No Recife, Filas e Transtornos no Posto de Atendimento do VEM Estudante

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

À volta as aulas para milhares de estudantes trás não só à tona a volta dos engarrafamentos nas principais vias, como também os transtornos a serem enfrentados por estudantes e pais de alunos.
Quem precisa carregar o cartão VEM Estudante, têm que passar por grandes apuros no posto de atendimento na Praça Maciel Pinheiro, logo na entrada os estudantes e pais de alunos sofrem com ambulantes ocupando a calçada na qual o espaço para os pedestres fica prejudicado, e ao entrar, filas e mais filas desorganizadas, na qual o número de funcionários não está dando conta dos milhares de alunos hora que precisam dos serviços, além de tudo isso, o carregamento do VEM Trabalhador e Comum também acontecem na fila que antes era exclusiva para estudantes.
Imagem tirada pela estudante Tamaia Silva ao Blog Meu Transporte
Ficou notório que mesmo com muitos guichês de atendimento, é necessário descentralizar este serviço no centro da cidade, pois tudo num só lugar prejudica e muito os estudantes e principalmente os pais de alunos que muitas vezes arranjam um tempinho para carregar os cartões de seus filhos e muitas vezes acabam desistindo.
Nota da Urbana-PE, que administra os postos de atendimento
O serviço de recarga dos cartões VEM (Vale Eletrônico Metropolitano) Estudante, Trabalhador e Comum contará este ano com um sistema de autoatendimento que facilitará e tornará mais rápida a compra e recarga dos créditos. Inicialmente serão instaladas 30 máquinas nos postos de atendimento do VEM que funcionarão em horário estendido.

Além da solução de autoatendimento, mais de 600 pontos comerciais – lanchonetes, padarias, papelarias, entre outros – serão credenciados para a carga e recarga dos cartões VEM Comum e Estudante (a do VEM Trabalhador continua no posto e Internet). Com isto, a capilaridade aumentará sensivelmente o que facilitará o uso dos créditos eletrônicos de transporte para a população da Região Metropolitana de Recife.
Essas medidas certamente irá agilizar e reduzir o tempo de permanência na agência e as possíveis filas em períodos de pico. Os usuários contam ainda com a opção de recargas pela Internet.
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Em São Paulo, Pesquisa diz que 60% dos usuários reprovam os ônibus da cidade

Pesquisa realizada entre outubro e novembro de 2011 aponta que 60% dos moradores da região metropolitana de São Paulo que utilizaram os ônibus municipais da capital paulista pelo menos uma vez nos três meses anteriores os classificaram como regular, ruim ou péssimo.

Em 2010, esse mesmo levantamento, feito pela empresa Toledo & Associados por encomenda de empresas de transporte e sindicatos patronais, mostrou que 41% dos entrevistados apontavam os ônibus como regular a péssimo.

A pesquisa apresentada nesta terça-feira (31) na capital paulista mostra a imagem dos serviços de transporte coletivo pela população.
O levantamento foi feito em duas fases, uma qualitativa, com grupos, e outra quantitativa, com entrevistas individuais.

A pesquisa quantitativa foi feita na residência dos entrevistados, buscando não só os passageiros frequentes, mas também os ocasionais, apontados pelos autores da pesquisa como mais críticos.
A queda na classificação dos ônibus municipais foi divulgada no dia em que motoristas e cobradores das empresas de ônibus em São Paulo fizeram uma paralisação de três horas durante a madrugada, só saindo para as ruas a partir das 6h.

Cerca de 2 milhões de passageiros foram afetados, enfrentando pontos e coletivos lotados.
A nota geral dada pelos usuários para os ônibus municipais também caiu, de 3,4 para 3,1 (variando de 1 a 5).
No caso do Metrô, que ainda apresenta as melhores classificações, a nota caiu de 3,9 para 3,7.

A percepção dos usuários também piorou – enquanto 84% dos entrevistados classificaram o meio de transporte como excelente ou bom em 2010, no ano passado a mesma classificação foi dada por 74% das pessoas. Já no caso da CPTM, a nota se manteve estável em 3,3.

“O fundamental como explicação dos resultados atuais é o aumento do número de viagens, a cidade está muito mais dinâmica, existe mais poder aquisitivo da população, o aumento da posse de automóveis, o congestionamento cresceu de uma forma muito grande, isso prejudica o ônibus, e mesmo os usuários do Metrô, 80% deles vêm de integração de outros meios de transporte”, disse Rogério Belda, da Agência Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

A pesquisa foi encomendada pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), Metrô, SPTrans e dois sindicatos das empresas de transporte público.
Os dados serão apresentados também às empresas, para que elas possam fazer seus próprios estudos.
Nenhum representante da SPTrans esteve presente ao lançamento para comentar os resultados.

Classificações
Considerando o transporte público em geral, 41% o classificaram como ruim, 41% como nem ruim nem bom e apenas 18% como bom.
A percepção de progresso individual dos meios também foi menor em relação a 2010 – enquanto naquele ano 68% apontaram que o Metrô havia melhorado, em 2011 o percentual caiu para 48%.

