No Recife, Estações de bicicletas são inauguradas com grande procura, saiba como se cadastrar:

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Dez estações de bicicletas do Recife foram inauguradas nesta terça-feira (8) em solenidade na Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife, área central da cidade. Os responsáveis pelo desenvolvimento e implantação do projeto se surpreenderam com o grande número de pessoas inscritas no primeiro dia. Eram esperados 100 cadastros, mas 700 usuários se inscreveram para usar o sistema.
Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
São 100 bicicletas disponíveis nas dez estações espalhadas pelos bairros de Santo Antônio, São José, Santo Amaro e Bairro do Recife. "O projeto PortoLeve já começou com grande procura e tem tudo para ser um sucesso", afirmou o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya. A inscrição que pode ser feita no site do projeto e custa R$ 10 por mês.

Clique aqui e se cadastre:

As bicicletas podem ser utilizada por até 30 minutos. Após esse tempo, o usuário deve devolvê-la na estação mais próxima. Depois de 15 minutos, ele pode destravar outra bike e realizar um novo deslocamento nos próximos 30 minutos. Se estrapolar o horário de devolução, o usuário terá que pagar uma multa de R$5. As bicicletas ficarão disponíveis das 6h às 22h.

Onde estatão localizadas as estações:

1. Av. Cais do Apolo (ao lado da parada de ônibus próxima à Prefeitura do Recife);

2. Praça Tiradentes (próximo ao C.E.S.A.R);

3. Praça do Arsenal da Marinha (No prédio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico); 

4. Travessa do Bom Jesus (na esquina com Rua do Apolo); 

5. Cais do Porto (antigo Bandepe);

6. Livraria Cultura;

7. Terminal de Passageiros de Santa Rita;

8. Rua da Aurora (na frente da Contax);

9. Rua Capitão Lima;

10. Rua Bione.

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Sem investimento no metrô, Belo Horizonte aposta em ônibus e táxi

Belo Horizonte – O relógio na tradicional praça da Liberdade, em Belo Horizonte, marca 520 dias para a Copa do Mundo e a capital mineira corre contra o tempo para não fazer feio no maior evento do futebol mundial. Apesar de o Mineirão, arena que hospedará os jogos da Fifa, já estar pronto – com a reinauguração marcada para o próximo dia 21 –, a cidade ainda encontra desafios na mobilidade urbana e na estrutura para atender os milhares de torcedores esperados para o evento. 

De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), somente na capital estão previstos investimentos que superam R$ 2,6 bilhões. Até agora, foram gastos pouco mais de R$ 700 milhões em obras de infraestrutura, mobilidade urbana e melhoria na prestação de serviços básicos para o turista, como ampliação da rede hoteleira e capacitação de funcionários. O planejamento pensa desde a chegada do turista até sua ida ao estádio.

No quesito hospedagem, segundo o Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindhorb), a cidade possui, hoje, 185 hotéis classificados e não classificados, com oferta de cerca de 18 mil leitos. Até 2014, este número deve passar de 25 mil, com a execução de 30 projetos de hospedagem. 

O atendimento a estes hóspedes, muitos vindos de fora do país, é mais uma preocupação. De acordo com pesquisa da EF English Proficiency Index, divulgada no ano passado, o Brasil está em 46º lugar no ranking de 54 países sobre a qualidade do nível de inglês de sua população, o que indicaria o grau “proficiência muito baixa” dos brasileiros. Apesar de Belo Horizonte se sair um pouco melhor e ser qualificada com “proficiência baixa”, no levantamento entre as cinco principais capitais do país, a cidade só ganha de Salvador na habilidade de seus habitantes em falar a língua inglesa.

Para o secretário Extraordinário para a Copa do Mundo de Minas Gerais (Secopa-MG), Tiago Lacerda, este não será um problema. “20 mil pessoas estão em processo de capacitação, aprendendo línguas e também treinando para trabalhar nos novos hotéis. Há cursos de camareira, cozinheira, recepcionista, entre outros, em andamento”, explica. As inscrições para as aulas começaram em 2012. 

A preparação no setor de serviços também inclui tradução de cardápios e de placas de sinalização, mas basta uma volta pela cidade para ver que ainda há muito a se fazer, principalmente quando se pensa que faltam cerca de seis meses para a Copa das Confederações.

O evento que antecede 2014 será um teste para os belo-horizontinos. Tiago Lacerda o vê como uma chance para se repensar as estratégias tomadas até aqui. “Será a oportunidade de aprimoramento. Não só para a cidade, mas para o comitê organizador local e para a Fifa, que também vai aprender a organizar uma Copa no Brasil”, afirma. Pelo cronograma dos organizadores, alguns pontos-chave dos preparativos não estarão prontos até junho.

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Quem não tem metrô vai de BRT
Se Belo Horizonte vai poder aprimorar suas estratégias para a Copa do Mundo um destes testes vai ser na área da mobilidade urbana. A ampliação do metrô – promessa da década de 1970 para a cidade – mais uma vez saiu de campo e a aposta da prefeitura é a construção de linhas de BRT (sigla em inglês para Bus Rapid Transit) para a locomoção rápida de pessoas. O projeto já é reconhecido em outros países, como Alemanha e Colômbia e, também, em cidades brasileiras como Curitiba e Uberlândia, no interior do estado. Trata-se de um sistema de transporte público baseado em corredores exclusivos para ônibus com maior capacidade de passageiros.

