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Velocidade média nos horários de pico cai a cada ano em BH

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A explosão da frota de Belo Horizonte na última década – o número de veículos saltou de 655 mil, em 2000, para quase 1,3 milhão, em 2010 – levou o trânsito da cidade planejada pelo engenheiro Aarão Reis (1853/1936) a recuar ao tempo das carroças. Levantamento da BHTrans em importantes corredores mostra que a velocidade média, no horário de pico da manhã, é um grande teste de paciência para motoristas e passageiros. O resultado são longas filas de congestionamentos, cruzamentos fechados, buzinaços e, claro, tempo – muito tempo mesmo – perdido a caminho do trabalho ou da escola.

A empresa municipal levantou o vaivém de carros em 17 vias. O maior martírio é enfrentado pelos que trafegam na estreita Rua Niquelina, no Bairro Santa Efigênia, na Região Leste, onde a velocidade média é de 13,42 km/h. A situação é crítica até mesmo em pistas construídas para evacuar o trânsito rapidamente, como na Via Expressa, que corta bairros da Região Oeste e Noroeste, com média de 24,5 km/h. A planilha da BHTrans foi elaborada em 2009 e leva em conta apenas a circulação de automóveis.

“A velocidade média vem reduzindo ano a ano”, constatou o diretor de Planejamento da BHTrans, Célio Freitas. Ele atribui o resultado ao aumento estrondoso da frota, que cresce num ritmo bem mais acelerado que o da população. Hoje, há um veículo para cada 1,7 habitante da capital – enquanto a frota é de quase 1,3 milhão, a população soma 2.258.096 pessoas, segundo dados preliminares do Censo 2010, divulgados neste mês pelo IBGE. Em 2000, a relação era de um carro para cada 3,4 habitantes.

No entanto, a quantidade de veículos emplacados na cidade não é a única responsável pelo caos. A rápida verticalização do município em áreas cujo sistema viário é deficiente contribui para as retenções. É o caso dos bairros Santo Antônio, na Região Centro-Sul, e Buritis, na Oeste, onde sair de casa é um tormento na parte da manhã. A morosidade do poder público em desengavetar projetos viários prioritários, principalmente a expansão do metrô, pode, literalmente, parar o trânsito da cidade nos próximos anos.

O alerta vem do professor Ronaldo Gouvêa, do Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia da UFMG e ex-diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). “A tendência, algum dia, é a do trânsito parar. Não se pode ir contra a lei da física: dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo. É preciso mais investimentos em transporte público”, defende o especialista. A planilha da BHTrans serve como estudo importante para mostrar à União a importância de o projeto da expansão do metrô ser retirado com urgência da gaveta.

A construção dos ramais 2 (Barreiro/Área Hospitalar) e 3 (Pampulha/Savassi) do trem metropolitano é essencial para convencer motoristas a deixarem os carros na garagem. Mas a megaobra não sairá do papel tão cedo: a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que o projeto executivo da linha 2 ainda não foi concluído e o da 3 sequer tem data para começar. “Dizem que o metrô é caro, mas não fazem a conta de quanto a sociedade pagará, no futuro, com as horas perdidas nos congestionamentos”, alerta Gouvêa.

Fonte: Estado de Minas
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Em BH, Prefeitura acredita que BRT irar resolver lentidão no trânsito

A BHTrans acredita que o tráfego na cidade irá melhorar com um pacote de projetos viários. A joia do conjunto de obras atende por três siglas: BRT (Bus Rapid Transit). O sistema, com eficiência semelhante à do metrô, é composto por ônibus que transitam em faixas exclusivas. Três ramais – Antônio Carlos/Pedro I, Carlos Luz/Pedro II e Cristiano Machado – já estão confirmados para antes da Copa do Mundo de 2014. A prefeitura estudará ainda a viabilidade de implantar outras três linhas: Raja Gabaglia, Amazonas e Anel Rodoviário.

“O prefeito Marcio Lacerda vai a Brasília discutir (a possibilidade de a União) financiar os novos ramais”, disse o diretor de Planejamento da BHTrans, Célio Freitas. O recurso para as três primeiras linhas já está assegurado pelo governo federal. A linha Antônio Carlos/Pedro I terá 16 quilômetros e custará R$ 688 milhões. Deve ficar pronta em duas etapas: o trecho Pampulha/Centro, em outubro de 2012, e o percurso Vilarinho/Pampulha em agosto de 2013. O ramal da Cristiano Machado, que terá cinco quilômetros e está orçado em R$ 51 milhões, será concluído em março de 2012. Já o Pedro II/Carlos Luz (R$ 231 milhões) terá 12 quilômetros e ficará pronto em dezembro de 2013.

A primeira cidade brasileira a implantar o BRT foi Curitiba (PR). O sistema também foi adotado com sucesso em Bogotá, na Colômbia. “É um modo que dá aos ônibus atratividade para competir com os carros, principalmente em relação à velocidade média. A ideia é que os motoristas deixem os automóveis na garagem e usem o transporte público a partir do momento em que o BRT tenha a mesma rapidez (que os carros). Ou, como em alguns corredores de Curitiba e de Bogotá, até maior velocidade média”, explica o diretor executivo da Imtraff Consultoria e Projetos de Engenharia, Frederico Rodrigues.

Outra opção para melhorar o trânsito na cidade é a implantação do veículo leve sobre trilhos (VLT), mas essa possibilidade não deve sair do papel tão cedo. Apesar disso, na última semana, a Câmara Municipal aprovou, em primeiro turno, o Projeto de Lei 986/10, de autoria do vereador Léo Burguês (PSDB), que dispõe sobre a implantação do sistema entre o Bairro Belvedere, na Região Centro-Sul, e o Barreiro.

Nova Rodoviária

Além da ampliação do transporte público, o município entende que algumas medidas, como a transferência do terminal rodoviário para o Bairro São Gabriel, na Região Nordeste, melhorará o tráfego, principalmente, no Hipercentro. O novo terminal será inaugurado no fim de 2012 e vai retirar do Centro centenas de ônibus e até carros, pois, segundo Rodrigues, a rodoviária é uma espécie de polo gerador de viagens (PGV): “É um empreendimento muito impactante em termos de tráfego. Não só pelos ônibus, mas também pelo significativo número de carros, principalmente para buscar e levar passageiros”.

Outra medida é a construção de ciclovias e o programa Corta Caminho, o qual oferecerá aos motoristas rotas alternativas. “Temos um projeto para construir cerca de 150 km de ciclovias até a Copa do Mundo. E mais cerca de 150 km depois do campeonato mundial de futebol. Se juntarmos todas as medidas, o que inclui BRT, transferência da rodoviária, ciclovias e Corta Caminho, teremos um efeito potencializador para fazer frente ao volume de veículos”, informa Freitas.

Fonte: Estado de Minas
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Salvador: Alteração no sentido da via marginal melhora tráfego na Av. Tancredo Neves

A Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador), em parceria com a Odebrecht, modificou o sentido da via marginal à Avenida Tancredo Neves. Os condutores que trafegam pelo Caminho das Árvores passaram a ter acesso à Avenida Tancredo Neves descendo pela ladeira da Alameda dos Umbuzeiros (ao lado do Centro Empresarial Iguatemi), passando, desta forma, a ter uma segunda opção de saída para a avenida, que antes era feita apenas pela Rua Milton Caires de Brito.
A nova marginal facilitou também o acesso ao Caminho das Árvores e à região do Iguatemi para os veículos provenientes da Avenida Paralela, que agora têm como opção de tráfego passar pelo o Viaduto Nelson Dahia, entrar na Rua Marcos Freire, transitar por baixo do Viaduto Mamede Paes Mendonça e percorrer a Alameda das Espatódias ou dobrar à direita pela nova marginal de sentido único da Avenida Tancredo Neves.
O trajeto dá acesso ao Mundo Plaza, Suarez Trade, Centro Empresarial, Shopping Iguatemi e Alameda dos Umbuzeiros.
Fonte: Bahia Notícias
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Grande Recife carece de ciclovias

Os amantes da bicicleta citam inúmeras vantagens de deixar o carro ou o transporte público de lado e sair de casa usando uma magrela. Cabelo ao vento, sensação de liberdade, interação com a paisagem em volta e com as pessoas, menos poluição ao meio ambiente, prática de exercícios e economia de dinheiro. Apesar de tantos benefícios, usar a bicicleta como um meio de transporte diário e não apenas como lazer esbarra em problemas como segurança e falta de infraestrutura. Foi pensando nisso que, ontem, gestores públicos de várias cidades da Região Metropolitana e representantes de ONGs se reuniram no I Fórum Ciclovia das Cidades. A ideia é criar estratégias para inserir a bicicleta no sistema de mobilidade urbana de maneira integrada em toda a região metropolitana.

Saber que gestores públicos discutem a ampliação do número de ciclovias e a da importância dada à bicicleta como meio de transporte viável para o dia a dia é uma ótima notícia para Érica Vanessa Judice, 21 anos. Desde os 15 anos a artesã anda de bike todos os dias. ´Esse é o meu transporte. O problema é que não tem ciclofaixas e ciclovias suficientes. Já me acidentei mais de 10 vezes`, lamentou. O último acidente foi feio. No último feriado de 7 de Setembro Érica foi atingida por um ônibus. Ficou quase um mês no Hospital da Restauração. Apesar do risco, continua pedalando. ´É muito melhor do que andar de carro ou de ônibus. Faz bem à saúde`, defendeu.

