Goiânia alcançará a marca de 1 milhão de veículos

terça-feira, 22 de março de 2011

Goiânia alcançará a marca de 1 milhão de veículos em circulação no prazo máximo de dois meses. Entupida de carros e motos, a cidade, ao longo das últimas décadas, viu ser adotado um modelo de gestão em trânsito e transporte que priorizou o automóvel. Pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência ainda esperam sua vez de poder circular pela cidade com autonomia e segurança.
Enquanto motoristas de carros e motos viram surgir em importantes vias da cidade grandes obras de engenharia, como os viadutos construídos na Praça do Ratinho e no cruzamento das Avenidas T-63 e 85, os usuários do transporte coletivo, por exemplo, foram obrigados a utilizar um meio de transporte sufocado no parco espaço que ainda sobra para o ônibus nas ruas de Goiânia.
Do mesmo modo, quem utiliza a bicicleta para se locomover não viu surgir um quilômetro sequer de ciclovia em nenhuma região da cidade nas últimas décadas. Pedestres e pessoas com deficiência ainda amargam a total falta de políticas públicas voltadas para a garantia da mobilidade e acessibilidade especialmente no passeio público. "O buraco que surge na via desaparece rapidinho. O buraco na calçada faz aniversário, permanece lá por anos, passa a fazer parte do desvio das pessoas no inconsciente", critica o engenheiro Augusto Cardoso Fernandes, do grupo de Acessibilidade do Conselho de Engenharia, Arquitetura e Agronomia em Goiás (Crea-GO)
Augusto, que é cadeirante, especializou-se em projetos que promovem acessibilidade plena aos espaços, públicos e privados. Costuma dizer que sua missão na terra é conseguir conscientizar o poder público, ao menos, dos riscos de se adotar um modelo de gestão em trânsito e transporte que prioriza apenas o condutor de veículo motorizado. "Mas infelizmente, essa não é uma realidade só de Goiânia. Noventa e cinco por cento das cidades brasileiras pertencem ao automóvel", observa.
Para o engenheiro, a reversão desse atual modelo só se dará, provavelmente, quando a cidade chegar ao colapso. "O que não está longe de acontecer. Basta ver a quantidade de carros que entra em circulação todos os anos", frisa. "O ideal é o investimento em transporte público de qualidade. Se a pessoa gastar menos tempo para chegar ao seu destino de ônibus que de carro, aos poucos ela vai optar pelo transporte coletivo", acentua.
Arquiteta e urbanista, doutora em transporte e coordenadora-técnica do Fórum de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana de Goiânia, Érika Cristine Kneib ressalta que o modelo de gestão em trânsito e transporte de Goiânia é insustentável em sua natureza. "A política de priorização exclusiva do automóvel está gerando toda sorte de problemas para as cidades, como a falta de estacionamento e de espaço para circulação, altos graus de poluição na atmosfera e elevado número de acidentes e vítimas", enumera.
Além desses, há ainda a preocupante perda de espaços da cidade, como praças e canteiros, com o objetivo de garantir mais faixas de circulação. "Os investimentos agora devem priorizar o transporte não motorizado e coletivo", alerta a especialista.
RespostasO Fórum de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana de Goiânia foi instalado em setembro do ano passado com o objetivo de dar respostas a esses desafios, explica Érika. Ele reúne 34 entidades, entre órgãos públicos estaduais e municipais, institutos de pesquisa, universidades, Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), Crea, iniciativa privada e setor empresarial. "A tentativa é de integrar ações e políticas para a mobilidade urbana."
O presidente da Agência Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (AMT), Miguel Tiago, frisa que o órgão tem buscado a humanização do trânsito. No entanto, admite que a própria população exerce uma pressão muito grande sobre a administração pública para que garanta mais fluidez ao automóvel. "Vivemos cotidianamente com essa pressão."
Segundo ele, na semana passada esteve com o prefeito Paulo Garcia (PT) discutindo a implantação dos primeiros quilômetros de ciclovia na cidade. Ainda de acordo com o presidente, as atuais intervenções no trânsito também tiveram como objetivo dar segurança ao pedestre. "Todos os cruzamentos agora, há tempo para travessia de pedestres, o que não havia."
Miguel Tiago sustenta que a cidade precisa caminhar para um modelo de mobilidade que sirva a todos. Ele não descarta restringir a circulação de automóveis em determinados locais e horários.