O mesmo aconteceu com os trens (39% para 27%) e com os ônibus municipais (29% de melhora em 2010 para 16% em 2011).
O crescimento da demanda nos transportes públicos e o trânsito da cidade, que influencia na qualidade do serviço dos ônibus, são os fatores que mais prejudicam a imagem dos usuários em relação aos meios de transporte.

“O usuário reconhece que os investimentos estão acontecendo, mas ele admite esse conflito. O trajeto que ele vivencia hoje é um trajeto de incômodo, ele vivencia brigas, falta de educação dos usuários, isso é muito decorrente também da superlotação. Ela é inerente, vai crescer cada dia mais, mas precisa de uma organização desse ambiente”, afirmou Maria Aparecida Toledo, da empresa que realizou a pesquisa.

Segundo ela, os entrevistados reconhecem que campanhas educativas são importantes para mudar isso.

Pesquisa
De acordo com Belda, metade dos usuários de transporte público em São Paulo utilizam os ônibus municipais da SPTrans – os outros 50% se dividem entre os outros meios, como trem, Metrô e ônibus da EMTU. Entre os que usam Metrô, 80% o utilizam em integração com os ônibus.

A pesquisa não mede apenas a classificação dos meios de transporte, mas também a percepção dos usuários em relação aos meios e também à qualidade de vida.

“Ficou claro que o transporte público é um agente comprometedor da qualidade de vida. O que mais influencia na qualidade de vida hoje é o tempo. Esse tempo está cada vez mais sumindo da vida das pessoas. O transporte precisa contribuir. Nesse momento, o usuário não reconhece isso”, afirmou Maria Aparecida.

Entre os entrevistados, 39% tinham ensino fundamental incompleto e 18% ensino médio completo. Entre a classificação social, 82% estão nas classes B e C. A renda domiciliar média é de R$ 2.070.

Todos os entrevistados ou moravam na capital paulista ou seguiam para a cidade para trabalhar, estudar ou utilizar sua infraestrutura, como rede de saúde.
Esse deslocamento constante é um dos aspectos que influencia na percepção negativa dos transportes – 37% dos entrevistados disseram que aspectos da mobilidade são importantes para sua qualidade de vida, e 28% se mostraram totalmente insatisfeitos com o trânsito.

Conseguir ir sentado e o aspecto que mais gera conforto nos trajetos, e 46% dos entrevistados afirmaram não conseguir fazer nada durante o tempo que usam o transporte público.
O maior incômodo, entretanto, é a lotação, apontada por 57%. Outro fator que gera insatisfação é o comportamento dos passageiros, citado como ruim por 73% dos entrevistados – a maior reclamação é a falta de educação.

Fonte: G1, Por Juliana Cardilli

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SMTU fiscaliza ônibus no Centro de Manaus

A Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) fiscalizou na manhã desta segunda-feira (3) ônibus convencias e do transporte executivo que circulam pelo terminal central, localizado em frente à Igreja da Matriz, Centro de Manaus, com o objetivo de vistoriar veículos com data de fabricação anterior ao ano de 2008.
Ônibus convencias e do transporte executivo que circulam pelo terminal central, em frente à Igreja da Matriz, foram fiscalizados com o objetivo de vistoriar o funcionamento de pneus, pisca alerta e limpadores de para brisa dos veículos (Raphael Alves)

Dez fiscais e oito vistoriadores da SMTU, além de dois agentes de trânsito do Manaustrans participaram da ação verificando o funcionamento de pneus, pisca alerta e limpadores de para brisa dos veículos.

“O nosso trabalho é de orientação aos motoristas pra que eles façam essa verificação todos os dias, antes de sair das garagens e se o veículo não tiver condições de rodar, que permaneça na garagem”, afirma João Luiz, chefe de Divisão de Inspeção da SMTU. Nenhum veículo precisou ser autuado.

O transporte executivo também passou por inspeção e deverá sair do terminal central nos próximos dias, sendo deslocado para a Rua Luis Antony, onde funcionará uma espécie de mini terminal, apenas para esse tipo de transporte.

A mudança vai ser realizada por conta do alto fluxo de veículos que transitam pelo terminal, provocando atrasos para o transporte convencional e transtornos para os passageiros.

Carros particulares proibidos Muitos condutores de carros particulares trafegam pela área e não são penalizados, pois não há sinalização necessária. Placas e sinalização horizontal serão instaladas para evitar esse tráfego de veículos pequenos pelo terminal central.

De acordo com agentes da SMTU, em apenas seis horas de fiscalização, 675 veículos particulares passaram por dentro do terminal.

“Além de cruzarem o terminal os motoristas excedem a velocidade. A máxima permitida aqui dentro seria de 20 km/h, mas eles passam a mais de 60 km/h. A partir da colocação das placas, começará as autuações. Mas por enquanto, só estamos orientando os motoristas de que peguem outras vias”, afirma João Luiz.

Informações: A Critica


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Cartões TRI e SIM podem ser usados em São Leopoldo

A partir desta segunda-feira será possível utilizar o cartão TRI – dos ônibus de Porto Alegre – ou o cartão SIM – da Trensurb – nos coletivos de São Leopoldo que fazem integração com os trens. A medida permite aos usuários do transporte coletivo ir de São Leopoldo a Canoas e a Porto Alegre portando o mesmo cartão. Em função da novidade, os bilhetes de Integração com São Leopoldo, da Trensurb, deixarão de ser utilizados. O último dia de venda desse bilhete será 30 de março.

