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Tarifa de ônibus a R$ 1 aumenta o número de passageiros em Angra dos Reis

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O funcionamento do transporte público em Angra dos Reis tem estado em discussão nos últimos dias no município. Populares elogiam o preço da passagem fixada em um real para os moradores da cidade. Porém, com a diminuição no valor, um número maior de pessoas estaria utilizando os serviços. Para profissionais do setor rodoviário e usuários, muitas medidas precisam ser implementadas para que o cidadão angrense desfrute de um sistema de transporte público de mais qualidade.
Foto: Leonardo Vieira
Segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Angra dos Reis, Marcelo Barbosa a busca por melhorias das condições de trabalho dos condutores de transporte público em Angra dos Reis foi motivo para a realização de uma paralisação no dia 30 de janeiro deste ano.
Dentre as reivindicações estava a criação de um espaço no Centro para que os rodoviários pudessem estacionar os veículos sem sofreram a pena de serem multados.

Na ocasião ficou definido pela prefeitura a permissão para que os coletivos fosse estacionados em frente ao Cais de Santa Luzia, para que os funcionários pudessem utilizar o banheiro público. Também ficou acordado que os ônibus podem ficar parados sobre a ciclovia do São Bento e em frente à Santa Casa de Angra. A medida tinha como prazo o final do mês de fevereiro.

De acordo com Barbosa, no decorrer da semana foi aprovado pelo município o investimento na localidade para a realização de obras de urbanização e a permanência do aval para o estacionamento dos coletivos por um período de 36 meses.

- Esta solução agradou muito ao sindicato. Pelo projeto será construído um grande estacionamento que irá beneficiar a população de maneira geral e os rodoviários - destacou.
O gerente da geral da Empresa Senhor do Bonfim, responsável pelo transporte público em Angra, Flaviano Ferreira afirmou que a solução aprovada era uma demanda antiga e foi positiva.

Desafios do transporte coletivo
Para um ex-funcionário da empresa Bonfim, que prefere não se identificar, as condições de trabalho dos motoristas de ônibus são difíceis. Segundo ele, a pressão para o cumprimento dos horários e a reação de insatisfação das pessoas para com o serviço prestado são os dois maiores problemas a serem enfrentados por quem atua nesta profissão.

De acordo com o motorista, com a diminuição do valor da passagem, um número maior de pessoas tem utilizado o sistema de transporte público. O que seria uma solução viável para acabar com os congestionamentos e diminuir a emissão de gás poluentes, tem se tornado na verdade complicado para passageiros e motoristas.

- Se o ônibus está cheio e o condutor para no ponto, os passageiros que estão dentro do veículo reclamam. Alguns chegam a querer agredir motoristas e cobradores. Por outro lado, se condutor do veículo lotado opta por não parar no ponto, corrermos o risco de sermos notificado pela empresa. Enfim, ou somo punidos pelo passageiro ou pela empresa - disse.
O presidente do Sindicato confirmou os problemas apresentados pelo ex-funcionário.
Segundo ele, todas essas questões fazem parte da luta da entidade para que a categoria tenha melhores condições de trabalho.
- Sabemos da dificuldade de realizar viagens para bairros distantes dentro de um pequeno espaço de tempo. Conseguimos junto à empresa, que os horários de linhas que trafegam grandes percursos como Angra-Parque Mambucaba e Mangaratiba fossem alterados para uma margem maior de duração - disse.

Para Barbosa,o crescimento populacional no município e a estrutura estreita das ruas centrais são fatores que precisam ser considerados na análise do sistema de transporte público na cidade. De acordo com o presidente, as negociações entre o sindicato e a empresa Senhor do Bomfim tem sido produtivas e aos poucos as melhorias estariam produzindo resultados positivos.

- Com o aumento da população temos mais pessoas utilizando o serviço. A criação do transporte cidadão também contribuiu para o aumento do fluxo de pessoas nos coletivos.
Estão sendo colocados mais veículos. Porém, sabemos que as condições de trabalho ainda estão longe do ideal. Conforme a empresa for conseguindo se adequar, melhor será o serviço prestado para a população - destacou.

Populares cobram melhorias
-Já fiquei uma hora no ponto de ônibus tentando embarcar. No horário de saída dos trabalhadores do estaleiro quem quer entrar no coletivo após o ponto de embarque na Brasfels tem que ter paciência - contou a professora Carmem Silva.
Para a assistente administrativo Fabíola de Castro Barreto a mudança no preço da passagem para um real, beneficiou a população. Porém, segundo ela, o ideal é que a frota fosse adequada à nova quantidade de usuários.

- Isto significou uma economia muito grande para quem anda de ônibus. Também acredito que se mais pessoas estão nos coletivos menos carros teremos nas ruas. Mas o que não pode são ônibus tão cheios em alguns momentos do dia - disse.
A estudante Ana Cristhiane Barbosa reclamou da presença de baratas em alguns coletivos.
- Em alguns ônibus os passageiros são obrigados a fazer a viagem com baratas nas paredes e no chão dos carros. Reconheço que ainda há pessoas que deixam lixo no ônibus e isso contribui para que apareçam estes insetos. Por outro lado a empresa deveria limpar e dedetizar os veículos - contou.

Empresa comenta reclamações
O gerente geral da viação Senhor do Bonfim, Flaviano Ferreira salientou que os coletivos trafegam respeitando o número limite de passageiros.
Segundo ele, os veículos destinados ao transporte e trabalhadores do estaleiro correspondem a carros extras e por isso não houve a diminuição no número de ônibus que atende a comunidade. Sobre a superlotação nos horários de maior fluxo de pessoas, o gerente afirmou que a necessidade de aumento da frota é avaliada de acordo com a demanda juntamente com a subsecretaria de Trânsito.
- Foram colocados 20 novos carros em operação. Atualmente temos cerca de 140 ônibus. Os veículos possuem ar condicionado, GPS e câmeras de segurança. Nos horários de pico há um maior fluxo de passageiros, mas os carros fazem os itinerários com a lotação permitida. A empresa sempre procura atender a necessidade dos usuários. No Carnaval, por exemplo, teremos uma programação especial com 40 carros extras à noite - afirmou.
Sobre a reclamação de passageiros relativas à presença de insetos, a empresa informou que há um convenio com uma empresa de dedetização para evitar este tipo de ocorrência.

- Temos um contrato de dedetização com uma empresa multinacional, certificada pelo Inea (Instituto estadual do Meio Ambiente). Os ônibus que apresentam algum problema são recolhidos e o serviço é refeito. Realizamos, também, junto à população campanhas para o uso das lixeiras dos veículos, evitando o acumulo de lixo durante as viagens - disse Flaviano que finalizou "Qualquer duvida, reclamação ou sugestão podem ser feitas pelo 0800 886 1000".

