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Novo Terminal BRT Bairro Imperial Santa Cruz, na Zona Oeste, tem previsão de conclusão em dois anos

quinta-feira, 15 de maio de 2025

O prefeito em exercício do Rio, Eduardo Cavaliere, visitou, nesta sexta-feira (09/05), as obras do Terminal BRT Bairro Imperial Santa Cruz, na Zona Oeste. Com investimento estimado em R$ 74,2 milhões, o projeto, executado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura, tem previsão de conclusão de dois anos. Localizado em uma área de mais de 13,2 mil metros quadrados, o novo terminal contará com três pavimentos, todos planejados para aproveitamento de iluminação e ventilação naturais, garantindo mais sustentabilidade e economia de energia. O terminal terá capacidade para receber até 14 ônibus articulados do sistema BRT, além de dez ônibus convencionais e oito vans.

– Com um grande investimento, o Terminal Bairro Imperial, em Santa Cruz, vai integrar BRT, linhas regulares e vans, conectando a região a toda a cidade. Essa expansão se soma à transformação que o BRT viveu nos últimos quatro anos com o prefeito Eduardo Paes. Saímos, em 2021, de 120 mil para 580 mil passageiros por dia, graças à compra de 700 novos ônibus, à requalificação da Transoeste, à conclusão da Transbrasil e à construção de terminais que estruturam todo o sistema – afirmou Eduardo Cavaliere.

O crescimento do número de viagens de 2021 a abril de 2025 é de 275%. Veja os dados abaixo:

Abril/2025: 561.785/dia
Crescimento (2021-2025): 275%
Recorde diário: 580.272 (30/04)

Média por corredor:

Transoeste: 235.526 (42% do sistema BRT)
Transcarioca: 150.798 (27%)
Transbrasil: 123.287 (22%)
Transolímpica: 52.174 (9%)

A construção do Terminal Bairro Imperial Santa Cruz integra um esforço amplo de revitalização do sistema BRT, que já inaugurou os terminais Mato Alto, Magarça, Pingo D’Água e Curral Falso, todos em pleno funcionamento na Transoeste. No pavimento superior, será instalada uma área de estar com bancos e jardins, proporcionando mais conforto e bem-estar aos passageiros que aguardam os veículos. O nível inferior abrigará lojas comerciais, integrando serviços e conveniência à rotina dos usuários.

Como parte do projeto, estão previstas também rampas de acessibilidade em todos os acessos, um bicicletário com até 300 vagas e estacionamento para 105 veículos e 50 motocicletas. As obras incluem a implantação de pistas exclusivas para ônibus BRT e intervenções viárias nas ruas Felipe Cardoso, Barão de Laguna e Dom Pedro I, com o objetivo de melhorar o tráfego e a mobilidade na região.

— Estamos construindo o Terminal Imperial do BRT, uma obra importante para Santa Cruz. Vamos requalificar todo o entorno — vias, calçadas e acessos — melhorando a fluidez e ampliando a integração com o trem. Isso também ajuda a desafogar o terminal da Felipe Cardoso, no centro comercial — destacou o secretário municipal de Infraestrutura, Wanderson Santos.

Terminais da Transoeste

Maior de todos os terminais da Transoeste, o Terminal BRT Curral Falso tem 19,8 mil metros quadrados, com integração entre ônibus comuns e vans, oriundos da Estrada de Sepetiba e Avenida Cesário de Melo. O novo terminal de embarque e desembarque conta com uma passarela de acesso e bicicletário com 400 vagas. Foram realizadas, ainda, melhorias nos sistemas viários e toda a drenagem do entorno em uma área de quase 2 mil metros quadrados, requalificando importantes vias, como a Avenida Cesário de Melo, a Estrada de Sepetiba, a Rua Felipe Cardoso e a Estrada da Pedra.

O Terminal BRT Pingo D’Água ocupa uma área de 19 mil metros quadrados e opera em conjunto com um terminal alimentador, facilitando a integração com ônibus convencionais e vans provenientes da Estrada da Pedra e da Avenida Dom João VI. Além de melhorias nas infraestruturas de transporte, todo o entorno foi revitalizado, incluindo melhorias nos sistemas viário e de drenagem, e requalificação de cinco ruas do entorno. Para os usuários que utilizam a bicicleta como meio de transporte até o terminal, foi construído um espaço com até 600 vagas, ampliando as opções de mobilidade e integração dos passageiros.

