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Governo de SP entrega primeiro trem da Linha 6-Laranja do metrô

quinta-feira, 10 de julho de 2025

O Governo do Estado de São Paulo participou, nesta quinta-feira (10), do evento de entrega do primeiro trem que será utilizado na operação da Linha 6-Laranja do metrô. A cerimônia ocorreu no Pátio Morro Grande, na zona norte da capital. No total, serão 22 composições com seis carros cada, capazes de transportar até 2.044 passageiros entre a Brasilândia, na zona norte, e a Estação São Joaquim, no centro de São Paulo. A previsão é de que a linha atenda mais de 630 mil passageiros por dia.

Fabricados em aço inoxidável no município de Taubaté, no interior paulista, os trens possuem durabilidade superior a 40 anos e são mais leves, o que contribui para maior eficiência energética e uma operação mais sustentável. Todas as composições contam com tecnologia que permitirá a operação sem a necessidade de condutor a bordo, com velocidade máxima de até 90 km/h.

“Viemos receber o primeiro trem da Linha 6-Laranja e acompanhar o andamento da obra: temos mais de 10 quilômetros de linha lançada e algumas estações já com 80% de execução. A ideia é que a gente comece os primeiros testes aqui no Pátio Morro Grande no segundo semestre deste ano. As obras estão andando bem e mantém excelente evolução”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.

O primeiro trecho da linha, entre a Brasilândia e a Estação Perdizes, será entregue no segundo semestre de 2026. Já o segundo trecho, entre Perdizes e a Estação São Joaquim, tem entrega prevista para 2027. A Linha 6-Laranja terá conexões com as Linhas 1-Azul, 4-Amarela e 7-Rubi do sistema metropolitano.

Com 15,3 km de extensão, a Linha 6-Laranja reduzirá de cerca de 1h30 para apenas 23 minutos o tempo de deslocamento no trajeto atualmente realizado por ônibus. Conhecida como “linha das universidades”, ela atenderá diretamente sete instituições de ensino superior e outras quatro de forma indireta.

A escavação dos túneis da linha foi concluída em fevereiro de 2025, conectando todas as 15 futuras estações. Paralelamente, já está em andamento a instalação de trilhos, sistemas e a entrega das composições.

A Linha 6-Laranja é uma parceria público-privada (PPP) do Governo do Estado de São Paulo com a concessionária Linha Uni, executada pela Acciona, com geração de mais de 10 mil empregos. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Parcerias em Investimentos do Estado (SPI), responsável por estruturar e acompanhar os projetos de concessão e PPPs no estado.

Informações: Investe SP

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Metrô Bahia transporta mais de 57 milhões de clientes no primeiro semestre de 2025

A CCR Metrô Bahia alcançou a marca expressiva de mais de 57 milhões de passageiros transportados no primeiro semestre de 2025. O número demonstra a importância do metrô na mobilidade urbana e a confiança da população no sistema de transporte. Além disso, houve aumento de 4% na média do dia útil (de segunda a sexta), em comparação ao mesmo período de 2024, no sistema metroviário composto por 38km de via, duas linhas e 22 estações.

Para Júlio Freitas, diretor da CCR Metrô Bahia, o crescimento no número de passageiros representa a importância do modal para a mobilidade urbana de Salvador e Lauro de Freitas. "O metrô está se consolidando como uma ótima alternativa de transporte, que contribui significativamente para a redução do trânsito. Os números reafirmam o nosso compromisso em promover soluções de mobilidade que não apenas conectam pessoas e lugares, mas também reduzem impactos ambientais e contribuem para cidades mais sustentáveis. Assim, o transporte sobre trilhos segue como uma opção indispensável para o futuro das metrópoles brasileiras," destacou.

Desde a inauguração, em 2014, o sistema metroviário de Salvador e Lauro de Freitas já transportou mais de 730 milhões de passageiros, somando mais de 2,3 milhões de viagens realizadas.

