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Buenos Aires investe em bicicletas contra trânsito

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Na capital argentina muitos cidadãos estão optando pelo uso de bicicletas em vez de carros ou transporte público.

Somente neste ano, o governo de Buenos Aires construiu 30 km de ciclovias e a previsão é de fazer mais 100 km no próximo ano.

A iniciativa, além de melhorar circulação de veículos na capital argentina, também tem um fim ecológico, com a diminuição das emissões de gás carbono.


Fonte: R7.com

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Audiência Pública debate Transporte e Mobilidade de Novo Hamburgo


Na próxima quinta-feira, dia 16, será realizada uma audiência pública sobre Transporte Público Municipal e Mobilidade Urbana em Novo Hamburgo.

O objetivo é promover a busca de soluções para os mais diversos problemas que afetam a todos os que precisam se deslocar pela cidade, especialmente os usuários da rede de ônibus.

O encontro, requerido pelo candidato a deputado estadual Volnei Campagnoni (PCdoB), será realizado no Plenário da Câmara Municipal, às 19 horas. A participação é aberta a toda a comunidade.

Um dos temas abordados será a passagem integrada – que ainda não se tornou uma realidade no município. Além disso, deve ser debatida a composição do Conselho Municipal dos Transportes: atualmente, não há representantes dos usuários. Veículos mais bem equipados, linhas interligadas, conexão com o Trensurb e legalização dos mototáxis também estão na pauta de discussão.

Fonte: Novo Hamburgo.org

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Prefeitura de São Paulo retira R$ 60 milhões das verbas previstas para corredores de ônibus


A medida, publicada no Diário Oficial do Município, é para pagar subsídios a empresários. Especialistas indicam que transporte público não é prioridade POR ADAMO BAZANI/CBN
A Prefeitura de São Paulo anunciou nas edições do Diário Oficial da sexta-feira, dia 27 de agosto de 2010, e da terça-feira, dia 1º de setembro, que retirou R$ 60 milhões das verbas previstas para este ano em investimentos para modernizar e ampliar os corredores de ônibus de São Paulo.
O dinheiro será usado para subsidiar os empresários de ônibus, que se queixam que só com o que arrecadam nas catracas não conseguem manter o sistema. A cidade de São Paulo é uma das poucas no Brasil que ainda subsidia os donos das viações.
Com isso, várias obras previstas para aumentar e melhorar as vias que dão prioridade ao transporte coletivo de passageiros ficarão prejudicadas. A Prefeitura mantém os investimentos em aumento e alargamentos de ruas e avenidas com tráfego misto, que são ocupadas em sua maioria pelos carros de passeio.
Há três anos, em 2007, o prefeito Gilberto Kassab, DEM, anunciou a breve cosntrução de pelo menos cinco corredores:

• Corifeu de Azevedo Marques/Jaguaré
• Faria Lima
• Berrini
• Brás Leme
• Sumaré.

Nenhum destes corredores de ônibus saiu papel. Nessas regiões, os ônibus que transportam em média 70 passageiros nos horários de pico, ainda precisam disputar espaço com carros, cuja grande maioria é ocupada pelo motorista mesmo.
O transporte público se torna assim cada vez mais lento na cidade de São Paulo, em alguns lugares alcançando a “impressionante” média de 8 km/h.
Para se ter uma idéia, a última obra que beneficiou a livre circulação dos ônibus na cidade de São Paulo foi estadual, a extensão do Corredor Metropolitano ABD, entre Diadema e Morumbi que, apesar de ter sido planejado em meados dos anos de 1980 só para receber trólebus do ABC Paulista, hoje abriga mais que uma dezena de ônibus municipais gerenciados pela SPTrans.
A Secretaria Municipal de Transportes afirmou em comunicado à imprensa que a verba transferida são se obras que não demandam recursos agora e que é necessário ainda o pagamento de subsídio aos empresários de ônibus para equilibrar financeiramente o sistema de transportes coletivos.
Quando as obras começarem, segundo a pasta, esse dinheiro será ressarcido, porém a Secretaria não explicitou de qual forma.
O órgão prometeu que até 2012 deve implantar 66 quilômetros de corredores e que investe R$ 162 milhões na modernização dos corredores existentes.
Uma das prioridades declaradas pela pasta atualmente é o monotrilho.
O sistema foi aprovado em diversas cidades do mundo pela capacidade de transportes. Mas devido aos seus custos maiores e mais intervenção nas características da região para sua instalação, como desapropriações, é alvo de diversas críticas por parte de estudiosos dos setores de transportes e trânsito.
O professor, engenheiro e especialista em trânsito, Sérgio Ejzenberg, disse ao Jornal Metro, que a prefeitura comete graves erros ao abandonar os corredores de ônibus em prol dos monotrilhos.
“São mais baratos e por poderem abrigar várias linhas transportam mais passageiros do que o monotrilho”
Para o especialista, os corredores de São Paulo precisam de melhorias, mas eles atraem pessoas para o transporte público, que deveria ser priorizado. Sérgio Ejzenberg ainda diz que os corredores são flexíveis a obras de modernização de vias e até de instalação de estações do metrô, facilitando as integrações. Obras mais complexas como monotrilho e VLT não permitem essa flexibilidade.
Os R$ 60 milhões retirados dos planos de corredores para subsidiar os empresários seriam suficientes para a conclusão da ligação Corifeu/Faria Lima, que teria 14,4 km de extensão e 40 paradas por sentido percorrido.

Fonte: Terra Fotolog

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Passageiros enfrentam terminal de ônibus em péssimas condições em Fazenda Rio Grande

Imagine usar todos os dias um terminal em más condições, com paredes pichadas, toldos furados e ainda ter que ver, bem a sua frente, um terminal novinho em folha vazio. Essa é a realidade de quem usa o ônibus em Fazenda Rio Grande. O terminal novo foi entregue no fim de junho e tem capacidade para 62 mil pessoas, mas até agora, está parado. De acordo com o técnicos isso ocorre porque ainda é preciso adaptar as ruas ao redor do novo terminal para permitir o acesso dos ônibus.


Fonte: RPCTV

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Curitiba: Transporte coletivo tem prioridade nas obras de sistema viário


Todas as principais obras que a Prefeitura de Curitiba tem feito no sistema viário da cidade, desde 2005, têm como objetivo central melhorar o transporte coletivo. "Todas as grandes obras de trânsito, como a implantação de binários e revitalização de avenidas, fazem parte do programa de transporte público da cidade. Miramos na melhoria do transporte coletivo, e o benefício para os automóveis é colateral", afirma o prefeito Luciano Ducci.

O prefeito explica que os projetos só receberam financiamento de organismos internacionais de crédito porque têm como meta fundamental a melhoria do transporte coletivo. "Para realizar cada uma dessas grandes obras viárias, comprovamos o impacto positivo sobre a rede de transporte e centenas de linhas de ônibus".

Foi assim com o pacote de obras realizadas desde 2005 com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que incluem os binários das avenidas Brasília, Santa Bernadete, Mário Tourinho, Major Heitor Alencar Guimarães e da ligação viária entre os bairros Capão da Imbuia e Hauer, num investimento total de 20 milhões de dólares.

Mais 98,3 milhões de dólares foram aplicados na construção da Linha Verde Sul, um novo corredor de transporte coletivo para ligar a região sul ao Centro da cidade, desafogando outras linhas que fazem a mesma ligação. E outros 18,3 milhões de dólares foram aplicados na compra de novos ônibus, mais modernos e eficientes, principalmente para a Linha Verde Sul e a linha direta Inter 2, que passou a ter ligeirinhos articulados na frota.

No total, foram R$ 159,54 milhões de dólares, financiados pelo BID desde 2005, para obras e serviços que beneficiaram o trânsito indiretamente, mas que tinham como objetivo principal a melhoria do transporte coletivo. "São obras que atendem os carros, mas que só foram escolhidas pela Prefeitura porque atendem aos ônibus e auxiliam o transporte coletivo", afirma o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Clever de Almeida.