Para Antônio Luiz da Hora, 60, a bicicleta é quase uma extensão do seu corpo. Ele trabalha com lanternagem de carro e passa os dias para lá e para cá com sua magrela. Quase não utiliza os 21 km de rotas para o deslocamento de bicicleta no Recife. Costuma andar por grandes vias, como a Avenida Agamenon Magalhães. ´Eu quase não utilizo ciclovia, mas nunca me acidentei. Tomo muito cuidado. Por isso obedeço o sentido do trânsito, não faço movimentos arriscados. Mas seria bom que houvesse mais ciclofaixas. Seria mais seguro para todo mundo`, opinou. Antônio nem pensa em andar de ônibus. ´Além de economizar é maisrápido andar de bicicleta`, garantiu.

O coordenador do Programa das Ciclovias da Secretaria das Cidades, Marcelo Bione, destacou que o objetivo do fórum é mobilizar os municípios da Região Metropolitana do Recife para garantir ações públicas integradas e facilitar o cotidiano de pessoas como Érica e Antônio, que utilizam a bicicleta como meio de transporte. A ideia é incentivar a população a optar pela bicicleta como forma de locomoção. ´Tivemos no fórum exemplos de cidades que já estão avançadas em relação ao espaço dado às bicicletas, como Aracaju`.

Para a secretária executiva das Cidades, Ana Suassuna, o tema não é tratado como deveria. ´Esse transporte ainda é visto como uma ação individual. É preciso integrar o uso da bicicleta com os ônibus e o metrô para ser melhor utilizada como meio de transporte`, declarou. (Marta Telles)

Fonte: Diário de Pernambuco
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Greve de ônibus na Grande Vitória prejudica mais de 700 mil Passageiros

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O presidente do Sindicato dos Rodoviários (Sindirodoviários), Édson Bastos, afirmou que a greve da categoria continua até o dia 3 de dezembro, data do julgamento do dissídio coletivo na Justiça do Trabalho.

O presidente do Sindirodoviários destacou que a paralisação dos motoristas pode ser encerrada antes do dia 3, caso o sindicato patronal aceite as reivindicações dos rodoviários.

Na manhã desta quarta, não houve acordo na reunião de conciliação entre os rodoviários e representantes das empresas de transporte coletivo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).  Diante do impasse, a presidente do TRT, desembargadora Wanda Lúcia Decuzzi, fez um apelo aos motoristas. Ela pediu que eles suspendam o movimento até o julgamento do dissídio coletivo da categoria, marcado para o dia 3 de dezembro, sexta-feira da próxima semana, às 10 horas na Justiça do Trabalho. O presidente do Sindirodoviários, Edson Bastos, informou que levaria o pedido da desembargadora para apreciação dos motoristas nas garagens das empresas. O apelo, no entanto, não chegou a ser feito, pois segundo Edson Bastos, de nada adiantaria.

Na tarde desta quarta houve um princípio de confusão com motoristas e cobradores no Terminal de Campo Grande, em Cariacica. Os ânimos ficaram exaltados depois que os trabalhadores compreenderam equivocadamente que a decisão da desembardora do TRT ordenava o fim da greve.

O Terminal rodoviário chegou a ser bloqueado para entrada e saída. Com a chegada da Polícia Militar o terminal de Campo Grande foi liberado, após 20 minutos.
A população da Grande Vitória acordou com uma greve de motoristas e cobradores. Mas o movimento está tranquilo e pacífico com 50% da frota circulando. A sensação da população no início de manhã era que a determinação da Justiça não seria cumprida. O que se via eram ruas cheias de veículos de passeio e terminais lotados. Mas com o passar das horas, os pontos começaram a ficar mais vazios e coletivos circulam normalmente.

Durante a madrugada muitos taxistas estavam próximos aos pontos de ônibus de Cariacica e Vitória. Vans também podem ser vistas transportando pessoas para o trabalho. Os empresários do transporte coletivo continuam apelando para que os motoristas suspendam a paralisação. Segundo o diretor executivo do GVBus Elias Baltazar, não há motivo para a greve, já que o impasse salarial será definido no julgamento do dissídio coletivo da classe.

Vitória

Na região Norte os reflexos da greve são menores. Os passageiros notam a presença de mais ônibus em Jardim Camburi, Jardim da Penha e na Praia do Canto. Nessas áreas os pontos não estão cheios, assim como os coletivos que circulam nas ruas. Já na região central de Vitória, a situação é um pouco mais complicada. Há muitas pessoas nos pontos, e os veículos que chegam de Vila Velha e Cariacica acabam chegando ao Centro lotados.

De acordo com a contagem do Sindirodoviários, pelo menos 3 mil trabalhadores cruzaram os braços cruzados nesta quarta (24). Para garantir que se mantenham 50% dos ônibus circulando, equipes de quatro a cinco dirigentes do sindicatos estão nas portas das empresas pra evitar que mais ônibus que o mínimo estabelecido saiam para as ruas. O sindicato afirma que não houve nenhum tipo de tumulto nesta quarta-feira (24).

No comércio do Centro houve diminuição do fluxo dos consumidores. As lojas estão abertas, mas as calçadas não estão cheias como em dias normais.

Vila Velha


Longas filas se formam nos terminais de Vila Velha, Itaparica e Ibes. Policiais militares estão nos locais, mas não há registro de tumultos. Nos pontos de ônibus de bairros como Coqueiral, Barramares, Centro e Glória, a espera varia entre 15 minutos e uma hora, de acordo com passageiros. Fiscais que atuam nos terminais garantiram que 50% da frota está nas ruas. Mas seguindo esse percentual, o número de ônibus é menor até do que os que rodam aos domingos.

Muita gente decidiu tirar o carro da garagem como alternativa para a greve. Com isso o trânsito ficou ainda mais lento no início da manhã de quarta nos acessos à Terceira Ponte, no sentido Vila Velha-Vitória. A situação se complicou por conta de um engavetamento sobre a ponte. Há quem pegou carona até terminais e também pessoas que decidiram encarar a espera nos pontos de ônibus.
foto: Letícia Gonçalves
Longas filas se formaram no Terminal de Vila Velha nesta quarta
Longas filas se formaram no Terminal de Vila Velha nesta quarta-feira

Na Glória, vans de transporte clandestino estão circulando, principalmente com destino à Praia da Costa e Itapoã, com o mesmo preço cobrado nas passagens de ônibus. Mesmo assim, as vans passam de forma esporádica e lotadas. Além dos passageiros, quem não gostou da greve foram os comerciantes. Assim como no Centro de Vitória, na Glória houve funcionário que chegou atrasado e o número de clientes também diminuiu por conta da greve.

Serra

O primeiro dia de greve dos rodoviários está sendo considerado mais calmo do que o esperado pelos moradores do município. Embora estejam esperando mais do que o normal, há poucas pessoas nos pontos e nos terminais. Os coletivos passam com certa frequência e os usuários do Transcol buscam alternativas para chegar ao trabalho, seja por meio de carona, por iniciativa da própria empresa em buscar os funcionários e até mesmo se arriscando a pegar ônibus.

O que piorou neste dia de paralisação foi o aumento de automóveis nas ruas e avenidas. Uma professora de pré-vestibular que não quis se identificar disse que foi demitida porque não conseguiu chegar a tempo no trabalho. Ela contou que há problemas com obras no caminho feito por ela, e, por conta do fluxo maior de veículos, nesta quarta ficou ainda pior.

Cariacica

Movimentação tranquila na Avenida Expedido Garcia. Sem muito movimento de veículos, as lojas permanecem abertas e algumas pessoas foram ao local fazer compras mesmo durante a greve. As principais impressões no município são de pontos de ônibus vazios, coletivos lotados, terminais somente com filas para ônibus troncais (que vão pra Vila Velha, Vitória e Serra) com maior número de passageiros.

Pessoas que precisavam ir para o trabalho estavam preocupadas com o atraso. Quem teve que ir de ônibus esperou cerca de 40 minutos no ponto do bairro para conseguir chegar até o Terminal de Campo Grande, e mais 40 minutos de espera para o ônibus sair.

A farmacêutica Josiele Souza Denardi, de 25 anos, perdeu a aula de trânsito nesta quarta. Ela trabalha na Reta da Penha e estava chegando uma hora antes do trabalho pra fazer a aula de trânsito, mas teve que cancelar a aula de hoje. Josiele está com medo de precisar cancelar as próximas e até mesmo perder o dinheiro dela, já que pagou as aulas antecipadas.

Fonte: Gazeta Online
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Em Teresina, 67% dos pontos de ônibus não possuem abrigo

A poucos dias do início do período das chuvas, que tradicionalmente começa em dezembro, os usuários do sistema de transporte coletivo de Teresina que aguardam ônibus debaixo do sol agora preparam- se para enfrentar a espera debaixo da chuva. Segundo um levantamento feito com à Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), 67% dos 1.700 pontos de ônibus da Capital não possuem abrigo. São 1.130 paradas sem cobertura.

Com isso, só resta aos usuários improvisar. Alguns usam guarda-chuva ou sombrinha, outros procuram marquises de comércios próximos e alguns ainda buscam sentar em bancos de vendedores ambulantes, que são comuns nos pontos de espera mais movimentados. “A gente procura uma sombra para fugir do sol porque às vezes a condução demora muito e a única sombra é a do poste de iluminação”, afirma o funcionário público Carlos Silva, que toma ônibus na zona Sul de Teresina, onde mora.

