O Brasil não tem mais tempo hábil para executar projetos para a Copa do Mundo e terminará apelando para improvisos que não acabarão com os gargalos

terça-feira, 26 de julho de 2011

"Do ponto de vista de legado, morreu. Não tem mais o que fazer. A iniciativa privada não vai abraçar causa perdida" - Paulo Safady Simão, presidente da Cbic"
Representante das principais empreiteiras do país, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) diz que o Brasil perdeu o tempo da Copa do Mundo 2014 e que as obras de infraestrutura não sairão do papel. Para o presidente da entidade, Paulo Safady Simão, “puxadinhos” serão improvisados para dar ares de obra feita. “É claro que vamos passar vergonha diante dos turistas”, comentou. Em palestra ontem, em Belo Horizonte, ele afirmou ainda que nem mesmo o novo modelo de contratações, à espera da sanção da presidente Dilma Rousseff (PT), cumprirá o objetivo de acelerar as obras. Para ele, o sistema criará mais um problema: “O Regime Diferenciado de Contratações é um campo aberto à corrupção”.

“Do ponto de vista de legado, morreu. Não tem mais o que fazer”, disse Simão, em relação à Copa do Mundo, acrescentando que “a iniciativa privada não vai abraçar causa perdida”. Para ele, o governo federal demorou para se mobilizar e estimular empreendedores. Entre os principais gargalos estarão os aeroportos. “Vão fazer um ‘puxadinho’ no aeroporto internacional de Confins, que precisava de um novo terminal. Os turistas só vão constatar uma coisa que já sabemos: os terminais não têm estrutura para recebê-los”, afirmou Simão.

Presente na palestra de Simão, a gerente de atração de investimentos e turismo do Comitê Executivo da Copa em BH, Stella Kleinrath, destacou que a cidade está adiantada nas obras, citando a reforma do Mineirão, a duplicação Avenida Antônio Carlos e a construção de 12 hotéis. Mas, para Simão, grandes problemas continuarão sem solução: a expansão do aeroporto de Confins e a do metrô. “A Copa do Mundo vai se resumir a grandes arenas e a um sistema de comunicação perfeito, que é o interesse da Federação Internacional de Futebol (Fifa)”, disse.

RDC Sob o argumento de acelerar as obras da Copa do Mundo’2014, o governo pressionou o Congresso pela rápida aprovação do RDC. Entre outras regras, o sistema autoriza o governo a não revelar o custo estimado das obras aos participantes da licitação. Enquanto o Executivo defende que as novidades evitarão “conluio” entre empresas, a Cbic diz que a medida acaba com a transparência nas contratações. “Se você faz opção por ocultar os preços, você está querendo dizer que alguém vai sair beneficiado com alguma informação que vazar”, argumenta Simão.

Ele desaprova também o item que permite pregão para contratações. “É um absurdo, porque o governo está criando um risco muito grande de ter obra inacabada. Se o administrador público faz orçamento de R$ 100 mil por uma obra e uma empresa oferece R$ 80 mil por ela, será escolhido o menor preço. Mas quem garante que não haverá queda de qualidade ou até mesmo abandono da obra? Nenhum administrador vai ter peito para bancar obra mais cara", diz o presidente da Cbic. Ele esteve na Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) para falar sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O presidente da ACMinas, Roberto Fagundes, afirmou que “o PAC praticamente não chegou ao estado”, disse.

Saiba mais

O que é o RDC


Incluído na Medida Provisória 527, o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) é uma opção para as prefeituras, governos estaduais e a União usarem quando se tratar de uma obra destinada à Copa do Mundo de 2014 ou às Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. A principal inovação é a criação da “contratação integrada”. A empresa contratada é responsável pelos projetos básico e executivo e a construção. A obra deve ser entregue à administração pública pronta para uso. Trocando em miúdos, o governo entrega apenas um “anteprojeto de engenharia” às empresas licitantes. A administração fará um orçamento interno, mantido em sigilo até o fim da licitação, usando valores estimados com base em preços de mercado ou já pagos em contratações semelhantes ou calculados de acordo com outras metodologias. O orçamento sigiloso ficará em poder dos órgão de controle o tempo todo, mas só será revelado à sociedade após a licitação.

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São Paulo: Metrô retoma obras da Linha 5-Lilás, Obra está avaliada em R$ 4 bilhões e vai beneficiar mais de 650 mil pessoas por dia

Depois de nove anos, o governo estadual resolveu retomar a expansão da linha 5-Lilás do Metrô, que hoje tem seis estações ligando o Capão Redondo ao Largo Treze, na zona sul.

O novo trecho ampliará a linha até a Chácara Klabin, na Vila Mariana, onde será feita a interligação com a Linha 2-Verde.

