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Tarifa de ônibus em Ponta Grossa vai custar R$ 5

quinta-feira, 10 de julho de 2025

O novo valor ajustado da passagem do transporte coletivo de Ponta Grossa já tem data definida. Será a partir de 1º de agosto, que o preço vai custar R$ 5. Até 31 de julho, o valor atual de R$ 4 segue em vigor. Com o novo valor, dependendo da frequência de uso, o gasto mensal com transporte pode ultrapassar os R$ 40 por usuário. 

O reajuste, que pegou muita gente de surpresa e revoltou parte dos usuários, foi anunciado na semana passada pela prefeita Elizabeth Schmidt, que justificou a medida como uma forma de “reequilíbrio fiscal”, em razão do aumento constante nos repasses feitos ao sistema de transporte público. O objetivo, segundo a Prefeitura, é garantir a sustentabilidade das contas públicas. 

Apesar do aumento, a prefeitura também comunicou que o valor da passagem será reduzido para R$ 2 aos domingos, em uma tentativa de manter o acesso da população ao serviço nos finais de semana. O último reajuste na tarifa havia ocorrido em abril de 2023, quando a passagem foi reduzida de R$ 5,50 para R$ 4 com a implantação de um subsídio municipal. 

Como medida de modernização do sistema, a gestão municipal prometeu que 25 novos ônibus serão incorporados à frota a partir de setembro. Os veículos contarão com ar-condicionado e câmeras de segurança.Veja mais em: Saiba quando vai iniciar o novo valor da passagem do ônibus em PG - MZ Notícia (https://mznoticia.com.br/saiba-quando-vai-iniciar-o-novo-valor-da-passagem-do-onibus-em-pg/)

Informações: MZNoticia

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Tarifa de ônibus aumenta para R$ 5 em Porto Alegre

sexta-feira, 21 de março de 2025

O prefeito Sebastião Melo fez, na manhã desta sexta-feira, uma série de anúncios em relação ao transporte em Porto Alegre. A passagem de ônibus, que não sofria reajustes desde 2021, sobe a partir da meia-noite do próximo dia 31 dos atuais R$ 4,80 para R$ 5, assim como a bandeirada dos táxis, que aumentam do valor padrão de R$ 6,26 para R$ 6,95. Melo esteve acompanhado pelo secretário de Mobilidade Urbana (SMMU), Adão de Castro Júnior, e do diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Pedro Bisch Neto.

Foi ainda proposto um novo sistema para o transporte seletivo, em caráter experimental por 12 meses e com base jurídica, em que a Prefeitura, na prática, passa a regular a totalidade das linhas das lotações, não apenas algumas poucas, como aquelas que atendem aos bairros Restinga e Glória, como ocorre hoje.

Para isso, elas deverão ingressar em um consórcio, da mesma forma como o transporte coletivo, e precisarão cumprir a tabela horária, algo que, nas linhas não reguladas, não ocorre, ainda segundo a Prefeitura. Ainda não há data definida para início. Em relação ao transporte coletivo, utilizado por 600 mil passageiros por dia, Melo disse que este foi um “tema complicado, duro”, e que, para manter o aumento de R$ 0,20, a administração aportará um subsídio estimado de R$ 218 milhões.

Destes, R$ 180 milhões já estão disponíveis, pois eram valores anteriores do orçamento do município já destinados a isto, e os restantes R$ 38 milhões a serem cortados de outras áreas a serem estudadas em conjunto com a Secretaria Municipal da Fazenda. Melo voltou a criticar o sistema de isenções, citando que “a universalização do serviço precisa ser para quem precisa”.

“Acho que tem 65 anos ou mais e tem um bom salário deveria pagar”, afirmou ele, reforçando a necessidade de haver um “SUS do transporte coletivo”. “Estamos bancando esta conta de milhões que vocês verão aqui, porque há um discurso de narrativas falsas, de que estamos dando dinheiro para o empresário. Na verdade, estamos dando para pagar a conta daqueles que não podem pagar passagem. Se não, vocês, empresários, teriam que bancar”, afirmou Melo, que responde pela questão do transporte na Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos.

Tarifa técnica seria de R$ 9 sem isenções e saída dos cobradores

A nova tarifa está em patamar intermediário em relação a outras capitais, sendo a mesma de São Paulo (R$ 5), mas a Prefeitura paulistana aporta anualmente R$ 7,4 bilhões no sistema. Em Curitiba, geralmente destacada de maneira positiva no transporte coletivo, a passagem é de R$ 6, e nenhum ônibus tem ar-condicionado. Já em Florianópolis, é de R$ 5,75, com somente 4,2% da frota climatizada. Atualmente, 24% dos usuários não pagam passagem de ônibus em Porto Alegre, gerando um custo de R$ 262 milhões. A administração cobre 71% deste valor.

