Metrô de Brasília deve entrar em greve na próxima segunda-feira

terça-feira, 1 de maio de 2012

Os funcionários do Metrô aprovaram um indicativo de greve em assembleia, na estação central de Águas Claras, na noite desta segunda-feira (30/4).

A categoria deve voltar a discutir a paralisação no domingo a noite, quando ficará decidido se eles param ou não na próxima segunda-feira (7/5).

Entre as principais reivindicações está o reajuste salarial de 25%, melhoria das condições de trabalho, realização de concurso e o cumprimento de cláusulas estabelecidas no acordo coletivo em vigência.

Há 10 dias, a greve, iniciada no dia 19/4, foi suspensa após o Governo do Distrito Federal (GDF) apresentar uma proposta de redução de carga horária dos funcionários de oito para seis horas. A direção do Metrô também pediu um prazo de 15 dias para a discussão de cerca de 60 cláusulas exigidas pelo Sindicato dos Metroviários (SindMetrô).

Em caso de greve, apenas 30% dos profissionais e dos trens estarão em atividade na próxima semana. Os cerca de 170 mil usuários contarão apenas com sete trens em circulação, com intervalos de tempo mais prolongados, e 240 dos 800 trabalhadores para atendê-los.
 
 
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Especialistas: pedágio urbano em São Paulo é 'amargo', mas necessário

Para amenizar o colapso no trânsito de São Paulo e incentivar o uso consciente de veículos, o vereador Carlos Apolinário (DEM) propôs a criação de um pedágio urbano, com taxa diária de R$ 4 para quem trafegar na região do Centro Expandido, onde hoje ocorre o rodízio. A medida, aprovada na quinta-feira passada, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, causou revolta na capital paulista e rejeição do atual prefeito, Gilberto Kassab (PSD). Porém, os especialistas consultados pelo Terra defendem a ideia e vão além, dizendo que sua efetivação é questão de tempo e necessária, e que dirigir no centro de São Paulo é um "privilégio que deve ser cobrado".

"Transporte individual ao centro de uma metrópole como São Paulo é um privilégio que deve ser cobrado. Estamos num dos piores momentos do transporte e o pedágio urbano pode ajudar a fluidez e a lógica do tráfego", defendeu o doutor em Planejamento e Operação de Transportes da Universidade de São Paulo (USP), Telmo Giolito Porto. Ele salienta que, isoladamente, o pedágio urbano tem pouco resultado.

"Ele deve ser casado com uma série de outras medidas, como investimentos em metrôs, ônibus, automoção de semáforos, engenharia de tráfego e rotas alternativas", afirmou Porto. No microblog Twitter, os comentários sobre o assunto são, na maior parte, de repulsa à medida, vista como uma arbitrariedade. Entre os tuiteiros, está o comentarista esportivo Silvio Luiz: "estão querendo cobrar pedágio para ir ao Centro Expandido. Quatro mangos. A cada dia eles inventam uma pra meter a mão no nosso bolso", protestou.

O autor da proposta entende as críticas e não acredita que o pedágio urbano possa funcionar em 2012, já que se trata de um ano eleitoral e a cobrança é "amarga" e afasta votos. Mas Carlos Apolinário estima que a tarifa pode tirar de circulação 30% dos veículos e arrecadar R$ 2 bilhões, para serem investidos no transporte público. Ele diz que os paulistanos precisam "parar e raciocinar".

"Nos últimos 40 anos, aumentou em 20% o número de ruas e 700% o de carros. Algo precisa ser feito. A ideia é metrôs e ônibus em toda a cidade, só que como não há dinheiro, vamos fazer o inverso: você cobra de quem tem carro, melhora a cidade e arruma dinheiro para o transporte coletivo. A ideia não é simpática, mas as pessoas precisam parar e raciocinar", disse o vereador.

Como poderá funcionar
Pela proposta de Apolinário, a taxa valeria apenas para os dias úteis e pode custar até R$ 88 por mês ao motorista. Táxis e coletivos não seriam cobrados. O vereador sugeriu no mesmo projeto que o dinheiro arrecadado seja investido no transporte público, possibilitando uma passagem de ônibus mais barata e outras opções de locomoção.

