Empresas de ônibus de Curitiba dizem estar operarando no vermelho

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Lembrada pelos constantes atrasos de pagamentos por parte da Urbs, a debilidade das finanças do sistema de transporte coletivo de Curitiba e região metropolitana pode ser ainda mais grave. Mesmo tendo recebido, de 2011 para cá, R$ 241 milhões como lucro, as empresas alegam que o sistema está mais deficitário do que o previsto.

O contrato assinado após a licitação previa investimentos em garagens, novos veículos e renovação da frota que já existia na cidade. Segundo as empresas, foram investidos R$ 877 milhões naquele ano para atender esse item contratual. Ocorre que as projeções das empresas para despesas e receitas não estariam se concretizando. Com isso, o déficit atual que deveria ser de R$ 485 milhões está em R$ 760 milhões – 57% a mais do que o previsto.

Além disso, apesar da receita 5% maior do que a projetada, os empresários alegam que tiveram R$ 2,2 bilhões em custos de 2010 para cá – 16,6% a mais do que o previsto (R$ 1,8 bilhão).

A Urbs diz reconhecer nessas projeções apenas uma demonstração da capacidade dos consórcios que participaram da licitação e afirma que a tarifa técnica é o único instrumento válido a partir da assinatura do contrato. Essa tarifa é um valor calculado com o custo por quilômetro, os passageiros transportados e a quilometragem percorrida. Nela, entra uma porcentagem de lucro denominada ‘rentabilidade justa’.

O peso da rentabilidade justa variou ao longo dos primeiros quatro anos de contrato por causa das alterações no valor e na base de cálculo da tarifa técnica. Na composição de custos do edital, ela seria de 10,75 %. Mas hoje está em 11,44%. Pela média anual dessa taxa, de janeiro de 2011 a 30 de novembro de 2014, o lucro repassado foi de R$ 241 milhões. Mas toda essa quantia, dizem os empresários, teria sido destinada a custos da operação e investimentos.

Sem lucro e com um saldo negativo maior do que o esperado, o setor não realizou qualquer investimento neste ano. Em outubro do ano passado, as empresas conseguiram uma liminar na Justiça que as desobrigava de investir na renovação da frota que circula na cidade. Essa liminar ajudou a empacar, por exemplo, a implantação do Ligeirão Norte, que demanda a aquisição de 24 novos veículos.

Contraponto

Quem trabalhou nas recentes auditorias do setor garante que os dados informados pelos empresários estão superestimados. “As empresas não investem o que deveriam e os custos de operação não são auditados. O resultado disso é qualidade em queda, custos aumentando e quantidade de passageiros diminuindo”, disse um técnico que esmiuçou documentos do setor e pediu anonimato para não atrapalhar as fiscalizações que buscam anular a licitação de 2010.

De 2010 até 2013, a quantidade média diária de passageiros transportada pela RIT caiu 3%. A qualidade também pode ser questionada. Em julho de 2013, a Urbs havia divulgado que as empresas do setor cumpriam integralmente apenas um de cinco indicadores de qualidade. Pelo contrato, em caso de descumprimento desses itens, 3% do valor devido às empresas pode ser retido. Dois meses depois, os empresários conseguiram uma liminar para que o valor não fosse descontado sem que antes eles pudessem se manifestar.

Em São Paulo, auditoria indica que lucro das empresas cairá

Com a aproximação do fim do contrato de concessão dos ônibus de São Paulo, a prefeitura da capital paulista contratou a Ernest & Young para auditar o sistema do município. Uma das conclusões a que os auditores chegaram é de que o lucro dos empresários deve cair até um terço na próxima licitação. A margem média de lucro por lá foi de 18,6% ao ano. As informações são da Agência Brasil.

À época da licitação de São Paulo, a margem de 18% era considerada satisfatória para concessões públicas. Mas esse porcentual vem caindo e hoje há concessões que giram em torno de 7% de lucro ao ano. A nova licitação deve ocorrer em 2015.

O secretário dos Transportes de São Paulo, Jilmar Tatto, já afirmou que o lucro dos empresários deverá ser menor que os atuais 18,6%, mas não cairá ao patamar de 7%. “Com certeza não será 18%, mas há o risco de operar em São Paulo. Não é como um pedágio Rio-Niterói [em que a taxa de retorno é por volta de 7%]”.

Além da taxa de lucro, a auditoria concluiu que os custos do sistema paulista podem cair 7,4%. Isso porque, segundo os auditores, as empresas estariam deixando de realizar uma em cada dez viagens programadas sem que essa viagem fosse descontada dos custos.