A previsão do governo estadual é de que o número de usuários no trajeto seja ampliado dos atuais 200 mil diários para aproximadamente 650 mil em 2015, quando a obra, avaliada em R$ 4 bilhões, for concluída. O primeiro trecho da linha foi entregue em 2002.

O trecho Largo 13-Adolfo Pinheiro, que teve as obras interrompidas em 2010 após denúncia de fraude na licitação, deve ser entregue em 2013, com a inauguração da estação Adolfo Pinheiro. As outras dez estações do trecho ampliado só serão concluídas dois anos depois, em 2015.

Quando estiver pronta, a Linha 5 terá 17 estações distribuídas em 20 km de extensão. Ela será interligada com a Linha 2, na Chácara Klabin, com a Linha 17-Ouro, na estação Água Espraiada, e com a Linha 1-Azul, na Santa Cruz. O governo também analisa a possibilidade de o trajeto ser estendido também em direção ao sul, chegando ao Jardim Ângela.

Além da expansão da Linha 5, o Metrô dá andamento a outras duas obras. Uma delas é o prolongamento da Linha 2 até a região de Cidade Tiradentes, prevista para 2015.

A outra é a ampliação da Linha 4-Amarela, que por enquanto funciona com quatro estações. A partir de setembro, devem ser inauguradas as estações Repúblicae Luz e ampliado o horário de operação. A meta do Metrô é ampliar a malha dos atuais 71 quilômetros para 100 quilômetros até 2015. A próxima etapa da expansão será a construção da Linha 17, que ligará o Jabaquara ao Morumbi.





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Prefeitos de Olinda e Jaboatão apresentam projetos para o trânsito e transporte público

Os prefeitos Renildo Calheiros, de Olinda, e Elias Gomes, de Jaboatão dos Guararapes,  apresentaram os problemas e as soluções para a melhoria da mobilidade dentro da infraestrutura que está sendo planejada para a Copa de 2014. Pela localização, nos extremos Norte e Sul do Recife, os dois municípios são estratégicos na dinâmica urbana da Região Metropolitana.

Um dos grandes desafios de Olinda é se adequar à mobilidade. A cidade sofre entraves no Sítio Histórico por causa das condições das vias estreitas e enladeiradas. Nos bairros mais afastados do centro, as condições de mobilidade são prejudicadas pelas péssimas condições do pavimento e deficiência na drenagem. Olinda, também é bastante atrasada quando o assunto é tecnologia do monitoramento do tráfego. O município tem zero de equipamento de restrição de velocidade e de avanço de semáforo. Os semáforos, aliás, implantados há 35 anos não acompanharam a evolução tecnológica. No transporte público conseguiu se inserir ao sistema integrado.

Somente Olinda e Recife integram atualmente o Grande Recife Consórcio Metropolitano de Transportes. O município dispõe de sete linhas municipais e sete intermunicipais e mais 11 linhas complementares que substituíram as antigas kombis.

Jaboatão dos Guararapes, a segunda maior receita do estado, foi o primeiro município a municipalizar o trânsito em Pernambuco. Apesar de ter partido na frente, 14 anos depois quase nada evoluiu. O município tem apenas 88 agentes de trânsito para uma frota de 130 mil veículos. Não dispõe de nenhuma lombada eletrônica ou fotossensor.

Av. Bernardo Vieira de Melo
Trânsito

A reestruturação do sistema de trânsito e transporte na cidade vem passando por mudanças. A melhoria da sinalização é uma delas. A Avenida Bernardo Vieira de Melo, que não tinha sequer sinalização horizontal foi finalmente contemplada. A via também recebeu semáforos sicronizados.
Outro desafio do município é melhorar as condições do sistema de transporte público e o primeiro passo será fazer parte do Sistema Estrutural Integrado (SEI). Somente os usuários do sistema podem se deslocar para qualquer município da RMR pagando apenas uma passagem.

As obras e intervenções no trânsito nas cidades de Jaboatão dos Guararapes e Olinda foram expostas esta manhã pelos respectivos prefeitos Elias Gomes e Renildo Calheiros, durante a quarta edição do Fórum Desafios para o Trânsito do Amanhã, no auditório dos Diários Associados.
Primeiro a falar, Elias Gomes apresentou o Plano Municipal de Transporte e Trânsito, que está sendo elaborado pela atual gestão. Ele lembrou que a cidade viveu as últimas duas décadas em um completo isolamento do contexto metropolitano e que as ações em curso estão sendo realizadas em parceria com o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) para a melhoria e duplicação de vias federais e estaduais que cortam o município.
Entre as rodovias citadas estão a BR-101, no contorno do Recife até Prazeres; a BR-232; a BR-408;  o eixo de integração da PE-17; o eixo do metrô; o futuro corredor Norte-Sul; a estrada de Curcurana e a Via Metropolitana Sul.