Além dessa facilidade, o passageiro poderá receber descontos nas viagens. Com um TRI ou SIM, quem utilizar em São Leopoldo os ônibus integrados com o trem terá uma economia de 32,7% em comparação com quem pagar a passagem em dinheiro. Além disso, o usuário poderá sair do trem e, em até 30 minutos, acessar um ônibus de Porto Alegre com um desconto de 10%. Se necessário, ainda poderá embarcar gratuitamente em um segundo ônibus (dentro do prazo de 30 minutos).

Os cartões aceitos serão o TRI e o SIM de Vale-transporte e de Passagem Antecipada. Quem tem 65 anos ou mais e possui um TRI ou SIM de Idoso também poderá utilizar o cartão. Já os estudantes poderão colocar passagem antecipada no TRI Escolar para se deslocar de trem e em São Leopoldo (somente nas linhas integradas com o trem) e aproveitar os benefícios.

Quem não possui um TRI ou SIM pode fazer o cadastro para adquirir um cartão de Passagem Antecipada no Centro Integrado de Passagem Escolar e Isenção da EPTC (Rua Uruguai, 45 – Centro de Porto Alegre), na ATP (Av. Protásio Alves, 3885 – Porto Alegre), no Posto Móvel da ATP e nos quiosques do SIM, localizados nas Estações São Leopoldo, Esteio, Sapucaia e Canoas/La Salle. Osdocumentos necessários para solicitar o cartão são CPF, carteira de identidade e comprovante de residência. Já os cartões de vale-transporte são requeridos pelo empregador através de um cadastro no site www.tripoa.com.br.

A primeira etapa do projeto de integração com a região metropolitana aconteceu em Canoas. Desde o dia 2 de janeiro é possível utilizar os cartões TRI e SIM nas linhas de Canoas que integram com o trem. No futuro, outras cidades também serão contempladas.  Outras informações podem ser obtidas através do Serviço de Atendimento ao Cliente do TRI/SIM no telefone (51) 3027-9959.

Fonte: Correio do Povo



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Em Blumenau, Integração do transporte coletivo intermunicipal começa a valer nesta quarta-feira

Começa nesta quarta-feira a integração dos ônibus intermunicipais ao sistema de transporte coletivo de Blumenau. Com isso, os ônibus das empresas  Rainha e Verde Vale, com as linhas que vem do Alto Baú, Belchior e Luiz Alves, farão o transbordo dos passageiros no Terminal da Fortaleza.  A partir do terminal, os usuários vão ter que pegar um ônibus municipal para chegar aos destinos desejados.

O usuário, porém, não vai precisar pagar mais uma passagem. A compensação de valores será feita entre as empresas. Nos próximos 15 dias, fiscais do Seterb vão orientar os passageiros sobre a mudança.

A integração tem como objetivo diminuir o número de ônibus no Centro, contribuindo para a melhoria do trânsito.

Fonte: Jornal de Santa Catarina


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SPTrans lança nota repudiando ameaça de paralisação dos ônibus

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Em relação à ameaça de paralisação feita pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores no Transporte Rodoviário Urbano nesta terça-feira, a SPTrans informa que repudia qualquer manifestação que prejudique os 6,1 milhões de usuários que utilizam diariamente o sistema municipal de transporte público.

No caso de a paralisação se confirmar, a SPTrans procurará adotar medidas emergenciais de atendimento, visando minimizar os transtornos aos usuários, nas quais os midiônibus que operam no sistema de permissão, onde houver possibilidade, terão seus itinerários estendidos até as estações de metrô e trens; bem como orientará as pessoas nos terminais a deslocarem-se por meios próprios até um corredor que possibilite embarcar em ônibus da EMTU, ou dos permissionários, ou do transporte por metrô ou trem; ou até mesmo que evitem chegar aos terminais, desembarcando nos itinerários onde possam encontrar alternativas para os seus deslocamentos.

A respeito do motivo alegado pelo sindicato, a SPTrans informa que visando garantir um sistema de transporte de qualidade, eficiente e seguro, aplica as multas unicamente nas empresas, por descumprirem regras contratuais do bom serviço que devem prestar à população, multas estas que não incidem em desfavor dos motoristas, que possuem uma relação de trabalho com as empresas e não com o poder público.

A SPTrans informa ainda que tomará as medidas administrativas e jurídicas cabíveis para que este serviço essencial à população não seja prejudicado.

Assessoria de Imprensa - SPTrans


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EPTC sugere aumento de 6,79% nas tarifas de ônibus em Porto Alegre

A Coordenação de Regulação de Transportes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) realizou um estudo técnico e sugeriu que as passagens de ônibus de Porto Alegre passassem para R$ 2,88, um aumento de 6,79% em relação à tarifa atual, de R$ 2,70.

O levantamento foi feito após o recente pedido de aumento da tarifa solicitado pelo Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa), que pediu 9,26% de reajuste, elevando a tarifa atual para R$ 2,95.

