Pernambucana Itamaracá Transportes recebe prêmio ANTP

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Mais uma vez a empresa Itamaracá Transportes voltou a se destacar no mais importante prêmio de qualidade de transporte do Brasil orgulhando e muito seus usuários.

A pernambucana está entre as melhores empresas de transporte público do país em qualidade de serviços prestados e de gestão empresarial.

A Itamaracá Transportes conquistou o troféu de bronze no 9º Prêmio ANTP de Qualidade. O evento realizado pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) avaliou a qualidade dos serviços prestados à população e a gestão empresarial de 11 empresas no país.
O resultado foi divulgado seis meses depois da Itamaracá enviar um relatório detalhando a forma de trabalho adotada pelos gestores. A empresa chegou, inclusive, a receber a visita de avaliadores que comprovaram o profissionalismo dos colaboradores e a dedicação de cada um em buscar sempre a excelência dos serviços.

A Itamaracá é certificada com os selos ISOs 9001 (Qualidade) e 14001 (Meio Ambiente) pelo Bureau Veritas Certification.

A empresa possui uma das frotas mais novas de Pernambuco e do Brasil. Fundada em 1958, a Itamaracá Transportes integra o Sistema de Transporte Público de Passageiros (STPP) da Região Metropolitana do Recife – Pernambuco. Atende oito municípios da zona norte: Recife, Olinda, Paulista, Abreu e Lima, Araçoiaba, Igarassu, Itapissuma e Ilha de Itamaracá. 

Informações: Meu Transporte






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Frota de ônibus de Curitiba cresceu 9,10% em 13 anos

O transporte urbano de Curitiba, exportado para várias capitais principalmente pela adoção dos ônibus biarticulados, estações tubo e sistema de canaletas exclusivas, parece que não conseguiu acompanhar o próprio desenvolvimento proposto. Desde o final do século passado, a frota de ônibus operante avançou apenas 9,9%. Já a frota de veículos quase dobrou.

Segundo os dados da Companhia de Urbanização de Curitiba (Urbs), responsável por administrar o sistema de transporte coletivo, no ano de 2000 circulavam na Capital 1.756 ônibus do sistema de transporte público. Em 2.013, esse número passou para 1.930. 
Outro serviço de transporte coletivo que também não apresentou mudanças nem mesmo com a chegada do século 21 foi de táxis. O número de carros operando é de 2.252 carros, com idade média de dois anos. O número é o mesmo de 1973, ou seja, de 40 anos. E apenas quatro são adaptados para o uso de portadores de deficiência.

Em agosto deste ano, após várias discussões e até mesmo a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Municipal, houve a aprovação em 2012 de uma lei municipal autorizando o aumento do número de táxis na cidade. O edital de licitação foi lançado no dia 16 de agosto, prevê a outorga onerosa de 750 autorizações para a prestação de serviços de táxi em Curitiba por 35 anos, prorrogáveis por mais 15 anos.

Carros — Em contraponto a essa paralisação dos avanços do sistema de transporte público em Curitiba, do final do século 20 para cá o trânsito de Curitiba ganhou praticamente o dobro do número de carros. Em 13 anos, a frota de veículos da capital cresceu 97,83%% e as ruas da cidade ganharam 660.203 unidades automotivas, elevando a frota de 674.781 para 1.334.984 veículos, segundo o Anuário Estatístico do Departamento Nacional de Trânsito (Detran).

Esse crescimento, que pode ser classificado matematicamente como exponencial, foi bem superior ao aumento de 16,48% registrado no número de moradores da Capital paranaense em igual período. Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de Curitiba em 2000 era de 1.587.315 habitantes e, em 2013, é formada por 1.848.946 moradores, de acordo com as estimativas sobre os números do Censo de 2010. Considerando a frota de veículos na cidade e o número de habitantes, a proporção é de 1 automóvel por 1,3 habitantes. 

O baixo índice de ampliação e modernização do sistema de transporte público, além de absorver os 261.631 novos habitantes que a cidade ganhou em 13 anos, também foi obrigado a responder pelo aumento do número de usuários da Rede Integrada do Transporte (RIT), implantado em 1974. Atualmente, o Sistema Integrado de Transporte de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana garante a integração físico-tarifária de 14 municípios da Grande Curitiba.

