Estado inaugura canteiro de obras para a construção do metrô na Barra

sábado, 20 de março de 2010

Primeira estação será no Jardim Oceânico; obra deve acabar em 2016.Nova linha deve atender cerca de 240 mil pessoas.
Depois de mais de 30 anos de espera, os moradores da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, comemoraram neste sábado (20), a implantação do canteiro de obras do metrô no bairro. Segundo o governador Sérgio Cabral, a expectativa é que até 2012 sejam entregues algumas estações da linha 4, circuito que vai integrar a Barra à Linha 1 do metrô.

"Não tenha dúvida que essa obra é um presente, um sonho que existe há mais de 30 anos. Nesse primeiro momento serão feitas as sonadagens e acredito que daqui a três meses comecem as obras de escavações", relatou Cabral.
O canteiro de obras do metrô linha 4 foi instalado na Avenida Armando Lombardi, no Jardim Ocêanico, próximo ao shopping Barra Point. Neste ponto, a estação será subterrânea com duas saídas, uma para cada lado da avenida, para facilitar o acesso dos passageiros.

Outras estações serão criadas nos bairros da Gávea, São Conrado, Leblon e Ipanema, na Zona Sul, para interligar a Barra da Tijuca até a Linha 1, que tem como ponto final, a estação General Osório, em Ipanema.
O pleno funcionamento da linha 4 está previsto para 2016, ano que acontecerá as Olimpíadas no Rio. O governador acredita que até a Copa de 2014, 75% das obras estejam concluídas.

"Obra é um negócio complicado, é difícil de saber quando termina. Mas nesse caso, acho que conseguimos entregar 75% até 2014", disse o governador.

As obras da nova linha do metrô foram orçadas em R$ 4 bilhões e segundo cálculos do governo, cerca de 240 mil pessoas seriam beneficiadas com o novo itinerário.

Para o ano de 2010, está previsto um gasto de até R$ 300 milhões para as escavações e sondagens dos túneis do metrô. O governador afirmou que os custos teriam que ser reduzidos, caso a emenda Ibsen, que prevê a redistribuição dos royalties do petróleo, seja aprovada. Entretanto, Cabral ressaltou que acredita no veto do presidente Lula à emenda.
  • Os moradores da Barra da Tijuca estão empolgados com a construção do metrô no bairro. Vivendo na Barra há mais de 30 anos, José Wilson Cordeiro, diretor da Associação Comercial e Industrial da Barra, acredita que o novo transporte vai atrair investidores e empresas de grande porte à Zona Oeste.

    "Esta briga para a construção do metrô na Barra acontece há mais de 20 anos. Acredito que o metrô seja a grande solução para atrair investidores comerciais e empresariais, além da própria valorização dos imóveis na região", observou Cordeiro.

Fonte: G1
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Passageiros de ônibus de Joinville terão de usar cartões retornáveis ou Cartão Ideal neste sábado


Os bilhetes de papel e o Cartão Cidadão não serão mais aceitos nos ônibus a partir deste sábado. Só valerão os bilhetes retornáveis e o Cartão Ideal, implantados há um ano em Joinville. Quem ainda tiver de trocar os tíquetes tem prazo de 120 dias para ir até a Passebus e fazer a substituição gratuitamente.

A troca é feita na hora. Cinco atendentes da Passebus estão trabalhando diariamente neste processo, que pode ser demorado.

Uma das orientações do gerente é que a população faça o Cartão Ideal (substituto do recarregável Cartão Cidadão). O passageiro faz um cadastro na Passebus e paga a quantidade de créditos (passes) que quer usar.

A Passebus não sabe informar quantas pessoas ainda têm o bilhete de papel. O que se sabe é que duas mil empresas são cadastradas e usam o Cartão Ideal. Entre os que usam cartão fixo, como estudantes, idosos, professores, apenas quatro mil devem transferir os créditos.

Fonte: Diario de Santa Catarina
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Em Maceió, Abrigos de ônibus não atendem às necessidades da população


A mudança dos abrigos de ônibus, que passaram de pontos de concreto para estruturas metálicas, não é a adequada para Maceió. A constatação é da engenheira Walsyneide Cristiane Souza Costa, que iniciou a pesquisa como parte do seu projeto de mestrado. Para ela, os abrigos, presentes em quase toda a cidade, são práticos para se instalar, mas não atendem às necessidades dos usuários. Apesar de eles funcionarem em outras localidades do País, na capital alagoana não trazem nenhuma comodidade para quem faz uso do transporte público.

“Não protege do sol nem da chuva. Nos dias mais quentes é uma tortura ficar nesses abrigos já que o aço absorve muito calor. Quando chove, não protege ninguém da chuva. Prova disso é que apesar de existirem os abrigos as pessoas não ficam nos pontos e acabam se refugiando outros locais – árvores, sobre de postes etc – enquanto esperam o ônibus”, colocou Walsyneide. A engenheira observou ainda que os abrigos colocados em Maceió possuem beleza estética, mas não são satisfatórios para os usuários. Segundo Walsyneide a praticidade na colocação de paradas de ônibus de metal é um dos motivos que os levam a serem implantados em muitas cidades. “O abrigo já vem pronto e é apenas colocar, não tem que se construir, como faziam com os de concreto”, afirmou.

A intenção de se fazer um estudo sobre os abrigos em Maceió surgiu da vivência da engenheira, quando fazia uso de transporte coletivo. Ao esperar os ônibus, ela percebeu o quanto o usuário era prejudicado, na chuva ou nos dias mais quentes. “Estava na Praça do Skate e comecei a observar o quanto era difícil, daí nasceu a idéia de pesquisar sobre isso”, afirmou.