Segundo a BHTrans, empresa de economia mista que organiza o trânsito da capital e é uma das responsáveis pela implementação do BRT, são previstas três linhas: uma ligando as avenidas Antônio Carlos e Pedro I – principais vias de acesso ao Mineirão; outra na avenida Cristiano Machado, que liga o Centro à Linha Verde – de onde é possível chegar à Cidade Administrativa (sede do Governo) e ao aeroporto de Confins; e, por fim, uma integrando ruas da área central. Com outras obras de intervenção viária na capital, como a ampliação do Boulevard Arrudas e a criação dos corredores de trânsito 210 e 710, são previstos investimentos que superam R$ 1,7 bilhão. Somente com o BRT, a prefeitura deve gastar por volta de R$ 600 milhões. 

O cronograma de obras sofreu uma série de atrasos e a BHTrans informou que o BRT só deve ser concluído no segundo semestre de 2013, após a Copa das Confederações. Procurada pela RBA, a empresa informou que vem planejando operações especiais para o evento. Uma delas será a criação de linhas complementares de ônibus para acesso exclusivo ao Mineirão. O órgão também deve impor restrições de tráfego nas vias que ligam ao estádio e em seu entorno, além da conclusão de uma licitação pública que concederá 605 novas permissões de táxis na cidade.

Mesmo com a finalização do BRT em 2013, alguns especialistas não o veem como a melhor solução para os problemas do trânsito na capital. É o caso do engenheiro Ronaldo Guimarães Gouvêa, coordenador do Núcleo de Transportes (Nucletrans), da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais.

Para ele, a prefeitura não está se preparando corretamente para a Copa. “As obras que estão sendo feitas são insuficientes. Não investimos no metrô ou em obras fundamentais, como o Rodoanel”, argumenta. Ronaldo explica que os corredores de ônibus não atendem às demandas da população de Belo Horizonte. “Infelizmente, estamos enfrentando problemas estratégicos com obras limitadas. O BRT é um sistema eficiente, mas não para BH. Nossa demanda é por um metrô de qualidade, pois o nosso já nasceu obsoleto”, lamenta o engenheiro.

O advogado Joviano Meyer, membro do Comitê Popular dos Atingidos pela Copa de Belo Horizonte, movimento que acompanha e fiscaliza os preparativos para o evento da Fifa, é ,da mesma opinião. Para ele, o projeto não atende a real necessidade de investimentos em transporte público. “As obras reproduzem um modelo rodoviário de mobilidade que privilegia os carros em detrimento das pessoas. O metrô, que era uma promessa de anos, da década de 70, ainda não foi concluído. O que estamos vendo é uma dilapidação dos recursos públicos”, acusa. 

Assim como Joviano Meyer, o professor Ronaldo Guimarães Gouvêa acredita que os belo-horizontinos perderam a oportunidade de deixar um legado maior com a Copa do Mundo. Para ele, o BRT será uma herança positiva, mas a cidade desperdiçou a chance de conquistar melhorias significativas na área da mobilidade urbana. “Nossa estrutura de transporte público é muito deficiente. Eu prefiro não estar em BH na Copa. Vai ser constrangedor”, enfatiza. 

Atrasos no aeroporto
Entre os empecilhos para o sucesso da Copa em BH, o aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana, é uma das principais preocupações da organização. Seu projeto de ampliação tem enfrentado atrasos e paralisações desde 2010, colocando em xeque os planos para 2014. Com previsão inicial de entrega da obra para dezembro de 2013, a Infraero informou que, atualmente, apenas 15% do cronograma foi concluído.

Em dezembro, o governo federal anunciou que Confins e o aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, serão concedidos à iniciativa privada. A estimativa de investimentos nos dois terminais é de R$ 11,4 bilhões, sendo R$ 4,8 bilhões no aeroporto mineiro. O edital de licitação deve ser publicado até agosto, e a expectativa é de que o leilão seja realizado no mês seguinte. 

O projeto inicial para Confins previa a reforma dos terminais existentes e a ampliação da pista de pousos e decolagens e do sistema de pátio, além da construção do Terminal 3. A expectativa é que a capacidade de passageiros suba de 10,3 milhões para 17,5 milhões de pessoas por ano.

Procurada pela RBA, a Infraero informou que o prazo de entrega das obras continua sendo dezembro de 2013 e que a cidade não corre riscos de não conseguir atender os turistas durante os jogos de 2014 e nem na Copa das Confederações. Em nota, a empresa explica que parte do que foi planejado para o aeroporto já estará concluído no evento deste ano e não haverá necessidade de operações especiais nem a utilização do aeroporto da Pampulha como alternativa para atender o fluxo de passageiros.

Informações: Rede Brasil Atual

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Escada da Estação Osasco da CPTM se transformará em um "Piano Gigante"

Quem se lembra de uma escada fixa de uma estação de metrô em Estocolmo, na Suécia, transformada em enorme piano tocado pelos passos das pessoas, cujo vídeo "bombou" na internet recentemente? Vídeo

Inspirado nessa ação, o SESC, em parceria com a CPTM, adaptou uma de suas escadas, em que o movimento de subir e descer criará uma espécie de "sinfonia coletiva". Além da diversão, a escada musical estimulará a atividade física entre os usuários da estação.
Eduardo Knapp/Folhapress
A ação integra a programação de verão do SESC, que de 8 a 22 de fevereiro também levará basquete, tênis, ginástica multifuncional, minigolfe e dança de salão às estações Osasco, Palmeiras-Barra Funda e Brás da CPTM. Todos os usuários que passarem pelas estações poderão participara das atividades.