Calçadas expulsam cadeirantesO atleta Samuel Vital da Silva, de 45 anos, já foi atropelado quatro vezes em Goiânia. Acostumado a percorrer grandes distâncias sobre a cadeira de rodas, enfrenta os perigos das ruas da cidade, às quais precisa recorrer sempre que uma calçada esburacada o impede de seguir adiante. "Não é só buracos. Há calçadas com inclinação, degraus, todo tipo de barreira". Samuel se queixa do fato de o poder público não fazer o dever de casa. "Muitas calçadas de prédios públicos têm problemas também."

Goiânia e Brasília lideram maior uso de automóveisLevantamento da ANTP destaca capitais e coloca região Centro-Oeste como a que mais favorece carros
Ex-superintendente da Agência Municipal de Trânsito e Transportes e Mobilidade (AMT), Antenor Pinheiro assume hoje a regional Centro-Oeste da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP). Ele destaca pesquisa da entidade nacional que apontou a região cuja população é a que mais utiliza o automóvel para se deslocar nas cidades. O índice é puxado por Goiânia e Brasília. Nas demais regiões do País, o principal meio de transporte das pessoas é à pé. Em segundo lugar vem o transporte coletivo e em terceiro o automóvel.
"Enquanto isso, o poder público ainda se revela inerte, tímido em relação à infraestrutura para o transporte coletivo e o transporte não motorizado", sinaliza Antenor Pinheiro. "Não há saída possível para a cidade que prioriza o transporte individual." O novo presidente da ANTP no Centro-Oeste alerta para o fato de que todas as obras realizadas visando dar fluidez ao automóvel acabam rapidamente saturadas. Não resolvem. Administra-se o caos, somente. "E nesse contexto, o transporte coletivo circula a 11 quilômetros por hora, em média, em Goiânia, quando o ideal é que conseguisse circular a pelo menos 25 quilômetros por hora", comenta.
Para Antenor, a melhoria da mobilidade passa pela ousadia dos gestores públicos. Ele cita medidas consideradas impopulares, como as restrições de estacionamento em vias como a T-7 e T-9, por exemplo, que resultaram, no entanto, em ganho de 25% no tempo de viagem do transporte coletivo. "Em Goiânia não há falta de ônibus. Há falta de espaço para o ônibus circular", alega Pinheiro.
Segundo Antenor, reativar a ANTP em Goiás será importante tendo em vista a urgência em se alterar esse modelo de gestão do transporte que prioriza o carro em detrimento do pedestre, do ciclista e do usuário do transporte coletivo. Pedágio urbano, zonas de restrição de tráfego, regulamentação de carga e descarga são temas que estarão em debate nos próximos anos a fim de se buscar saídas para melhorar a mobilidade para todos, não apenas para omotorista de carro.

Sem ciclovia, ciclistas arriscam vida pelas ruasCom boa parte da cidade plana e estações climáticas bem definidas, Goiânia não conta com um quilômetro sequer de ciclovia, por onde poderiam circular com segurança quem opta por se locomover de bicicleta. Não se tem estatísticas muito confiáveis, mas estima-se que só em Goiânia sejam mais de 250 mil bicicletas em circulação. Sem qualquer ação voltada para esse modo de transporte, o que se vê é o aumento do número de acidentes.
De acordo com estatísticas do Departamento Estadual de Trânsito em Goiás (Detran-GO), em média, 3,4 acidentes envolvem ciclistas todos os dias em Goiânia. Desde 2008, foram 2,8 mil acidentes que deixaram 3.181 feridos e causaram 60 mortes.
"Não há espaço para a bicicleta na cidade, embora o Código de Trânsito estabeleça que a via é do carro, da moto, da bicicleta, do pedestre", critica Eduardo da Costa Silva, advogado e um dos coordenadores do Pedal Goiano, movimento que ganhou corpo na cidade ao defender a implantação de ciclovias nas ruas e avenidas de Goiânia.
"O número de pessoas que utiliza a bicicleta como meio de locomoção só cresce, mas não há nenhum investimento nesse sentido." O movimento defende a implantação de aproximadamente 30 quilômetros de ciclovia instalados nos canteiros centrais das avenidas. A ciclovia ligaria, segundo Eduardo, a maioria dos terminais de transporte coletivo. O objetivo é justamente fazer o uso conjunto e sustentável desses dois modos de transporte.
O projeto apresentado pelo movimento ao prefeito Paulo Garcia (PT) sugere a implantação de ciclovias em vias como Avenida 136 e Jamel Cecílio; T-63; Avenidas Milão e Alpes (acesso ao Terminal das Bandeiras); entre o Cepal do Setor Sul e o Estádio Serra Dourada; nas radiais do Setor Pedro Ludovico, entre outras vias. O advogado sustenta que o investimento em um projeto como esse é muito baixo, mas de alcance incalculável para a segurança do ciclista.