A área abrangida é o Centro Expandido, localizada ao redor do centro histórico, e delimitada pelo chamado mini-anel viário, composto pelas marginais Tietê e Pinheiros, mais as avenidas Salim Farah Maluf, Afonso d'Escragnolle Taunay, Bandeirantes, Juntas Provisórias, Presidente Tancredo Neves, Luís Inácio de Anhaia Melo e o Complexo Viário Maria Maluf.

O projeto não explica claramente como seria a forma de cobrança, mas as cancelas estão descartadas e a ideia é instalar um chip no veículo, semelhante ao sistema Sem Parar, que libera as cancelas nas rodovias paulistas. Apolinário quer que a prefeitura coloque o chip gratuitamente e que o veículo, ao ingressar na área, seja identificado para cobrança. Ainda não foi definida se ela será por boleto ou pré-pago. Antes de seguir para o plenário da Câmara de Vereadores, o texto ainda precisa passar pelas comissões de Transportes e de Finanças e Orçamento.

Pedágio urbano pelo mundo
Cingapura, na Ásia, foi a primeira a adotar o pedágio urbano, em 1975, das das 7h30 às 19h30, de segunda a sexta-feira. Reduziu o trânsito em 47% no período da manhã e 34% no período da tarde. A procura pelo transporte público cresceu 63% e o uso do automóvel diminuiu 22%.

De acordo com Apolinário, o modelo funciona também em metrópoles europeias, com apoio da população. "Londres tem 8 milhões de habitantes, a medida foi criada em 2003 e, após seis meses, o prefeito fez um plebiscito para saber se a população gostaria que permanecesse o pedágio urbano. Foi aprovado, porque houve uma redução de 25% no trânsito", destacou.

Na Suécia, a capital Estocolmo adotou a tarifa com o nome de imposto de congestionamento. Ele é cobrado a todos os veículos que circulam no centro da cidade e foi implantado de forma permanente a partir de 1º de agosto de 2007, depois de um período de teste de sete meses. Em Milão, na Itália, ele foi instituído com o objetivo de reduzir a quantidade de carros trafegando diariamente. O custo é de 5 euros (cerca de R$ 11,5). Outras cidades que aderiram são Bergen, Oslo, Trondheim e Stavanger (Noruega); Durhan (Grã-Bretanha); Znojmo (República Tcheca); Riga (Letônia), e Valletta (Malta).

Caminho inevitável
Para o arquiteto urbanista e consultor de mobilidade urbana Fernando Lindner, a cobrança de pedágio urbano em São Paulo é "um caminho inevitável". "Fazendo um comparativo com cidades europeias e americanas desenvolvidas, elas não atingem o tamanho de São Paulo ou Rio de Janeiro. Aqui, há uma degeneração dos serviços, e a mobilidade é o primeiro. Pedágio urbano é um remédio amargo, mas muito necessário. Em 2020, se nada for feito, as grandes cidades brasileiras entrarão em colapso", estimou.

Por Mauricio Tonetto / Fonte: Terra

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O transporte coletivo no Recife e os vendedores autônomos

Quando os ônibus se aproximam da parada na frente da sede recifense dos Correios, na Avenida Guararapes, Centro, a agitação já começa dentro e fora dos coletivos. Passageiros e vendedores se apressam para trocar moedas por pipoca e água através das janelas. Os famosos “passatempos da viagem”, como as mercadorias são chamadas, alimentam também uma vertente do comércio informal na capital pernambucana.
Foto: Amanda Miranda

Gracenildo José dos Santos, 18 anos, e o pai, Luciano Graciano, 45, correm entre carros, ônibus, motos e outros veículos carregando caixas cheias de pipocas e copos com água, os produtos mais vendidos. O preço é R$ 0,50, e os lucro pode chegar a R$ 0,23 por unidade. Da multiplicação desses centavos, saem os aproximados R$ 25 diários que garantem o sustento da recém-formada família do jovem que aprendeu com o pai a improvisar o “ganha-pão”.

