Em Jundiaí, Frota é renovada com mais 10 ônibus articulados

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A Secretaria de Transportes e as empresas concessionárias colocaram em operação mais 10 ônibus articulados para atender as linhas de maior demanda do sistema de transporte coletivo da cidade. Os veículos são da Viação Jundiaiense e vão oferecer mais assentos para os usuários, especialmente nos horários de pico, já que cada ônibus consegue transportar uma média de 130 pessoas. Essa é mais uma importante melhoria para o SITU, que hoje conta com uma frota de 303 ônibus com idade média de 3,7 anos, sendo considerada uma das mais modernas do Brasil.

Foto: José Aparecido dos Santos
A frota conta com 30 ônibus articulados, sendo que agora entram mais dez. Outros cinco serão renovados, 21 ônibus com piso baixo, 111 com elevadores e três são articulados com elevadores. A frota de Jundiaí já está 45% adaptada para o atendimento de pessoas com deficiência, e esses veículos circulam por todos os bairros da cidade. Até 2014 a frota estará 100% adaptada.

Nas linhas
Os articulados foram disponibilizados nas linhas de maior fluxo de passageiros, entre elas a 940 (Terminal Eloy Chaves/Terminal Hortolândia – via Maxi Shopping), 961 (Terminal Cecap/Terminal Vila Arens – via Maxi), 962 (Terminal Cecap/Terminal Central), 540 (Almerinda/Terminal Eloy), 953 (Terminal Colônia/Terminal Central), entre outras.

O secretário de Transportes, Roberto Salvador Scaringella, destaca que a modernização do sistema de transporte coletivo faz parte de um programa contínuo de melhorias, que começou há três anos com a criação das linhas expressas Colônia, Eloy Chaves, Universitário, Expressa Mista e agora a Terminal Hortolândia/Terminal Colônia e Terminal Hortolândia/Vila Arens. E continuou com a implantação do Ganha Tempo, sistema que permite a integração entre linhas fora dos terminais com o pagamento de apenas uma única passagem, que fecha 2011 beneficiando 10 regiões da cidade: Jundiaí-Mirim, Caxambu, Agapeama, Parque dos Ipês, Trevo da Avenida Jundiaí, Distrito Industrial, Ponte São João, Vila Rio Branco, Rodoviária e Samuel Martins.

Além disso, o transporte coletivo local conquistou uma importante ferramenta de gestão, o GPS, que está colaborando diretamente no monitoramento do sistema e, consequentemente, no aprimoramento dos serviços. Por meio das informações disponibilizadas pelo GPS, a Setransp e as empresas concessionárias destinaram 26 ônibus para reforçar o atendimento em 20 linhas aos domingos, reduzindo o tempo de espera no ponto em até 50% em média em alguns itinerários. Também foram reforçadas as linhas de maior demanda nos horários de pico, durante a semana, para garantir mais oferta de assentos e instalados mais de 300 novos abrigos nos pontos, sem falar da criação da Central de Monitoramento – sala do GPS – no piso térreo do Paço.

Fonte: Prefeitura de Jundiaí


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Em Santos, Corredores de ônibus continuam desativados até dia 13

Os três corredores de ônibus da cidade permanecem desativados até o próximo dia 13. Desde 19 de dezembro, a faixa exclusiva de coletivos da Av. Ana Costa e as faixas preferenciais das avenidas Conselheiro Nébias e Bernardino de Campos estão sem vigorar por conta do recesso escolar, quando é menor o tráfego nos horários de pico.
Foto: A Tribuna
Até dia 13, na faixa exclusiva da Av. Ana Costa, a circulação e estacionamento de veículos ficam permitidos das 6h às 9h, no sentido praia/Centro, e das 17h às 20h na direção oposta.


Nas faixas preferenciais, onde a circulação já é permitida, o estacionamento está liberado entre 17h e 20h (Centro/praia) - na Av. Conselheiro Nébias, ao lado das edificações; e na Av. Bernardino de Campos, junto ao canal.

Fonte: Prefeitura de Santos



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Em São José dos Campos, Tarifa de ônibus deverá ser reajustada para R$ 3,00

As empresas que operam o transporte coletivo de São José dos Campos querem aumento de 7,2% no valor da tarifa do ônibus. Com o reajuste, o preço da passagem passaria dos atuais R$ 2,80 para R$ 3. O pedido foi encaminhado à Prefeitura de São José no último dia 27 de dezembro, menos de um ano após o último aumento, de 12%. Caberá à prefeitura autorizar ou não o novo acréscimo.

Se autorizado, será o terceiro reajuste concedido pelo governo desde o início da operação das novas empresas, em 2008. O primeiro reajuste foi em julho de 2009 e elevou o valor da passagem de R$ 2,10 para R$ 2,50. O segundo, em janeiro do ano passado, quando o valor da passagem saltou de R$ 2,50 para R$ 2,80.

Segundo dados da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), São Paulo é hoje a única cidade do Brasil que opera com tarifa de R$ 3, a mais alta do país.
Na planilha encaminhada ao governo, as empresas Expresso Maringá e Julio Simões justificaram a passagem de R$ 3 em razão da variação no preço do combustível e dos insumos, no aumento salarial dos funcionários e na inflação do período.

A Saens Peña pediu R$ 3,02 com as mesmas razões. O presidente do Sindicato dos Condutores, José Carlos de Souza, considerou “absurdo” o pedido das empresas. “A passagem de R$ 2,80 já é cara e a população não vai aguentar”, afirmou.
“Os corredores exclusivos de ônibus não foram feitos, faltam ônibus aos finais de semana e em alguns bairros.”
O aumento no valor da passagem poderá gerar um gasto extra de R$ 0,20 a cada viagem para cerca de 7 milhões de passageiros que utilizam mensalmente o sistema de transporte público.