Para se ter uma idéia da importância das obras para o transporte, basta comparar o número de carros com o número de passageiros de ônibus que circulam diariamente em alguma das ruas beneficiadas. No binário da avenida Brasília, por exemplo, as linhas de ônibus que passam pelas ruas do binário transportam diariamente uma média de 44 mil passageiros de ônibus, e no mesmo período passam pelo local 40 mil carros, a maioria com uma única pessoa dentro.

Nas ruas da ligação viária Capão da Imbuia/Hauer - remodelada em toda sua extensão para beneficiar a linha de ligeirinho Inter 2 - são 34 mil passageiros por dia, dividindo espaço com 28 mil veículos. Ou seja, os benefícios da obra alcançam mais passageiros de ônibus do que motoristas de carros.

Na Linha verde Sul, a avenida que foi construída entre o Pinheirinho e o Jardim Botânico na antiga BR-476, os benefícios são medidos em economia de tempo para os passageiros. Na nova linha Pinheirinho/Centro, o tempo de viagem ficou em média 20 minutos menor em comparação com a linha expressa Pinheirinho.

O trabalho de rotina de pavimentação de ruas também dá prioridade total ao transporte coletivo. Desde 2005, foram 641 quilômetros de obras de pavimentação, e mais da metade dessa extensão de asfalto serve de trajeto ao transporte coletivo. O investimento total foi de R$ 382,2 milhões.

"Para o futuro, vamos manter a filosofia de prioridade aos ônibus", afirma Luciano Ducci. A Prefeitura de Curitiba já deu início a uma série de novas obras que melhoram o trânsito, mas têm como objetivo central aperfeiçoar o transporte público. A maioria delas têm financiamento do BID, que exige a comprovação dos benefícios das obras para o sistema de ônibus (lista completa ao final).

É o caso, em Santa Felicidade, da revitalização completa da avenida Fredolin Wolf, por onde passam oito linhas do transporte coletivo, e da avenida Toaldo Túlio, com mais cinco linhas de ônibus. E no trecho norte da Linha Verde, assim como aconteceu no trecho sul, será implantado um novo corredor de transporte coletivo, com uma linha expressa ligando o Atuba à região Central e conectando-se ao trecho sul da Linha Verde.

Transporte coletivo - Além das grandes obras viárias, o sistema de transporte coletivo de Curitiba ganhou um novo eixo de transporte; uma nova linha do sistema Expresso; uma tarifa mais barata aos domingos; 1.120 ônibus zero quilômetro; elevadores, rampas e equipamentos especiais que duplicaram o índice de acessibilidade no sistema; estações-tubo com três portas e ônibus articulados que aumentaram em 20% a oferta de lugares no Ligeirinho Inter2; integração por cartão na estação Santa Quitéria e Vila São Pedro e o primeiro ônibus Ligeirão da cidade, na linha Boqueirão.

Principais projetos viários em andamento e futuros:

Linha Verde Norte

Binários
ruas Holanda e Estados Unidos
ruas Padre Germano Mayer e Camões

Revitalizações
Avenida Senador Salgado Filho
Avenida Mário Tourinho
Rua João Dembinski
Rua Augusto Stresser
Rua Desembargador Antônio de Paula
Rua Raul Pompéia
Ligação da avenida Manoel Ribas com BR-277
Rua Paulo Gosrki
Rua Presidente João Goulart
Rua Educardo Pinto da Rocha
Avenida Fredolin Wolf
Avenida Toaldo Tulio
Avenida das Torres
Avenida Cândido de Abreu

Fonte: Pref. Municipal de Curitiba

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Rio vai ganhar corredores exclusivos para ônibus

domingo, 12 de setembro de 2010


A cidade do Rio de Janeiro vai ganhar corredores exclusivos para ônibus em alguns bairros da cidade. O objetivo é desafogar o trânsito.

As primeiras vias a receber as faixas exclusivas vão ser a Avenida Nossa Senhora de Copacabana e a Rua Barata Ribeira, ambas em Copacabana, na Zona Sul do Rio, a partir das próximas férias escolares. Se as faixas exclusivas forem aprovadas, vão ser implementadas em outras regiões da capital.

Na sequência, devem receber as faixas para ônibus as ruas Visconde de Pirajá e Prudente de Morais, em Ipanema, também na Zona Sul. Já na Zona Norte, as ruas Haddock Lobo e Dr. Satamini, na Tijuca, e a Estrada do Galeão, na Ilha do Governador, devem receber os corredores exclusivos. E, no Centro, as faixas devem ser implantadas, a princípio, na Avenida Presidente Vargas.

Fonte: G1.com

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Recife: A falta que os Bondes fazem


Para especialistas, ao invés de substituir os bondes pelo metrô, por exemplo, os sistemas poderiam ter evoluído juntos proporcionando um transporte coletivo mais eficiente para toda a população

No momento atual, em que o sistema de mobilidade da cidade está sendo redesenhado com novos equipamentos urbanos, algumas lições do passado não devem ser esquecidas. A eficiente malha viária dos antigos bondes que fizeram história no Recife, do final do século 19 até a primeira metade do século 20, do bonde de tração animal aos elétricos, é um exemplo disso. O mapa das linhas férreas ligava a cidade de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Chegou a 141 quilômetros de rede. Por volta de 1906, a sua extensão já impressionava. Um traçado que era funcional e foi literalmente arrancado. No lugar deles, entrava em cena o moderno sistema rodoviário. A evolução era necessária. A reflexão que se faz hoje, meio século depois, é que os dois modelos poderiam, sim, ter evoluído juntos. Com papéis bem definidos e com um objetivo em comum: o transporte coletivo.

No Bairro do Recife, só restaram os trilhos. Na Rui Barbosa, a antiga estação da Ponte D'Uchôa, utilizada pelos trens de subúrbio, construída no século 19, é hoje um monumento ao passado. Em Olinda, quase nada lembra a antiga estação Maxambomba, próximo ao Largo do Carmo, onde hoje funciona um comércio. Trazer esse passado de volta não parece ser viável. Mas há outras formas de melhorar a oferta do transporte coletivo. Para o engenheiro e chefe do departamento de arquitetura e urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), César Cavalcanti, o metrô e o Veículo Leve sobre Trilho (VLT), de certa forma, resgatam essa função. No entanto, ainda estão longe de alcançar a antiga malha viária que se conseguiu com os bondes.

Enquanto o metrô tem hoje 39,5 quilômetros de linha, os bondes tinham uma malha viária três vezes maior. Eles saíam de Olinda, passavam pela Estrada de Belém, Beberibe, Estrada Velha de Água Fria, Caxangá, Imperial, Centro do Recife e Boa Viagem. Também tinham ligação com o setor Oeste, como Avenida 17 de Agosto e Dois Irmãos e a Zona Sul da cidade. "Com o trânsito cada vez pior a única solução é apostar no transporte coletivo, seja ele qual for. Se a malha viária dos antigos bondes ainda fosse usada faria uma grande diferença. Hoje temos o metrô. E em breve o VLT. Mas precisamos ampliar essa malha", ressaltou.

Para o assessor da superintendência do Metrorec , Leonardo Vilar Beltrão, o VLT tem características semelhantes ao bonde pois apresenta condições de se inserir na malha viária urbana. "São tecnologias totalmente diferenciadas. O desempenho do VLT não tem comparação. Mas ele é bem identificado para inserção dentro da cidade, assim como ocorreram com os bondes", explicou. Segundo ele, ao contrário do metrô, o VLT não depende de uma rede elétrica para funcionar. "Esse último tem sua própria propulsão gerada a biodiesel e tem um custo 50% menor do que o metrô", afirmou. O trecho do VLT para a linha de 18 quilômetros de Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes, ao Cabo de Santo Agostinho, deverá entrar em operação até o fim deste ano. Ao todo, serão sete veículos. Outro trecho em estudo é da Cidade de Garapu, no Cabo, ao Complexo de Suape. São mais 12 quilômetros de linha.