Para Urbs, operadoras projetaram mais passageiros sem melhorar a qualidade

Procurada pela reportagem para comentar o assunto, a Urbs disse que as empresas de ônibus colocaram em suas projeções um aumento gradual de passageiros pagantes como receita, mas não melhoraram a oferta. Disse também que o risco do negócio é das concessionárias e não pode ser absorvido pelo poder público.

A empresa que administra a RIT informou ainda que o fluxo de caixa apenas é uma demonstração da capacidade de execução da proposta comercial de cada proponente à época da licitação e que a regra do edital, aceita pelos consórcios vencedores da licitação, é baseada no custo por quilômetro.

Sobre a alegação das empresas de que a Urbs reajusta a tarifa técnica com parâmetros abaixo do previsto em contrato, a empresa informou que a licitação foi realizada por custo quilômetro e não por fluxo de caixa justamente para evitar o engessamento do sistema durante os 15 anos de contrato, permitindo adequações operacionais sempre que necessário.

Por Raphael Marchiori
Informações: Gazeta do Povo
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Emdec lança pesquisa sobre Mobilidade Urbana para elaborar Plano Viário

A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Transportes / Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), realiza a partir desta segunda-feira, 15 de dezembro, uma pesquisa on-line sobre Mobilidade Urbana, em parceria com a organização de sustentabilidade World Business Council for Sustainable Development (Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável - WBCSD).

Todos os moradores de Campinas, assim como quem vem com frequência ou eventualmente à cidade, poderão responder a 46 questões, distribuídas em 23 telas. A participação será importante para o planejamento da mobilidade a curto, médio e longo prazos. O objetivo é conquistar uma circulação mais fluida, integrada e sustentável, priorizando o transporte coletivo e não o motorizado.

Além de cumprirem ativo papel na concepção do Plano Viário, os entrevistados concorrerão a oito bicicletas Caloi Montana aro 26 (21 velocidades) e a um tablet Samsung Galaxy Tab 3 modelo T110N. Um segundo tablet será sorteado somente entre as pessoas com deficiência física; já as pessoas com deficiência visual poderão ganhar a "caneta falante” Pentop, que ajuda a reconhecer objetos e a identificar valores em dinheiro.

Os prêmios serão sorteados no dia 20 de fevereiro de 2015, na sede da Emdec, que fica na Rua Dr. Salles Oliveira, 1.028, Vila Industrial. O número de cada questionário preenchido será depositado em uma urna, de onde sairão os vencedores. O regulamento completo encontra-se disponível no endereço eletrônico www.emdec.com.br/pmu.

Para participar da pesquisa, basta preencher dados básicos (CEP, sexo, idade, grau de instrução, situação profissional, renda familiar, quantas pessoas e veículos há na residência) e selecionar respostas a questões como:


- Que passes do transporte público coletivo possui (Bilhete Único, Bilhete 1 Viagem, Bilhete 2 Viagens);
- Quantas vezes se deslocou/viajou semana passada a trabalho/estudo e lazer;
- Qual foi o principal meio de transporte utilizado;
- Horário, distância e tempo médio de deslocamento;
- Satisfação com os serviços prestados, caso tenha restrições físicas de mobilidade ou deficiência visual, e as dificuldades que encontra para exercer a mobilidade;
- Satisfação com serviços de entrega a domicílio;
- O que considera mais importante e a satisfação com diferentes quesitos do transporte coletivo;
- Se dirige carro, moto, bicicleta e como avalia dirigir, pilotar e pedalar nas vias da cidade;
- Se anda a pé e a avaliação da comodidade ao caminhar, considerando as calçadas;
- Questões sobre praças e espaços públicos;
- Sensação de segurança ao se deslocar.


Os questionários respondidos serão enviados on-line à WBCSD, responsável pelo processamento.

Plano Viário do Município

A WBCSD (www.wbcsd.org, em inglês) está compondo vários indicadores para dar subsídios ao Plano Viário do Município. A organização oferece ferramentas, metodologias e princípios em prol de práticas sustentáveis. Possui 60 conselhos nacionais e regionais em 36 países, de 22 setores industriais, com 200 multinacionais parceiras. Empresas como a Pirelli a patrocinam.

A Emdec, com o apoio de secretarias como a de Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo e de órgãos como a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), vem levantando dados para 21 indicadores, como acessibilidade, acidentalidade, emissão de poluentes e tempo de viagem. Essas informações compõem a planilha da WBCSD que diagnostica a sustentabilidade em Campinas.

A planilha é quantitativa – com estatísticas da frota de veículos automotores, por exemplo – e qualitativa – possui pesquisas de opinião. Os números são planificados em um gráfico circular, sendo os indicadores como raios desse círculo. À medida que cada indicador alcança a extremidade, mais circular torna-se o gráfico. Um círculo perfeito expressa a Mobilidade Urbana ideal.

