Moradores de Guarujá podem ficar sem transporte coletivo

domingo, 11 de março de 2012

Usuários das linhas de ônibus em Guarujá correm o risco de ficar sem transporte, pois os motoristas e demais funcionários da Viação Translitoral já acenaram com um greve geral, nos próximos dias.

A categoria critica as condições de trabalho e a falta de respostas às reivindicações dos trabalhadores, que estão em plena campanha salarial.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Santos e Região, Valdir de Souza Pestana, diz que a paralisação não foi decretada porque não foram cumpridos os requisitos da Lei de Greve.

Diante do descontentamento dos funcionários, durante assembleia com a categoria, o sindicalista indaga: “quando eu disser que é hora de parar vocês param?” De forma espontânea, todos os trabalhadores levantaram os braços.

Os trabalhadores querem reposição salarial com base no índice apurado pelo INPC, calculado em torno de 6%, e reivindicam também aumento real de 10%. Eles pedem reajuste do vale-refeição de R$ 11/dia para R$ 15/dia, num total de 30 vales por mês, reajuste de 30% na cesta básica e pagamento da participação nos lucros ou resultados (PLR), equivalente a 50% do salário-base.

A Translitoral diz que não foi notificada das reclamações pelo sindicato.

Fonte: A Tirbuna

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Transporte público de Curitiba opera no vermelho

A Urbanização de Curitiba (Urbs), que gerencia o transporte público de Curitiba, deve tirar de seus cofres cerca de R$ 4,9 milhões por mês e repassar para as empresas de ônibus somente para compensar a diferença entre a chamada tarifa técnica e o preço efetivamente cobrado dos passageiros. Enquanto o usuário paga R$ 2,60, o custo do transporte está em R$ 2,79 por passageiro. A diferença de R$ 0,19 será compensada pela própria Urbs, pelo menos por enquanto.
De acordo com a Urbs, será possível arcar com a diferença levando em consideração a quantidade de passagens vendidas antecipadamente para empresas. É o caso do cartão transporte, carregado mensalmente pelo empregador. O mesmo procedimento já era usado no ano passado, quando a Urbs também precisou pagar a diferença para as empresas de ônibus. Mas o valor era de R$ 0,06 por passageiro.
A solução seria um subsídio do próprio município ou do governo do Estado, mas ninguém tem ainda uma posição oficial. A Prefeitura de Curitiba é contratante do transporte coletivo na área urbana; o governo do Estado, o contratante do transporte na região metropolitana. Por isto eles podem futuramente ter papel fundamental no custo do transporte na Região Metropolitana de Curitiba.
“Neste ano, vamos fazer o mesmo, até onde der. Se na frente faltar recurso, nada mais justo que ambos coloquem o recurso necessário”, afirma Antônio Carlos Araújo, diretor de transportes da Urbs. De acordo com ele, as administrações municipal e estadual têm consciência de que em algum momento a rede de transporte vai precisar de dinheiro.
Também não se sabe até quando a Urbs consegue arcar com a diferença. Uma das possibilidades para aumentar a renda nos cofres da Urbs e talvez não precisar do poder público é a publicidade no sistema de TV que será instalado nos ônibus. O serviço será licitado.
O Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba (Setransp) informou, por meio da assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar sobre tarifa do transporte coletivo.
 Dieese cobra revisão da planilha
 O economista Cid Cordeiro, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ressalta que a Prefeitura de Curitiba mudou o parâmetro sobre o aumento da passagem de ônibus ao aceitar uma grande diferença entre a tarifa técnica e a tarifa cobrada do usuário. "Deve-se tornar transparente o processo e discutir com a população como será o subsídio do transporte. Deveria ser pensado como uma política pública".
Para Cordeiro, é necessário atualizar os coeficientes técnicos de consumo que estão na planilha de custos do transporte. "A compra de um ônibus hoje é mais cara, por conta da alta tecnologia nos veículos. Mas esta tecnologia gera uma redução no consumo e isto não é computado", exemplifica. O economista defende a revisão da metodologia e a atualização destes coeficientes para depois estudar a implantação do subsídio.
Antônio Carlos Araújo, diretor de transportes da Urbs, alega que sempre são feitas pesquisas e médias de consumo de itens relacionados ao transporte: "Nesta nova tarifa, calculamos uma queda de 0,6637% nos custos com combustível e lubrificantes". Araújo enfatiza que o custo com pessoal era de 42% da tarifa e passou para 45,23% com o reajuste dos motoristas e cobradores.
A Urbs "segurou" um pouco o preço da passagem tentando estimular o aumento no número de usuários, porém a quantidade de passageiros transportados caiu de 25,8 milhões para 25,7 milhões por mês. Caso houvesse um acréscimo de usuários, todo o fluxo financeiro do sistema melhoraria. Com a maior parte dos trabalhadores recebendo aumento real, Araújo destaca que o orçamento familiar não sofre um impacto tão grande com a tarifa a R$ 2,60.