O historiador Leonardo Dantas defende que o fim dos bondes trouxe prejuízo funcional e patrimonial. "Em vários lugares do mundo os bondes ainda funcionam. Aqui, desapareceram. Somos a terra do já teve", criticou. Segundo o professor César Cavalcanti, o sistema de bondes cumpriu um papel essencial no desenvolvimento das cidades, principalmente das capitais. "Esse sistema era muito importante. O mapa da capital pernambucana revelou o quanto a extensão do sistema ferroviário de bondes foi marcante naquela época", afirmou.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Salvador não está preparada para 2014


A cidade está quase parada. Em uma cidade onde rodam cerca de 700 mil veículos particulares, como Salvador, engarrafamentos já se tornaram cena comum a qualquer hora do dia. “Realmente, isso é fruto de uma frota muito grande, que cresce 6% ao mês”, afirma o diretor de trânsito da Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), Armando Yokoshiro.

João Henrique confirmou a conclusão, em tempo hábil, de grandes projetos viários, entre eles o Transalvador, que integrará vários modais de transportes, ampliando a capacidade de mobilidade urbana da primeira capital do Brasil. “O projeto será iniciado ainda este ano, pelo corredor central da Avenida Paralela, fazendo a integração com o sistema de transporte metroviário que conduzirá a população até a Arena Olímpica, atual Fonte Nova”, explicou.

O prefeito ressaltou também que, além da mobilidade urbana, a capital estará preparada para hospedar os atletas e os torcedores que assistirão aos jogos. “Praia do Flamengo e Stella Maris, por exemplo, ganharão nos próximos cinco anos novos empreendimentos da rede hoteleira, obedecendo aos critérios do PDDU (Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano do Salvador)”.

Fonte: MUITO

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Estação do metrô em Botafogo fecha mais um acesso e reabre outros dois


Mais um acesso da estação do metrô em Botafogo, na Zona Sul do Rio, será fechado para obras de reforma. Segundo a concessionária Metrô Rio, a partir de segunda-feira (13), o acesso da Mena Barreto ficará interditado por 45 dias.

No mesmo dia, os acessos da Muniz Barreto e da Voluntários da Pátria, que foram interditados no final de julho, serão reabertos.

Segundo a concessionária, para chegar à estação, os usuários poderão usar outros dois acessos: São Clemente/Praia e Nelson Mandela. Já o acesso da São Clemente/Humaitá está interditado desde 27 de agosto, e a previsão é que seja reaberto a partir de 27 de setembro.

Ainda de acordo com a concessionária, o investimento será de R$ 4,9 milhões e a obra prevê também a revitalização das áreas comuns e das bilheterias da estação. A expectativa é que a reforma seja concluída até o fim do ano.

Fonte: G1.com

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Prefeitura de Anápolis lança projeto City Tour


A Prefeitura de Anápolis, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico/ Diretoria de Turismo, lançou na última terça-feira, 07, o projeto City Tour, durante o tradicional desfile de Independência. A inovação se refere a um ônibus que irá visitar os principais pontos da cidade, a fim de demonstrar o potencial turístico da cidade.

O ônibus City Tour possui acomodação para 22 pessoas sentadas, equipado com aparelho de som, tv, dvd, ar condicionado e sanitário. Sob coordenação e responsabilidade do Centro de Atendimento ao Turista (CAT), localizado na Praça Dom Emanuel, o city tour poderá ser agendado neste local, com uma previsão de roteiros que contemplam as diversas opções que a cidade oferece como Daia, Base Aérea, parques, praças e demais pontos culturais.

Segundo o diretor de Turismo, Jackson Charles, o projeto City Tour terá um papel importantíssimo na consolidação do Turismo de Negócios e eventos em nossa cidade. “É um importante instrumento colocado à disposição do setor turístico no município, além de apoiar empreendimentos do ramo, como hotéis, empresas, e demais componente do trade turístico local e, principalmente, fortalecer o turismo receptivo”, declara.

Fonte: Prefeitura de Anápolis

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Rio de Janeiro: Linhas do Metrô na Superfície ganham ônibus acessível


A concessionária Metrô Rio a partir de segunda-feira, vai oferecer nas linhas do Metrô na Superfície dois novos ônibus totalmente acessíveis. As linhas Botafogo-Gávea e Ipanema/General Osório-Gávea que já dispõem de dois veículos com elevador para acesso a pessoas com deficiência motora ganham agora dois ônibus do conceito Low Entry (Piso Baixo), com uma rampa de acesso entre o piso do ônibus e a calçada. Esses novos veículos dispensam o uso do elevador, facilitando o rápido acesso ao veículo.

Os novos ônibus também já dispõem do balaústre táctil onde o deficiente visual terá informação de como entrar e sair do ônibus e do local destinado a assento para deficientes. Além do acesso, os novos ônibus contam com suspensão a ar, vidros panorâmicos, câmbio eletrônico e motor traseiro, o que proporciona baixo nível de ruído em seu interior e maior conforto diante de obstáculos como irregularidades no asfalto.

A frota das linhas do Metrô na Superfície dispõe de 32 ônibus, quatro já com acessibilidade. Os demais receberão balaústre táctil até o fim do ano. Os dois veículos novos foram especialmente fabricados para a empresa, contemplando a combinação de projetos de ônibus acessíveis desenvolvidos para Chile e México.

Fonte: O Dia

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Manaus: Prefeito anuncia licitação para transporte coletivo


O prefeito Amazonino Mendes anunciou na noite da última sexta-feira, 10, que já assinou o documento para dar início ao processo licitatório para o transporte público. O anúncio ocorreu durante seu discurso para centenas de pessoas que participavam da festa de encerramento do programa “A Prefeitura Trabalha” no bairro Zumbi II.

Segundo o prefeito é chegada a hora de fazer uma mudança do transporte público, pois as empresas estão falidas e cheias de problemas, prejudicando a população. “Hoje, assinei o documento que vai permitir fazer a concorrência para novas empresas de ônibus venham para Manaus. Vamos libertar a nossa cidade dessas empresas, que não souberam se comportar dignamente”, anunciou.

Amazonino explicou que até junho de 2011, Manaus deve receber mil ônibus novos, porém fez questão de esclarecer que o problema do transporte não será resolvido apenas com isso. “Temos que resolver outros problemas como, ordenamento das paradas, ordenação do índice de passageiros por quilômetros, e realizar novos planejamentos de linhas. Para isso é necessário muita engenharia para se fazer e reorganizar isso” , explicou.

Ele disse também, que esse trabalho será apenas a primeira fase para a otimização do sistema, que deverá dar um grande salto de qualidade até a copa de 2014. Amazonino referiu-se ao Bus Rapid Transit- BRT, sistema de transporte que será adotado em Manaus. “Logo depois dessa etapa, vem outra para aperfeiçoar o sistema. Como Manaus será sede da copa, temos obrigação de fazer um sistema quase que prefeito, que chama-se BRT, um sistema moderno, implantado em Bogotá na Colômbia e em Curitiba. Mas isso é trabalho para 2 ou 3 anos” esclareceu.
Fonte: Prefeitura de Manaus

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SPTrans prolonga itinerário de linha da zona leste

A SPTrans informa que a partir do dia 25 de setembro, a linha 3764/10 – Santa Bárbara – Metrô Tatuapé terá o seu itinerário prolongado e o seu terminal de partida, que antes tinha como terminal de parada a Rua Via Láctea, será alterado para a Rua Renato Pereira, de forma que atenda aos moradores do bairro Jardim Vila Carrão, na zona leste. Ressaltamos também que, com a medida, o serviço passará a operar nos dias úteis, sábados e domingos e terá alteração na sua denominação para “Jd. Vila Carrão – Metrô Tatuapé”.

Para informações sobre os trajetos de linhas de ônibus consulte itinerários ou ligue 156.

Linha e itinerário:

3764/10 Jd. Vila Carrão – Metrô Tatuapé
Ida: Rua Renato Pereira, Av. Bassano Del Grappa, Av. Mariana de Souza Guerra, Rua Eurícledes Zerbini, Rua Maciel Aranha, Rua das Estrelas, Rua Andrômeda, Rua Galáxia, Rua Nebulosa, Rua Sírius, prosseguindo normal.
Volta: normal até a Rua Via Láctea, Rua Nebulosa, Rua Galáxia, Rua Andrômeda, Rua das Estrelas, Rua Projetada 5, Av. Bassano Del Grappa, Av. Mariana de Souza Guerra, Rua Eurícledes Zerbini, Rua Renato Pereira.