Sem os subsídios, segundo Melo, a tarifa seria de R$ 6,65 na Capital, e sem as isenções previstas, mais a saída dos cobradores em curso, o aporte público seria de R$ 435 milhões, e a passagem custaria R$ 9. O transporte coletivo tem um custo total de R$ 880 milhões aos cofres da administração em 2025. Ele ainda afirmou que o governo federal somente encaminhou R$ 25 milhões em subsídios em 2022, sendo que em 2021, 2023 e 2024, quando a tarifa se manteve congelada em Porto Alegre, não houve aportes de Brasília.

Informações: Correio do Povo

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Em Curitiba, Meia tarifa de ônibus aos domingos e feriados já beneficiou R$ 1,4 milhão de passageiros

quarta-feira, 19 de março de 2025

Mais de 1,46 milhão de passageiros já se beneficiaram da meia tarifa no transporte coletivo aos domingos e feriados, segundo levantamento da Urbanização de Curitiba (Urbs), desde o início do programa Domingão Paga meia, em 5 de janeiro, até 9 de março. Foram dez domingos, mais a terça-feira de carnaval. O movimento representa um aumento de cerca de 10% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registradas 1,33 milhão de pessoas.

O Domingão Paga Meia foi o primeiro projeto anunciado pelo prefeito Eduardo Pimentel na sua gestão e prevê a meia tarifa de R$ 3 para todas as 242 linhas de ônibus de Curitiba aos domingos e feriados, com exceção da Linha Turismo.

O pagamento pode ser feito em dinheiro, cartão-transporte Urbs e cartões de crédito e débito (no caso destes dois últimos, há a cobrança de uma taxa pelas operadoras de cartões de R$ 0,07 por passagem, totalizando R$ 3,07).

“A população adotou a meia tarifa para passear, visitar parentes, ir na igreja ou ao culto e ainda aproveitar as atrações que a Prefeitura oferece no Domingo no Centro, que leva programação cultural, esportiva, infantil e gastronômica para a Rua Emiliano Perneta. Uma cidade inteligente é aquela que dá acesso para a população ocupar os espaços e se deslocar de maneira rápida e barata”, disse o prefeito Eduardo Pimentel.

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“A ideia é que a população realmente aproveite a cidade e todas as atrações que o município oferece. Para o transporte coletivo, é uma forma de aumentar a ocupação dos ônibus aos domingos”, diz o  presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs), Ogeny Pedro Maia Neto.

Os ônibus trabalham aos domingos com uma ociosidade de 40% a 50% em relação aos dias úteis. “Com a meia tarifa vamos aos poucos reduzindo esse índice e os ônibus vão circular com mais pessoas”, explicou Maia Neto. O subsídio estimado para a meia tarifa é de R$ 27 milhões por ano.

Sem aumento
Além da meia tarifa aos domingos, a Prefeitura já anunciou que a tarifa social de R$ 6 para os demais dias da semana não terá aumento em 2025 pelo segundo ano consecutivo. Ao contrário de várias capitais que anunciaram reajustes no início de ano, como São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e Belo Horizonte, Curitiba não reajusta sua tarifa desde 2023.

Tarifa Zero
Outro projeto que vem beneficiando a população é o Tarifa Zero a Caminho do Emprego, lançado em 21 de fevereiro e voltado principalmente a pessoas com renda familiar de até três salários. O programa garante passagem gratuita de ônibus para quem está desempregado e à procura de uma colocação no mercado de trabalho em Curitiba.  

O trabalhador tem direito a duas passagens (ida e volta) para cada encaminhamento de entrevista feito pelo Sine Municipal, limitado a três indicações no mês. Com o recurso, ele pode se deslocar para a entrevista ou processo seletivo sem se preocupar com o gasto com o transporte. 

Informações: URBS

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Transporte na palma da mão para atrair os usuários

sábado, 22 de fevereiro de 2025

O perfil da mobilidade urbana mudou bastante nos últimos anos, e o avanço da tecnologia contribuiu de maneira significativa para isso. Conforme a pesquisa Mobilidade da População Urbana, realizada pela CNT em parceria com a NTU, 90,4% dos entrevistados com mais de 15 anos têm celular com acesso à internet. Já 42,5% dos ouvidos consideram que falta ou são limitados os canais de atendimento em empresas e órgãos públicos para consulta, planejamento e avaliação das viagens de ônibus.
Nesse espaço, cresce o número de empresas de tecnologia com foco nos modais coletivos.

“A evasão de passageiros é um problema global, que envolve várias questões. Mas quanto mais cômodo e previsível o transporte for, melhor. Por isso crescemos tanto”, observou o gerente de comunicação do Moovit no Brasil, Marcelo Tavela.