O Terminal Mato Alto funciona em conjunto com dois terminais alimentadores de ônibus comuns e vans (Norte e Sul), totalizando mil metros quadrados de área coberta. O local também conta com dois bicicletários com 512 vagas, além de uma ciclovia com 2.750 metros de extensão. A obra incluiu, ainda, dois novos viadutos na Avenida Dom João VI, com extensão total de 590 metros, além de retornos para veículos comuns.

O Terminal BRT Magarça foi expandido com um novo módulo conectado à estrutura já existente, além de um terminal alimentador para ônibus e vans provenientes da Estrada do Magarça. Foi executada a requalificação viária do local que também conta com um estacionamento exclusivo para 250 bicicletas, uma quadra poliesportiva, além de paisagismo no entorno.

Essas entregas transformaram a rotina de milhares de cariocas que dependem diariamente do transporte público na Zona Oeste. Os novos terminais oferecem mais conforto, segurança e regularidade nas viagens, reduzindo o tempo de espera e melhorando a experiência dos usuários.

— Assumimos a gestão do BRT com o compromisso de devolver à população um transporte com eficiência e qualidade.  Além disso, expandimos a oferta de serviços com a Transbrasil e os serviços de Conexão BRT, ampliando o horário de circulação para 24 horas. Seguimos focados em aprimorar a operação para atender a mais de meio milhão de passageiros que utilizam o sistema diariamente. Vamos juntos continuar zelando pelo BRT, patrimônio de todos nós — ressaltou a presidente da Mobi Rio, empresa municipal que administra o BRT, Cláudia Secin.

Informações: Prefeitura do Rio

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Ciclovias de Niterói são as mais movimentadas do Brasil

segunda-feira, 28 de abril de 2025

A ciclovia da Avenida Marquês do Paraná, em Niterói, é a mais movimentada do Brasil. A pista exclusiva para quem anda de bicicleta ou autopropelidos teve mais usuários do que a Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, que historicamente sempre foi a ciclovia mais utilizadas do país.

Também ultrapassou a Faria Lima outra ciclovia de Niterói, a Avenida Roberto Silveira. Os dados são da empresa Eco-Counter Brasil, responsável pelo monitoramento e contagem de ciclistas e pedestres nas principais ciclovias do país.

Inaugurada em 2024, a ciclovia da Marques do Paraná, via que liga o bairro de Icaraí ao Centro da cidade, registrou a passagem de 1.526.807 ciclistas, entre os dias 24 de março de 2024 e 24 de março desse ano.

No mesmo período, a Av. Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, contabilizou 1.192.711 usuários. São cerca de 330 mil ciclistas a menos do que o total registrado na ciclovia niteroiense.

"A ciclovia de Niterói é a mais movimentada do Brasil sem duvida. O sistema de contagem é igual ao da Faria Lima. Foi uma grande conquista pra gente e mostra que estamos no caminho certo", celebrou o coordenador do projeto Niterói de Bicicleta, Filipe Simões.

Segunda ciclovia mais movimentada do país de acordo com o estudo, a Avenida Roberto Silveira, no mesmo período analisado teve 1.474.104 ciclistas.

"O nosso diferencial é ter uma estrutura de governo formada por ciclistas que estão construindo essa infraestrutura e incentivando uma cultura da bicicleta na cidade. E o melhor é que essa ideia vem sendo abraçada pela população", comentou Filipe Simões.

"Em 2015, a Roberto Silveira tinha média de 900 bicicletas passando por dia. Na última semana, foram mais de 8 mil. É um modelo que faz sentido para as pessoas, completou Simões.

Informações: g1

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Prefeitura firma acordos para modernizar o sistema de mobilidade urbana em Goiânia

domingo, 30 de março de 2025

O prefeito Sandro Mabel assinou nesta sexta-feira (28/3), em solenidade no Paço Municipal, termo de cooperação com a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC) e com a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) objetivando melhorar a fluidez viária, otimizar o transporte público e mudar o processamento de multas.

Nos últimos 10 anos, a mobilidade em Goiânia registrou aumento de até 40% no tempo de deslocamento e os acordos buscam reverter esse cenário com o Programa de Desobstrução de Vias Arteriais, priorizando a circulação do transporte coletivo em 250 km de vias arteriais, com sincronização semafórica e as ondas verdes, reduzindo o tempo de deslocamento.

Além disso, o sistema de metronização do BRT permitirá comunicação direta entre ônibus e semáforos, evitando paradas desnecessárias e melhorando a fluidez nos corredores Leste-Oeste e Norte-Sul.

Será criada a Central Integrada de Trânsito e Transporte (CITT), um centro de controle que integrará a gestão do trânsito e do transporte coletivo, que visa garantir respostas mais rápidas e eficientes a problemas viários.