Como obras em execução, o prefeito apontou o binário de Jaboatão Centro entre as ruas Manoel Rabelo e Visconde do Rio Branco, para dar acesso à PE-07 que precisa ser requalificada e o binário de Prazeres, entre as avenidas Barreto de  Menezes e Aarão Lins.

Gomes apontou ainda que precisa requalificar 264 ruas para melhorara a mobilidade e regularizar os mototáxis, para diminuir de 1.000 para 272 o número de profissionais que atuam na cidade. 

O encontro foi encerrado com a palestra do prefeito de Olinda. Renildo Calheiros disse que a cidade conta com uma frota reduzida de 106 veículos e com uma pequena extensão, com 41 km2  Entre as ações planejadas estão o aumento do número de agentes de trânsito de 28 para 75, além de obras na malha viária em três eixos: o vetor Norte-Sul pela avenida Olinda até Paulista; o vetor Norte-Sul pela PE-15 e o Vetor Oeste, pela avenida Presidente Kennedy.

Lembrando a condição do município como uma cidade de passagem, ele apontou ainda o projeto de requalificação da avenida Presidente Kennedy; a via litorânea até a Ponte do Janga, projeto importante que deve ser concluído até 2014; a Via Metropolitana Norte e a continuação da Segunda Perimetral, com verbas municipais, estaduais e federais. 

Com informações da repórter Tânia Passos - Pernambuco.com




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Protesto de perueiros na Grande SP paralisou 7 linhas de ônibus nesta segunda

Cerca de 700 perueiros clandestinos realizaram um protesto, na manhã desta segunda-feira, em Guarulhos (Grande SP), segundo a Polícia Militar. Durante o protesto, pelos menos sete linhas regulares --quatro intermunicipais e três municipais-- foram impedidas de circular na região.

De acordo com informações da Polícia Militar, o protesto começou por volta das 8h e não foram registrados confrontos ou depredações.

Ainda segundo a PM, durante a manifestação, os perueiros se encontraram com representantes do transporte da região para reivindicar a legalização do trabalho de transporte alternativo.

A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) informou que quatro linhas foram paralisadas em função dos protestos: 077 (Jardim Anny - Brás); 319 (Jardim Anny - Metrô Itaquera); 341 (Jardim Anny - Metrô Armênia); 349 (Vila Brasília - Itaim Paulista)

Segundo a PM, o protesto terminou por volta do meio-dia e os manifestantes informaram que haverá uma nova reunião com representantes do transporte. O encontro ainda não tem data e horário agendados. A EMTU não confirmou se as linhas paralisadas já voltaram a circular.

A Prefeitura de Guarulhos informou que o protesto envolve apenas PM e EMTU e que três linhas municipais foram impedidas de circular. A Secretaria de Transporte e Trânsito da cidade não informou, porém, os itinerários das linhas prejudicadas.


Fonte: Folha.com

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Goiânia pode ganhar novo sistema de transporte público

O Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) é uma espécie de trem ou comboio urbano de passageiros cujo equipamento e infraestrutura é mais leve que a usada em sistemas de metrô ou de ferrovias.
Este tipo de transporte é normalmente alimentado por eletricidade, circular pelas ruas e partilhar o espaço com o restante do tráfego.

A implantação do VLT em Goiânia está sendo estudada pelo governo de Goiás, com a intenção de construir a linha na Avenida Anhanguera, onde hoje circulam os ônibus do Eixo Leste-Oeste.
O Secretário de Desenvolvimento da região metropolitana, Jânio Darrot, relata que os estudos para execução deste projeto poderão terminar até o final deste ano.

“Dentro de seis meses queremos estar com este projeto concluído, dar início à licitação e às obras no ano que vem”, declara.

O projeto para implantação de um transporte coletivo mais eficiente em Goiânia tem origem no governo de Henrique Santillo. Ele governou Goiás entre os anos de 1987 e 1991.

O Secretário Jânio Darrot relata que os recursos para execução deste projeto virão do Estado, mas também haverá parceria público-privada. Segundo ele, já existem empresas interessadas.
De acordo com o Presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, o VLT pode permitir transportar um maior número de passageiros, em média de 250 mil passageiros por dia.

Entre as vantagens deste sistema, está a diminuição de poluição, e uma das desvantagens é de não ser completamente independente do tráfego, o que pode ocasionar acidentes.


Fonte: Portal 730

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Em São Paulo, SPTrans informa aos usuários as mudanças de itinerários de linhas

  • SPTrans altera itinerário da linha 8062-10 Pq. São Domingos/Lapa

Diante da implantação da sinalização horizontal, permitindo, assim, a conversão da Av. Marginal Direita do Tietê para a Rua Agrestina, a SPTrans informa que a linha 8062-10 Pq. São Domingos/Lapa deverá retornar ao seu trajeto natural a partir do dia 30/07.