Fonte: SPTrans

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Quando o Recife andava de bonde


Nas ruas estreitas do Bairro do Recife ainda é possível encontrar os trilhos da antiga linha férrea que trazia os bondes para o centro da cidade. Na Avenida Rui Barbosa, nas Graças, a Estação Ponte d' Uchôa está lá, intocável. Marcas da história. Referências ao meio de transporte mais popular do século 19. Pelo menos 100 cidades brasileiras utilizavam esse tipo de transporte.
Mesmo eficiente, o modelo praticamente desapareceu e são raros os casos ainda existentes. Em geral, funcionam como atrativos turísticos e não exatamente como transporte de massa. Mais de meio século depois que saíram de cena, outra modalidade ferroviária, além do metrô, começa a surgir, o chamado Veículo Leve Sobre Trilho (VLT), que vai atender a linha entre Cajueiro Seco e Cabo de Santo Agostinho. O trecho é de apenas 18 quilômetros. No entanto, se depender da disposição dos operadores, há fôlego para mais. Inclusive como alternativa na área urbana.

Enquanto o futuro não chega, o passado recontaa história. O primeiro bonde brasileiro surgiu no Rio de Janeiro e era puxado a burro no ano de 1852. No Recife, há registros de que a primeira linha a vapor foi inaugurada em 1867 e ligava o Porto do Recife ao bairro de Apipucos. A linha foi depois estendida para os bairros de Dois Irmãos e Caxangá. Somente em 1870 foi criada a linha do município de Olinda ao bairro de Beberibe, no Recife. A capital pernambucana foi uma das últimas a instalar os bondes elétricos. A primeira linha elétrica ligou os bairros de Santo Antônio e Boa Vista. Foi inaugurada em 1914.

Mais modernos, os trens elétricos inauguraram uma nova fase no transporte da cidade. De acordo com as pesquisas históricas, muitos bondes abertos foram reconstruídos como modelos fechados de luxo para uma nova linha até a Praia de Boa Viagem, inaugurada em 1924. Na década de 1920, a Pernambuco Tramways operava 130 veículos motorizados e 110 reboques em 141 quilômetros de linhas, o terceiro maior sistema urbano de bondes do Brasil. Em Pernambuco, além do Recife, outras 11 cidades chegaram a contar com serviços de bonde: Afogados da Ingazeira, Arcoverde, Carpina, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Limoeiro, Palmares, Pesqueira, Timbaúba e Triunfo. Uma rota que havia sido planejada para Jaboatão nunca foi construída.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Usuários de São Luís aguardam aumento da frota de ônibus


O aumento tarifário médio de 21,59% no sistema de transporte coletivo de São Luís completará sete meses de vigência amanhã, dia 13, e a população ainda não conseguiu sentir os benefícios desse aumento. A principal justificativa para a majoração das tarifas de transporte coletivo ainda não foi completamente cumprida pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) e pelo Sindicato das Empresas de Transportes coletivos da Capital (SET), ou seja, não houve aumento na frota de coletivos.

Em fevereiro desse ano, a prefeitura condicionou o aumento da passagem à incorporação de mais 300 ônibus à frota da Capital. Para o Ministério Público Estadual (MP), três meses depois do acordo, a SMTT informou que a Capital tinha 902 veículos em operação. Na ocasião, São Luís tinha um déficit de pelo menos 200 ônibus. Com a incorporação de mais 300 carros à frota, o número passaria para aproximadamente 1.200 veículos.

Até o momento, conforme informações da SMTT, 121 novos veículos dos 300 prometidos já entraram no sistema e, conforme dados fornecidos pela secretaria, a frota operante hoje seria de 1.011 veículos. Ou seja, de acordo com dados da SMTT, a frota operante antes do processo de expansão era de 890 veículos e não 902, como informou o órgão ao MP na fase de implementação do projeto. Segundo a prefeitura, a inclusão está “de acordo com o cronograma estabelecido e sendo fiscalizado pela SMTT”.

Depois de sete meses do aumento das passagens de ônibus, ainda faltam ser incorporados 209 veículos para que o compromisso feito entre Prefeitura e empresas seja cumprido. Pelo próprio cronograma da SMTT apresentado à Câmara de Vereadores em fevereiro, pelo menos 221 veículos já deveriam ter sido incluídos no sistema até o fim do mês passado, mas apenas 54% dos ônibus que deveriam estar nas ruas foram, de fato, incorporados à frota.

O prazo que a Prefeitura deu a SET para fazer as mudanças expira no fim do ano. A Prefeitura alegou que, caso não sejam incorporados os novos veículos à frota, as permissões de exploração de serviços de transporte coletivos às empresas que hoje operam em São Luís serão canceladas.

Empresários do setor não tratam oficialmente, mas existe um consenso de que o processo de recomposição da frota de São Luís era necessário, mas precisava ser implementado de uma melhor forma, com um prazo maior aos donos de empresas. A questão, nesse caso, é considerada técnica. A compra de um único coletivo demora até 120 dias e, no início do ano, as fabricantes de chassi tiveram dificuldades em entregar vários pedidos em decorrência da alta demanda em todo o Brasil. Há, ainda, empresários que somente agora têm condição financeira para comprar novos veículos. Ou seja, é muito provável que, até o fim do ano, nem todos os 300 ônibus prometidos pela Prefeitura estejam rodando.

Apesar disso, os empresários afirmam que já houve algumas mudanças. “Não dá para quantificar, mas muitas empresas já colocaram novos coletivos. Tanto que a idade média da frota já diminuiu. Ainda não conseguimos mensurar o quanto”, disse o superintendente do Sindicato das Empresas de Transporte de São Luís, Luís Cláudio Siqueira. Antes da incorporação de alguns desses ônibus, o tempo de frota de São Luís era de 7 anos - uma das mais velhas do Brasil. Hoje, conforme a SMTT, a frota tem idade média de 6,6 anos.

Quantidade de coletivos é insuficiente em horário de pico

Enquanto a quantidade prometida de coletivos não é incorporada à frota, a população sofre com a superlotação em muitas linhas. Passageiros são obrigados a ficar até uma hora esperando nas paradas e terminais em horário de pico para ir à escola ou ao trabalho.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Município de São Luís (STTREMA), Dorival Silva, afirmou que as maiores reclamações que ele recebe sobre demora de ônibus são dos bairros Cidade Operária e Cohatrac. Na Cidade Operária, o ponto crítico para os passageiros está em uma parada nas proximidades da delegacia do bairro; no Cohatrac, a pior parada também fica próxima à delegacia do bairro. “As pessoas reclamam que precisam ligar para seus chefes porque, normalmente, demoram muito para conseguir pegar um ônibus”, afirmou Dorival Silva.

A doméstica Conceição de Maria Rodrigues sofre diariamente. Ontem, ela demorou cerca de 50 minutos para conseguir pegar um ônibus da Cidade Operária com destino ao São Francisco. Moradora da unidade 105, ela chegou ao ponto de ônibus por volta das 6h40 e às 7h20 ainda esperava pelo coletivo. “Todos os que passam por aqui estão lotados. É complicado pegar um deles”, comentou.

Na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no Angelim, o vendedor Ricardo Almeida Martins tem cerca de oito opções para sair do Angelim em direção ao Vinhais. Das 6h50 às 7h20, ele não consegue pegar ônibus por causa da superlotação. “Ou eu chego muito cedo ao trabalho ou muito tarde. Não tenho um meio-termo. É muito complicado”, assinalou o vendedor.

fonte: Imirante.com

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Mauá tem melhora no transporte público


O transporte público de Mauá vive novos tempos. E para melhor. A garantia é do secretário de Mobilidade Urbana, Renato Moreira. Segundo ele, a mudança recentemente implantada, com combinação de linhas, possibilita maior número de veículos à disposição, com alguns dos trajetos sendo contemplados com menor intervalo entre os carros. Não há mágica, apenas readequação da estrutura do sistema.

"Juntamente com a secretaria de Planejamento, Josiane Francisco da Silva, estamos elaborando plano de mobilidade urbana para adequar Mauá aos tempos atuais, onde temos frota de 150 mil veículos, isso sem contar a flutuante. A cidade cresceu e precisa de modificações", afirma Moreira.