"O transporte de mais de 57 milhões de passageiros no primeiro semestre de 2025 é reflexo do compromisso do Governo do Estado com a mobilidade urbana de qualidade. O Metrô Bahia vem se consolidando como um serviço essencial para Salvador e a Região Metropolitana, garantindo deslocamento seguro, rápido e acessível para a população", reforça Jusmari Oliveira, Secretária de Desenvolvimento Urbano da Bahia.

Informações: CCR Metrô

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PBH anuncia fim de duas linhas de ônibus que existem há mais de 40 anos

Duas linhas de ônibus que existem há mais de 40 anos em Belo Horizonte, vão ser extintas. A SC02A e SC03A, que atendem a Região Centro-Sul da capital mineira, serão substituídas pela criação da linha 110. As linhas circulares são muito utilizadas por moradores e pessoas que passam por bairros como Santa Efigênia, Barro Preto e Savassi. 

No Diário Oficial do Município do último sábado (5/7), a Prefeitura de BH, junto com a Superintendência de Mobilidade (Sumob) anunciaram a mudança. De acordo com o documento, a extinção das linhas SC02A (Praça Sete/Savassi - Via Praça da Liberdade/Santa Casa) e SC03A (Hospital Felício Rocho/Hospital Militar A.) se justifica a partir da criação da 110, que vai seguir com um itinerário que abrange o trajeto das duas outras linhas. 

Ao Estado de Minas, o estudante Arthur Rodrigues conta que não utiliza frequentemente as linhas circulares, mas convive com pessoas que usam o transporte diariamente para ir ao trabalho. Apaixonado por ônibus desde criança, o jovem usa suas redes sociais para compartilhar notícias e curiosidades sobre o transporte em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. 

“Eu acho que é uma mudança muito drástica, porque essas duas linhas existem há mais de 40 anos. Então, vai ser um processo difícil de adaptação do público. Se for aprovado, espero que a linha tenha uma alta quantidade de viagens e que o itinerário não prejudique os passageiros”, explicou. 

De acordo com a última atualização do “Números de Transporte Coletivo”, divulgado pela Prefeitura de BH, a SC02A recebeu mais de 57 mil passageiros em maio de 2025. Já a SC03A, contabilizou pouco mais de 7 mil usuários no mesmo período. O estudante destacou que, caso a medida seja aprovada, torce para que a nova linha 110 consiga dar conta da demanda de passageiros. 

Além disso, algumas ruas e avenidas que atualmente estão no itinerário das linhas, podem não fazer parte do trajeto da 110. No caso da SC02A, a Rua São Paulo, que passa pelo Bairro de Lourdes. Já a SC03A, a R. Manaus e as Avenidas Professor Alfredo Balena e Francisco Sales, no bairro Santa Efigênia.  

Em nota, a PBH informou que a proposta da criação da 110 “surge a partir da reestruturação do SC02A e SC03A atendendo aos atuais polos significativos de demanda dessas linhas.” O Executivo ainda afirmou que a proposta é recente e os cidadãos podem enviar, até terça-feira (8/7), uma impugnação por escrito e fundamentada sobre o assunto, que será analisada antes do início da operação,  junto com questões de sinalização de pontos, programação de quadro de horário e adequação da frota. 

Confira o itinerário da nova linha
Linha 110

Av. do Contorno (entre Praça Floriano Peixoto e Rua Álvares Maciel), Av. Getúlio Vargas, Av. Cristóvão Colombo, Praça da Liberdade, Rua Gonçalves Dias, Av. Álvares Cabral, Av. Olegário Maciel, Rua Santos Barreto, Av. Álvares Cabral, Rua Matias Cardoso, Av. do Contorno, Av. Barbacena, Av. Augusto de Lima, Rua Rio Grande do Sul, Rua dos Guajajaras, Rua Santa Catarina, Av. Amazonas, Rua dos Tamoios, Av. Afonso Pena, Rua da Bahia, Av. Bias Fortes, Praça da Liberdade, Av. Cristóvão Colombo, Av. do Contorno, Rua Professor Moraes, Av. Afonso Pena, Av. Brasil, Rua Grão Pará, Av. do Contorno. 