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Novo modelo Viale BRT, da Marcopolo vai circular em Caxias do Sul

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A encarroçadora de ônibus Marcopolo vendeu a primeira unidade do seu modelo urbano mais desenvolvido.
O Viale BRT foi comprado pela Visate – Viação Santa Tereza e já começa a operar nesta sexta-feira, dia 17 de fevereiro de 2012.
O veículo vai circular entre a Rua Visconde de Pelotas e os Pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, cidade onde a Marcopolo possui sua sede.

Foto: Júlio Soares

Em nota divulgada à imprensa, a Marcopolo destaca os avanços do modelo, voltado para sistemas de corredores de ônibus, que são apontados como uma das soluções de mobilidade mais condizentes com as realidades econômicas e geográficas das cidades. A empresa também relata as expectativas da Visate em relação ao veículo:
“Buscando a satisfação de seu usuário, a Visate incorpora à frota do transporte coletivo um ônibus de última geração, tecnologicamente avançado, com design arrojado, conforto e capacidade de transporte elevado”, afirma Fernando Ribeiro, diretor-superintendente da empresa.

Segundo Paulo Corso, diretor de operações comerciais para o mercado brasileiro da Marcopolo, é muito importante para a companhia e para a cidade a Visate ter sido a primeira empresa a adquirir e utilizar em suas linhas o novo Viale BRT. “A iniciativa permitirá que o usuário e, principalmente, os visitantes da Festa da Uva, sejam transportados com mais conforto, segurança, rapidez e em um dos melhores veículos urbanos já fabricados no País”, salienta Corso.
O Marcopolo Viale BRT articulado foi desenvolvido para aplicação nos avançados sistemas de transporte coletivo em grandes centros urbanos e consumiu dois anos de pesquisas e desenvolvimento. A versão articulada tem até 21 metros de comprimento, capacidade para transportar até 145 passageiros e foi concebida com inéditos conceitos de design, ergonomia, conforto, segurança e eficiência.
Externamente, o Viale BRT tem desenho futurista, inspirado nos mais modernos trens de alta velocidade em operação no mundo. Os vidros laterais colados garantem maior visibilidade e proporcionam uma visão panorâmica aos passageiros.
O veículo tem exclusivos conjuntos óticos dianteiros e traseiros em LEDs, que garantem melhor iluminação e reforçam a identidade da marca. Também é o primeiro ônibus urbano no mercado brasileiro a contar com Daytime Running Light, dispositivo de acendimento automático dos faróis, mesmo durante o dia.

CONFORTO INTERNO:
Internamente, o Viale BRT inova nos conceitos de ocupação de espaço e de ergonomia. A maior largura interna, associada à configuração das poltronas, proporciona maior área livre e facilita a circulação dos passageiros, tornando a viagem mais cômoda e confortável. A altura interna também foi aumentada, permitindo a adoção de eficientes dutos de ar, alto-falantes e amplo espaço para propaganda nas laterais superiores.
A concepção do Viale BRT é de um veículo robusto e extremamente confiável, imagem conquistada junto às pessoas que o utilizaram, e de excelente relação custo/benefício, atributo reconhecido pelos empresários do setor de transporte urbano de passageiros. Outras características importantes são a redução de custos, sustentabilidade do produto, praticidade e tecnologia embarcada.
Para atingir o objetivo de valorizar a viagem de ônibus, independente do percurso ou duração, e proporcionar ganhos operacionais para os empresários, o Viale BRT pode ser oferecido com GPS, televisão digital, internet sem fio (wireless), câmeras de segurança, computador de bordo, além de sistemas de indicação de parada audiovisual e gerenciamento de frota.
Ideal para o transporte urbano, o Viale possui câmbio automático e sistema de segurança para que não se movimente com as portas abertas. O veículo atende todas as exigências dos sistemas de plataformas de embarque existentes no País, com opção de porta com 1.100 mm de vão livre na frente do rodado dianteiro e piso elevado, adaptados à acessibilidade.


Texto Inicial: Adamo Bazani
Texto da Matéria: Secco Comunicação



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Edital do trem-bala deve sair até abril, diz ANTT


O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, disse hoje que o edital do Trem de Alta Velocidade (TAV) que vai ligar São Paulo ao Rio de Janeiro deve ser publicado até abril. Segundo Figueiredo, a proposta está "tecnicamente" pronta, só restando a "validação política" do que foi feito pela agência.

A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado aprovou, no início da tarde, por 16 votos a favor e uma abstenção, a recondução de Figueiredo ao cargo máximo da ANTT. Ao final da reunião, a presidente da comissão, a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), disse que acredita ser possível votar ainda hoje a recondução dele em plenário.

Figueiredo afirmou que ainda nesta semana se reunirá com ministros envolvidos no projeto para mostrar a proposta. Em seguida, o material sobre o trem-bala seguirá para aval da presidente Dilma Rousseff. A expectativa dele, porém, é de que apenas depois do Carnaval será possível se reunir com a presidente, por questões de agenda. Depois de receber o aval da presidente, o edital poderá ser lançado dentro de um mês.

Investimento
Segundo o diretor-geral da ANTT, todo o projeto deve ficar em torno de R$ 33 bilhões. Desse valor, R$ 25 bilhões serão gastos com a obra, outros R$ 6 bilhões, para pagar o operador e outros R$ 2 bilhões serão reservados para gastos do governo, entre eles, por exemplo, desapropriações de terra e estudos de impacto ambiental decorrentes do projeto.

Figueiredo disse que, desde o mês passado, começou a contratação dos projetos executivos do TAV. O diretor-geral da ANTT pretende estar com todos os projetos executivos e avaliações imobiliárias prontas até o segundo semestre de 2012. A expectativa é de ter todas as contratações prontas - projetos executivos e do concessionário - até 2013 para iniciar a construção da obra no ano seguinte. Pelo cronograma, o trem bala ficaria pronto em 2019.

