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Atraso do BRT-ABC deixa 158 milhões sem ligação direta à Capital

domingo, 29 de junho de 2025

“Se entregar em 2028, está rápido ainda. Está muito lento e tem pouca equipe”, descreveu um funcionário da equipe de obras, que trabalha para tirar do papel o tão esperado BRT-ABC, sistema de ônibus rápidos via corredores exclusivos, que deveria já ter transportado cerca de 157,7 milhões de passageiros entre a região e a Capital, se considerar a média diária prevista e a perspectiva inicial de entrega do serviço. Entretanto, quem observa os avanços das intervenções, não consegue acreditar que o corredor será entregue em junho de 2026, após cinco adiamentos por parte do governo do Estado de São Paulo.

O Diário percorreu nesta sexta-feira (27) o trajeto previsto para o BRT-ABC, entre São Bernardo, passando por Santo André e São Caetano, até a Estação Tamanduateí, uma das últimas paradas do corredor, que se estende um pouco mais para a Estação Sacomã, na Zona Sul de São Paulo. Ambas as paradas garantiriam acesso rápido ao sistema metroferroviário à população do Grande ABC, se os ônibus já circulassem onde hoje só há canteiro de obras, entulhos, sujeiras, lama, vegetação, animais abandonados e transeuntes.

As obras começaram no corredor em fevereiro de 2022 e tinham como previsão inicial conclusão em 18 meses, ou seja, em julho de 2023. A partir desse prazo, a estimativa da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), que assume as atribuições da extinta EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), era de 173 mil passageiros fossem atendidos por dia. No entanto, com a nova previsão, já é possível calcular, no mínimo, 912 dias de atraso para o início dessa operação.

A reportagem conversou com os trabalhadores desse projeto ao longo do caminho, que atuam no Grande ABC, como na Avenida Lauro Gomes, em São Bernardo, e em São Paulo. O Diário informou ambas as equipes que a previsão do Estado para o BRT-ABC ser inaugurado seria para o fim do primeiro semestre de 2026. Nos dois casos, a reação dos colaboradores foi a mesma: risada. “Talvez em 2040”, brincou um funcionário, que fazia parte de um grupo de pessoas, que desembarcava no período da tarde de um ônibus que transportava a mão de obra após mais um dia de trabalho.

Os olhares de quem está no dia a dia do corredor de ônibus são um contraste com a visão otimista que o vice-governador Felicio Ramuth (PSD), que naquela ocasião estava no comando do Estado, apresentou ao lado de prefeitos da região em janeiro deste ano, em São Bernardo, na Parada Metrópole, que é atualmente é um modelo isolado de paradas do BRT-ABC. “O corredor tem previsão de entrega em janeiro de 2026”, disse à época. Três meses depois, o prazo foi estendido para junho do mesmo ano.


Enquanto não sai do papel, o Grande ABC se lembra que o BRT veio com a missão de substituir a finada Linha 18-Bronze de monotrilho, que faria o mesmo trajeto, inicialmente previsto, até Tamanduateí, conectando-se com as linhas 2-Verde do Metrô e 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). O ramal contaria com 27 trens com capacidade de transportar 653 passageiros cada um. Em maio, o Estado decidiu desembolsar cerca de R$ 344 milhões para dar fim à briga judicial com a concessionária que administraria o ramal por 25 anos.

Assim, o Grande ABC segue sem monotrilho e sem BRT, à espera de um acesso rápido à Capital, custando acreditar de que em breve será diferente.

Informações: Diário do Grande ABC 

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Artesp assume regulação do transporte metroferroviário e coletivo metropolitano em São Paulo

sexta-feira, 21 de março de 2025

A partir desta quinta-feira (20), a Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) assume oficialmente a fiscalização, controle e regulação dos serviços e da infraestrutura do transporte metroferroviário concedido e do transporte coletivo metropolitano. A mudança tem como objetivo ampliar a eficiência na supervisão e melhorar a qualidade dos serviços prestados à população.