Informações: Estado de Minas

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Prefeitura regulamenta uso de bicicletas e patinetes elétricos em Salvador

A Prefeitura de Salvador publicou na sexta-feira (4), um decreto que regulamenta o uso de equipamentos de micromobilidade em Salvador, como bicicletas e patinetes elétricos, e demais equipamentos de mobilidade autopropelidos (EMIA). O Decreto nº 40.301/2025 estabelece as diretrizes para a circulação, bem como para a operação de sistemas de compartilhamento desses meios de transporte na cidade.

“A medida representa um avanço significativo na organização da mobilidade urbana de Salvador, promovendo segurança viária, incentivo à mobilidade ativa e sustentável, e a integração com o sistema de transporte público coletivo”, destaca o secretário de mobilidade de Salvador, Pablo Souza. 

O decreto também está em consonância com a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal n° 12.587/2012), a Resolução 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Salvador (Lei Municipal n° 9.347/2018 e Decreto 29.929/2018). 

As regras estabelecidas no documento já passam a valer desde a sua publicação. Entre elas estão a proibição do uso destes equipamentos por menores de 18 anos, e o uso individual do equipamento, sendo proibido o transporte de passageiro, animal ou carga. Também foram estabelecidas regras para circulação, sendo permitido o uso em ciclovias, ciclofaixas, vias compartilhadas, parques, praças, calçadas (na ausência de infraestrutura cicloviária), zonas de trânsito calmo e ruas com limite de até 40 km/h. 

A velocidade máxima permitida para os equipamentos será de 25 km/h em vias urbanas, 12 km/h em vias compartilhadas, parques e praças, e de 6 km/h em calçadas. Além disso, fica proibida a circulação nos corredores exclusivos do BRT e BRS. 

Ficam também instituídos uma série de direitos e deveres do usuário, tais como o acesso a equipamentos em boas condições e com identidade visual padronizada; transparência nas tarifas, na apólice de seguro contratada e no recebimento de extratos de viagem; canais de atendimento acessíveis; além de garantir a disponibilização de ações de formação sobre segurança viária e uso correto dos equipamentos. 

O decreto prevê ainda os acessórios obrigatórios para o uso dos equipamentos, tais como dispositivo indicador e limitador eletrônico de velocidade, campainha ou dispositivo sonoro equivalente, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral e sistema de freios eficaz em ambas as rodas. Para as bicicletas elétricas, é obrigatório a presença de espelho retrovisor do lado esquerdo e de sinalização noturna nos pedais. 

Fiscalização e penalidades – O decreto cria o Serviço de Micromobilidade do Município de Salvador, que prevê um rigoroso mecanismo de fiscalização e sanções, que variam de advertências educativas até cassação da autorização, passando por multas e remoção de veículos. Infrações por parte de usuários ou empresas serão apuradas conforme o devido processo legal.  

A gestão, autorização, regulação e fiscalização do serviço caberá à Semob, enquanto a circulação dos veículos será coordenada em conjunto com a Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador).  

Operação – A operação desses serviços será realizada exclusivamente por pessoas jurídicas autorizadas, mediante credenciamento junto à administração municipal, com regras específicas quanto à segurança viária, qualidade, responsabilidade civil e transparência na prestação de contas e nos dados de operação. 

Cabe destacar que a Semob já abriu, em meados de junho, o processo de credenciamento de empresas interessadas na exploração do serviço de compartilhamento de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos (patinetes elétricas e outros), sem estação física, por meio de plataforma tecnológica, no âmbito do município de Salvador. 

“Com este marco regulatório, Salvador se posiciona como referência nacional no ordenamento da micromobilidade elétrica, promovendo um ambiente urbano mais acessível, seguro e sustentável, alinhado às diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana”, destaca o secretário Pablo Souza.

Informações: Prefeitura de Salvador

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VLT inicia nova etapa de fiscalização em cartões de passagem no Terminal Gentileza


Os passageiros que desembarcarem no Terminal Gentileza, na Zona Portuária, deverão validar o cartão utilizado para o pagamento da tarifa também na saída, nas catracas de acesso ao mezanino a partir desta quarta-feira (9). A nova fiscalização ocorre em dias úteis, das 10h às 15h.