Em três anos, 212 pessoas morreram atropeladasO número de pedestres mortos por atropelamento até outubro de 2010 já era superior que o registrado durante todo o ano de 2009. Para especialistas ouvidos pelo POPULAR, o fato é, também, reflexo da falta de investimento em políticas de mobilidade que não priorizam o pedestre e o transporte não motorizado.
Números do Departamento Estadual de Trânsito em Goiás (Detran-GO) mostram que, desde 2008, 212 pessoas morreram atropeladas nas ruas e avenidas de Goiânia. Em 2009, 69 morreram nestas condições. Até outubro do ano passado, já eram 71 (sendo a estatística mais atualizada do órgão).
A calçada, que teoricamente é o lugar mais seguro para a circulação do pedestre, apresenta-se, quase sempre, como um lugar cheio de armadilhas. Para Augusto Fernandes, engenheiro especialista em acessibilidade e mobilidade urbana, as calçadas são espaços mal cuidados por várias razões. Uma delas é a falsa sensação de poder que as pessoas têm em relação ao passeio público. Se a pessoa acha que é dona da calçada, faz dela o que quer. "A pessoa tem a propriedade da calçada, mas ao mesmo tempo, não tem. Se o poder público delegasse para o cidadão o asfalto na porta de casa, teríamos a cada poucos metros cinco tipos diferentes de asfalto, como ocorre hoje com as calçadas", cita.
Outro fator que compromete a melhoria da acessibilidade nas calçadas, segundo Augusto Fernandes, é a falta de informação da população sobre como fazer a coisa certa.
Nesse sentido, destaca o engenheiro, há um ano, prefeitura, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) e Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário em Goiás (Ademi-GO) estão desenvolvendo uma cartilha da calçada, programada para ser lançada nos próximos dias. O objetivo, com esse material, é conscientizar as construtoras de imóveis para que promovam a realização das calçadas dos seus imóveis de forma padronizada e também dentro das normas de acessibilidade.
Para motivar os empresários, pensa-se na criação de um mecanismo legal que permita ao município compensar a construtora pela obra realizada, que deverá atender às necessidades de arborização, acessibilidade e permeabilidade do solo. Num segundo momento, destaca o engenheiro, pretende-se elaborar um mesmo tipo de instrumento voltado para a população geral. Do mesmo modo, o proprietário poderia ter compensações nos impostos pagos ao município (IPTU/ITU) para o caso de realizar obras que tornassem as calçadas plenamente acessíveis.



Fonte: O Popular


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Sistema BRT garantirá conforto e agilidade no transporte público de Cuiabá