Na estação Palmeiras-Barra Funda, além das práticas esportivas, durante todo o projeto, também serão oferecidos, uma vez por semana, testes de saúde, com medição de IMC, avaliação postural e teste da pisada.

Na estação Osasco, além da "escada-piano¿, na sexta-feira, 11, o ex-tenista e campeão dos Jogos Panamericanos de 2007, Flávio Saretta, estará nesta estação [Osasco] para jogar e ensinar técnicas desse esporte.

Outra atração que promete agitar o público é o campo de mini golfe que será instalado nas estações Osasco e Palmeiras-Barra Funda a partir desta terça [8] e na estação Brás a partir do dia 21/01. O esporte britânico surgiu como alternativa para o golfe. Confira a programação: 

Serviço: 

ESTAÇÃO PALMEIRAS-BARRA FUNDA 
Período: de 8 de janeiro a 01 de fevereiro
Dias: de 3ª a 6ª feira 
Horário: das 8h às 17h
Local: área localizada próximo ao "Achados e Perdidos"
Programação [durante todo o período]:
-Circuito de Ginástica Multifuncional [com acessórios, tatames e spinning com orientação de professores e estudantes de educação física]. 
-Slackline [faixa elástica suspensa que possibilita durante a travessia o desenvolvimento da coordenação motora e o equilíbrio]. 
-Mesas de Tênis de Mesa e estação de Mini Golfe

ESTAÇÃO OSASCO 
Período: de 8 de janeiro a 22 de fevereiro
Dias: de 3ª a 6ª feira 
Horário: das 17h às 20h
Local: área livre
Programação:
8 a 11 de janeiro : tênis. No dia 11, a presença do ex-atleta Flávio Saretta
15 a 18 de janeiro: Estação do Mini Golfe
22 a 25 de janeiro: Panna K.O. [atividade baseada nas técnicas do futebol]
29 de janeiro a 1 de fevereiro: Vivência de Ginástica Multifuncional
5 a 8 de fevereiro: Aulas abertas de dança de salão 
14 e 15 de fevereiro: Basquetebol 
19 a 22 de fevereiro: Ginástica Multifuncional [demonstração de exercícios de ginástica orientados por professores do SESC Osasco]

ESTAÇÃO BRÁS 
Período: de 21 de janeiro a 1º de fevereiro
Horário: das 9h às 18h
Local: área livre 
Atividade: Estação de Mini Golfe 

Informações: CPTM

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Linha Sul do metrô de Fortaleza será inaugurada no fim de fevereiro

A inauguração da Linha Sul do metrô de Fortaleza, que estava prevista para dezembro de 2012, foi prorrogada para o fim de fevereiro e início de março deste ano.

Retorno da operação assistida foi adiada para a segunda-feira, 14 (Foto: Alcides Freire)

O atraso, segundo a assessoria de imprensa da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), deve-se aos processos burocráticos.  Faltam apenas duas estações: a José de Alencar e a Chico da Silva para a liberação da última parte do trecho de 2 Km da linha que liga o Centro de Fortaleza a Maracanaú.

Segundo a companhia, em torno de 97% das obras civis da estação Chico da Silva estão concluídas, restando algumas instalações  como as escadas rolantes, por exemplo. “A José de Alencar está um pouco mais abaixo, com cerca de 60% a 92% das obras civis prontas. Restam apenas essas duas estações. A linha em si está praticamente concluída”, afirmou a assessoria de comunicação do órgão.
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Operação assistida só na segunda-feira, 14

Outra causa do atraso da conclusão da linha Sul é a prorrogação do intervalo de manutenção do trecho já concluído. A concretagem da linha teve de ser parada para a passagem da eletrificação. De acordo com o Metrofor, estava programada a suspensão por 14 dias da operação assistida  na linha Sul em virtude desse  período de manutenção. 

De acordo com o cronograma inicialmente estipulado pelo órgão, as pessoas deveriam voltar a utilizar, de forma assistida, o serviço do metrô no dia 7 de janeiro. Contudo, a quantidade de dias destinada para a manutenção foi prorrogada por mais uma semana.

 “O trecho será novamente liberado na próxima segunda-feira, 14”, explicou a assessoria do Metrofor, ressaltando que o mesmo prazo  vale para o restabelecimento da linha no Cariri.

Conforme a assessoria, apesar do atraso o cronograma se mantém o mesmo. “A entrega oficial e definitiva da Linha Sul continua para meados de 2013”.

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Aumento na tarifa de ônibus de Manaus é inevitável

O início da gestão do atual prefeito, Arthur Virgílio Neto,  foi marcada pela paralisação de 15 linhas de uma empresa de transporte coletivo. Em menos de uma semana, uma nova paralisação é anunciada. Frente a isso, o prefeito de Manaus aguarda reunião com empresários do sistema de transporte coletivo para discutir as cláusulas que regem o contrato e definem o funcionamento do sistema. Entre os pontos que serão discutidos no encontro, está o reajuste da tarifa.

“Já conversei com quase todas as entidades de classes, menos os empresários, eles não me procuraram.  Se sobe o preço de carne, do peixe, do cinema, uma hora tem que subir o preço da tarifa também”, explica o prefeito.