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Pernambuco: Estação de carnaval montada em terminal de ônibus promete animar usuários

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Que tal eternizar momentos de alegria e de muita festa? Esta é a proposta da Estação Clic Folia, um espaço montado pela Itamaracá Transportes no Terminal da PE-15, que durante todos os dias de carnaval vai possibilitar aos clientes usarem fantasias para serem fotografados. Haverá também um painel carnavalesco para outros clics.
                Os participantes terão as fotos publicadas na fan Page da Itamaracá, no Facebook. Uma comissão formada por funcionários da empresa elegerá as cinco melhores. Os escolhidos serão presenteados com brindes.
                O projeto começa no sábado de Zé Pereira (18/02), a partir das 8h. A iniciativa inédita faz parte da campanha “Não jogue pedra, jogue confete”, um movimento contra a depredação dos ônibus no período da festa de Momo. A ação conta ainda com arte-educadores, que de maneira descontraída, distribuirão entre os passageiros panfletos informativos, confetes, leques e preservativos.
                Tudo em busca de um carnaval no ritmo da paz, afinal Pernambuco é um estado de alegria!
Com Informações da Itamaracá Transportes
Blog Meu Transporte

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Bilhete único no transporte coletivo de Teresina passa a valer neste domingo (19)


A Prefeitura de Teresina através da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) informa que a partir do próximo domingo (19) será implantado o bilhete único para o sistema de integração das linhas urbanas de Teresina. A medida foi acordada durante reunião realizada entre estudantes e representantes da Prefeitura no dia 18 de janeiro, no auditório da Secretara Municipal de Finanças (Semf).

O sistema de integração das linhas de ônibus foi implantado no dia 2 de janeiro de 2012 Já estão integradas 33 linhas e a expectativa é que até 1º de junho mais 23 linhas sejam integradas, totalizando 56 linhas. O sistema de transporte público de Teresina conta atualmente com 91 linhas e sua integração total foi antecipada para o mês de junho deste ano.

De acordo com o gerente de Planejamento da Strans, José Lopes, a gratuidade no segundo trecho já estava previsto no projeto de integração das linhas urbanas, mas após a reunião foi antecipada para o dia 19 de fevereiro. "Estávamos com esse trabalho todo preparado desde o início da integração. Com a realização da reunião com os estudantes apenas antecipamos a implantação do bilhete único, que passará a valer a partir do próximo domingo", acrescentou.

Lopes enfatiza ainda que o bilhete único será utilizando respeitando o limite de tempo da viagem. "O prefeito Elmano Férrer tem se empenhado bastante para a implantação do bilhete único na capital. A segunda viagem gratuita já estava prevista no nosso planejamento, e a expectativa é que até junho todas as linhas urbanas estejam 100% integradas", ressaltou.

O gerente informou ainda que a aceitação da integração das linhas urbanas por parte da população está sendo muito positiva. "Estamos satisfeitos com os resultados da integração, pois percebemos que, aos poucos, os usuários dos transportes coletivos estão se adaptando e sentido os benefícios do sistema de integração", complementou.

Lopes ressalta que a economia com o bilhete único será muito grande para todos. "Com essa nova medida as pessoas vão sentido no bolso a redução de gastos com transporte público. Além disso, o nosso serviço de transporte está mais ágil com a implantação da faixa semi exclusiva na Frei Serafim", finalizou.

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Em Curitiba, Passageiros aprovam sistema que monitora chegadas dos ônibus


Ainda em testes, o sistema que informa ao passageiro em quanto tempo o seu ônibus vai chegar já é um sucesso em Curitiba. O sistema está sendo testado no Terminal Cabral e estabelece o monitoramento dos ônibus e a comunicação direta e em tempo real dos motoristas com a Central de Controle Operacional da Urbs. O projeto será estendido à todos os terminais e ônibus da frota do transporte coletivo.

Instalada no terminal na última quarta-feira (8) uma tela de LCD, de 42 polegadas, traz informações da previsão de chegada dos ônibus e os três horários seguintes das linhas de alimentadores Solar, Tingui e São João. O uso da tecnologia fez sucesso e, mesmo quem normalmente não utiliza estas linhas, aprova o sistema.

“Isso é muito bom mesmo, é um avanço enorme que vai facilitar a vida da gente”, afirma Marcia de Cristo, educadora que seguia para Colombo em busca de informações sobre um concurso municipal. “Vou até o Guarituba (terminal de transporte em Colombo) e uso muito este terminal. Agora vou esperar que este sistema seja ativado nas outras linhas”, afirmou.

“A gente já consulta horário ali no totem ou em folhas que ficam pelo terminal. Mas aqui é muito mais fácil de ler e além de tudo é previsão de quanto tempo vai demorar. Dá até prá saber se dá tempo de comprar um sorvete ali na banquinha”, brinca Leonel Bueno, trabalhador que normalmente utiliza a linha Tamandaré-Cabral.

O jovem trabalhador Wilson Diego, 21 anos, do setor gráfico, não economizou elogios. “Olha só, estão fazendo teste justamente na minha linha (Solar). Maravilha. Olha aí, meu ônibus vai chegar em dois minutos. Vamos ver”, afirmou. Dois minutos depois, ele fez questão de acenar com um sinal de aprovação avisando que estava entrando no ônibus, conforme o previsto.

Tempo real - O projeto da Urbs prevê informação online ao usuário em todos os terminais, de todas as linhas que passam em cada terminal. Para isso todos os ônibus (2,3 mil na frota operante integrada e não integrada) já contam com GPS, equipamentos e sistemas necessários a esta operação.

Acoplado na parte elétrica do ônibus, com tecnologia 3G, o GPS indica o ponto do trajeto em que está o veículo e software específicos enviam à Central de Operações e – conforme o que está sendo testado – às telas nos terminais, informação do tempo necessário para que o ônibus percorra o trajeto entre o ponto em que se encontra e o terminal.

Cerca de 500 ônibus já estão sendo monitorados em tempo real pela Central de Controle Operacional do Transporte Coletivo da Urbs. A partir dos resultados dos testes iniciados nesta semana, gradativamente a previsão de chegada destes ônibus também será informada aos usuários, em telas nos demais terminais.

O sistema, que será implantado em toda a frota até o fim do ano, também permite comunicação direta e em tempo real entre o motorista do ônibus e a Central de Operações. Assim, o motorista pode comunicar à CCO problemas durante a viagem – assalto, vandalismo, acidentes, necessidade de alteração de rota em função em função de obras ou bloqueios de ruas.

Da mesma forma, os técnicos operadores da CCO podem enviar mensagens aos motoristas, alertando por exemplo, da existência de congestionamentos, acidentes ou bloqueios ao longo do trajeto e orientando sobre eventuais alterações de rota.

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Tarifa de ônibus em Campo Grande sobe para R$ 2,85


A tarifa do transporte coletivo na Capital vai passar de R$ 2,70 para R$ 2,85. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (17) pela assessoria de imprensa da prefeitura de Campo Grande. O aumento será de R$ 0,15 a partir do dia 1º de março.