Linha e trajeto:

8062/10 Pq. São Domingos - Lapa
Sentido único
– normal até Av. Marginal Direita do Rio Tietê, Rua Agrestina, prosseguindo normal.
  • SPTrans altera itinerários na Zona Leste

Em razão do bloqueio temporário da Av. Luca, entre as Ruas Bruna e Maria Afonso, na zona leste, que será realizado terça-feira, dia 26 de julho, das 9h30 às 12h30, a SPTrans informa que quatro linhas de ônibus que trafegam na região terão seus itinerários alterados durante o período de realização do evento.

Linhas e itinerários:

4208/10 Pq. Savoy City – Term. Pq. D. Pedro II
Ida:
normal até a Av. Luca, Rua Flório, Rua Maria Afonso, Av. Luca, seguindo normal.
Volta: normal até a Av. Luca, Rua Maria Afonso, Rua André Sanches Cuenca, Rua Bruna, Av. Luca, seguindo normal.

574J/10 Metrô Conceição – Term. Vila Carrão
524L/10 Pq. São Lucas – Tatuapé
Ida:
normal até a Av. Luca, Rua Flório, Rua Maria Afonso, Av. Luca, seguindo normal.
Volta: sem alteração.

575C/10 Vila Matias – Metrô Conceição
Ida:
normal até a Av. Luca, Rua Maria Afonso, Rua André Sanches Cuenca, Rua Bruna, Av. Luca, seguindo normal.
Volta: normal até a Av. Luca, Rua Flório, Rua Maria Afonso, Av. Luca, seguindo normal.
  • SPTrans informa desativação e alteração de itinerários das linhas na Zona Leste
Com o objetivo de minimizar a sobreposição de serviços na região de COHAB José Bonifácio, a SPTrans informa que a linha 3732-10 Conj. José Bonifácio/Metrô Itaquera será desativada, como também os atendimentos 41 e 42 a partir do dia 30/07.
O serviço 3732-33 permanecerá, transformando-se em linha base  e atendendo a atual demanda. Além disso, esta será realocada para o Terminal CPTM José Bonifácio.

Serviços desativados:

3732-10 Conj. José Bonifácio – Metrô Itaquera
3732-41 Conj. José Bonifácio – Metrô Itaquera
3732-42 Conj. José Bonifácio – Metrô Itaquera

Serviço convertido:
De: 3732-33 Conj. José Bonifácio/Metrô Itaquera
Para: 3732-10 Estação José Bonifácio/Metrô Itaquera

Ida: Term. CPTM Bonifácio, Av. Nagib Farah Maluf, Contorno, Av. Nagib Farah Maluf, R. Alfredo Ricci, R. Inácio Donati, R. Silvio Barbini, R. Virginia Ferni, R. Alfredo Ricci, Av. Nagib Farah Maluf, R. Jardim Tamoio, R. Sabbado D'Angelo, Av. Prof. João Batista Conti, Contorno, Av. Prof. João Batista Conti, Av. Jacu-Pêssego/Nova Trabalhadores, R. Botuporã, R. Italina, R. Toritama, R. Victorio Santim, R. Flores do Piauí, Lgo. da Matriz, R. Ken Sugaya, R. Victorio Santim, R. Gregório Ramalho, R. Flores do Piauí, Av. Itaquera, R. Tomazzo Ferrara, R. Dr. Luiz Aires, R. Eng. Sidney A. de Moraes, Acesso Ao Term. Metrô Itaquera, Acesso, Term. Metro Itaquera Pl. C.
Volta: Term. Metro Itaquera Pl. C, Acesso, Saída 03, R. Eng. Sidney A. de Moraes, Acesso Ao Term. Metrô Itaquera, Acesso, Saída 01, Acesso, R. Dr. Luiz Aires, R. Castelo do Piauí, Av. Itaquera, R. Campinas Do Piauí, R. Américo Salvador Novelli, R. Victorio Santim, R. Italina, R. S. Francisco do Piauí, Av. Jacu-Pêssego/Nova Trabalhadores, Av. Prof. João Batista Conti, R. Sabbado D'Angelo, R. Jardim Tamoio, Av. Nagib Farah Maluf, R. Alfredo Ricci, R. Virginia Ferni, R. Silvio Barbini, R. Inácio Donati, R. Alfredo Ricci, Av. Nagib Farah Maluf, Term. CPTM Bonifácio.
  • A SPTrans informa operação das linhas da Zona Leste quando no percurso ocioso

As linhas do sistema de trólebus 2002-10, 2290-10, 342M-10 e 4112-10 possuem itinerário ocioso da garagem localizada na região do Tatuapé – Rua Nestor de Barros, nº 289 – ao Terminal São Mateus e região central, localização dos pontos de controle. Portanto, no sentido de atender os usuários quando no percurso ocioso, a  SPTrans informa que essas linhas realizarão embarque/desembarque a partir da garagem aos respectivos pontos terminais a partir do dia 1º de agosto.