Agora, o Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu) deve apreciar as duas propostas na tarde de terça-feira (31). O valor final da tarifa de ônibus na capital gaúcha será definido pelo prefeito José Fortunati.

De acordo com levantamento técnico realizado pela EPTC, os principais aumentos nos itens que compõem a planilha tarifária foram de: pessoal, 7,5% em salário e 15,38% em vale-refeição; pneus e recapagens, 23,75%.

A planilha tarifária apresenta os seguintes pesos na composição dos seus itens: seguros (0,16%); tributos (9,15%); combustíveis e lubrificantes (16,08%); pneus e recapagens (1,54%): pessoal (47,97%); e frota (25,10%).

A tarifa é calculada pela divisão entre o custo por quilômetro rodado e o índice de passageiros equivalentes (quem paga a passagem). O sistema de transporte coletivo de Porto Alegre transporta mensalmente 27 milhões de passageiros. Destes, 28% não pagam tarifa por algum tipo de isenção.



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Em São Paulo, Bicicleta é mais veloz que ônibus na cidade

Um ciclista que percorra os 14,8 km do corredor de ônibus Santo Amaro, saindo do centro e passando pela avenida Nove de Julho, chegará ao destino 14 minutos antes dos passageiros do coletivo que fizerem o mesmo trajeto nos horários de pico.
É mais rápido andar de bicicleta do que de ônibus em qualquer um dos dez corredores de ônibus da cidade. E não se trata de atleta profissional. Uma pessoa comum, com preparo físico médio, pedala a média de 20 km/h.
Nos dez corredores de ônibus de São Paulo, a média de velocidade foi de 15 km/h em 2011, nos horários de pico.
Mesmo assim, houve ganho em relação a 2010 -7,29% no sentido bairro-centro e 7,94% no centro-bairro).
Esse aumento, que trouxe um ganho de qualidade do serviço para os usuários, ficou abaixo da meta estabelecida pela própria prefeitura e abaixo também da velocidade considerada boa.


Informações no Blog Parques Sustentáveis


A meta da prefeitura para 2011 era aumentar em pelo menos 15% a velocidade nos corredores. Só conseguiu metade disso. Dos 20 trechos analisados -os dois sentidos dos dez corredores-, em apenas quatro a meta foi batida.
José Horta Gonçalves, 70, mora em Francisco Morato e usa diariamente o corredor Campo Limpo para chegar ao centro. Ele diz perder, no mínimo, uma hora e meia nos ônibus para ir e voltar da sua casa à banca de jornais que mantém no Jardim Guedala.
São 24 km, no total, que segundo o empresário poderia ser percorrido na metade do tempo se o corredor tivesse uma velocidade média maior. "Eu poderia ficar mais tempo com meus netos, tomar um café da manhã mais demorado. Essas obras ainda não trouxeram compensações para os usuários", reclama.

DESEMPENHO
De acordo com a SPTrans, a velocidade entre 12 km/h e 18 km/h é considerada mediana. O desempenho só passa a ser considerado bom a partir dos 18 km/h. Só dois corredores -Parelheiros e Paes de Barros- têm esse nível.
Em média, 9,8 milhões de passageiros passam por dia pelo sistema de ônibus -58% passam pelos dez corredores.
Na média, os ônibus andam a 12 km/h na cidade. A média é "puxada" para cima pelos corredores exclusivos e, principalmente, pelo Expresso Tiradentes, que tem velocidade média de 36 km/h.
O segredo da velocidade é que, por ser um corredor totalmente segregado, não há cruzamentos, semáforos ou interferência de veículos.
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Grande Recife, Usuários e Motoristas sofrem no Terminal Integrado de Igarassu

O Terminal Integrado de ônibus de Igarassu vem tirando a paciência dos usuários de ônibus da região, isso porque o estado de abandono em relação a sua estrutura vem prejudicando demais os usuários.
Vários são os adjetivos negativos que foram encontrados pelo Blog Meu Transporte, para se ter uma idéia, tem fila que é possível sentir o mau cheiro dos banheiros sujos e totalmente quebrados.
Também foi possível observar a ausência de Rampa para Cadeirantes, onde só com a solidariedade é possível ter acesso ao terminal.
Falta de Bicicletários
 E o que mais chamou a atenção foi o alto numero de bicicletas amarradas uma sobre as outras, de maneira desorganizada e precária, onde uma integração modal deveria ser uma prioridade neste ponto tão importante para uma boa mobilidade entre meios de transportes.
A Limpeza do terminal é outro ponto que deixa a desejar para os usuários.
Também devido ao grande numero de passageiros, os orientadores de filas são insuficientes para atender de forma satisfatória os usuários, onde as ausências de informações confundem e complicam ainda mais o embarque de pessoas que não conhecem a região e o terminal, pois até informações em painéis não existem.
E os motoristas reclamam do excesso de buracos, pois para eles dificultam a manobra dos coletivos no embarque e desembarque dos passageiros.
Respostas do Grande Recife Consórcio de Transportes
Devido a problemas no atraso no processo de licitação, que será refeito, a Reforma do Terminal Integrado de Igarassu será iniciada no mês de maio. O custo previsto para a reforma será de R$ 300 mil, com duração prevista para seis (06) meses.

