DFTrans disponibiliza novo sistema de consulta de ônibus

domingo, 11 de janeiro de 2015

O Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) disponibiliza, a partir desta terça-feira (23), um novo sistema de consulta na internet que mostra detalhes dos itinerários de todas as linhas de ônibus que circulam pelo DF.  

A novidade permite aos usuários visualizarem, por meio de um mapa, o trajeto de cada ônibus. É possível também identificar todos os pontos de parada, os terminais rodoviários, além das estações do Expresso DF Sul e do Metrô.

A busca traz ainda – por meio de quadros informativos localizados à direita do mapa – informações das linhas (nome linha, tarifa e operadora), horários divididos por turno e dias da semana.

O novo sistema pode ser acessado pelo banner “Horários dos Ônibus” no site do DFTrans (www.dftrans.df.gov.br). As consultas por linhas e itinerários podem ser feitas por nome, número, origem ou destino.

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Usuários reagem contra tarifa de R$ 3,20 em Cuiabá

Movimentos sociais e sindicatos já se articulam contra o anúncio do aumento da tarifa de ônibus em Cuiabá, que deve ser de R$ 3,20. A tarifa aguarda apenas a sanção do prefeito Mauro Mendes (PSB) para ser aplicada.

A primeira reunião para articular ações de resistência contra o aumento, que representa 14% em relação à tarifa de R$ 2,80 cobrada atualmente, aconteceu na noite de sexta-feira (9), no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

“Vamos nos reunir para tentar articular e dialogar de que forma tentaremos barrar qualquer aumento. Ficar sentado e reclamando, somente, não resolve”, disse o representante da União Estadual dos Estudantes (UNE), Rarikan Heven.

Segundo ele, é inadmissível a Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte Urbano (SMTU) realizar um estudo sobre um novo valor da tarifa, já que o serviço de transporte coletivo não é prestado a contento.

“As próprias regras de licitação do transporte não são cumpridas. Nós não temos a cota de ônibus com ar-condicionado, a frota de ônibus é antiga, não existe uma modernização do transporte que justifique o aumento. O nosso tráfego é curto, não há grandes percursos. Não há justificativa para este valor exorbitante da tarifa e, muito menos, aumentá-la”, afirmou.

Para Heven, os números usados para realizar os cálculos tarifários são uma “caixa preta”, visto que os aumentos das tarifas são anuais, mas os empresários alegam, rotineiramente, dificuldades financeiras e queda nas receitas.

“As empresas não estão falando a realidade dos números, porque quando você tem uma empresa que está dando prejuízo, ela para de trabalhar com isso. Mas aqui, apesar de todas as dificuldades alegadas, nenhuma empresa quer deixar esse ramo em Cuiabá. O atraso salarial dos trabalhadores, todo o fim e começo de ano, é mais uma manobra dos empresários para poderem justificar esse possível aumento”, disse o líder estudantil.

Na manhã de sexta-feira, os funcionários das empresas Pantanal Transportes e a Norte Sul paralisaram os serviços por algumas horas, devido ao atraso no pagamento dos salários. Essa foi a segunda vez que os funcionários cruzaram os braços por este motivo. 

Em ambos os casos, os empresários do ramo alegaram dificuldades financeiras, mas quitaram o débito com os funcionários no mesmo dia das manifestações.

Cálculo da tarifa

O estudo do cálculo tarifário foi finalizado pela Prefeitura no mês passado, a pedido da Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos (MTU).

Conforme a planilha que define o cálculo, são 383 ônibus em funcionamento na capital. Cada ônibus tem custo de R$ 4,6 por km, percorre cerca de 3.612 mil km ao mês e carrega 1,44 passageiros por km. 

A relação entre o custo por km e o Índice de Passageiros Equivalentes aponta tarifa de R$ 3,20.

O valor foi o mesmo indicado pelos empresários como necessário para manter os ônibus circulando na Capital.

Com o estudo finalizado, a tarifa deverá ser apreciada pelo Conselho Municipal de Transportes (CMT), representado por 17 entidades, na segunda quinzena deste mês.

Se aprovado, o valor seguirá para a sanção do prefeito Mauro Mendes, que pode vetar ou não o valor.

Conforme a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), com uma tarifa de R$ 3,20, Cuiabá fica atrás somente do Rio de Janeiro (R$ 3,40) e São Paulo (R$ 3,50), no ranking das capitais brasileiras com as passagens de ônibus mais caras do país.

Por Karine Miranda
Informações: Midia News

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Bilhete Único de Fortaleza soma mais de 810 mil cadastros em 1 ano e 6 meses de funcionamento

Em um ano e seis meses de funcionamento, o Bilhete Único de Fortaleza já tem cadastrados mais de 810 mil usuários do sistema público de transporte da Capital. Implantado desde junho de 2013, o sistema permite a integração pagando apenas uma passagem e, no intervalo de até duas horas, embarcar em quantos ônibus forem necessários, em qualquer sentido ou direção. Com isso, o usuário tem a vantagem de reduzir o tempo de viagem.