O primeiro passo, portanto, foi modificar o sistema Radial, onde todas as linhas desembocavam no Terminal Central. "O jeito que estava tínhamos um nó. Por ser o terminal muito próximo na estação da CPTM, com intenso movimento de usuários justamente no local que anteriormente era ponto de parada mais longa dos ônibus, onde o motorista ia tomar café, bater papo, namorar. O passageiro descia do trem, entrava no coletivo e cadê o motorista? Agora, o terminal é estação de transferência, com a parada final passando para o bairro", explica o secretário.

Com isso, assegura ele, não há como o passageiro alegar que ficou duas horas esperando. Segundo planilha da secretaria, a antiga linha Oratório-Centro, por exemplo, que dispunha quatro micro-ônibus em intervalos de 12 minutos, agora é formada pelo trajeto Bógus-Oratório, via Centro, com seis veículos e o mesmo tempo de circulação. Já o Olinda Vila Campo Verde-Centro, com 16 minutos e três micros, passou a ser Paranavaí-Olinda, via Campo Verde, com sete carros e intervalos de 12 minutos.

Moreira revela também que Mauá, justamente para fiscalizar o cumprimento do proposto, é a primeira cidade do Grande ABC a ter GPS no sistema de transporte público. "Não é para rastrear, mas para controlar o cumprimento do contrato das empresas. Por isso, não há como o usuário alegar que ficou duas horas esperando o ônibus. Nem em situações de calamidade ou tragédia isso ocorreria. No máximo, o dobro do tempo dos intervalos normais. Quando algum veículo quebra, já avisamos a empresa."

Com o Terminal Central operando a partir de agora como estação de embarque e desembarque, o item ‘descumprimento de horário'', apontado em todas as pesquisas de análise do sistema como a maior reclamação do usuário, aparentemente deixa de existir. Para que as empresas cumpram o estabelecimento, a administração pública conseguiu a aprovação do 1º Regulamento de Multas, distribuído e aceito pelos participantes do sistema, e que possibilita à Prefeitura a ferramenta legal para intervir em caso de descumprimento.

Por isso, o secretário de Mobilidade Urbana não está preocupado se a Leblon, vencedora da licitação do lote 2, terá ou não bilhetagem eletrônica compatível ao sistema atual. Para ele, o documento da empresa em que o fabricante da tecnologia confirma ter um adaptador para a bilhetagem existente, é a que vale, embora a própria ProData tenha emitido, posteriormente, outro ofício desmentindo o primeiro. "Nessa questão, cumprimos o que a Justiça determina. E ela deu a vitória para a Leblon. O documento existente no processo licitatório é o que atesta capacidade de se adequar. O outro, em mãos dos concorrentes desclassificados, não está protocolado na comissão, portanto, não é oficial."

Diante desse posicionamento, Renato Moreira garante que o usuário do transporte público não será lesado quando a Leblon entrar em operação, no final de outubro. "Ela diz que faz. Está documentado e eu, como disse, obedeço a lei. Se lá para frente os recursos em trâmite reverterem a decisão atual, acataremos igualmente. E se ela ou qualquer outra operadora não cumprirem o determinado no contrato, estamos amparados pelo Regulamento de Multas para até intervir e romper o convênio assinado", finaliza o secretário.

Fonte: Diário do Grande ABC

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Trens, barcas e metrô terão integração com Bilhete Único Carioca

Foi definido para o dia 30 de novembro o início da integração do Bilhete Único Carioca com trens, metrô e barcas. Até lá, o governo do Rio de Janeiro e a prefeitura da cidade irão definir os valores das passagens, que devem ser diferentes para integrações de ônibus com ônibus - que pelo Bilhete Único Carioca será de R$ 2,40 – ônibus com trem e ônibus com metrô.

Com isso, o Bilhete Único do município do Rio passa a ser integrado com o Bilhete Único intermunicipal.

O Bilhete Único Carioca começa a valer no dia 30 de outubro. Essa data marca também o início da operação do transporte de passageiros de ônibus na capital pelos consórcios vencedores da licitação feita pela prefeitura. Os contratos serão assinados pelas concessionárias no próximo dia 17 de setembro.

Entenda como funciona o Bilhete Único Municipal
Os passageiros cariocas que precisam pegar duas conduções poderão utilizar o Bilhete Único municipal e vão pagar apenas R$ 2,40 por duas passagens.

O Bilhete Único já existe no estado do Rio desde fevereiro e beneficia quem precisa pegar duas conduções para chegar ao local de destino. Quem já possui o cartão paga o valor máximo de R$ 4,40 por duas passagens a serem utilizadas num prazo de 2 horas e meia em transporte público intermunicipal.

Fonte: G1.com

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Usuários do transporte de Marília creem na manutenção da tarifa da Circular


Os usuários da Circular não acreditam que a empresa reduza o valor da passagem, conforme propõe ação do Ministério Público. Valor de R$ 2,30 teria que ser reduzido para R$ 2,10 sob pena de multa de R$ 50 mil por dia.

Ação civil pública também responsabiliza a prefeitura, já que o prefeito Mário Bulgareli deu parecer favorável ao aumento após as polêmicas votações do SAF (Sistema Auxiliar de Fiscalização do Transporte Coletivo de Marília), ocorridas nos dias 28 de maio e 1º de junho.

Para a costureira Maria Helena Vieira, 47, caso a justiça acate a ação e determine a redução da tarifa, a Circular vai desrespeitar a ordem judicial do mesmo jeito que destrata os seus clientes.

“Somos ignorados pela empresa e acho que ela dará à Justiça o mesmo tratamento que dão para nós. Tenho certeza que, mesmo com a mais alta multa, o valor de R$ 2,30 será mantido”, diz.

Já a auxiliar de serviços gerais, Aparecida da Silva Antônio, 38, lembra a recente disputa entre a Circular e a Justiça para dar a sua opinião.

“Há pouco tempo, uma decisão obrigava a empresa a reduzir o valor da taxa, mas esta queda foi sendo adiada. Quando o preço caiu, já estava tudo planejado para eles terem um novo aumento”, afirma.

Votações do SAF que autorizou último aumento foram decisivas para a ação do MP. No dia 28 de maio, a representante dos idosos, Aparecida da Silva, foi impedida de votar. Ela daria parecer favorável à manutenção da tarifa (na época, R$ 2,10), mas sem seu voto, a contagem terminou empatada em cinco votos.

Já no segundo encontro realizado às pressas, dia 1º de julho, membros favoráveis ao novo aumento não esperaram os oposicionistas, votaram e decretaram o novo aumento. No dia seguinte, Bulgareli decretou a nova tarifa.

Fonte: Jornal Diário

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Rio de Janeiro: Bilhete Único Carioca poderá também ser usado em trem, metrô e barca

sábado, 11 de setembro de 2010


No dia 30 de novembro, um mês depois de o Bilhete Único Carioca (R$ 2,40 por duas horas) ser implantado nos ônibus municipais do Rio, terá início a integração dos coletivos da cidade com o metrô, os trens e as barcas. A informação é do presidente do Rio Ônibus (sindicato que reúne as empresas da capital), Lélis Teixeira. Até lá, serão feitos os acertos entre o governo do estado e a prefeitura, para estipular os preços das tarifas de integração.

Outra novidade anunciada por Lélis é que quem já tem bilhete único intermunicipal (cerca de 1,2 milhão de usuários) ou vale-transporte (700 mil na capital) não precisará se cadastrar para usufruir dos benefícios do Bilhete Único Carioca. Mais que isso: a partir de 30 de outubro, poderá utilizar seus cartões também nos ônibus municipais. O mesmo vale para os futuros portadores de bilhetes municipais, que poderão usá-los em linhas intermunicipais. Só que, neste caso, pagarão R$ 4,40 para embarcar em dois meios de transporte num intervalo de até duas horas e meia entre a passagem pelas catracas.

- O produto será o mesmo. Só com uma roupa diferente - explica Lélis. - Os usuários poderão ter um só cartão, intermunicipal, municipal ou vale-transporte. Será um cartão por CPF.

Opine: Você está tendo problemas para usar o bilhete único intermunicipal?