Informações: Prefeitura de Campinas

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População enfrenta três horários de pico no trânsito do Rio

Encontrar soluções para a crise da mobilidade urbana é um dos principais desafios para o poder público. Segundo uma pesquisa da Secretaria Estadual de Transportes, a população que circula pela Região Metropolitana passou a enfrentar três horários de pico no trânsito e não apenas no começo da manhã e no final da tarde. Segundo a pesquisa, a hora do rush também acontece atualmente ao meio-dia, no horário de almoço e de saída e entrada das escolas. Os dados foram mostrados com exclusividade pelo Bom Dia Rio na manhã desta segunda-feira (15).

As principais vias da cidade têm enfrentado grandes congestionamentos nesses três horários. Vias importantes como: Avenida Brasil, Ponte Rio-Niterói, Avenida Francisco Bicalho, Linha Vermelha, Linha Amarela e Avenida das Américas têm recebido mais veículos do que podem suportar.

Ainda de acordo com o estudo, quem usa transporte público sai mais cedo de casa, a maioria pouco antes da 6h. “É terrível, ônibus lotado, trânsito parado e final de ano vai complicar ainda mais”, afirmou um passageiro. O número de carros e de motos na rua é maior uma hora mais tarde, por volta das 7h. Na volta para casa, todo mundo parece sair junto do trabalho, concluiu a pesquisa. O maior movimento se concentra às 17h.

Uma das constatações é que na última década a proporção de pessoas que usa o transporte individual - carros e motos – aumentou e a procura pelo transporte coletivo é proporcionalmente menor. O Rio teve avanços em algumas áreas, mas ainda precisa melhorar muito.

“A solução aqui é cada vez mais investimento em transporte de alta capacidade. Quando você tem cada vez mais pontual, com conforto compatível obviamente com metrô, trem, barcas, naturalmente as pessoas se deslocam para o transporte público. Essa é a solução de mobilidade não é só no Rio de Janeiro. Ainda não temos o conforto que a população merece, mas temos uma situação infinitamente melhor que em 2003 e 2007”, afirmou a secretária estadual de Transportes, Tatiana Vaz Carius.

Procura por transporte individual está maior
Em 2003, o transporte individual era utilizado por 25,8% da população, enquanto o transporte coletivo era a alternativa para 74,2% das pessoas. Já num estudo feito em 2012, 28,5% da população passou a fazer uso dessa alternativa e 71,5% usavam o transporte coletivo.

Em função disso, o tempo médio diário gasto pelos motoristas de carro subiu 32%. Quem escolhe o transporte público, vai mais rápido, já que o Rio ganhou corredores exclusivos para ônibus e abriu caminho para veículos articulados com capacidade maior. Já os carros, espremidos, andam cada vez mais devagar.

Novas composições chegaram para o metrô. Mas o aperto continua. “Eu acordo cedo porque se eu passar das 5 horas, aí ja era”, diz um passageiro. Trens chineses circulam nos trilhos da Supervia, mas renovação completa só acontecerá em 2016. “Nem todas as composições tem ar condicionado. Esse tempo agora, verão chegando e muito calor. Complicado!”, afirmou um usuário.

A frota das barcas aumentou, mas o número de passageiros também. O ciclista ganhou espaço, mas ainda falta interligar as ciclovias espalhadas pela cidade. Na última década, a proporção de pessoas que sai de casa a pé ou de bicicleta caiu e na escolha entre o carro ou transporte público, não é difícil saber quem levou vantagem.

Os deslocamentos a pé ou de bike caíram mais de cinco pontos percentuais, de 37% para 31,8%. As viagens de carro subiram de 16,3% para 19,5%. Já as de transporte público, de 46,6% para 48,7%. Uma cena muito comum é o motorista sozinho. Mas cada pessoa em um carro ocupa o espaço de 12 passageiros no transporte público. As ruas ficaram pequenas para tantos motoristas e pra conquistar os passageiros os transportes públicos precisam que melhorar.

Informações: G1 Rio

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Em João Pessoa, Faixa exclusiva de ônibus na Epitácio Pessoa é aprovada pela SEMOB

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP) deu início este mês à operação da faixa exclusiva de circulação de ônibus na Avenida Epitácio Pessoa. São 4,5km, totalizando atualmente mais de 7 quilômetros de via reservada ao transporte coletivo de passageiros na Capital.

A diretoria da Semob avaliou positivamente os primeiros quinze dias da faixa exclusiva que vai proporcionar mais agilidade e rapidez ao usuário do transporte coletivo.

