Transporte Coletivo de Florianópolis pode parar a partir desta quarta-feira

terça-feira, 17 de maio de 2011

 Os trabalhadores do transporte coletivo da Capital decidem nesta quarta-feira (18) se entram ou não em greve, mas pelo menos até as 15h30 não haverá paralisação do serviço. Durante o dia serão realizadas três assembleias - às 9h30, às 15h30 e às 19h – para que a categoria possa conhecer a proposta das empresas. A greve só acontece se durante as duas primeiras assembleias os trabalhadores forem favoráveis à decisão.

Fonte: ND Online

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Em São Paulo, Greve de ônibus será decidida nesta quarta-feira

Os motoristas de ônibus de São Paulo marcaram uma assembleia, nesta quarta-feira (18), para definir os caminhos da greve. De acordo com a SP Urbanuss (Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo), representante das empresas, cerca de 20% dos coletivos estavam parados por volta das 17h desta terça-feira (17).

Por volta das 15h50 desta terça, a SP Urbanuss afirmou que cerca de dois terços dos ônibus de linha que circulam na capital paulista estavam parados. A assessoria não soube informar os motivos que levaram à diminuição da paralisação.

Os motoristas reivindicam reajuste salarial de 5% mais a correção de 7% de inflação – segundo eles, o sindicato patronal só oferece o reajuste relativo à inflação. Outro benefício reivindicado é a PLR (participação nos lucros e resultados), de R$ 500 para R$ 1.100, e o reajuste do vale-refeição de R$ 11 para R$ 15.

De acordo com o Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano), os funcionários realizavam, nesta tarde, protesto dentro das garagens de toda a cidade.
A Polícia Militar não tinha registro de problemas provocados pela paralisação até as 17h. A SPTrans (empresa que administra os ônibus na cidade) e a CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) também não registravam nenhuma ocorrência.

Fevereiro
A última paralisação de grandes proporções que atingiu a cidade ocorreu fevereiro e ficou concentrada na zona leste. Os motoristas e cobradores da Viação Himalaia cruzaram os braços e deixaram estacionados na garagem os 517 veículos da empresa. Na época, o protesto foi realizado por conta de um impasse trabalhista entre a empresa e os funcionários, que estavam receosos diante da medida operacional que pretendia transferi-los para outra cooperativa.


Fonte: R7.com

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Sindicato dos rodoviários ameaça paralisar os ônibus na Grande São Paulo

O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SP-Urbanuss) afirmou que a categoria de motoristas e cobradores de ônibus iniciaram uma paralisação nesta terça-feira às 12h. Em busca de um reajuste salarial, a classe optou pela greve e atua nas garagens das 15 empresas de transporte coletivo da capital. Ao todo, São Paulo conta com uma frota de 8 mil ônibus.
A São Paulo Transporte S.A. (SPTrans) afirmou ter conhecimento da situação e apesar da previsão de uma suposta paralisação, até as 16h, tudo se encontrava dentro da normalidade. No entanto, segundo o sindicato SP-Urbanuss, no momento, São Paulo já opera com um terço de ônibus a menos.
A troca de turnos entre motoristas e cobradores acontece sempre por volta das 16h. A ideia dos trabalhadores, ainda segundo o sindicato, é manter todos os coletivos nas garagens, evitando troca de turnos e assim remover toda a frota e o serviço de transporte da cidade. Se bem-sucedida, a greve será mantida até quarta-feira (18) e poderá afetar, segundo a SPTrans, 6,1 milhões de pessoas que dependem diariamente do transporte público em São Paulo.

Sindicato
Segundo Nailton Francisco de Souza, coordenador do Departamento de Comunicação do Sindicato dos Motoristas, dois mil ônibus podem ficar foras das ruas no horário de pico na tarde desta terça-feira. Ele prevê que cerca de 1,5 milhão de passageiros sejam afetados.
O sindicato reivindica desde março algumas pautas junto às empresas. Uma reunião entre os representantes deveria ser realizada na última sexta-feira, 13, mas ela foi transferida para ontem e depois para hoje. Como esta não aconteceu, os trabalhadores decidiram fazer a paralisação.
Entre as reivindicações estão a correção da inflação entre maio de 2010 a abril deste ano, pelo índice do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o que equivale a um aumento de aproximadamente 7,3%. Além disso, exigem um aumento real de 5%, mais participação dos resultados do período, aproximadamente R$ 1.100. Outra reivindicação é o aumento do vale refeição de R$ 11 para R$ 15. 


