Motoristas e cobradores de ônibus do Recife e Região Metropolitana serão capacitados

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O Sindicato dos Rodoviários de Pernambuco – STTREPE fechou uma parceria com a Secretaria de Turismo do Estado/Empetur, para capacitação em inglês e espanhol e qualidade de atendimento de seus associados, motoristas, cobradores e fiscais das empresas de transporte coletivo da Região Metropolitana do Recife (RMR), visando a Copa do Mundo-FIFA 2014.

A iniciativa do Sindicato foi elogiada pelo secretário adjunto, Adailton Feitosa Filho, que afirmou ser esse segmento dos rodoviários muito importante para o Estado, haja vista os projetos em andamento da mobilidade urbana, com os novos corredores, viadutos etc e os novos ônibus BRT, que entrarão em circulação, já em teste na RMR, e que transportarão os turistas nacionais e estrangeiros, à Arena Pernambuco, quando da realização dos jogos da fase inicial da competição mundial.
A diretora de Estruturação do Turismo no Estado, Jane Mendonça acredita que a qualificação e capacitação dos motoristas e cobradores, inicialmente, seja indispensável e será de grande relevância para receber bem os nossos visitantes, dentro da política de estruturação turística, bem-sucedida e que já atrai milhares de turistas ao nosso Estado.

A duração dos cursos, Inglês (60h/aula), Espanhol (20h) e Qualidade no atendimento (20h) soma um total de 100hs/aula presenciais e semipresenciais. As aulas serão ministradas na antiga sede dos Rodoviários, na Avenida Manoel Borba, 297, 1.º andar, Boa Vista, Centro – Recife. No final da capacitação os motoristas e cobradores recebem um tablet, contendo todo material informativo dos atrativos turísticos de Pernambuco, como localização de hotéis, restaurantes, aeroportos, horários de voos, rodoviárias, hospitais, casas de câmbio etc; afora materiais com o Rota 232, Rota Litoral e mapas que fazem parte do conteúdo eletrônico, certificado de conclusão do curso e o selo do Motorista/Cobrador Amigo do Turista, para ser colocados nos coletivos. 

Aassessoria de Imprensa
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Obras na ciclovia do Rio Pinheiros começam na 2ª feira e vão durar 90 dias

As obras para construir o trecho oeste da ciclovia do Rio Pinheiros começam na segunda-feira, 4, e devem durar 90 dias. A informação foi repassada ao Estado pelo promotor de Habitação e Urbanismo Mauricio Antonio Ribeiro Lopes, que se reuniu na tarde desta quinta-feira, 31, com representantes do Metrô de São Paulo para discutir as soluções necessárias para garantir o deslocamento dos ciclistas na via exclusiva, que precisará ficar dois anos parcialmente interrompida para a construção de um trecho da Linha 17-Ouro, um monotrilho.

No início deste mês, diversos cicloativistas se mobilizaram para forçar o Metrô a oferecer alternativas de traçado durante a interrupção para as obras da Linha 17, que fecharão a ciclovia entre as Pontes João Dias e Cidade Jardim. A decisão inicial do governo do Estado de bloquear a via sem opções foi encarada como polêmica por quem utiliza a ciclovia para trabalho ou lazer.


Participaram da reunião desta quinta-feira, na sede do Ministério Público, no centro da capital, além do promotor, a gerente jurídica do Metrô, Alexandra Leonello Granado, o gerente do empreendimento da Linha 17-Ouro, Eduardo Curiati e Ivan Piccoli, chefe de departamento de projeto executivo da Linha 17-Ouro.

Os funcionários do Metrô foram apresentar à Promotoria o que julgam ser a melhor alternativa para resolver a interrupção daquele trecho. Ribeiro Lopes havia pedido há algumas semanas para que a empresa estudasse um meio de garantir o fluxo de bicicletas pela ciclovia, mesmo com as obras do monotrilho.

Segundo a ata do encontro, obtida em primeira mão pelo Estado, "foi aceita pelo Ministério Público a justificativa apresentada pelo Metrô sob os argumentos técnicos, econômicos e de segurança que das três soluções apresentadas para a transposição do Rio Pinheiros a que melhor acomodava o conjunto de interesses e direitos dos afetados seria a de interrupção da ciclovia pelo prazo de dois anos".