Mas mesmo nos abrigos existentes, 570 no total, as reclamações são muitas. Os
passageiros alegam que o teto é pequeno, não protegendo do sol e muito menos da chuva, quando é grossa. Além disso, alguns abrigos possuem bancos de ferro, que esquenta muito com as altas temperaturas de Teresina. “Queria ver um desses políticos sentado aqui 5 minutos para vê se ele agüenta”, provoca a estudante Cibele Rodrigues.

Por conta disso, a Strans já decidiu modificar o material utilizado em algumas paradas, principalmente na Avenida Frei Serafim, a mais movimentada da cidade. Lá, os abrigos de ferro foram substituídos pelos de madeira, mais confortáveis.

A diretora de Transportes e Trânsito da Strans, Alzenir Porto, explica que o problema das paradas de ônibus não é tão fácil de ser resolvido e diz ainda que é preciso da compreensão  e participação da população na solução do problema.

“Apesar de existir somente 570 abrigos com cobertura construída pela Prefeitura de  Teresina, isso não significa que os demais há a necessidade de se construir um. Há alguns pontos de ônibus, por exemplo, em que os usuários aguardam o transporte na marquise de lojas que ficam em frente ao local de parada do veículo. Nesses lugares, a colocação de um abrigo causaria transtornos ao comércio, com a perda do estacionamento, acúmulo de sujeira por conta dos próprios usuários”, explica a diretora.

Alzenir ressalta também que há centenas de pontos de ônibus que não há motivo para a construção de abrigos, porque são localizados em finais de linhas e os passageiros, assim que descem os ônibus, seguem logo para suas casas. “São pontos de desembarquedas linhas centrobairro,  onde ninguém fica esperando por condução. É somente ponto de chegada e não de partida”, conta Alzenir Porto. Nas contas dela, cerca de 800 pontos de ônibus da capital estão incluídos nas duas situações: ou são áreas de desembarque ou os usuários utilizam as marquises de comércios.

Fonte: Tribuna do Sol
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Blumenau poderá ficar sem ônibus nos próximos dias

Termina amanhã o prazo de 72 horas, exigido por lei, para os trabalhadores do transporte coletivo manterem o serviço em funcionamento.

Caso não haja acordo entre funcionários e empresas, o Sindicato dos Empregados das Empresas Permissionárias do Transporte Coletivo Urbano de Blumenau e Gaspar (Sindetranscol) diz que os ônibus poderão permanecer nas garagens. Ontem, o transporte funcionou normalmente, mesmo com a possibilidade de pequenas paradas durante o dia.

A expectativa, se não houver novas negociações, é que haja paralisação a partir de quinta-feira. Ontem, o sindicato publicou na imprensa um comunicado alertando que, após 72 horas da publicação, os trabalhadores podem declarar greve por tempo indeterminado.

Motoristas e cobradores, porém, não descartam paralisações em determinados horários durante hoje e amanhã. Diante do impasse, as empresas solicitaram no início dessa semana a intervenção do Ministério do Trabalho para mediar a negociação.

A terceira rodada de negociação salarial ocorreu na quinta-feira, quando o Sindetranscol e as empresas pertencentes ao Consórcio Siga estiveram reunidos. Sexta-feira, em assembleia, 750 trabalhadores (90% da categoria) rejeitaram a proposta oferecida pelas empresas.

A reivindicação é de um aumento de 8,5% e tíquete refeição de R$ 260, mas a oferta dos empregadores é de 6,5% de reajuste e aumento do vale-alimentação para R$ 240.

Hoje, os funcionários ganham R$ 212 de vale. Os trabalhadores também pedem equiparação salarial entre os cobradores das três empresas, a Nossa Senhora da Glória, a Rodovel e a Viação Verde Vale.

Legalmente, a greve poderá ser feita mediante a manutenção de 30% da frota nas ruas.

Fonte: Diário Catarinense
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Campo Grande ganha 1ª estação “Peg-Fácil”

Entrou em operação na manhã desta quarta-feira (24.11) a primeira estação “Peg-Fácil” de embarque do sistema de transporte coletivo urbano em Campo Grande. A iniciativa é da Assetur, em parceria com a Agetran, e é baseado em modelo em funcionamento no Chile. O embarque de passageiros torna-se mais rápido, o que reduz o atraso nas viagens.

De acordo com João Rezende Filho, diretor da Assetur, o projeto-piloto será desenvolvido inicialmente na rua XV de Novembro, na Praça Ary Coelho. A estação é dotada de catraca e leitor de cartão. O passageiro paga a passagem, utilizando cartão ou dinheiro, e tem acesso à estação. Assim que o ônibus estaciona, o usuário embarca, sem perda de tempo, pela porta traseira do veículo.

“Vamos reduzir de forma considerável o tempo com o embarque, o que tornará o sistema mais ágil principalmente nos horários com maior fluxo de passageiros”, explicou o empresário. A estação conta com colaboradores para liberar a catraca em caso de pagamento em dinheiro e também para orientar os passageiros.

Segundo o diretor-presidente da Agetran, Rudel Trindade Júnior, a intenção é que até o final de 2010 haja uma plataforma em cada rua do entorno da Ary Coelho e também no ponto localizado em frente à Planeta Real. “O lançamento do Peg Fácil vem em um bom momento, já que no fim de ano aumenta o número de pessoas que passam pelo centro da cidade”, destacou.

Para o prefeito Nelson Trad Filho, a automação do transporte coletivo em Campo Grande traz maior eficiência ao sistema e segurança para os usuários. “O passageiro ganha de uma só vez agilidade, praticidade e conforto, pois o tempo de espera e embarque irá diminuir. Além disso, deve incentivar o uso do cartão de transporte”, ressaltou.

Atualmente, 18 linhas passam pela praça, quatro delas na rua XV de Novembro: 061 (Moreninhas/Shopping); 065 (Guaicurus/centro); 080 (Gal. Osório/Aero Rancho) e 088 (Guaricurus/Shopping). Na estação “Peg-Fácil” é possível adquirir e carregar créditos e a integração temporal.

O lançamento do projeto-piloto contou com a presença dos empresários e colaboradores do setor de tramsporte, do prefeito Nelson Trad Filho, do presidente da Agetran, Rudel Trindade, e dos vereador Mário Cesar e Alcides Bernal.

Fonte: MS Notícias
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Começou a Greve de ônibus na Grande Vitória

A população da Grande Vitória acordou com uma greve de motoristas e cobradores em que apenas 50% da frota deve circular, ou pelo menos deveria estar nas ruas. A sensação da população no início de manhã era que a determinação da Justiça não estava sendo cumprida. O que se via eram ruas cheias de veículos de passeio e terminais lotados. Mas com o passar das horas, os pontos começam a ficar mais vazios e alguns coletivos da frota que ainda está nas ruas circulam normalmente.

No Terminal Vila Velha nenhuma confusão foi registrada. Alguns ônibus já deixaram o local e circulam pelas ruas da Grande Vitória. Os funcionários do terminal garantem que estão operando conforme determinação da lei, com 50% da frota em funcionamento. As filas dos ônibus estão grandes, mas passageiros afirmam que em no máximo 30 minutos conseguem pegar o coletivo. 

Na zona norte de Vitória a situação está mais tranquila. Os passageiros encontram mais demora na passagem dos ônibus na região Central da Capital. Na Avenida Princesa Isabel o trânsito flui normalmente e as complicações no trânsito acontecem nos acessos à Vitória, próximo as imediações do Terminal de São Torquato. O motorista que tenta passar pela 5 pontes tem que ser paciente, pois nessa manhã o fluxo está totalmente parado.   

Já durante a madrugada muitos taxistas estavam próximos aos pontos de ônibus de Cariacica e Vitória. Vans também podem ser vistas transportando pessoas para o trabalho. Os empresários do transporte coletivo continuam apelando para que os motoristas suspendam a paralisação. Segundo o diretor executivo do GVBus Elias Baltazar, não há motivo para a greve já que o impasse salarial será definido no julgamento do dissídio coletivo da classe que já está tramitando na justiça do trabalho.

Uma audiência de conciliação do Dissídio Coletivo de Greve dos Rodoviários será realizada às 11h, no plenário do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-ES).
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Governo de São Paulo dá prioridade a duas linhas de Metrô

Duas linhas de metrô de São Paulo foram escolhidas como prioridade do governador eleito do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e pelo prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab (DEM), para receber recursos do Orçamento federal em 2011. Ambos se reuniram com a bancada paulista no Congresso para discutir esses projetos.
Alckmin pediu R$ 200 milhões para a linha Branca do metrô (Vila Prudente-Penha) e R$ 200 milhões para a construção de piscinões para conter enchentes. A bancada se comprometeu ainda a apresentar, em conjunto, uma proposta de emenda para reforçar recursos para a saúde.
Já Kassab pediu a inclusão de uma emenda com recursos para elaborar projetos de uma nova linha de metrô, que percorreria a avenida Celso Garcia, na zona leste da cidade. O valor não está definido. Ele também pediu recursos para a área de saúde.
As propostas de emendas serão apresentadas por deputados e senadores de São Paulo e analisadas pelo relator do Orçamento, senador Gim Argello (PTB-DF). Elas podem ou não ser incluídas na Lei Orçamentária, que ainda será votada e reenviada ao Executivo.