Um cartão por CPF, para quem não tem

Como os intermunicipais, os cartões municipais serão confeccionados pela RioCard. Diretor-executivo de negócios da empresa, Edmundo Fornasari, informa que os interessados no Bilhete Único Carioca deverão cadastrar seu CPF. A partir de 10 de outubro isto poderá ser feito pela internet (possivelmente através do site wwwriobilheteunico.com.br ) ou num dos sete postos que serão criados, na Central, no Largo da Carioca, em Copacabana, em Campo Grande, em Bangu, na Barra (Terminal Alvorada) e em Madureira.

- Quem fizer o cadastramento pela internet, receberá o cartão pelos Correios. A vantagem é que poderá acessar o sistema 24 horas. Ao receber o cartão, deverá desbloqueá-lo, pelo site ou por telefone - esclarece Fornasari. - Nos postos de atendimento, o usuário se cadastra e recebe o bilhete na hora.

Para carregar o bilhete, uma opção é usar a internet, imprimir um boleto e pagá-lo em qualquer banco. Há ainda a possibilidade de carregar os bilhetes numa das 12 lojas do Rio Ônibus.

Com a integração de todos os modais em 30 de novembro, será possível um passageiro, usando um único cartão, se beneficiar das vantagens dos bilhetes intermunicipal e municipal embarcando em quatro veículos. Ele poderá, por exemplo, em duas horas e meia, pegar um ônibus de Maricá para o Centro, do Centro para Copacabana (R$ 4,40), de Copacabana para para o Leblon, e do Leblon para São Conrado (R$ 2,40).

Está prevista para o dia 17 a assinatura do contrato da prefeitura com os consórcios vencedores da licitação para o transporte por ônibus da cidade. Os consórcios Internorte, Intersul, Transcarioca e Santa Cruz, porém, assumem a operação do sistema em 30 de outubro, data em que o Bilhete Único Carioca começa a valer.

- O bilhete do Rio é diferente do de São Paulo e do de Belo Horizonte. Aqui as empresas não receberão subsídios e precisarão reduzir seus custos. Como não haverá concorrência, uma forma de diminuir custos é através da racionalização. Ou seja, retirando veículos onde eles estão em excesso, na Zona Sul, e colocando mais onde faltam coletivos, na Zona Oeste. Acredito que, logo no início da implantação do bilhete único municipal, já comece a racionalização dos ônibus - prevê Lélis.

fonte: O Globo

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Rio de Janeiro: Ônibus: passageiros sofrem com novos pontos no Centro


Passageiros de dez linhas de ônibus que faziam ponto final na Praça Tiradentes, no Centro, encontraram uma armadilha na nova parada, transferida, nesta quarta-feira, para a Praça da República, no lado ímpar da pista junto ao Campo de Santana, no mesmo bairro. Pelo menos sete placas que indicavam os itinerários estavam cobertas com sacos pretos, confundindo os usuários.

A mudança faz parte do plano da subprefeitura do Centro para a urbanização da Praça Tiradentes e prevê ainda a mudança de lugar de sinais, proibição de estacionamento no entorno da praça, alargamento da calçada e mudança de iluminação. A previsão de conclusão da revitalização é março do ano que vem.

- Faz mais de 15 minutos que estou procurando o ponto do meu ônibus (334, Praça da República-Cordovil). Andei até a Praça Tiradentes e lá me informaram que era aqui. Mas não consigo saber onde é a parada porque as placas estão cobertas e ninguém sabe informar - lamentou a aposentada Vanda Lúcia Monteiro.

Subprefeito diz que confusão é normal no início
O subprefeito Thiago Barcellos disse ser normal um pouco de confusão entre os usuários na primeira semana da alteração no ponto final. Ele falou que estão previstas coberturas para abrigar os passageiros e garantiu que os equipamentos não vão atrapalhar a passagem dos pedestres, apesar de a calçada ser estreita no local:

- Acredito que será necessário um prazo de dez dias para que as pessoas se acostumem com a alteração. Fizemos um acordo com as empresas de ônibus para nos ajudarem na orientação dos passageiros.

Questionado sobre os plásticos sobre as placas e a ausências de fiscais para orientar os passageiros, o subprefeito respondeu que já tinha solicitado a retirada dos plásticos e que os fiscais orientaram os usuários pela manhã e retornariam no começo da tarde.

A Rio Ônibus informou que foram transferidas para o novo ponto final as seguintes linhas: 284 (Praça da República-Praça Seca), 313 (Penha-Praça da República), 334 e 335 (Praça da República-Madureira), 343 (Cordovil-Praça da República), 355 (Praça da República-Madureira) 372 e 373 (Pavuna-Passeio), 383 (Tiradentes-Realengo) e 391 (Carioca-Padre Miguel).

Fonte: O Globo

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CPTM informa alteração da circulação em linhas devido a obras de melhoria dos sistemas

sexta-feira, 10 de setembro de 2010


Neste fim de semana [11 e 12 de setembro], a CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos] promoverá intervenções de manutenção e obras de melhoria do sistema, modificando os intervalos em quatro linhas. As intervenções são programadas para o fim de semana, a fim de minimizar os impactos, uma vez que nesses dias há uma significativa queda na demanda de usuários:

Linha 7-Rubi [Luz-Jundiaí]
A partir das 16h00 do sábado [11], até as 3h30 da segunda-feira [13], por conta de serviços de substituição de trilhos na região de Várzea Paulista, os trens circularão com maiores intervalos entre Francisco Morato e Jundiaí.

Linha 8-Diamante [Julio Prestes - Itapevi]
Das 20h00 de sábado [11] às 3h30 de domingo [12], obras de remodelação da Estação Engenheiro Cardoso aumentarão os intervalos entre os trens.

Linha 10-Turquesa [Luz - Rio Grande da Serra]
Das 8h00 às 18h00 de domingo [12], haverá obras de substituição de trilhos na região de Ribeirão Pires. Dessa forma, os trens partirão da Estação da Luz com destino a Mauá e Rio Grande da Serra, alternadamente.

Linha 11-Coral [Luz - Estudantes] - Expresso Leste
No domingo [12], do início da operação até às 20h00, devido às obras de melhorias na rede de alimentação elétrica dos trens, no trecho entre Tatuapé e Brás, os trens circularão com maiores intervalos.

Fonte: CPTM

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Obras deixarão estação Jandira moderna e acessível, mas causam interferências durante sua execução


A Estação Jandira, na Linha 8-Diamante [Julio Prestes-Itapevi], da CPTM [Companhia Paulista de Trens Metropolitanos], passa por obras de reforma e modernização, para melhorar suas condições de conforto e acessibilidade. As intervenções vêm causando interferências na operação da Linha 8-Diamante, em especial nos fins de semana e feriados [confira no site www.cptm.sp.gov.br como fica o esquema de circulação de trens nesses dias]. Os arredores também sofrem algum impacto, devido a obras e interdição dos viários e calçadas.

A CPTM solicita a compreensão dos usuários e da população local, considerando que os benefícios serão muito maiores que os desconfortos ocasionais, os quais deverão se estender até outubro deste ano, quando a estação será entregue.

Para dar a Jandira o mesmo padrão de qualidade das unidades recém-inauguradas, a CPTM irá modificar o layout interno do prédio original, construído no início da década de 1980 pela antiga Fepasa. Serão feitas melhorias nos acessos, instalação de equipamentos de acessibilidade [elevador, banheiro exclusivo, piso e rota táteis, comunicação em Braille, adequação de corrimãos e rampas, etc], implantação de SSO [Sala de Supervisão Operacional] e demais salas técnicas e operacionais.

Segundo o presidente da CPTM, Sérgio Avelleda, executar obras como a de Jandira, sem interromper a prestação de serviços, exige medidas que minimizem os impactos e permitam o cumprimento dos cronogramas. "Estamos trabalhando dia e noite, principalmente nos fins de semana e feriados, para causar o menor transtorno possível à população. Esse esforço se justifica, porque teremos aqui uma estação moderna e adequada às necessidades dos nossos usuários".