Desde 2014, todas as carteiras de estudante vem com a função do Bilhete Único integrada no mesmo cartão. Assim, em um processo único, os estudantes também se beneficiam com a integração gratuita entre os coletivos.

E, desde o mês de dezembro do ano passado, os usuários que possuem Bilhete Único podem usufruir das bicicletas compartilhadas de forma gratuita em qualquer das 25 estações. Basta se cadastrar para utilizar o benefício (www.bicicletar.com.br).

Quem ainda não solicitou o cartão Bilhete Único poderá fazê-lo em um dos 11 postos de cadastro que continuam em funcionamento, em diversos pontos da cidade. O atendimento dura, em média, 3 minutos, e o prazo de entrega do cartão Bilhete Único é de 10 dias. Para adquirir o cartão, basta apresentar CPF, RG e comprovante de residência com CEP.

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Em Arapiraca, Fiscalização na faixa de ônibus entra em vigor na segunda-feira

A Prefeitura de Arapiraca, por intermédio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), vai fiscalizar a partir da próxima segunda-feira (12), a faixa azul, exclusiva, de ônibus ao longo de 4,5 km de extensão da Rua São Francisco, no Centro da cidade.

Desde que foi implantada em dezembro do ano passado, agentes de autoridade de trânsito (AAT) trabalharam em ações educativas para disciplinar os condutores dos demais veículos (carros, caminhões e motos) a apenas trafegar nas faixas da esquerda e central da Rua São Francisco.

Segundo o superintendente da SMTT, Ricardo Teófilo, a determinação da prefeita Célia Rocha (PTB) primeiramente é apresentar a população a respeito da nova sinalização e disciplinar condutores e pedestres sobre as normas de trânsito.
“Depois desse período educativo vamos agora fiscalizar para que a faixa da direita seja utilizada apenas pelo transporte coletivo, que a utiliza no sentido de proporcionar mais agilidade e segurança a população que o utiliza”, garantiu Ricardo Teófilo.

De acordo com ele, os condutores que trafegarem pelo corredor exclusivo de ônibus serão notificados pelos agentes de autoridade de trânsito.
“É muito importante que os condutores permaneçam respeitando o limite dos ônibus como vem acontecendo ao longo dos 4,5 km de extensão da Rua São Francisco para que ninguém seja autuado”, alertou Ricardo Teófilo.

Sinalização reforçada
Para garantir segurança no trecho da faixa exclusiva, a SMTT reforçou a sinalização ao longo da Rua São Francisco que tem início na interseção da Rua Paula Magalhães e vai até a Praça dos Curis, no Centro.

Tida como um dos principais corredores da cidade que liga os bairros Boa Vista e Baixão, a Rua São Francisco tem um fluxo intenso no seu dia a dia.

Por esta razão que foi criada a faixa azul exclusiva de ônibus para dar mais agilidade ao tráfego do transporte público da cidade e proporcionar maior segurança aos usuários do setor.

Informações: Prefeitura de Arapiraca

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Menos de 100 ônibus tem ar-condicionado em São Paulo

A frota de ônibus regulares com ar-condicionado que circula pela cidade de São Paulo irá quase dobrar até o mês de março deste ano, segundo a São Paulo Transportes (SPTrans). Os coletivos que dispõem do equipamento passará de 60 para 110 até o fim do verão.

Apesar do aumento, o número de ônibus que possuem o refrigerador ainda é muito pequeno e representa cerca de 1% do total da frota, que é de 15 mil veículos. Um dos motivos da dificuldade da implantação é o alto custo. Enquanto um ônibus biarticulado custa cerca de R$ 800 mil, com ar-condicionado sairia por R$ 1 milhão, 20% mais caro.

Os passageiros do transporte público da capital que fazem longas viagens sofrem com as altas temperaturas. Rio de Janeiro foi a primeira capital a adotar o equipamento, 40 anos atrás, com o surgimento do Frescão, com tarifa mais cara.

Porto Alegre usa ar-condiconado há 15 anos, mas apenas metade da frota está equipada. Palmas, um dos lugares mais quentes do Brasil, está desde março do ano passado instalando o refrigerador nos ônibus. São Paulo começou em outubro de 2014 a oferecer o alívio aos passageiros.

Outro motivo para a demora da implantação do equipamento nos ônibus de São Paulo, é que a cidade sempre foi conhecida como “terra da garoa” e por ser um lugar frio. No entanto, nos últimos anos, a temperatura tem subido rapidamente. Em fevereiro do ano passado, em dez dias, São Paulo bateu nove recordes de temperatura máxima para o mês desde o início das medições diárias feitas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em 1943, chegando a 36,4 ºC.

Informações: G1 São Paulo

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