De acordo com a prefeitura, o aumento foi aprovado pela Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos com base na planilha de custos elaborada Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

Segundo informações do diretor da Agetran, Rudel Trindade, o aumento no preço do pneu e no salário dos funcionários do transporte foram os fatores que puxaram o reajuste da tarifa.

Dados da planilha elaborada pelo órgão indicam que, nos últimos 12 meses, po preço do pneu teve um aumento médio de 10,32%; os salários dos motoristas de ônibus subiram 7,80%. Além disso, os gastos com compra de chassi aumentaram 10,19%. Em contrapartida, o preço do óleo diesel caiu 3,37%.

Uso obrigatório do cartão
A partir desta segunda-feira (20), será estendida às 113 linhas alimentadoras do transporte coletivo de Campo Grande (que fazem o itinerário bairro/terminal) o uso obrigatório do cartão no pagamento da tarifa. A determinação foi publicada na edição desta sexta-feira (17) do Diário Oficial do município.

Segundo informações da prefeitura, a ação faz parte de umTAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado entre o órgão e o Ministério Público Estadual definindo um período de transição para acabar com a circulação de dinheiro nos ônibus. A mudança começou em agosto pelos ônibus articulados (que fazem a ligação entre os terminais), atingindo 70 linhas utilizadas diariamente por 52% dos 270 mil usuários.

Segundo informações da Agetran, em Campo Grande existem 800 pontos de recarga de créditos.

Fonte: O Progresso
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No Grande ABC, Frota de veículos cresceu cerca de 86% nos últimos 10 anos


Trânsito caótico não é problema apenas da capital paulista. Há anos motoristas enfrentam engarrafamentos intermináveis em quase todos os municípios do ABC. Além da falta de investimentos na malha viária e em transporte público, o aumento da frota de veículos tem contribuído para o gargalo. Só nos últimos 10 anos a região ganhou mais de 663 mil veículos, segundo dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Enquanto os sete municípios contavam com 772,6 mil veículos em 2001, no último mês de 2011 tinham 1,4 milhão de carros, caminhões e motos nas vias da região.

O município com a maior frota é São Bernardo: são 479,3 mil veículos, seguido por Santo André, com 442,5 mil, e Mauá, com 163,2 mil. Quando o cálculo leva em consideração apenas os veículos, a região contabiliza mais de um milhão de carros, 36,8 mil caminhões e 185,9 mil motos.

Segundo Humberto de Paiva, professor adjunto de Transporte e Mobilidade Urbana do Curso de Engenharia Ambiental do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas da UFABC (Universidade Federal do ABC), a população cresceu 8% na região enquanto a frota aumentou 86% na última década. “O aumento da frota que está circulando nas ruas foi de 34%. Na pequena Rio Grande da Serra, a circulação aumentou 163%”, diz. O especialista afirma que os dados do Denatran indicam os veículos licenciados num determinado município e não os que estão necessariamente circulando nele.

“Se a tendência for mantida, a demanda por transporte coletivo deverá crescer em torno de 5% ao ano e a de transporte individual 3%, o que é mais acelerado do que no resto da região metropolitana e deverá exigir uma atenção maior”, alerta.

Caminhões
Para o professor, apesar de considerados os ‘vilões do trânsito’, os caminhões não são tão culpados assim. “Os caminhões são vítimas como todos os demais. Restringir a circulação deles é uma medida paliativa para recuperar parte da capacidade do sistema. Assim que os caminhões saírem os automóveis, em alguns anos, irão ocupar o seu espaço e voltaremos à estaca zero”, comenta.
O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC confirmou no começo do mês que a restrição à circulação de caminhões em algumas das principais vias da região começará em abril. A proibição está sendo esboçada desde o final do ano passado e chegou a ser adiada, a pedido das empresas de transporte da região. A proibição será aplicada entre 6h30 e 8h30, e entre 17h e 20h.

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Em Olinda, Corredor exclusivo da Pan Nordestina está liberado


As duas paradas de ônibus localizadas na frente e do lado oposto ao Atacadão de Presentes na PE-15 estão sendo desativadas pelo Grande Recife Consórcio de Transporte. A medida está sendo tomada após a liberação do corredor exclusivo da Pan Nordestina.

Com a mudança, 19 linhas de ônibus que utilizam esses pontos de embarque e desembarque terão seus atendimentos modificados. Das 19 linhas que utilizam a parada em frente ao Atacadão, no sentido Recife/Olinda, oito passam a utilizar a estação dentro do corredor. Outras 11 passam a trafegar pela pista lateral, utilizando a parada ao lado do Posto BR.

Já no sentido oposto, 18 das 19 linhas envolvidas na modificação, com a desativação da parada do lado oposto ao Atacadão, passam a operar da seguinte forma: oito utilizarão a pista exclusiva; e outras 10 terão como ponto de embarque o abrigo localizado em frente ao Fórum de Olinda. Os usuários serão informados por meio de cartazes nas paradas desativadas. Informações pelo 0800.0810158.
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VLT provocará "mudança radical" em ruas de Cuiabá e Várzea Grande

O projeto do VLT (Veículo Leve Sobre Trilho), opção que o Governo do Estado escolheu para o sistema de transporte coletivo urbano, na Copa do Mundo de 2014, promoverá mudanças consideradas "drásticas", no tráfego de veículos em Cuiabá e Várzea Grande.

Conforme o esboço do projeto apresentado em audiência pública, no Centro Cultural da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), nesta quinta-feira (16), pelo diretor de Mobilidade Urbana da Secopa (Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo), Rafael Detoni, os dois municípios terão avanços significativos.

"São mudanças que têm a proposta de melhorar a qualidade de vida da população e desafogar o trânsito em setores estratégicos de Cuiabá e Várzea Grande", comentou.

Somente na linha Coxipó/Centro, que o VLT vai percorrer, está prevista a construção de um viaduto na entrada da UFMT na Avenida Fernando Correa da Costa e outro na Avenida Beira- Rio.

Também será construída uma nova ponte no rio Coxipó e um viaduto na MT- 040, estrada que demanda a Santo Antonio de Leverger.

Na linha CPA/Aeroporto, serão 22 estações do VLT, que vai percorrer trechos como a Avenida XV de Novembro. Com 15 km de extensão, o trajeto contará com dois terminais de integração (CPA 1 e Terminal André Maggi, que terá um elevado ferroviário no Aeroporto Marechal Rondon), dois viadutos, três trincheiras e uma ponte. Nesse trecho será feito também a reestruturação do Canal da Prainha, na região central de Cuiabá.

