Faixas exclusivas de ônibus dobram circulação de pessoas em avenidas de São Paulo, diz especialista

domingo, 1 de setembro de 2013

As faixas exclusivas para ônibus inauguradas recentemente em São Paulo permitem tranportar o dobro de pessoas em algumas das principais avenidas da cidade, afirma o engenheiro e especialista em mobilidade urbana Horácio Augusto Figueira. 

Pela conta do engenheiro, em uma avenida de três faixas — Paulista, Faria Lima e Rebouças, por exemplo —, circulam, em média, 700 carros por hora e por faixa, o que resulta no transporte de, aproximadamente, 1.000 pessoas, já que a capacidade dos veículos é de 1,4 passageiro. 

As três faixas somariam, então, 3.000 usuários na avenida

Ao se tirar a faixa da direita e destiná-la só para o ônibus, a via ficaria com apenas duas faixas para carro, que transportariam 2.000 pessoas. 

No entanto, por hora, a faixa de coletivos permite a circulação de 80 ônibus transportando 50 usuários, o que totaliza 4.000 pessoas em uma única faixa. Ao somar esse resultado com as outras duas voltadas para carros, as vias transportam 6.000 pessoas, ou seja, o dobro da primeira situação, como comentou o engenheiro.
— Na mesma avenida, sem destruir o meio ambiente, sem desapropriar ninguém, sem fazer túnel, elevado, viaduto, ponte, sem gastar milhões inúteis, eu consegui dobrar a capacidade de transporte daquela avenida em número de pessoas por hora.

O especialista argumenta que esse número pode ser ainda maior se na via exclusiva para ônibus circulassem coletivos biarticulados, transportando 100 pessoas por veículo. Depois de uma hora, 8.000 passageiros teriam passado pela faixa e, somadas às outras duas vias, a avenida registaria 12 mil clientes, o quádruplo do primeiro número.

A cidade de São Paulo ganhou, na última segunda-feira (26), mais de 12 faixas exclusivas para ônibus, que totalizam 6,7 km. Os diversos trechos são apenas uma parte das diversas instalações que a prefeitura de São Paulo tem feito na capital. Até agosto, o município soma 257,41 km destinados só para os coletivos, dos quais 135,32 km implantados em 2013.

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As faixas exclusivas têm agradado os usuários. Paulo Sérgio Mendes, um dos passageiros dos coletivos municipais, aprovou a ideia.

— Está melhor e mais rápido. É bom para a população de São Paulo, que chega mais cedo em casa. 

No entanto, outros usuários defendem, antes de mais nada, a melhoria no transporte público, como afirmou Flávia Soares, que também utiliza os ônibus da capital.

— Não adianta querer que as pessoas usem o transporte público se é ruim. Os ônibus, o metrô e o trem estão sempre cheios. Primeiro precisa melhorar o transporte público para depois tentar fazer alguma coisa para as pessoas usarem.

Heitor Augusto Neves, outro passageiro, também vê a situação da mesma forma.

— Eu acho importante, mas paralelo a isso deveria ter investimentos no transporte público. Se tivesse investimento, diminuiria o número de carros nas ruas.

Além da falta de melhorias nessa área, os motoristas dos ônibus também reclamam da invasão de carros nas faixas, o que prejudica o fluxo dos veículos no trecho. Milton Domingues Portella, um dos condutores, comentou o que vê diariamente pelas ruas da cidade.

— Do hospital Rubem Berta até a esquina da avenida Indianópolis com a [avenida Professor] Ascendino Reis você vê os carros invadindo a faixa. O pessoal não quer nem saber. Se vai dar multa ou não, que "dane-se".

CET multa 708 em faixa de ônibus de SP em um dia

O motorista de coletivos Eduardo Luís dos Santos, também afirmou que, mesmo com a fiscalização da SPTrans (São Paulo Transporte) e da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), os motoristas invadem a via exclusiva. Ele problematiza também outro fator.

— O trânsito melhorou, mas deveria colocar todo o tempo, não só as três horas, em tempo permanente, como na 23 de maio.

Esta é exatamente umas das questões levantadas pelo especialista em trânsito. Para Figueira, os diferentes horários das faixas confundem a cabeça do usuário do automóvel.

— Tem rua que é das 6h às 9h, outra é das 6h às 22h, algumas é só pico da manhã e tarde, então é só trocar o horário na placa. É fácil mudar isso, na medida que a coisa vai dando certo. Com isso, se eu sair de casa às 7h vai ter faixa exclusiva. Se eu sair 12h vai ter faixa exclusiva. Se eu sair 17 h vai ter faixa exclusiva. Não pode ser algo quebra-galho, só três horinhas de manhã, é muito pouco.

