Usuários do Metrô do Rio convivem com superlotação, calor excessivo, panes no sistema

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Superlotação, calor  excessivo, panes que interrompem a circulação e dificuldades de acesso: essa é a rotina dos que usam o metrô no Rio. Na estação Central, passageiros levam até 40 minutos para conseguir entrar no trem em direção à Zona Sul no período da manhã. À tarde, o problema é entrar nas estações antes da Central, em direção à Zona Norte. As panes constantes que infernizam os passageiros são noticiadas em tempo real, com a ajuda de internautas, no Twitter O DIA 24 HORAS.
Foto: Severino Silva / Agência O Dia
“Os vagões já vêm cheios e, como as plataformas também estão lotadas, fica difícil entrar. Só empurrando. Depois que a gente entra, não precisa nem segurar que ninguém mexe”, conta a diarista Ana Lúcia da Silva, 51, que mora em Japeri e trabalha em Botafogo.

A doméstica Cintia da Silva Lopes, 30, reclama da estação Central: “A gente segura a bolsa porque, se bobear, alguém ainda rouba. O brinco de uma mulher foi arrancado no empurra-empurra e ela ficou com a orelha sangrando”.

Outra passageira diz que já viu uma mulher perder o sapato, tentando entrar no vagão. “Ela teve que voltar à Central para tentar achar”, conta a aposentada Elinole Anchieta, 68.

Na estação de Irajá, o elevador que transporta cadeirantes está com a rampa lacrada. Procurado, o Metrô disse que não tinha a informação de que o elevador não estava funcionando e que, a partir de segunda, o controle remoto, que está quebrado, voltará a funcionar.



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