Curitiba: Terminal Pinheirinho agora tem biblioteca

segunda-feira, 19 de abril de 2010


O Terminal Pinheirinho agora tem também biblioteca. É a Estação da Leitura – inaugurada na sexta-feira (16) pelo prefeito Luciano Ducci – que funciona como posto de atendimento para empréstimo gratuito de livros, o que é feito de forma bastante simples, gratuitamente e sem burocracia. Para emprestar um livro, basta apresentar um documento de identificação e informar, sem comprovação, o endereço.

A Estação da Leitura noTerminal Pinheirinho funciona de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 20h30, e sábados das 6h30 às 14h. A Estação terá na sequência dois terminais de computadores disponíveis ao público para consulta do acervo local e de acervos localizados em outras unidades da Fundação Cultural.

Não há carteiras de usuários. O livro poderá ser devolvido em qualquer uma das Estações ou Casas da Leitura previstas no programa Curitiba Lê, um conjunto de ações para aumentar os índices de leitura entre crianças, jovens e adultos. Além da criação de novos espaços, fazem parte do programa oficinas literárias e os ciclos de leitura já oferecidos pela Prefeitura. Atualmente existem, além da Estação do Pinheirinho, três Casas da Leitura.

O programa tem como objetivo ampliar o acesso aos livros e, assim, criar o hábito da leitura. Também fazem parte do Curitiba Lê todas as ações que a Fundação Cultural já desenvolve no campo da literatura. Entre elas estão os ciclos de leitura, que se propõem a estudar a obra de determinados autores, além de cursos e oficinas literárias.

Fonte: URBS
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Porto Alegre: Poste da parada da João Pessoa passa por avaliação técnica


Para concluir o levantamento técnico a fim de detectar o ponto de energia defeituoso e analisar a causa da descarga que vitimou o estudante Valtair Jardim de Oliveira na noite de terça-feira, 13 de abril, técnicos da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), da Companhia Estadual de Energia Elétrica (Ceee) e da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) estiveram na manhã de sexta-feira, 16, na parada na avenida João Pessoa onde ocorreu o episódio. A ação integra a avaliação que vai subsidiar a sindicância instalada no âmbito da prefeitura, definida em reunião realizada ontem no Paço Municipal, com o prefeito José Fortunati. O resultado da análise integrará relatório técnico que será apresentado.
"Desde o primeiro momento, estamos acompanhando e colaborando com o trabalho do Instituto Geral de Perícias. Neste momento, solicitamos à Ceee, que é uma companhia qualificada, para verificar junto com a Divisão de Iluminação Pública por que o poste estava energizado, quando não deveria estar", afirmou o titular da Smov, Cássio Trogildo.

Veja reportagem sobre o caso onde o estudante Valtair Jardim de Oliveira, de 18 anos, morreu na noite desta terça-feira ao levar um choque em uma parada de ônibus da Capital.

Fonte: EPTC
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Copa não conseguiu resolver problema do transporte na Africa do Sul


Quando a Copa chegar em menos de 60 dias, muitos torcedores sentirão no dia-a-dia aquela que é uma das principais deficiências da África do Sul: o transporte público. As limitações não se restringem às cidades grandes, como Joanesburgo e Cidade do Cabo. O problema é crônico em toda a África do Sul.

O governo prometeu melhorar o sistema e legalizar as vans (aqui chamadas de “taxi”), que circulam em péssimas condições e não respeitam as leis de trânsito. Um trem rápido (Gautrain) seria a solução para o deslocamento problemático entre Joanesburgo e a capital, Pretória. No entanto, o trecho não ficará pronto a tempo do Mundial, e as vans continuam a rodar sem fiscalização.

Ônibus municipais são vistos esporadicamente nas ruas e mesmo assim só nas principais avenidas. Quem mora nos bairros afastados está isolado. Mesmo com tantas deficiências, muitos torcedores dependerão de vans e ônibus para chegar aos estádios. Por isso a reportagem do G1 percorreu um dos trechos que mais serão usados durante a Copa – entre Sandton (principal bairro hoteleiro de Joanesburgo) e o estádio Soccer City (na entrada de Soweto), usando o transporte público da cidade. Cerca de 20 quilômetros separam os dois lugares. Vans não têm sinalização sobre itinerário

A reportagem se programou para pegar o ônibus municipal que liga Sandton ao centro às 10h30 (ônibus são escassos e passam em horários determinados). Ao chegar ao local indicado na internet (o shopping Sandton City), ninguém soube informar o lugar exato onde esperá-lo. Rodei algumas ruas sem sucesso até decidir que iria de van (principal meio de transporte da população).

O problema que é as vans não têm letreiros indicando seu itinerário. Cada bairro ou região corresponde a um sinal com os dedos, então é preciso conhecê-los ou perguntar na rua. Também não há paradas demarcadas, ou melhor, qualquer esquina pode ser um ponto. Basta fazer o sinal que as vans param em qualquer lugar, até no meio da rua. Dedinho pra cima, sinalizando o centro da cidade, a primeira van parou em menos de dez minutos.

O preço é outra variável – depende do lugar onde você pega a van, ou seja, quanto mais perto do seu destino, mais barato fica. Desembolsei R9 (pouco mais de R$ 2) pelo trajeto. A van não estava cheia, e o motorista deu voltas pela cidade para pegar mais passageiros. Em geral, as vans têm capacidade para dez pessoas, mas dificilmente circulam com menos de 14.

Também é muito raro encontrar um passageiro branco, mas não há nenhum tipo de hostilidade. Cheguei ao centro em meia hora (às 11h30). Lá, começava a segunda parte do percurso até Soweto. A ideia era testar o BRT (Bus Rapid Transit), sistema articulado de ônibus que foi construído especialmente para a Copa.

O BRT é bem sinalizado e organizado. Comprei o bilhete (R6, o equivalente a R$1,50) e embarquei em menos de cinco minutos. Há diversos pontos do BRT entre o centro e Soweto e os ônibus circulam numa pista exclusiva, o que evita as retenções no trânsito. Cheguei à Soccer City em aproximadamente 25 minutos (às 12h10), mas não pude descer, pois a estação em frente ao estádio ainda não ficou pronta. Continuei por mais 15 minutos até o estádio Orlando, no coração de Soweto. É provável que o local seja usado para treinos de algumas seleções durante a Copa.

A volta ao centro pelo BRT foi tranquila. Para quem está acostumado a andar nas vans, ele é bastante confortável. No entanto, é limitado. Até o momento, apenas o trajeto entre Soweto e o estádio Ellis Park, com passagem pelo Soccer City, foi finalizado. Ou seja, está longe de resolver as deficiências de transporte em Joanesburgo.

Além disso, há um problema grave: muitos jogos terminam à noite e, a menos que os torcedores decidam pagar por um táxi convencional, deve-se voltar ao centro para pegar uma van, o que pode se transformar numa incursão perigosa.

Fonte: G1
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