Para dar prioridade ao transporte coletivo, a Rede Integrada de Transporte conta com 81 km de canaletas exclusivas, garantindo a circulação viária do transporte coletivo. O sistema transporta mais e 2 milhões de pessoas por dia e liga a cidade de Norte ao Sul, Leste a Oeste.

Informações: Bem Paraná
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Aciona vence licitação para construir metrô em Fortaleza

Rio de Janeiro - O consórcio liderado pela brasileira Cotenco Engenharia e pela empresa espanhola Aciona venceu o consórcio de R$ 2,259 bilhões para construir uma das novas linhas do metrô de Fortaleza.

De acordo com as regras da licitação, venceria o consórcio que cumprisse as condições determinadas pelo menor preço. A Mendes Junior, junto da brasileira Isolux; e Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão também estavam na disputa.
O contrato prevê a construção de doze novas estações do metrô de Fortaleza em um trecho de 12,4 quilômetros e conectadas às já existentes Linha Sul e Linha Oeste.

A linha será operada com trens elétricos e terá capacidade para atender a cerca de 400 mil passageiros por dia.

A obra faz parte do PAC Mobilidade Grandes Cidades, lançado pelo governo para desenvolver infraestruturas de transporte nas principais cidades do país, principalmente nas que serão sede da Copa do Mundo de 2014, como é o caso de Fortaleza.

A ampliação do metrô de Fortaleza prevê investimentos de R$ 2 bi do governo federal e de R$1 bi do estado. Parte dos recursos será destinada à aquisição de trens e sistemas, além do pagamento de indenizações por expropriações de terreno. EFE.

Informações: Exame Abril
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Em Manaus, Empresa Via Verde entrega 50 ônibus novos para sistema

A empresa de ônibus Via Verde entregou nessa terça-feira (8) mais 50 novos veículos que passarão a compor a frota da empresa nos próximos dias. O investimento da empresa é de aproximadamente R$ 12 milhões e os ônibus vão substituir os fabricados em 2007. Com os novos ônibus, a Via Verde passa a ter uma frota média de 3,4 anos.
J. Renato Queiroz
Durante a apresentação, o prefeito Arthur Neto destacou a importância dos veículos para a melhoria do transporte coletivo, além de oferecer maior conforto aos usuários e oferecer transporte de qualidade em Manaus. Mais mudanças estão previstas para acontecer até o final do ano. “Temos um cronograma para a entrega de ônibus novos. Esses são os 50 da Via Verde e cada empresa dará sua parte. Meu objetivo é entrar em uma nova fase do sistema e os empresários concordam com essa mudança. Estamos fazendo os corredores exclusivos para o BRS e essa será outra grande melhoria”, destacou o prefeito.


Para o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do estado do Amazonas (Sinetram), Algacir Gurgacz, os novos ônibus marcam uma nova fase no transporte coletivo de Manaus. “A última licitação ocorreu em 2011. De lá para cá muitos ônibus já foram trocados. Tudo isso só foi possível graças ao equilíbrio do sistema”, afirmou.

A Via Verde opera 34 linhas nas Zonas Oeste e Centro-Oeste. Com os novos veículos, passa a contar com 210 ônibus convencionais e mais 10 micro-ônibus do sistema Transporta.

Informações: A Critica
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São Paulo: A fantástica fábrica das faixas de ônibus

É uma verdadeira linha de montagem. Desde o início do ano, com mais intensidade a partir de junho, depois das manifestações por melhoria nos transportes públicos, os setores envolvidos no planejamento e execução das faixas exclusivas de ônibus têm trabalhado no limite para dar conta de uma das principais bandeiras do prefeito Fernando Haddad (PT).

A meta inicial do governo petista era implantar 150 km de faixas até o final da  gestão, em 2016. Com as manifestações, os planos sofreram uma guinada e Haddad prometeu entregar 220 km até dezembro. O trabalho foi turbinado e ontem, com mais de dois meses de antecedência, a capital chegou a 224,6 km de faixas exclusivas e ainda faltam, segundo a diretoria de planejamento da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), mais 70 para se completar a rede inicial.