Já o Super App da Mobilidade reunirá serviços como estacionamento rotativo digital, bicicletas compartilhadas e táxis, modernizando a mobilidade urbana em Goiânia. As bicicletas estarão disponíveis, inicialmente, nos terminais Recanto do Bosque, Cruzeiro e Novo Mundo.

“Estamos buscando soluções rápidas e eficientes para resolver o problema da semaforização e outros entraves que afetam tanto o transporte coletivo quanto o trânsito da nossa cidade. Goiânia precisa avançar, e estamos trabalhando para isso”, afirmou Sandro Mabel.

Segundo o secretário municipal de Engenharia de Trânsito, Tarcísio Abreu, a pasta trabalha para promover eficiência e economia para a Prefeitura. “Com essa nova solução, adotamos um sistema já testado e aprovado em outras cidades, garantindo um serviço mais moderno, ágil e transparente”, assinalou.

O secretário lembrou que os BRTs sofrem com velocidades operacionais muito abaixo do esperado, quando o ideal seria, no mínimo, 21 km/h.

Convênio

A Prefeitura de Goiânia também anunciou a migração do processamento de multas para o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que já presta serviço em capitais como Rio de Janeiro e Fortaleza, além de Aparecida de Goiânia.

O processamento de cada auto de infração custará apenas R$ 9,55, o que representa uma economia mensal de cerca de R$ 1 milhão e uma economia anual de R$ 12,6 milhões. Em quatro anos, o valor pode ultrapassar R$ 50 milhões. Isso representa uma redução de 57% no custo por infração processada.

Informações: Prefeitura de Goiânia

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Prefeitura inaugura ciclopassarela Jornalista Erika Sallum para conexão a pé e de bicicleta entre Pinheiros e Butantã

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

A Prefeitura de São Paulo inaugurou nesta quinta-feira (30) a ciclopassarela Jornalista Erika Sallum, estrutura que conecta os distritos de Pinheiros e Butantã, na Zona Oeste da cidade. A nova passagem oferece uma travessia segura e eficiente para ciclistas e pedestres sobre o Rio Pinheiros, as Vias Marginais e a Linha 9 – Esmeralda da CPTM, beneficiando cerca de 166 mil pessoas diariamente. Com investimento de R$ 46 milhões, provenientes da Operação Urbana Faria Lima, as obras foram iniciadas em dezembro de 2023 e representam um avanço significativo na mobilidade ativa da região. 

“Nós temos muitas coisas para fazer com relação à questão da mobilidade para os ciclistas, mas iniciamos o primeiro mês do ano dando um grande passo com essa grande obra, uma obra importante”, disse o prefeito Ricardo Nunes. “É um momento importante de entrega da ciclopassarela, mas, também, de poder homenagear a Erika, que desenvolvia um trabalho muito relevante”, completou Nunes, exaltando as ações que a cicloativista, falecida em 2021, em decorrência de um câncer, realizava em prol do uso da bicicleta. 

O fotógrafo Caio Guatelli, companheiro de Erika, conta que o projeto era uma demanda muito antiga dos ciclistas. “Essa obra foi projetada há muitos anos, há décadas, e se não fossem os cicloativistas, as forças populares e toda a movimentação social que, por fim, teve o apoio dessa Prefeitura, a gente não teria a possibilidade de cruzar esse rio com segurança e oferecendo maior mobilidade para quem quer circular pela cidade que é símbolo de desenvolvimento para o país e que faz todas as outras cidades repetirem esses bons feitos”, disse.

Estrategicamente localizada entre as pontes Eusébio Matoso e Bernardo Goldfarb, importantes vias na região, a ciclopassarela visa promover uma mobilidade limpa, incentivando o uso de transportes sustentáveis, contribuindo para a redução do tráfego e da poluição na cidade.

O empreendimento conta com uma ciclovia bidirecional, passeio para pedestres e acessos seguros por meio de rampas e escadas integradas. A estrutura conecta-se à ciclovia da Marginal Pinheiros e à rede cicloviária dos dois bairros, ampliando as opções de deslocamento sustentável. 

Usuário da nova ciclopassarela, o engenheiro de software André Skeete, 28 anos, conta que o espaço será muito útil para os moradores da região. “Vou ganhar mais tempo no deslocamento, além de ser um incentivo para que a gente possa se exercitar”. 

Com uma área total de 3.470 m² e extensão completa de travessia de aproximadamente 685 metros, a estrutura está posicionada a aproximadamente 8 metros de altura em relação à Marginal Pinheiros. 