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Rodoviários confirmam greve de ônibus nesta segunda-feira em Belo Horizonte

Os rodoviários de Belo Horizonte e Região Metropolitana confirmaram, este sábado (10), que vão cruzar os braços a partir da zero hora de segunda-feira (12). Apenas na capital mineira, cerca de 1,6 milhão de passageiros poderão ser prejudicados.

Segundo o diretor de Imprensa do Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte e Região Metropolitana, Carlos Henrique Marques, a categoria vai cumprir a decisão, tomada em assembleia geral na última sexta-feira, de “parar tudo”.

Marques admitiu, entretanto, que o Departamento Jurídico do sindicato ainda avaliava ontem se a escala mínima será cumprida amanhã. Ele também deixou a entender que, de madrugada, sindicalistas poderiam ir até as garagens para realizar piquetes.

A decisão repete a mesma estratégia da categoria. No ano passado, o movimento foi deflagrado à 0h do dia 15 de março, também uma segunda-feira. Os rodoviários reivindicaram um reajuste de 37%, mas acabaram fechando acordo com os patrões em 8%.

Neste ano, a categoria quer um aumento de 49%, tendo recebido contraproposta de 6%, que foi recusada. Também haveria uma contraproposta de aumento de 13%, mas a informação não foi confirmada pelo sindicalista.

PM garante que vai coibir excessos, caso seja necessário

O chefe do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel Rogério Andrade, informou que, juntamente com o coronel Carvalho, comandante do Policiamento de Eventos, já foi definida uma estratégia da corporação durante o movimento.

Andrade adiantou que espera que os rodoviários cumpram os requisitos básicos para uma manifestação pacífica, deixando a entender que, caso ocorram excessos, eles serão coibidos por militares. “Esperamos que eles respeitem o direito de funcionários das garagens e motoristas que queiram trabalhar”, destaca.

Na tarde deste sábado, o Hoje em Dia fez contato com a assessoria do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH), mas não teve sucesso. A BHTrans informou que ainda não recebeu comunicado formal do Setra e do Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte sobre a paralisação. A empresa informou que montou um plano de contingência com o objetivo de minimizar os impactos da greve para os passageiros de ônibus e para os serviços de transporte da capital.

A Constituição Federal assegura, no artigo 9º, “o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”. No artigo 114, “define que compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as ações que envolvam exercício do direito de greve. Em caso de paralisação em atividade essencial, com possibilidade de lesão do interesse público, o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo, competindo à Justiça decidir o conflito”.


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EMTU/SP amplia serviço intermunicipal na Região Oeste da Grande SP a partir de 12/03

O Governo do Estado, por meio da EMTU/SP, colocará em operação três novas linhas intermunicipais complementares na região Oeste da Grande São Paulo a partir de 12/03 (segunda-feira), beneficiando usuários de Osasco, Itapevi e Carapicuíba.
Osasco

O serviço complementar 390BI1 Osasco (Jardim Santo Antônio) - Barueri (Alphaville 3/Bradesco) via Carapicuíba (Centro) atenderá aos moradores dos bairros Jardim Santo Antonio e Jardim dos Autonomistas, bem como os usuários do Conjunto Residencial Guimarães Rosa. Dois ônibus farão seis viagens nos dias úteis, atendendo a demanda estimada de 300 passageiros/dia útil. A tarifa cobrada será de R$ 3,10.
Itapevi
A linha complementar 291BI1 Itapevi (Jardim Bela Vista) - Santana de Parnaíba (Residencial Burle Marx) via Barueri (Centro) atenderá aos bairros Jardim Bela Vista e Jardim Santa Cecília. Terá dois veículos urbanos, que realizarão oito viagens nos dias úteis e transportarão a média/dia útil de 400 usuários. Tarifa: R$ 3,90.
Carapicuíba
Quatro ônibus urbanos realizarão 56 viagens diárias, de segunda a sexta, para atender à demanda estimada/dia útil de 3 mil usuários no serviço complementar 392BI1 Carapicuíba (Jardim Angélica) - Barueri (Alphaville). Serão beneficiados os moradores do bairro Jardim Angélica, em Carapicuíba. Tarifa cobrada: R$ 3,35.

As tabelas horárias e informações adicionais sobre as três linhas estarão disponíveis a partir de 12/03 na página da EMTU/SP na internet (
www.emtu.sp.gov.br).