A reforma irá abranger a recuperação e substituição do piso, reestruturação da pavimentação (área de circulação dos ônibus), pintura, revisão e substituição das instalações elétricas e hidráulicas, reforma dos banheiros, recuperação de cobertas e reestruturação da comunicação visual.
Atenciosamente,

Gerência de Imprensa

Esta postagem foi solicitada pelos usuários através do e mail: meutransporte@hotmail.com

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Grande Salvador enfrenta gargalo do transporte público

A matéria abaixo mostra que os congestionamentos diários não são exclusividade de Rio de Janeiro e São Paulo. A cidade de Salvador vem sofrendo há anos com problemas de mobilidade urbana e a situação se agrava a cada dia. Da mesma forma, as cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Fortaleza também estão sofrendo com engarrafamentos e aguardam ansiosamente soluções para esse grave problema.
Foto: A Tarde/Arquivo

Grande Salvador enfrenta gargalo do transporte público

A concentração da riqueza da economia baiana na Grande Salvador pode ser facilmente constatada em números. A região metropolitana reúne praticamente a metade do PIB do Estado. O PIB per capita na região é 58% mais alto que a média baiana. Chega a R$ 17,7 mil. No Estado, é R$ 11,2 mil. O conjunto de 13 municípios também é populoso. Concentra 25% da população do Estado, composto por 417 cidades. O contingente já conflagrou a saturação das principais vias urbanas e do sistema viário.

A mobilidade é o tema mais crítico na região metropolitana de Salvador, afirma Moema Gramacho, prefeita de Lauro de Freitas (PT). A cidade é vizinha à capital, abriga o principal aeroporto do Estado e dá passagem para as principais praias do litoral norte.

Hoje, não há um transporte de massa eficiente na região, diz a prefeita, que também é presidente do Consórcio da Costa dos Coqueiros, um grupo de gestão coletiva de 11 cidades costeiras. Uma das soluções em vista é a construção de um metrô para ligar Salvador a Lauro de Freitas. A linha de 22 quilômetros terá uma conexão com a linha um do metrô, em construção há mais de uma década. Segundo os estudos preliminares, a nova linha vai exigir um investimento de R$ 2,6 bilhões - sendo R$ 1 bilhão do governo federal, R$ 600 milhões do governo estadual e R$ 1 bilhão da iniciativa privada. O edital deve ser publicado em fevereiro.

Até 2014, há a expectativa de o governo concluir a implantação de 217 quilômetros de ciclovias na capital e também em Lauro de Freitas. O estímulo à circulação de bicicletas faz parte de um plano de mobilidade urbana que pretende beneficiar especialmente as pessoas que circulam a pé - cerca de 28% da população - e promover a integração com o metrô e as linhas de ônibus da capital.

O investimento em novas vias expressas e no transporte coletivo ajudarão a reduzir o impacto dos novos empreendimentos imobiliários. Quem visita Salvador percebe já na Paralela - uma das principais avenidas da cidade - o boom imobiliário que tomou a região. São condomínios horizontais e verticais, shopping centers e bairros inteiramente novos que começaram a surgir em áreas até então pouco habitadas.

Segundo a Odebrecht Realizações Imobiliárias, o mercado saltou de uma oferta de 2 mil novas unidades por ano em 2004 para 15 mil em 2008. Alguns condomínios têm mais de 1,1 mil domicílios, o que significa centenas de novas famílias passando a transitar diariamente por uma região previamente desassistida de transporte de massa e de vias públicas de alto tráfego.

Fonte: Valor Econômico
 
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Concessionária da Volvo registra crescimento de quase 50% no nas vendas de ônibus em São Paulo

Quando a Volvo entrou no segmento de ônibus com motor dianteiro fez uma aposta: o crescimento na participação global no mercado com o volume maior de vendas de um tipo de motorização que é uma das mais procuradas pelos frotistas.
E a aposta deu certo.
O modelo B 270 F, de 270 cavalos, usado para ônibus rodoviários de curtas e médias distâncias, de fretamento e urbanos alavancou as vendas de diversas concessionárias da marca.


Foi o que ocorreu com a Auto Sueco de São Paulo.
A unidade registrou aumento de 48,5% nas vendas de ônibus em 2011 na comparação com 2010. E de acordo com comunicado da empresa, o modelo B 270 F foi um dos responsáveis pelo número expressivo.
Apesar dos investimentos em melhorias tanto em corredores de ônibus e estradas, as condições viárias no País ainda exigem a utilização de veículos mais robustos, um dos motivos que explica a opção pelos ônibus de motor dianteiro.
Além disso, a manutenção deste tipo de ônibus é mais barata e simples.
A Auto Sueco também realizou a comercialização de outros tipos de ônibus da Volvo, como os rodoviários de motor traseiro e urbanos de motor central, mas a procura pelo frontal foi o destaque.