O projeto também incluiu melhorias na ciclovia existente na Marginal Pinheiros, a reurbanização da Praça Oliveira Penteado, no Butantã, e a implantação de uma pista de skate recreativa no lado de Pinheiros, proporcionando mais lazer à população.

No total, a estrutura da ciclopassarela soma cerca de 220 toneladas distribuídas em quatro treliças de aço CA-50, fornecido pela siderúrgica Vallourec. Para garantir uma estrutura sólida e duradoura, foram utilizados 3.100 m³ de concreto e 147 estacas, reforçando o compromisso com a qualidade do projeto.
“A gente sente uma felicidade muito grande em poder estar entregando equipamentos cada vez melhores para que a gente tenha uma cidade mais humana, integrada, com maior mobilidade e, principalmente, que a gente consiga atingir uma das grandes metas da cidade que é a melhoria da sustentabilidade”, apontou o secretário municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, Marcos Monteiro.

O equipamento também recebeu iluminação convencional em sua extensão e iluminação de destaque na cor branca nas laterais da Ponte Eusébio Matoso, evidenciando a estrutura metálica. Os serviços foram realizados pela Concessionária ILUMINA SP e acompanhados pela SP-REGULA. Foram instalados 78 projetores de 50 Watts em LED para o realce

Com essa nova entrega, São Paulo avança na ampliação da mobilidade ativa, oferecendo uma opção de deslocamento mais seguro, acessível e sustentável.

Expansão da Malha Cicloviária

A Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito (SEMTRA) e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em conjunto com a entrega dessa importante estrutura (ciclopassarela), concluíram a implantação de mais duas conexões, somando mais 975 metros de vias para bicicletas na região de Pinheiros e Butantã. Com as conexões e a passarela para bicicletas, os ciclistas passam a ter todo o percurso entre o Butantã e o Centro (ou do Centro ao Butantã) atendido por estruturas cicloviárias. 

A nova estrutura cicloviária do Butantã se conecta à ciclofaixa da rua Eugênio de Medeiros, seguindo pela rua Butantã e Teodoro Sampaio, com 860 metros, até a estação Faria Lima do Metrô. 

A partir da rua Eugênio de Medeiros a ciclofaixa é mono direcional, no sentido oposto ao fluxo da via, e segue como ciclorrota, no mesmo sentido do fluxo, totalizando um trecho de 85 metros de extensão. A medida foi necessária em razão da largura da via. Depois desse trecho a ciclofaixa passa a ser bidirecional até o Largo da Batata. 

Também há um trecho de ciclovia compartilhada até o acesso ao Metrô. Do lado do Butantã, foi implantada uma estrutura de 115 metros na rua Lemos Monteiro, conectando a ciclofaixa Valdemar Ferreira, e com acesso à ciclopassarela. 

A ampliação da malha cicloviária faz parte de um esforço, por parte da Prefeitura de São Paulo, seguindo as diretrizes do Plano de Ação Climática, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que dá ferramentas de enfrentamento às mudanças climáticas. 

Um dos objetivos do Plano é minimizar as emissões de gases do efeito estufa e aumentar a capacidade de enfrentar as adversidades e os impactos das mudanças climáticas. Entre suas diversas metas está a ampliação da malha cicloviária, incentivando o uso de bicicletas como alternativa ao transporte motorizado. 

A cidade tem a maior malha cicloviária do país, com 755 quilômetros de extensão. A gestão está investindo no programa de manutenção permanente da malha cicloviária e na construção de novas estruturas com foco na segurança dos ciclistas, para preservar vidas e reduzir acidentes.

Operação Urbana Consorciada Faria Lima

A Operação Urbana Consorciada Faria Lima (Lei 13.769/04), revisada em 2004, abrange avenidas como Faria Lima, Pedroso de Moraes e Juscelino Kubitschek, com foco na mobilidade, priorizando o transporte coletivo, a qualificação de espaços públicos e a habitação no seu perímetro. Em julho de 2024, a Prefeitura ampliou a área de atuação da operação urbana por meio da Lei 18.175/24, permitindo investimentos na reurbanização e construção de moradias em Paraisópolis, a fim de beneficiar seus mais de 100 mil habitantes. A São Paulo Urbanismo gerencia essa e outras operações urbanas da cidade.

Com os recursos captados através de leilões de títulos mobiliários (CEPACs), a Prefeitura executou obras nos túneis Max Feffer e Jornalista Fernando Vieira de Mello, reconverteu e revitalizou o Largo da Batata (Fases 1 e 2, incluindo o Terminal da Rua Capri), implantou ciclovias na Faria Lima, prolongou a Avenida Faria Lima até a Avenida Hélio Pelegrino, Rua Olimpíadas e Rua Elvira Ferraz e desenvolveu ações em transporte coletivo. O Município também implantou o Conjunto Habitacional Real Parque (Etapas 1 e 2).  