Vereadores da situação e oposição criticaram novos reajustes na tarifa. “Aumento é sempre complicado e ninguém aceita. O último aumento aconteceu há um ano e acho que o prazo é curto. É preciso um estudo técnico, analisar o preço das passagens nas cidades da região”, disse o líder do PSDB na Câmara, Fernando Petiti.

Para o vereador Wagner Balieiro (PT), é preciso analisar o cumprimento dos itens do contrato antes de qualquer reajuste. “A sensação que se tem hoje é que o transporte é ruim, não há avaliação de qualidade, nem todas as linhas e horários prometidos estão disponíveis e até hoje os displays indicando os horários nos pontos não foram instalados.”

Fonte: O Vale


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Em Uberaba, Transporte coletivo sobe 8,33% e vai a R$ 2,60

A partir desta sexta-feira os usuários do transporte coletivo pagarão 8,33% a mais pela tarifa. O valor aprovado pelo prefeito Anderson Adauto, que entra em vigor no dia 06, é de R$2,60. Atualmente, a passagem custa R$2,40. O reajuste é superior à inflação indicada pelo IPC da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que fechou o ano de 2011 em 6,36%.

De acordo com o superintendente de Planejamento de Trânsito e Transportes, Robinson do Amaral Camargo, as empresas Líder e Piracicabana haviam pleiteado aumento de 27%, o que elevaria o valor para R$3,05. A reivindicação das empresas foi publicada pelo Jornal da Manhã na coluna Alternativa no dia 28 de dezembro.

Entretanto, após elaboração de planilha do Ministério dos Transportes, utilizada pela maioria das prefeituras do país, que leva em consideração os reajustes da folha de pagamento de funcionários e insumos, como diesel, rodagem, pneus, lubrificantes, entre outros, e a depreciação do chassi e carrocerias dos carros e impostos, a secretaria de Planejamento chegou ao preço de R$2,88. Esse valor também não foi aceito pelo prefeito, que entendeu ser procedente a adoção de uma tarifa atendendo também aos interesses sociais, explica o superintendente.

O último reajuste aconteceu em janeiro de 2010, quando passou de R$2,20 para R$2,40. No ano passado, a planilha demonstrou que o preço deveria ser de R$2,67, entretanto, o prefeito Anderson Adauto não levou em consideração o resultado dos cálculos e definiu pelo preço de R$2,40, aumento de quase 10%.



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No Dist. Federal, Governo estuda mais ajustes para garantir maior fluidez ao trânsito na EPNB

Uma semana após a inauguração da faixa exclusiva para ônibus na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) estudam ajustes para garantir maior fluidez ao trânsito. Táxis e veículos escolares devem ser liberados para usar o corredor ainda este mês. Enquanto o tempo de viagem dos coletivos caiu em 10 minutos no trecho Riacho Fundo — Rodoviária do Plano Piloto, os carros particulares enfrentaram engarrafamentos de até quatro quilômetros.

Ao longo do mês, técnicos de ambos os órgãos organizarão a permissão para os táxis rodarem no espaço dos ônibus, medida que poderá desafogar as duas faixas destinadas a carros particulares. De acordo com o diretor técnico do DFTrans, Lúcio Lima, é possível que até a semana que vem esse tipo de veículo já seja liberado. “Esperamos que os carros de transporte escolar também já possam utilizar a faixa no início do semestre letivo”, completou Lima.

Certos ajustes resolverão alguns dos problemas enfrentados ao longo do trecho. Um deles será uma pequena obra no viaduto da Candangolândia para a construção de uma alça que dê continuidade à faixa exclusiva. Esse local tem apresentado muita retenção já que ali os ônibus voltam a disputar a rua com os carros. Lima cita também a conclusão das obras do viaduto do Núcleo Bandeirante, estimada para 30 dias, como uma medida que facilitará o tráfego.

O DER tem monitorado a via e já está fazendo ajustes nos semáforos para encontrar o tempo certo de abertura para evitar longas retenções. Passam pela EPNB diariamente cerca de 80 mil veículos, sendo que carros e caminhões representam 94,26%, enquanto os ônibus somam apenas 5,74%, de acordo com o DFTrans. Apesar da pequena fatia do total de veículos, os coletivos transportam mais de 70% dos passageiros da via. São 14 mil passageiros por hora durante o pico de movimento.

Caminhões

Uma das hipóteses para reduzir o engarrafamento é proibir a circulação de caminhões nos horários de pico. O principal problema para colocar a alternativa em prática é que não há um local para a estocagem dos veículos pesados no período de interdição. Por enquanto, nem a Polícia Militar nem o Detran multaram os motoristas que desrespeitaram o uso execlusivo da faixa. Não há previsão para quando as autuações começarão a ser emitidas. Quem, por acaso, receber notificação poderá recorrer e terá a penalidade anulada. Quando a fase educativa passar, também os condutores dos coletivos estarão sujeitos a multas se infringirem a nova sinalização.

O diretor técnico do DFTrans afirma que, no primeiro semestre do ano passado, outras sete rotas do DF receberão corredores exclusivos — entre elas a Via Estrutural e a EPTG. “Devemos priorizar o transporte coletivo e não criar alternativas analgésicas, que perderão a eficácia daqui a alguns anos. Precisamos começar de algum ponto”, conclui Lúcio Lima.

Fonte: Correio Braziliense


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