A concessionária registrou crescimento de 17% em um ano no volume total de negócios, que inclui peças, serviços, pós venda e comercialização de caminhões e ônibus.
O crescimento da venda de caminhões da Auto Sueco de São Paulo em 2011, comparando com 2010, foi de 24,2%.
No caso dos veículos de carga, o destaque foi a linha de caminhões médios VM. Os modelos são usados em segmentos que anteriormente tinham pouca participação da Volvo, como de coleta de lixo e entrega de bebidas.

AINDA TEM EURO 3

A concessionária Auto Sueco esperava um número maior de vendas em dezembro de 2011 por conta da antecipação da renovação das frotas de caminhão e ônibus devido a mudança das exigências de redução na emissão de poluentes por veículos a diesel.
Até 31 de dezembro de 2011, vigoravam padrões baseados nas normas européias Euro 3. Desde 1º de janeiro de 2012, as empresas são obrigadas a fabricar novos ônibus e caminhões com índices de emissão menores, previstos no Proconve – Programa Nacional de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores, fase 7, chamada de P 7 , que se baseiam nas normas Euro V.

Os ônibus, caminhões e demais veículos a diesel com Euro V, usando o novo diesel S 50, obrigatório também desde 1º de janeiro de 2012, podem reduzir em até 80% o lançamento no ar de materiais particulados e até 98% de óxidos de nitrogênio.
Mas os preços dos veículos que seguem o padrão Euro V são entre 10 % e 15% maiores que os veículos do Euro III, por conta do uso de novas tecnologias. Além disso, para possibilitar a redução da poluição, os veículos Euro V necessitam de um sistema de recirculação de gases ou então de tratamento do sistema de escape, este que utiliza um fluido com 32% de uréia industrial, o ALRA 32 – Agente Redutor Líquido Automotivo.

Apesar de as fabricantes alegarem que os novos motores, além de serem menos poluentes, são mais econômicos, compensando o gasto com a adição de ARLA, os empresários prefeririam não arriscar.
Assim, para escaparem dos preços maiores, os empresários anteciparam as renovações previstas para 2012.

O diretor-superintendente do Grupo Auto Sueco, Mário Oliveira, revelou, em nota à imprensa, que esperava um volume maior de vendas por conta dessa antecipação por parte dos donos de veículos comerciais e disse que a revendedora ainda possui unidades com a tecnologia Euro 3 no estoque:
Aguardávamos, para o último trimestre, uma antecipação na compra de veículos Euro 3, o que não ocorreu no volume esperado, mas foi compensado pelo excelente desempenho dos meses anteriores. Para este ano, projetamos um crescimento de pedidos de Euro 3 no primeiro trimestre de 2012 e já preparamos nosso estoque para atender a essa demanda

A produção de ônibus e caminhões com tecnologia Euro 3 já não é possível desde 1º de janeiro de 2012 para o mercado brsileiro, mas a comercialização de estoques é permitida pela lei até março de 2012.
O Grupo Auto Sueco também afirma que registrou crescimento de 20,8% dos serviços pós venda entre 2010 e 2011.

Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.


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Guanabara Diesel vende 87 ônibus articulados para o BRT Transoeste do Rio de Janeiro

A Guanabara Diesel realizou a venda de 87 ônibus articulados O 500 MA para uso no sistema BRT do Rio de Janeiro. Foram 47 unidades adquiridas pela Auto Viação Jabour e 40 pela Expresso Pégaso. Os veículos contam com a tecnologia BlueTec 5, que se destaca por motores mais potentes, econômicos e ecológicos, atendendo ao PROCONVE P-7, legislação que entrou em vigor no País no início do ano. Os ônibus articulados escolhidos são os lideres de vendas no País desde seu lançamento, em 2006, com mais de 1.000 unidades vendidas e mais de 70% de participação em seu segmento.

As empresas Jabour e Pégaso irão atuar no BRT Transoeste, primeiro projeto de corredores exclusivos do Rio de Janeiro, que já conta com duas estações prontas e deve ser inaugurado ainda no primeiro semestre de 2012, com 64 estações. O corredor, com 56 quilômetros, ligará a Barra da Tijuca a Campo Grande e Santa Cruz e deverá diminuir em 50% o tempo gasto no trajeto, beneficiando cerca de 220 mil pessoas diariamente. Ele faz parte do pacote de obras viárias de preparação da cidade do Rio de Janeiro para receber a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. O pacote inclui ainda os BRTs Transcarioca (em obras), Transolímpica (em licitação) e Transbrasil (em projeto).

Além de fornecer os chassis, a Mercedes-Benz está apoiando os clientes a se prepararem para o início de operação dos ônibus. Em sua unidade de Campinas, São Paulo, a Mercedes-Benz realizou uma série de apresentações para profissionais de operação e manutenção de empresas do Rio de Janeiro sobre os novos ônibus 2012 e as novas tecnologias, como o BlueTec 5.