Fonte: Estadão

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No Recife, Via Mangue tem prazo de execução prorrogado

As obras da Via Mangue tiveram o prazo de execução prorrogado, oficialmente. A Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos publicou, no Diário Oficial do Recife, nesta quinta-feira (31), o oitavo termo aditivo ao contrato do conjunto de obras firmado em abril de 2011. No documento, consta a prorrogação dos prazos de execução da obra por mais 274 dias. Com a mudança, a conclusão das intervenções ficou para o dia 30 de abril de 2014.

A informação já tinha sido divulgada em setembro passado, mas somente agora foi oficializada. O termo aditivo inclui as obras e serviços de engenharia de pavimentação, drenagem, obras d'artes especiais, urbanização, acessibilidade e iluminação pública da 2ª e 3ª etapas da Via Mangue,  e alargamento da Ponte Paulo Guerra e do Viaduto Capitão Temudo no sentido Cabanga/Derby, além da construção da alça do referido viaduto, no sentido Av. Saturnino de Brito nos bairros de Boa Viagem e do Pina.

Via Mangue
As obras da Via Mangue, apontada como saída para desafogar o trânsito em Boa Viagem, tiveram o ritmo acelerado. Nos últimos meses, a velocidade dos serviços praticamente duplicou. A média mensal construída era de 1,82% do total do projeto até dezembro do ano passado e agora é de cerca de 3,5. O novo percentual está mudando rapidamente a paisagem no Pina e em Boa Viagem, onde o concreto avança sobre o manguezal. Em outubro, a meta é atingir a média mensal de 5%.

O aumento do ritmo tem um objetivo claro. Incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa, os governos federal e municipal querem concluir as obras antes do início da competição esportiva. O cronograma prevê que a Via Mangue esteja pronta em abril do próximo ano, quando a previsão inicial era setembro deste ano. Para alcançar a meta, o número de trabalhadores foi aumentado, chegado a 1.650, e acrescentou-se o terceiro turno. Até ontem, 65% dos serviços da via, cuja extensão será de cerca de 4,5 quilômetros, estavam
concluídos. 

A construção da via elevada é um dos pontos que mais tem causado impacto visual. Essa parte da pista, que terá 1,9 quilômetros, está sendo erguida sob estacas de concreto. O projeto prevê que aproximadamente 1,5 mil estacas sejam fincadas dentro do manguezal. Grande parte dessas pilastras medem 18 metros de comprimento e estão sendo fixadas pelo equipamento Cantitravel, que dispensa fundações. “Essa técnica vai fazer com que o fluxo das águas do mangue não seja interrompido”, esclareceu o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Urbanos, Nilton Mota.  A via elevada ficará entre 0,50 metros e 1,00 metro acima do espelho d’água.

“Somente de perto dá para acreditar na dimensão e no impacto dessa obra”, disse o engenheiro José Stênio Rodrigues da Silva. Morador de Boa Viagem, ele parou alguns minutos diante do trecho da Via Mangue que está sendo construído próximo à Praça Antônio Vilaça, em Boa Viagem. Para ele, a obra terá impacto ambiental, mas, devido “a loucura que se tornou o trânsito no bairro”, se tornou necessária. Esse impacto ambiental, segundo Nilton Mota, foi reduzido ao se optar pela via elevada. O projeto inicial era aterrar o mangue para fazer a via.  O Relatório de Impactos Ambientais (Rima) da obra, ainda não previsto após essa troca, previa a supressão de 11 hectares de mangue e recomendava a prefeitura a recompor o dobro dessa área.

Quando pronta, a Via Mangue possibilitará aos moradores de Boa Viagem, que residem após a Avenida Antônio Falcão, de Setúbal, de Piedade e de Candeias fugir dos frequentes congestionamentos das avenidas Domingos Ferreira, Conselheiro Aguiar e Boa Viagem. A velocidade média prevista para a Via Mangue será de 60 km/h, enquanto a da Domingos Ferreira em horários pico é atualmente de apenas 20 km/h. O aumento de velocidade acontecerá porque a nova via não terá semáforos ou cruzamentos. Ao longo dos seus cerca de 4,5 quilômetros haverá apenas dois pontos de retorno, na altura das Praça Antônio Vilaça e Rua Gilson Machado Guimarães.