Com a nova atribuição, a Artesp passa a ser responsável pela regulação das concessões das linhas 4 e 5 do metrô, das linhas 7, 8 e 9 de trens metropolitanos e do Trem Intercidades para Campinas, além das empresas que operam o transporte coletivo metropolitano. Antes, essa função era da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP).

A mudança ocorre em conformidade com a Lei Complementar nº 1.413/2024 e foi formalizada por meio de uma Portaria Conjunta, elaborada em parceria com a Secretaria de Parcerias e Investimentos (SPI) e a Secretaria de Transportes Metropolitanos (STM).

O que muda com a nova estrutura regulatória?
Com a ampliação de suas funções, a Artesp agora supervisiona, além das rodovias e aeroportos regionais concedidos, também os serviços hidroviários e coletivos intermunicipais sob concessão.

A nova estrutura permitirá um acompanhamento rigoroso das concessionárias, garantindo:

  • Transparência nos contratos
  • Eficiência na fiscalização
  • Qualidade na prestação dos serviços

Além disso, a Artesp também será responsável pela aprovação de planos, projetos e gestão da alienação de bens reversíveis, promovendo uma supervisão mais integrada do setor.

Impacto para os usuários
De acordo com a Artesp, a transição não altera a operação dos serviços e não impacta diretamente os usuários. O objetivo da mudança é tornar o modelo de governança do transporte público mais moderno e eficiente, garantindo maior controle sobre as concessões e qualidade na prestação dos serviços.

A reformulação da agência é vista como um passo estratégico para melhorar o sistema de transporte em São Paulo, assegurando que as empresas cumpram suas obrigações contratuais e oferecendo aos passageiros um serviço mais seguro e confiável.

Informações: ABC Agora

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EMTU aumenta opções de atendimento na região oeste de São Paulo em março com três novas linhas metropolitanas

segunda-feira, 10 de março de 2025

A partir da próxima segunda-feira (10/03), os passageiros da região da Granja Viana se beneficiarão com um itinerário mais rápido e 36 viagens diárias para acessar o Terminal Metropolitano Carapicuíba. Nesse dia começa a operar a linha linha 307BI1 Carapicuíba (Terminal Metropolitano) - Cotia (Vila Santo Antônio) via Cotia (Granja Viana), com itinerário passando pela Rua José Felix de Oliveira em ambos os sentidos. O valor da tarifa é de R$6,15.

Em 17/03, terá início a operação do serviço 244EX1 Osasco (Terminal Luiz Bortolosso) - Cotia (Rodovia Raposo Tavares km 21), que auxiliará no transporte dos passageiros que residem nos bairros do Jardim Cirino, Jardim Padroeira, Jardim Santo Antonio e Conjunto dos Metalúrgicos, em Osasco, com destino ao Km 21 da Rodovia Raposo Tavares, em Cotia. Inicialmente, a linha 244EX1 ofertará seis viagens em dias úteis, com o valor da tarifa de R$6,15.

Também em 17/03, começará a circular a linha 350EX1 Itapevi (Cohab) - Osasco (Vila Yara) via Hospital Regional Rota dos Bandeirantes, que ligará Itapevi, Jandira, Carapicuíba e Osasco ao Hospital Regional Rota dos Bandeirantes, em Barueri. O serviço vai oferecer 20 viagens nos dias úteis, com tarifa de R$8,35. 

Os três novos atendimentos, operados pelo Consórcio Anhanguera, devem beneficiar cerca de 2.500 passageiros/dia útil. 

Informações: EMTU

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EMTU visita testes da primeira planta de hidrogênio renovável a partir do etanol

A Universidade de São Paulo (USP) desenvolve testes da primeira estação experimental do mundo dedicada à produção de hidrogênio renovável a partir do etanol. O projeto, conduzido pelo Centro de Pesquisa e Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI) da Universidade, representa um marco na busca por soluções energéticas limpas e na transição para uma economia de baixo carbono. 