O aumento, feito anualmente, faz parte do contrato das empresas de transporte coletivo e a Prefeitura de Manaus. De acordo com os empresários, este reajuste deveria ter acontecido em outubro, ou seja, no governo do ex-prefeito Amazonino Mendes. Para o prefeito,  forçar um aumento no início de gestão é querer agir de má fé.

O prefeito pediu ao  titular da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) e  Manaustrans, Pedro Carvalho, um estudo da tarifa de ônibus. “Peço que o Ministério Público fiscalize. Não vejo porque esconder a planilha de custos”, declarou.

Com relação aos terminais da capital, Arthur confirma a extinção dos terminais da Cachoeirinha, na zona Sul, e da Constantino Nery, no Centro. As revitalizações estão programadas para os terminais da Matriz, Cidade Nova, na zona Norte, Jorge Teixeira e São José, ambos na zona Leste. Dentre as melhorias também estão as reformas de paradas de ônibus e abrigos. Estes projetos deverão ser colocados em prática após o período chuvoso.

No que tange o transporte executivo e alternativo, o planejamento envolve renovação da frota, recuperação de vias, sem esquecer os trabalhadores que hoje vivem desse sistema.

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Cidade de Paulínia poderá ter linhas de ônibus para Viracopos

Paulínia e outros quatro municípios que compõem a Região Metropolitana de Campinas (RMC) poderão ter linhas de ônibus com destino ao Aeroporto Internacional de Viracopos em 2013. Para o projeto se tornar realidade depende da Secretaria de Transportes Metropolitanos (STM) do Estado de São Paulo, que avalia a implantação dos itinerários, aprovar a operação.

De acordo com a STM, a circulação dos seis ônibus ficaria sob a responsabilidade da Empresa Metropolitana de Transporte Urbano (EMTU). As tarifas, contudo, não foram fixadas.

As linhas estudadas passam por Indaiatuba, Paulínia, com parada prevista no distrito de Barão Geraldo, em Campinas, seguindo até o principal terminal aeroportuário da região.

Outra linha sairia de Vinhedo, passando em Valinhos, depois partindo para o aeroporto.
Segundo informou a secretaria, a linha 747, que ligaria Indaiatuba, Paulínia e Barão Geraldo a Viracopos teria quatro veículos à disposição. O tempo médio de viagem seria de 95 minutos.

Para a linha 748, que cruzaria Vinhedo e Valinhos ao aeroporto, a expectativa é pelo tráfego de dois veículos. O tempo médio calculado é de 55 minutos de viagem.

Perguntada, a concessionária Aeroportos Brasil, responsável pelo terminal, informou que a EMTU chegou a solicitar a criação das linhas. Entretanto, não existe prazo para o projeto ser posto em pratica, uma vez que ele está em estudo de viabilidade.

Opção atual

A opção atual do usuário do transporte público para se deslocar de coletivo até Viracopos é o transporte da Prefeitura de Campinas, através das linhas da Viação Bonativa (VB), que também faz o trajeto de Valinhos, Vinhedo e Indaiatuba.

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Em Uberlândia, Valor da tarifa do transporte coletivo sobe para R$ 2,85 amanhã

O aumento de 9,65% na tarifa do transporte coletivo de Uberlândia começa a valer amanhã. Com isso, o passe integral e o vale transporte, que hoje custam R$ 2,60 passam a custar R$ 2,85. Já o passe escolar sobe de R$ 1,56 para R$ 1,71 com o reajuste. Os novos valores foram anunciados pelo prefeito Gilmar Machado (PT) na última sexta-feira.

Ao anunciar o valor das novas tarifas e o percentual do aumento, o prefeito disse que a prefeitura se esforçou para que o reajuste fosse o menor possível. A elevação na tarifa é anual e a data-base em janeiro estava prevista no contrato com as três empresas concessionárias do transporte público uberlandense.

De acordo com o secretário municipal de Trânsito e Transportes (Settran), Alexandre Andrade, em entrevista ao CORREIO de Uberlândia na última sexta-feira, as empresas queriam que a tarifa subisse para R$ 3,16. “Fizemos uma média anual dos reajustes anteriores, que foi de 10,35%. Assim, conseguimos fazer o reajuste abaixo das duas casas [decimais] e em valor inferior ao proposto pelas concessionárias”, afirmou.

Informações: Correio de Uberlândia

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Em Porto Alegre, Linhas de ônibus terão reforço de itinerários para vestibular da Ufrgs

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) fará esquemas especiais de trânsito e transporte coletivo para o Vestibular 2013 da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Do próximo domingo até quarta-feira será feito um reforço nas linhas de ônibus, com horários extras e veículos articulados, sobretudo na região do Campus do Vale, um dos pontos de maior concentração de candidatos. As provas somam mais de 46 mil inscritos.

A EPTC garante agentes nos pontos de maior movimentação para organizar a circulação. Ainda assim, o diretor de trânsito da EPTC, Carlos Pires, pede que os candidatos se programem e saiam de casa com antecedência. "Mesmo com mais ônibus disponíveis e alteração nas sinaleiras, o tráfego aumenta nos pontos de prova", avalia.