Informações: EMTU SP

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Trensurb comemora, em março, 27 anos de operação

A Trensurb comemora, neste mês, 27 anos desde sua inauguração e início da operação comercial, ocorridos, respectivamente, em 2 e 4 de março de 1985. E, cada vez mais, a empresa configura-se não apenas como um elemento estruturador da mobilidade urbana na Região Metropolitana de Porto Alegre, mas como importante instrumento de qualificação socioambiental. Estima-se que o uso do modal metroferroviário, nestes 27 anos, representou uma economia de aproximadamente R$ 2,3 bilhões para a sociedade.

No seu transporte qualificado e seguro, com tarifa subsidiada, a Trensurb utiliza energia limpa e renovável, promovendo redução da poluição ambiental. A empresa contribui no desafogamento do tráfego rodoviário, com consequente redução dos gastos de manutenção das vias públicas e do número de acidentes.

Uma viagem de trem tem capacidade para transportar o equivalente a 20 ônibus. Levando isso em consideração, com o transporte de 1,05 bilhão de usuários em 27 anos, deixaram de ser realizadas aproximadamente 24,4 milhões de viagens de ônibus. Isso significa uma economia de 237 milhões de litros de óleo diesel e cerca de 207,9 milhões de horas em tempo de viagem. Dessa forma, a atmosfera ficou menos poluída em: 76,3 mil toneladas de dióxido de carbono, 12,2 mil toneladas de hidrocarbonetos, 4,9 mil toneladas de óxido de nitrogênio, 148,5 mil toneladas de óxido de enxofre e 165,1 mil toneladas de particulados.

Novas conexões

A Trensurb, portanto, contribuiu ao longo de sua história na busca por cidades sustentáveis, principalmente na redução de impactos ambientais e econômicos. E a empresa continua ampliando o alcance de seus serviços e benefícios, com projetos como: a expansão até Novo Hamburgo, que completa o projeto original do sistema e deve agregar mais 30 mil passageiros diários; o Aeromovel, tecnologia de baixo custo de implantação, operação e reduzido impacto ambiental que interligará o metrô e o Aeroporto Salgado Filho; a integração com os sistemas de bilhetagem da Região Metropolitana, que representa mais economia e praticidade para o usuário.

Muitas histórias

A história desse período pode ser contada em números e fatos objetivos, mas também por pessoas de diferentes formações, idades e orientações. O Diretor-presidente da empresa – e metroviário desde 1984 –, Humberto Kasper ressalta que o atual momento é de busca de bons resultados de gestão aliados ao diálogo com empregados e comunidade. “Buscamos prestar um serviço qualificado ao usuário, mas sem deixar de lado a importância da convivência e da qualidade de vida dos empregados, visto que o ambiente de trabalho é um dos espaços no qual passamos mais tempo durante o dia”.

Assim como a empresa, o advogado Guilherme Togni chega aos 27 anos em 2012. Ele ingressou em outubro de 2011 na Gerência Jurídica (Gejur). Colorado – que comparece com frequência ao estádio -, Guilherme teve o primeiro contato direto com a empresa no concurso público realizado em 2009. “Aqui chegando, fiquei surpreso com o tamanho da estrutura administrativa e com a quantidade de detalhes que precisam diariamente ser observados para que o trem faça o vai-e-vem que, aos olhos menos atentos de quem até então apenas observava de longe essa rotina, parecia ser algo simples”, conta.

Hoje diretor de Operações, Paulo Renato Amaral também ingressou na Trensurb em 1984, auxiliando no recebimento de materiais dos trens ainda no Armazém B2 do cais do porto. Amaral lembra que, na época, quase foi embora devido ao valor da remuneração, mas decidiu apostar nas oportunidades que a empresa recém-criada oferecia no ramo que então cursava, a engenharia. De lá para cá, conheceu muitas áreas, passando por setores como o Setor de Oficina, Núcleo de Nacionalização e Setor de Sinalização.

Para o diretor de Administração e Finanças, Ney Michelucci Rodrigues, “o 27º ano tem uma característica especial: a conclusão do projeto inicial com a expansão até Novo Hamburgo”. Ele relata muitas conquistas na área, especialmente a melhoria na relação entre empresa e empregados, apresentando ganhos positivos para ambos. O Centro de Bem-Estar e outras ações de atenção à saúde são destacadas por Michelucci entre os objetivos alcançados no último período.

A novidade em Porto Alegre em meados dos anos 80

“Este ano completo meu trigésimo aniversário de Trensurb. Iniciei meus serviços na empresa em 1982, ainda na fase de execução das obras. Dois anos após, em 1984, através de concurso, fui trabalhar junto às estações, assumindo cargos desde agente de estação, inspetoria, supervisão, chefia de setor e, atualmente, assessoria da Gerência de Operações”, conta Edson Dávila.