“Nós, da SMUL, estamos trabalhando em vários projetos da Operação Urbana Faria Lima e já anuncio para os amantes da bicicleta que estamos licitando a ciclopassarela da Panorama”, garantiu a secretária municipal de Urbanismo e Licenciamento, Bete França. O empreendimento dará apoio aos conjuntos habitacionais Panorama e Real Parque para travessia de ciclistas e pedestres sobre o Rio Pinheiros até as vias marginais e Linha 9 – Esmeralda da CPTM, junto à estação Berrini.

Informações: Prefeitura de São Paulo

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Prefeitura de Niterói entrega ampliação do Terminal Sul

domingo, 15 de dezembro de 2024

A Prefeitura de Niterói reabriu, neste sábado (14), o Terminal Sul, localizado em uma das principais avenidas do Centro. O local teve sua capacidade ampliada em 50%, passou a contar com uma terceira plataforma e impacta 23 linhas de ônibus que circulam pela região.
Lucas Benevides

"Fizemos, hoje, a reabertura da entrada dos ônibus aqui no Terminal Sul, em frente à Praça Arariboia. Há poucos dias, inauguramos a Praça, que está linda, e agora estamos entregando a parte viária desse terminal. Os ônibus já podem passar por aqui e vão desafogar o trânsito nas vias paralelas", explicou o prefeito.

O Terminal Sul, localizado na Avenida Visconde do Rio Branco, no Centro, ficou fechado por pouco mais de um mês para obras de ampliação. Os pontos em frente à antiga loja da Leader (atual Loja Torra) e junto à Praça Arariboia serão desativados, e os ônibus passarão a parar no terminal para acessar a faixa da esquerda do novo corredor da Avenida Visconde do Rio Branco.
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O secretário de Mobilidade e Urbanismo, Renato Barandier, ressaltou que essa é mais uma importante entrega para a população, com melhorias ainda por vir:

"Por enquanto, é uma etapa viária que estamos entregando aqui no Terminal Sul. É uma ampliação de 50% da capacidade. Esse terminal tinha duas plataformas e passou para três. Com isso, ganhamos uma maior capacidade para receber mais passageiros e mais ônibus. Também reduzimos o conflito viário entre pessoas, carros e ônibus, melhorando a mobilidade. Entramos agora na etapa final, que inclui a sinalização completa, abrigos, bancos, lixeiras, bicicletários e paraciclos para que o terminal funcione plenamente. Porém, desde agora, os impactos na mobilidade e no trânsito já podem ser percebidos", destacou o secretário.

As alterações provocadas pelo fechamento do Terminal Sul impactaram a circulação de 23 linhas de ônibus. A Prefeitura de Niterói está investindo quase R$ 90 milhões para transformar toda a Avenida Visconde do Rio Branco e a orla da região central da cidade.

Além do prefeito e do secretário, participaram da abertura das vias do terminal a diretora da Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa), Leila Figueiredo, que representou o presidente Antônio Lourosa, o subsecretário de Urbanismo, Fabrício Arriaga, e operadores da NitTrans, que atuaram na operação de reabertura das vias e no monitoramento do tráfego no local.

Reurbanização - A reurbanização da Avenida Visconde do Rio Branco incluiu a expansão, agora concluída, do Terminal Sul. Antes dos aterros realizados no local, principalmente na década de 1970, o mar chegava até a avenida. A antiga orla se deteriorou, e a Baía de Guanabara ficou mais distante. Agora, por iniciativa da Prefeitura, a orla está sendo revitalizada e ganhando novas funcionalidades.

No trecho norte da avenida, o projeto incluiu o entorno do Mercado São Pedro, a implantação de baias e novos pontos de ônibus no canteiro central, além de ciclovia, paisagismo e arborização. Na Praça Arariboia, houve a desobstrução e ampliação do espaço para as laterais norte e sul da Estação das Barcas, com tratamento paisagístico e espaços de contemplação para a Baía de Guanabara.

As obras também requalificaram as vias no entorno da Concha Acústica, o acesso de entrada do Campus Gragoatá da UFF e a Rua Coronel Tamarindo. As intervenções chegaram até a praça em frente ao Castelinho e outra em frente ao Clube Gragoatá.