Técnicos de trânsito também confirmaram alteração nos tempos semafóricos dos cruzamentos da Bento Gonçalves, para garantir fluidez ao tráfego. Em razão dessa mudança, a EPTC adverte para o risco de congestionamento nos acessos à Lomba do Pinheiro e à Agronomia, assim como na divisa com Viamão, o que vai exigir paciência redobrada dos moradores.

As linhas que atendem o Campus do Vale da Ufrgs e os respectivos horários extras

Domingo, 13
Linha T8 – Campus/Farrapos (7h05 e 12h16)
Linha 343 – Campus/Ipiranga (7h05, 7h15, 11h55 e 12h25)
Linha D43 – Universitária/DIRETA (7h10, 7h20, 7h30)
Linha 375 – Agronomia/Informática (6h20, 6h30, 7h)
Linha 286 – Belém Velho/Cristal/UFRGS (06h35) 

De segunda a quarta-feira
Linhas que atendem ao Campus da UFRGS seguirão com tabela normal (são as únicas que não entraram na tabela de verão).

É possível consultar os horários e itinerários das linhas de ônibus da Capital no site da EPTC - www.eptc.com.br, no PoaTransporte - www.poatransporte.com.br, ou no fone 156.

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No Rio, Obra do corredor Transoeste foi malfeita, pista está cedendo e cheia de buracos

Um dia após acusar a empresa Sanerio de entregar a obra do corredor Transoeste malfeita, o jogo de empurra continua, e ninguém se responsabiliza pelos problemas. A empreiteira diz que os buracos no asfalto e o desnível no pavimento acontecem porque a obra foi finalizada e entregue às pressas para que ficasse pronta dentro do prazo permitido para inaugurações antes da eleição. Já a prefeitura acusa a empresa de não ter cumprido com as exigências e feito as modificações pedidas pelos fiscais da Secretaria municipal de Obras. O corredor viário Transoeste foi inaugurado pelo prefeito Eduardo Paes em junho de 2012, um mês antes de o prazo legal terminar e a quatro meses da eleição. Com pouco mais de seis meses de uso, a via já apresenta problemas estruturais, como mostrou o GLOBO de domingo.

— O asfalto corre o risco de ceder novamente porque a prefeitura não esperou o tempo de assentamento do solo, que é de seis meses, para iniciar a operação dos BRTs — acusa o presidente da Sanerio, Luis Carlos Matos.

Além da questão do solo, a empreiteira alega que a construção de uma via ao lado do corredor, na altura da estação Mato Alto, que está fora do projeto, prejudica o asfalto do Transoeste. Segundo a Sanerio, isso estaria tirando parte da impermeabilização e assim causando infiltrações no solo.

— Essa obra está causando infiltração e os remendos que a prefeitura está fazendo são apenas um tapa-buraco. Na primeira chuva que cair, tudo vai sair e vai esburacar de novo — acredita Matos, acrescentado ainda que a empresa ganhou a licitação para fazer a manutenção de toda via, mas desde setembro não pôde colocar os seus 22 funcionários para trabalhar porque ainda não teve a ordem de serviço liberada pela prefeitura.

Ao ser procurado pelo GLOBO nesta segunda-feira, o prefeito Eduardo Paes não quis comentar as acusações. Em entrevista ao “RJ-TV”, da TV Globo, Paes disse que vai cobrar as melhorias da empresa.

— A empreiteira vai ter que fazer tudo outra vez se for necessário, sem que a prefeitura gaste dinheiro. Todas as empreiteiras que trabalham para o município têm a obrigação de fazer sempre às pressas e no prazo mais curto possível. Tanto um lote quanto o outro foram entregues no mesmo tempo. Por que um lote foi entregue sem problemas e, justamente, na parte feita por essa empreiteira há problemas estruturais? — questionou Paes.

O secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, disse que a fiscalização feita pela prefeitura logo após a obra ser entregue já apontava esses problemas e que o reparo foi pedido.

— Os buracos estão lá desde antes da construção desta via (na altura da estação Mato Alto). Isso foi reportado há tempos, mas nada foi feito. Por isso, a empresa ainda não tem o documento aceite-se — explicou o secretário.

O aceite-se é emitido por órgãos públicos e atesta que a empreiteira cumpriu com todas as exigências do contrato. Segundo a secretaria, todos os reparos que a prefeitura está tendo que fazer serão descontados do dinheiro que ainda falta entregar a empresa.

— Só entregamos 90% do valor. Os outros 10% só serão entregues com o aceite-se — explicou Pinto

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Metrô de Londres "O mais anitigo do mundo" completa 150 anos

Meio de transporte e ícone turístico, o metrô de Londres completa 150 anos no próximo dia 9 de janeiro.

Ao longo de sua história, o sistema que é o mais antigo do mundo -- foi se tornando um dos símbolos da cidade.

Lojas de souvenirs estão repletas de ímãs, camisetas, canecas e todo tipo de produto com o seu símbolo e o clássico aviso "Mind the Gap" (Cuidado com o vão).

Para homenagear o “tube”, como ele é conhecido pelos britânicos, a cidade terá diversas comemorações, que durarão o ano todo.

Sua primeira viagem, realizada em 9 de janeiro de 1863, será recriada nos dias 13 e 20 de janeiro, com trens restaurados para a ocasião.
Esse trajeto será feito usando a locomotiva a vapor n° 1 do sistema e um carro que é considerado o vagão subterrâneo em funcionamento mais antigo do mundo.