A audiência pública segue na manhã desta quinta-feira, com a presença do secretário da Copa do Mundo, Eder Moraes, do secretário-chefe da Casa Civil, José Lacerda e outras autoridades do Estado.

Empresários e populares também marcam presença e deverão se manifestar quando houver a abertura de espaço para perguntas.

Fonte: Midia News



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Ônibus voltam a circular pelo Viaduto A, no Centro de Belo Horizonte


Após mais de um mês de interdição para obras, foi liberada nesta quinta-feira a circulação de ônibus pelo Viaduto A, alça da Avenida Oiapoque, no Centro de Belo Horizonte.

De acordo com a BHTrans, o trânsito para o transporte coletivo foi fechado em 26 de dezembro do ano passado para os trabalhos de alargamento da pista. A obra faz parte do projeto de implantação dos corredores do transporte rápido por ônibus (BRT, na sigla em inglês). A previsão era de que o viaduto fosse liberado no dia 5 de fevereiro.

No fim do ano passado, também foi interditado o trecho da pista exclusiva de ônibus na Avenida Antônio Carlos entre as ruas Alcobaça e Flor do Índio, no sentido bairro/Centro, no Bairro Liberdade, na Região da Pampulha. Segundo a BHTrans, o local continua fechado e ainda sem previsão para liberação.

Mais informações podem ser obtidas na Central de Atendimento Telefônico da companhia de trânsito, pelo número 156, ou no portal público da BHTrans.

Fonte: Estado de Minas

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Trânsito de Porto Alegre não suporta mais que 20 anos

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O trânsito de Porto Alegre deve suportar mais 20 anos antes que sejam necessárias medidas restritivas, como o pedágio urbano e o rodízio de placas. A estimativa é do diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari. “Os investimentos, incluindo a instalação dos Bus Rapid Transit (BRT) e do metrô, garantem uma circulação adequada sem intervenções restritivas. As restrições pontuais, sim, são necessárias, mas são medidas que já tomamos há muito tempo. Estou convencido de que o metrô vai requalificar a zona Norte, vai transformar a cidade”, diz ele.
Marcelo Ribeiro

Cappellari afirma que, além das grandes obras, há investimentos contínuos para amortecer o impacto do crescimento da frota de automóveis em Porto Alegre - a EPTC calcula que, em 2011, o número de veículos circulando nas ruas cresceu 8,5%, percentual que será repetido em 2012. Esses investimentos são voltados para o monitoramento e o gerenciamento do trânsito através de sistemas que analisam o tráfego e regulam o tempo das sinaleiras.
Pelo menos três sistemas desse tipo estão em fase de testes pela EPTC, que também projeta a reestruturação da sala de controle, onde o trânsito é monitorado pelas imagens de 56 câmeras e são ajustados 97% dos semáforos da cidade. “Apenas 3% dos sinais não são comandados pelo sistema. O alto índice de centralização nos permite ajustar os tempos e dar maior fluidez às vias mais demandadas”, explica Cappellari. Outra preocupação é qualificar e priorizar o transporte coletivo. Por isso, os 1.663 ônibus da Capital têm seus tempos de viagem permanentemente observados.
O monitoramento mostra que a velocidade média nos corredores de ônibus é de 22 km/h. “Isso é muito bom, já que na maioria das cidades o transporte público se locomove entre 16 km/h e 17 km/h. Temos uma malha de 57 quilômetros de corredores de ônibus e devemos ampliar essa estrutura com as obras da Copa. Os corredores são necessários para tirar os ônibus do conflito com os carros particulares”, afirma Cappellari.
Fora dos corredores a velocidade média do trânsito de Porto Alegre é “satisfatória”, diz Cappellari. Nos horários de pico (cerca de uma hora e meia no início da manhã e no final da tarde), os automóveis circulam a 24 km/h. No restante do dia, a média fica entre 27 km/h e 30 km/h. Segundo Cappellari, o trabalho de compensação (que inclui pequenas obras, alterações de sentido no fluxo, instalação de semáforos e os investimentos em tecnologia de gestão) tem conseguido manter a média praticamente constante nos últimos dez anos. “É normal que o crescimento anual da frota impacte a fluidez do trânsito. Não tem como não ocorrer isso com uma frota tão grande – segundo o Ipea, Porto Alegre tem um carro para cada dois habitantes. Por isso, medidas de valorização do transporte público são tão importantes no enfrentamento desse problema, que é real.”
A percepção é compartilhada pelo professor João Fortini Albano, do Laboratório de Sistemas de Transportes (Lastran) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Ele explica que o usuário só migra de uma modalidade de transporte para outra quando a primeira se torna antieconômica, consome muito tempo, é desconfortável e estressante e tem alternativas. “Desde a implantação da bilhetagem eletrônica, o sistema vem numa crescente, com excelentes resultados no aumento da demanda. O poder público vem mostrando, em Porto Alegre, um investimento expressivo na qualificação do transporte público”, observa. Albano também observa que mais gente tem adotado a bicicleta como alternativa ao transporte. “O fato é que uma solução para os problemas de trânsito não existe. Se todo mundo sair com o seu automóvel ao mesmo tempo, vai trancar. Não existe fórmula mágica. Mas é claro que um planejamento global e a integração das esferas públicas ajudam a melhorar a situação”, diz o pesquisador.