O aplicativo nasceu em Israel, idealizado pelo mesmo fundador do Waze, e começou a operar no Brasil em 2013. “Hoje estamos em todas as capitais, nas cidades com mais de 200 mil habitantes, e em quase todas com mais de 100 mil.” O Brasil é campeão de audiência, com 12,5 milhões de usuários, e São Paulo a cidade onde mais se usa o Moovit no mundo. 

De acordo com Tavela, a plataforma quer responder duas perguntas: como chegar aonde se pretende e em quanto tempo.

Para isso são combinadas opções de transporte disponíveis.

“Tudo isso vai sendo mapeado ao longo do tempo. Quando o usuário chega ele pode, por filtros, personalizar a busca, inclusive escolhendo ficar dentro de um mesmo sistema para usar, por exemplo, o bilhete único.”

Com um conjunto de opções semelhante está a Cittamobi, plataforma desenvolvida com tecnologia 100% nacional. “Estamos há dez anos no mercado com a ideia de que as pessoas querem e precisam de informação para se locomover. Inicialmente a gente funcionava com envio de SMS. Hoje somos uma plataforma que tem um aplicativo no qual investimos fortemente em qualidade de dados. Trabalhamos para ter assertividade, para a que chega no aplicativo ser a mais apurada possível e o passageiro saber, em tempo real, onde está o ônibus dele, a que horas vai passar e em quais paradas”, disse a diretora de produto (CPO) da Cittamobi, Emanuele Cassimiro.


A intermodalidade é um ponto forte dessa ferramenta.
Além dos ônibus, na cidade do Rio de Janeiro, a Cittamobi disponibiliza horários do VLT e das barcas; na Bahia, o horário do metrô; na capital paulista, estão acessíveis os horários da Linha Amarela e dos trens que ligam a região do ABC, de Jundiaí e do Alto Tietê a São Paulo. 

A ferramenta condensa informações de mais de 70 mil ônibus monitorados no país e possui 25 milhões de usuários em 19 estados brasileiros. Em Porto Alegre o Cittamobi foi o aplicativo oficial da prefeitura para avisar a população sobre as linhas durante as chuvas de 2024. “A situação estava muito inconstante, e nós passamos a emitir alertas sobre linhas operantes e inoperantes, onde tinha posto de atendimento,
etc. Para isso, não criamos nada novo. Usamos o que já estava em operação de forma adequada à situação”, comentou Emanuele, ao falar sobre a importância da disponibilidade de dados do transporte público.

Desafios da informação
O fluxo de informações é bem parecido entre os aplicativos voltados ao transporte coletivo. As plataformas se alimentam, basicamente, de dados estruturados da rota, APIs específicos sobre horários e alterações e informações de geolocalização, principalmente por GPS. Tudo isso é combinado com notícias repassadas por uma rede que inclui desde gestores de tráfego a usuários que reportam, de forma voluntária e em tempo real, eventualidades como acidentes, protestos e greves, sinalizam linhas que ainda não estavam mapeadas e comentam sobre a lotação dos veículos.

Esse conjunto, oriundo de várias fontes, é processado por algoritmos que calculam o tempo dos percursos e lançam atualizações nas plataformas. Portanto, maior ou menor precisão dos aplicativos depende do bom funcionamento dessa cadeia que envolve etapas operacionais e técnicas.

Nesse ponto, o Brasil ainda vive desafios.
“Nosso problema está longe de ser os aplicativos. Os grandes players globais estão aqui, e as empresas nacionais também são muito boas. Mas a gente depende do cadastro das informações de planejamento de forma padronizada, do cumprimento fiel desse planejamento e de GPS mais preciso”, defende o sócio fundador do ecossistema Bus2, Gustavo Balieiro.

No caso do cadastro das informações, onde começa a cadeia, o uso de dados em GTFS (General Transit Feed Specification) por prefeituras ou operadoras do transporte e a disponibilização deles é algo fundamental ao desenvolvimento das tecnologias. “O GTFS é a base de absolutamente tudo. É a base da informação para o usuário”, completa Balieiro. 

Tecnologia e Inovação

O GTFS foi desenvolvido pelo Google em meados de 2005 como maneira de uniformizar dados de transporte público de distintas regiões do mundo para serem lidos e processados por qualquer software sem adaptações específicas. A partir dele, surgiu a funcionalidade do Google Maps para transporte público.

Os feeds gerados são de GTFS Estática — referente às informações estáticas sobre horários e localizações de paradas de ônibus, linhas, e outras — e, mais recentemente, de GTFS Realtime, com atualizações em tempo real, alertas de atrasos e mudanças de cursos. No entanto, mesmo predominante em nível mundial, essa padronização ainda é desconhecida por grande parte dos gestores brasileiros.