Fonte: Ultimo Segundo

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Metrô do Rio avança 2,7 km na década, 6 vezes menos do que trilhos de São Paulo

Enquanto as ruas da cidade do Rio de Janeiro ganharam 500 mil novos carros nos últimos dez anos, a expansão do metrô andou a passos lentos no período. Entre 2001 e 2011, a malha metroviária da capital fluminense cresceu apenas 2,7 km, o equivalente a pouco mais da metade da praia de Copacabana. A expansão é seis vezes menor do que o crescimento verificado na malha metroviária de São Paulo nos últimos dez anos - 21 km de novos trechos com 15 estações inauguradas.


Na capital paulista, o metrô avançou em diferentes regiões da cidade, enquanto no Rio o crescimento se restringiu, em sua maioria, a uma pequena faixa da zona sul: três das quatro estações ficam entre Copacabana e Ipanema.

Opção por corredores de ônibus

Em 1979, data em que o metrô do Rio foi inaugurado, o plano diretor elaborado pelo governo do Estado previa a construção de seis linhas em uma rede que permitiria conexões entre as zonas oeste, sul e centro e o município de Niterói, na região metropolitana.

Vinte anos depois, a operação e manutenção do sistema metroviário passariam do governo estadual para a iniciativa privada. Embora a responsabilidade sobre a expansão do metrô tenha continuado a cargo do Estado, o plano diretor jamais foi colocado em prática ou revisto, conforme lamenta o presidente do Sindicato dos Metroviários do Rio de Janeiro, Rubens Pinto.

- O plano diretor previa seis linhas. A partir de 1998, o planejamento ficou acéfalo. Ampliar o metrô deve ser uma política de Estado e não de governo.
Com a responsabilidade de sediar a Olimpíada de 2016, a prefeitura e o governo do Rio optaram pela construção de três corredores exclusivos de ônibus - Transcarioca (Barra-Deodoro), Transolímpica (Barra-Penha) e Transoeste (Barra-Santa Cruz).

Se por um lado, os chamados BRTs são uma alternativa mais barata e rápida, por outro, a opção por ônibus articulados que vão circular nos corredores vai atender a uma demanda muito menor de passageiros em relação ao metrô e não estarão livre dos engarrafamentos, segundo avalia Fernando MacDowel, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e doutor em Engenharia de Transporte.

- Se você colocar um BRT com a demanda compatível com a capacidade do sistema, tudo bem. Quando você coloca um sistema de baixa capacidade em um lugar que estava previsto para ter metrô, como Méier, Madureira, Jacarepaguá, não dá certo. São bairros muito populosos.

MacDowel foi um dos maiores críticos da construção da ligação direta Pavuna-Botafogo do metrô, que sobrepôs nos mesmos trilhos as linhas 1 e 2, aumentando o intervalo entre os trens. Essa ligação também esvaziou a estação Estácio, projetada para servir de transferência em uma nova linha que incluiria uma estação na praça da Cruz Vermelha até a Carioca, no centro.

Com a opção pelos BRTs e a ausência de um planejamento de longo prazo, a atual expansão levada a cabo pelo governo do Rio se limita, por enquanto, à construção da linha 4, que terá seis estações e 14 km de malha metroviária para ligar Ipanema, na zona sul, à Barra, na zona oeste. Na prática, esse projeto será uma extensão da linha 1, em um grande “linhão” sem conexões .


Moradores discordam de traçado
O traçado da linha 4 definido pelo governo – e que altera o projeto original – tem provocado polêmica entre moradores de bairros da zona sul e oeste, que acusam as autoridades estaduais de falta de transparência e chegaram a entregar uma carta a representantes do COI (Comitê Olímpico Internacional) reivindicando mudanças no trajeto.

O projeto original, licitado em 1998, previa um trajeto de 9 km com a construção de seis estações: Jardim Oceânico, São Conrado, Gávea, Jardim Botânico, Humaitá e Morro do São João. Quatro anos depois, o traçado foi alterado a partir da estação Humaitá, de onde seguiria por Laranjeiras até a estação Carioca, projeto defendido pelo movimento “Linha 4 – o metrô que o Rio precisa”.

A Secretaria Estadual de Transportes diz, por meio de nota, que a estação Jardim Oceânico está sendo projetada de forma que permita a expansão até a Alvorada, mas que, neste momento, o governo concentra esforços nas obras entre Barra e Ipanema.

Segundo a secretaria, esse traçado “vai atender a demanda de 240 mil pessoas, o dobro do contingente identificado para o percurso anterior”, números que, segundo integrantes do movimento, representariam apenas a quantidade de pessoas que se deslocam da Barra para a zona sul e o centro em ônibus fretados. Embora as obras já estejam em andamento, o governo do Estado ainda não divulgou os estudos encomendados à FGV (Fundação Getulio Vargas) que embasaram a decisão.
artemetro

Fonte: R7.com
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São Paulo: Governador promete integração da estação Pinheiros com a CPTM até 2 de junho

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta segunda-feira (16) que a integração da estação Pinheiros do Metrô com a estação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), e a passarela que liga as duas paradas, deverão estar disponíveis até o dia 2 de junho. A estação foi inaugurada hoje e houve muita reclamação por parte dos usuários dos trens que tiveram de pagar R$ 2,90 para mudar do Metrô para CPTM e vice-versa. O terminal de ônibus, que deve ser erquido na rua Capri, ainda continua em obras.
Alckmin  também prometeu inaugurar até outubro deste ano as estações Luz e República, que vão permitir que a linha 4 - Amarela tenha ligação com a linha 1 - Azul e linha 3- Vermelha, respectivamente.