Fonte: Guanabara Diesel



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Transporte público deixa a desejar nas cidades de Canoas, Novo Hamburgo e São Leopoldo

Atrasos, superlotação nos horários de pico e, consequentemente, pouco conforto a bordo. Quem depende de transporte público em grandes cidades está sujeito a todo tipo de dificuldades. Para avaliar a qualidade do serviço do qual a população depende, a reportagem do ABC Domingo elaborou um raio X da situação nas três maiores cidades da região: Canoas, Novo Hamburgo e São Leopoldo. Nesses três municípios, são transportados 58,2 milhões de passageiros todos os anos. Os responsáveis pelos setores nas três cidades admitem que há problemas, mas alegam que são pontuais.
A serviços gerais Maria Odete Dias da Silva, 46, sente na pele todas as dificuldades em depender de ônibus para se deslocar diariamente entre sua casa, no bairro São Jorge, em Novo Hamburgo, e o trabalho, no Centro. Para cumprir este trajeto, todos os dias demora uma hora para ir e uma hora para voltar. “Deveria haver mais linhas nos horários de pico, mas no meio da tarde também há lotação. Já fiquei na parada sem conseguir embarcar em um micro-ônibus porque estava entupido de tanta gente”, observa a usuária, que sugere a implantação de veículos com ar-condicionado. Na opinião da comerciária hamburguense Viviane Vogt, 25 anos, o principal problema diz respeito à frequência dos horários. “Aos finais de semana é ainda pior: em algumas linhas, só há ônibus de hora em hora e, muitas vezes, registrando atrasos”, garante.

O secretário municipal de Segurança e Mobilidade Urbana (Sesmur) de Novo Hamburgo, Danilo Oliveira, lembra que, quando são feitas reclamações relacionadas a atrasos ou lotação, as empresas são ouvidas a respeito. “Sempre buscamos uma solução, nunca deixamos o usuário sem resposta”, explica. Quanto à frequência dos horários, para exemplificar ele cita o caso da zona rural Lomba Grande. “Nesta localidade, há uma extensão muito grande de quilômetros e há pouquíssimos passageiros. Fica inviável as empresas colocarem ônibus para transportar dois ou três passageiros”, defende ele. Oliveira considera o serviço de boa qualidade, mas reconhece que sempre é possível melhorar.

Nova licitação aguarda parecer do TCE
Uma frota renovada e a integração das tarifas estão entre os benefícios que poderão ser implantados com o novo sistema de transporte público de Novo Hamburgo, adianta o secretário municipal de Segurança e Mobilidade Urbana, Danilo Oliveira. As mudanças, porém, só deverão ocorrer no início do próximo ano.

O processo de licitação foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que está apontando ajustes a serem realizados. “No decorrer do ano, queremos resolver todas as questões técnicas relativas ao edital e, no início do ano que vem, estar com o sistema licitado”, explica.

Hoje, vigora um contrato de autorização de exploração do transporte coletivo de passageiros, com validade até o final do ano. Além disso, quatro micro-ônibus fazem o transporte seletivo, pelo mesmo preço de uma linha normal: R$ 2,50. “Os benefícios do novos sistema seriam a passagem integrada, permitindo que o usuário não pague pelo segundo ônibus, e o sistema troncal, abastecido por linhas que vêm dos bairros. Os ônibus serão novos e terão ar-condicionado.’’

Problemas em Canoas e São Leopoldo
Cidades diferentes, problemas idênticos. Em São Leopoldo, moradores reivindicam melhorias no transporte público. Para a secretária Annemarie Voss Cézar, 57 anos, deveriam ser reavaliadas as necessidades da população para modificar as linhas e itinerários. Já Susana Souza, 26, reclama que, depois das 17 horas, é uma tortura pegar um ônibus para as Vilas Maria e Paim. ‘‘Eles costumam atrasar muito, às vezes até 40 minutos, e vêm superlotados. Poderiam colocar mais ônibus no horário das 17h30 às 19h30’’, relata.

Em Canoas, a vendedora autônoma Iara Ferreira Soares, 69, circula de ônibus todos os dias por diversos bairros da cidade em busca de clientes e critica os poucos horários disponíveis à tarde. “O pessoal se queixa bastante dos ônibus lotados e dos poucos horários”, revela.

Prefeituras admitem lotação e atrasos
O diretor de Mobilidade Urbana de São Leopoldo, Jiovani Veiga Pinto, reconhece que há ônibus lotados, mas apenas em alguns horários. Segundo ele, estudos são realizados constantemente para melhoria do sistema. ‘‘O Plano de Mobilidade avalia a ampliação das linhas e, provavelmente ainda em 2012, contaremos com a integração do sistema, possibilitando o segundo embarque gratuito’’, adianta.

O ponto positivo, segundo ele, é que a frota é nova. ‘‘O ônibus mais velho em São Leopoldo tem quatro anos de uso e temos 80 veículos adaptados com elevador para portadores de necessidades especiais’’. Em agosto passado, após licitação, o consórcio Cooleo – formado pelas quatro empresas que atuavam no município, Sinoscap, Feitoria, Leopoldense e Sete de Setembro – assumiu o serviço.

O secretário de Transportes e Mobilidade de Canoas, Luiz Carlos Bertotto, também reconhece que há pontos a melhorar, entre eles a pontualidade. ‘‘Temos um sistema razoável, com alguns atrasos devido aos engarrafamentos na BR-116, aumentando os tempos de viagem e gerando um efeito em cascata. Além disso, em alguns locais, como Rincão, há atendimento de hora em hora devido à pouca demanda’’, avalia. Conforme o secretário, uma reformulação está sendo feita para ajustar esta questão em março, mês em que a integração do sistema será ampliada também para o trensurb.