Com um investimento de R$ 50 milhões, a estação está localizada na Cidade Universitária, em São Paulo, e é parte de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento que conta com a colaboração de grandes empresas e instituições, como Shell Brasil, Raízen, Hytron (agora parte do Grupo Neuman & Esser), SENAI CETIQT e a própria USP por meio do RCGI, além da Toyota, Hyundai, Marcopolo e da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU). 
 
A tecnologia desenvolvida visa demonstrar a viabilidade do etanol como vetor para a produção de hidrogênio sustentável, aproveitando a infraestrutura já existente no país. 

Capacidade e aplicações 

A planta-piloto tem capacidade para produzir 100 quilos de hidrogênio por dia, volume que será utilizado para abastecer três ônibus cedidos pela EMTU e dois veículos leves, entre outros. O hidrogênio gerado será testado em coletivos de transporte público da USP e nos veículos Toyota Mirai e Hyundai Nexo, ambos movidos a hidrogênio. Nesta fase, serão avaliados a taxa de conversão de etanol em hidrogênio e os índices de consumo e rendimento do combustível nos veículos. 

“Estamos promovendo uma revolução na matriz energética ao demonstrar que é possível produzir hidrogênio sustentável a partir do etanol, com grande eficiência logística”, explica Julio Meneghini, diretor científico do RCGI. “O Brasil tem condições únicas para esse desenvolvimento, considerando nossa infraestrutura já consolidada para o etanol. Isso abre possibilidades para a descarbonização da indústria em setores com alto nível de emissões, como a siderúrgica e a cimenteira, além dos setores químico e petroquímico, na produção de fertilizantes e no transporte de carga e passageiros em larga escala.” 

A produção de hidrogênio dessa planta-piloto ocorre por meio da reforma a vapor do etanol, um processo químico no qual o etanol reage com água sob altas temperaturas, resultando na liberação de hidrogênio. Esse método se destaca por sua eficiência e pela possibilidade de reduzir emissões de carbono, uma vez que o CO2 liberado no processo é biogênico, ou seja, pode ser compensado no ciclo do cultivo da cana-de-açúcar. 

Impacto na indústria e na mobilidade – A implantação da estação experimental abre caminho para o avanço da mobilidade sustentável. Fabricantes de aviões e montadoras de caminhões e ônibus podem se beneficiar diretamente da iniciativa, uma vez que terão acesso a uma fonte importante e sustentável de hidrogênio para o desenvolvimento de tecnologias baseadas em células a combustível. 

“O fomento dessa tecnologia pode trazer benefícios enormes para a indústria brasileira. A disponibilidade de hidrogênio em grande escala é fundamental para permitir avanços em diversas frentes, desde a mobilidade até a produção de fertilizantes sustentáveis”, destaca Meneghini. 

Perspectivas 

A partir dos resultados deste projeto de Pesquisa e Desenvolvimento, espera-se obter dados que possam orientar estudos futuros sobre sua aplicação em maior escala. “Nosso objetivo é demonstrar o potencial dessa solução e gerar conhecimento técnico-científico sobre sua viabilidade, aproveitando a infraestrutura do etanol para viabilizar a produção e distribuição do hidrogênio renovável”, explica Meneghini. 
 
O reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, também celebrou o desenvolvimento de testes e ressaltou a relevância do projeto: “O papel das universidades é desenvolver tecnologias que ainda não existem para permitir que o Brasil faça uma transição energética e, com isso, possa se posicionar como um país de primeiro mundo. Se conseguirmos oferecer uma energia mais barata e com menor pegada de carbono, certamente seremos lideranças mundiais. Para isso, é fundamental que a universidade gere conhecimento e que as empresas acreditem e invistam na industrialização dessas ideias. Grandes avanços tecnológicos começaram dessa forma: com pesquisa acadêmica transformada em inovação para a sociedade.” 