Ao longo do ano, outros trajetos comemorativos com trens a vapor serão realizados em estações históricas da rede.

De fevereiro a outubro, o Museu do Transporte de Londres vai sediar a exposição “Poster Art 150: London Underground’s Greatest Designs”, com cartazes publicitários do metrô de Londres desde 1908.

As celebrações também incluirão palestras, exibições de filmes temáticos nas estações e um lançamento literário.

A editora Penguin Books vai lançar uma série de 12 contos de escritores conhecidos, cada um baseado em uma linha de metrô diferente.

Uma linha especial de souvenirs foi criada ainda para o aniversário. Há desde abotoaduras e utensílios de vidro a reproduções de cartazes.

A programação completa com os eventos comemorativos dos 150 anos do metrô pode ser conferida no link www.ltmuseum.co.uk/whats-on/tube150.

Conheça o metrô de Londres (informações da VisitBritain):

Números:
- Ele tem 270 estações
- Transporta 1.107.000 passageiros por ano
- Sua velocidade média é de 33 km/h
- Cada trem percorre 184.269 km por ano
- A rede metroviária tem 402 km de extensão
- A estação mais movimentada é Waterloo, onde embarcam 57 mil pessoas durante as três horas de pico do período da manhã. Ela também é a que recebe mais passageiros por ano: 82 milhões.

Curiosidades:
- Albus Dumbledore, personagem da série Harry Potter, tem uma cicatriz com o formato do mapa do metrô logo acima do joelho esquerdo.
- A estação desativada de Aldwych é exibida com frequência nas telas de cinema. Já serviu de locação para cenas de Superman IV: em Busca da Paz, Desejo e Reparação e V de Vingança.
- A cada dia, mais de mil pessoas esquecem algo no metrô londrino. Os objetos são enviados para um escritório no subsolo da Baker Street, que armazena em média 200 mil objetos perdidos. Alguns itens estranhos que já foram esquecidos por lá são espadas de samurai, dentaduras, três morcegos mortos e uma lancha de 14 pés. Após três meses, os itens não reclamados são vendidos em leilão ou doados.

Informações: g1.globo.com

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Governo de São Paulo proporciona novas integrações tarifárias com o cartão BOM em linhas intermunicipais da região oeste

A partir de 12/01/2013 os usuários do cartão BOM (Bilhete do ônibus Metropolitano) que se utilizam das linhas Intermunicipais da Empresa Metropolitana de São Paulo - EMTU/SP contarão com mais opções de integração em seu deslocamento na região oeste da Grande São Paulo – em destaque o bairro Vila Yolanda, de Osasco, e os bairros de Butantã, Pinheiros e Lapa, na capital paulista.

A linha 579 Osasco (Vila Yolanda) – Barueri (Alphaville 3 / Bradesco) fará integração tarifária com as seguintes linhas: 059TRO Osasco (Conjunto dos Metalúrgicos) – São Paulo (Metrô Butantã); 059PR1 Carapicuíba (Jardim Novo Horizonte) – São Paulo (Metrô Butantã) e 224 Carapicuíba (Cohab V) – São Paulo (Lapa). Haverá também a possibilidade de transferência gratuita com a linha 576 São Paulo (Metrô Butantã) - São Paulo (Largo da Batata) no Terminal Butantã.


Integração Osasco (Vila Yolanda) - São Paulo (Lapa) 

Tarifa integrada: R$ 3,35

O usuário embarca na linha 579 sentido Barueri e paga a tarifa de R$ 3,10 com o cartão BOM. Desembarca na Av. dos Autonomistas na altura da Estação CPTM Comandante Sampaio e acessa a linha 224 sentido Lapa pagando o complemento de R$ 0,25 também com o cartão.

Para fazer o trajeto contrário, o usuário embarca na linha 224 sentido Carapicuíba, pagando a tarifa de R$ 3,35 com o mesmo cartão e pode embarcar na linha 579 sentido Vila Yolanda na Av. dos Autonomistas sem a necessidade de complemento da passagem.


Integração Osasco (Vila Yolanda) – São Paulo (Metrô Butantã)

Tarifa integrada: R$ 3,70

O usuário que embarca na linha 579 com destino à Estação Butantã do Metrô paga a tarifa de R$ 3,10 com o cartão BOM, desembarca na Av. dos Autonomistas e tem acesso a linha 059TRO ou a 059PR1 pagando o complemento de R$ 0,60 com o cartão.

Para o usuário que sai do Metrô Butantã sentido Vila Yolanda utilizando a linha 059TRO ou a 059PR1, a tarifa é de R$ 3,70 com o cartão BOM, podendo  acessar a linha 579 sentido Vila Yolanda na Av. dos Autonomistas sem a necessidade de complemento de tarifa.


Integração Osasco (Vila Yolanda) – São Paulo (Pinheiros)

Tarifa integrada: R$ 3,70

Quem vai para o Largo da Batata pela linha 579 paga a tarifa de R$ 3,10 utilizando o cartão BOM, desembarca na Av. dos Autonomistas e acessa as linhas 059TRO ou 059PR1 pagando um acréscimo de R$ 0,60. O usuário desce no Terminal Butantã e embarca na linha 576 sem necessidade de complementar a passagem.