Ampliação do bicicletário - A Prefeitura de Niterói iniciará em breve a ampliação do Bicicletário Arariboia. O número de vagas para bicicletas no local passará de 446 para 960. O equipamento também ganhará dispositivos para carregamento de bicicletas elétricas. O investimento total na obra é de R$ 1,1 milhão. O bicicletário é gerido pela Coordenadoria Niterói de Bicicleta e conta atualmente com 18 mil usuários cadastrados.

Informações: O Dia

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Capitais brasileiras ganharam 280 km de ciclovias e ciclofaixas em 2024, diz levantamento

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

As capitais brasileiras ganharam 280 km de ciclovias e ciclofaixas entre em 2024, na comparação com o ano anterior, chegando a um total de 4.106,8 km. O aumento de 7,33%, no entanto, está abaixo do que as cidades poderiam investir para ampliar suas malhas cicloviárias.

É o que diz a Aliança Bike, responsável por consultar as prefeituras e produzir o levantamento, obtido com exclusividade pela Folha de S.Paulo. Os dados foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação e consideram o período de julho de 2023 a julho deste ano. A lista considera apenas as estruturas exclusivas para a circulação de bicicletas e separadas do espaço para veículos motorizados, excluindo, assim, as ciclorrotas.

São Paulo lidera com folga na extensão de malha, com 710,9 km de ciclovias e ciclofaixas, embora tenha acrescentado 21 km -um aumento relativo de 3,16%- até a data do levantamento. Atrás da capital paulista estão o Distrito Federal, com 551,5 km, que também teve o maior crescimento absoluto, adicionando 50,2 km às estruturas no período, e Fortaleza (443,1 km).

No outro extremo do ranking, Macapá (18 km), Porto Velho (23,5 km) e Manaus (28,1 km) têm as menores extensões. Outras cinco cidades ficaram estagnadas, e Vitória teve decrescimento. Segundo a entidade, o número pode ser explicado por alguma obra que interferiu em algum trecho de malha cicloviária.

Somadas, as capitais nordestinas têm a maior malha de ciclovias e ciclofaixas entre seus pares de outras regiões, com 1.287,3 km. A marca está ligada, segundo Daniel Guth, diretor-executivo da Aliança Bike, a uma forte cultura de uso da bicicleta.

Essas cidades têm uma cultura antiga de ocupação de espaços públicos, mais do que cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, tanto pela questão topográfica e pela facilidade de trânsito quanto pelo acesso barato, especialmente quando a produção nacional deslanchou no fim dos anos 1950. O outro lado da questão seria o transporte público insuficiente, aliado à baixa renda como barreira para a compra de carros.

O crescimento relativo e o de quilometragem a cada 100 mil habitantes foram maiores em Goiânia, com 78,2 km de ciclovias e ciclofaixas, sendo 31,1 adicionados no último ano. Mas o total da malha é baixo, segundo Guth, e pode estar relacionado à expansão das ciclovias junto a diferentes rodovias que cortam o município.

Já a prefeitura diz que tem investido na ampliação das ciclofaixas e que a gestão atual, de Rogério Cruz (Solidariedade), construiu 20,46 km dessas vias em áreas estratégicas da capital goiana.

“Uma das intervenções mais importantes é a conclusão do Anel Cicloviário em 2022, que liga a avenida T-63 e a avenida dos Alpes, duas das principais vias da cidade. O circuito possui 13 km de extensão e cruza alguns dos bairros mais populosos da cidade.”

O trecho, segundo contagens semestrais da prefeitura, tem apresentado aumento de usuários. Ainda, a gestão espera fazer até o fim do ano uma licitação para construir mais 48 km.

Os principais fatores para uso da bicicleta, segundo o especialista, estão associados a como a cidade cresce e se organiza.

“Nos ‘alphavilles’ da vida, Los Angeles, nos EUA, ou subúrbios, o nível pode ser plano, um tapete, mas vai ter baixo uso. Porque as distâncias são longas, o desenho é favorecido para o uso de carro e baixo adensamento [populacional].”

A classe política que quiser favorecer o uso de bicicleta, inclusive, precisa bancar a decisão, segundo Guth. Ele cita como exemplo o uso de bicicletas em Paris, patrocinado pela prefeita Anne Hidalgo, que superou o de carros em abril deste ano, segundo estudo feito por empresas públicas e privadas da região da capital francesa

“Em São Paulo, o problema é a falta de vontade política. Tem recurso, tem projeto, tem demanda e tem programa de metas.”

A cidade prevê, segundo a meta, chegar a mais 300 km de ciclovias e ciclofaixas no fim deste ano.

