CBTU investe em iluminação de LED nos trens

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Visando oferecer maior conforto para os seus passageiros, a CBTU João Pessoa continua modernizando a frota de veículos ferroviários. Nesta semana, a Companhia começou a operar com dois carros de passageiros iluminados com lâmpadas de LED. Ao todo 19 vagões receberão as luzes novas e a previsão é que em meados de junho todos já estejam instalados. O investimento é da ordem de R$ 17,5 mil.

Segundo o superintendente, Wladme Macêdo, mesmo com a chegada do VLT a CBTU não tem descuidado da sua frota antiga. “Nós continuamos investindo em modernização e melhorias dos nossos trens, como forma de beneficiar nossos usuários”, afirma. De acordo com o Coordenador de Manutenção da CBTU, Sérgio Marcenilo, a nova iluminação vai dar mais visibilidade aos usuários e as luzes fluorescentes usadas anteriormente serão reaproveitadas nas estações.

Essa mudança para a iluminação com lâmpadas de LED é fundamental para a economia, além disso, tem como base a sustentabilidade e o princípio ecológico. Ela traz vários benefícios como a longa vida útil, redução dos custos de manutenção, não emite radiação Infravermelha e Ultra Violeta e é resistente a vibração e impactos.

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Palmas é a primeira Capital do Brasil com ônibus preferenciais para mulheres


O tema da campanha “Palmas e suas lindas” é uma homenagem às mulheres que fazem da Capital uma das mais belas do País. Uma beleza que nada tem a ver com estereótipos, mas sim com toda a diversidade que Palmas possui. 

“A campanha é composta por várias ações que buscam valorizar as mulheres palmenses que muito contribuem para o desenvolvimento da nossa Capital”, ressalta o prefeito Carlos Amastha.

Ônibus

"Já está circulando pelas ruas da capital o ônibus 'Palmas e suas Lindas'.  A proposta faz parte de uma série de políticas públicas para as mulheres. O ônibus é preferencialmente para o público feminino e irá rodar pela cidade durante os horários de pico", destaca o secretário de Integração Social e Defesa do Consumidor, Tiago Andrino. 

Informações: Prefeitura de Palmas

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Trem bala japonês bate recorde enquanto o Brasil desmonta ferrovias

Semana passada, o trem bala japonês Maglev L0, bateu o recorde mundial de velocidade em ferrovias. A composição, de cinco vagões, atingiu uma velocidade de 603 quilômetros horários no dia 21 de abril. Foi um teste para a tecnologia que entrará em operação na próxima década. Espera-se que o Maglev L0 faça o trajeto entre Tóquio e Nagoya em 40 minutos e chegue à estação final, em Osaka em 1 hora e sete minutos. Concorrendo assim com o transporte aéreo.

O LO é um trem do tipo Maglev, que se desloca sustentado por um campo magnético. Ao contrário do trem bala convencional ele não tem rodas e por isso atinge velocidades maiores. Japão e Alemanha desenvolvem trens de levitação magnética desde a década de 1980, mas os japoneses estão mais adiantados. A linha magnética entre Tóquio e Osaka está em construção e só deve ficar pronta em 2027. Vai custar 5,5 trilhões de ienes, cerca de 46 bilhões de dólares. Oitenta e cinco % do trajeto será feito através de túneis o que aumenta os custos.

Mesmo para um país de primeiro mundo, como o Japão, é uma tecnologia muito cara. Para reduzir os custos os japoneses estão tentando vender o L0 para os americanos. Ele seria usado em uma ligação entre as cidades de Houston e Dallas, no Texas, e Washington e Baltimore. Esta semana o primeiro ministro japonês visitou o presidente Barack Obama para tentar convence-lo a apoiar o plano.

Trem bala brasileiro, só na fantasia

Aqui no Brasil o governo do PT sonhou com uma linha de trem bala ligando o Rio de Janeiro a São Paulo. Seria um trem mais convencional, como o Shinkansen japonês, sem levitação magnética e com uma velocidade em torno dos duzentos quilômetros horários. Mesmo assim o custo seria tão alto que nenhuma empresa se arriscou a entrar na aventura. Com o país a beira de uma recessão econômica o sonho do trem bala brasileiro vai continuar no terreno da fantasia. Nossa realidade é diferente, não somos um país de primeiro mundo como o Japão e a prioridade é recuperar nossa infraestrutura básica.

Enquanto o Japão avança para o futuro, o Brasil anda para trás. O DIÁRIO DO VALE do dia 15 de abril trouxe uma notícia inacreditável. As prefeituras de Barra Mansa, Rio Claro e Angra dos Reis pediram o fim da concessão ferroviária da Ferrovia Centro Atlântica. Elas querem desmontar tudo, arrancar os trilhos que restam e urbanizar a área. E isso acontece em uma época em que o país sofre com o gargalo na infraestrutura. A dependência exclusiva das carretas e das rodovias para escoar sua produção. É uma falta total de visão a longo prazo.