Os benefícios que a Copa do Mundo de 2014 trará para Cuiabá são inúmeros, com obras e investimentos públicos e privados, que de outra forma levariam décadas ou poderiam nem mesmo chegar a acontecer. E Cuiabá, que nos últimos 25 anos ficou sem nenhum tipo de grande investimento ou obra para a área de trânsito e transporte, tem agora a oportunidade de corrigir este problema e obter os investimentos que necessita.
O transporte público da capital é um dos setores que passará por uma transformação total. Junto com as obras de mobilidade urbana, que visam dar mais fluidez e agilidade ao trânsito da capital, será implantado um novo sistema de transporte, denominado BRT (Bus Rapid Transit) ou, em uma tradução livre, Ônibus Rápido no Trânsito.
O sistema BRT é considerado o futuro dos sistemas de transporte urbano. Por isso, é o modelo encontrado para adequar os sistemas de transporte público de Cuiabá e Várzea Grande às exigências da FIFA (organizadora do mundial). O BRT também foi o único sistema que o Governo Federal aceitou financiar, por isso, a Agecopa (Agência Estadual de Projetos da Copa de 2014), conjuntamente com as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande, optou por ele. Este sistema já foi implantado com sucessoem algumas cidades brasileiras, como Curitiba, Goiânia e Belo Horizonte.
O país ou uma cidade, quando escolhidos para promoverem um evento mundial de cunho esportivo, têm a obrigação (por exigência do comitê organizador/FIFA) de apresentar eficácia em seus sistemas de transportes, para que o público visitante possa encontrar toda comodidade (conforto, rapidez e segurança) em seus deslocamentos entre os locais onde serão realizados provas e jogos. Mas, o mais importante é que, passada a Copa, os benefícios ficarão para a população de Cuiabá, que passa contar com um sistema de transporte público ágil e confortável.
O BRT consiste em um sistema “troncal”, interligando inúmeros pontos da cidade. Em Cuiabá serão duas linhas troncais, uma na Fernando Corrêa da Costa e outra que fará boa parte da Avenida do CPA, Prainha, XV de Novembro, entrando na Avenida da FEB (em Várzea Grande), chegando até o aeroporto Marechal Rondon.
Pelo sistema, haverá nas três avenidas um corredor exclusivo destinado aos ônibus (veículos especiais), sendo esta uma das razões de sua rapidez, isto é, as vias não sofrem interferência dos demais veículos. Os veículos de transporte no sistema BRT são maiores, com maior capacidade de transporte de passageiros. As linhas principais serão como alimentadoras de linhas secundárias, que desembocarão nas estações e terminais de integração.
Serão necessárias construções de estações especiais de embarque e desembarque. Para isto, é preciso fazer as desapropriações, já anunciadas pela Agecopa, ao longo da Avenida do CPA e Prainha. Serão 13 estações ao longo da Avenida do CPA e 11 na Fernando Corrêa. Cada estação terá uma distância de aproximadamente 700 metros uma da outra.
As estações do BRT têm plataformas elevadas, ficando o nível de embarque do veículo no mesmo nível do passageiro, garantindo segurança e rapidez no momento do embarque. O acesso do passageiro as estações de embarque será feito somente por meio de cartões smart (isto é, a passagem é paga antecipadamente nas áreas externas à plataforma), o que também garante agilidade no momento do embarque. Em algumas estações, serão instalados elevadores para portadores de necessidades especiais.
Além das estações de embarque, serão construídos três grandes terminais, localizados no Coxipó, Avenida do CPA e no final da XV de Novembro (Atacadão) e uma grande estação na Prainha. Nos três terminais funcionarão shoppings populares no piso superior dos terminais. 
Com o BRT, a expectativa é que o percurso entre a saída do CPA e o Morro da Luz (na Prainha), cujo tempo hoje leva entre 30 e 40 minutos (de ônibus), seja realizado em apenas 18 minutos.
O grande trunfo do BRT será promover a integração total entre os sistemas de Cuiabá  e Várzea Grande e de cidades que compõem a região metropolitana da capital, como Santo Antônio do Leverger, Poconé e Chapada dos Guimarães. O sistema será coordenado em parceria pelos dois municípios – Cuiabá e Várzea Grande – e o Governo do Estado.
O secretário de Trânsito e Transporte de Cuiabá, Edivá Alves acredita que a integração do sistema promoverá a redução da tarifa. “Com o uso de veículos de maior capacidade e racionalização do sistema, haverá uma redução natural de veículos, induzindo, inclusive,  àdiminuição da quilometragem percorrida, possibilitando, em conseqüência, menor pressão na majoração da tarifa”, concluí Edivá.  