O engenheiro afirma ainda que, de acordo com a pesquisa OD (Origem e Destino) do Metrô, realizada em 2007, com dados sobre as viagens dentro do município de São Paulo, as quinta e sexta horas mais carregadas do dia são das 12h às 13h e das 13h às 14h, horários frequentemente não atendidos pelas faixas. 

— Você tem três picos hoje, na verdade. É o pico da manhã, pico da tarde e o pico do almoço. Incluir o sábado também é muito importante.

Figueira argumentou também que a maior velocidade dos ônibus já é um grande atrativo para a população. Para ter uma noção sobre o assunto, de acordo com um levantamento feito pela CET no corredor Norte/ Sul referente aos trechos 2 e 3 da faixa exclusiva, entre 12 e 16 deste mês, a velocidade dos coletivos aumentou 50% nos períodos da manhã, entre pico e da tarde.

De acordo com a pesquisa, o melhor desempenho da velocidade foi observado no sentido centro, no período da tarde, onde a velocidade média saltou de 12,72 Km/h para 23,25 Km/h. Um ganho de 83%. Já nos picos manhã, a melhoria foi de 59%, passando de 13,26 km/h para 21,13 km/h. No entre pico, a velocidade média dos coletivos aumentou 67%, de 14,64 km/h para 24,46 km/h. 

Faixa exclusiva aumenta em 108% a velocidade dos ônibus no Corredor Norte/Sul

Caso a iniciativa desses trechos exclusivos se consolidassem, o engenheiro defende que as vias à direita deveriam, sem exceção, virar corredores à esquerda. Hoje, Figueira já afirma ainda que os ônibus estão indo para o nível do metrô. 

— O metrô anda lotadíssimo e as pessoas continuam, teimosamente, usando, pois tem velocidade. O ônibus, alguns meses atrás, estava largado às moscas. Hoje, ele ainda está cheio, mas está começando a andar em várias avenidas. A hora que você tiver melhorado a frequência e velocidade, para mim, o ônibus vai ficar melhor que o Metrô.

Futuro

O objetivo da CET é implantar até o final de 2013, 220 km de faixas exclusivas, ou seja, faltam pouco mais de 84 km para atingir a ideia inicial, já que a cidade já conta com 135,32 km instalados.

Para o especialista em transporte, o número deveria ser bem maior.

— Eu tenho falado desde o ano passado em 400 km. A cidade tem 96 distritos e mais ou menos em cada uma você consegue colocar 4 ou 5 km de faixa tranquilamente.

*Colaborou o estagiário Thiago Pássaro
Fonte: R7.com
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Em Aracaju, SMTT reafirma entrega de mais 100 novos ônibus em outubro

Em 75 dias, contando a partir do dia 5 de agosto, Aracaju irá receber mais 100 ônibus para completar a frota dos primeiros 40 coletivos que já estão circulando na capital. A informação é da superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT). Os veículos irão subsititur a frota de ônibus que foram retirados das ruas com a saída da Viação Cidade de Aracajú (VCA), do sistema de transporte coletivo da capital.

Atualmente 40 ônibus circulam pela cidade nas linhas 004 [Santa Maria/Mercado] e 040 [Marcos Freire II/DIA]. Mas os demais serão alocados em novas linhas mediante demanda. Ainda segundo a SMTT, os ônibus entregues no início de agosto pela empresa Atalaia são zero km. “No prazo de até 75 dias a contar de 05 de agosto, cerca de 100 novos ônibus chegarão para completar a frota, atendendo as linhas que foram paralisadas com a saída da VCA do sistema de transporte”.
Entenda

Em julho deste ano, o prefeito João Alves Filho, anunciou a retirada das empresas de ônibus Viação Cidade de Aracaju (VCA) e São Cristóvão do transporte coletivo. Com a VCA, os trabalhadores enfrentaram problemas com atrasos de salários, dentre outras questões trabalhistas, o que ocasionou inúmeras paralisações.

Com a crise, 156 ônibus deixaram de circular na região da Grande Aracaju, afetando 24 linhas da região norte de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristovão, conforme informações da assessoria de imprensa da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT).

Reclamações

Em caso de atrasos e denúncias, os passageiros podem fazer sua reclamação junto a ouvidoria do órgão pelo 118 ou 08000793179. Os passageiros também podem acompanhar o itinerário e o horário do ônibus através do site da SMTT.