Metrô, sistema BRT e ciclovias estão nos planos de Porto Alegre

A instalação do metrô em Porto Alegre, prevista para ser concluída em 2017, deve levar à cidade a um debate importante, segundo o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari. Ele diz que, com a instalação do trem sob as avenidas Assis Brasil e Farrapos, os corredores de ônibus serão eliminados dessas vias e será preciso definir o que será feito das duas pistas. “Precisamos discutir se instalamos ali uma ciclovia ou qual será a alternativa mais interessante. Acredito que a liberação para o trânsito de automóveis não teria impacto, pois rapidamente o trânsito voltaria a ficar saturado”, diz ele.
Cappellari observa que o Plano Diretor Cicloviário da Capital já identificou a possibilidade de construção de 495 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas – todas as ruas abertas ou reestruturadas em Porto Alegre devem prever um espaço exclusivo para a circulação de bicicletas. “Vislumbramos a construção de uma rede, que transforme de fato a bicicleta em uma alternativa de transporte. Por isso definimos a construção da ciclovia na avenida Ipiranga, que, com a estruturação da ciclovia na avenida Edvaldo Pereira Paiva, será integrada à que já existe na avenida Diário de Notícias. Na zona Norte, já prevemos uma ciclovia na avenida Voluntários da Pátria e, até abril, esperamos abrir a licitação para a construção de nove quilômetros de ciclovia na avenida Sertório”, afirmou ele.
A expectativa da EPTC é que, além de qualificar a oferta de transporte na zona Norte, a instalação do metrô em Porto Alegre elimine aproximadamente 55% dos ônibus que atualmente chegam ao Centro da Capital (são cerca de 34 mil viagens ao dia). Isso porque tanto as linhas municipais quanto as metropolitanas que atualmente transitam pela zona Norte passarão a fazer integração com o trem subterrâneo.
Já os BRTs, ônibus de grande capacidade que demandarão a substituição do pavimento asfáltico dos corredores de ônibus por estruturas de concreto e a operação dirigida dos semáforos para acelerar as viagens, devem transformar o transporte público numa alternativa mais eficiente. Para o professor João Fortini Albano, do Laboratório de Sistemas de Transportes (Lastran) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), essas são iniciativas que demonstram avanços na valorização do transporte público.
Entretanto, o pesquisador aponta que, como no restante do País, falta um planejamento coordenado de forma mais abrangente, que ouça a população, os municípios vizinhos, o Estado e a União. Ele explica que as diretrizes existentes são guiadas pelos pilares da Década de Prevenção de Acidentes, criada pelas Nações Unidas para reduzir em 50% o número de mortes até 2020. “Os pilares são fortalecimento da gestão da segurança no trânsito, infraestrutura viária adequada, segurança veicular, comportamento e segurança dos usuários e atendimento ao trauma, assistência pré-hospitalar e hospitalar. Mas as ações para alcançar esses objetivos não são discutidas com a sociedade”, pondera o professor Albano.

Câmara propõe menos áreas azuis e mais velocidade

No final de 2011, o vereador Luiz Braz (PSDB), conseguiu aprovar na Câmara de Vereadores de Porto Alegre uma proposta para restringir a criação de vagas de estacionamento (área azul) em grandes avenidas. Votada em 21 de dezembro, a proposta está em análise pelo Executivo. “Não tem sentido construir uma via com três faixas e deixar uma para estacionamento”, defende ele.
Já o vereador Alceu Brasinha (PTB) ainda busca apoio para aprovar o projeto de lei que aumenta o limite de velocidade nas ruas de Porto Alegre para 70 km/h – hoje a velocidade máxima varia entre 40 km/h nas ruas e 60 km/h nas avenidas. “Outras capitais, como Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, já adotaram medidas semelhantes”, argumenta.
As propostas, porém, são vistas com reticências pelos especialistas. Embora a restrição à criação de estacionamento em grandes avenidas conquiste simpatia, tanto o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, quanto o professor João Albano, do Laboratório de Sistemas de Transportes (Lastran) da Ufrgs, apontam que uma regra única não funcionaria.
“Quando liberamos o cruzamento da avenida Ramiro Barcellos com a Protásio Alves, retiramos os estacionamentos da Ramiro Barcellos entre o cruzamento e a avenida Independência. No outro dia, todos os comerciantes daquela zona estavam na minha sala alarmados. Precisamos retroceder, porque entendemos que as pessoas só se locomovem com um propósito, elas vão a algum lugar e precisam conseguir parar quando chegam”, disse ele, ao defender que a criação ou não de vagas deve estar baseada em estudos caso a caso.
O mesmo argumenta o presidente do Sindilojas da Capital, Ronaldo Sielichow. “Restringir a área azul é algo que pode ser viável, pois há muito congestionamento quando o estacionamento afunila o trânsito. Mas o melhor é estudar de bairro para bairro. É interessante que haja estacionamento para zonas comerciais, pois o público gosta mais de loja de rua e as lojas com maior fluxo de fornecedores precisam de espaço para carga e descarga. É o que acontece no setor de materiais de construção, por exemplo. Tem que envolver no estudo os interessados, ouvir a população e quem trabalha no local”, afirma o presidente do Sindilojas.
Sobre a proposta de aumento da velocidade, Cappellari argumenta que antes é necessário preparar as vias, retirando os cruzamentos e o fluxo de pedestres. “Os pedestres são sempre os mais afetados, o risco de atropelamento é muito grande. Veja que, em 2011, 43% dos óbitos no trânsito em Porto Alegre foram de pedestres. Acho que a velocidade de 60 km/h já é excessiva e não temos nenhuma via com as características necessárias para elevar o limite.” Ele lembra que, mesmo após a retirada dos cruzamentos na terceira perimetral, a via ainda terá o fluxo de pedestres entre as calçadas e o corredor de ônibus, que fica no centro da avenida.

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VLT de Cuiabá e Várzea Grande terá seu edital lançado nesta sexta-feira


O edital de licitação será lançado nos moldes do Regime Diferenciado de Contratação (RDC) na próxima sexta-feira (17), após a realização das audiências públicas em Cuiabá e Várzea Grande. O anúncio foi feito pelo governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, nesta quarta-feira (15.02), em Brasília (DF).

O edital será encaminhado para a Imprensa Oficial (IOMAT) na sexta-feira mas a publicação ocorrerá na quarta-feira (22.02), em razão do feriado prolongado de carnaval.

“Estão finalizados os processos na Caixa Econômica Federal e na Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O recurso está garantido e a reserva orçamentária está certa, portanto as condições para a publicação do edital foram atendidas. O VLT começa a sair do papel”, disse o governador durante agenda em Brasília(DF).

Considerado um momento histórico para a população de Cuiabá e Várzea Grande que exigiu a superação de muitos desafios, o novo modal representa um avanço significativo na qualidade e eficiência do transporte público. O secretário da Copa do Mundo, Eder Moraes, destacou que houve um trabalho coordenado pessoalmente pelo governador Silval Barbosa. “Para se chegar até aqui foram grandes desafios que a sociedade acompanhou, foi preciso perseverança, insistência e a participação efetiva da Assembleia Legislativa na pessoa do presidente José Riva, dos prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande”, argumentou o secretário.

O secretário destacou também o empenho dos técnicos da Secopa que trabalharam com afinco em ritmo acelerado para conseguir finalizar esse processo e lançar o edital.

NOVO MODAL

O novo modal de transportes vai proporcionar melhoria na qualidade de vida da população, mediante a disponibilização de serviço de transporte público regular, confiável e seguro. Com melhores padrões de deslocamento urbano, vai tornar eficiente a prestação dos serviços, através da Rede Integrada de Transporte em regime de racionalidade operacional, priorizando-se os meios coletivos. A qualidade ambiental por intermédio do controle dos níveis de poluição - atmosférica e sonora - e pela proteção do patrimônio histórico e arquitetônico, também são fatores que contam a favor da escolha pelo VLT.