Novo modelo
Mesmo afirmando que as estruturas metálicas não são adequadas para Maceió, a engenheira diz que é preciso que se faça um novo estudo para compreender qual o melhor tipo de abrigo para os maceioenses. Ela afirma que, em sua pesquisa, também pretende apontar modelos que possam ser adotados na cidade.

“Além da questão de ser um abrigo que possa proteger do sol e da chuva, é importante que os assentos sejam adequados para que as pessoas se sentem. Iisso também é alvo do meu projeto. A ideia é monitorar os pontos, para saber qual a real necessidade da população e dessa forma chegar em um abrigo que possa ser útil para quem precisa andar de ônibus”, encerrou Walsyneide.

  • Usuários buscam proteção contra sol e chuva
    Muitos usuários de transporte coletivo buscam proteção contra sol e chuva em árvores e barracas de lanche localizadas nos pontos de ônibus. Buscar uma sombra enquanto o ônibus não chega é que fazem muitos passageiros, como as amigas Camila Silva e Marisa Oliveira.
    Ao deixarem a escola, no Centro Educacional Antônio Gomes de Barros, as estudantes se dirigem ao ponto e, com outros alunos, se refugiam do sol na sombra de uma árvore. Quando chove, elas contam, o jeito é subir nos bancos do abrigo na tentativa de não se molhar, o que é repetido por quem está à espera do ônibus.

“A gente tem que dar um jeito porque esses pontos não protegem de nada. É muito ruim porque a gente já sai da escola com uma temperatura muito alto e é difícil ficar no ponto também assim. Tem dias que em que essa árvore fica cheia de gente em busca de uma sombra”, colocou Marisa.

  • Novos pontos
    Em Maceió há 1.500 paradas de ônibus, sendo 338 pontos de concreto e 164 metálicos. De acordo com José Guilherme da Silva, assessor especial de transporte urbano da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), os pontos metálicos foram colocados após um estudo e novas estruturas serão implantadas na cidade. Ele afirmou que esse tipo de abrigo custa cerca de R$ 8 mil e os de concreto chegam a R$ 13 mil por unidade.

“Essa é uma questão muito delicada. Estamos fazendo a substituição, mas há alguns lugares onde ficaram os de concreto, para evitar a ação dos vândalos. É difícil se chegar a um ponto ideal, que agrade a todos. Na Fernandes Lima, por exemplo, de um lado da avenida tem momentos do dia em um ponto terá sol e outros não. O sol gira, o ponto não tem como ser assim. Estudamos a possibilidade de colocar algo na lateral para o caso de chuva, mas se isso acontecer iria prejudicar a visão de quem está esperando o ônibus”, colocou Silva.

Além dos abrigos metálicos, que tanto incomodam a população, um outro problema é a falta de estruturas em determinados bairros da cidade. De acordo com Silva, o grande problema é que algumas ruas e avenidas não oferecem calçadas amplas o bastante para a colocação dos abrigos e os pontos são indicados por placas.

“Quando vamos colocar um abrigo é preciso haver um estudo amplo, inclusive do solo. Se colocarmos abrigos em determinados locais, passar pela calçada vai ficar inviável. Entendemos todas as necessidades e reclamações da população e a SMTT está atenta para solucionar”, colocou Silva.

Fonte: Alagoas em Tempo Real
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SuperVia pagará R$ 6 mil a passageiro retirado de trem por seguranças

A Justiça do Rio condenou a SuperVia a pagar R$ 6 mil de indenização por danos morais a um passageiro retirado indevidamente de um dos vagões. Tiago de Jesus, que se dirigia para o trabalho, foi arrancado bruscamente da composição por seguranças da concessionária. Os homens alegavam que Tiago estaria impedindo o fechamento das portas, fato que acabou não se comprovando. A decisão é dos desembargadores da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.
Na ocasião, Tiago foi levado para a delegacia policial mais próxima e só foi liberado com a chegada de sua mãe, Cristina Campos, que teve que sair do trabalho para buscá-lo. A indenização será repartida entre mãe e filho, que receberão R$2 mil e R$4 mil, respectivamente.
De acordo com a desembargadora Maria Augusta Vaz de Figueiredo, relatora do processo, a SuperVia não apresentou provas suficientes acerca de desvios na conduta do passageiro, não havendo razão para a sua retirada do trem. Ainda segundo a desembargadora, é obrigação da transportadora, por contrato, conduzir os passageiros em segurança até o destino final, salvo motivo comprovado e válido para interrupção do serviço.
Fonte: O Globo
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Site do metrô-SP ignora filas ao simular trajetos


A ferramenta que ensina rotas para passageiros do Metrô na internet ignora filas e conexões entre as linhas para informar o tempo gasto nas viagens pelo sistema sobre trilhos da capital e Grande São Paulo. Na última semana, a reportagem testou cinco caminhos sugeridos pelo sistema, chamado simulador de trajetos, e todos demoraram mais que o prometido. Segundo o Metrô, o sistema informa o menor tempo entre origem e destino.
A maior diferença anotada pela reportagem foi de 34 minutos, da Estação Tietê (Linha 1-Azul) para a Estação Giovanni Gronchi (Linha 5-Lilás). A menor foi de 11 minutos, entre as Estações Santo André da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e a Barra Funda.
A ferramenta que informa os tempos de viagem fica no topo do site da companhia (www.metro.sp.gov.br). Nela, é possível programar a viagem com antecedência, selecionando as estações de embarque e desembarque em todas as paradas do Metrô e da CPTM. O guia informa quais são as estações em que é preciso fazer baldeação e quais são os custos da viagem, além de indicar que o tempo apresentado é o menor, entre a origem e o destino. O site tem 196 mil acessos por mês e 35% dos visitantes (cerca de 70 mil) entram no simulador de trajetos.

Fonte: O Estado de S. Paulo
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