Linhas envolvidas:

2002/10  Term. Pq. D. Pedro II – Terminal Bandeira
2290/10 Term. São Mateus – Term. Pq. D. Pedro II
342M/10 Term. São Mateus – Terminal Penha
4112/10 Santa Margarida Maria – Praça da República
Para informações sobre linhas e trajetos de linhas consulte itinerários ou ligue 156.


Fonte: SPTrans
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Seis estações do Metrô de Sobral (VLT) começam a ser edificadas

Após cinco meses do início da obra, a implantação do Metrô de Sobral avança. Em visita de inspeção realizada esta semana, técnicos da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos – Metrofor verificaram o andamento da obra. Seis das 11 estações do empreendimento começaram a ser edificadas. A previsão é que a obra seja concluída no final de 2012. 

O sistema vai ser operado com veículos leves sobre trilhos (VLTs) aproveitando parte da malha ferroviária já existente. O empreendimento vai estruturar o sistema de transporte urbano da cidade de Sobral, polo de desenvolvimento da Região Norte, o que vai melhor a qualidade de vida da população residente e de seus visitantes.

O Metrô de Sobral terá 12,18 quilômetros de extensão e terá dois ramais. Um deles, com extensão de 6,4 quilômetros, compartilha a linha de cargas já existente e hoje administrada pela Transnordestina Logística. Também será implantado o Ramal Grendene-Cohab III, com 5,7 quilômetros, que vai atender o bairro mais populoso de Sobral, Dr. José Euclides, e grandes polos geradores de viagens, como a Grendene e o Centro de Convenções. Os dois ramais formam dois “us” invertidos, que se tangenciam numa estação de integração.

No trecho remodelado, serão instaladas seis estações (Sinhá Saboya-Cohab II, Dom Expedito, Boulevard do Arco, Coração de Jesus, Dom José e Sumaré). Já foram executados a fundação, os pilares e a plataforma da estação Cohab II e teve início a montagem de sua estrutura metálica. A escavação da fundação da estação Dom José também foi finalizada. Na Dom Expedito, foram concluídos o aterro, as fundações, os pilares e está sendo executada a plataforma. Na estação Sumaré, estão também concluídos a fundação, os pilares e a plataforma.

Na linha a ser implantada, serão cinco estações (Grendene, Junco, José Euclides, Alto da Brasília e Cohab III). Na estação Grendene, estão finalizados as fundações, os pilares e a plataforma. Foi iniciada a montagem da estrutura metálica. Na estação Alto da Brasília, fundações e pilares foram concluídos. Está sendo construída a plataforma.

O Metrô de Sobral será operado com cinco veículos leves sobre trilhos. O projeto surgiu como uma necessidade do Governo do Estado de estruturar as cidades de médio porte do Estado do Ceará, aliando investimentos públicos à melhoria da qualidade destes municípios. O empreendimento terá um investimento de cerca de R$ 70 milhões.


Fonte: Governo do Ceará

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No Rio, Corredor exclusivo para ônibus chega em agosto a Ipanema e Leblon

O corredor exclusivo para ônibus, o BRS (Bus Rapid System), será implantado nos bairros de Ipanema e Leblon, na Zona Sul do Rio, no dia 20 de agosto. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (25) pela Secretaria municipal de Transportes.
Em maio, o subsecretário municipal de Transportes, Carlos Maiolino, havia divulgado que o corredor vai funcionar nas avenidas Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes, em Ipanema, e nas avenidas Ataulfo de Paiva e General San Martin, no Leblon.
De acordo com a assessoria, também há previsão do corredor exclusivo nas ruas São Clemente e Voluntários da Pátria, em Botafogo, na Zona Sul. Já na Zona Norte, as ruas Conde de Bonfim e Haddock Lobo, na Tijuca, e Rua Vinte e Quatro de Maio e Avenida Marechal Hermes, no Méier, também serão contempladas. Outro bairro que faz parte do projeto é o Centro, com as avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, e Rua Primeiro de Março. No entanto, o sistema deve ser implantado até 2012.

Sistema foi implantado inicialmente em Copacabana

O corredor exclusivo já funciona em Copacabana, nas ruas Barata Ribeiro e Raul Pompeia, em Copacabana, Zona Sul, desde o dia 9 de abril, complementando o trecho da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, implantado em fevereiro.
Segundo as regras, os ônibus devem usar as duas faixas da direita da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, e os outros veículos devem circular pelo lado esquerdo da via.

A multa para carros comuns que forem flagrados transitando nas faixas seletivas é de R$ 53. O corredor exlusivo para os ônibus funciona de segunda a sexta-feira, de 6h às 21h, e sábado, de 6h até as 14h.