Fonte: Estadão
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Governo e Prefeitura discutem funcionamento do metrô de Salvador

A efetivação do metrô foi um dos assuntos tratados durante audiência do governador Jaques Wagner com o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro, e o vice-prefeito, Edvaldo Brito, na tarde desta segunda-feira (22), na Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). Segundo o prefeito, o sistema de transporte coletivo deverá entrar em pleno funcionamento por meio de uma gestão compartilhada com o Estado e a União.

“Ficou acordada a criação de um Grupo de Trabalho (GT) para definir a modelagem de operação. Vamos resolver se será assumida pelo governo federal ou por licitação como ocorre em alguns estados da federação. Ficamos de fazer um levantamento de como o metrô funciona em algumas capitais como São Paulo e Rio de Janeiro para saber como será em Salvador”, disse João Henrique.

O vice-prefeito e o secretário municipal de Infraestrutura e Transportes, Euvaldo Jorge, serão os representantes da Prefeitura de Salvador no GT. De acordo com o chefe de gabinete do Governo do Estado, Fernando Schmidt, o Poder Executivo Estadual terá como representantes, os titulares da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder).

“É uma obra tripartite - governos estadual, municipal e federal. Se licitarmos, ainda terá a participação da iniciativa privada”, disse João Henrique. Durante o encontro, além de questões relacionadas à Copa do Mundo de 2014, o prefeito também conversou sobre a programação e a estrutura logística que deverá ser montada para o réveillon. Ele espera o apoio do Estado, por meio das frentes de trabalho da Secretaria da Segurança Pública (SSP), a exemplo dos anos anteriores.

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Obra do Metrofor na Via Expressa gera polêmica

Dois projetos de mobilidade urbana e milhares de dúvidas sobre a remoção das 3.500 famílias impactadas pelas obras na Via Expressa para a Copa do Mundo de 2014. Se as ações para a instalação do Ramal Parangaba/Mucuripe do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) e o alargamento da avenida ainda estão no papel, o temor de perder as casas já está na boca do povo da área.

Dezenas de moradores, às margens da via férrea entre o bairro Mucuripe e a Avenida Raul Barbosa, já tiveram as residências marcadas com tinta verde, sinal de possível retirada já no ano que vem. O clima é de incertezas sobre o futuro da nova morada. Vale lembrar que muitos habitam o bairro há mais de cinco décadas.

"Até agora, a gente não sabe de nada oficialmente. Uns dizem que nós vamos sair daqui no próximo ano, outros, que vai demorar ainda. Ninguém do governo veio me explicar nada", disse, queixoso, o porteiro Marcos Antônio Vitorino, habitante de uma casa simples na Rua Córrego das Flores.

O percurso do VLT atravessará 22 bairros e servirá de ligação entre a região hoteleira e o Centro da Cidade (na integração com a Linha Sul do Metrofor) e o bairro Parangaba, assim como integração com o ramal Parangaba/Castelão.

Na Rua Juvêncio Vasconcelos, no Mucuripe, o clima é de revolta. Da linha férrea descendo uns cinco quarteirões, tudo será derrubado para passar o Ramal VLT e realizar o alargamento da Via Expressa, afirmou a comerciante Fátima Araújo, 60. Ela disse estar cansada de tanto "falatório" e especulação sobre o futuro.

"Tem até amigas minhas que estão em depressão, não querem morar em outro bairro, longe de todas as suas memórias", lamentou a senhora.

Dessas especulações, os projetos da Copa vão virando uma verdadeira "caixa-preta", disse a doméstica Maria do Carmo Monteiro, 65, moradora da Comunidade do Trilho, na Via Expressa, próximo ao cruzamento com a Padre Antônio Tomás.

Custos
Conforme a Secretaria das Cidades, o projeto orçado em R$ 265,5 milhões prevê a implementação do sistema de VLT no ramal ferroviário que liga Parangaba ao Porto de Mucuripe. Serão dez estações de superfície ao longo dos 13km de extensão. A Caixa custeará R$ 170 milhões correspondentes às obras, enquanto o Governo do Estado arcará com em torno de R$ 95,5 milhões, previstos para desapropriações.

A previsão para término é junho de 2013. Sobre o andamento da instalação do VLT, a assessoria de comunicação do Metrofor informou que o projeto ainda está em fase inicial e que ainda não há um documento finalizado a respeito. Segundo Felipe Araújo, gerente do Projeto Copa 2014, ainda não há data para o alargamento da Via Expressa.

Fonte: Diário do Nordeste
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Em Natal, Bilhetagem única deve ser implantada em janeiro

A bilhetagem eletrônica unificada, prometida pela prefeita Micarla de Sousa desde o mês de março, durante a assinatura do sistema eletrônico dos alternativos, deve ser implantada em janeiro. A informação é do novo secretário Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Kalazans Bezerra. Segundo ele, a Prefeitura de Natal deverá implantar o sistema único de bilhetagem já no mês de janeiro do próximo ano. E o sistema a ser implantado será realmente o proposto pelo Seturn, ou seja, um cartão de passagens híbrido, com dois chips, um utilizado nos alternativos e o outro no transporte convencional.

A Prefeitura do Natal até então não havia se pronunciado concretamente sobre a demora na unificação da bilhetagem eletrônica, desde a implantação do sistema de bilhetagem dos alternativos no mês de março. Mas, segundo o secretário, para a implantação do sistema híbrido ainda depende de que a categoria dos opcionais comprove que já possui um sistema organizado e funcionando corretamente (daí a necessidade desse tempo de testes dos equipamentos), é preciso que a categoria garanta que fará o percurso completo (daí a necessidade de se instalar também GPS para o rastreamento dos veículos) e de que não haverá interrupção no serviço e nem intransigência nas negociações. Para o secretário, essa é melhor forma de fazer unificação e o cartão com duas janelas beneficiará tanto a usuário quanto a permissionários.

As declarações do secretário Kalazans Bezerra tiveram a reação de imediato da comissão que hoje representa o Sindicato do Transporte Opcional do Rio Grande do Norte (Sitoparn). Eles, definitivamente, não querem o sistema híbrido e criticam o representante da Semob que desde que assumiu ainda não recebeu a categoria para discutir o impasse. "Aguardamos, ansiosamente, que ele marque um dia para nos receber", ressalta o membro da comissão representativa do Sitoparn, o permissionário Nivaldo Andrade Silva. Ele reconhece o interesse da Prefeitura de Natal em realizar a bilhetagem única, mas diz que aos empresários de ônibus não interessa a implantação.

Para ele, um cartão de dois chips não alteraria em nada o sistema que já funciona atualmente com dois cartões, o do Seturn e do Sitoparn. O usuário e os empregadores que compram passes para funcionários teriam dificuldades para abastecer em dois lugares diferentes. "Além disso, o sistema de duas janelas, ao contrário do que disse o secretário Kalazans, não existe em nenhuma capital do país, pois onde existe bilhetagem eletrônica o sistema é unificado, como em Recife, Fortaleza, São Paulo, Rio de janeiro", infomou o permissionário.

Fonte: Diário de Natal
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Obras para melhorar o trânsito em Cuiabá necessitarão de 400 desapropriações

A desapropriação de áreas para as obras de mobilidade urbana em Cuiabá é um dos maiores desafios a ser enfrentado. A opinião é do deputado federal Wellington Fagundes (PR-MT), que sugere a criação de uma comissão formada por vários setores da sociedade e dos poderes para tratar da questão. Os primeiros levantamentos feitos pela Agecopa mostram que seriam necessárias cerca de 400 desapropriações somente nas principais avenidas de Cuiabá, como é o caso da Fernando Corrêa da Costa e da Tenente Coronel Duarte.
Segundo o parlamentar, é preciso confirmar para os proprietários dos imóveis que serão desapropriados da importância disso para a Capital e recomenda cautela.
Wellington Fagundes também falou, em entrevista a uma emissora de rádio de Cuiabá, sobre as obras do Aeroporto Marechal Rondon, que estão atrasadas. Ele criticou a atual gestão da Infraero e disse que já levou o problema para a presidente eleita, Dilma Rousseff, que garantiu promover mudança no órgão logo após a sua posse. Para Wellington, no ritmo atual da Infraero, o Brasil corre o risco de ter problemas em todos os aeroportos no período da Copa 2014.
Ainda sobre a Copa, o parlamentar garantiu que vai destinar emenda individual ao Orçamento Geral da União para a construção do novo Parque de Exposições de Cuiabá. O governo do Estado cedeu uma área de 100 hectares na estrada que liga a Capital a Santo Antônio do Leverger, para onde deve ser transferido o Parque de Exposições, que hoje funciona na avenida Beira Rio.

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Sistema de transporte de Teresina será modernizado

Uma série de inovações será implantada no sistema de transportes coletivos de Teresina. Várias das ações foram coletadas durante a visita que o prefeito de Teresina, Elmano Férrer, junto com diretores do Sindicato das Empresas de Transportes Urbano de Teresina (Setut) e secretários municipais fizeram a Fortaleza (CE). Na visita, a comitiva pode conhecer toda a tecnologia utilizada no controle do trânsito e transporte coletivo na capital cearense.

O diretor executivo da empresa Via Urbana, Gustavo Porto, apresentou a tecnologia de acompanhamento via satélite, através de GPS, que todas as empresas de transporte coletivo de Fortaleza utilizam. “Nesse sistema acompanhamos, em tempo real, todo o itinerário dos ônibus, a velocidade praticada, o número de passageiros no momento e o tempo de viagem no percurso. Com isso, podemos identificar se um ônibus está demorando a chegar ao seu ponto, se há lotação ou se o veículo está quebrado. Essas informações nos permitem colocar ou retirar um ônibus da linha caso haja necessidade, entre outras ações”, explica.