Novos equipamentos

A estação terá passarela de transposição às vias, em área não-paga e aberta 24 horas. O acesso às plataformas se dará por meio de escadas fixas, rolantes e elevador [no caso de pessoas com mobilidade reduzida]. As bilheterias serão blindadas. A CPTM também implantará nova infra-estrutura para sistemas elétricos, eletrônicos, hidráulicos, sonorização, iluminação geral e de emergência, circuito fechado de TV, comunicação visual com painéis luminosos eletrônicos, detecção de incêndio, mapa tátil com botoeira, rota tátil e piso tátil de alerta, telefonia, entre outros.

Nos arredores da estação, serão realizadas obra de paisagismo e urbanização e adequações no viário, em caso de necessidade. Atual bicicletário, que hoje conta com 48 vagas, será revitalizado e ampliado para 160 vagas.

Fonte: CPTM

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Porto Alegre: Trensurb anuncia aumento recorde no número de passageiros


A Trensurb registrou no mês de agosto a maior demanda mensal de sua história, onde foram transportados 4.463.560 usuários. O recorde anterior havia sido estabelecido em agosto de 2004 com 4.462.022 passageiros.

No mês de agosto também foi estabelecido novo recorde referente a média de passageiros transportados em dias úteis, com 171.269 passageiros. O recorde anterior ocorreu em novembro de 2004 com o transporte de 170.763 passageiros.

Já no dia 8 de setembro, quarta-feira, foi alcançado o 2º melhor registro da Empresa relativo ao número máximo de passageiros transportados/dia no sistema, excluindo o evento Expointer, com 186.315 usuários no metrô. O dia recorde foi estabelecido em 8 de novembro de 2004, uma segunda-feira, com 188.597 passageiros.

Fonte: Trensurb

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VLTs dimuirão tráfego nas ruas de Santos


O veículo leve sobre trilhos, também conhecido como metrô leve foi projetado para interligar diversos municípios da Baixada Santista. O veículo partirá de São Vicente e percorrerá o trajeto paralelo ao porto de Santos em uma viagem rápida, confortável e funcional, já que haverá a integração do VLT com as linhas metropolitanas e municipais.

O transporte, orçado em mais de meio bilhão de reais, tem capacidade para transportar até 300 passageiros e vai permitir o desafogamento do trânsito de São Paulo, que atualmente dispõe de 500 ônibus que compõem a frota da cidade. O projeto será feito por meio de parceria público-privada e o VLT deverá entrar em operação em 2012

A cidade opera bondes restaurados, que cortam o centro de Santos, principal cidade do litoral paulista, circulando em meio aos prédios históricos que, revigorados, abrigam bares e restaurantes.

Fonte: CBTU

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No Estado do Rio, bilhete único é mais barato do que em São Paulo


O Estado do Rio de Janeiro, além do bilhete único intermunicipal, terá a partir do dia primeiro de outubro próximo, o bilhete único no município, que permanecerá com o mesmo valor do bilhete entre municípios: R$2,40. O bilhete possibilita o pagamento de uma só viagem entre dois transportes públicos se for usado em até duas horas.

Ele será trinta centavos mais barato do que o bilhete único usado na capital paulista, que desde maio de 2004 passou a ser usado em ônibus, sendo o primeiro no País. De acordo com a assessoria da secretaria de Transportes de São Paulo (Sptrans), a integralização de todos os veículos de transportes públicos na capital (metrô, ônibus e trem), ocorreu em setembro de 2006.

No entanto o estado de São Paulo ainda não possui bilhete único intermunicipal - o que o estado do Rio usa desde fevereiro deste ano.

A secretaria de Transportes do Rio de Janeiro afirmou que os usuários que quiserem adquirir o benefício deverão fazer um cadastro no site do bilhete único , onde já é realizado o cadastro para o bilhete usado em viagens entre municípios. No entanto o cadastramento para o bilhete municipal ainda não está disponível. De acordo com a secretaria, a data de abertura para a solicitação deverá ser divulgada até o dia 17 desse mês.

O bilhete intermunicipal não terá o mesmo uso do municipal, ou seja: quem já tiver o intermunicipal (que possibilita duas viagens, sendo um fora da capital do Rio, em período determinado), e quiser adquirir o bilhete para duas viagens dentro da capital do Rio, deverá fazer outra solicitação do bilhete.

Nada impede que o usuário possua os dois ou use os dois no mesmo dia.

Os consórcios Internorte, Intersul, Transcarioca e Santa Cruz vão assumir a operação do transporte de passageiros por ônibus na capital fluminense. Os contratos serão assinados no dia 17.

O bilhete intermunicipal já beneficiou cerca de 1,2 milhão de usuários. A secretaria de transportes do Rio não divulgou uma estimativa de quantas pessoas serão beneficiadas com o bilhete municipal, mas sem dúvida, serão os moradores da zona oeste da cidade que demoram quase duas horas para chegar ao centro do Rio.

Bilhete Único em São Paulo já beneficiou quase 15 milhões de usuários

Desde que na capital paulista foram integrados ônibus, Metrô e Trem, cerca de 14,3 milhões de passageiros por dia utilizam o bilhete, dos quais cerca de 1,1 milhão usam a integração entre ônibus, metrô e ferrovia.

A partir de julho do ano passado, o Bilhete Único Comum passou a valer por três horas. Os demais Bilhetes: Vale Transporte, Bilhete Estudante e Mãe Paulistana valem por duas horas.

Em março de 2008, a Prefeitura criou o "Bilhete Amigão", no qual os usuários podem fazer até quatro integrações em um período de oito horas aos domingos e feriados, pagando somente uma tarifa, de R$ 2,70.

O Bilhete Único é municipal e aceito em toda a frota de 15 mil onibus da cidade, concessionários (empresas) e permissionários(cooperativas).

Fonte: Ultimo Segundo

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SP: acidente entre trem e ônibus deixa 9 mortos e 17 feridos


Pelo menos nove pessoas morreram e 17 ficaram feridas, entre elas seis em estado grave, no acidente entre um ônibus e um trem da América Latina Logística (ALL), por volta das 23h30 de quarta feira em Americana, a 125 km de São Paulo. A colisão aconteceu no cruzamento da linha férrea com a rua Carioba, a cerca de 100 m do Terminal Urbano. O ônibus da Viação Cidade de Americana (VCA) foi arrastado pela composição por cerca de 150m. As vítimas ficaram presas nas ferragens. Entre os mortos está o cobrador e passageiros.

A retirada dos corpos e atendimento a vitimas se estendeu por toda a madrugada por unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros. Os feridos foram levados para o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi. Segundo os bombeiros, uma das vítimas fatais chegou a ser socorrida com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital. As demais mortes ocorreram ainda no local do acidente.

Segundo a Secretaria Municipal de Trânsito da cidade, o ônibus prefixo 1.41 fazia o trajeto Unisal (Universidade Salesiana) e bairro Antonio Zanaga quando acessou a passagem sobre os trilhos sem respeitar o sinal de parada de um vigilante. O trem da ALL era composto por 70 vagões e levava soja.

Os peritos vão iniciar investigação e ouvir relatos de outros passageiros e funcionários do terminal. No cruzamento de passagem dos veículos que corta a linha de trem, há uma luminária e um gerador de sinal sonoro, além de placas indicativas. O cruzamento conta ainda com um viaduto e uma passarela para pedestres.

Redação Terra

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Pássaro Verde compra Alprino e funcionários esperam melhorias


Segundo o presidente do sindicato dos trabalhadores em transporte rodoviário de Montes Claros e do Norte de Minas, Antônio Roberto Guedes, o Peu, em entrevista a O NORTE, na manhã de ontem, a venda da Alprino - Auto lotação Princesa do Norte, uma das empresas que explora o serviço de transporte coletivo urbano de Montes Claros, para o grupo Pássaro Verde, pertencente ao empresário Nenê Constantino Oliveira, da Gol Linhas Aéreas e de 38 empresas de transporte rodoviário do Brasil, repercutiu positivamente entre os funcionários.

Antônio disse que há rumores de que o valor do negócio não chega a R$ 40 milhões, sendo que a dívida da empresa seria de R$ 24 milhões. Disse ainda que a empresa Saritur, de Belo Horizonte, também demonstrou interesse pela compra da Alprino, mas o grupo Pássaro Verde veio a Montes Claros e fechou o negócio.