Procurada, a gestão Ricardo Nunes (MDB) afirmou que foram entregues 49,7 km de malha desde 2021, em um total de 743 km.

Outros 263 km estão em diferentes fases de implantação, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), sendo 90 km pela Parceria Público-Privada da Habitação, 15 km em contratos vigentes na pasta municipal de transportes e 158 km em uma licitação em andamento.

Informações: Jornal de Brasília

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No Rio, Lei permite uso de bicicletas elétricas em ciclovias e ciclofaixas

terça-feira, 27 de agosto de 2024

O prefeito Eduardo Paes (PSD) sancionou a lei que regulamenta o uso de bicicletas elétricas em ciclovias e ciclofaixas da cidade. A circulação só será permitida para veículos com pedal assistido, com velocidade máxima de 25 km/h e potência de até 350 Watts.

Segundo o texto, publicado no Diário Oficial de segunda-feira (26), fica permitida a circulação de equipamentos auxiliares de mobilidade utilizados para a locomoção de pessoas com deficiência e pessoas com mobilidade reduzida.

No entanto, a circulação de veículos ciclomotores, motonetas, motocicletas e triciclos não está permitida nas ciclovias e ciclofaixas. Somente as bicicletas elétricas, que devem respeitar as seguintes condições:

- Serem providas de sistema que garanta o funcionamento do motor somente quando o condutor pedalar, ou seja, o veículo deve ter pedal assistido;
- Desenvolvam velocidade máxima de 25 km/h;
- Potência máxima de até 350 W;
- Estar com sinalização noturna, campainha ou buzina, pneus em condições mínimas de segurança e de pedal.

Quem não respeitar as regras pode ser penalizado com uma multa no valor de R$ 1.000. Caso haja uma reincidência, o valor será o dobro. 

Segundo a Prefeitura do Rio, a nova regulamentação é complementar às normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), inclusive no que se refere à limitação de velocidade dentro das ciclovias. A prefeitura destacou que, através da Secretaria de Ordem Pública, da Guarda Municipal, da Secretaria de Transportes e da CET-Rio, já realiza reuniões para verificar a melhor forma de regulamentar a nova lei.

Aprovação na Câmara
O projeto, de autoria do vereador Dr. Gilberto (SDD), foi aprovado pela Câmara de Vereadores do Rio em junho deste ano. Segundo o parlamentar, a proposta foi construída depois do veto de Paes a um projeto mais rígido, aprovado em 2023, que vetava qualquer tipo de bicicleta elétrica.

"Modificamos, fizemos um novo projeto que permite a circulação de bicicletas elétricas que funcionem propulsão por pedal assistido. Permite-se também a circulação de veículos que auxiliem a mobilidade de pessoas especiais e com necessidades físicas. Acredito que esse projeto melhora a vida das pessoas que circulam pelas ciclovias da cidade", disse.

O vereador Pedro Duarte (Novo), defendeu a flexibilização incluída no texto, que autorizou bicicletas com acelerador, desde que tenham pedais. "Lutei, desde o começo, para manter a possibilidade de circulação de bicicletas com acelerador. Isso é essencial porque a bicicleta elétrica é bem mais pesada do que a comum, e, muitas vezes, o usuário ou usuária não tem força suficiente para avançar só pedalando. Felizmente, os vereadores concordaram comigo, aprovando uma emenda nesse sentido", pontuou.

Informações: O Dia

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Ciclovias e ciclofaixas avançam nas capitais brasileiras

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Mobilidade urbana, melhora na qualidade de vida, diminuição nas taxas de poluição, economia de tempo e dinheiro. São inúmeras as vantagens que a expansão das redes cicloviárias em grandes centros urbanos pode trazer. Apesar dos incontestáveis benefícios, a ampliação da malha cicloviária cresce em ritmo muito aquém da necessidade: no último ano, a malha de ciclovias e ciclofaixas nas capitais cresceu 4%, passando de 4.196 km em 2022 para 4.365 km em 2023 – um acréscimo de 169 km no período de um ano.

O monitoramento foi feito pela Aliança Bike (Associação Brasileiras do Setor de Bicicletas), que ouviu todas as prefeituras das capitais brasileiras por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). O período considerado pelo levantamento foi de junho de 2022 a junho de 2023.

Na média, cada uma das capitais brasileiras possui 161,7 km de ciclovias e ciclofaixas em 2023.

É importante ressaltar que os dados contemplam apenas as estruturas segregadas e exclusivas para a circulação de bicicletas. Por esta razão, ciclorrotas e outras estruturas compartilhadas com veículos motorizados não fazem parte dos 4.365 km totais considerados – apenas as ciclovias e as ciclofaixas estão incluídas no monitoramento.