Como forma de resolver esse gargalo, algumas empresas passaram a oferecer ferramentas de monitoramento e gestão de frotas que funcionam como integrador de informações para os desenvolvedores de aplicativos. Uma delas é a Cittati, com a FLITS. Ela gera e repassa dados de GPS, APIs e GTFS aos softwares de tecnologia que entregam o produto final ao passageiro. Um aplicativo que usa o serviço da FLITS é a MobiliBus, desenvolvida pela Bus2. Ele atende usuários de Uberlândia e Uberaba e tem entre suas funcionalidades a previsão de chegada dos ônibus, com cálculos realizados mesmo quando o veículo está offline.

A capital paulista é uma das cidades que mantém os dados em GTFS abertos. Apesar de não possuir aplicativo próprio, todos os ônibus que operam em São Paulo possuem GPS e as informações recebidas pela tecnologia embarcada ficam disponíveis às aplicações de localização dos veículos. A SPTrans também possui o site Olho Vivo, que disponibiliza ao usuário um formatador de origem-destino com linhas de interesse e trajetos. Utilizam a tecnologia Olho Vivo aplicativos como o Cadê o Ônibus, o Cittamobi, o Moovit e o SP Pass.

“Ter mais dados permite aumentar a previsibilidade e levar mais passageiros para o transporte público. Hoje temos cidades em que 75% das empresas disponibilizam dados que nos permitem dar informações em tempo real de maneira mais precisa, enquanto 25% não o fazem. E a maioria dos passageiros que usa o nosso aplicativo acaba escolhendo aquela que traz mais confiabilidade de informações”, defendeu Marcelo Tavela.

Recentemente a discussão sobre o uso de GTFS passou a abranger o debate em torno da revisão do modelo de remuneração e subsídio do sistema de transporte. “A gente tem um grande problema que é a dificuldade de medição de dados por falta de padronização. A popularização do GTFS seria uma oportunidade para estimar custos operacionais e rediscutir o modelo de remuneração e subsídio. Essa discussão já está em curso”, disse Balieiro, lembrando que o assunto foi pauta do MobilityData Summit deste ano, em Montreal no Canadá.

Informações: NTU

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Curitiba terá meia tarifa de ônibus aos domingos e feriados

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

O prefeito Eduardo Pimentel assinou, na manhã desta quinta-feira (2/1), o decreto que institui a meia tarifa de ônibus aos domingos e feriados. O benefício, batizado de Domingão paga meia foi um dos compromissos de campanha e o primeiro ato do novo prefeito eleito. A tarifa a R$ 3 começa a valer no próximo domingo (5/1).

“É o meu primeiro ato como prefeito, cumprindo o meu compromisso com a população. São R$ 3 para que as famílias e as pessoas possam se visitar, visitar os parques e praças, ir na missa, ir no culto, frequentar a cidade de Curitiba e isso só é possível porque nós estamos pegando uma Prefeitura com uma saúde financeira importante. Nos próximos dias, trabalharemos a tarifa zero para o desempregado, que foi um compromisso. Fortaleceremos o vale creche, antes da volta às aulas, que foi outro compromisso para as famílias com renda até três salários mínimos e vamos continuar com a cidade funcionando. A cidade não para um minuto, dia 31 virou para o dia 1º, hoje é dia 2, os serviços públicos estão na rua, a cidade não pode parar”, disse Pimentel, que assinou a medida juntamente com o presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs), Ogeny Pedro Maia Neto, e o secretário de Planejamento, Finanças e Orçamento, Vitor Puppi.

A tarifa a R$ 3 valerá para todas as formas de pagamento (dinheiro, cartão transporte e de débito e crédito). Estas duas últimas terão, como de costume, a taxa cobrada pelas operadoras, ficando no total, em R$ 3,07.

Sem reajuste
Segundo o presidente da Urbs, a ideia é atrair mais passageiros para os domingos e feriados. “Temos aproximadamente 600 mil passageiros pagantes nos dias úteis e 180 mil aos domingos. Os ônibus trabalham aos domingos com uma ociosidade de 40% a 50%. Com a meia tarifa vamos aos poucos reduzindo esse índice e os ônibus vão circular com mais pessoas e a necessidade de subsídio também diminui”, explicou Maia Neto. O subsídio estimado para a meia tarifa é de R$ 27 milhões por ano.

Eduardo Pimentel também garantiu que a tarifa social de R$ 6 para os demais dias da semana não terá aumento. Na contramão de várias capitais que anunciaram reajustes neste início de ano, como São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e Belo Horizonte, Curitiba não reajusta sua tarifa desde 2023 e vai trabalhar, dentro do novo contrato de concessão que está sendo formatado para o transporte coletivo, a possibilidade de reduzir ainda mais a tarifa.

“Estamos trabalhando no projeto da nova concessão do transporte coletivo para um serviço cada vez mais integrado, sustentável, com a substituição do diesel para novas energias, e que traga conforto para os usuários com uma tarifa justa”.

