Salvador terá 200 km de ciclovias ainda este ano

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Salvador tem, atualmente, pouco mais de 80 quilômetros de ciclovias. No entanto, para quem usa as bicicletas para ir ao trabalho ou realizar as atividades do dia-a-dia, uma boa notícia. Estudos de viabilidade estão sendo realizado pelo Movimento Salvador Vai de Bike, da Prefeitura de Salvador, e em breve outros pontos da cidade como os bairros do Alto do Cabrito, Brotas e Cajazeiras devem receber cerca de 100 quilômetros de ciclofaixas.

Com isso, a capital baiana passará a ter  200 quilômetros de vias para as bikes ainda este ano. O objetivo, até o final de 2016, é que a cidade tenha, ao todo, 350 quilômetros de ciclofaixas e ciclovias. Segundo Liana Oliva, subcoordenadora do Movimento Salvador Vai de Bike, toda a cidade será contemplada com o projeto. “Estamos considerando a cidade inteira, não apenas a orla ou qualquer outro ponto especificamente”, disse. 

Mesmo assim, segundo ela, regiões mais populares da cidade como o Subúrbio Ferroviário, por exemplo, terão mais atenção do que os bairros mais nobres. “Se você for observar o Bairro da Paz, você não verá um lugar no bairro em que não tenha uma bicicleta parada em frente a uma padaria ou estabelecimento, por exemplo, são muitas pessoas usando o veículo todos os dias”, observou Liana.

OTIMISMO
Para quem usa as bikes, a ampliação do número de ciclofaixas na cidade é bastante positiva. “Toda a organização que a Prefeitura venha a fazer para beneficiar o ciclismo e a mobilidade urbana na cidade será bem vinda. Isso vai beneficiar não só os ciclistas, como também a população de toda a cidade. É bom ver que os gestores estejam vendo esse movimento, esse crescimento do número de ciclistas, em prol da mobilidade urbana da cidade”, falou o coordenador do Movimento Pedal da Vida, Hélder Guido.

Mas, mesmo com todos os avanços, ele ainda considera baixo o número de vias para bicicletas em Salvador, se comparado com outras cidades no Brasil, e que muita coisa precisa melhorar. “Acho pouco. Eu ainda sonho com ciclovias permanentes que cortem toda a cidade, permitindo que cada ciclista possa se movimentar sem grandes riscos por toda a capital. Que ele possa sair do Imbuí até o Centro sem grandes problemas. As ciclofaixas são interessantes em um primeiro momento, mas importante mesmo são as ciclovias permanentes, o que vai contribuir para melhorar a mobilidade urbana”, contou.

Para o auxiliar de farmácia José Augusto da Paixão, que usa a bicicleta para se locomover entre os bairros da Santa Cruz e Matatu de Brotas, onde trabalha, o aumento no número de ciclofaixas é uma vitória. “É bom ver que a cidade está caminhando nesse sentido. É um alento para quem anda de bike. Apesar de pequenos, estes avanços são bastante significativos. Espero que cada vez mais pessoas tomem coragem e peguem suas bicicletas para sair de casa, seja para realizar quaisquer atividades ou mesmo ir ao trabalho”, comemorou. 

Informações: Tribuna da Bahia


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Novas composições da Trensurb entram em operação

Novas composições da Trensurb foram inseridas no sistema metroviário na manhã de hoje (24). Previsão é de que, até o fim do semestre, todos os 15 novos trens estejam definitivamente integrados à frota da empresa.

Na manhã desta terça-feira (24), quatro novos trens foram definitivamente inseridos no sistema metroviário. Os veículos de números 226, 227, 228 e 230 passam a integrar a frota disponibilizada pela Trensurb para operar plenamente conforme necessidade. As outras 11 novas composições encontram-se em fase de testes e a previsão é que todas elas tenham condições de funcionar de forma plena até o fim de junho.

Conforme cronograma de trabalho, em março, mais quatro trens devem integrar-se definitivamente à frota; em abril, mais dois; em maio, outros dois; em junho, os três últimos. Representantes do consórcio FrotaPoa acompanham, juntamente com uma equipe técnica da Trensurb, a inserção dos trens na operação, a necessidade de correção de falhas e de realização de ajustes.

Os novos trens

As 15 novas composições de quatro carros cada uma, fornecidas pelo consórcio FrotaPoa, têm gasto energético cerca de 30% inferior às atuais, sistema de ar condicionado automatizado, sistema de comunicação multimídia, passagem entre os carros, iluminação interna com LED, sistemas de autodiagnóstico e monitoramento de falhas.

Informações: Trensurb


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Linha 3 do Metrô Rio pode virar BRT

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, quer discutir com a sociedade a possibilidade de alterar o projeto do monotrilho da futura linha 3 do MetrôRio para BRT.

“Eu quero muito começar essa obra ainda esse ano, mas claro que eu tenho que vencer as burocracias. Tem audiência pública e todo um rito que tem que ser seguido. Mas eu quero muito tirar esta obra do papel, começar este ano. Pode ter certeza de uma coisa, a água na Baixada e a Linha 3, o que eu me comprometer eu vou tirar do papel”, afirmou.

A linha 3 é uma de suas promessa de campanha e o trajeto da linha prevê ligar as cidades de Niterói e São Gonçalo.
Nesta segunda-feira, 23, o secretário Carlos Roberto Osório afirmou que a obra, que ligaria a Praça Araribóia a Guaxindiba custaria R$ 3,5 bilhões e teria um prazo de execução longo. De acordo com o secretário, a situação financeira do estado e do país complicou a situação. Por isso, a opção pelo BRT, que segundo Osório, é mais barato e poderia ser estendido a outros municípios.

“Hoje o que está sendo proposto é o monotrilho, que tem uma capacidade de carregamento menor que o metrô convencional. A avaliação nossa é se o BRT seria uma melhor opção para fazer o mesmo trajeto, talvez ampliando a direção para Itaboraí de uma maneira mais barata e mais rápido, sem abrir mão da qualidade e do tempo de viagem do passageiro”, informou.

Informações: Portal Viatrolebus

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