Rio de Janeiro: Motoristas passam dois meses por ano no trânsito da avenida Brasil

domingo, 18 de julho de 2010


Reportagem especial da Rede Record no Rio de Janeiro revela que motoristas passam dois meses por ano no trânsito da avenida Brasil, uma das principais da cidade. Ela tem quase 60 quilômetros de extensão e corta ao menos 27 bairros.
Os engarrafamentos e os acidentes são constantes no local. Os alagamentos também costumam atrapalhar a vida dos motoristas em dias de chuva. Buracos estão a cada quilômetro e a violência é um outro grande problema.



Fonte: R7.com
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Em três anos, frota deve chegar a 22 milhões de veículos no Estado de São Paulo


No espaço que em São Paulo atualmente existem dez veículos, haverá cerca de 12 daqui a três anos, segundo projeção do governo do Estado, publicada na quarta-feira (14) no Diário Oficial. Hoje, segundo o governo, a frota paulista é composta de 18,38 milhões de veículos. Até 2013, o número deve chegar 22,27 milhões, um aumento de 21%.

A previsão preocupa especialistas consultados pela reportagem, que dizem não haver estrutura no Estado para abarcar esse aumento na frota. O crescimento de carros é dez vezes maior que o da população paulista.

Entre o Censo de 1991 e o de 2000 (os dois mais recentes), a população do Estado de São Paulo aumentou 1,82%. A previsão da frota foi feita pela Secretaria da Fazenda para calcular a arrecadação do Estado com o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), que também crescerá.

Em 2010, o Estado deve receber R$ 9,3 bilhões com o imposto. Em 2013, o total pode chegar a R$ 11,1 bilhões, aumento de 19%. Para o professor de engenharia de tráfego e transporte urbano da universidade Mackenzie João Cucci Neto, o crescimento é inevitável, pois o transporte coletivo não é confiável.

– As pessoas hoje, na primeira oportunidade, migram para o transporte individual. Falta conforto e pontualidade [no transporte público], principalmente nos ônibus.

Interior

O consultor de trânsito da Hora H Engenharia & Marketing Horácio Figueira aponta que o interior do Estado deve sofrer mais com o crescimento da frota.

– Os municípios do interior não têm cultura de estrutura ferroviária e de metrô. Cidades como Campinas e Ribeirão Preto já estão enroladas.

Solução

Ambos os especialistas veem uma ênfase do governo estadual no investimento de transporte sobre trilhos, mas apontam que é necessário também aumentar a capacidade dos ônibus. O professor Cucci Neto diz que seria necessário reformular o traçado das linhas de ônibus nas cidades que sofrem com congestionamento.

Segundo ele, diversos estudos de mobilidade urbana apontam que o ideal é ter uma linha tronco com fluxo ininterrupto de ônibus nas principais ruas. Já as rotas de bairros e ruas auxiliares deveria ser feita por coletivos menores, como micro-ônibus.

Figueira concorda com o professor e acrescenta que a prioridade deve ser do transporte coletivo, que tem capacidade para deslocar mais pessoas, com ênfase na criação ou ampliação dos corredores de ônibus.

Fonte: R7.com
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Falta de iluminação compromete segurança em Terminal de ônibus de Manaus


Os usuários do transporte coletivo em Manaus têm mais uma reclamação. Além do estado dos ônibus, da demora e da superlotação, agora os passageiros sofrem com a falta de iluminação nos terminais de integração dos coletivos. Um dos locais mais prejudicados é o Terminal 4, na zona Leste de Manaus, onde as passarelas de acesso e as plataformas dos ônibus.

Com o tráfego diário de cerca de 60 mil pessoas, segundo o Sinetram, o Terminal 4 está às escuras há meses. Segundo o ambulante João de Oliveira, que trabalha no terminal há quatro anos, a falta de iluminação é um problema que existe desde o começo do ano. “Há uns seis meses estamos nessa situação. E o pior é a falta de segurança. Passa até gente armada por aqui”, afirmou o autônomo, que contou ainda que os casos de roubo de celulares tem aumentado.

Para trabalhar no local, Oliveira e outros ambulantes improvisaram, conseguiram puxar energia do lado de fora do terminal e ligaram lâmpadas nas bancas. Mesmo assim, o movimento tem diminuído. “As vendas pioraram. Teve dia que tivemos que trabalhar com velas, porque nós não podemos parar”, comentou.

A falta de segurança devido a escuridão também é motivo de preocupação para a cobradora Célia Maria. Devido a falta de iluminação, ela contou que tem receio de andar pela área das plataformas dos passageiros porque constantemente escuta relatos de assalto. “Além do trauma, geralmente nós andamos com a renda da rota do ônibus, então é mais perigoso ainda pra quem é cobrador”, explicou.