Tarifa Zero para quem precisa
Antes disso, um dos projetos que deve ser implantado até fevereiro é o Tarifa zero para quem precisa, que vai beneficiar pessoas com cadastro no Sine que estão à procura de um emprego. Serão duas passagens gratuitas, no cartão transporte, que serão concedidas para que a pessoa possa ir e voltar da sua entrevista de emprego.

Pouco antes de assinar o termo que institui a meia tarifa, Pimentel participou da cerimônia do hasteamento da bandeira, juntamente com o vice-prefeito, Paulo Martins, e o secretário municipal de Governo, Marcelo Fachinello. Após os hinos, ele subiu a rampa do Palácio 29 de Março. Prefeito e vice-prefeito receberam a benção do pastor Cirino Ferro e do capelão da Guarda Municipal, Marcos Camargo, em cerimônia com a presença de vereadores, secretários e administradores regionais.

Diálogo
Pimentel comentou que três desafios principais vão dominar os primeiros seis meses de seu governo: a gestão de resíduos, o novo contrato de concessão do transporte coletivo e o novo Plano Diretor de Curitiba. Durante o evento, o prefeito fez um resumo dos principais projetos para o governo na área de saúde, educação, habitação, para o cuidado com as pessoas em situação rua e a revitalização do Centro da cidade.

O prefeito ressaltou a importância do diálogo e parceria com a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) e a independência dos poderes para que a cidade possa avançar mais nos próximos anos.

Também destacou, pouco antes da primeira reunião de secretariado, na sequência, que os representantes da sua equipe de governo terão metas, deverão trabalhar com austeridade e responsabilidade na gestão do recurso público. “Serei um prefeito exigente, porque a população da nossa cidade é exigente. Curitiba não pode parar. Estamos aqui para servir a toda população e esse é o meu compromisso para os próximo quatro anos”, finalizou.

Informações: Urbs

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Goiânia é a nona capital brasileira com tarifa mais barata para ônibus; veja ranking completo

Apesar do aumento de 12% aprovado pela Agência Goiana de Regulação (AGR) no último dia 27, o cidadão goianiense continuará a pagar R$4,30 para utilizar o sistema público de transporte da capital. O aumento aprovado do valor da tarifa técnica vai de R$9,38 para R$10,50, o que forçará maior subsídio por parte dos governos estadual e municipal para manutenção da tarifa atual, que vem sendo praticada desde 2019. 

A AGR aprovou aumento para R$9,89 de 1° de janeiro até 30 de abril e R$10,50 de 1° de maio deste ano até março de 2026.

Atualmente, o subsídio público é responsável por 82% dos pagamentos ao sistema público de ônibus. Como a rede também atende cidades próximas, as prefeituras de Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Trindade e Goianira também contribuem com o subsídio com cerca de 17,6% do valor total a ser repassado.  

Segundo dados do Portal da Transparência do Estado, de janeiro a outubro de 2024 tanto a Prefeitura de Goiânia quanto o Governo de Goiás desembolsaram, cada um, R$194 milhões para o subsídio. Existe um aumento de 60% no valor repassado quando comparamos com o mesmo período de 2023. 

Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quinta-feira, 2, o refeito Sandro Mabel (UB) afirmou que o preço da passagem não irá aumentar, e que uma redução na taxa técnica das tarifas é prevista para meados de 2026. Em cerimônia de posse dos secretários na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Mabel afirmou que o aumento na eficiência do transporte reduzirá o preço da tarifa e que o aumento do uso do serviço pelos cidadãos deve reduzir o preço da tarifa.

Veja abaixo a lista completa com as tarifas para ônibus do transporte coletivo mais baratas entre as capitais brasileiras: 

Rio Branco, R$3,50: A capital do Acre reduziu o preço da passagem de R$4 para R$3,50 em 2021 e a mantém assim desde então. Em novembro de 2023, houve aprovação de subsídio junto à Câmara do município para garantia dos valores. 

Macapá, R$3,70: Conforme mostram dados do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (Setap), o preço original deveria ser de R$ 4,55, entretanto, o restante é custeado pela prefeitura da capital do Amapá.

Palmas, R$3,85: Capital do Tocantins mantém o valor da tarifa inalterado desde 2019.]

Maceió, R$4: O preço da passagem do ônibus do transporte público da capital do Alagoas foi definido em maio de 2023. Usuários do cartão Vamu Cidadão pagam R$3,49.

Teresina, R$4: O valor da passagem na maior cidade do Piaui segue inalterado desde 2020.

Belém, R$4: Apesar de rumores sobre o aumento da tarifa na capital do Pará terem circulado no final do ano passado, o valor se manteve. 

Recife, R$4,10: O preço deve aumentar para R$4,30 a partir de 5 de janeiro.