- Estamos procurando antecipar de dezembro para, no máximo, até outubro a entrega de mais duas estações. A ideia é entregar as duas juntas. E aí, passaremos para 700 mil passageiros por dia [na linha 4].

A Pinheiros é a quarta estação desta linha administrada em parceria com a iniciativa privada. Já funcionavam as estações Paulista, Faria Lima e Butantã, que inicialmente operavam entre 8h e 15h e, desde o dia 2 de maio, abrem às 4h40 e fecham às 15h. Atualmente, a população pode usar o trecho de segunda a sexta-feira.

Essas quatro paradas só devem operar nos fins de semana no segundo semestre, depois da inauguração das estações Luz e República. Também no segundo semestre, mais uma mudança está prevista pelo governo do Estado de São Paulo: os trens desse ramal circularão das 4h40 até a meia-noite.

O secretário de transportes metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirmou no entanto que o governo estuda antecipar também a mudança no horário de funcionamento das estações para uma semana a partir da implantação da integração.

- Vamos avaliar a possibilidade. Nós estamos lidando com uma massa violenta de usuários novos. Essa estação [Pinheiros] vai partir para 240 mil pessoas por dia. Então é um trabalho que não merece ser tratado de forma estabanada.
Mudanças de datas
A previsão era de que as estações Pinheiros e Butantã, da linha 4-Amarela, fossem inauguradas até o final de 2010, mas o cronograma sofreu atrasos. 

A Butantã só foi aberta ao público no dia 28 do mês passado. A pressão para que a Pinheiros também começasse a funcionar levou o Governo de São Paulo a anunciar a data de inauguração para o fim de maio.

Linha 4 – Amarela O projeto da linha Amarela começou em 2001 e, na época, a estimativa era concluir as obras até 2006. Em 2007, já atrasada, a construção sofreu um acidente, com a abertura de uma cratera de 80 m que matou sete pessoas.
O projeto prevê 11 estações, que vão passar pelas regiões da Consolação, Butantã e Pinheiros. A previsão é de que toda a linha esteja funcionando até 2014.

A construção da linha 4 foi marcada por diversos problemas. O mais grave deles foi o desabamento da área, formando uma cratera gigante que matou sete pessoas. As buscas pelas vítimas duraram 13 dias. Durante a inauguração da estação Pinheiros, o governador lamentou as mortes.

- Nosso sentimento é de solidariedade pela tragédia ocorrida. Eu já estava fora do governo há praticamente um ano, mas é muito triste o que aconteceu. A apuração rigorosa está sendo feita e quem pagou todas as indenizações foi o consórcio.

Os mortos identificados foram o motorista do micro-ônibus tragado pela cratera, Reinaldo Aparecido Leite, de 40 anos; o cobrador, Wescley Adriano da Silva, de 22 anos; a passageira Valéria Alves Marmit, de 37 anos e o funcionário público Marcio Rodrigues Alambert, de 31 anos. Uma pessoa que passava pelo local no momento do desastre, a aposentada Abigail Rossi de Azevedo, de 75 anos; o office-boy Cícero dos Santos, de 60 anos; e o motorista Francisco Sabino Torres, de 48 anos, funcionário da obra, também morreram.

Fonte: R7.com

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No Rio, Integração ônibus-trem com o Bilhete Único gera uma economia importante no bolso da população