O prefeito Elmano Férrer destacou que o sistema de monitoramento é uma boa ferramenta que pode ser implantada em Teresina, pois irá melhorar a qualidade do serviço e ajudar na segurança dos passageiros. “Esse sistema é muito bom, pois a empresa tem como determinar a entrada ou saída de um ônibus na linha conforme a demanda de passageiros. Além disso, é possível localizar com precisão os veículos em caso de assaltos”, frisou o prefeito ao comentar que a implantação do sistema em Teresina será estudada com os empresários do setor.

Herbert Miúra, presidente do Setut, declarou que o sistema de transporte coletivo de Fortaleza possui inovações que ajudam na administração do sistema, racionalizando os custos do transporte e melhorando o atendimento ao usuário. “Esse sistema traz uma série de benefícios para o transporte como a diminuição no tempo de espera e a redução dos custos. Sua implantação em Teresina será benéfica, mas para isso precisamos de uma série de intervenções. As empresas teresinenses já estão se articulando para todas essas transformações que teremos com a integração do sistema de transporte e, com certeza, todas as mudanças trarão benefícios”, disse Miúra.

Fonte: Portal AZ
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No Rio, Projetos de BRT terão auditoria para reduzir riscos de acidentes

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Prevista no Termo de Cooperação Técnica, será realizada uma auditoria nos projetos de Bus Rapid Transit (BRT) em andamento, preparando a
cidade como uma das sedes dos jogos da Copa do Mundo em 2014 e dos
Jogos Olímpicos em 2016. O objetivo é melhorar a segurança viária e reduzir as mortes no trânsito. O projeto a ser avaliado será o da linha Transcarioca, que ligará as zonas Norte e Oeste do Rio. O termo foi assinado pela prefeitura com a Rede EMBARQ e seu Centro de Transporte Sustentável do Brasil (CTS-Brasil).
Para realizar o trabalho, promovido pela prefeitura, o dinamarquês especialista em segurança viária, Carsten Wass, será assessorado pela engenheira de transporte do CTS-Brasil, Brenda Medeiros. A auditoria de segurança viária analisa o traçado, paradas de ônibus e sinalização das vias

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Londres deve lançar novo ônibus de 2 andares em 2012 e ampliar metrô

A estação de metrô e trem de Stratford é a que servirá o Parque Olímpico de Londres em 2012, portanto o plano do governo é que ela seja especialmente renovada até lá.
Para chegar lá, que fica do lado leste da cidade, estão em processo extensões das linhas de metrô das regiões norte e sul para chegar direto ao leste.
Deste modo, não seria preciso sempre passar pelo centro de Londres no caminho.
Em 2012, também deve ser lançado um novo modelo do tradicional ônibus de dois andares inglês. Segundo o governo, ele será mais sutentável, acessível e climatizado.
Há alguns anos, um modelo de dois andares antigo, com estrutura aberta por cima, foi aposentado, mas o modelo fechado continua em circulação.

BIKE
Como "maneira de promover a saúde e a sustentabilidade em Londres", um sistema público de aluguel de bicicletas começou neste ano na região central da cidade --como ocorre em São Paulo.
O sistema possui 6.000 bicicletas e 400 pontos de aluguel. Mais de 1 milhão de viagens foram registradas nas primeiras dez semanas de seu funcionamento.

ACESSIBILIDADE
Londres tem a maior frota de ônibus acessível do mundo, e todo táxi na cidade é acessível a cadeirantes, segundo o Visit Britain.
Apenas 25% das estações de metrô tem acesso sem degraus --mas a rede de trens de superfície DLR, no leste da cidade, afirma-se 100% acessível.
Além disso, toda a rede de trens foi modificada para atender melhor a pessoas com diferentes deficiências, com treinamento específico para os funcionários.

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Metrô Rio: Passageiros reclamaram do fim da gratuidade na Cidade Nova

No primeiro dia de embarque pago na estação do metrô Cidade Nova, muitos passageiros foram pegos de surpresa pelo fim da gratuidade. O ponto foi inaugurado no início do mês para testes e franqueava o bilhete, que custa R$ 2,80. Até o início da noite de ontem, cerca de 2,5 mil usuários cruzaram as roletas do terminal, dentro das expectativas do Metrô Rio. A concessionária prevê que, em breve, 10 mil usem a estação todo dia.

As estudantes Cristiane Lambes, 26 anos, e Aline Silva, 28, moradoras da Zona Norte, foram de van até a Cidade Nova e fizeram baldeação na estação para chegar mais rápido ao Centro contando com o bilhete grátis. “O metrô fez propaganda enganosa. Anunciaram que o embarque seria gratuito até o fim de novembro, mas anteciparam o prazo. Eu poderia seguir de van até meu trabalho, mas resolvi pegar o metrô por causa do trânsito”, reclamou Aline.

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Grande Recife: Obra na Pan Nordestina altera o itinerário de 14 linhas

A partir das 4h de hoje(23/11), o Departamento de Estradas e Rodagem de Pernambuco (DER-PE) interditou um trecho da Av, Pan Nordestina para dar continuidade às obras do Viaduto sobre a rotatória com a Av. Presidente Kennedy. Por isso, o Grande Recife alterou provisoriamente o itinerário de 14 linhas (segue lista abaixo) que trafegam pela Av. Pan Nordestina no sentido subúrbio/cidade.

A interdição está ocorrendo em um trecho de aproximadamente 380 metros entre a Rua Cônego Xavier, antes da Soservi Empresa de Serviços Gerais, e a giratória da Av. Presidente Kennedy. A alteração nos itinerários tem caráter provisório, ou seja, com o fim das obras e a liberação das vias, as linhas voltarão a trafegar normalmente.

Durante a execução das obras, os ônibus que trafegam pela Avenida Pan Nordestina em direção à Avenida Presidente Kennedy estão seguindo o itinerário provisório:
...Avenida Pan Nordestina, Rua Cônego Xavier, Rua Professor Agamenon Magalhães, Avenida Presidente Kennedy...

Para saber maiores informações sobre o itinerário das linhas, o usuário pode acessar o site www.granderecife.pe.gov.br. Caso deseje esclarecer outras dívidas ou realizar uma reclamação/sugestão, pode entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cliente, pelo telefone 0800 081 0158.

Detalhamento das linhas que tiveram o itinerário alterado:

822–JARDIM BRASIL I (CRUZ CABUGÁ)
823–JARDIM BRASIL II (ESTRADA DE BELÉM)
831–JARDIM BRASIL II (CRUZ CABUGÁ)
838–ALTO DA CONQUISTA
841–NOVA OLINDA
842–ÁGUAS COMPRIDAS
843–ALTO DA BONDADE (VILA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO)
844–SANTA CASA
846–ÁGUAS COMPRIDAS (BACURAU)
847–ALTO NOVA OLINDA
851–CÓRREGO DO ABACAXI
852–CAIXA D’ÁGUA
881–CAENGA/RIO DOCE (GETÚLIO VARGAS)
882–CAENGA/RIO DOCE (CARLOS DE LIMA CAVALCANTI)
Fonte: CGRT
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Caos no trânsito: Greve de ônibus promete tumultuar a vida de capixabas nesta quarta

Fazer tarefas simples como trabalhar e levar os filhos à escola pode se transformar em um verdadeiro calvário a partir desta quarta-feira (24). Mesmo depois de duas tentativas de conciliação, os rodoviários prometem paralisar os ônibus municipais e do Sistema Transcol.
A greve afeta diretamente a população, inclusive os capixabas que não utilizam o transporte coletivo. Isso porque o trânsito já tem causado transtornos e congestionamentos nos últimos dias, principalmente em virtude de obras.
Uma nova audiência de conciliação do Dissídio Coletivo de Greve está marcada para acontecer às 11 horas desta quarta-feira, no plenário do Tribunal Regional do Trabalho (TRT/ES), no Centro de Vitória.  
Uma decisão da Justiça determinou que os rodoviários terão que manter 50% dos ônibus circulando durante a greve. Caso a determinação não seja descumprida, o sindicato da categoria será penalizado com multa de R$ 20 mil por cada dia de greve.
Segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários do Espírito Santo, Edson Bastos, a decisão será respeitada. “Com certeza vamos manter esse número de ônibus circulando. Acho que isso não atrapalha a nossa reivindicação porque nem 100% do transporte coletivo atende a população, que dirá 50%”, explicou.
Os rodoviários reivindicam reajuste salarial de 30%, plano de saúde integral, reajuste de R$ 4 no ticket alimentação, além de equiparar o salário de fiscal com o de motorista.

O Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano da Grande Vitória (GVBus) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Espírito Santo (Setpes) informaram que ofereceram aos rodoviários um reajuste de 5,39%, referente ao INPC acumulado entre novembro de 2009 e outubro de 2010, a ser aplicado sobre salário, plano de saúde, seguro de vida e ticket refeição.

O GVBus e o SETPES alegam que, com a instauração do Dissídio Coletivo, a deflagração da greve é desnecessária, uma vez que as empresas solicitaram a arbitragem do Judiciário para resolver o impasse.