Segundo a concessionária, a medida foi criada para evitar que passageiros usem o VLT de graça. Para aqueles que tiverem efetuado o pagamento dentro dos vagões, não haverá nova cobrança.

Além disso, quem não tiver feito a validação pode ser abordado por fiscais ou guardas municipais e receber multa, que varia de R$ 170 a R$ 255.

Novo sistema de bilhetagem  
Vale ressaltar que, desde o 2 de agosto, o uso do Jaé passou a ser obrigatório para todos os passageiros no VLT. A tarifa continua em R$ 4,70, e o pagamento deve ser feito por aproximação (NFC), com cartão físico ou digital.

Informações: O Dia

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Números das linhas de ônibus de BH têm significados; saiba por quê

Cada município tem seu sistema de identificação das linhas de ônibus. Na capital mineira, as linhas podem ter dois, três ou quatro dígitos. Mas você sabia que esses códigos que aparecem na frente e nas laterais dos ônibus não são apenas números aleatórios, mas sim uma forma de identificar a origem, o destino e o trajeto da linha?

O atual sistema de numeração do transporte coletivo que atinge 268 das 299 linhas ativas de Belo Horizonte, foi implantado em 1998, com objetivo de orientar os 900 mil usuários que dependem do transporte público diariamente de acordo com a numeração das regionais administrativas da cidade, indicando a região de origem do ônibus, o destino e até mesmo o tipo de trajeto que ele faz.  

“O sistema foi criado para dar mais clareza ao usuário. Cada número tem um sentido, ele informa a região de origem, para onde o ônibus vai e se passa pelo Hipercentro ou não”, explica Luís Castilho, chefe de gabinete da Superintendência de Mobilidade de Belo Horizonte (Sumob). 

As linhas que são acompanhadas por letras, como a 83D e 83P, sinalizam que uma delas é direta e a outra paradora, mas ambas com o mesmo ponto de origem, destino e trajeto. "Esse sistema permite que os passageiros tenham uma noção mais clara do percurso mesmo antes de embarcar", afirma Castilho. 

Como funciona o sistema de numeração 
A capital mineira é dividida em dez regionais administrativas e cada uma recebeu um número, sendo identificadas por: (0) Hipercentro, (1) Centro-Sul, (2) Oeste, (3) Barreiro. (4) Noroeste, (5) Pampulha, (6) Venda Nova, (7) Norte, (8) Nordeste e (9) Leste.  

As linhas de ônibus de BH podem ter entre dois, três e quatro dígitos, e são organizadas de acordo com as dez regionais administrativas. A quantidade de dígitos de uma linha diz respeito ao tipo de serviço que ela oferta para a população, podendo ser: troncal, diametral, alimentadora, radial, perimetral, suplementar e vilas e favelas.

Os ônibus com apenas dois dígitos são as linhas troncais, com trajetos principais e mais diretos. Os dígitos dessas linhas são formados por: região de origem + número sequencial que diferencia a linha de outras. Elas têm origem em uma estação de integração, com destino à área central e durante o trajeto utiliza os “troncos” da cidade, como as avenidas Amazonas, Presidente Antônio Carlos e Presidente Carlos Luz.

Por exemplo, a linha 61 que liga Venda Nova (6) à região Central fazendo um trajeto direto, sem paradas. Já a linha 62 também liga Venda Nova (6) até a área hospitalar da capital, fazendo paradas durante o trajeto.  

Os ônibus de três dígitos são as linhas alimentadoras, que ligam um bairro à uma estação de integração ou de metrô, podendo também prestar atendimento dentro da própria região. Os números dessas linhas são formados por: região de origem + dois números sequenciais que diferenciam as linhas de outras. Por exemplo, a linha 407 faz a ligação entre os bairros Califórnia e Glória. Já a linha 621 faz a ligação da estação Venda Nova com o bairro Lagoa, que fica na mesma região. 