No passado até a CSN usou aquela ferrovia para enviar produtos para o porto de Angra dos Reis. Ela levou café e mercadorias agrícolas e poderia ser uma alternativa tanto para o transporte de cargas quanto para o turismo.

A parte mais cara, na construção de uma ferrovia, é a abertura do traçado e a instalação dos trilhos. Aqui no Brasil se destrói uma ferrovia que já estava pronta sob a alegação que não dá lucro. Não dá lucro aqui, no nosso país do Mensalão e da Lava Jato. No resto do mundo, e na América Latina, os trens continuam a funcionar como o principal meio de transporte de carga e passageiros. Até países pobres como a Bolívia mantem os seus trens funcionando. Eles são mais econômicos que o transporte rodoviário, uma única composição carrega o equivalente a dezenas de carretas, polui menos o meio ambiente e sofre menos com os efeitos adversos do clima.

Se o Brasil tivesse mantido a sua malha ferroviária, junto com a navegação de cabotagem (Aquela que acompanha a costa) não ficaria com sua produção agrícola apodrecendo nas estradas a cada greve de caminhoneiros. E economizaria milhões de reais, que poderiam ser gastos em outro tipo de projetos.

Antes de criar o trem bala magnético o Japão explorou ao máximo o potencial de suas ferrovias convencionais. O Brasil quer passar direto para o futuro, sem conservar os recursos do presente. E o resultado e o atraso e a estagnação. O “custo Brasil” de que falam os economistas.

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Linhas terão itinerários modificados em Olinda

Nove linhas que circulam pela Avenida Governador Carlos de Lima Cavalcante, em Olinda, terão seus itinerários alterados, a partir desta sexta-feira (15) até a próxima segunda-feira (18). A ação é devido à interdição da Avenida no sentido subúrbio/cidade para realização de uma obra da Compesa.

É importante lembrar ao usuário, que devido à modificação de itinerário apenas no sentido subúrbio/cidade, não haverá parada desativada. Confira abaixo as linhas e seu respectivo itinerário:

Linhas:

1950 - Engenho Maranguape/Varadouro 
1958 - Costa Azul 
1960 - Maria Farinha/Casa Caiada 
1982 - Conjunto Beira Mar/Derby 
1990 - Pau Amarelo/Varadouro 
1992 - Pau Amarelo 
1993 - Conjunto Praia do Janga 
1994 - Conjunto Beira Mar
1995 - Pau Amarelo (Bacurau) 
 
Alteração de itinerário

...Avenida Cláudio José Gueiros Leite (PE-001), Avenida Governador Carlos de Lima Cavalcanti, Avenida Coronel Frederico Lundgren, Rua Belo Horizonte, Rua Almirante Barroso, Avenida Governador Carlos de Lima Cavalcanti, Avenida José Augusto Moreira... 

Para mais informações, os usuários podem entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cliente, no 0800 081 0158. 

Informações: GRCT


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Rodoviários de Belém, Ananindeua e Marituba encerram paralisação

Os rodoviários de Belém, Ananindeua e Marituba encerraram nesta quinta-feira (7) a paralisação que havia começado na meia-noite de terça-feira (5). O sindicato do município aceitou a proposta de reajuste com ganho real de 1% acima da inflação medida pelo IPCM (índice de preços ao consumidor), que deve ficar em torno de 8,5%. Os rodoviários de Belém também conseguiram reajustes no auxílio da clínica e 10% de adicional em tickets alimentação.

A proposta acatada pelos sindicatos foi mediada pelo Ministério Público e Tribunal Regional do Trabalho. 

Segundo o sindicato dos rodoviários, os ônibus de Belém já voltaram a circular. Os coletivos de Ananindeua e Marituba voltam a circular às 3 horas da manhã de sexta-feira (8).

Informações: G1 PA

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Campinas recebe 41 articulados e acessibilidade vai a 81%

O sistema de transporte coletivo de Campinas recebe uma nova frota de 41 ônibus articulados nesta quarta-feira (6). O investimento da VB Transportes e Turismo – concessionária do transporte coletivo urbano da cidade – é de R$ 34 milhões e foi feito por meio de uma linha de financiamento do Banco Volvo e do Finame do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os 41 novos ônibus serão entregues à cidade hoje (6), às 10h30, pelo diretor da VB Transporte e Turismo, Belarmino da Ascenção Marta Júnior. A cerimônia acontecerá na Pedreira do Chapadão, com as presenças confirmadas do prefeito Jonas Donizete e do secretário de Transportes, Carlos José Barreiro.