“Eu acho que eles estão aqui porque, hoje em dia, não tem emprego. Aliás, até tem emprego, o que falta é qualificação”, diz a comerciária Carla Silva, 38, no momento em que compra uma água a Marcílio Cândido, 24, que só estudou até a quarta série. Ele é conhecido como Moreno entre os motoristas e cobradores.

Marcílio relata que, como Gracenildo e Luciano, lucra cerca de R$ 25 por dia, resultando em aproximadamente R$ 650 mensais. “Varia muito. Em alguns dias, consigo até R$ 40, mas também tiro R$ 20 em outros mais fracos. Em dias de chuva, tudo muda também porque só posso vender guarda-chuvas na calçada dos Correios, que é coberta". Ele conta que costuma trabalhar mais de doze horas - “Geralmente, chego às 7h e só paro de vender às 20h.”

"Com os lucros, dá para comprar o básico para casa. Nenhum dos meus quatro filhos passa fome, mas ao mesmo tempo não podem ter o luxo de roupas novas sempre. É uma questão de organização, que todo trabalhador deve ter", diz Luciano. Já na casa de Marcílio, as contas parecem ser mais simples. "Minha esposa trabalha. Não sei quanto ela ganha, mas ajuda fazendo feira, comprando roupas para as crianças... Agora a meta é fazer a festa de aniversário de Sara (a filha, de 3 anos). Acabei também de tirar (comprar no crediário) uma televisão. Não temos crédito, mas a patroa da minha mulher sempre ajuda colocando as prestações no nome dela, como fez quando comprei um rádio".

Segundo o professor de Economia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Tarcísio Patrício, não há estudos que estabeleçam uma média da renda dos comerciantes informais. "Alguns chegam a ganhar dois, três salários mínimos, mas a maioria do grupo que entrevistei para escrever o meu livro, Semáforos do Recife (pela Fundação Joaquim Nabuco), está em condições de aparente miséria. Encontrei duas categorias de trabalhadores informais que conseguem faturar mais: os que comandam outros, fornecendo os produtos, e os que conseguem um bom ponto de venda".

Os comerciantes da Avenida Guararapes compram as mercadorias em um depósito que fica nas proximidades do local de venda. Da mesma forma que os entrevistados pelo professor, muitas vezes, o fornecimento é em consignação. "Quando não tenho dinheiro para pegar as pipocas, vou lá e eles me vendem de qualquer forma. À noite, pago", garante Luciano.

TRANSPORTE - De acordo com o Grande Recife Consórcio de Transportes, o comércio informal é proibido dentro dos veículos e nos terminais. A fiscalização para que os vendedores não entrem nos coletivos está sob responsabilidade das operadoras, que podem ser multadas ou perder o direito de transportar passageiros se a infração for flagrada. Segundo Luciano, que já comercializou as suas mercadorias dentro dos ônibus, na verdade, o fato de os veículos estarem sempre cheios o fez desistir. "Eu acabava machucando as pessoas no empurra-empurra".

Já nos terminais, o Consórcio deve vistoriar. Este ano, segundo o Grande Recife, os trabalhadores foram retirados do terminal de Afogados, na Zona Oeste; em 2011, foi no Barro, também Zona Oeste, e em Joana Bezerra, área central.  "Os ônibus demoram muito. Então, passamos muito tempo aqui, no calor, esperando, e acabamos procurando alguma forma de nos refrescar e distrair, ou seja, a água e a pipoca. Acho que, se o transporte chegasse mais rápido, não haveria tantos vendedores porque não haveria tantos clientes", aponta Mirtis Santos, 43.

Quando o comércio é feito nas ruas, segundo o Consórcio, as prefeituras devem coibir a prática. "É melhor que eles estejam vendendo o 'passatempo da viagem', como chamam, que roubando ou cometendo outros crimes. O problema é quando não respeitam o trânsito, deixando todos em risco, ou são agressivos", diz Ivone Ferreira, 38, enquanto come uma pipoca que acabou de comprar.