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou a importância da iniciativa para a economia do estado e seu potencial de expansão em sua visita à planta, no dia 19 de fevereiro: “Estamos entrando na fase de emergência climática e precisamos ter velocidade em apresentar respostas. A ciência brasileira sempre nos brinda com soluções: quando o mundo atravessou as crises do petróleo, ela desenvolveu o álcool, o etanol e os motores a álcool. Hoje temos grandes potenciais de desenvolvimento para o futuro: a transição energética e a economia do conhecimento. A USP está na vanguarda em todos eles. Aproveitamos essas oportunidades que vão diferenciar o estado de São Paulo e ajudar o Brasil”, disse. 

O avanço da planta experimental da USP marca um passo significativo para a produção de hidrogênio sustentável no Brasil. Julio Meneghini prevê que “a tecnologia contribuirá para consolidar o país como um dos líderes mundiais na produção de energia limpa, reduzindo dependência de combustíveis fósseis e impulsionando diversos setores econômicos de maneira sustentável”. 

Informações: EMTU

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Confira como será a operação das linhas da EMTU no feriado de Carnaval

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025


Durante o feriado de Carnaval, as linhas de ônibus metropolitanas gerenciadas pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo) terão ajustes na operação para atender à demanda de passageiros.

Nas regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas, Sorocaba, Baixada Santista, Vale do Paraíba e Litoral Norte, a circulação seguirá a seguinte programação:

  • Sábado (01/03) – Programação normal de sábados.
  • Domingo (02/03) – Programação de domingos e feriados.
  • Segunda-feira (03/03) – Programação de sábados, com monitoramento da demanda para possíveis reforços.
  • Terça-feira (04/03) – Programação de domingos e feriados.
  • Quarta-feira (05/03) – Programação de sábados, com monitoramento da demanda para possíveis reforços.

A operação será acompanhada em tempo real pela Central Operacional da EMTU, e ajustes poderão ser realizados conforme necessário para garantir o atendimento aos passageiros.

As informações detalhadas sobre os horários de partida e itinerários podem ser consultadas no site emtu.sp.gov.br ou no aplicativo da EMTU, disponível para iOS e Android, onde também é possível acompanhar as viagens em tempo real. Atente-se a olhar a programação correspondente ao dia, exemplo: terça-feira (04/03), olhar programação de domingos e feriados. 

Informações: EMTU

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Em São Vicente, Obras do VLT na Área Continental são iniciadas

Com os 500 anos de São Vicente batendo na porta, os moradores já olham para o futuro e avistam um novo horizonte, garantido por diversos fatores, em especial a chegada do VLT à Área Continental. Desde o ano passado, o que era sonho tem se tornado realidade com a realização das obras que resultarão na construção de quatro novas estações para a região: Ponte Nova, Quarentenário, Rio Branco e Terminal Samaritá.

Dividida em duas etapas, a Fase 3 do VLT, que beneficiará mais de 150 mil pessoas com a extensão do meio de transporte até a Área Continental, foi iniciada com as obras do trecho ferroviário da Ponte dos Barreiros. Os trabalhos seguem o cronograma estabelecido, e, neste mês de março, será dada continuidade ao processo de recuperação estrutural das estacas de concreto e das estruturas de concreto armado da ponte ferroviária.

Além da linha ferroviária até o Samaritá, a estrutura terá uma nova ciclovia e passarela para pedestres.

Vale ressaltar que o segundo estágio, cujo projeto contempla as intervenções relativas ao trecho pós-ponte, na Avenida Angelina Pretti, está em fase de preparo para abertura da licitação. As devidas licenças ambientais já foram emitidas.

“Por muito tempo o vicentino sonhou com algo que parecia distante. Agora, você anda pela ponte e já se depara com as intervenções. Já é realidade! Um investimento que conseguimos junto ao Governo do Estado, com aporte de mais de R$500 milhões, para trazer qualidade de vida e mais desenvolvimento à nossa Área Continental. Tá acontecendo!”, celebrou o Prefeito Kayo Amado.