“Com os novos veículos, a idade média cai para 3,8 anos. Serão beneficiados cerca de 1 milhão de passageiros por mês nas linhas de cor azul clara do Sistema InterCamp, que compreende a região do Ouro Verde, Vila União, Corredor Amoreiras, Campo Belo e Aeroporto de Viracopos”, diz Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), à qual a VB é associada.

Acessibilidade chega a 81%

Os 41 veículos são acessíveis. Com os novos ônibus, sobe para 81% o índice de acessibilidade na frota. Os ônibus são dotados de piso rebaixado ou elevador, para acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e balaústres emborrachados para direcionamento ao botão de parada.

Além disso, têm botão de parada com indicação em braile; espaço para cadeirantes; bancos para idosos, obesos e gestantes e encostos dos bancos mais altos, oferecendo maior conforto e comodidade aos usuários.

“Os ônibus articulados incorporam tecnologia de ponta no transporte coletivo. Eles têm capacidade para 159 passageiros, contra 70 nos ônibus convencionais. Isso representa ganhos significativos para a melhoria do sistema”, afirma Belarmino da Ascenção Marta Júnior, diretor da VB.

De acordo com Paulo Bradal, outra vantagem dos articulados é sua vida útil, bem mais longa que os ônibus convencionais, por terem suspensão mais reforçada. Com a entrada em operação dos novos veículos, a acessibilidade na frota da VB chega aos 81%. As linhas que receberão os novos ônibus são a 1.17 - DIC VI – Corredor Central, 1.31 - Terminal Vida Nova e 1.90 - Jardim São Domingos.

Também serão beneficiadas com o investimento as linhas 1.54 - Terminal Vila União, 1.64 - Parque Tropical, 1.16 - Terminal Ouro Verde, pois os ônibus que operavam nos trechos que receberão os novos articulados serão remanejados. A mudança irá permitir que as linhas 1.54, 1.64 e 1.16 passem a operar com 100% da frota com veículos articulados nos dias úteis. Até agora, a 1.54 e a 1.64 operavam com ônibus articulados e convencionais enquanto a linha 1.16 contava apenas com ônibus convencionais.

Os novos ônibus, modelo Volvo B 340, que, segundo Bardal é um dos mais modernos da categoria. Contam com motor eletrônico, computador de bordo com diagnóstico de falhas e suspensão pneumática com controle eletrônico. Dispõem ainda de freios a disco com ABS e controle de tração e caixas de câmbio automáticas. Emitem menos poluentes, são mais confortáveis e geram menos ruídos.

Informações: Correio RAC


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No Rio, BRT Transoeste cheio de remendos aumentam risco de acidentes

Lombadas, rampas, quebra-molas, limitadores de velocidade ou operações tapa-buracos mal feitas? Motoristas do BRT Transoeste observaram uma multiplicação de calombos no corredor nas últimas semanas e alertam que o desconforto das viagens é o de menos. Para eles, mais grave é o risco de acidentes.

Na Alvorada — na descida paralela à Avenida das Américas —, um remendo executado pela Secretaria Municipal de Conservação criou lombadas onde o BRT precisa frear para entrar no terminal. Segundo os condutores, além de provocar avarias nos ônibus, os desníveis no asfalto prejudicam a frenagem.

“Quando o ônibus salta na lombada, perde a aderência para parar e, ao aterrissar com todo aquele peso, sua velocidade aumenta em vez de diminuir”, explicou um motorista, que preferiu não se identificar.

Os condutores dizem que o pior trecho, de três quilômetros, fica entre as estações Magarça e Mato Alto, no sentido Alvorada. “Entre as duas pontes dos rios Piraquê e Valão das Cinzas, até chegar ao Mato Alto, temos que andar a menos de 40 km/h. Quem corre coloca em risco as peças do BRT”, relata um deles.

O motorista contou que dois bolsões de ar (tipo de suspensão) de um ônibus estouraram quando o veículo bateu com força em uma uma lombada feita na semana passada no Túnel da Grota Funda.

“Na terça feira, a equipe da Secretaria de Conservação voltou lá e ainda colocou mais uma camada de asfalto.” Há ainda lombadas nas proximidades do Américas Shopping e das estações Embrapa e Mato Alto.

“A pista tem que ser o mais livre possível para que a segurança seja máxima”, diz Luis Antônio Lindau, especialista em BRT da Embarq Brasil.

A Secretaria de Conservação afirmou que vai solicitar vistorias aos técnicos e, caso fiquem comprovados problemas, serão programados serviços pontuais. Afirmou ainda que duas mil toneladas de massa asfáltica devem ser utilizadas até setembro para pavimentar trechos inteiros entre as estações Pingo D’Água e Magarça.

O Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento recomenda pavimentação em concreto (o Transoeste foi feito em asfalto) para reduzir desgaste dos veículos. A secretraria explica que a pista foi feita com um pavimento resistente e adequado para cargas pesadas.