São Luís, R$4,20: Valor para as linhas integradas da capital do Maranhão foi mantido graças à Portaria de maio de 2023. Quem deseja andar nas linhas não integradas deve desembolsar R$3,70 por viagem. 

Goiânia, R$4,30: Preço permanece o mesmo desde 2019. 

Fortaleza, R$4,50: O valor da tarifa dos ônibus da rede pública da capital cearense foi mantido graças à aprovação de subsídio na Câmara do município, em fevereiro do ano passado. 

Manaus, R$4,50: Antes de maio de 2023, o preço era de R$3,80, entretanto, após reajuste de 18,42% nesta data, a tarifa para capital do Amazonas saltou para R$4,50. 

Rio de Janeiro, R$4,70: Eduardo Paes (PSD) confirmou o aumento dos preços das passagens nos ônibus municipais nesta quarta-feira, 1°. De R$4,30, a tarifa passou para R$4,70.

Vitória, R$4,70: De segunda-feira a sábado o preço da passagem nos ônibus da capital do Espírito Santo é de R$4,70, enquanto nos domingos a tarifa praticada é de R$4,10, para aqueles com o Cartão GV Cidadão.

Campo Grande, R$4,75: A tarifa na maior cidade do Mato Grosso do Sul teve aumento de R$0,10 em março do ano passado para as linhas convencional e distrital.

Porto Alegre, R$4,80: O valor na capital gaúcha segue inalterado desde julho de 2021.

Natal, R$4,90: Na capital do Rio Grande do Norte, o valor atual foi aprovado pelo Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade em 26 de dezembro e começou a valer no domingo, 29.

João Pessoa, R$4,90: Independentemente da forma de pagamento, houve aumento de R$0,20 na tarifa do ônibus público da capital da Paraíba em janeiro do ano passado. 

Cuiabá, R$4,95: Último aumento nas passagens da capital do Mato Grosso aconteceu em abril de 2022.

Aracajú, R$5: Após licitação do transporte público da região metropolitana da capital do Sergipe, em 2024, o valor da tarifa foi mantido.

São Paulo, R$5: O valor da tarifa do ônibus da maior cidade da América Latina estava congelado em R$4,40 desde 2020, e agora passa para os R$5. Nos domingos e feriados, a passagem continua gratuita. A partir do seis de janeiro, os preços para acessar metrôs e trens também sobem, alcançando a casa dos R$5,20. 

Salvador, R$5,20: O preço atual da passagem na capital baiana surgiu após reajuste em novembro de 2023, afetando tanto os veículos convencionais quanto os do sistema BRT e STEC.

Boa Vista, R$ 5,50: A tarifa foi fixada em dezembro de 2023 e mantida em julho do ano passado, com o anúncio de subsídio tarifário para o transporte público.

Brasília, R$5,50: Valor válido para viagens longas, para região metropolitana da capital federal, e de metrô. Existem outras duas tarifas praticadas com valores de R$2,70 (circular interna) e R$3,80 (viagens curtas).

Belo Horizonte, R$5,75: O preço atual das passagens na capital mineira se deu após aumento de R$0,50 oficializado nesta quarta-feira, 1°. O aumento anterior tinha sido em 29 de dezembro de 2023. As tarifas praticadas se referem às linhas convencionais, enquanto existe o valor de R$2,75 para as linhas curtas. A tarifa zero segue valendo para as 12 linhas que circulam nas vilas e favelas da cidade. A tarifa original deveria ser de R$9,40, mas existe subsídio da administração municipal. 

Curitiba, R$6: Apesar de reajuste periódico previsto para todo 1° de março, o valor atual é mantido desde 2023.
Porto Velho, R$ 6: Valor é praticado quando o pagamento é em dinheiro. Para aqueles que usam o cartão ComCard, o preço vai para R$4,50. 

Florianópolis, R$ 6,90: A tarifa praticada na capital catarinense era R$ 6, mas, a partir da quarta-feira, 1°, passou a ser de R$6,90. O novo preço é para pagamento em dinheiro ou QRCode. Existem valores diferenciados para pagamento com cartões (R$ 5,75), vale-transporte (R$ 6,75) e cartão de turista (R$ 6,75).

Informações: Jornal Opção

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Tarifa de ônibus de Curitiba não terá reajuste em 2024

domingo, 25 de fevereiro de 2024

A tarifa de ônibus no transporte coletivo de Curitiba, de R$ 6, não terá reajuste em 2024. O anúncio, que já havia sido feito pelo prefeito Rafael Greca em maio do ano passado, foi confirmado pela Urbanização de Curitiba (Urbs), que administra o transporte coletivo na cidade. A iniciativa beneficia os cerca de 11,8 milhões de passageiros pagantes do sistema por mês.

A tarifa é tradicionalmente reajustada em 1º de março de cada ano, com base na variação dos custos do transporte coletivo.