Escolas e faculdades mantém aulas

Apesar da greve, as escolas públicas, particulares e faculdades da Grande Vitória manterão as aulas normalmente. A única alteração será em relação à apresentação de trabalhos e aplicação de avaliações, que serão remanejados na maioria dos casos.
Nas escolas da rede pública, as prefeituras de Vila Velha, Cariacica e Serra, não devem aplicar as avaliações e provas que estiveram marcadas no período da paralisação. Já na Prefeitura de Vitória, os casos serão avaliados pelas próprias escolas. Nas instituições de ensino do Governo do Estado, as aulas serão mantidas no horário normal e a orientação é de que os estudantes saiam mais cedo de casa para evitar transtorno.
Entre as escolas particulares, somente a Contec deverá remarcar provas e trabalhos perdidos, além de repor as aulas, caso os alunos não possam comparecer. No Centro Educacional Charles Darwin, o horário continua normal e a prova de segunda chamada será a opção para quem perder avaliações.
Nas faculdades, a informação é praticamente a mesma em relação aos demais. A Faesa dará continuidade às atividades acadêmicas, e os processos de avaliação e frequência serão flexibilizados para não prejudicar os universitários. Na Ufes o sistema continuará normalmente e não haverão alterações. Já a Emescam, adiará provas e apresentações de trabalhos, e não deve mudar a data do vestibular, que está marcado para as próximas quinta e sexta-feiras.
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Prefeito Eduardo Paes diz que Bilhete Único já é um avanço, mas sistema de ônibus ainda precisa melhorar

Na terceira semana da implantação do Bilhete Único municipal e do início da operação dos quatro novos concessionários de transporte rodoviário urbano do Rio, o prefeito Eduardo Paes disse, na manhã desta terça-feira, em entrevista à Rádio CBN, que o sistema de ônibus do Rio já obteve avanços, mas ainda precisa melhorar. Questionado sobre a participação de antigas empresas da cidade nos quatro consórcios que ganharam a concorrência para operar por 20 anos, Paes defendeu a licitação, dizendo que agora os empresários têm contratos e regras a cumprir.
- A gente ainda não resolveu por completo o problema dos transportes. Tivemos o marco institucional da licitação e do bilhete único, mas ainda não estamos no paraíso. Temos que avançar. Eu tenho quatro concessionários. Se a composição deles é de empresas que já operavam no Rio, problema dos consórcios. Antes eram 60 empresas que funcionavam sem contrato. Não tinha direitos e obrigações. O processo licitatório foi aberto. É obvio que uma empresa que já tem garagem e ônibus na cidade tem vantagem sobre empresas de São Paulo - disse Paes, numa referência às empresas paulistas que saíram derrotadas da concorrência.
Paes voltou a dizer que o sucesso do novo sistema de ônibus e do Bilhete Único municipal dependerá não só dos operadores e da fiscalização, mas de uma mudança de comportamento dos usuários, que terão que fazer mais baldeações. Ele defendeu a modelagem da concorrência, dizendo que o Rio, diferentemente de São Paulo, optou por não pedir valor de outorga pela concessão, usando esses recursos na negociação do valor final do Bilhete Único.

- Ao invés de pedir outorga, transferimos esses valores para a passagem. São Paulo tem outorga e subsídio. Aqui não tem subsídio. Compete a prefeitura fiscalizar e a imprensa cobrar (o bom funcionamento do sistema). Os consórcios que não cumprirem (as regras) terão sanções. A relação institucional mudou. Não tem mais o favorzinho de colocar uma linha aqui ou ali. Agora temos regras. Mas esperar que tudo mude do dia para noite não dá. Tem uma mudança de cultura. No dia que abrimos o bilhete único, fui abordado por uma moça que falou que o ônibus que atendia o Alto da Boavista e passava pelo Barra Shopping demorava muito. Agora ela pode fazer baldeação usando o bilhete.

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Greve de ônibus começa às 3h desta quarta-feira na Grande Vitória

Uma terceira tentativa para evitar a greve dos rodoviários está marcada para a manhã desta quarta-feira (24). A audiência de conciliação do Dissídio Coletivo de Greve dos Rodoviários será realizada às 11h, no plenário do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-ES).

Na manhã desta terça-feira (23),  os empresários do transporte coletivo apelaram para que os motoristas de ônibus suspendam a paralisação marcada para essa quarta-feira (24). Segundo o diretor executivo do GVBus Elias Baltazar, não há motivo para a greve já que o impasse salarial será definido no julgamento do dissídio coletivo da classe que já está tramitando na justiça do trabalho. (Confira a nota do GVBus e Setpes, na íntegra, no final da matéria). Já os rodoviários garantem que vão parar porque a greve é uma forma de pressão para a melhoria das condições de trabalho dos motoristas e cobradores.

Segundo o GVBus o salário dos motoristas é o 4º melhor piso do país. Os motoristas recebem R$ 1.154 e mais auxílio alimentação de mais de R$ 300,00. Edson Bastos, presidente do Sindirodoviários também ouvido na manhã desta terça disse que os trabalhadores precisam garantir um salário digno porque lidam com a segurança da vida dos passageiros que utilizam o sistema. Ele garantiu que 50% da frota via rodar conforme determinação judicial. A concentração nas portas das garagens começa às 3h desta quarta.

Confira as linhas de ônibus que não vão circular em Vila Velha durante a greve

008 - São Torquato/Jockey de Itaparica - via Lindenberg
011 - Vila Nova/Praia da Costa - via Araçás
012 - Boa Vista/Praia da Costa - via Soteco
016 - 1º de Maio/Praia de Itapoã
018 - Planalto/Praia de Itapoã - via Santa Rita
019 - Sagrada Família/Praia de Itapoã
020 - Terra Vermelha/Glória
021 - Terra Vermelha/Praia da Costa
025 - Sagrada Família/Jockey de Itaparica- via Alvorada
026 - Araçás/Praia da Costa - via Santos Dumont e Ibes
032 - Alecrim/Barra do Jucu
033 - São Torquato/Coqueiral de Itaparica - via Alecrim
034 - Terra Vermelha/Praia da Costa - via Araçás
038 - São Torquato/Jockey de Itaparica - via Cais de Capuaba
039 - São Torquato/Praia da Costa - via Lindenberg
040 - São Torquato/Praia de Itapoã - via Lindemberg
041 - Terra Vermelha/São Torquato - via Caixa d´Água
044 - Conjunto Darly Santos/Praia da Costa - via Coqueiral
047 - Ilha das Flores/Jockey de Itaparica
048 -  Jockey de Itaparica/Glória
054 - Morada da Barra/Praia da Costa - via Castanheira
055 - São Conrado/Glória
057 - Conjunto Darly Santos/Praia de Itapoã - via Ibes
058 - São Torquato/Praia da Costa - via Santa Rita
061 - São Torquato/Xuri - via Lindenberg
062 - Recanto da Sereia/Córrego Sete/São Torquato

Fonte: Gazeta Online
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Campo Grande testa uso de catraca em ponto de ônibus

Um novo de embarque do transporte coletivo em que uma catraca é colocada no ponto de ônibus será inaugurado amanhã na praça Ary Coelho. A iniciativa é baseada em uma experiência chilena.
Como projeto piloto, a Assetur (Associação da Empresas Concessionárias do Transporte Coletivo) instalou uma catraca no ponto existente na rua XV de Novembro. Com isso, os passageiros anteciparão o pagamento da tarifa, fato que pode agilizar o embarque.
De acordo com a prefeitura, se o projeto for bem sucedido, os outros três lados da Praça Ary Coelho (ruas 14 de Julho e 13 de Maio e avenida Afonso Pena) também terão o mesmo sistema de embarque. Atualmente, 18 linhas passam pela praça, quatro delas na rua XV de Novembro: 061 (Moreninhas/Shopping); 065 (Guaicurus/centro); 080 (Gal. Osório/Aero Rancho) e 088 (Guaricurus/Shopping).
Na manhã de hoje, funcionários da Assetur estão trabalhando na instalação da nova catraca. Dois monitores serão responsáveis pelo atendimento aos usuários do transporte coletivo.

Fonte: Midiamax
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Edital prevê leilão das linhas de ônibus em Rio Preto

O procurador-geral do município, Luiz Tavolaro, que vai atuar na elaboração do edital da nova concessão do transporte coletivo de Rio Preto afirmou que os três lotes a serem disputados por empresas de ônibus serão compostos por linhas. Ele descartou a atuação isolada de empresas em determinadas regiões da cidade. “Não serão lotes geográficos. Não dá para ser lote geográfico, porque uma empresa ficaria com uma região muito povoada, enquanto outra ficaria com uma área pouco povoada. Isso inviabiliza a concessão”, afirmou.

De acordo com Tavolaro os lotes seguirão parâmetros apontados pelo estudo elaborado pela Logitrans, de Curitiba, a pedido da Prefeitura. “O estudo aponta a necessidade de mesclar as linhas, para que haja três lotes equilibrados. Cada lote terá linhas boas (de grande fluxo de passageiros) e linhas ruins (com poucos passageiros). As linhas boas compensam as ruins”, disse o procurador. As linhas ainda não foram definidas, mas o estudo apontou a necessidade de trajetos interbairros, que não passam pela região central da cidade. Tavolaro não quis adiantar, porém, por quanto tempo será o contrato. O atual tem 20 anos. Foi firmado em 1991.