Entre os casos de roubo no Terminal 4, Célia contou que uma outra cobradora chegou a ser abordada por um assaltante dentro do ônibus, quando o veículo estava parado dentro do terminal. “Nós precisamos de policiamento. A maioria desses casos são cometidos por adolescentes e a presença dos policiais no terminal vai diminuir esses assaltos”, afirmou.

A Assessoria do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) informou que será realizada uma limpeza geral no terminal e dentro de 15 dias será realizada a manutenção.

Fonte: Portal Amazônia
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Semáforos em sincronia ajudam a desafogar o trânsito na cidade do Recife


Você conhece a onda verde? Ela é formada pelos sinais de trânsito sincronizados em algumas avenidas do Recife para evitar a retenção de veículos. Uma boa ideia contra congestionamentos, certo? Mas muitos motoristas não ajudam na hora de pegar a maioria dos sinais abertos: é o que mostra a penúltima reportagem da série ‘Marcha Lenta’.

A sincronização dos semáforos é um desafio permanente para os técnicos e engenheiros da Companhia de Trânsito e Transportes Urbanos (CTTU) do Recife. A rotina deles é repleta de cálculos, projeções e planejamento, para tentar desafogar o trânsito da cidade. É um grande volume de carros: só pela Avenida Agamenon Magalhães passam todos os dias 82 mil veículos; 57 mil circulam diariamente pela Domingos Ferreira e mais 38 mil na Conselheiro Aguiar.

Cada pontinho que aparece na tela de trabalho dos técnicos representa um semáforo do Recife. São 637, ao todo, espalhados pela cidade, todos acompanhados atentamente da Central de Monitoramento da CTTU. É nesse local que a equipe de operadores, que se revezam durante 24 horas, pode identificar os defeitos, alterar o tempo e a programação dos sinais, se houver necessidade, e ainda simular algumas ações para melhorar o trânsito. Uma delas é a sincronização.

Muitos motoristas não percebem, mas todos os semáforos de avenidas como a Rosa e Silva e Rui Barbosa, na Zona Norte, são programados para funcionar em sincronia. Esse sistema permite trafegar numa via com todos os sinais abertos para o condutor. Em boa viagem, as principais avenidas têm o mesmo planejamento.

“O Recife não foi uma cidade projetada,então as vias têm cruzamentos distintos, distantes, o volume de veículos que se apresentam nos cruzamentos é diferente. Pra ter uma onda verde satisfatória, todos esses fatores deveriam ser iguais. Fica difícil se ter uma onda verde, porém é possível se aproximar dela”, informou o gerente de Manutenção de Semáforos da CTTU, Nelson Nogueira.

Nas avenidas Domingos Ferreira e Conselheiro Aguiar são 58 sinais sincronizados. Quem seguir pela Domingos Ferreira a uma velocidade média de 50km/h vai pegar todos os semáforos abertos: é a onda verde na prática. Quando ela funciona, facilita e muito a vida dos motoristas, mas nem sempre é isso que acontece. E por que?

“São veículos que executam manobras irregulares, que param em locais proibidos, que quebram, pavimentos apresentando falhas. Tudo isso interfere na circulação e os sinais não conseguem funcionar satisfatoriamente em seu sincronismo”, responde Nelson. A tecnologia ajuda, mas, sozinha, não é capaz de transformar. “Eu acho que a conscientização é o primeiro passo para destravarmos esse problema.

Precisamos conscientizar a sociedade do custo que ela está provocando com esse uso exacerbado de veículos e mostrar as alternativas que são extremante saudáveis, que contribuem para uma cidade mais agradável de se viver, mais atrativa, mais economicamente dinâmica. E não essa cidade que estamos construindo, que é uma cidade que vai, em alguns anos, sofrer problemas sérios de circulação”, opinou o chefe do Departamento de Arquitetura da UFPE, César Cavalcanti.



Fonte: PE360graus.com
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Usuário do transporte coletivo de Atibaia terá bilhete eletrônico a partir de agosto


Os usuários do transporte coletivo de Atibaia receberão um benefício importante: o bilhete eletrônico. A Prefeitura de Atibaia está realizado a implantação deste sistema e os primeiros beneficiados serão os idosos, com idade igual ou superior a 65 anos.

A utilização do bilhete eletrônico será fundamental para a agilidade no embarque e desembarque dos passageiros. Além disso, este benefício ajudará a Prefeitura a gerir a demanda de passageiros em cada linha de ônibus, de acordo com a categoria, planejando melhor a oferta de ônibus.