Fonte: NE 10

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Prefeitura de Salvador vai pagar R$ 600 milhões na licitação das empresas de ônibus

Há mais de 50 anos o sistema de transporte de ônibus funciona de forma irregular  em Salvador, diz o secretário José Matos. Segundo ele, o serviço deveria ser operado através de  concessão e não por meio de permissão.Para resolver o problema, a Setin promete lançar, em maio, um edital para que empresas apresentem propostas de exploração do serviço por 25 anos.

A concessão tem prazo determinado, enquanto a concessão não. Além disso, diz Matos, com as mudanças, as empresas terão que pagar uma outorga à prefeitura, cujo valor ainda não foi definido, e trocar a frota a cada quatro anos. “Até a Copa a cidade contará com mil veículos novos”. Segundo ele, a cidade será divida em três lotes: Subúrbio e adjacências,  Itapuã e a orla oceânica e o Centro e o Comércio. Ainda não está definido se mais de uma empresa poderá adquirir, em divisão, o mesmo lote.

Matos diz que o maior empecilho para criar o sistema de concessão é uma sentença judicial favorável ao Sindicato das Empresas de Transportes (Steps). “A prefeitura deve R$ 600 milhões às empresas por causa de deficiências nos reajustes de tarifa. O município concedeu abaixo do que devia ser dado e a dívida  acumulou”.

Ele conta que o município está propondo um acordo com o Setps para que, em troca do pagamento da dívida, o sindicato retire a ação. “A sentença  dada em 2007 foi clara em dizer que, para a prefeitura fazer a licitação, deve pagar a dívida. As conversas estão progredindo e, quando sair o edital, creio que todas   empresas concorrerão”, diz o superintendente do Setps, Horácio Brasil.

Fonte: Correio 24 Horas


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Carros: Em que situação é desnecessário utilizar o veículo?

O brasileiro tem o costume de usar o carro para tudo, seja para trabalhar, seja para o lazer no final de semana ou mesmo ir ao supermercado, independentemente da distância.
No entanto, o uso excessivo do veículo pode trazer prejuízos, tanto para o meio ambiente quanto para o bolso.
Segundo o economista e professor do MBA Gestão de Riscos da Trevisan Escola de Negócios, Cláudio Gonçalves, a atual facilidade de comprar um carro e a má qualidade do transporte público dificultam na mudança de cultura do brasileiro em deixar de usar o veículo.

Economia para o bolso
De acordo com Gonçalves, utilizar o carro para ir ao trabalho todos os dias pode gerar um gasto, dependendo do combustível, de R$ 300 a R$ 1 mil por mês, mais um custo, também mensal, de R$ 150 com estacionamento.

Ou seja, levando-se em consideração que o trabalhador gaste, em média, R$ 200 por mês para trabalhar utilizando o transporte público, em um ano, a economia pode chegar até R$ 11.400, considerando o maior gasto com combustível.

No entanto, o professor da Trevisan explica que essa mudança não precisa ser feita de maneira radical. A pessoa pode substituir o uso do carro pelo transporte público ou alternativo aos poucos.
“Evidentemente, por ser um processo cultural, requer mudanças gradativas. O ideal é ir colocando isso no dia a dia”, explica o economista.

Evite o uso
No início, a pessoa pode evitar o uso do veículo em curtas distâncias, como para ir à padaria do bairro, a um supermercado mais próximo ou até mesmo para aquele passeio no shopping.

Além disso, ela pode tentar substituir o uso do carro por transportes alternativos, como a bicicleta, por exemplo.

Outra dica importante é fazer uso da carona. Em países mais desenvolvidos, é comum a população utilizar um tipo de rodízio de carona entre amigos que fazem trajetos semelhantes para ir trabalhar.

O uso racional do veículo traz melhorias não só no orçamento e meio ambiente, como também auxilia na redução do trânsito.

Fonte: InfoMoney

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Juiz de Fora terá mais 26 ônibus adaptados

A partir desta terça-feira, 1º de maio, 26 novos veículos adaptados em 18 linhas de ônibus vão passar a circular nas ruas de Juiz de Fora. Com esta inclusão, a cidade passará a contar com 328 coletivos deste modelo, o que representará 57,1% da frota de 574 ônibus. Já em relação às linhas, a abrangência será de 240 das 260 existentes, o que corresponde a 92,3%.