“Para isso, foi necessário multiplicar por quatro as equipes envolvidas no processo”, contou Tadeu Leite Duarte, diretor de planejamento da CET, responsável pela implantação.

O trabalho começa com as equipes de contagem. Cerca de 40 pessoas participam dessa etapa, verificando nas ruas quais são as vias estruturais com maior dificuldade para o trânsito dos coletivos. “Com o resultado desse trabalho de campo e com os dados que recebemos da SPTrans vamos estabelecendo as prioridades”, disse Duarte.

no papel/ Cumprida a primeira etapa, a incrível fábrica de faixas passa para a fase de planejamento e projeto. Esses grupos, com cerca de 50 pessoas, produzem os projetos de cerca de 10 quilômetros de faixas por semana. Parte do serviço é feito no computador e parte no papel.

“Aqui é feito o detalhamento da sinalização, estudos para definir os melhores locais para colocação”, explicou o projetista Leandro Batista. “Daqui sai a arte final do desenho que vai orientar  os executores das faixas.”

Na etapa final, cinco equipes terceirizadas, com cerca de 15 pessoas cada uma, saem às ruas para a pintura e sinalização das faixas. O trabalho é feito nos finais de semana que antecedem a implantação. “Trabalhamos das 22h até 5h manhã”, conta o engenheiro Marcelo Moreira, gerente de obras da Sinasc, uma das empresas contratadas para o serviço, que teve sua demanda dobrada neste ano.“Fizemos a sinalização de 80 quilômetros de faixas em dois meses. Foram madrugadas frias, nas quais nos aquecíamos com o calor da caldeira usada para derreter o material usado na sinalização”, recorda.

DIÁRIO testa e aprova via de ônibus na Paulista

Na semana em que a Prefeitura anunciou que cumpriria a meta de implantação de 220 km de faixas exclusivas de ônibus na cidade, com mais de dois meses de antecedência do prazo final, o DIÁRIO testou uma delas, a da Avenida Paulista.

Considerada por especialistas como a mais complicada tecnicamente, por ter muitos cruzamentos e vias que atrapalham a fluidez dos ônibus, a faixa da Paulista mostrou-se eficaz mesmo assim e o ônibus ganhou: chegou mais rápido do que o carro e o pedestre.

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O ponto de largada foi aquele localizado em frente ao Conjunto Nacional. De lá, no horário de pico da tarde de uma terça-feira, saíram três pessoas, uma de ônibus, outra num táxi e a terceira a pé.

Em 7 minutos o ônibus chegou ao ponto localizado em frente ao prédio da Gazeta. O táxi fez o mesmo percurso em 11 minutos, exatamente o mesmo tempo percorrido pelo pedestre.“Fiquei travado nos faróis e na fila de carros, por isso demorei tanto”, explicou o motorista de táxi João Carlos Gregório.

O fotógrafo Hilton de Souza, que foi de ônibus, afirmou que só não chegou antes porque um carro que transportava valores invadiu a faixa exclusiva. “O motorista do ônibus ainda teve alguma dificuldade para ultrapassar esse carro de valores”, contou. “Depois, andou rápido.” O repórter percorreu o trecho a pé com uma parada em farol. Os outros estavam abertos.

Opinião de Horácio Figueira, consultor de transportes

‘Meta agora são 400 km’

“É de se comemorar a meta alcançada pelo prefeito Haddad dos 220 km de faixas exclusivas de ônibus. Mas não é suficiente. Com isso, os ônibus voltaram a andar na cidade e a população já percebeu e aprovou. Mas ainda falta muito mais. Não chegamos nem a 10% das vias com tráfego de ônibus. Precisamos estabelecer uma meta de 400 km para 2014. Lugares como a Rua Augusta, por exemplo, justificam  uma faixa. Precisamos também aumentar o número de linhas na cidade. Tem de ser inaugurada, por exemplo, uma linha que passe pelas duas marginais.  E estender os horários das faixas.”

Por Fernando Granato
Informações: Diário de São Paulo
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