Já os ônibus com quatro dígitos são linhas que têm itinerários mais longos, podendo ser diametrais (ligação entre duas regionais atendendo ao Hipercentro), perimetrais (ligação entre duas regionais não atendendo ao Hipercentro) e radiais (ligação entre uma regional e a área Central). Os dígitos dessas linhas são formados por região de origem + região de destino + dois números sequenciais que vão de 0 a 99, sendo que de 0 a 49 a linha passa pelo Hipercentro, e de 50 a 99, a linha não passa pelo Hipercentro.   

As linhas diametrais, como a 8102, faz ligação da regional Nordeste (8) com a regional Centro-Sul (1) e o sequencial (02) indica que atende ao Hipercentro. Já a 9250, que é uma linha perimetral, liga a regional Leste (9) com a Oeste (2), e o sequencial 50 indica que ela não atende ao Hipercentro. A 4031 faz ligação da regional Noroeste (4) com o Hipercentro (0) e o sequencial (31) reforça que atende à região central. 

Uma diferença nas linhas alimentadoras das outras é que a tarifa delas é reduzida ou até mesmo gratuita, no caso das linhas de vilas e favelas. 

Atualmente, 12 linhas (101, 102, 103, 107, 201, 203, 319, 321, 336, 740, 826 e 902) fazem atendimento em dez comunidades da capital. Essas linhas operam com micro-ônibus e vão aonde os ônibus convencionais não conseguem acessar.

O objetivo dessas linhas é acessar aglomerados urbanos da cidade e conectar os moradores dessas regiões a outras linhas convencionais para que eles consigam alcançar toda a cidade. “Desde 2023, as doze linhas de vilas e favelas que operam com micro-ônibus têm tarifa zero. Um exemplo forte que temos é o Aglomerado da Serra, que tem três linhas de vilas e favelas para fazer a conexão dos moradores ao restante da rede de transporte da cidade. As demais linhas têm a tarifa normal, atualmente no valor de R$ 5,75”, afirma Castilho. 

Linhas com numeração antiga ainda circulam  
Algumas linhas não seguem esse padrão de numeração. Mesmo com o atual sistema, das 299 linhas ativas, 31 ainda utilizam o sistema antigo, que não era relacionado à regional e sim aos corredores importantes de ligação da capital. São elas: 1145, 1404A, 1404C, 1502, 1505, 1505R, 1509, 1510, 3301A, 3301B, 3302A, 3302B, 3302D, 3502, 3503A, 4405, 4501, 4801A, 4802A, 5502C, 5503A, 5503B, 5506A, 8001A, SC01A, SC01B, SC01R, SC02A, SC03A, SC04A e SC04B. 

Segundo Castilho, essas linhas que ainda seguem com a numeração anterior, pois são linhas muito antigas e não houve um ambiente adequado para fazer essa reorganização de numeração delas. “A linha 1502 foi criada em 1982. O usuário já está muito habituado com essa numeração e, por isso, que a gente ainda a mantém. Se não há alteração no trajeto ou nenhuma previsão de alteração no atendimento, entendemos que não tem necessidade de mudar o número apenas por mudar. O impacto maior vai ser para o próprio usuário que terá que se readequar sem necessidade, porque pode mais atrapalhar do que auxiliar o usuário que já está utilizando de maneira corriqueira dessas linhas”. 

Em 2023, quatro linhas que operam na Região da Pampulha com a numeração anterior foram renumeradas. As linhas 4403A, 4403C, 4403D e 4410 foram reestruturadas e transformadas nas atuais linhas 5034, 5035 e 5036. “Nessas linhas, não houve apenas alteração no número, nesse caso reestruturamos todo o atendimento. Fazia sentido atualizar a numeração. Em alguns momentos buscamos renumerar essas linhas para deixar um padrão unificado na cidade”, afirma Luís Castilho. 

Padronização das cores e melhorias 
Desde 2017, o município escolheu padronizar as cores dos ônibus com pintura em cinza e azul para os convencionais; verde e cinza no Move; e laranja os suplementares, como uma forma de facilitar a utilização da frota em diversas linhas. “Nos bastidores da operação tem uma série de adequações na frota que são necessárias que uma pintura única facilita, otimizando a operação, reduzindo a frota necessária para cidade, porque o mesmo veículo reserva pode ser reserva em qualquer linha. E isso facilita na operação”, afirma Castilho.  