“A construção de mais ciclovias e ciclofaixas é um ponto fundamental no incentivo à mobilidade e mostra o interesse dos municípios em trazer soluções para os deslocamentos urbanos. Oferecer segurança e local apropriado ao uso da bicicleta pode trazer mudanças positivas gigantescas no dia a dia das pessoas e das cidades, contribuindo em vários aspectos. Que esse viés de alta se mantenha e que avance em todas os municípios brasileiros”, comenta André Ribeiro, vice-presidente da Aliança Bike.

Todas as prefeituras das 26 capitais estaduais, além do Distrito Federal, foram ouvidas na pesquisa. Dentre as cidades que mais cresceram em quilômetros implantados, a que mais evoluiu em números percentuais foi Palmas-TO, com 39,8% de acréscimo. Em seguida estão Maceió-AL (aumento de 27%) e Brasília-DF com aumento de 20,8% – confira mais na lista logo abaixo.

Utilizando a comparação entre o volume de ciclovias e ciclofaixas e a população residente, o principal destaque é Florianópolis-SC, com 22,96 km a cada 100 mil habitantes. Na sequência, aparecem Brasília-DF, com 21,79 km a cada 100 mil habitantes, e Palmas-TO, com 20,48 km a cada 100 mil habitantes – veja mais na lista abaixo.

Neste comparativo com o número da população, São Paulo-SP aparece na 19ª posição – mesmo tendo a maior malha cicloviária segregada, com 689,1 km.

2023 é o segundo ano consecutivo em que a Aliança Bike realiza o levantamento das ciclovias e ciclofaixas das capitais brasileiras. O objetivo é construir uma série histórica, que funcione como uma base de dados para o acompanhamento da evolução da infraestrutura cicloviária brasileira. O monitoramento não analisa a qualidade das infraestruturas e não pode ser considerado sinônimo de toda a malha cicloviária do país, pois foram consideradas apenas as capitais

Capitais com a maior rede de ciclovias e ciclofaixas em 2023:

São Paulo-SP: 689,1 km
Brasília-DF: 636,89 km
Rio de Janeiro-RJ: 487 km
Fortaleza-CE: 419,2 km
Salvador-BA: 306,64 km
Curitiba-PR: 245,7 km
Recife-PE: 174,3 km
Florianópolis-SC: 131,86 km
Belém-PA: 116,5 km
Belo Horizonte-MG: 105,78 km

Maiores crescimentos (%) em ciclovias e ciclofaixas implantadas – de 2022 a 2023:

Palmas-TO: 39,8%
Maceió-AL: 27%
Brasília-DF: 20%
Teresina-PI: 12,8%
João Pessoa-PB: 12,27%
São Luís-MA: 11,11%
Campo Grande-MS: 9,57%
Florianópolis-SC: 8,47%
Rio de Janeiro-RJ: 8,22%
Boa Vista-RR: 7,85%

Maiores malhas cicloviárias em relação à população residente:

Florianópolis-SC: 22,96 km/100 mil habitantes
Brasília-DF: 21,79 km/100 mil habitantes
Palmas-TO: 20,48 km/100 mil habitantes
Rio Branco-AC: 20,44 km/100 mil habitantes
Vitória-ES: 19,49 km/100 mil habitantes

O que são ciclovias e ciclofaixas

Embora sejam estruturas segregadas dos veículos automotores, ciclovias e ciclofaixas possuem diferenças entre si. De acordo com o Anexo I do Código de Trânsito Brasileiro – e ratificado no Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, Volume VIII, Sinalização Cicloviária – ciclovia é uma “pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum”; e ciclofaixa é uma “parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica”.

Portanto, ciclovias podem usar grades, blocos de concretos, canteiros ou mesmo altura diferente da via de rodagem dos demais veículos para garantir uma segregação física.

Já as ciclofaixas funcionam na mesma pista de rolamento dos veículos automotores, mas com faixas pintadas exclusivas para ela. Podem contar com sinalização viária como tachões, balizadores e placas para delimitar o espaço específico para o tráfego de ciclistas.

Sobre a Aliança Bike – Associação Brasileira do Setor de Bicicletas

Criada em 2003 e formalizada em 2009, a Aliança Bike tem em seu escopo de atuação a defesa do setor e da economia da bicicleta no país, sempre visando o interesse coletivo. A entidade é formada por mais de  mais de 170 empresas e organizações associadas, abrangendo fabricantes, montadores, importadores, varejistas e lojistas, espalhados por mais de 20 estados.

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