Com fiscalização da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) e apoio da Prefeitura, a Fase 3 do VLT deve ser totalmente concluída até o final de 2028, de acordo com a empresa de transportes urbanos.

Trânsito - Toda obra requer adaptações no dia a dia. A fim de garantir a devida segurança aos condutores e pedestres e dar suporte aos profissionais para o andamento dos trabalhos, a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) implementará operação ‘Pare e Siga’ na noite desta quarta-feira (26), das 21h às 4h. Agentes de trânsito estarão no local para garantir a fluidez do tráfego

Informações: Prefeitura de São Vicente

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Decreto determina fim da empresa de transportes metropolitanos de SP (EMTU)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), determinou a extinção da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU). A medida foi publicada na edição desta segunda-feira (24) do Diário Oficial do estado.

A EMTU tem por função coordenar e regulamentar o serviço prestado pelas concessionárias responsáveis pelo transporte intermunicipal nas regiões metropolitanas de São Paulo, da Baixada Santista, de Campinas, do Vale do Paraíba e Litoral Norte e de Sorocaba.

No decreto de hoje, o governo de São Paulo estabelece as medidas que deverão constar no plano de desmobilização da EMTU, como a destinação do acervo técnico, a gestão dos contratos vigentes e a redistribuição das atividades de fiscalização, controle e regulação dos serviços de transporte coletivo metropolitano.

Com o fim da EMTU, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) assume os serviços da estatal.

De acordo com o governo do estado, “a desmobilização não altera os serviços prestados à população, nem a relação com as concessionárias”.

“A transição da equipe técnica da EMTU já foi iniciada com a Artesp e, ao término, fará melhorias para os usuários, como a gestão unificada do transporte intermunicipal, modernização da frota, maior integração tarifária e operacional, e monitoramento aprimorado por meio do Centro de Gestão e Supervisão (CGS). Essas mudanças visam a um transporte mais eficiente, seguro e ambientalmente sustentável”, diz o Palácio dos Bandeirantes.

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) já havia aprovado, em 2020, um projeto apresentado pelo então governador João Doria (PSDB) que previa a extinção de empresas estatais (entre elas, a EMTU). À época, a ideia era economizar R$ 7 bilhões.

No entanto, somente agora, mais de quatro anos depois, foram definidas as diretrizes de extinção da EMTU.

Informações: CNN

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EMTU renova a frota na Grande SP com mais 10 novos ônibus em operação na região de Cotia

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025


A região que engloba Cotia, Embu e Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo foi beneficiada com a inclusão de dez ônibus zero km na frota do Consórcio Intervias, que atende a Área 1 do sistema intermunicipal gerenciado pela EMTU. A novidade melhora o deslocamento intermunicipal de cerca de 30 mil passageiros que utilizam diariamente as linhas 035 Cotia (Mirante da Mata) – São Paulo (Metrô Butantã); 396 Cotia (Terminal Metropolitano Cotia) – São Paulo (Metrô Butantã); 422 Itapevi (Vila Nova Esperança) – São Paulo (Metrô Morumbi) e 297 Cotia (Caucaia do Alto) – São Paulo (Metrô Morumbi).

Os veículos, operados pela Viação Raposo Tavares, têm 13,2m de comprimento e são do modelo Caio Apache Vip 5, com motor Euro V, chassis Mercedes Benz OF1726 e suspensão automática. Contam com acessibilidade por elevadores, ar-condicionado e entrada USB para carregamento de celulares, três portas elétricas, vidros com tratamento para raios UV, câmera de ré e câmera que facilita o embarque e desembarque dos passageiros.

Desde janeiro de 2023, foram incorporados à frota metropolitana gerenciada pela EMTU na Grande São Paulo 602 ônibus zero km, substituindo os veículos mais antigos. 

Informações: EMTU

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