão passar também pelo Parque Eldorado Oeste e voltar ao terminal. De lá, as duas linhas vão até ao Terminal Padre Pelágio.

Com essa mudança, os passageiros vão poder escolher entre fazer a integração no Terminal Vera Cruz para outras regiões da cidade ou seguir viagem até o Terminal Padre Pelágio. Os trajetos dessas duas linhas serão circulares. A mudança começa a valer a partir do próxima quarta-feira (23).

Informações: G1 GO, com informação da TV Anhanguera
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Em Campinas, Secretaria de Transportes divulga mudanças na aquisição de novo cartão do Bilhete Único

Com os propósitos de manter e ampliar o acesso dos usuários do transporte público coletivo municipal ao Bilhete Único (BU), a Secretaria de Transportes alterou as medidas para a emissão de novas via do cartão. A partir desta segunda-feira, dia 21 de janeiro, a taxa para a emissão da 2ª via do cartão do BU será de duas tarifas vigentes, que hoje corresponde a R$ 6,60, sendo que o valor de uma tarifa, atualmente, é de R$ 3,30. Anteriormente, para adquirir outro cartão do BU, o valor era de oito tarifas vigentes.

Já na aquisição da 3ª via do cartão, o valor será de quatro tarifas vigentes (R$ 13,20); e da 4ª via em diante, de oito tarifas vigentes (R$ 26,40). A taxa para a emissão de nova via do BU apenas não será cobrada nos casos de defeito de fabricação do cartão ou e se ele tiver sido emitido há mais de cinco anos.

A Resolução nº 10/2013, dos Transportes, foi publicada na edição eletrônica desta segunda, do Diário Oficial do Município (www.campinas.sp.gov.br/diario-oficial), na página 21. Para o secretário da pasta e presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), Sérgio Benassi, os novos valores cobrados “estimulam que a população não desista de utilizar o Bilhete Único, que somente traz benefícios”. Benassi ainda lembra que “a primeira via do cartão é gratuita, o usuário solicita o Bilhete, coloca uma carga inicial de duas tarifas e já recebe o benefício”.
Vale destacar que em casos de extravio, roubo, perda ou danos que impossibilitem a utilização do cartão, o usuário paga pela nova via. Por isso, é preciso ter uma série de cuidados para evitar danos ou a perda do cartão. A emissão dos cartões do Bilhete Único é realizada pela Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).

Em caso de qualquer problema com o cartão, o usuário deve entrar em contato com a Transurc, pelo telefone 0800 014 0204 ou ir à sede da empresa, que fica na Rua Onze de Agosto, 757, Centro. O atendimento é realizado das 8h às 18h.

Prazos e Caderneta Escolar

A nova via do cartão do Bilhete Único deverá ser emitida em até 48 horas após a solicitação. Os créditos monetários remanescentes do cartão cancelado serão transferidos para a nova via.

Para a emissão de novas vias da Caderneta de Frequência Escolar, serão cobradas as mesmas taxas correspondentes a cada via do Bilhete Único.

Bilhete Único

O Bilhete Único é um cartão individual, intransferível (não pode ser utilizado por outra pessoa) e inteligente, que armazena créditos em dinheiro para o pagamento de passagens no Sistema InterCamp (sistema de transporte público coletivo municipal). Com ele, o usuário pode fazer integrações, ou seja, utilizar os veículos do InterCamp pagando uma só tarifa no período de 1h30, de segunda a sábado, ou de 2 horas, aos domingos e feriados.

O conceito adotado pelo BU é o da integração temporal, sem qualquer tipo de restrição de uso no sistema. O uso do cartão evita o pagamento da tarifa por meio de dinheiro, aumentando a segurança dos usuários e operadores; e proporcionando maior agilidade operacional.

Tipos de Bilhete Único

Confira os tipos de cartão do Bilhete Único.

Comum: é o cartão de uso geral, que garante a integração no Sistema InterCamp.

Vale-transporte: fornecido ao usuário mediante vínculo com a empresa empregadora. É um benefício que a empresa antecipa ao trabalhador para o deslocamento ao trabalho, conforme leis federais Nº 7.418/85 e 7.855/89.

Escolar: fornecido aos estudantes dos ensinos fundamental, médio ou de cursos profissionalizantes das redes pública ou privada de Campinas, residentes na cidade e que morem a mais de mil metros do estabelecimento de ensino, conforme Lei Nº 9.788/98.

Gratuito: destinado aos moradores de Campinas, incapacitados para qualquer tipo de trabalho por deficiência física, sensorial, mental, orgânica ou múltipla, sujeitos à avaliação médica especializada de entidades públicas de saúde ou conveniadas com a Prefeitura, conforme Lei Nº 8.616/95.

Idoso: destinado às pessoas com mais de 65 anos. O Cartão Idoso é opcional, uma vez que a apresentação da carteira de identidade é o documento oficial exigido para o acesso gratuito desse público no transporte em todo o país, conforme Artigo 39 da Lei Federal Nº 10.741/03 e Artigo 230, Parágrafo 2º, da Constituição.

Postos de recarga

Os usuários do Bilhete Único encontram postos de recarga do cartão, credenciados pela Transurc, em casas lotéricas, padarias, lanchonetes, farmácias, açougues, bancas de jornais e revistas, e outros estabelecimentos comerciais, espalhados por toda a cidade.

Para saber sobre os postos de recarga, o usuário pode acessar o site da EMDEC (www.emdec.com.br), seção “Transporte”, “Bilhete Único”, “Postos de recarga”. Ou no site da Transurc (www.transurc.com.br).