Com informações de Jailson da Paz
Fonte: Diário de Pernambuco

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Em BH, Uso de vidro nas estações do BRT traz riscos

As portas automáticas da estações de BRT e as passagens de pedestres serão de vidro. Parte do novo sistema de transporte coletivo da capital já está pronta na Avenida Cristiano Machado, onde é possível ver o futuro cenário. O vidro foi escolhido, segundo a BHTrans, para facilitar o embarque e desembarque de passageiros. As portas vão abrir em conjunto com as do ônibus, assim como ocorre no metrô. O material garante segurança dos passageiros, impedindo quedas e acidentes. A empresa explicou que elas são programadas e devem reduzir o tempo de viagem em 50%. 

O vidro temperado não é mais resistente e pode ser facilmente quebrado, o que torna o BRT um alvo de vândalos. As estações estão situadas em avenidas que sofreram os protestos na Copa das Confederações, em junho, e que podem se repetir na Copa do Mundo. A BHTrans informa que não pode escolher o material baseado em possíveis atos de vandalismo, que é “inerente a qualquer sociedade”. A assessoria de imprensa da empresa informou que, se houver ações desse tipo, vai consertar o que for danificado.


Especialistas apontam o vidro temperado como o melhor material para as estações. Preparado para esfarelar se for quebrado, não causa ferimentos ou danos. “O risco de machucar é bem pequeno. Em fuga por acidente ou incêndio, ele quebra com rapidez”, diz o especialista em trânsito José Aparecido Ribeiro. Um material mais resistente, como acrílico, seria mais difícil de romper.

Informações: Estado de Minas
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Em São Paulo, Velocidade dos coletivos aumenta 48%

Apesar de reclamações pontuais, principalmente de comerciantes instalados em ruas e avenidas onde passaram a funcionar as faixas exclusivas de ônibus, os passageiros do transporte público sobre rodas da capital têm chegado mais cedo ao seu destino.

Um estudo da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) mostrou que as vias exclusivas aumentaram a média de velocidade dos ônibus de 13,8 Km/h para 20,4 Km/h. O ganho foi de 48%. “A maior variação percentual ocorreu na Zona Norte, que saltou de 11,5 Km/h para 21,5 Km/h”, disse o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto.


A região onde os ônibus trafegam mais rapidamente é na Zona Oeste,  a 24 km/h no período da tarde. Pelo menos quatro regiões monitoradas pela CET  não atingiram a velocidade média. A Zona Sudoeste é a que tem o pior desempenho –  no período da tarde: os ônibus circulam a 14,4 km/h após a criação das faixas de ônibus. As regiões Sul e Sudeste também apresentaram resultados abaixo dos 20 km/h. 

Para esses casos, o secretário prometeu maior rigor na fiscalização de motoristas que invadirem os espaços exclusivos. Para isso, ele conta com 240 novos radares eletrônicos que devem ser instalados até, no máximo, janeiro. Além disso, obras estão sendo feitas, entre elas o alargamento das ruas.

Tatto  anunciou, ainda,  mais 56,6 quilômetros de novas faixas exclusivas, o que eleverá a meta para 300 km. Na lista do secretário   estão as avenidas Corifeu de Azevedo Marques, no Butantã; Sumaré, na Zona Oeste;  Assis Ribeiro, na Zona Leste; e  Rua Voluntários da Pátria, na Zona Norte, entre outras. A escolha foi feita a pedido da própria população.

Bilhete Único/ Sobre o  Bilhete Único Mensal, que estava previsto para o início de novembro, o prazo foi reavaliado para  o fim do mês ou início de dezembro. “Há necessidade de uma avaliação”, se limitou a responder o secretário.  “Na primeira quinzena (de novembro), vamos distribuir alguns bilhetes e avaliar o seu desempenho.”

Informações: Diário de São Paulo

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