O critério para definição do trecho escolhido foi o número de linhas que circulam no corredor e a existência de vias alternativas para os demais veículos.

“Para os primeiros dias, consideramos bastante positivo. João Pessoa está de parabéns, pois a sensibilidade da população para o respeito à via exclusiva de ônibus é detectada facilmente”, afirmou o superintendente executivo de mobilidade urbana, Roberto Pinto.

Central de Monitoramento - Por meio da Central de Monitoramento da Semob, também está sendo realizado o acompanhamento da faixa exclusiva. De acordo com uma amostra colhida na última semana, de 30.108 veículos contados, 89,58% respeitaram naturalmente a faixa exclusiva.

A estratégia da Semob desde a sua implantação foi dividir o período adaptativo em etapas, com estratégias diferentes. No primeiro momento, apenas a divulgação na grande mídia e a própria sinalização em cor diferenciada chamaram a atenção dos condutores e resultou de forma mais que satisfatória.

Foi divulgada ainda as rotas alternativas para os veículos particulares por vias paralelas a Epitácio Pessoa, para dividir o fluxo de veículos, como o binário formado pelas Avenidas Rio Grande do Sul e São Paulo; Av. Julia Freire, Juarez Távora e Almirante Barroso.

A equipe da Divisão de Educação da Semob irá atuar nos próximos dias com a distribuição de panfletos e abordagem aos condutores. A expectativa é aumentar ainda mais o índice de respeito natural (sem aplicação de multas) até o mês de janeiro, com ações localizadas.

O pedreiro Fernando da Costa Santos, que mora no bairro São José e todo dia utiliza o ônibus, aprovou a faixa exclusiva. “Eu achei muito bom. A viagem ficou um pouco mais rápida porque os outros carros não podem andar na faixa do ônibus, então a gente demora menos pra ir trabalhar e voltar pra casa”, disse.

Palestras - A Divisão de Educação da Semob realizou uma série de palestras com os motoristas das empresas de transporte coletivo com o objetivo de informar e orientar os operadores quanto ao uso correto da faixa exclusiva. As exposições foram realizadas nas empresas até o dia 12, nos turnos da manhã e tarde.

Sheyla Teotônio, chefe da Seção de Qualificação de Operadores da Semob, disse que as palestras foram nas empresas Santa Maria, São Jorge, Mandacaruense, Marcos da Silva, Transnacional e Reunidas.

“Nos encontros abordarmos o uso correto da faixa exclusiva, quem poderá transitar por ela, como facilitar a entrada e saída dos veículos dos lotes lindeiros e dos logradouros, além do comportamento dos operadores para transitarem de maneira segura, evitando riscos de acidentes,” frisou a educadora.

O motorista da empresa Santa Maria, Ivanildo Costa, de 49 anos, ressaltou a importância da ampliação da faixa de ônibus, que facilitou o serviço e a vida dos passageiros na diminuição do tempo de espera nas paradas.

“Eu avalio como uma iniciativa muito boa da Prefeitura de João Pessoa que vai melhorar significativamente nossas viagens”, afirmou o condutor com 20 anos de profissão.

Informações: Paraíba Online

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Tarifa de ônibus de Aracaju pode ser reajustada

As empresas que exploram o sistema de transporte coletivo da região metropolitana já estão se mobilizando para reajustar a tarifa, atualmente fixada em R$ 2,35. O pleito dos empresários já foi encaminhado para a Prefeitura de Aracaju, mas está engavetado na Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) de Aracaju. “Do mesmo jeito que eles entregaram, está lá. Não abri”, diz o superintendente Nelson Felipe da Silva Filho.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município de Aracaju (Setransp) não divulgou o valor solicitado. A assessoria de comunicação esclareceu que foi encaminhado à SMTT, como de praxe anualmente, uma planilha com atualizações dos insumos, pessoal e frota, isto é, o custo do sistema de prestação de serviço do transporte coletivo. O superintendente Nelson Felipe revelou que já fez comunicado ao prefeito João Alves Filho (DEM), que ainda não se manifestou.

Nelson Felipe disse que só abrirá o documento para analisar as planilhas enviadas à prefeitura pela classe empresarial depois que receber autorização expressa do prefeito. “O prefeito nem deu autorização para analisar”, revela o superintendente.

A secretária municipal da Defesa Social e da Cidadania, Georlize Teles, informou que a SMTT só vai autorizar o reajuste depois que as planilhas forem analisadas e após aprovação da Câmara Municipal de Vereadores. “A lei manda que os vereadores aprovem e deve ser cumprida”, diz a secretária.

Por Cássia Santana
Informações: Infonet

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