Fonte: Prefeitura de Cuiabá




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Em Aracaju, Novo modelo de ônibus circula em teste

O novo modelo de ônibus, chassi Scania série F, está nas ruas da cidade de Aracaju em teste. Motor do novo modelo de ônibus, chassi Scania série F (Foto: Cleverton Ribeiro)Moradores da região sul, necessariamente os que são atendidos pela linha Circular Praias 01, deverão sentir nos próximos 15 dias todos as novidades que a série traz. Na manhã desta segunda-feira, 21, o modelo que possui 13,5m de comprimento esteve no pátio da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) para avaliação inicial do gestor Antônio Samarone. A receptividade foi das melhores.
“É prioridade não somente da Superintendência, mas da Prefeitura, em proporcionar transporte públicoParte externa dos novos ônibus. Mais qualidade e conforto (Foto: Cleverton Ribeiro) com mais qualidade e eficácia aos cidadãos aracajuanos. Este novo modelo exemplifica um modal significativo para as pessoas passarem a adotar”, comenta Samarone, apontando que a análise técnica deverá ser realizada levando as pontuações em conta logo após o período de teste mencionado. Na ocasião, o diretor de transporte público, Orlando Vieira e o motorista instrutor da empresa de transporte público Tropical acompanharam a apresentação.
Novidades
Coluna de direção ajustável, computador de bordo com informações geral com comando automático noOs novos ônibus contam com coluna de direção ajustável, o que traz mais comodidade aos motoristas (Foto:Cleverton Ribeiro) volante indicando consumo acumulado (km/litro) e mecanismo nas portas que só permite a movimentação veicular com as portas fechadas são algumas das características inerentes ao veículo em teste em Aracaju. De acordo com o representante em Sergipe, Nivaldo Souza, o chassi equipado com motor Scania 5 cilindros proporciona economia, minimiza a poluição e o ruído por atuar com baixa rotação.
“Ainda tem o recurso que auxilia o proprietário distinguir a operação de um condutor A do condutor B”, exemplifica. O motorista Francisco Ricardo Freitas demonstra os movimentos circulares do volante com entusiasmo. “Esse sistema de direção é excelente! O espaço é maior, mais confortável para a gente e a máquina também em si que é mais potente e eficiente”, comenta o condutor.

Fonte: Prefeitura de Aracaju

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Mais de 500 motoristas multados por passar em corredor exclusivo para ônibus em Vitória

Em apenas três meses, mais de 500 motoristas foram multados por passar no corredor exclusivo para ônibus na Reta da Penha, em Vitória. O trecho de apenas 80 metros já deixou vários motoristas com dor de cabeça e é uma das principais causas de infração do ano.
 
Muitos motoristas culpam a falta de sinalização. Porém, qualquer pessoa pode verificar que ela existe no chão e nas placas. Ainda assim, as multas têm sito tão frequentes que a fiscalização foi intensificada. E o prejuízo é grande para os motoristas: R$ 120 no bolso e cinco pontos na carteira.

O subsecretário de trânsito de Vitória diz que muitos motoristas são multados por pura distração. "Verificamos que os condutores ainda não têm prestado atenção à sinalização. Pelo alto número de autuações, vemos que isso não tem ocorrido", comentou José Eduardo de Souza.
 
Somente no ano passado, foram aplicadas quase 75 mil multas em Vitória. Dirigir falando ao celular continua liderando as autuações, seguido por estacionar em local proibido, estacionar no passeio e avançar o semáforo. Mas dirigir sem o cinco de segurança ainda é uma das infrações mais frequentes: de 2009 para o ano passado o número dessas multas ficou quase estável. Foram mais de 2,5 mil.


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No Rio, Adiada nova faixa de ônibus em Copacabana

O corredor exclusivo para ônibus na Avenida Nossa Senhora de Copacabana já está funcionando a pleno vapor, mas o plano de inaugurar a faixa na Rua Barata Ribeiro, no mesmo bairro, foi atrasado. Ela estava prevista para entrar em operação este mês, mas só ficará pronta em abril.
De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes, o atraso ocorreu devido ao mau tempo e às chuvas. Para aproveitar o sol de ontem, o trabalho foi reforçado. No primeiro momento, o corredor da Barata Ribeiro não vai aplicar multa aos motoristas que invadirem as duas pistas.
Ainda segundo a secretaria, a divulgação das novas regras e as mudanças nos pontos de parada e numeração dos coletivos deve ser feita com duas semanas de antecedência para evitar dúvidas dos passageiros. 