- De acordo com os trabalhadores, pior do que estava não tem condições de ficar mais. A expectativa de agora em diante é de melhores condições de trabalho - afirma o presidente.
Ainda segundo o sindicalista, há expectativa quanto ao dissídio coletivo para a categoria, que já se arrasta desde outubro de 2009. Os trabalhadores pedem aumento de 18,66% no salário, cesta básica de R$ 220 e plano de saúde estendido à família.

No próximo dia 13, no tribunal regional do trabalho, em Belo Horizonte, acontece audiência que discutirá o dissídio coletivo, quando o sindicato da categoria pretende ter o primeiro contato com representantes do grupo Áurea.

- Em decorrência das mudanças no transporte coletivo urbano que aconteceram no início deste ano, houve queda no número de passageiros. Cerca de 300 mil usuários/mês deixaram de utilizar o transporte coletivo urbano, acarretando um prejuízo considerável, tanto para a Alprino quanto para a Transmoc - diz.

O dirigente sindical reclama o fato de o sindicato da categoria não ter acesso ao edital de licitação do transporte.

- Não sabemos, por exemplo, os valores dos salários que devem ser pagos aos trabalhadores e que consta no edital, afirma.

HISTÓRICO

A compra da Alprino pelo grupo Áurea acaba com uma história de mais de 39 anos, protagonizada pelo empresário Djalma Martins Freitas, que criou a empresa em 1971. Os herdeiros continuarão na área de transportes, mas apenas no setor de turismo, através da empresa Turino. Desde o assassinato de Djalma, em 2004, a empresa passa por problemas gerenciais. Os ex-proprietários da Alprino apontam a licitação do transporte coletivo urbano de Moc, em 2007, como principal causa da situação crítica da empresa, pois tiveram que pagar R$ 4,3 milhões pela concessão, em 10 parcelas. Uma das exigências da licitação fez a Alprino perder a sua principal característica: os ônibus da cor amarela. Todos os veículos passaram a ser na cor verde-claro.

O transporte coletivo urbano de Moc tem um fluxo mensal de 1,7 milhão de passageiros. O Grupo Áurea possui empresa homônima - Princesa do Norte – no Paraná. (Com informações: A Província)

Fonte: O Norte de Minas

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Passageiro de ônibus pode perder dinheiro em Mauá


O usuário do transporte público de Mauá corre sério risco de ser prejudicado se a Prefeitura levar adiante decisão de colocar a Leblon no sistema da cidade. Mesmo amparada por despacho do ex-presidente do STJ, a empresa entrará em funcionamento lesando o passageiro, já que não tem sistema de bilhetagem em conformidade com o que exige o edital de licitação.

O imbróglio judicial, com recursos e mandados de segurança impetrados, tem por consequência o prejuízo ao morador de Mauá. Isso porque a Leblon, de origem paranaense, não atende o que determina o certame, ou seja, não lê a tarja magnética dos bilhetes eletrônicos dos passageiros, já acostumados ao sistema. Mauá adota a tecnologia Prodata.

A vitória em despacho do ex-presidente do STJ, Cesar Asfor Rocha, que deixou o cargo sexta-feira, deu-se em razão de solicitação direta da Prefeitura, que alegou caos no sistema por conta do impasse na concorrência. Só que há mais de um ano a Viação Januária vem operando sem tropeços o lote 2 (em conformidade ao edital, que prevê a manutenção da operadora anterior quando em situação de indefinição do certame). Aliás, a Januária opera há 20 anos no município.

A complexidade do imbróglio afeta diretamente o usuário do transporte público já a própria Leblon fornece garantias de utilização do sistema. Ele, aliás, não tem qualquer documento da Prodata que assegura a bilhetagem eletrônica. Por conta disso, a concorrente foi desclassificada em 2008.

Fora do páreo, ela não contestou essa decisão, mas recorreu à Justiça para desclassificar as demais participantes, Estrela e Cidade de Mauá, quanto ao atestado de experiência. Embora a comissão licitatória tenha avalizado tais documentos, a Justiça determinou a desclassificação de ambas.

Mudado o governo municipal, em razão de nova gestão, outra comissão de licitação foi formada e ignorou a desclassificação da Leblon, oficializando seu retorno ao certame e declarando-a vencedora, mesmo não tendo bilhetagem eletrônica, que irá provocar prejuízo financeiro aos usuários do transporte público da cidade.

A comissão se baseou em documento sem validade, onde a Leblon apresentou carta de funcionário da Prodata, que argumenta existir um adaptador às catracas. Documento desmentido em carta entregue aos licitadores pela própria direção da empresa tecnológica.

O atual presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, já tem em mãos recursos das duas concorrentes a Leblon pedindo revisão da sentença anterior. Se ele revogar a decisão de Asfor Rocha,competirá ao colegiado do Superior Tribunal analisar a questão.

Fonte: Diário do Grande ABC

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DF: Frota de ônibus de Brasília será reduzida


Menos ônibus irão fazer o transporte de passageiros pelo Distrito Federal. Segundo a Secretaria de Transportes, o novo ciclo de licitações para que empresas atuem no sistema de transporte público coletivo é o pontapé inicial para a redução e remanejamento da frota de ônibus. Após a conclusão das licitações e dos demais projetos do novo sistema de locomoção integrado, a frota passará por um enxugamento. Hoje são quase 3 mil veículos. Depois do corte, calcula-se que serão apenas 2,2 mil. O projeto Brasília Integrada prevê o bilhete único. Com apenas uma passagem, o usuário poderá pegar várias conduções

Segundo a Secretaria de Transportes, a redução do número de veículos não irá prejudicar a qualidade do serviço. De acordo com técnicos, o corte será acompanhado por um reordenamento da frota. O atual modelo baseia-se em muitas linhas que fazem grandes trajetos, sendo a maior parte para a Rodoviária do Plano Piloto. O novo modelo terá foco em um grande número de linhas de embarque dentro das cidades associadas a corredores especiais de ligação com Brasília e a outros meios de transporte.

Com a mudança, a pasta de transportes calcula que o número de ônibus circulando por linha dobre, passando de três para seis. Já está prevista a publicação de editais para 760 veículos. Outros 140 Veículos Leves sobre Pneus (VLP), que farão a ligação do Gama até Brasília, deverão ser colocados em licitação. Além deles, existem 300 veículos cuja licitação está sendo analisada pelo Tribunal de Contas do DF. Todas as licitações serão para permissões de uso, o que dará o poder para o governo suspender os contratos caso as empresas não cumpram o serviço. Os contratos serão de sete a dez anos, com possibilidade de prorrogação.

Fonte: Clica Brasília

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Novo binário já está em operação na zona norte da cidade de Sorocaba

A Urbes – Trânsito e Transportes implantou um binário que compreende as ruas Ubirajara e Pedro Álvares Cabral, na Vila Progresso, que fica na zona norte da cidade. O complexo entrou em funcionamento na manhã desta quinta-feira, dia 9.

A mudança nas proximidades da avenida Arthur Bernardes visa oferecer mais segurança e fluidez. A rua Ubirajara agora é mão única da rua Bernardino José de Barros para a rua Paschoal Leite Paes. E a rua Pedro Álvares Cabral só tem o trânsito permitido no sentido contrário, ou seja, da rua Paschoal Leite Paes para a Bernardino José de Barros.

Outras alterações

Com a implantação desse binário, algumas vias das adjacências também sofreram mudanças na mão de direção. É o caso da rua Paschoal Leite Paes, que teve o sentido invertido e passou a operar somente da rua Ubirajara para a Pedro Álvares Cabral nesse trecho.

Já as ruas Bernardino José de Barros e Dr. Fernando Santos agora têm mão única a partir da Ubirajara. E no trecho entre as ruas Pedro Álvares Cabral e Ubirajara, a rua Bernardino José de Barros passou a ser mão dupla.

O local recebeu 60 placas de regulamentação e advertência e a sinalização de cerca de 550 metros quadrados de solo, com legendas do tipo PARE, DEPRESSÃO, LOMBADA, ÔNIBUS e DEVAGAR.

A Urbes volta a recomendar aos condutores para que tenham atenção à sinalização que será implantada e, principalmente, à nova forma de circulação.

Fonte: URBES

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