Metrô DF pode entrar em greve nesta segunda-feira

sábado, 12 de março de 2011

Nada ficou definido após cerca de 7 horas de reunião entre os integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (Sindmetro-DF) e do Metrô-DF, nesta sexta-feira (11/3). O grupo esteve reunido desde a manhã para tentar negociar as reivindicações dos metroviários, que ameaçam greve para esta segunda-feira (14/3). Segundo o coordenador do Sindimetro-DF, Israel Almeida Pereira, os principais ítens, como reajuste salarial e realização de concurso público, não tiveram propostas. Os metrovíários se reúnem novamente em assembleia neste domingo (13/3) para decidir o resultado da reunião e definir a greve.

O vencimento do último acordo coletivo da categoria vence em 1º de abril e, segundo o sindicato, desde o final de janeiro a entidade tenta negociar os termos do novo documento. A lista contém 75 reivindicações e, dentre os pedidos estão um aumento salarial de 25% e a criação de uma gratificação de 50% para os metroviários. O Sindimetro-DF alega que a paralisação é resultado da falta de diálogo com o patronato, que não respondeu aos pedidos de negociação dos empregados no último mês.

"A reunião de hoje pouco avançou. Nada foi proposto sobre o reajuste salarial e a realização de concursos para a substituição de terceirizados. Na questão administrativa, eles ofereceram a manutenção das cláusulas já existentes", contou Israel, que acredita na possível greve de segunda-feira. Entetanto, o sindicato aguarda até domingo o contato do Governo do Distrito Federal (GDF) e do Metrô-DF com propostas sobre os ítens reivindicados.



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BNDES concede empréstimo de quase R$ 1 bi para trens em São Paulo

 (Foto: Milton Michida/Divulgação)
O empréstimo que o BNDEs concedeu para a melhoria do sistema de trens de subúrbio da Grande São Paulo totaliza R$ 948,9 milhões a serem empregados na compra de 36 novos trens para a linha 8 (Diamante) da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
O financiamento foi concedido a CTRENS Companhia de Manutenção, criada para executar os projetos de manutenção e fornecimento de trens na capital paulista, através de uma parceria público-privada (PPP). O governo federal banca, assim, mais trens em operação na Grande São Paulo, o que reduz o intervalo entre as composições e melhora o transporte público.
A frota de trens desta linha 8 concentra 20% dos usuários pagantes, com cerca de 432 mil passageiros. Ela é composta por 288 carros, mas 84 não estão em condições de operar, o que contribui para a superlotação do sistema.
A linha 8 tem 35,3 km de extensão e 20 estações, que servem o Oeste da região metropolitana da Grande São Paulo. Há ainda um trecho de 6,3 km de extensão com quatro estações até Amador Bueno, em Itapevi.
O projeto a ser desenvolvido com o financiamento faz parte do plano “Expansão SP”, que busca a modernização dos serviços de transporte público em São Paulo, Campinas e Baixada Santista. O prazo da parceria público-privada é de 20 anos com investimentos totais de R$ 1,5 bilhão.



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Fortaleza terá 60 mil novos veículos este ano

A expectativa é de que até 2017 a frota da Capital dobre de 700 mil veículos, em média, para 1,4 milhão.
Quem já saiu para trabalhar ou ainda está se preparando sabe que tem pela frente uma maratona em transporte público ou dirigindo no trânsito da cidade. A má notícia é que o tráfego deve se intensificar este ano. Além dos 700 mil veículos que já circulam em Fortaleza, a expectativa é de que 60 mil novos sejam comercializados este ano.

O número representa um crescimento médio de 10% na comercialização de veículos na comparação com o ano passado, quando foram vendidos em média 55 mil novos carros. O aquecimento no mercado é explicado pelo incremento na renda das famílias, pela facilidade de crédito e também pela falta de transportes públicos de qualidade, segundo analistas.

“Com a falta dos transportes coletivos, as pessoas precisam de carro. Para uma família de cinco pessoas é normal que tenha cinco carros. Não é exagero. Cada um tem um trajeto diferente”, destacou Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Segundo Pontes, a expectativa é de que até 2017 a frota seja dobrada no País e Fortaleza deverá acompanhar o crescimento. Ou seja, os 707.732 veículos até dezembro do ano passado, segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), deverão se transformar em 1,4 milhão de carros. Até 2014, ano da Copa do Mundo, serão pelo menos um milhão e 60 mil circulando pela capital.

Alta demanda
O setor de vendas de veículos comemora a alta demanda. Para o diretor comercial da Smaff, concessionária Volkswagen, Fernando Renda, o ano começou bem com um incremento médio de 18% nas comercializações de novos. A expectativa é de que o percentual anual chegue a 25%.

''O mercado de Fortaleza ainda tem um espaço muito grande para crescer. Outras cidades com o mesmo nível de população vendem quase 40% a mais”, destacou Renda. No entanto, ele pondera que “falta estrutura física para todo mundo andar”.

A intensificação nas vendas começou há dois ou três anos com a maior facilidade de crédito e a possibilidade de financiamentos mais longos, segundo o diretor operacional da Iguauto, concessionária Fiat, Alberto Figueiredo.

“O Brasil está em crescimento. Esse incremento vem pela maior distribuição de renda. Quem tinha uma moto, começa a comprar um usado e depois um novo”, destacou.