Subsídio
A iniciativa da Prefeitura tem como objetivo evitar gerar mais pressão sobre os gastos da população que utiliza o transporte coletivo da cidade e é possível graças ao subsídio do sistema pelo poder público. O subsídio é usado para compensar a diferença entre a chamada tarifa técnica, que representa os custos reais do sistema, e a tarifa social, de R$ 6, paga pelos passageiros. No ano passado, a tarifa técnica ficou, em média, em R$ 7,07.

“Neste ano, já temos garantidos R$ 60 milhões em subsídio do município, previstos na Lei Orçamentária Anual. Vamos buscar ainda recursos do governo federal para bancar a gratuidade dos idosos. Somente o subsídio federal à gratuidade pode significar, para Curitiba, de R$ 60 milhões a R$ 70 milhões em 2024” disse o presidente da Urbs.

Maia Neto também revela que há expectativa do subsídio do governo estadual para manutenção da integração metropolitana. Por mês, são 3,2 milhões de passageiros da região de Curitiba que ingressam no transporte da capital sem pagar uma nova passagem. "No ano passado recebemos R$ 35 milhões do governo estadual e devemos iniciar, nos próximos dias, as tratativas para o subsídio do governo estadual", completou o presidente da Urbs.

A tarifa do transporte coletivo de Curitiba ficou congelada entre 2019 e 2022, em função do impacto da pandemia na economia e no orçamento das famílias. Em 2022, foi feita a correção de 22% e, em 2023, de 9%.

Nos últimos sete anos, o transporte coletivo de Curitiba ganhou 39 novas linhas de ônibus e 53 integrações temporais. O sistema conta com 22 terminais de integração, 244 linhas urbanas, 62 linhas metropolitanas integradas ao sistema e três linhas mistas (urbanas e metropolitanas).

Informações: URBS

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Curitiba avança rumo à eletromobilidade e nova concessão do transporte coletivo

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Ao completar 330 anos em 2023, Curitiba colocou o pé no acelerador da eletromobilidade, com os primeiros testes com ônibus e táxis elétricos e a preparação para a compra dos primeiros 70 elétricos que passam a integrar a frota do transporte coletivo a partir de 2024. Também ganhou novas linhas de ônibus, lançou um novo cartão pré-pago para utilização fora do horário de pico e iniciou a formatação do novo modelo de concessão do transporte coletivo, que vai valer a partir de 2025.

Os primeiros 70 ônibus, que devem ser adquiridos com recursos de R$ 317 milhões, marcam o início da descarbonização da frota do transporte coletivo, um dos pilares do plano de sustentabilidade do município para as próximas décadas. Prevista no Plano de Adaptação e Mitigação das Mudanças Climáticas de Curitiba (PlanClima), ela traduz o empenho em consolidar uma política climática com ações transformadoras e inclusivas por uma cidade neutra em emissões e resiliente ao clima, de acordo com os objetivos do Acordo de Paris e da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

“O futuro começa agora, com os ônibus elétricos. Iniciamos a eletrificação da frota, vamos deixar para os curitibinhas de hoje e os que ainda vão nascer uma cidade mais sustentável e menos poluente", diz o prefeito Rafael Greca. 

Os primeiros ônibus elétricos devem rodar no transporte coletivo nas linhas Interbairros II, Interbairros I e Ligeirinhos. Pelo cronograma, serão cinco lotes de compras, que têm início em maio. 

“O ano de 2023 foi um marco em termos de transição da matriz energética. Efetuamos testes com ônibus e também táxis elétricos e anunciamos a compra dos primeiros lotes de ônibus elétricos. Curitiba se prepara para o grande salto que o transporte coletivo vai dar nos próximos anos”, resume Ogeny Pedro Maia Neto, presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs), que gerencia o transporte coletivo da cidade.

Dos 70 ônibus, 36 são modelo padron piso alto; 28 articulados de piso alto; e 6 padron piso baixo. "Essa primeira compra será uma oportunidade para que possamos testar estes ônibus na prática, já com vistas ao novo edital de concessão do transporte coletivo, em 2025", acrescenta Maia Neto.

Testes
Curitiba foi a primeira cidade do País a fazer testes estruturados de ônibus elétricos, envolvendo avaliações de sete veículos de quatro marcas - BYD, Eletra, Marcopolo e Volvo -, entre abril e outubro de 2023, nas linhas urbanas da cidade.

Com zero emissões, silencioso, climatizado e confortável, o ônibus elétrico caiu no gosto dos usuários que puderam participar dos testes de ônibus nas linhas.

“Eu já andei de ônibus elétrico várias vezes e gosto porque ele é confortável, é melhor que o tradicional”, elogia José Rosimauro, 41, porteiro.

“O elétrico faz muito menos barulho, e na volta do trabalho para casa isso é ótimo. Sempre fico feliz quando vejo que o ônibus que vou pegar é elétrico”, diz Edvaldo Junior, 28, promotor de vendas, aque também pôde andar em um dos ônibus testados na capital.