Informações: Infonet
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Cidades da Região de Curitiba devem ganhar canaletas de ônibus expresso

Quatro municípios da Região Metropolitana de Curitiba devem ganhar canaletas de ônibus, tais como as existentes na capital nos próximos anos. O projeto foi apresentado pelo governo do Paraná à União, para tentar levantar os recursos das obras. Ao todo, são quatro obras, que devem atender cerca de 350 mil pessoas diariamente.

Todas as obras devem custar, juntas, cerca de R$ 550 milhões, mas ainda não foi liberado. “O mais importante é a obra ficar para as futuras gerações e também levando mais qualidade para o transporte urbano da Região Metropolitana e de Curitiba”, avalia o secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Junior.
As obras vão ajudar a interligar alguns dos principais terminais urbanos nessas cidades a outros grandes eixos do transporte coletivo de Curitiba. Com isso, espera-se que o tempo das viagens de ônibus seja reduzido.

A primeira obra, com 2,5 quilômetros de extensão, deve ligar o Terminal Capão da Imbuia ao Terminal de Pinhais. Atualmente, uma linha de ônibus expresso faz esse trajeto e um ligeirinho cumprem esse trajeto, mas não têm corredor exclusivo em todo o trecho.

Outra obra, de 3,5 quilômetros, vai ligar o Trevo do Atuba, no limite leste de Curitiba, ao Terminal do Alto Maracanã, em Colombo. Já a terceira vai ligar o Terminal Afonso Pena, em São José dos Pinhais ao Terminal Boqueirão. Essa obra terá cinco quilômetros de extensão.

A maior delas, com 12 quilômetros de extensão,  sairá do Terminal Pinheirinho e seguirá até o terminal da cidade de Fazenda Rio Grande.

Informações: cbnfoz.com.br
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Transporte coletivo de Marília passa por liminares judiciais

O TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) negou liminar, solicitada pelo ex-vereador Eduardo Duarte Nascimento (PTB), que pedia suspensão de decreto municipal emergencial, de 31 de maio, que mantém as empresas Viação Sorriso e Grande Marília no transporte coletivo da cidade. Acórdão assinado pelo desembargador e relator da 9ª Câmara de Direito Público, José Maria Câmara Junior, foi publicado sexta-feira e garante o funcionamento do transporte coletivo de Marília.

O certame, que teve como vencedoras as empresas citadas acima, está sob análise do TJ, entretanto as concessionárias prosseguem no serviço até que o caso seja transitado em julgado.
Na decisão o relator informa que não é possível extrair do agravo de instrumento qualquer conteúdo de impugnação do ato judicial. “Não se trata de hipótese de dissociação, porque nada existe para estar desatrelado ao que ficou decidido pelo juízo”, diz trecho da decisão do magistrado.

O desembargador também destacou jurisprudências consolidas no STJ (Supremo Tribunal de Justiça) sobre o assunto.

Esta não é a primeira tentativa fracassada de suspender o serviço na cidade. Na última quarta-feira (28) o STJ (Supremo Tribunal de Justiça) indeferiu a suspensão - solicitada pelo Ministério Público - da decisão que acatou reclamação apresentada pelas empresas contra o juiz da Vara da Fazenda Pública, Silas Silva Santos. A reclamação acatada, na última semana, impede a Circular de operar no serviço e mantém as novas concessionária na operação do serviço. A decisão foi do presidente do STJ, Felix Fischer.

Tanto a prefeitura quanto as empresas Grande Marília e Viação Sorriso recorreram da decisão do juiz em primeira instância. Os processos relacionados à suspensão da licitação do transporte coletivo estão tramitando na 9ª Câmara de Direito Público do TJ, já os pedidos da Circular correm na 10ª Câmara.

A empresa Circular também está impedida de assumir o transporte por não ter contrato com o município. A empresa monopolizou o serviço na cidade por quase 30 anos, sendo que, desde 2006, funcionava sem contrato. A empresa já sofreu diversas derrotas na justiça, tanto em primeira como segunda instância, ao tentar retornar ao transporte coletivo.

Por Cibele Martins
Informações: Diário de Marília

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Em São José dos Campos, Fiscalização nos corredores de ônibus começarão no dia 16

Um mês após implantar corredores preferenciais ou exclusivos para ônibus e alternativos na região central de São José dos Campos, a prefeitura anunciou nesta sexta-feira (30) que vai iniciar no próximo dia 16 a fiscalização com aplicação de multas nas vias que adotaram o modelo. Inicialmente, as autuações contra os motoristas que utilizarem indevidamente os corredores serão responsabilidade dos agentes de trânsito. A Secretaria de Transportes ainda não definiu os critérios para multar os infratores.