A Logitrans ouviu usuários dos sistema de transporte coletivo atual que exigiram linhas diretas da zona norte de Rio Preto para o Distrito Industrial (zona oeste) e também para a área dos condomínios residenciais Damha (zona leste). Tavolaro disse que além dos apontamentos do estudo as regras da concessão serão definidas também na audiência pública que será realizada na terça-feira, dia 23. “O modelo da concessão ainda não está pronto. Na audiência pública vamos ouvir todas as opiniões, todas as entidades e associações para fazer o modelo do edital da concessão”, disse.

Valdomiro quer GPS e micro-ônibusA implantação de corredores exclusivos para ônibus nas principais avenidas de Rio Preto ainda é dúvida, apesar de o estudo elaborado pela empresa Logitrans apontar essa necessidade em pelo menos sete vias da cidade. Para a implantação dos corredores o prefeito prefeito Valdomiro Lopes (PSB) teria que tomar medidas que podem desagradar comerciantes da região central da cidade, como a proibição de estacionar veículos nos dois sentidos das avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt. “Vai ser preciso fazer estudo (para avaliar a proibição)”, disse o prefeito.

Valdomiro afirmou que na audiência pública a ser realizada na terça-feira, dia 21, a Prefeitura apresentará a proposta da Logitrans de implantação de ônibus menores nas linhas que cortam a região central da cidade e que estará aberto a sugestões dos usuários. “Vamos acatar. Desde que não seja inexequível.” Os ônibus convencionais têm capacidade para transportar em média 75 pessoas. “O estudo, que vai para a audiência pública, vai referendar isso: a colocação de ônibus de menor tamanho na região central. Não é perua. É o ônibus de 40 lugares”, afirmou.

Tecnologia
O prefeito quer ainda que o novo contrato de concessão exige das empresas a instalação de GPS (sistema que controla a localização do ônibus) e de seguranças nos veículos. “Se o usuário reclamar que os ônibus deixaram de atuar em determinado horário, teremos como conferir essa reclamação com o GPS”, comentou. “Vamos melhorar a segurança e colocar câmeras”, completou Valdomiro.

Para o prefeito as exigência não devem influenciar em pedidos de reajuste da tarifa. “Não queremos que isso (instalação de GPS e presença de seguranças) provoque impacto na tarifa”, disse. Ele afirmou que as sugestões propostas na audiência pública serão acatadas desde que sejam “exequíveis”.

Número de passageiros cai ano a ano
As empresas de ônibus Circular Santa Luzia, Itamarati e Pevetur transportaram aproximadamente 27 milhões de passageiros em 2009, de acordo com a Conjuntura Econômica da Prefeitura de Rio Preto. Esse número já foi maior. Em 2005, por exemplo, as empresas transportaram 29 milhões de passageiros. Apesar da queda no número de usuários, a Santa Luzia, que detém 95% das linhas de transporte coletivo da cidade e declarou que vai disputar a nova concessão. “Vamos cumprir nosso contrato até o final (fevereiro de 2011). E também vamos participar da nova concorrência”, afirmou Euclides Spatti, chefe de tráfego da empresa.

Usuários cobram tarifa e agilidade
Usuários do transporte coletivo de Rio Preto querem que a nova concessão do serviço garanta redução no valor da tarifa, redução no tempo de espera nos pontos de ônibus, a presença de cobradores em todas as linhas e conforto nos ônibus. “O preço da passagem é caro e muitos passageiros são obrigados a viajar em pé nos ônibus. Precisa aumentar o número de ônibus nas linhas movimentadas”, afirmou Magda Oliveira da Silva, 25 anos, moradora do Parque da Cidadania.

No estudo encomendado pelo Prefeitura a empresa Logitrans apresentou um diagnóstico dos sistema de transporte mostrando que 59% das linhas têm até 20 minutos de intervalo, enquanto 38% das linhas têm intervalo de 21 a 45 minutos. Os ônibus trafegam com ocupação média de 58%. O próprio secretário de Trânsito, Aparecido Capello, considera elevado o tempo de espera de 40 minutos nos pontos de ônibus.

Fonte: DiárioWeb
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Em Manaus, Linhas inteiras ficam sem os ônibus nos finais de semana

As principais linhas de ônibus que atendem usuários dos Terminais de Integração 3 (Cidade Nova, zona norte) e 5 (São José, zona leste) não operam aos domingos e feriados e sobrecarregam as outras linhas com destino ao Centro de Manaus e ao bairro  Cachoeirinha.
No Terminal 3, a linha 300 que em dias de semana chega a transportar mais de 3 mil passageiros por dia, segundo o Sistema de Bilhetagem Eletrônica do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram), não opera aos domingos e feriados. Aos usuários restam as opções das linhas 448 e 640, cujos ônibus já chegam no Terminal 3 lotados. “Às vezes tenho que esperar passar uns três ônibus para subir em um coletivo em que eu possa embarcar mais ou menos vazio”, afirmou, ontem, a dona de casa, Ana Paula Yedis, 24 anos que está no sexto mês de gestação.
No Terminal 5, os ônibus das linhas 672 e 670 (Centro) e 673 (Cachoeirinha) não circulam e os passageiros superlotam as outras alternativas.   “Quem quer aproveitar o domingo para passear com a família, sente muita dificuldade. Agora quero chegar ao Amazonas Shopping e já estou esperando mais de 30 minutos pelo ônibus”, disse o eletricista Oderney Dias, 32 .
Na zona norte, as linhas 453 (Parque das Nações/Const. Nery/Centro), 416 (Canaranas/Centro), 445 (Manôa / Terminal 1 / Centro) 051 (Núcleo 15/ Terminal 3) não operaram ontem. Na zona sul, a linha 712 (Vila da Felicidade/T2/ Cach.), também.
A dona de casa, Maria de Souza, 68, é moradora do bairro Parque das Nações, zona norte e reclama que a linha 453 que faz o trajeto do bairro até o Centro da cidade para de rodar por volta de 21h do sábado e só volta a operar na segunda-feira. “Isto é muito errado, quando quero visitar minha filha  fico sem opção de ônibus para chegar ao Conjunto São Judas Tadeu (zona norte)”, reclama.
Aos domingos e feriados a frota de ônibus em Manaus sofre uma redução. Dos 1266 ônibus que operam durante a semana, apenas 740 estão nas ruas. As informações são do Resumo Operacional da SMTU, o documento estabelece a quantidade de ônibus que cada empresa deve colocar nas linhas de ônibus da cidade.

Fonte: D24 am
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Terminais de Campo Grande começam a receber fiscalização

Apesar da proibição prevista em lei sobre o hábito de fumar em locais de uso coletivo, a maioria dos usuários do transporte coletivo de Campo Grande ignoram a determinação e fumam nos terminais de ônibus. Pensando em conscientizar esse público a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) começa hoje, a partir das 14h, um projeto que pretende esclarecer o fumante. A informação é da gerente do programa de Controle e Prevenção do Tabagismo da Sesau, Maria Leonete Vinholli. O primeiro local a ser visitado pela equipe é o Terminal Nova Bahia. Vamos entregar folders e explicar a lei aos fumantes que estiverem no local sobre o fato de que, mesmo sendo um ambiente aberto, é de uso coletivo e não pode fumar la”, afirmou.
Leonete explica que as pessoas que têm o interesse por deixar o hábito podem receber a ajuda de profissionais especializados nisso através do programa de prevenção que distribui adesivos e gomas de mascar para as pessoas que querem se livrar do vício do cigarro. Para isso, o interessado precisa procurar uma unidade de saúde mais próxima de sua casa e fazer o cadastro. Uma psicóloga entra em contato e começa uma avaliação sobre cada caso e suas necessidades.
A lei Antifumo foi sancionada em Campo Grande pelo prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) no dia 30 de março e com ela, os fumantes não podem fazer o uso de cigarros, cigarrilhas, cachimbos ou charutos dentro de espaços coletivos como lanchonetes, boates, restaurantes, supermercados, padarias, praças de alimentação, ambientes de trabalho, estudo, casas de espetáculos, áreas comuns de condomínios, transporte coletivo, viaturas e táxis.
A campanha de conscientização em terminais de ônibus começa hoje e vai até o dia 30, percorrerndo todos os pontos da cidade. Amanhã, a partir das 08h30min até as 10h30min a equipe estará no Terminal General Osório.