CORREDORES

O VLT será implantado no canteiro central nos itinerários CPA - Aeroporto e Coxipó - Centro, percorrendo 22,2 km. O volume de ônibus e veículos de passeio que circulam pelas avenidas será reduzido quando o novo modal entrar em operação. Os ônibus convencionais alimentarão o sistema de VLT, trazendo os passageiros dos bairros até uma das estações do metrô de superfície, que ficarão ao lado dos trilhos no canteiro central das avenidas Rubens de Mendonça, Prainha, FEB e Fernando Correa da Costa.

Com 15 Km de extensão, o trajeto CPA - Aeroporto contará com dois terminais de integração (CPA1 e André Maggi, que terá um elevado ferroviário no aeroporto Marechal Rondon), 22 estações de transbordo, dois viadutos, três trincheiras e uma ponte. Nesse trecho será feito também a reestruturação do canal da prainha, na região central de Cuiabá. O eixo Coxipó - Centro terá 7,2 Km de extensão, um terminal de integração (Coxipó), 11 estações de transbordo, três viadutos e duas pontes.

Os terminais terão estacionamento para veículos e bicicletário, ampliando o potencial de mobilidade urbana na Capital e em Várzea Grande. O anteprojeto do VLT prevê que todos os critérios de acessibilidade serão contemplados na elaboração dos projetos básico, executivo e, consequentemente, na execução das obras.

ORÇAMENTOS

O modal está orçado em R$ 1,2 bilhão, recursos que serão obtidos por meio de empréstimo junto à Caixa Econômica Federal. O montante está estruturado da seguinte forma: os R$ 423 milhões que já haviam sidos aprovados serão redirecionados para o VLT e os outros R$ 740 milhões serão viabilizados por meio de novo empréstimo com a Caixa Econômica Federal (com recursos do BNDES). O início das obras está previsto para o primeiro semestre de 2012.


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Tarifa do transporte coletivo de Campo Grande deve chegar à R$ 2,85


A AGR (Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados) sugeriu nesta quarta-feira (14), durante reunião, proposta de reajuste de R$ 2,8579 para o novo valor da tarifa do transporte coletivo em Campo Grande.

A recomendação ainda necessita da aprovação do prefeito Nelson Trad Filho (PMDB), que deve arredondar o valor para mais ou para menos. Segundo agência, se aprovada, a nova taxa representa aumento de 5,56% na tarifa.

Em fevereiro do ano passado, o preço já havia sofrido reajuste de R$ 2,50 para R$ 2,70; alta de 8%. A prefeitura já recebeu a solicitação deste ano, e ainda está em análise. As empresas querem tarifa de R$ 3,00.

A informação é do coordenador de meio-ambiente do Cedampo (Centro de Documentação e Apoio aos Movimentos Populares), Aroldo Borralho.

Além do Cedampo, participaram da reunião representante do Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), Conselhos Regionais, Associação Brasileira da Cidadania e do Consumidor, OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil) e a Prefeitura de Campo Grande.

Informações: CampoGrandenews.com.br
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Projeto zera alíquotas do PIS e da Cofins do transporte coletivo


O deputado Mendonça Filho (DEM-PE) apresentou proposta para reduzir a zero as alíquotas de PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre serviços de transporte coletivo municipal urbano. Pela proposta (PL 2990/11) a redução das alíquotas terá duração de 5 anos.
 Mendonça Filho argumenta que, além de viabilizar a oferta do transporte público a preços mais baixos, favorecendo principalmente a população de baixa renda, a proposta também pode estimular o uso do transporte coletivo em vez dos veículos particulares.
 "Se tivermos um transporte coletivo de qualidade e com preços acessíveis, muitas pessoas que hoje utilizam os automóveis para ir ao trabalho serão estimuladas a deixar seus veículos em casa, diminuindo o grave problema dos engarrafamentos e da falta de estacionamento nos grandes centros urbanos", acredita.
 Tramitação
 O projeto foi apensado ao PL 2729/11, que trata do mesmo assunto. As propostas, que
tramitam em caráter conclusivo, serão analisadas pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Paraná Online

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Usuários do Sistema InterCamp terão linhas especiais e Corujão nas noites de folia


O Sistema de Transporte Público de Campinas (Sistema InterCamp) entrará em operação especial a partir da zero hora deste sábado, dia 18, até a terça-feira de Carnaval, dia 21.

Uma primeira alteração operacional importante é que as oito linhas do Corujão deixarão de sair do Terminal Mercado e passarão a partir do Terminal Central, com intervalos de 30 a 45 minutos.

As linhas do Corujão são as seguintes:

1.79 - Jd. São Domingos
(Intervalo de 30 min. Frota de 3 articulados)
1.99 - Vida Nova
(Intervalo de 30 min. Frota de 3 articulados)
2.89 - Itajaí
(Intervalo de 30 min. Frota de 3 ônibus)
2.99 - Nova Aparecida
(Intervalo de 30 min. Frota de 3 ônibus)
3.09 - Parque Cidade
(Intervalo de 45 min. Frota de 2 ônibus)
3.39 - Cidade Universitária
(Intervalo de 45 min. Frota de 2 ônibus)
3.99 - Joaquim Egídio
(Intervalo de 45 min. Frota de 2 ônibus)
4.89 - Parque Jambeiro
(Intervalo de 45 min. Frota de 2 ônibus)

Já as 11 linhas especiais, que também circularão durante a madrugada, partindo do Terminal Central, terão intervalos variando de 25 a 70 minutos. São elas:

1.17 - DIC VI
(Intervalo de 25 min. Frota de 3 ônibus)
1.33 - Vida Nova
(Intervalo de 70 min. Frota de 1 ônibus)
1.53 - Terminal Vila União
(Intervalo de 35 min. Frota de 2 ônibus)
2.13 - Terminal Itajaí
(Intervalo de 35 min. Frota de 2 ônibus)
2.29 - Jardim Florence
(Intervalo de 35 min. Frota de 2 ônibus)
2.52 - Parque São Jorge
(Intervalo de 70 min. Frota de 1 ônibus)
2.73 - Jardim Eulina
(Intervalo de 70 min. Frota de 1 ônibus)
3.49 - Vila Formosa
(Intervalo de 35 min. Frota de 2 ônibus)
3.62 - Parque Brasília
(Intervalo de 70 min. Frota de 1 ônibus)
3.67 - Jardim Baronesa
(Intervalo de 70 min. Frota de 1 ônibus)
4.34 - Nossa Senhora de Lourdes
(Intervalo de 70 min. Frota de 1 ônibus)