Nesta data, passam a contar com dois veículos adaptados, todos os dias, as linhas 106 (Parque Independência / Jd. Gaúcho), 108 (Granjas Betânia / Santa Luzia), 121 (N.S. das Graças / Santa Luzia), 130 (Bandeirantes / Alto São Geraldo), 132 (Bandeirantes / Ipiranga), 133 (Bandeirantes / Ipiranga – Arco Íris), 141 (Bandeirantes / Bela Aurora) e 145 (Centenário / Santa Efigênia). Já as linas 702 (Jóquei Clube), 706 (Cidade do Sol), 714 (Chapéu D'Uvas), 730 (Santa Lúcia), 736 (Nova Benfica), 737 (Jóquei Clube), 741 (Valadares), 748 (Alto Santa Cruz), 751 (Santa Cruz / Via Jardim dos Alfineiros – Santa Clara) e 767 (Benfica / Bela Vista) começam a circular com um coletivo adaptado cada (ver mapas).

Todos os ônibus inseridos na frota da cidade e todos aqueles que substituem veículos antigos são, obrigatoriamente, adaptados ao atendimento das pessoas com deficiência. Além do reforço da acessibilidade, a frota de ônibus da cidade tem passado por uma renovação. Hoje, a idade média dos coletivos é de 3,78 anos, não havendo ônibus com mais de 10 anos em circulação. Em 2009, a média era de 4,89 anos.

Fonte: Acessa.com

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Jogo duro contra transporte ilegal no Amazonas

Um total de 510 veículos entre ônibus de fretamento, taxis, carros de passeio e motocicletas foram fiscalizados e 28 notificados e multados em uma operação surpresa realizada para combater o transporte intermunicipal de passageiros irregular. A ação aconteceu no último fim de semana em, pelo menos, quatro estradas que ligam Manaus a outros municípios do Estado, por parte da Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado (Arsam) em parceira com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (Batran), Polícia Civil e Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM).
Foto: Antonio Menezes
As principais irregularidades detectadas foram excesso de passageiros, falta do cinto de segurança e capacete, além de uso de placas clandestinas para o transporte de passageiros e ausência de pneu estepe.
A operação começou às 7h da manhã do último sábado (28) e será concluída apenas na próxima quarta-feira (2). Apenas nas primeiras duas horas da ação, 12 multas já haviam sido aplicadas a condutores na rodovia Manoel Urbano (AM-070). A Arsam estima abordar pouco mais de 1,5 mil veículos que fazem transporte intermunicipal de Manaus para os Municípios de Manacapuru, Iranduba, Novo Airão, Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo.
Ao todo, 52 homens da Arsam atuam na operação, além de 10 da Polícia Militar. As notificações são aplicadas pela Arsam e as multas pela PM. A fiscalização ocorre em pontos fixos ao longo das estradas e também em modo volante. De acordo com o chefe de fiscalização da Diretoria de Procedimento e Logística da Arsam, Carlos Nunes, desde a inauguração da Ponte Rio Negro o transporte clandestino de passageiros aumentou na rodovia Manoel Urbano, principal alvo da fiscalização.
Ele explica que muitos condutores aproveitam carros de passeio com placas cinzas para fazer o transporte de passageiros a outros municípios mesmo cientes que a prática é proibida.
Conforme Carlos, apenas táxis de fretamento com placa vermelha estão habilitados a fazer o transporte intermunicipal, mas alguns cometem irregularidades.
Para o diretor de Procedimento e Logística da Arsam, coronel PM Homero Almeida, o objetivo da operação é, além de acabar com o transporte clandestino de passageiros, evitar possíveis acidentes nas estradas durante o feriado prolongado. Ele conta que outro problema recorrente encontrado na fiscalização é a falta de consciência dos próprios passageiros sobre o uso do cinto de segurança nos ônibus de transporte intermunicipal e também de fretamento.
Segundo ele, a Arsam só permite a saída dos ônibus das rodoviárias depois que todos os passageiros estão com cinto de segurança, devidamente sentados no assentos. No entanto, logo após a saída eles retiram o cinto e seguem a viagem sem o equipamento. O comportamento pode gerar multa para a empresa, uma vez que, ela deve orientar qualquer dos seus passageiros a manter o equipamento durante todo o trajeto percorrido.
De acordo com Homero, os condutores dos ônibus também param ao longo das estradas para pegar mais passageiros. A prática, explica o diretor de Procedimento e Logística a Arsam, é ilegal porque gera lotação nos veículos e faz com que os passageiros excedentes viagem em pé, além de representar risco de acidentes. Nesse tipo de caso, ele ressalta que o condutor do ônibus é multado, a empresa é notificada e os passageiros que estão em pé têm que descer e esperar a chegada de outros ônibus da mesma empresa chegar para conduzí-los.