Fonte: G1.com.br

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Recife: Motoristas aprovam mudanças no trânsito da Agamenon Magalhães

Esta segunda-feira (25) foi o primeiro dia útil depois das mudanças no trânsito na avenida Agamenon Magalhães, no sentido Olinda-Recife. Logo cedo, em muitos momentos, a pista principal ficava livre enquanto os carros andavam bem devagar na pista local. Muitos motoristas que passaram pela via acharam que os engarrafamentos diminuíram.
As alterações entraram em vigor no último sábado (23). As mudanças provocaram alterações em 14 linhas de ônibus. “São mudanças que têm um impacto mínimo para o usuário. Nossa preocupação é com a divulgação. Colocamos cartazes nos ônibus, nessas linhas, com antecipação para que todos os usuários tenham ciência dessas mudanças”, afirma a diretora de Operações Consórcio, Taciana Ferreira.

Logo depois da descida do viaduto sobre a avenida João de Barros, muitos motoristas pegaram a pista local. Agora, este é o acesso para o Hospital da Restauração. Quem passar direto, só tem mais uma chance entrar próximo à rua Nicarágua. Foram fechados os acessos de saída e entrada perto do Clube Português. A pista local também é o caminho obrigatório para quem vai no sentido Olinda - Boa Viagem e quer fazer retorno. É proibido para quem segue na pista principal virar à esquerda nos pontilhões - das 7h às 22h.

Para ir ao Parque Amorim, é preciso pegar a pista local, entrar na rua Bandeira Filho dar a volta no quarteirão para sair na avenida Rui Barbosa e assim cruzar a Agamenon Magalhães. Agora, para pegar a rua Dom Bosco, o motorista deve estar na pista local, entrar na rua Amaury de Medeiros, dar a volta no quarteirão e pegar a rua Henrique Dias  e cruzar a Agamenon.

“A gente está dando mais fluidez aqui na Agamenon, tanto na via principal quanto na secundária. Até agora, a velocidade era em torno de 20 km/h. A expectativa da gente é que tenha um aumento de 12%, 13%”, explica a presidente da CTTU Maria de Pompéia Pessoa.
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Fonte: Pe360graus.com


 
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Em Curitiba, Falta de acessibilidade no Terminal do Guadalupe

No Terminal do Guadalupe fica no centro de Curitiba chegam e saem linhas diretas (Ligeirinhos), troncais, convencionais, madrugueiras e metropolitanas, que ligam Curitiba à Região Metropolitana. O local, que deveria facilitar o trânsito da população não tem cumprido esse papel. Pessoas com deficiência têm encontrado dificuldades no local devido à falta de acessibilidade.

José Aparecido Leite é cadeirante há 26 anos, cego há 28 e mora em Colombo. Ele sai da cidade, localizada na Região Metropolitana, quase todos os dias em direção à Curitiba, onde participa de debates, fóruns e dá palestras sobre acessibilidade. O trajeto, ele geralmente faz de ônibus, que para no Terminal Guadalupe. Para ele, a maior barreira não é a distância e sim a falta de rampas de acesso no desembarque.
“Eu não posso atravessar as ruas onde eu quero, em qualquer lado do terminal, e sim onde eles colocam rampas. Aqui o número é mínimo. Além disso, elas são desniveladas e nos colocam em perigo, pois a roda engata nos desníveis e corremos risco de cair”, relata.

Outra norma assegurada pela legislação e defendida por todos os deficientes é a melhoria de calçadas e pisos. No caso do terminal Guadalupe, o piso é escorregadio, o que também não está de acordo com a lei, já que o piso deve ser antiderrapante.

As barreiras para os cadeirantes não param por aí. O banheiro do terminal, que já passou por melhorias porque antes tinha degraus na entrada, continua com problemas de acessibilidade. O primeiro ponto destacado por Leite é que os banheiros destinados a pessoas com deficiência deveriam ser exclusivos para eles. Chegando ao terminal, funcionários do local estavam utilizando. “A cultura do cidadão ainda é muito precária. Os cadeirantes não podem esperar para utilizar o banheiro, já que alguns não conseguem ter controle gastrointestinal. Portanto, a espera é inviável”, explica.

Além disso, o compartimento do papel higiênico é muito longe e quem está sentado no vaso sanitário não consegue alcançar. “Logo vemos que eles fazem as coisas de qualquer jeito, que isso não foi pensado”, diz Leite. Da mesma maneira estão os caixas eletrônicos do terminal. A altura deles não é compatível com a dos cadeirantes, que não alcançam os botões para utilizar os serviços. Sem falar em todos os estabelecimentos comerciais do local, que têm degraus nas suas portas.