A mudança não foi apenas nas cores, algumas exigências mudaram nos ônibus que circulam na capital. A frota passou a incluir ar-condicionado, obrigatório desde 2017, e suspensão a ar, garantindo mais conforto e segurança para os usuários. “Hoje grande parte da frota já tem ar-condicionado e também a suspensão a ar que fornece mais segurança para o usuário. Só de 2023 para cá, incluímos mais de 1.000 ônibus na frota, totalizando atualmente 2.723 veículos”, diz o chefe de gabinete da Sumob.   

Antes, com as cores dos ônibus diferentes, alguns usuários utilizavam esse recurso para identificar seu meio de transporte. O atendente de telemarketing Luís Antônio, que utiliza a linha 1280, lembra dessa época e sente falta das cores diferentes. “Na época dos ônibus coloridos era mais fácil. Eu sabia que os amarelinhos rodavam nos bairros e os verdes iam para o Centro”.

A auxiliar de limpeza Geisiane Barbosa também relatou que achava melhor essa época. “Lembro da época que os ônibus tinham cores diferentes e me ajudava a identificar meu ônibus com mais facilidade, era melhor”. 

A recepcionista Alice Barbosa, mora atualmente na Região Noroeste e pega o 9415. Ela relatou que não sabia o porquê de o ônibus ter esse número. “Nunca parei para pensar na numeração do ônibus que pego. Na época que morava em Venda Nova os ônibus tinham cores diferentes e usava bastante o recurso das cores para diferenciar os ônibus que precisava pegar”. 

Para facilitar a identificação dos ônibus, a Sumob tem atualizado os pontos. “A gente tem feito um esforço muito grande em revisar a sinalização dos pontos de ônibus para trazer a informação atualizada para o usuário, sempre destacando o cinza com azul. Só no ano passado foram mais de 200 pontos atualizados, principalmente na área central, para a informação do ponto coincidir com a informação do ônibus e facilitar a identificação do usuário”, afirma Castilho.

Informações: Estado de Minas

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SPTrans amplia itinerário da linha 1019/10 a partir de quarta-feira, 9

A SPTrans irá ampliar, a partir de quarta-feira (9), o itinerário da linha 1019/10 Sol Nascente – Term. Pirituba, com o objetivo de aprimorar o atendimento aos passageiros. A mudança beneficiará os moradores do bairro Sol Nascente, que passarão a contar com uma ligação direta entre a região e a Estação Vila Clarice, da Linha 7–Rubi do sistema ferroviário.

Com a ampliação, no sentido Centro, os passageiros que utilizam os pontos localizados entre a Rua Manuel Antônio Carvalho, 224, e a Rua Maria Lúcia Duarte, 49 e no sentido bairro, no trecho entre a Avenida Mutinga, 1700, e a Rua Manuel Antônio Carvalho, 209, poderão utilizar as seguintes linhas: 8004/10 Hab. Turística - Term. Lapa, 8008/10 Hab. Turística - Term. Pirituba, 8199/10 Pirituba - Cem. Vl. Nova Cachoeirinha, 8043/10 Hab. Turística - Lapa e 1023/10 Vl. Pirituba - CPTM Pirituba.

Confira o novo itinerário da linha 1019/10:

1019/10 Sol Nascente - Term. Pirituba

Ida: normal até a Rua Manuel Bento da Cruz, Av. Inácia de Toledo, Rua Quinze de Novembro, Av. Guilherme Mankel, Rua Cel. Walter da Silva Porto, Pça. Com. Souza Cruz, Av. Agenor Couto de Magalhães, Av. Mutinga, prosseguindo normal. 

Volta: normal até a Av. Mutinga, Av. Agenor Couto de Magalhães, Pça. Com. Souza Cruz, Rua Cel. Walter da Silva Porto, Av. Guilherme Mankel, Rua Quinze de Novembro, Av. Inácia de Toledo, Rua Manuel Bento da Cruz, prosseguindo normal.