Promessas de novas linhas e mais horários
Maior disponibilidade de horários e novos ônibus já para o período do início do ano letivo nas linhas de maior movimento. As mudanças ajudarão a resolver os problemas em algumas linhas em São Leopoldo, avalia um dos diretores do consórcio Cooleo, Éder Scherer Teles. ‘‘Nos horários de pico, é normal que a movimentação seja acima da média, mas excessos devem ser apontados pela população’’, explica.

Em Canoas, revela o engenheiro de tráfego e gerente de Planejamento da Sogal, Flávio Caldasso, será implantado em breve um sistema de mapeamento e rastreamento dos ônibus que contribuirá para reduzir atrasos e tornar mais eficientes os itinerários. ‘‘Temos linhas em bairros populosos que concentram mais passageiros e em alguns horários é normal que haja mais movimento, mas a frota de 109 veículos é suficiente’’, explica. Além disso, há 30 micro-ônibus no sistema seletivo (tarifa de R$ 2,95).

Em Novo Hamburgo, o encarregado de tráfego da Futura, Ademir Silva, diz que é feito um controle para evitar atrasos e lotação de veículos. A reportagem procurou a empresa Hamburguesa, mas não obteve retorno.

Por Adair Santos
Fonte: Jornal NH

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SPTrans substitui veículos para continuidade de processo de renovação de frota

Em continuidade ao processo de renovação de frota, a SPTrans irá substituir, a partir de 30 de janeiro,  parte dos veículos do tipo “Básico”  em nove linhas e incluir veículos do tipo “Articulados e Padron”.

Por conta da mudança, serão ajustados os tempos de viagem e  de partidas  da frota, considerando a utilização de veículos de maior capacidade, para atender a demanda dos passageiros.
Para informações sobre os trajetos de linhas de ônibus consulte itinerários ou ligue 156.

Linhas:

5317/10 Sesc/Orion - Pça. do Correio
5362/10 Pq. Res. Cocaia - Pça. da Sé
5632/10 V. São José - Lgo. São Francisco
6003/10 Term. Grajaú - Term. Varginha
607M/10 Term. Grajaú - Shop. Morumbi
637G/10 Grajaú - Pinheiros
675G/10 Pq. Res. Cocaia - Metrô Jabaquara
695X/10 Term. Varginha - Metrô Jabaquara
695Y/10  Term. Parelheiros - Metrô Vila Mariana
Assessoria de Imprensa – SPTrans



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Usuários do Metrô do Rio convivem com superlotação, calor excessivo, panes no sistema

Superlotação, calor  excessivo, panes que interrompem a circulação e dificuldades de acesso: essa é a rotina dos que usam o metrô no Rio. Na estação Central, passageiros levam até 40 minutos para conseguir entrar no trem em direção à Zona Sul no período da manhã. À tarde, o problema é entrar nas estações antes da Central, em direção à Zona Norte. As panes constantes que infernizam os passageiros são noticiadas em tempo real, com a ajuda de internautas, no Twitter O DIA 24 HORAS.
Foto: Severino Silva / Agência O Dia
“Os vagões já vêm cheios e, como as plataformas também estão lotadas, fica difícil entrar. Só empurrando. Depois que a gente entra, não precisa nem segurar que ninguém mexe”, conta a diarista Ana Lúcia da Silva, 51, que mora em Japeri e trabalha em Botafogo.

A doméstica Cintia da Silva Lopes, 30, reclama da estação Central: “A gente segura a bolsa porque, se bobear, alguém ainda rouba. O brinco de uma mulher foi arrancado no empurra-empurra e ela ficou com a orelha sangrando”.

Outra passageira diz que já viu uma mulher perder o sapato, tentando entrar no vagão. “Ela teve que voltar à Central para tentar achar”, conta a aposentada Elinole Anchieta, 68.

Na estação de Irajá, o elevador que transporta cadeirantes está com a rampa lacrada. Procurado, o Metrô disse que não tinha a informação de que o elevador não estava funcionando e que, a partir de segunda, o controle remoto, que está quebrado, voltará a funcionar.



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Em Poços de caldas, Técnicos avaliam o futuro do monotrilho na cidade

Uma comissão técnica formada para avaliar as condições do monotrilho de Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais, começou a trabalhar nessa semana. A junta tem um prazo de 30 dias para montar um laudo técnico de avaliação sobre a estrutura do monotrilho da cidade. Esse laudo será utilizado para que o município possa tomar uma decisão definitiva em relação ao futuro da estrutura. A obra foi paralisada por tempo indeterminado desde que a empresa responsável pela obra e a prefeitura entraram em desacordo.

A prefeitura alega que em maio de 2011 foi nomeada uma comissão processante, formada por quatro servidores municipais, responsável pelo processo administrativo movido contra a empresa que deveria explorar o serviço. Uma possível conciliação foi abandonada depois que a empresa apresentou uma defesa preliminar, impedindo a rescisão amigável do contrato. O documento com a empresa foi firmado em 1981, com prazo de concessão de 50 anos.
Fonte: EPTV


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