Evaldo Hermany é deficiente visual e precisa utilizar o terminal Guadalupe algumas vezes. Para ele, além do piso ser bastante escorregadio, outro grande problema é a inexistência do piso tátil. No terminal, onde passam as linhas dos ônibus existe apenas uma faixa amarela de segurança e que não tem nenhum tipo de relevo para que um deficiente visual possa distinguir e não ir para a rua. “Essa faixa não tem nada de tátil”, diz ele.
Hermany ainda ressalta que no terminal e nenhum outro ponto de ônibus de Curitiba disponibilizam informações em braile. “Ou perguntamos para as pessoas ou ficamos sem saber que ônibus passa ali. E se não tiver ninguém uma hora que precisemos?”, questiona.

Falhas também estão dentro dos ônibus e estações tubos

Estima-se que cerca de 70% dos elevadores destinados a cadeirantes nos tubos da cidade estão estragados. Quem fez a média não é nenhum órgão ou analista que fica no escritório, e sim quem necessita utilizar dessas estruturas todos os dias. “O elevador estar estragado é mais comum do que estar funcionando”, diz o cadeirante José Aparecido Leite.
A outra maneira de se chegar até uma estação tubo, quando não tem o elevador, são as rampas. O arquiteto e especialista em acessibilidade, Ricardo Mesquita, denuncia que a maioria delas não é feita na inclinação adequada, de 6º, ou no máximo 8º. A rampa da estação Guadalupe, próxima ao terminal, é um exemplo. São 18º de inclinação, o que é um obstáculo imenso para os cadeirantes, tanto na subida, quanto na descida.

“Ou o cadeirante desce se segurando e com controle, ou então com certeza vai cair, já que a rampa além de mais inclinada é menor do que o necessário em 3 metros. Desta forma, ele é praticamente jogado para a calçada, que tem um buraco enorme na seqüência”, explica Mesquita.
 Dentro dos tubos o problema continua. As rampas para entrar nos ônibus são praticamente degraus e os locais para os cadeirantes se encaixarem nos veículos não são respeitados pelos demais passageiros. Mesquita ainda aponta que o cinto de segurança deveria ser de quatro pontos, para realmente segurar o tronco e manter estável quem viaja sobre rodas.
Porém, apesar das barreiras físicas, um dos maiores problemas é a falta de respeito, tanto de passageiros, motoristas e cobradores. “Seria necessário um curso de reciclagem constante. A maioria dos motoristas não respeita os cadeirantes e dirige de maneira perigosa, possibilitando acidentes e colocando muitos em perigo”, desabafa Leite.

Fonte: Bem Paraná
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Aracaju terá 100 km de ciclovias em 2012

Mais de três anos se passaram desde que Aracaju conquistou o título nacional da ‘Capital da Qualidade de Vida´. Na época, o título, baseado no ranking realizado pelo Ministério da Saúde, foi concedido à cidade por apresentar os melhores índices de hábitos saudáveis entre a população, atrelado às iniciativas do poder público no estímulo à adoção desses hábitos, a exemplo do projeto Academia da Cidade e a grande extensão da malha cicloviária.

De lá para cá, ambas as iniciativas da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) foram ampliadas com o objetivo de atender o maior número de pessoas possíveis. A Academia da Cidade atua em 16 pólos e serve como modelo de referência para o programa nacional ‘Academia da Saúde´. Já a malha cicloviária aumentou vertiginosamente ao longo dos anos, passando de 40 km, em 2008, para quase 100 Km de extensão até o próximo ano.

Se comparada à cidade do Rio de Janeiro, considerada a segunda cidade da América Latina com a maior malha cicloviária, Aracaju deve se orgulhar por ser a capital brasileira com a maior faixa cicloviária proporcional ao número de habitantes. Afinal, se na Cidade Maravilhosa existe 200 Km de ciclovias para mais de seis milhões de habitantes, ocupando um espaço de 43.696.054 Km², a Capital da Qualidade de Vida possuirá quase 100Km de ciclovias para, aproximadamente, 600 mil pessoas ocupando uma área total de 181,8 Km².
Interligação

Vários pontos da cidade serão contemplados com o projeto de ampliação e reestruturação de ciclovias, já que a intenção é que estas novas vias sirvam tanto para a locomoção de quem vai ao trabalho, como para a prática esportiva e atividade de lazer. Mais de 21 Km de ciclovias serão construídas nas principais ruas e avenidas da cidade. Os investimentos do projeto, com apoio do Governo Federal, já estão calculados em mais de R$ 4,5 milhões. A Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) está em processo de contratação da empresa responsável pela execução da obra.