SECOM - Prefeitura da Cidade de São Paulo

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No Rio, Jaé atinge cerca de um milhão de embarques diários

O Jaé, novo sistema de bilhetagem digital do Rio, alcançou, na terça-feira (8/7), a marca de aproximadamente um milhão de viagens realizadas em um único dia, que representa quase 37% do total de deslocamentos feitos nos transportes municipais. E para atender ainda melhor os cariocas que aderiram ao novo sistema de bilhetagem, a Prefeitura do Rio vai abrir o primeiro Super Posto da Zona Sul, no Planetário da Gávea, na sexta-feira (11/7), que também funcionará das 7h às 19h.

– Apesar de questões pontuais em determinados pontos de atendimento, o balanço tem sido positivo e só temos a agradecer aos cariocas que entenderam a importância e apoiaram o Jaé. Por isso, estamos fazendo de tudo para levar o máximo de conforto aos usuários durante essa transição e vamos inaugurar o primeiro Super Posto da Zona Sul – disse o vice-prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere.

A marca atingida na terça-feira representou um aumento de 61% de viagens no Jaé em comparação com o último dia útil.

A operação exclusiva do Jaé para o embarque de passageiros com direito à gratuidade no transporte público municipal teve início no último fim de semana. Com o novo sistema de bilhetagem digital da Prefeitura, é possível realizar o monitoramento em tempo real do embarque de usuários, o que permite maior precisão na análise do fluxo de passageiros.

O sistema Jaé segue registrando crescimento expressivo. Até esta terça-feira, o total de cadastros gerais chegou a 2.843.248, sendo 171.964 apenas neste mês de julho.

A Prefeitura continuará acompanhando os dados em tempo real para garantir o pleno funcionamento do sistema e atender com qualidade os usuários beneficiários.

A partir do dia 2 de agosto, o uso do Jaé será obrigatório para todos os usuários dos transportes municipais, incluindo aqueles que utilizam vale-transporte. As empresas empregadoras devem procurar a operadora responsável pelo Jaé o quanto antes para habilitar o benefício de seus funcionários e garantir o acesso ao sistema.

Vale reforçar que é possível fazer o cadastro no Jaé pelo aplicativo, utilizar o cartão digital pelo celular ou solicitar a entrega do cartão em casa, evitando que os clientes tenham que se dirigir até os postos de atendimento. Para os idosos, a entrega não tem custo nenhum.

E com a inauguração do Super Posto do Planetário, a Prefeitura do Rio totaliza cinco unidades com atendimento ampliado para o Jaé. As demais estruturas ficam no Clube do Servidor, na Cidade Nova; na Nave do Conhecimento do Engenho de Dentro; no Miécimo da Silva, em Campo Grande; e na Vila Olímpica de Deodoro.

–  Lembramos que o aplicativo é a maneira mais cômoda para os usuários solicitarem o seu cartão. É fácil de usar e o cartão pode ser entregue em casa, sem a necessidade de ir a um posto – destacou a secretária de Transportes, Maína Celidonio.

Postos de atendimento do Jaé

Super Postos de Atendimento

Planetário – R. Vice-Governador Rúbens Berardo, 100 – Gávea
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h  (inauguração na próxima sexta, dia 11)

Clube do Servidor – Rua Ulysses Guimarães, s/nº – Cidade Nova
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Nave do Conhecimento do Engenho de Dentro – Rua Arquias Cordeiro, 1516
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Centro Esportivo Miécimo da Silva – Rua Olinda Ellis, 470 – Campo Grande
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Vila Olímpica de Deodoro – Estrada do Camboatá, s/nº – Deodoro
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Demais Postos de Atendimento

Botafogo – Rua Dona Mariana, 48
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Centro 1 (CASS – Sede da Prefeitura) – Rua Ulysses Guimarães, 2-14 – Cidade Nova
Horário: segunda a sexta, das 9h às 17h (exceto feriados)