“Em setembro serão feitos os cadastramentos dos portadores de necessidades especiais, de doenças crônicas e graves.

Os usuários do passe escolar já estão sendo recadastrados pela Secretaria de Educação. Com dados operacionais mais precisos sobre o fluxo de passageiros e a quilometragem percorrida em cada viagem, será possível otimizar o transporte coletivo rural e urbano de Atibaia, identificar novas demandas e redistribuir o número de viagens nas linhas existentes para a busca de melhoria contínua da oferta do serviço de transporte à população”, esclarece a secretária de Transportes e Trânsito, Cláudia Nogueira.

O cadastramento começa dia 2 agosto e termina dia 27 do mesmo mês. Os interessados deverão se dirigir ao Fórum Cidadania, situado à Avenida Nove de Julho, 185 – Centro, de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h portando o RG, CPF e comprovante de residência, em seu nome (original e cópia). Quando o comprovante de residência for em nome de terceiro é necessário levar a declaração. A emissão do primeiro bilhete eletrônico é gratuita.

Não deixe para a última hora. O cadastramento dos idosos obedecerá ao seguinte cronograma, convocação por nome:

1ª SEMANA (02/08 A 06/08) – iniciais A, B, C, D, E
2ª SEMANA (09/08 a 13/08) – iniciais F, G, H, I, J, K, L
3ª SEMANA (13/08 a 20/08) – iniciais M, N, O
4ª SEMANA (23/08 a 27/08) – iniciais P, Q, R, S, T, U, V, X, W, Y, Z

Fonte: Atibaia News
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Especialistas defendem implantação de sistema de ônibus rápidos


A implantação do Sistema de Transporte Rápido por Ônibus (Bus Rapid Transit - BRT) em novo cidades-sede da Copa pode ser o primeiro passo para resolver os problemas do transporte público brasileiro. Essa é a percepção dos debatedores que participaram de audiência pública, nesta quarta-feira, na Comissão de Viação e Transportes.

Os números apresentados demonstram que o custo e os prazos de implantação do BRT são menores do que os de outros sistemas de transporte coletivo, como o metrô e o veículo leve sobre trilhos.

Para o deputado Mauro Lopes (PMDB-MG), essa é uma solução rápida para reduzir o congestionamento das grandes cidades. "O trabalhador tem que chegar ao destino dele, ao local de trabalho. Ele não pode ficar no congestionamento. Às vezes tem automóvel, mas ele não tem mobilidade, não tem como circular. Já nos corredores específicos, os ônibus articulados, com três módulos, transportam o equivalente a 127 automóveis.

Conforto e agilidade

O diretor-superintendente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, Marcos Bicalho dos Santos, citou algumas vantagens do BRT, como o conforto, a agilidade e a segurança. Segundo ele, ônibus biarticulados podem transportar até 270 passageiros, que embarcam em estações fechadas. As faixas exclusivas garantem maior velocidade operacional, e o sistema de controle permite o acompanhamento, em tempo real, do horário de chegada dos ônibus.

Mas o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus, José Fernandes Martins, afirmou que esse sistema só vai reduzir os congestionamentos se for integrado a outras modalidades de transporte. Para ele, se o usuário não conseguir chegar à estação do BRT, vai pegar o carro de qualquer forma.

Martins informou que os fabricantes de ônibus no Brasil têm capacidade de atender à demanda do BRT e lembrou que o País é o terceiro maior fabricante de ônibus do mundo, atrás apenas da China e da Índia.

Alternativa aos automóveisPara o coordenador-geral da Associação Nacional de Transportes Públicos, Nazareno Affonso, com a instalação dos BRTs para a Copa do Mundo de 2014, será possível mostrar à sociedade brasileira que há uma alternativa à política do automóvel.

Segundo Nazareno, essa é uma política injusta, baseada num modelo cultural que associa o carro a status social. "Ela tem legitimidade social porque todo mundo quer um carro. Isso foi colocado como uma mudança até de status. Ter um carro já não me coloca como cidadão de segunda classe.”

Ele avalia que, se todo brasileiro tiver carro, a circulação nas cidades vai ficar impossível. “O custo da infraestrutura é muito alto, e nós não temos como arcar com esse crescimento da frota do jeito que foi colocado." Segundo Nazareno, o governo abre mão de R$ 7 bilhões anualmente só com a isenção do IPI - Imposto federal cobrado sobre mercadorias industrializadas, estrangeiras e nacionais.

O IPI é um imposto seletivo, porque sua alíquota varia de acordo com a essencialidade do produto, e não-cumulativo, ou seja, em cada fase da operação é compensado o valor devido com o montante cobrado anteriormente. sobre automóveis.