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Ciclistas terão rota segura em agosto em São Paulo

Um ano após a divulgação de um plano para criar uma rota ciclística na cidade, a Prefeitura de São Paulo deve finalmente tirar o projeto do papel.

Na primeira semana de abril, a Secretaria Municipal dos Esportes assinará um convênio com o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), que ficará responsável pela iniciativa. A promessa é de que o mapeamento esteja disponível em agosto.

Segundo Carlos Torres Freire, coordenador do projeto, nos próximos quatros meses será feito um levantamento de ruas e avenidas para identificar quais podem receber as bicicletas. “Não há mudança na infraestrutura das vias escolhidas. O trajeto funciona sem a necessidade de uma faixa exclusiva”, afirma Freire.

O objetivo é oferecer um percurso que permita o uso da bicicleta no lugar do carro durante a semana e que possa ser feito em grupo ou sozinho. A previsão é que a iniciativa custe cerca de R$ 200 mil.

O mapeamento irá oferecer uma série de rotas, evitando passar por pontos com tráfego intenso, principalmente de ônibus e caminhões. Também não entrarão na listas trechos muito elevados. O trajeto levará em conta a existência de corredores de ônibus, estações de trem e de metrô e até o sentido das ruas, para evitar o encontro de veículos e bicicletas que trefeguem em sentidos opostos.

“Vamos dar prioridade para trechos que passem por equipamentos culturais. A ideia é criar roteiros culturais para aqueles que adotem a bicicleta como transporte nos fins de semana”, diz Freire.

A iniciativa da prefeitura segue modelos adotados em outras cidades do mundo, como Nova York, Londres e Paris, que já oferecem alternativas para quem quer trocar o carro pela bicicleta. Para criar o percurso, três pesquisadores do Cebrap andarão de bicicleta pela cidade, identificando os pontos e criando um banco de informações.

Segundo o coordenador do plano, os mapas serão distribuídos gratuitamente pela prefeitura. Além disso, os trajetos também deverão ficar disponíveis na internet.


Fonte: eBand

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DFTrans vai remanejar itinerário das cooperativas de ônibus e micro-ônibus

O Transporte Público do Distrito Federal (DFTrans) anunciou, na tarde desta segunda-feira (21/3), que vai remanejar os itinerários do sistema de ônibus e micro-ônibus no Distrito Federal. A ideia é devolver às cooperativas as linhas rentáveis - que passaram para as mãos dos empresários no governo Arruda.

Atualmente, os cooperados acumulam dívidas com o Banco de Brasília e instituições financeiras privadas e a venda de passagens das linhas atuais é insuficiente para quitar até mesmo o financiamento dos veículos.

Em caráter emergencial, 80 ônibus de empresas privadas vão operar nas linhas da Cooperativa dos Profissionais Autônomos de Transporte (Coopatram) a partir desta terça-feira (22). A cooperativa está em greve desde o dia 11 e segundo Marco Antônio Campanella, diretor-geral do DFTrans, tem uma das situações mais graves do DF.

"A Coopatram está correndo risco de ter os carros tomados para pagamento da dívida [com o BRB] já no mês que vem", alerta. Desde o começo da paralisação, moradores de Planaltina enfrentam demora e veículos lotados - problema que deve ser amenizado com esta substituição.


Fonte: Correio Braziliense

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Rodoviários cancelam greve no transporte público de Manaus

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Amazonas anunciou, na tarde desta segunda-feira (21), o cancelamento da greve no transporte público da capital, prevista para amanhã (22). A classe reivindicaria segurança nos terminais de ônibus.

O presidente da entidade, Élcio Campos, participou, na manhã de hoje, de reunião com representantes da Polícia Militar (PM) para debater as medidas de segurança a serem adotadas pelo Estado. Segundo Campos, foi assegurada a presença de viaturas da PM nos principais terminais da capital.

O anúncio da possível greve veio após um motorista de ônibus ser baleado no peito durante assalto em teminal localizado no Conjunto Atílio Andreazza, bairro Japiim 2,  zona Sul de Manaus. A vítima, Edson da Silva, de 31 anos, teve alta do Pronto Socorro João Lúcio hoje e passa bem.


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