O Bilhete Único Carioca (BUC) entrou em uma nova fase no último sábado. Agora, com o BUC, o passageiro paga R$ 3,70 para usar as linhas de ônibus municipais em conjunto com os trens urbanos (em estações situadas no município). Só no fim de semana de estreia já foram realizadas 19 mil integrações.  A exemplo do que ocorre nas viagens integradas ônibus-ônibus, a integração com o trem pode ser feita num intervalo de duas horas na passagem entre os validadores.
O secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, testou o sistema na manhã desta segunda-feira, primeiro dia útil da nova integração. Por volta das 9h, ele embarcou num trem do ramal Saracuruna, no terminal da Central do Brasil, e desemabarcou na estação de São Cristóvão, onde entrou num ônibus da linha 260 (São Cristóvão-Leblon). No primeiro validador, foi descontada em seu cartão a tarifa de R$ 2,80 e a diferença de R$ 0,90 foi debitada no validador do ônibus.
"A integração física entre as linhas de ônibus e os trens da Supervia já existia. A vantagem da adesão ao BUC é proporcionar  a integração tarifária, uma economia importante no bolso da população", destacou o secretário.
A novidade faz o transporte pesar menos no bolso do usuário que economiza R$ 1,60 em viagem que reúna ônibus e trem, ou R$ 3,20 se fizer duas integrações diárias. Por semana, o valor já chega à R$ 16,00, por mês, a R$ 64, e por ano, a R$ 760, o que representa um efetivo programa de transferência de renda. Quem já possui o BUC, o Bilhete Único Intermunicipal ou qualquer outro bilhete eletrônico da Riocard não precisa fazer qualquer tipo de cadastro. O benefício já ficou disponível para estes passageiros no primeiro dia de operação.
Sem subsídios por parte da Prefeitura, o BUC é a principal inovação da licitação do sistema de transporte de passageiros por ônibus que estabeleceu um novo marco jurídico com os concessionários de transporte púbico no município. No lugar de 47 empresas que ofereciam o serviço, o edital definiu quatro redes de transporte regionais a serem operadas por quatro consórcios. O BUC favorece a população que vive em bairros mais distantes e que necessita de viagens integradas no seu dia-a-dia e estimula uma profunda transformação no padrão das viagens realizadas no município pois aumenta as opções dos usuários em seus deslocamentos. 
Em resumo, o BUC é um incentivo à mobilidade de quem vive ou trabalha no município do Rio de Janeiro.


O que se pode comprar com a economia do BUC na integração ônibus-trem:
Um dia ou R$ 3,20 - Um suco ou refrigerante.
Uma semana ou R$ 16,00 - Um ingresso de cinema.
Um mês ou R$ 64 - Assinatura de internet ou TV a cabo.
Um ano ou R$ 760 - Um celular smartphone.

Locais de cadastramento do BUC:
Rio de Janeiro
·  Barra da Tijuca (Terminal Rodoviário Alvorada) - Avenida das Américas, s/nºSegunda a sexta de 8h às 18h
·  Shopping Bangu - Rua Fonseca, 240 - 2° piso (Rio Poupa Tempo)Segunda a sexta de 8h às 18h e sábado de 9h às 13h
·  Botafogo - Rua D. Mariana, 48 - térreo (Sec.Munic.Transporte)Segunda a sexta de 9h às 16h
·  Campo Grande - Rua Dom Pedrito, nº 1 - (Regional Administrativa de Campo Grande)Segunda a sexta de 9h às 16h
·  Carioca (Rio Poupa Tempo) - Rua da Ajuda, 5 - CentroSegunda a sexta de 8h às 17:30h
·  Central do Brasil - Rua Cristiano Otoni, s/nº - (quiosque)Segunda a sexta de 8h às 18h
·  Irajá - Av. Monsenhor Felix, 512 (Regional Administrativa/Prefeitura)Segunda a sexta de 8h às 18h
·  Madureira (Terminal Rodoviário) - Praça Armando Cruz, s/nºSegunda a sexta de 8h às 18h
·  Santa Cruz - Rua Fernanda, 155 (Regional Administrativa/Prefeitura)Segunda a sexta de 8h às 17h



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Ameaça de greve do transporte público de Florianópolis continua

A ameaça de greve do transporte público de Florianópolis continua. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Urbano da Região Metropolitana (Sintraturb), as atividades só não foram suspensas nesta segunda-feira devido ao mau tempo.

Isso porque, o sindicato diz que, desde sábado, aguarda uma contraproposta dos empresários, mas até agora não recebeu nada. De acordo com o Sintraturb, estão mantidas as decisões que foram tomadas na assembleia geral, inclusive a paralisação.

Apesar disso, o vice-prefeito e secretário dos Transportes de Florianópolis, João Batista Nunes considera que as negociações salariais entre patrões e empregados do transporte coletivo de Florianópolis avançaram no fim de semana.

— Das 74 cláusulas discutidas, só falta acordo em uma: como vai funcionar a jornada de trabalho de três horas. Visto os avanços nas negociações, não vejo consistência em ter uma greve — afirmou. Na manhã desta segunda-feira, o secretário  se disse animado com a possibilidade de não haver a paralisação.

Anúncio público
O Sintraturb considera já ter cumprido a exigência de avisar sobre a greve com 72 horas de antecedência. Segundo o sindicato, este anúncio foi feito na terça-feira (10).

Embora não tenha recebido nada oficialmente, a Procuradoria Regional do Trabalho explicou que o a lei não especifica onde este anúncio tem que ser feito, desde que seja de conhecimento público.

Fonte: Diário Catarinense

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