O usuário que embarca no sentido oposto, com destino a Vila Yolanda, embarca na linha 576 pagando a tarifa de R$ 2,95, desembarca no Terminal Butantã e pode fazer a transferência para a linha 059TRO ou a linha 059PR1 sentido Vila Yolanda, pagando o complemento de R$ 0,75. Daí desce na Av. dos Autonomistas e acessa a linha 579 gratuitamente.

Informações: EMTU SP

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No Recife, bicicletas para aluguel chegam antes das ciclovias

Com a presença do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e de Geraldo Julio, prefeito do Recife, o presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, vai inaugurar nesta próxima terça-feira (08.01) o Sistema Integrado de Apoio a Mobilidade no Bairro do Recife Antigo, iniciativa que faz parte do Porto Leve, projeto do parque tecnológico do Recife. O evento vai acontecer a partir das 16h, na Praça do Arsenal da Marinha, no Bairro do Recife, local onde está instalada uma das estações de bicicletas que fazem parte do projeto. Na ocasião, serão inauguradas as 10 estações com as 100 bikes que fazem parte do Porto Leve.

"Esta é uma grande contribuição que o Porto Digital dá para a cidade do Recife. A utilização de bicicletas se revela não apenas como uma alternativa de transporte, mas também como um simbólico de alternativa sustentável que ela representa", comenta Francisco Saboya. Foram investidos cerca de R$ 1,6 milhão para a implantação das estações e bicicletas.

O objetivo desta iniciativa é permitir que a população possa realizar deslocamentos dentro dos bairros a partir de uma solução de base tecnológica. Desenvolvida pela Serttel, empresa localizada no parque tecnológico, a logística de uso das bicicletas será a mesma aplicada nos projetos RioBike e Bike Sampa. No Recife, a expectativa é que em dois anos o projeto atinja uma marca de dois mil usuários.

A inscrição será disponibilizada através de um site e um aplicativo mobile que serão divulgados na próxima terça-feira (08.01). Para o ciclista destravar o veículo, ele precisa ser assinante do serviço, que custa R$ 10,00. Quem não tiver smartphone poderá ligar para um número de telefone gratuito.

Durante 30 minutos a bicicleta poderá ser utilizada devendo o usuário devolvê-la na estação mais próxima após este período. Depois de 15 minutos ele poderá destravar novamente a bike e realizar um novo deslocamento nos próximos 30 minutos. Se passar do horário, terá que pagar uma multa de R$ 5,00. As bicicletas ficarão disponíveis das 8h às 22h.

As estações serão instaladas na Av. Cais do Apolo (ao lado da parada de ônibus próxima à Prefeitura do Recife), Praça Tiradentes (próximo ao C.E.S.A.R), Praça do Arsenal da Marinha (No prédio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico), Travessa do Bom Jesus (na esquina com Rua do Apolo), Cais do Porto (antigo Bandepe), Livraria Cultura, Terminal de Passageiros de Santa Rita, Rua da Aurora (na frente da Contax), Rua do Capitão Lima e Rua Bione.

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Para Economist, Metrô brasileiro é "inadequado"

São Paulo - Londres foi a primeira cidade do mundo a ter uma linha de metrô. Em 1863 a população londrina já podia fazer (curtos) trajetos pela cidade. Londres é também sede da revista The Economist que, nesta semana, publicou matéria sobre os sistemas metroviários globais, o brasileiro entre eles.

Segundo a publicação, o metrô de São Paulo e do Rio de Janeiro - as principais cidades do país - é "inadequado". Capitais importantes, mas menores, como Salvador e Cuiabá estão recebendo sistemas metroviários apenas agora. 

O metrô paulista, por exemplo, está em operação desde 1974 e conta com uma malha de pouco menos de 75 km de extensão. Com as obras que devem ficar prontas a partir de 2014, serão mais de 100 km.

Como base de comparação, a inauguração do metrô de Shangai foi em 1995 e o metrô por lá cobre 423 km de vias. Na cidade do México, que começou a construir suas linhas junto com São Paulo, também na década de 1970, já existe mais de 200 km de malhas.

A revista britânica coloca a "burocracia lenta e corrupta" das cidades de países em desenvolvimento como o principal obstáculo para a construção e expansão de redes metroviárias.

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BRT de Belém está sendo alvo de análise deixando obras paradas

Maisa Tobias, presidente da CTBel, disse que o contrato do BRT de Belém ainda está sendo analisado e discutido com o MPE. “Ainda não há prazo para a retomada da obras, pois elas dependem de outras medidas, como a questão das linhas alimentadoras do sistema”, afirmou.

“Como a execução foi atropelada antes mesmo da concepção do sistema, precisamos agora reavaliá-lo. As medidas foram tomadas de maneira descompassada e vamos atuar nos ajustes”, disse, informando que a CTBel vai atuar junto com o MPE numa análise do contrato “desde a sua elaboração e execução para podermos dar prosseguimento às obras”.

Zenaldo Coutinho afirmou que a atual gestão quer avançar no BRT, mas com segurança e tranquilidade. “Já estamos cumprindo diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal e vou assinar o mais rápido possível o convênio com o governo federal, que ainda não existe. Não podemos penalizar a população mais do que ela já foi com as obras na Almirante Barroso”. Uma das primeiras medidas será a retirada das muretas colocadas ao longo da avenida, de acordo com pareceres técnicos da CTBel e MPE. “Não queremos parar as obras, mas avançar o mais rápido possível para que as obras atendam aos anseios da população”.

