
A cerimônia contou com a presença do Ministro das Cidades, Márcio Fortes, dos secretários municipal e estadual de Transportes, Júlio Lopes e Alexandre Sansão, do presidente executivo da Fetranspor e do Rio Ônibus, Lelis Marcos Teixeira, do subsecretário municipal da Pessoa com Deficiência, Alex Araújo de Oliveira, e do subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, além de representantes de sindicatos filiados à Fetranspor.Esta nova frota de "coletivos acessíveis" é equipada, além dos elevadores, com identificação dos bancos reservados (ou preferenciais) pela aplicação da cor amarela no encosto da cabeça; destaque dos bancos em relação aos demais; identificação visual nos degraus das escadas e das rampas de acesso; corrimão horizontal junto ao posto de comando nos veículos de motor central ou traseiro; colunas na cor amarela no posto de cobrança; colunas a cada dois metros, em cada lado, alternadamente. Vale destacar que apenas os principais pontos de apoio deverão ser identificados na cor amarela.

Em entrevista à imprensa, o prefeito do Rio destacou a importância da iniciativa, bem como da necessidade de se investir neste segmento da sociedade.- A partir de hoje, saímos de uma situação de 45 ônibus adaptados no Rio para 500 veículos, e vamos chegar a 1.500 até o fim do ano. Isso vai permitir que o transporte no Rio se torne acessível. Nossa cidade é aberta, recebe bem a todos e deve ser democrática para as pessoas com deficiência, disse Eduardo Paes, referindo-se à Prefeitura como uma "administração que trata de maneira institucional as relações com suas concessionárias e que fará cumprir a lei que define que todos os ônibus da Cidade possuem esses instrumentos".
Além disso, o prefeito comentou que o Rio de Janeiro precisa incorporar ao seu dia-a-dia a cultura de ser mais cordial e compreensivo com as pessoas que possuem algum tipo de deficiência, inclusive os idosos, que caminham mais devagar. Eduardo Paes também confirmou que vai investir na adaptação de vias e prédios para as pessoas com deficiência.- Não é possível que a Prefeitura realize uma obra que não inclua rampa nas calçadas, ou que construa calçadas intransitáveis para cadeirantes e idosos, que acabam tropeçando. É uma cultura que será empregada em todas as ações da administração pública, disse o prefeito, que anunciou a criação, pelas secretarias municipais de Obras e da Pessoa com Deficiência, de um manual de procedimentos para as obras da Prefeitura.

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