O projeto de compra dos veículos, aprovado na Câmara Municipal de Curitiba (CMC) em dezembro, permitirá, além do subsídio,  que os 70 ônibus voltem para o município com o fim do atual contrato de concessão.

Nova concessão
O atual contrato de concessão, que termina em 2025, não será renovado. A Prefeitura iniciou em 2023 o projeto de formatação do novo modelo de concessão do transporte coletivo, com apoio e consultoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). O novo modelo promete ser um marco para o transporte coletivo da cidade, com  modernização do sistema, reestruturação dos serviços de mobilidade da Rede Integrada de Transporte e descarbonização gradual da frota.  A meta é que 33% da frota seja zero emissões em 2030, percentual que deve chegar a 100% em 2050.

Táxis elétricos
Além de testar ônibus elétricos, a Prefeitura também avaliou o desempenho de um ônibus movido a gás natural e seis táxis elétricos da montadora Renault, que rodaram, com passageiros, durante seis meses. A intenção é que esses testes sejam a base de um projeto de eletrificação da frota de táxi de Curitiba.

“Os resultados foram extremamente promissores, com uma redução significativa das emissões de gases de efeito estufa no período de avaliações”, diz Maia Neto.

Em paralelo, a Prefeitura começou a implantar, para a população em geral,  uma rede de recarga de carros elétricos em pontos estratégicos da cidade, com carregadores instalados na Prefeitura, nos Smart Parks São Francisco, Jardim Botânico e Campina do Siqueira, na Rua da Cidadania da Matriz e na Rodoviária.

Reformas
Além dos avanços rumo à eletromobilidade, o transporte coletivo ganhou melhorias em 2023, com mais linhas, integrações temporais e a reforma de 120 estações-tubo. Em 2023, foram criadas oito novas linhas: 553-Moradias Iguaçu, 722-Complexo Industrial, 832- Posiville/INC, Rio Bonito; Parque Náutico e Emílio Romani, sem contar as linhas temporárias X50 - Natal Barigui e  X51-Natal Parque Náutico. Além disso, a nova linha Ligeirão Norte-Sul, que vai ligar o Santa Cândida ao Pinheirinho, deve ser inaugurada em janeiro de 2024. 

Com investimento recorde de R$ 6,5 milhões, 120 estações-tubo estão passando por reformas, com troca de piso e melhorias de acessibilidade até o fim de janeiro de 2024.  Com a conclusão dessa revitalização, 60% das 338 estações-tubo da cidade terão sido revitalizadas nos últimos dois anos.

Curitiba+
Investindo fortemente em novas tecnologias, Curitiba lançou mais uma inovação no transporte coletivo, o Curitiba+, cartão pré-pago que permite, por um valor fixo, utilizar o transporte de maneira ilimitada fora do horário de pico durante 30 dias. A ideia é gerar economia para o passageiro e incentivar o uso do transporte coletivo fora dos horários de pico, período em que o movimento chega a ter queda de 60%. O Curitiba+ permite uso ilimitado e exclusivo das 8h30 às 16h59 e das 20h às 3h59 nos dias úteis; após 8h30 aos sábados; e de uso livre aos domingos e feriados.  Quanto mais utilizações, mais barato fica em relação ao cartão tradicional. 

A Urbs também implantou novidades na rede de lojas #CuritibaSuaLinda, que completou cinco anos em 2023. A principal delas foi o início das vendas pelo site da rede, que disponibiliza produtos que prestam homenagem à história, à arquitetura e à cultura de Curitiba e também do Paraná. São 680 itens de decoração, literatura, arte, acessórios, vestuário e lembranças. Também estão na programação a inauguração, em breve, de uma loja no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos PInhais, e uma loja-tubo itinerante, que vai ser instalada temporariamente em alguns locais da cidade. 

O ano de 2023 também foi marcado pelos 60 anos da Urbs, que promoveu uma série de eventos comemorativos, como promoções e festivais gastronômicos no Mercado Municipal Capão Raso (MMCR) e na Rua 24 Horas.

A Urbs também lançou editais para escolha de permissionários nos equipamentos urbanos, com destaque para o Parque de Diversões no Parque Barigui, inaugurado em dezembro com 17 atrações em um espaço de 8 mil metros quadrados.

O atendimento à população também foi aprimorado, com a ampliação de funcionalidades dos totens implantados em Ruas da Cidadania, e o pagamento de recarga de cartão-transporte com cartão de débito e crédito em terminais. A Rodoviária de Curitiba, também administrada pela Urbs, ganhou painéis de informação de origem, destino e hora dos ônibus, além de uma ferramenta que permite fazer uma visita virtual ao terminal rodoviário.

Informações: URBS

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