Fonte: A Critica

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Mais de 75 mil itens foram perdidos em estações de trem de SP em 2011

Responsáveis pelo transporte de mais de 2 milhões de passageiros por dia, as linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) acumulam uma média de cerca de 7 mil objetos abandonados por usuários. Segundo balanço divulgado hoje pela CPTM, ao longo de 2011, foram encontrados e armazenados na Central de Achados e Perdidos 75 mil itens. De janeiro a março deste ano, foram deixados nas estações e nos trens 18 mil objetos esquecidos. Muitos dos objetos nunca mais são procurados por seus proprietários.
As estações Brás, Luz, Guaianazes, Osasco, Lapa, por terem maior movimentação, são as que encaminham maior número de objetos para a central, localizada na estação Palmeiras-Barra Funda. Entre muitos deles, estão itens inusitados e que poderiam ser facilmente lembrados por seus donos, como cadeira de rodas, TV, carrinho de bebê, bengala, exame médico, caixa de ferramenta e instrumentos musicais, entre outros.


 
Dos 75 mil itens perdidos em 2011, 35 mil foram recuperados por seus proprietários. Dos 18 mil objetos deixados na Central de Achados e Perdidos no primeiro trimestre deste ano, cerca de 8,5 mil foram devolvidos.
Todos os itens encontrados nas estações da CPTM são encaminhados para a central, por onde passam por uma triagem, visando à identificação de um possível contato do proprietário, e são cadastrados no sistema. Se o dono não for localizado, eles permanecem guardados por cerca de 60 dias. Passado esse período, as peças conservadas e bem cuidadas são doadas para o Fundo Social de Solidariedade de São Paulo (Fussesp). Já os documentos pessoais, como RG, são devolvidos aos órgãos expedidores, e os cartões de banco, destruídos.
Segundo a CPTM, na maioria das vezes, cerca de 50% dos itens extraviados são recuperados pelos donos. O alto índice de devolução se deve ao trabalho de pesquisa da central. "Apenas 20% das devoluções são frutos de iniciativa do proprietário. Os demais 80% resultam de contato ativo feito com o usuário, obtido através de pesquisa minuciosa para localizá-lo, a partir das 'pistas' nem sempre evidentes, deixadas nos documentos e objetos", afirmou a chefe do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), Eliete Cury.

Entre as "relíquias" da central está uma aliança, esquecida ainda na caixinha em formato de coração. Fotos e uma caderneta escolar muito antiga figuram na coleção da central, que também reúne objetos inusitados, como um pacote com objetos eróticos.

Líderes de esquecimento
Os documentos pessoais respondem por 70% dos itens mais extraviados, dos quais 44% são recuperados pelos proprietários. Outros objetos campeões de esquecimento são peças de vestuário, carteiras e fotos, com cerca de 30% do volume registrado. Felizmente, nesses casos, cerca de 28% voltam para os donos.

Onde recuperar os objetos
Os usuários que perceberem a perda de objetos em trens ou estações da CPTM devem se dirigir à Central de Achados e Perdidos, localizada na estação Palmeiras-Barra Funda. A central funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, exceto feriados. Informações sobre itens perdidos podem ser obtidas através do telefone 0800-055-0121.

Fonte: Jornal do Brasil

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