Segundo o secretário de Transportes, Wagner Balieiro, os critérios para fiscalização vão variar conforme as características dos corredores. Ele garantiu que as regras serão estabelecidas e os agentes treinados antes do início da fiscalização, mas por enquanto não está definida a extensão do trecho ou o tempo de permanência que o motorista dos veículos de passeio poderá utilizar as faixas exclusivas para conversões e acesso a garagens e estabelecimentos.

Mesmo assim, o secretário acredita que não haverá dificuldade na identificação dos  infratores. "Facilmente é possível identificar, pela observação. De qualquer maneira, ainda vão ser estabelecidas as regras", disse ao G1.
Um dos pontos considerados mais polêmicos quanto à fiscalização é a avenida Adhemar de Barros, na Vila Adyana. No local, a faixa exclusiva ocupa a parte central da pista, o que obriga os motoristas, durante conversões ou mudança de faixa, a cruzarem o corredor de ônibus. "O critério de fiscalização vai variar conforme o local, mas no caso da Adhemar, eu adianto que caso um motorista que for observado trafegando por dois quarteirões contínuos na faixa de ônibus, por exemplo, vai ser obviamente autuado", disse.

A infração é considerada média, com penalidade de multa no valor de R$ 85,13 e a perda de quatro pontos na carteira. A definição geral para aplicação da multa é a utilização do corredor de ônibus pelo motorista em situações às quais ele não precisaria para manobras como conversões e acessos aos estacionamentos.

Para Ronaldo Garcia, especialista em engenharia de tráfego, os critérios para aplicação de multas precisam ser claros. "Acredito que a campanha não tenha sido efetiva a ponto de se começar a multar. Além disso, antes de começar a multar, as regras precisam ser divulgadas e informadas com clareza. Apesar do oficial receber o treinamento, de maneira nenhuma essa avaliação do que é passível de multa ou não pode ser subjetiva", disse o especialista.

Ele explicou ainda quanto a sinalização horizontal (chão), que nos locais onde é possível o motorista atravessar a faixa para as conversões, a faixa pintada não pode ser contínua. "A faixa contínua não permite esses acessos dos demais veículos. Teria que ser uma faixa com pontos de interrupção", explicou.

Radares
Ainda sem prazo definido, a próxima etapa para reforçar a fiscalização nos corredores será a implantação de radares. A estimativa é que sejam instalados entre 25 e 30 equipamentos em uma faixa de 8,6 quilômetros de extensão. Será aberta uma licitação para a instalação dos aparelhos e não há estimativa do custo. O modelo é utlizado em outras cidades do país que adotaram faixas exclusivas para coletivos.

A fiscalização feita pelos agentes não deve contar com força-tarefa nos primeiros dias. "Será o trabalho rotineiro, como é feito em toda a cidade pelas nossas equipes", explicou Balieiro.

Tempo de viagem
Ao todo, os corredores foram implantados em 10 avenidas da região central. Por esses corredores trafegam cerca de 70% das linhas de transporte público que circulam na cidade.

O objetivo da prefeitura com a implantação era que a velocidade média dos coletivos no horário de pico aumentasse de 9 km/h e 12 km/h para chegar a até 23 km/h, para diminuir o tempo de viagem e a espera dos usuários.

De acordo com a prefeitura, um balanço mostrou que houve aumento da velocidade dos ônibus nestes corredores de pelo menos 34% nos corredores - a viagem foi reduzida entre 8 e 15 minutos em média. Cerca de 160 mil moradores usam o transporte público por dia na cidade, segundo estimativa da prefeitura.

Por Suellen Fernandes
Do G1 Vale do Paraíba e Região
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São Paulo: Linha 15 do Metrô vai chegar ao Ipiranga

Numa tentativa de impor um agenda positiva na área de transporte público após as denúncias de cartel, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou na manhã desta sexta-feira, 30, a expansão da Linha 15 - Prata do Metrô até a Estação Ipiranga da Linha 10 da CPTM.

A Linha 15, ainda em obras, tinha traçado original entre a Estação Vila Prudente da Linha 2 - Verde e a futura Estação Cidade Tiradentes, no extremo leste da cidade.

O novo trecho, de 2,2 km de extensão, vai conectar o ramal à linha de trem que atende o ABC e também é integrada à Linha 3 - Vermelha do Metrô. Com essa nova integração do Ipiranga, o Metrô espera desafogar as estações de conexão da zona leste da cidade.

O primeiro trecho da Linha 15, que liga a Vila Prudente ao Parque Oratório, tem promessa de ser concluída até janeiro do ano que vem.

Informações: Exame Abril


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