A reportagem tentou contato com o ex-prefeito Duciomar Costa na noite de ontem para repercutir as colocações postas na reunião, mas não conseguiu localizá-lo. Tentou contactar ex-assessores e até o ex-coordenador de campanha do ex-prefeito, Yuseff Leitão, mas não obteve sucesso. O ex-vice-prefeito Anivaldo Vale também informou não ter o telefone do correligionário. 

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Em Campinas, Contrato de operação de ônibus será revisto

Os contratos com as concessionárias que operam o transporte público coletivo em Campinas (SP) devem ser revistos pela nova gestão da Secretaria Municipal de Transportes. A informação é do titular da pasta, Sérgio Benassi. Ele adianta ainda avaliar a necessidade de aditivos que possam aumentar a qualidade do serviço prestado ao passageiro. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) reúne as permissionárias VB Transportes e Turismo, Itajaí Transportes Coletivos, Onicamp Transporte Coletivo, Expresso Campibus e Coletivos Pádova.
Foto: MAICON IGOR BARBOSA
Médico veterinário formado pela Universidade de São Paulo (USP), Sérgio Benassi foi vereador por 20 anos em Campinas, entre 1992 e 2012. Ele foi convidado pelo prefeito Jonas Donizette (PTB) para coordenar a campanha e a decisão de sair do Legislativo foi pessoal. Após a vitória, foi indicado para assumir a Secretaria de Transportes. Atualmente, não usa o transporte público na cidade, mas alega que antes de assumir a função de parlamentar e ter direito a um carro oficial, era usuário do sistema.
O secretário também nunca esteve à frente de órgãos relacionados à pasta de Transportes, mas alega que participou ativamente de questões relacionadas às políticas públicas. "O meu perfil de parlamentar sempre foi de uma visão mais estadista, sempre preocupado com as questões estruturantes da cidade", defende.

Em entrevista ao G1, Benassi prometeu mais rigor na fiscalização das linhas de ônibus e na cobrança pelo cumprimento dos contratos com as permissionárias. "A primeira coisa é ver no contrato até que ponto eu posso ir com a cobrança. Eu sou da opinião que é preciso amarrar maneiras e responsabilidades para a cobrança. Não basta estar no papel. O sistema atual de concesssão resolveu muitos problemas, mas é preciso melhorar a gestão e fazer o controle dos itens falhos encontrados para que haja o cumprimento e obrigar as concessionárias a fazerem isso", afirma o secretário.

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), responsável pela fiscalização do trânsito na cidade, também será usada como ferramenta para o aumento do rigor com as empresas. "Você precisa fiscalizar os contratos e ser rápido na cobrança do cumprimento. Mas também é preciso pensar estrategicamente a cidade. Não basta só contratar um serviço e esperar que ele funcione, porque isto depende de planejamento para a cidade. É preciso reformular viários, mudar a geometria de um trajeto para melhor o atendimento do público", explica Benassi, que também ocupa o cargo de presidente da Emdec.

A assessoria de imprensa da Transurc informou que precisa avaliar a proposta da Prefeitura sobre as alterações nos contratos para se posicionar sobre o assunto, mas que está aberta para a discussão do assunto.

Sistema reprimido
A grande promessa para desafogar o trânsito em Campinas são ônibus com tecnologia BRT (Ônibus de Trânsito Rápido, em inglês), sistema que começou a ser implantado ainda na gestão de Pedro Serafim (PDT). Os veículos podem transportar até 145 passageiros, são articulados e oferecem aos usuários acesso à internet por sistema wireless. O motorista contará com uma tela ao lado do volante, por onde poderá acompanhar o embarque e desembarque de passageiros.

No entanto, o secretário aponta que o sistema do transporte público coletivo da cidade está deprimido e que sem novos sistemas será impossível implantar um novo viário na cidade. "A Emdec precisa manter a cobrança e planejar a cidade 20 anos. O gargalo no transporte é um problema de caráter nacional dentro de um processo de urbanização acelerado na formação de grandes metrópoles", alega.

Reajuste da passagem
"Não há mais motivo para qualquer tipo de reclamação sobre a planilha de custos com transporte. Agora a questão é resolver os gargalos de mau atendimento". É desta forma que Sérgio Benassi fala sobre o reajuste da passagem de ônibus de Campinas, um dos mais altos do país. Ele afirma que, por causa do valor cobrado estar dentro das necessidades das empresas, não vai tolerar problemas nas linhas por falta de manutenção dos veículos, por exemplo. 

"Nada justifica tirar um ônibus da linha sem explicação. Nada justifica que um ônibus quebre e a que demore um dia para substituirem, sendo que no contrato está previsto que isso seja feito em 30 minutos. As empresas têm que cumprir os horários. A punição é sempre a última medida, mas precisa ser feito se for o caso", esclarece.

Aumento do tempo do bilhete único
Uma das principais propostas do plano de governo do prefeito Jonas Donizette, o aumento do tempo do bilhete único de uma hora e meia para duas horas não foi apontado como uma solução para o usuário pelo secretário de Transportes. "Não resolve. O ideal é que ele fique meia hora e não duas horas no ônibus. O bilhete de duas horas não pode ser uma panaceia. É preciso repensar todo o sistema e o conjunto de obras que vai alterar o tráfego na cidade em diferentes modalidades, como  carros, onibus, taxis e ciclistas", afirma Benassi.

Por Isabela Leite
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