Tendo iniciado o trabalho antes da operação comercial, ele lembra que, no princípio, o sistema era uma novidade em Porto Alegre, visto que nada similar existia na cidade. Até mesmo os procedimentos de atendimento aos usuários, com treinamento dos empregados da Trensurb no metrô de São Paulo, tiveram de ser adaptados à realidade local.
Dávila lembra-se de momentos marcantes, como a inauguração das estações Unisinos e São Leopoldo, a implantação da Central de Controle de Estações (CCE) e da Central de Controle de Segurança (CCS) junto ao Centro de Controle Operacional (CCO) e a informatização completa do sistema.

Contratados e estagiários também fazem parte dessa história

Estagiária do Setor de Comunicação Social entre agosto de 2007 e janeiro de 2009, Fernanda Nascimento afirma que “trabalhar na Trensurb foi uma experiência ímpar”. Hoje jornalista formada, Fernanda diz ter orgulho de ter feito parte “da história do trem, assim como ele continua na minha, nas viagens pela região metropolitana”.

Essa visão de contribuir com a empresa também está no dia a dia de Solange Lessa, que trabalha há dois anos na Trensurb, contratada pela empresa Fortesul, na limpeza do Setor de Oficina. “Me sinto importante nessa tarefa”, diz ela, orgulhosa. “Eu gosto de trabalhar na Trensurb, pois o ambiente é bem bacana”, completa. Ela é mais uma trabalhadora, assim como os demais empregados, estagiários e parceiros, que faz da Trensurb uma empresa que orgulha a sociedade gaúcha nesses 27 anos de serviços prestados.

Foto: Arquivo Trensurb

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No Rio, Integração Trem-Metrô só será realizada com Bilhete Único

As viagens de integração entre os trens da SuperVia e Metrô-Rio, a partir de 19 de março, serão feitas somente por meio do cartão Bilhete Único. Os passageiros deverão fazer o cadastro em um dos postos credenciados da RioCard, que serão divulgados a partir da próxima semana, ou pelo site www.riobilheteunico.com.br. Os cartões pré-pagos serão aceitos em viagens integradas até o dia 18 de março. Atualmente, 16 mil passageiros da SuperVia usam diariamente o cartão Bilhete Único e a expectativa é que outras 14 mil façam o cadastro, para realizar a integração trem-metrô.

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Sistema sobre trilhos paulista é destaque em seminário nacional metroferroviário no Rio

O presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda, e o presidente da CPTM, Mário Bandeira, participaram, nesta terça-feira (6), da abertura do IX Seminário Nacional Metroferroviário que acontece na cidade do Rio de Janeiro até esta quarta-feira (7).

Promovido pela ANTP (Associação Nacional dos Transportes Públicos), o evento, que reúne dirigentes e profissionais de operadoras públicas e privadas da indústria, de empresas de engenharia e meios acadêmicos, visa avaliar as expectativas do setor, subsidiar ações de expansão, divulgar soluções, serviços e produtos.

Na abertura, Sérgio Avelleda lembrou as dificuldades e a incapacidade de se fazer investimentos na rede metroferroviária. “É inconcebível que um projeto de mobilidade urbana espere 18 meses para obter licenciamento ambiental”, disse. Segundo ele, as empresas também têm que operar com transparência e informar aos usuários e à sociedade as ocorrências em tempo real. “Só assim podemos manter a confiança e a credibilidade dos usuários, pois um sistema como o de metrô, apesar dos extremos cuidados com a manutenção, está sujeito a falhas como qualquer equipamento”.

Pela manhã, representando o secretário dos Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes, o presidente da CPTM, Mário Bandeira, falou sobre os principais investimentos no transporte metropolitano sobre trilhos paulista, que podem chegar a R$ 45 bilhões no período 2012-2015, de acordo com o PPA (Plano Pluri-Anual) do Governo de São Paulo.

Concessões e PPPs
À tarde, Sérgio Avelleda participou de painel sobre a participação da iniciativa privada nos empreendimentos. O dirigente falou sobre a futura Linha 6-Laranja (Brasilândia-São Joaquim), que será objeto de uma PPP (Parceira Público-Privada) integral e da possibilidade de a futura Linha 18-Bronze (Tamanduateí-Alvarenga), em São Bernardo do Campo, também ser viabilizada nessa modelagem. Também participou do painel o diretor de planejamento da CPTM, Silvestre Ribeiro.

“Há a necessidade de conciliação entre os interesses privados e os interesses públicos. Manter a estabilidade do contrato é essencial, o que garante a qualidade dos serviços e sua perenidade. É preciso gerir o contrato observando a perspectiva do usuário, mas também entender as necessidades do concessionário”, ressaltou Avelleda.     

Do Metrô SP
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