Fonte: Correio do Estado
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Goiânia: Decisão sobre concessão do Eixo Anhanguera vai até 31 de dezembro

O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, disse ontem que ainda há muito prazo para que a Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia (CDTC-RMG) decida-se sobre a concessão do Eixo Anhanguera. "Temos até 31 de dezembro para tomar uma decisão", afirmou o prefeito, em entrevista ontem de manhã. "Vamos apresentar nossa proposta em tempo hábil", acrescentou. A concessão da linha - a maior de Goiânia - à estatal Metrobus vence no dia 31 de dezembro e não há tempo suficiente para realizar uma licitação, que demandaria no mínimo seis meses.
Durante a entrevista, Paulo Garcia foi questionado sobre as declarações do presidente da CDTC, o secretário de Cidades, Paulo Gonçalves, ao POPULAR. O secretário avaliou que a prorrogação emergencial da concessão à Metrobus é "inevitável", diante da falta de tempo para realizar uma licitação e da necessidade de manter o serviço em funcionamento. O Eixo Anhanguera transporta diariamente cerca de 200 mil passageiros, com passagem subsidiada pelo governo do Estado em 50%. "Não conversamos sobre esse assunto", disse Garcia sobre as declarações de Gonçalves. Cuidadoso, o prefeito falou duas vezes que a CDTC tem autonomia para tomar a decisão, mas destacou que "o Município de Goiânia não vai se furtar a apresentar seu posicionamento". "A CDTC deverá votar o que a maioria decidir e nós vamos seguir". Garcia não adiantou qual é a posição da Prefeitura de Goiânia em relação ao impasse. A Metrobus solicitou à CDTC, há um ano e meio, a prorrogação da concessão do Eixo por mais 20 anos. "Eu só anuncio posições no momento e no local oportunos. Não tenho o hábito de divulgar antecipadamente nada do que vamos fazer", disse.
Garcia deixou claro que a Prefeitura de Goiânia estuda até mesmo a possibilidade de assumir a operação do Eixo Anhanguera a partir de 1º de janeiro de 2011, caso não haja um acordo com o Estado para a prorrogação do contrato. "Todas as possibilidades estão em aberto", admitiu. "Existem várias possibilidades e nosso posicionamento será anunciado em momento oportuno". O prefeito lembrou que logo depois de assumir o cargo - em abril deste ano, com a saída de Iris Rezende - procurou o governador Alcides Rodrigues com uma carta de intenções para melhorar o transporte coletivo, incluindo o Eixo Anhanguera.
"A validade das propostas apresentadas por nós ainda é atual", acrescentou o prefeito. Estudos da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) mostram que o novo concessionário do Eixo Anhanguera terá de investir pelo menos R$ 200 milhões, só para a troca da frota atual, de 120 ônibus (com 12 reservas), sem o prolongamento do Eixo Anhanguera até o Conjunto Vera Cruz, a Vila Mutirão e o Jardim das Oliveiras, em Senador Canedo, conforme prevê o projeto.
O impasse sobre o Eixo Anhanguera se arrasta desde 2007, quando foi realizada a licitação para operação das linhas da Região Metropolitana. A pedido do governador Alcides Rodrigues, a linha ficou fora da concorrência. Desde então, o assunto foi tratado diretamente entre o governador e o prefeito de Goiânia (primeiro, Iris Rezende e depois, seu sucessor, Paulo Garcia), sem uma definição.
 
Fonte: O Popular
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Grande Vitória: Greve de ônibus terá metade da frota em operação

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Justiça determinou na tarde desta segunda-feira (22) que o Sindicato dos Rodoviários (Sindirodoviários) deve colocar 50% da frota de ônibus nas ruas durante a greve prevista para quarta-feira. Caso haja descumprimento da liminar, o Sindirodoviários deverá pagar multa diária de R$ 20 mil.

O Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano da Grande Vitória (GVBus) pediu para que a Justiça obrigasse circulação de 80% da frota, mas a liminar obriga apenas metade dos veículos nas ruas.

O GVBus alegou que a circulação de apenas 30% dos veículos, que é o que determina a lei, é insuficiente para atender adequadamente a população.

No período da tarde, por volta das 16h, os sindicatos patronal e trabalhista iniciaram uma reunião no Tribunal Regional do Trabalho para tentar um acordo de conciliação, mas os rodoviários decidiram manter a greve para quarta-feira (24).

Reivindicação


Os trabalhadores querem reajuste salarial de 30%, além de benefícios como plano de saúde integral, reajuste de R$ 4,00 no ticket alimentação, e equiparação salarial de fiscais e motoristas. Os sindicatos patronais fizeram uma proposta de reajuste de 5,39%, que não foi aceito pela categoria.

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Cartão Legal de São Bernardo do Campo é lançado

O prefeito de São Bernardo do Campo lançou nesta segunda-feira (22/11), às 17h, mais uma categoria do Cartão Legal, o Vale-Transporte, na Loja do Cartão Legal. Diferentemente das etapas anteriores, o cadastro será realizado via web diretamente pelo Departamento de Recursos Humanos das empresas ou prestadoras de serviços relacionadas. O novo cartão faz parte do processo de integração tarifária na cidade, marcada para ser lançada no 1º de dezembro. A estimativa é cadastrar cerca de 70 mil usuários durante o mês de novembro.

Desde o início do cadastramento, no dia 19 de julho, mais de 47 mil pessoas, entre aposentados, pensionistas, pessoas com mais de 60 anos e pessoas com deficiência e acompanhantes já retiraram o Cartão Legal, garantindo com isso cidadania, conforto e segurança.

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A mobilidade urbana e a Copa do Mundo

Muitos analistas econômicos e de negócios costumam dedicar o seu tempo a análises macroeco-nômicas, esquivando-se dos dados microambientais, em especial da infraestutura nacional, da qual o tema do momento é a mobilidade urbana.
Ao avaliar os fluxos viários dos grandes centros brasileiros, percebe-se a lentidão quanto ao trânsito e seus desdobramentos. Segundo dados da Confederação Nacional dos Transportes, a velocidade média em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte é de nove quilômetros por hora, o que constitui um verdadeiro absurdo.
Em função da proximidade da Copa do Mundo, em 2014, o governo federal lançou o PAC da Mobilidade, isto é, um conjunto de investimentos e medidas necessárias à melhoria do transporte urbano. No entanto, qual o planejamento existente para os BRTs (Bus Rapid Transit)? Existem incentivos fiscais para o setor de transportes? Seria útil avaliar a integração entre os modais de transportes? Deveria-se investir nos VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) ou na expansão das linhas de metrô? Qual a solução para os estacionamentos urbanos?
Os BRTs poderiam sofrer uma alteração para BST (Bus Slow Transit) caso as empresas de ônibus não recebessem incentivos para a renovação da frota. Aliás, o tema mobilidade urbana parece similar ao transporte de carga, quando avaliado seu baixo investimento. Com um devido planejamento, as vias expressas desse modal tornar-se-iam interessantes e mais atrativas para os usuários.
Pensar em abandonar a aquisição de um veículo individual parece insano, ainda mais em um período de ascensão da classe C. Porém, caso as vantagens comparativas fossem viáveis, por que não utilizar o transporte público? Caberia a governo e empresas estimularem um ambiente limpo, seguro e confiável quanto ao tempo das rotas.
Como no mercado de ações, a opção pela compra de ativos ou investimentos realiza-se preferencialmente em ambientes de baixos rendimentos, para ganhos futuros. Nesse caso, o comportamento é similar para as empresas de ônibus, que registram há alguns anos uma queda na movimentação de passageiros. Corroborando, alianças estratégicas, desprovidas de um viés político, poderiam estimular uma integração entre modais, gerando escala operacional e custos reduzidos.
Finalmente, avaliar as opções governamentais para o trem-bala parece não ser o adequado, dadas as necessidades por direcionamentos estratégicos, compreendendo desde os BRTs, VLTs e, novamente, as linhas de metrô. Pensar nos VLTs exigiria uma avaliação mais detalhada quanto ao retorno do investimento, relacionada às desapropriações e densidade populacional. Exemplos como os de Curitiba e Bogotá, na Colômbia, são muito bem-vindos, como "benchmarkings" para a futura sede da Copa do Mundo, consideradas as exigências da Fifa, mas essencialmente as necessidades da população.
Fonte: O Tempo
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Uberlândia: Ônibus do Sistema Integrado de Transporte são alvo constante de vandalismo

Os gastos com reparos em ônibus das três empresas responsáveis pelo transporte público em Uberlândia somam, em média, R$ 300 mil por ano. O valor, segundo os representantes das empresas, seria suficiente para comprar um veículo novo. “São prejuízos que poderiam ser revertidos em benefícios para a própria população”, disse Gervânio Andrade, gerente de unidade da empresa Turilessa.

Para-brisas estilhaçados, portas arrombadas, encostos de bancos retirados e poltronas cortadas e riscadas são comuns em várias linhas do transporte urbano.

Também não são raras as ações de vândalos que arrebentam as cordas de aviso sonoro, violam os lacres de saída de emergência e quebram para-choques e lanternas.

De acordo com o gerente de manutenção da Sorriso de Minas, Denilson Lopes Gonçalves, somente nos seis primeiros meses de atuação da empresa na cidade (junho de 2008 a janeiro de 2009), cerca de 800 lanternas tiveram que ser trocadas por causa da ação de vândalos.

“Ao pegar carona, os bicicleteiros, além de arriscar a própria vida, quebram as cúpulas de seta e de luz de freio e estragam o para-choques”, disse. Ainda de acordo com Gonçalves, eventos com maior aglomeração de pessoas são propícios à destruição. “Durante os jogos de futebol pelo Campeonato Brasileiro no estádio João Havelange, por exemplo, 12 vidros laterais tiveram que ser trocados, uma vez que grupos de torcedores arrebentaram o lacre de emergência.”

Segundo o assistente jurídico da empresa São Miguel, João Lucas Duarte, 50 para-brisas de ônibus tiveram que ser trocados desde o início do ano. “As pedras são atiradas por pessoas que ficam escondidas, à espera do coletivo e muitas vezes a viagem tem que ser interrompida.”

De acordo com os representantes das empresas, os prejuízos normalmente são incluídos na composição do custo operacional do transporte coletivo da cidade.  

Falta educação
Usuária do transporte público de Uberlândia, a vendedora Gleise Ener da Silva Calixto, que pega oito ônibus diariamente, disse que é comum encontrar vestígios de vandalismo tanto na ida para o trabalho, quanto na volta para casa.
“Além de ser uma grande falta de educação, o prejuízo acaba sendo repassado para os usuários no valor da passagem. Quem paga por isso são as próprias pessoas que dependem do sistema para se locomover.”

Fonte: Correio de Uberlândia
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