Metrô Recife bate recorde de Passageiros e também não houve trem depredado no Carnaval

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010


Durante os quatro dias do reinado de momo o Metrô do Recife atendeu mais de 700 mil usuários, batendo o recorde de passageiros no dia do desfile do Galo, onde 260 mil pessoas foram transportadas. Para melhorar o fluxo dos usuários, o metrô executou esquema especial com intervalos entre trens de 4 minutos no sábado de Zé Pereira.
Os usuários do metrô estão de parabéns pelo bom comportamento, por não haver registro policial, nem depredações no sistema (trens e estações). O Superintendente da CBTU-Metrorec, José Marques de Lima afirmou que, mesmo com o grande número de usuários-foliões, a operação comercial transcorreu sem anormalidades, superando as expectativas anteriores de transporte de passageiros, sem nenhum ato de vandalismo. “Tivemos um contingente expressivo de seguranças operacionais e contamos com reforço extra da empresa contratada para segurança e ainda da PMPE que percorreram os trens e estações continuadamente”, acrescentou Marques.
José Marques, aproveitou a ocasião para agradecer ao Comandante Geral da PMPE, Cel. José Lopes, pelo apoio de fundamental importância dado pela Policia Militar, que atuou juntamente com a Policia Ferroviária Federal, de forma preventiva garantindo a tranquilidade dos usuários durante o carnaval.
Fonte: Metrorec
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Governo de SP promete entregar em julho corredor de ônibus em obras há 23 anos


O corredor de ônibus Diadema-Brooklin, que ligará o ABC com os trens metropolitanos e o metrô da capital paulista, está sendo construído há 23 anos. O governo do estado agora se comprometeu a entregar tudo ainda este ano. Mas o Ministério Público entrou no caso, para saber o motivo de tanta demora.
A previsão é de que o corredor terá 12 quilômetros e será uma nova ligação do ABC com os trens metropolitanos e o metrô da capital paulista. O projeto começa no terminal Diadema da EMTU, passa pelas avenidas Presidente Kennedy, Cupecê, Vereador João de Luca, Vicente Rao e Roque Petroni. Serão cinco paradas e o passageiro vai poder chegar até a Estação Morumbi da CPTM e, no futuro, à Estação Brooklin-Campo Belo, do Metrô.
O primeiro anúncio deste corredor foi em 1986. Em 2008, uma reportagem do SPTV tratou do atraso nas obras. No ano passado, houve nova cobrança. Em agosto de 2009, o presidente da EMTU, Julio Antonio de Freitas Gonçalves, deu explicações sobre as obras. A promessa na época era concluir o corredor até o fim do primeiro semestre do ano passado. “No processo de licitação temos uma ação na Justiça. Nós estamos aguardando o posicionamento da Justiça para prosseguir o processo de licitação", disse ele na ocasião.
A decisão judicial saiu e as obras recomeçaram, em dezembro de 2009. Agora, o Ministério Público diz que irá acompanhar o andamento da construção. “O valor da obra está orçado em R$ 22 milhões, requisitamos a planilha de todos os pagamentos realizados desde o início da obra. Vamos investigar por que demorou tanto essa obra, vamos fazer um acompanhamento sobre essa situação. Temos o compromisso que ela vai acabar em julho de 2010”, disse o promotor de Justiça Saad Mazloum.
O presidente da EMTU reafirmou o compromisso de concluir o corredor ainda este ano. “Concluído o processo judicial, foi contratada a empresa em processo licitatório e, no início do segundo semestre, iremos entregar essa obra para a população, com todos os benefícios que ela traz. Era compromisso da gestão concluir essa obra e temos um contrato em andamento”, afirmou Julio de Freitas Gonçalves.



Fonte:G1
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Aumento do transporte individual faz cada brasileiro perder R$ 70 por ano no trânsito


Estresse, queda nos níveis de qualidade de vida, poluição e alto custo para se locomover. A lista de dificuldades enfrentadas por motoristas de grandes cidades brasileiras tende a crescer nos próximos anos, junto com o número de carros nas ruas. "Temos uma condição extremamente interessante de mobilidade social deslocando uma demanda reprimida de automóveis", avalia Fernando Arbache, especialista em infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas.
Ele compara o processo de migração econômica da classe D para a C com fenômeno similar ocorrido nos Estados Unidos nos anos 1950, época em que o consumo ganhou escala no país americano. "O problema é que não vamos ter uma crise do petróleo com o pré-sal aí. Vamos, sim, continuar com o combustível fóssil e o etanol", indica.
Uma das consequências do movimento apontado por Arbache será a extensão dos horários tradicionais de pico enfrentados por motoristas em centros urbanos como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. É o que mostra pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral.
"O trânsito será mais perene e lento, com prolongamentos de horários de pico nos grandes corredores dessas cidades", indica Paulo Resende, coordenador de infraestrutura e logística da entidade. O aumento da poluição é apontado por Resende como o efeito mais perceptível. "A emissão de gases será até 30% maior que o índice normal de cada veículo, por conta do tempo gasto em congestionamentos", afirma.
Contudo, o impacto do trânsito não deve ficar restrito a ardores nos olhos, problemas respiratórios ou debates sobre o aquecimento global. Ele já é sentido no bolso: o trânsito parado custa a cada brasileiro R$ 70 por ano - valor calculado pela Fundação Dom Cabral de acordo com as horas de trabalho estacionadas. "A cidade de São Paulo perdeu R$ 3,3 bilhões em 2008, em quatro vias: as marginais Pinheiros e Tietê, e as Avenidas Badeirantes e 23 de Maio. Isso foi quase 10% do PIB do Estado", avalia Resende.
Fonte: Brasil Econômico
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