As seguintes linhas também contarão com horário especial, mas somente passando pelo Terminal Central:

3.17 - Jd. São José/Jd. São Marcos
(Intervalo de 30 min. Frota de 4 ônibus)
3.71 – Estação Parque Prado
(Intervalo de 35 min. Frota de 2 ônibus)

Quem precisar se deslocar à região da Rodovia Santos Dumont poderá pegar ônibus das seguintes linhas na Avenida Prestes Maia, perto do Hotel Vila Rica:
1.17 - DIC VI
1.79 - Jd. São Domingos (Corujão)
4.34 - Nossa Senhora de Lourdes


Quem precisar se deslocar às regiões do Ouro Verde e Jd. São José/Jd. São Marcos poderá pegar ônibus das seguintes linhas na Avenida das Amoreiras, perto do Hospital Mário Gatti:
1.33 - Vida Nova
1.53 - Terminal Vila União
1.99 - Vida Nova
3.17 - Jd. São José/Jd. São Marcos


Quem precisar se deslocar à região do Campo Grande poderá pegar ônibus das seguintes linhas, na Rua Dr. Salles Oliveira, Vila Industrial, perto da sede da EMDEC:

2.29 - Jd. Florence II
2.89 - Itajaí (Corujão)

Informações: EMDEC


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Muitas obras de mobilidade urbana ainda não sairam do papel


Embora os acompanhamentos frequentes dos órgãos de controle e da própria sociedade recaiam sobre os estádios e os aeroportos, a mobilidade urbana é um dos itens que apresenta a pior execução (2,14%), conforme dados da Controladoria-Geral da União (CGU), pesquisados no último dia 27 de janeiro.

Para aprimorar a mobilidade urbana estão previstos 50 empreendimentos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. As obras serão, em sua maior parte, custeadas por financiamentos federais que devem chegar a R$ 7,9 bilhões, sendo o restante bancado pelos governos estaduais e municipais.

No entanto, das 50 obras listadas na Matriz de Responsabilidades apenas 18 apresentam execução em pelo menos uma das fases, como por exemplo, projeto básico, desapropriações ou as obras em si. As 32 obras restantes, não possuem qualquer execução até o momento, conforme o Portal da CGU.

Entre as unidades da federação, o Estado de São Paulo concentra as maiores aplicações de mobilidade urbana para a Copa 2014. Estão previstos R$ 1.881,5 milhões para a Construção do Monotrilho (Linha Ouro), ligando o Aeroporto de Congonhas à rede metroferroviária, por meio de trens com tração elétrica e sustentação por pneus, que se desloca sobre uma viga com pneus laterais para guia e estabilização. Os trens correrão em alturas com distâncias entre 12m e 15m do chão. O projeto compreende a ligação prioritária para Copa 2014, exatamente o trecho Aeroporto de Congonhas-Estação Morumbi da CPTM, com atendimento à zona hoteleira de São Paulo.

No Rio de Janeiro será construído o Corredor T5 que representará a primeira ligação transversal de transporte coletivo de grande capacidade no município, com característica de integração com os eixos de transporte radiais já existentes. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro, o projeto está concluído e as obras serão executadas pelo governo municipal do Rio. O sistema será implantado ao longo de vias com elevado volume de viagens por ônibus, ligando o Aeroporto Internacional Tom Jobim à Barra da Tijuca passando pela Penha.

Em sua concepção geral, o Corredor T5 será um sistema tronco-alimentador, com estação central e com ônibus com porta à esquerda, segregado do tráfego geral, com interrupções nos cruzamentos. Nas linhas expressas, existe a possibilidade de ultrapassagem nas estações.

A cidade de Manaus é a terceira colocada entre os maiores investimentos de mobilidade urbana. Serão construídos o BRT: Eixo Leste/Centro (R$ 290,7 milhões) e o Monotrilho Norte/Centro (R$ 1.554,2 milhões).

Segundo o Ministério das Cidades, o BRT Leste/Centro integrará fisicamente com o monotrilho (outro investimento de mobilidade urbana para a Copa) nos terminais de integração Largo da Matriz (T0), no centro da cidade de Manaus, e Jorge Teixeira (T4), região leste, formando um “anel” de transporte público coletivo na capital amazonense. Esse sistema de BRT atenderá a nova região hoteleira que se desenvolve em Manaus, bem como ao Pólo Industrial de Manaus, com uma extensão de 23 km.

O sistema de BRT proposto terá infraestrutura própria e segregada do trânsito misto, com prioridade nas intersecções em nível e com faixas de ultrapassagem nas estações, permitindo um deslocamento rápido e freqüente dos veículos (com possibilidade de uso de ônibus bi-articulados), com alto nível de serviço e conforto ao usuário, comparado aos modernos sistemas de transporte sobre trilhos, mas a uma fração do custo.

Tanto o BRT como o Monotrilho, que integram a carteira de investimentos para Copa, são parte de um projeto transporte urbano da Prefeitura de Manaus que visa à reestruturação do sistema de transporte coletivo de Manaus, no qual se baseia em um serviço tronco-alimentador.

Monotrilho Norte/Centro

O sistema de monotrilho atenderá ao principal eixo de deslocamento da população da capital amazonense, ligando a região norte ao centro da cidade, passando pela rodoviária, região hoteleira e a Arena Amazônia, onde serão realizados os jogos da Copa do Mundo, segundo informações do Ministério das Cidades.

Os veículos possuirão tração elétrica e se deslocarão em uma estrutura elevada e segregada composta por duas vigas guia unidas por travessa apoiada em pilar único, minimizando conflitos com o tráfego geral e reduzindo a necessidade de desapropriação.

O sistema será integrado aos demais sistemas de transporte público coletivo por ônibus da cidade, incluindo o outro empreendimento de mobilidade urbana para a Copa: BRT eixo Leste/Centro.

Conforme acordo firmado entre União, Estado e Município, o monotrilho será construído em duas etapas. Primeiramente, será erguido o Terminal de Integração Constantino Nery (T1) – Terminal de Integração Cidade Nova (T3), com seis estações, incluindo a Estação Arena, totalizando 15,2 km. A segunda etapa será a construção do Terminal de Integração Constantino Nery (T1) – Terminal de Integração Largo da Matriz (T0), com 1,0 km, e Terminal de Integração Cidade Nova (T3) ao Terminal de Integração Jorge Teixeira (T4), com 4,0 km, incluindo a Estação Francisca Mendes.

Fonte: Contas Abertas




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BRT Aricanduva

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