O traçado do projeto básico já foi finalizado e a Emurb está em processo de contratação da empresa que fará a elaboração do projeto executivo de todas as ciclovias propostas. Após a contratação dessa empresa e a elaboração do projeto, será realizada a construção dessas novas ciclovias. O objetivo é dar continuidade ao projeto básico de ciclovias que já conta com cerca de 70Km de extensão, diz assessora do Departamento de Planejamento e Sistema da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), Sheila Santos.
Novas faixas

As novas ciclovias foram posicionadas estrategicamente nas avenidas e ruas mais movimentadas, proporcionando mais conforto e segurança aos usuários. As vias mais utilizadas, como a Heráclito Rollemberg, Tancredo Neves e Avenida Beira Mar, terão corredores que ligarão as faixas já existentes com as novas construídas. Nos trechos da Avenida Oceânica e Avenida Principal do Conjunto Santa Maria, novas faixas serão completamente erguidas. Já na Avenida Beira Mar e Treze de Julho, as pistas serão readequadas e devidamente sinalizadas como forma de evitar a possibilidade de quaisquer tipos de acidentes.

Em várias avenidas e ruas da cidade, os ciclistas disputam espaço com os veículos ou com os pedestres das calçadas. Por isso, antes de apontar quais vias seriam contempladas com as novas ciclovias, foram realizados estudos prévios sobre como será feita essas interligações e novas construções. O objetivo é estudar novos corredores de circulação da cidade e, no caso, a inclusão de novas ciclovias se constitui como rotas alternativas de mobilidade. Existem locais com grande necessidade de construção de ciclovias, mas hoje há limitação técnica devido a largura insuficiente do passeio e as pistas de ciclovias são padronizadas com duas faixas de rolamento. Mas ainda assim,  esses locais foram considerados e analisados para a inserção desses espaços, esclarece Sheila.
Intermunicipal

O acesso às cidades de São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro serão facilitados a partir da interligação com as ciclovias entre esses municípios. A construção de trechos cicloviários até os pontos de intersecção entre essas localidades também servirá para estimular a ampliação a das ciclovias pertencentes às cidades vizinhas. É uma forma de incentivo para que outras prefeituras ampliem suas linhas cicloviárias e, consequentemente, interligá-las com as de Aracaju. Além disso, até o próprio Governo pode dar continuidade ao projeto de construção das ciclovias posicionadas nas rodovias gerenciadas pelo Estado, afirma o superintendente da SMTT, Antônio Samarone.
ONGs

Luciano Aranha, Waldson Costa e Túlio Basílio são ciclistas e ativistas de Organizações Não Governamentais (ONGs) que estimulam o uso da bicicleta pelos moradores da capital. O superintendente da SMTT, Antônio Samarone, apresentou aos três o pré-projeto de interligação da ciclovias e pediu críticas e opiniões a respeito.
Para atender aos anseios do usuário, o superintendente reforça a necessidade da relação saudável com movimentos organizados civilizados como a ONG Ciclo Urbano. Por isso que vamos ouvir vocês, porque conhecem o dia a dia compassado dos ciclistas, têm essa visão direcionada que nos ajudará a readequar e adaptar o projeto para as reais necessidades.
Avanço

O estímulo a novas alternativas de mobilidade urbana e práticas de atividades físicas são apontados como os principais pontos positivos do uso da bicicleta. Aliado a esses fatores, a bicicleta é um veículo não poluente, não causa gastos de combustível aos seus usuários e não oferece riscos de engarrafamento ou afogamento do trânsito. Segundo o presidente da ONG Ciclo Urbano, Luciano Aranha, a possibilidade de engrossar ainda mais a malha cicloviária do município ajuda a incentivar a busca por novos adeptos do meio.

Dentre os veículos de transporte, a bicicleta é um meio democrático por não necessitar de grandes custos de manutenção e a sua aquisição é barata para os usuários. A construção de novas ciclovias e a ligação com faixas já existentes estimula o surgimento de novos adeptos que, muitas vezes, deixam de utilizar o transporte por falta de locais adequados para a prática. Sem contar com os trabalhadores que usam a bicicleta para se locomover de casa até o trabalho e, com certeza, serão os grandes beneficiados com esse projeto, diz Luciano.  

Fonte: FAXAJU

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Tarifa do transporte de Poços de Caldas passa para R$ 2,50

A tarifa da passagem do transporte coletivo está mais cara em Poços de Caldas. O preço, que antes era de R$ 2,30 passou para R$ 2,50. Este é o segundo reajuste na cidade em pouco mais de sete meses. O último aumento aconteceu em dezembro de 2010. O novo valor começou a ser cobrado no domingo (24), mas só nesta segunda-feira (25) muita gente se deu conta do aumento. O reajuste é de 8,6% em relação ao valor anterior.
Quem já comprou o bilhete ou tem o "cartão amigo" no antigo valor, pode utilizá-los até o dia 24 de agosto.



Com o novo reajuste, o transporte público de Poços de Caldas passa a ter a mesma tarifa de Passos: R$ 2,50. Em Itajubá, a tarifa é de R$ 2,35. Já em Pouso Alegre e Varginha, a passagem custa R$ 2,30. Em Lavras, o valor é de R$ 2,15.

Fonte: EPTV


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