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Transporte coletivo de Boa Vista não atende a demanda de passageiros

O transporte coletivo é o principal meio de transporte para muitas pessoas em Boa Vista. Cerca de 29 mil passageiros dependem desse serviço para se locomover entre trabalho, escola e outros destinos. Porém, a frota atual não atende a demanda com eficiência e a melhoria desse serviço é uma das metas da prefeita Teresa Sutita.

Entre os passageiros que utilizam o transporte coletivo 2.700 possuem gratuidade e 9.500 são estudantes. Atualmente, a empresa que presta serviços à Prefeitura dispõe de 75 veículos e 12 linhas em atividade, atendendo 53 bairros. Nos dias úteis os ônibus urbanos circulam com 100% de sua frota, com 6 veículos na reserva técnica. Aos sábados 40%, e nos domingos e feriados com 30 % da frota, ficando sempre o sobreaviso no caso de demanda de eventos relevantes.



O presidente da Emhur Edgard Magalhães ressaltou que o projeto inclui um estudo minucioso para determinar a quantidade de pessoas que utilizam o transporte coletivo, táxi-lotação, horários de pico e rotas de ônibus.

“As melhorias no trânsito da capital incluem a organização do sistema de transporte coletivo e alternativo, oferecendo à população um serviço de qualidade que atenda às reais necessidades, assegurando as condições de mobilidade e acessibilidade urbana”, afirmou Edgard.

Segundo o diretor interino de mobilidade urbana da Emhur, Natércio Dutra, a Prefeitura já está fazendo um estudo geral, sobre a situação de rotas, quantidade de veículos e a situação precária que eles se encontram. “Nosso objetivo é melhorar o transporte coletivo para as pessoas que dependem dele”, disse Dutra.

A estudante Josinete Souza disse que a quantidade de veículos é baixa, refletindo no tempo de espera entre os ônibus da mesma linha. “Uso o transporte todos os dias para ir a universidade, e no horário de pico é um sufoco, demora muito. A situação atual que os coletivos se encontram também é ruim, estão velhos”, lamentou.

Para a funcionária pública Rosa Sousa o transporte coletivo está abandonado. Ela afirma que a maioria dos veículos estão quebrados e não oferecem conforto. “Já passei por situações de estar indo para o trabalho e o ônibus quebrar no meio do trajeto. Isso é um absurdo, pagamos nossos impostos para ter direito a um transporte descente”, falou.

Os veículos tem vida útil de 9 anos, um ônibus tradicional tem capacidade para 60 pessoas com assento para 30 usuários. Boa Vista possui apenas um veículo sanfonado, com capacidade ampliada para 120 lugares.

De 2001 a 2006, a quantidade de ônibus em circulação passou de 64 para 103 em Boa Vista, sendo 75 ônibus e 28 micro-ônibus. A capital era atendida por duas empresas. Veículos adaptados para cadeiras de rodas foram colocados em circulação e as empresas de ônibus adotaram o Boa Vista Card, bilhete eletrônico que substituiu o antigo vale-transporte.

Mobilidade e acessibilidade urbana 

O projeto de mobilidade e acessibilidade urbana da capital prevê uma série de medidas e obras para facilitar a locomoção de pessoas com deficiências, melhorar o fluxo de veículos e reduzir a violência no trânsito.

Serão investidos na primeira etapa R$ 68 milhões, por meio de convênio com o Ministério das Cidades. Entre as medidas iniciais está o diagnóstico do fluxo de veículo nas principais avenidas da cidade, identificação dos pontos críticos do trânsito, estudo das rotas de transporte coletivo, levantamento sobre a necessidade de instalação de calçadas, meio-fio, abrigos e terminais de ônibus. Este trabalho deve ser concluído em até 60 dias.

“É um trabalho complexo, que possibilitará identificar e discutir soluções para uma série de problemas. O resultado será um novo conceito para o trânsito da capital”, declarou a prefeita Teresa Surita.

A partir do diagnóstico da condição de mobilidade e acessibilidade da capital, a Prefeitura irá determinar as ações prioritárias. Entre as propostas já discutidas está a criação de pistas ou vias exclusivas para trânsito de motocicletas, instalação de ciclovias, organização do transporte coletivo, construção de novos abrigos de ônibus, calçadas com acessibilidade, criação de novas vias para escoar o fluxo de veículos e sinalização de trânsito.

Informações: BV News
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Manaus terá 80 km de ciclovias em quatro anos

O uso de bicicleta como transporte para o trabalho tem aumentado na sociedade em toda as cidades brasileiras, embora o número de ciclovias não tenha aumentado na mesma proporção. Para deixar o carro na garagem ou não ter mais que depender do transporte público, os ciclistas precisam arriscar a vida em vias movimentadas ou ainda, se acostumar com o desrespeito de muitos motoristas.

Em meio aos incessantes discursos da necessidade de espaços adequados, Manaus entrará para o grupo de cidades brasileiras que seguem a tendência atual de mobilidade urbana. Até 2016, a capital amazonense deverá ter ao menos 80 quilômetros de malha cicloviária. A Prefeitura informou que deverá investir em 20 quilômetros de cilcovias ou ciclofaixas a cada ano.

“A prefeitura está fortalecendo a área do planejamento urbano e uma das atribuições é avaliar, revisar e criar novos projetos. O movimento Pedala Manaus propôs uma parceria para que se estude vias que possam receber ciclovias ou ciclofaixas. Nós já temos algumas vias em vista, como por exemplo, o corredor ecológico do Mindú”, explicou a vice-presidente do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), Cristiane Sotto Mayor.

Por Carolina Silva
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