O produto tem muitos benefícios, como por exemplo permitir a rápida liberação da via — fundamental no sistema de BRT para que os ônibus possam continuar operando na pista exclusiva. “Foi uma opção técnica”, diz em nota.

Informações: O Dia Online

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Estação do metrô em Pirajá já tem mais de 70% de suas obras concluídas

O local vai funcionar como o centro operacional das Linhas 1 e 2. Já na área do complexo de manutenção dos trens, o índice é de 58%.
“As obras nessa região tem uma complexidade muito grande, sobretudo nesse período de chuvas, mas estão andando num ritmo acelerado”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, nesta quarta-feira (6/5).

As intervenções na área serão concluídas em junho, com a inauguração da estação prevista para julho. 

Na região, que vai funcionar como ‘cérebro operacional’ do metrô, vão ficar instaladas a oficina para reparo nos trens e também uma área para realização de manutenções mais simples, como limpeza, além do Centro de Controle Operacional (CCO) e toda a parte administrativa do metrô.

A área total de intervenções em Pirajá é de mais de 150 mil metros quadrados.
Desde que o sistema metroviário de Salvador foi transferido para o Governo da Bahia, em abril de 2013, a obra do metrô ganhou um ritmo acelerado e, pouco mais de um ano depois, em junho de 2014, os trens começaram a rodar em operação assistida.

Desde o período até agora, o metrô já transportou cinco milhões de passageiros. O trecho em operação da Linha 1 compreende as estações Lapa, Campo da Pólvora, Brotas, Acesso Norte, Retiro e Bom Juá.

Com investimento de R$ 3,6 bilhões para a conclusão da Linha 1 e implantação da Linha 2, o metrô chegará ao Aeroporto Internacional de Salvador em 2017.

Está previsto ainda o investimento em um novo trecho de Pirajá à Águas Claras, com extensão de 5,5 quilômetros. Desta forma, em 2017, a linha completa do metrô terá 41 quilômetros.

Informações: Tribuna da Bahia


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Google Maps agora mostra ciclovias de cidades brasileiras

Disponível desde 2010 nos EUA e 2012 na Europa, o recurso do Google Maps que mostra as ciclovias e rotas para ciclistas disponíveis nas cidades agora foi liberado para usuários brasileiros.

A visualização das ciclovias e ciclofaixas está disponível no menu de opções principal, na lateral esquerda. A opção "De Bicicleta" agora revela os trajetos disponíveis para tráfego seguro.

Entretanto, funcionalidade não será capaz de traçar a melhor rota que pode ser percorrida de bike para chegar a determinado local (como faz com as outras opções de meio de transporte), nem integrar seus trajetos com transportes coletivos que podem abrigar as bicicletas.

O recurso se propõe a revelar todas as vias destinadas ao tráfego de ciclistas. Os mapas das cidades de São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Salvador no aplicativo já revelam as rotas especiais.

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Câmara do DF aprova empréstimo para três estações e 10 trens do Metrô

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou na tarde desta terça-feira (5) o projeto de lei que autoriza o GDF a contratar empréstimo de R$ 737,1 milhões junto à Caixa Econômica Federal para a compra de dez novos trens para o Metrô. O texto foi enviado no início de abril pelo Poder Executivo com regime de urgência, mas sofreu rejeição entre os distritais.

O texto foi aprovado em votação simbólica em dois turnos com a presença de 17 deputados. Nenhum dos parlamentares em plenário manifestou oposição à proposta. Pela manhã, a Comissão de Orçamento e Finanças aprovou o substitutivo ao texto original do Buriti. O GDF precisa submeter o pedido de empréstimo ao banco.

O texto original também autorizava a contratação com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mas o GDF diz que a operação com a Caixa oferece "menor exigência de contrapartida financeira". A garantia dada pelo governo é a arrecadação de ICMS.

 A compra dos novos trens faz parte do processo de expansão do sistema metroviário do DF. Em março, o Metrô disse ao G1 que abriria uma licitação para a conclusão das estações da 104 Sul, 106 Sul e 110 Sul.

As paradas começaram a ser construídas junto com as demais, em 1991, mas não foram abertas por falta de demanda. A inauguração das três estações obedece a uma diretriz do Plano Diretor de Transporte Urbano.

Para a conclusão das obras nas novas estações são necessárias intervenções como a finalização do acabamento, instalação de equipamentos e construção da passarela de pedestre ligando os eixos W e L. A construção deve durar dois anos e deve ser feita com recursos do PAC, ao custo de R$ 78,9 milhões.

Um estudo do Metrô aponta que mais 8,4 mil pessoas devem passar a usar os trens todos os dias, com a abertura das três estações. Atualmente o sistema conta com 140 mil usuários e funciona de segunda a sábado, das 6h às 23h30, e das 7h às 19h, aos domingos e feriados. O órgão também estuda ampliar o funcionamento nestes outros dias.

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