E boa parte das famílias não se contenta com o primeiro veículo, mas já está partindo para o segundo ou terceiro. É o caso da família da estudante Jhelsa Queiroz, 24. A mãe e o irmão já possuem automóveis e agora ela terá seu primeiro carro. “Preciso ir à faculdade e de ônibus levo muito tempo”.

Já o professor Robson Alves, 37, troca o veículo de dois em dois anos e desta vez não será diferente. Ele lamentou o incremento no número de automóveis na cidade e reclamou da estrutura. “O trânsito é um caos”, resumiu.

Segundo ele, é necessário alargar ruas e abrir estradas, além de melhorar o transporte público. “Já está tudo paralisado. É difícil chegar nos lugares na hora marcada. Tem que sair mais cedo”, disse.

O problema não é exclusividade de Fortaleza, segundo o funcionário público de Roraima Herbert de Amorim, 34. Segundo ele, na cidade de pouco mais de 240 mil habitantes, o trânsito também está conturbado. “Com o poder aquisitivo aumentando, qualquer um pode ter um carro”, explicou. O trânsito da capital cearense, no entanto, é pior, segundo ele. “Há muita imprudência, desrespeito”.



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Goiânia: Novo contrato de concessão da linha do Eixo Anhanguera para a empresa Metrobus Transporte Coletivo S/A valerá para os próximos 20 anos

A Câmara Deliberativa dos Transportes Coletivos (CDTC) se reúne na segunda-feira, 14, às 9 horas, na sede da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) para discutir o novo contrato de concessão da linha do Eixo Anhanguera para a empresa Metrobus Transporte Coletivo S/A. O novo contrato valerá para os próximos 20 anos.

O encontro se faz necessário devido à proximidade do termo final da prorrogação do atual contrato, dia 31 de março. Como órgão gestor do serviço de transporte público caberá à CMTC a garantia da continuidade e regularidade na prestação de serviços oferecidos no Eixo até a efetiva contratação da concessionária pública.

Durante a reunião a CDTC autorizará a CMTC a estabelecer premissas contidas no edital 001/2008 que trata da contratação dos serviços inerentes à operação do transporte coletivo.

A Metrobus apresentará num prazo de 10 dias para a CMTC toda a documentação das etapas e atividades do plano de trabalho solicitado para a continuidade da operação. As medidas devem atender a Deliberação de número 058 de 2007 da câmara deliberativa e que trata do modelo das concessões dos serviços; das premissas e diretrizes gerais do modelo de transporte; abrangência e divisão dos serviços e obrigações contratuais como: investimentos em frota; requalificação dos cinco terminais do Eixo Anhanguera; adequações de garagens e instalações; investimentos em sistemas operacionais. Tudo o que foi exigido em 2008 das empresas privadas na licitação do transporte.

O entendimento para a boa qualidade do serviço oferecido para o usuário nesse importante eixo estrutural de Goiânia tem sido conduzido com muita transparência e responsabilidade pelo prefeito de Goiânia, Paulo Garcia e pelo governador Marconi Perillo. Ambos desejam desenvolver uma política de transporte que atenda os 200 mil passageiros dia do Eixo Anhanguera e que tem 13,5 km de extensão.  



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Ciclistas pedem mais ciclovias em Belo Horizonte


A rede social facebook está sendo usada como ferramenta para organizar um protesto inédito em Belo Horizonte. No próximo domingo (13), em torno de 300 ciclistas vão pedalar pelas ruas da capital para pedir a construção de mais ciclovias na cidade. A concentração dos manifestantes será a partir das 17 horas, na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul. O organizador do protesto é o produtor de audiovisual Eduardo Gardner, 25 anos, que já disparou 3.500 convites. De acordo com ele, até sexta-feira (11) foram confirmadas a presença de 290 ciclistas.

Gardner copiou a ideia realizada desde 1992 em São Francisco, nos Estados Unidos. Os ciclistas norte-americanos aproveitam o horário do rush para alertar motoristas e passageiros que a bicicleta pode ser um meio alternativo de transporte para desafogar o tráfego nas grandes metrópoles. O movimento foi batizado de “Passeata Massa Crítica”. “Resolvemos fazer no domingo para testar, mas pretendemos fazer também no horário de pico”, informa Gardner. Ele disse também que os belo-horizontinos vão aproveitar o evento para também protestar contra o atropelamento de ciclistas, no dia 1º de março, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Eles pedalavam pelas ruas da capital gaúcha como adeptos da “Massa Crítica”.

A BHTrans informou que atualmente Belo Horizonte tem 22 quilômetros de ciclovia, que representa menos de de 1% da malha viária da capital, que é de 4.854 km. Essas vias exclusivas para bicicletas estão localizadas nas avenidas Otacílio Negrão de Lima, na Pampulha, Tereza Cristina, na Região Oeste, e na Avenida dos Andradas, entre as avenidas Contorno e Silvinao Brandão, na Região Leste. A BHTrans tem planos de construir este ano mais 18 quilômetros de ciclovias. Os futuros locais das pistas para pedalar são em ruas e avenidas das regiões Centro-Sul, Leste, Barreiro e Noroeste.


Fonte: Hoje em Daia

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