Tarifas altas

Outro problema apontado por ele é o alto custo das tarifas, arcado totalmente pelos usuários. "O usuário tem que parar de fazer filantropia, tem que deixar de pagar as políticas sociais do governo”, diz Nazareno.

“As políticas são justas em relação ao idoso, às pessoas portadoras de deficiência, à meia passagem do estudante, mas é injusto totalmente ser paga pelo usuário. Só isso reduziria em mais 20% as tarifas", acrescenta.

Sobre o preço das tarifas, o deputado Mauro Lopes lembrou que o Congresso Nacional discute o Projeto de Lei 1927/03, que visa reduzir os impostos no setor de transportes públicos. A proposta já foi aprovada pela Câmara e agora está sendo analisada pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara
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São Paulo: Inajar de Souza é a via campeã de atropelamentos


A Avenida Inajar de Souza, na Zona Norte, é a campeã de atropelamentos na cidade, considerando as principais vias que integram os corredores de ônibus da metrópole. Foram 42 casos em 2009. O levantamento exclusivo, obtido pelo DIÁRIO junto ao Corpo de Bombeiros, leva em conta todos os tipos de atropelamentos, incluindo desde casos de menor gravidade até mortes. Os dados consideram todos os casos atendidos pela corporação em 2009.
Em segundo lugar do ranking, figura a Avenida Rebouças, na Zona Oeste, com 35 atropelamentos, sendo seguida pela Avenida Guarapiranga, na Zona Sul, que registrou 30 casos.
De acordo com comerciantes e moradores que trabalham ou residem no entorno da Inajar de Souza, ouvidos pelo DIÁRIO, a avenida encabeça a lista principalmente por duas razões: motoqueiros não respeitam o semáforo fechado e muita pessoas não atravessam a via nas faixas de pedestres.
“No ano passado, eu presenciei quatro atropelamentos feitos por motoqueiros aqui na avenida. Eles simplesmente não respeitam o sinal vermelho e ‘furam’ em alta velocidade”, afirmou Ronei da Cruz, de 34 anos, gerente do posto de combustível Rede Papa, na altura do número 3.500 da Inajar de Souza.
Em frente ao estabelecimento, tem uma faixa de pedestres perto de um ponto de ônibus do corredor. “Nos casos que eu vi, as vítimas desceram do ônibus e atravessavam na faixa. Mas elas foram surpreendidas pelas motos”, contou o gerente.
A reportagem percorreu a avenida e constatou que a via é bem sinalizada, contendo diversas faixas de pedestres, semáforos e radares de velocidade. Encontrou, entretanto, várias pessoas andando fora da faixa de pedestres.
“Existe muita gente que não tem paciência de andar até a faixa mais próxima e atravessa em qualquer lugar. Os motoristas, muitas vezes, não conseguem desviar”, afirmou o mecânico Marcelo Messias de Souza, de 44 anos, que ano passado presenciou dois atropelamentos ao longo da avenida.
De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), diversas pesquisas realizadas no Brasil e no exterior apontam que, em média, 70% dos atropelamentos são causados por culpa dos motoristas e 30% são de responsabilidade dos pedestres.
“Estudos indicam que, na maioria dos casos, os motoristas envolvidos em atropelamentos acham que os pedestres são obstáculos que atrapalham o melhor desempenho do veículo para ganhar tempo. Os pedestres não têm culpa do acidente na maioria das vezes”, afirmou o diretor da Abramet, Dirceu Alves.

Corredor será remodelado
O corredor Inajar de Souza, que inclui também a Avenida Rio Branco, no Centro, vai passar por reforma em toda sua extensão, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O projeto está em fase de licitação e abrange as subprefeituras da Casa Verde, Freguesia do Ó, Lapa e Sé.
Serão realizadas adequações e rebaixamento das paradas (de 90 centímetros de altura para 28 centímetros), instalação de novos abrigos, iluminação e aplicação de piso podotátil (que conta com guia em relevo que serve como orientação para pessoas com deficiência visual).
Também estão previstas obras de pavimentação, sinalização, drenagem, microdrenagem, melhorias de acessibilidade, implantação de ultrapassagens e reforma do Terminal Correio, ponto final das linhas de ônibus que trafegam pelo corredor Inajar de Souza.
Segundo dados da CET, entre janeiro a junho deste ano, foram aplicadas 496 multas por avanço de semáforo vermelho e feitas 682 autuações aos motoristas que invadiram a faixa exclusiva de ônibus na Avenida Inajar de Souza.

Fonte: Diário de S. Paulo
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