Centro 2 (em frente ao metrô Estácio) – Rua Ulysses Guimarães, 16, loja A – Estácio
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Terminal BRT Alvorada – Av. das Américas, s/nº – Barra da Tijuca
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Terminal BRT Jardim Oceânico – Av. Armando Lombardi, 705 – Barra da Tijuca
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Terminal BRT Paulo da Portela – Rua Padre Manso, s/nº – Madureira
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h (atendimento apenas ao público geral)

Madureira – Shopping São Luiz – Av. Ministro Edgard Romero, 81
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h (exclusivo para gratuidades)

Santa Cruz – Rua Felipe Cardoso, s/nº
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Terminal Pingo D’Água – Estrada da Pedra – Guaratiba
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Taquara – Av. Nelson Cardoso, 905 – loja 107
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Terminal Gentileza – Av. Francisco Bicalho, São Cristóvão – Loja 32
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Arena Jovelina Pérola Negra – Praça Ênio, s/nº – Pavuna
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Nave do Conhecimento de Padre Miguel – Rua Bom Sossego, 380
Horário: segunda a sábado, das 7h às 19h

Informações: Prefeitura do Rio

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Prefeitura de Montes Claros vai adquirir e será dona de 60 novos ônibus elétricos ou híbridos para o transporte coletivo

Foi aprovado por unanimidade nesta terça-feira, 8, pela Câmara Municipal, Projeto de Lei (PL) da Prefeitura de Montes Claros que autoriza o Município a adquirir 60 novos ônibus elétricos ou híbridos para melhorar o transporte coletivo urbano de passageiros.

Ao aprovarem o projeto em regime de urgência e por unanimidade, os vereadores de Montes Claros destacaram que, ao contrário dos municípios que optaram por subsidiar o transporte coletivo com repasse em dinheiro para as empresas concessionárias do serviço, a Prefeitura de Montes Claros acertadamente decidiu comprar 60 ônibus novos e emprestá-los ao consórcio das empresas concessionárias do serviço na cidade. Assim, os veículos serão propriedade da Prefeitura, e não das empresas, que ficarão responsáveis pela manutenção da frota e pagamento aos funcionários.

Os vereadores destacaram que, futuramente, em caso de os atuais prestadores perderem a concessão, os ônibus pertencentes ao município vão ser repassados a novos concessionários, ou mesmo a Prefeitura passar a operar ela própria a prestação do serviço, que é de responsabilidade do município.

O projeto aprovado nesta terça-feira estabelece ainda a obrigação de o consórcio construir ou reformar no mínimo 50 abrigos em pontos de ônibus para os usuários do transporte coletivo urbano em Montes Claros.

O PL do Executivo também dispõe sobre a aquisição de bilhetes do transporte coletivo urbano que serão destinados ao Programa Passe Livre Estudantil. Para essa finalidade, serão investidos R$ 1.500.000,00.

A aprovação unânime do projeto resulta, mais uma vez, da harmonia dos poderes municipais na busca de melhorias para a população de Montes Claros. O subsídio para garantir qualidade e substituir frotas sucateadas no transporte coletivo tornou-se uma necessidade no País, agravada pela pandemia do Covid-19. Em Montes Claros, a medida foi amplamente debatida, com a administração do prefeito Guilherme Guimarães e do vice-prefeito Otávio Rocha tendo optado por não repassar dinheiro às empresas, mas por comprar e ceder os ônibus em comodato, ou seja, emprestá-los, ficando com o patrimônio para o povo de Montes Claros. Recentemente, a Prefeitura já havia comprado e repassado em comodato 13 ônibus novos para o consórcio concessionário.

REDUÇÃO DA TARIFA

Durante a votação, vários vereadores destacaram que o investimento da Prefeitura vai impedir novo aumento imediato da tarifa do transporte coletivo urbano em Montes Claros, além de, lá na frente, com a substituição dos veículos a combustão por ônibus elétricos ou híbridos, reduzir em 30 por cento o custo para os passageiros. Outras vantagens serão a redução de ruídos e o fim da poluição ambiental causada pelos coletivos a diesel.

O Projeto de Lei agora retorna para o Executivo para sanção do prefeito Guilherme Guimarães.

Informações: RevistaTempo

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