No Rio, Ônibus intermunicipais não param no BRS do Centro

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Os passageiros de ônibus intermunicipais que passam pelo Centro devem ficar atentos. Começou no sábado, nas avenidas Presidente Antônio Carlos e 1º de Março, o sistema de tráfego rápido BRS. Com ele, 55 linhas que vêm de outras cidades não vão mais parar nestas duas vias, e pontos de embarque e desembarque mudaram.

Quarenta mil passageiros usam diariamente 14 linhas intermunicipais que circulam pelo corredor BRS, mas ainda há falta de informação sobre ele. O problema é resultado do desentendimento entre a prefeitura e o Departamento de Transportes Rodoviários (Detro).

Para pegar ônibus, alguns vão ter que andar cerca de 1,5 quilômetro do antigo ponto ao atual. Problema que não devem ter, no entanto, os passageiros das 71 linhas municipais que circulam na região. Há mais de 20 dias, estão sendo distribuídos no Centro panfletos informando sobre as alterações.

Os pontos de parada foram reagrupados da seguinte forma: BRS 1, BRS 2, BRS 3, BRS 4 e BRS 5. O corredor estará em operação das 6h às 21h em dias de semana e das 6h às 14h aos sábados. Nesse horário, na faixa exclusiva, carros só poderão circular por um quarteirão, para dobrar à direita.

Para o BRS do Centro, foram reduzidos 15% da frota de ônibus municipais que passam pelo local. Isso deve traduzir-se, a longo prazo, em redução de tempo de viagem em até 30%.

O próximo corredor exclusivo será adotado na Avenida Rio Branco, da Candelária à Cinelândia, no próximo dia 27. “Em janeiro faremos o BRS da Avenida Presidente Vargas. E então vamos partir para a implementação na Zona Norte”, prometeu o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão.

O presidente da Fetranspor, Edmundo Fornasari, disse acreditar no sucesso do corredor exclusivo no Centro do Rio. “Mais de 70% da população urbana que usa transporte público utilizam o ônibus. Em Copacabana, houve um aumento de 5% de passageiros nos ônibus porque as pessoas notaram que ganham tempo. A gente não pode virar uma São Paulo”, alerta Edmundo Fornasari.




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Sistema de transporte coletivo urbano que será implantado em Ribeirão Preto terá padrão de metrópole

O sistema de transporte coletivo urbano que será implantado em Ribeirão Preto após a nova licitação entrar em vigor é semelhante ao adotado em municípios brasileiros com mais de um milhão de habitantes.

É o que afirmam especialistas ouvidos pelo A Cidade, que consideram o modelo "audacioso" para o porte do município.

Foto: matheus urenha
Pela nova proposta, serão criadas linhas diametrais, circulares e perimetrais. Esses sistemas permitem a interligação de algumas regiões sem que os ônibus passem obrigatoriamente pelo Centro. A licitação da nova rede será aberta nos próximos dias.
O especialista de transporte da Unicamp, Carlos Alberto Bandeira de Guimarães, avalia que a proposta é consistente. "É uma surpresa a adoção de um padrão significativo para uma cidade do porte de Ribeirão. A iniciativa demonstra que a Transerp desenvolveu a rede com apoio de pesquisas de origem e destino", diz.

Para o professor, a mudança vai permitir agilidade maior no transporte público, com queda no tempo das viagens, tornando-se assim mais atrativo para uma parcela da população que usa apenas carro de passeio para se deslocar.

Com o corredor diametral Norte/Sul 1, duas importantes regiões de Ribeirão serão interligadas sem passar pelo quadrilátero central. Assim, o tempo de viagem reduzir em 50% para quem vai da avenida Brasil (zona Norte) até o RibeirãoShopping (zona Sul).
No modelo atual a viagem leva, em média, uma hora e meia. Isso porque exige-se integração no Centro, já que a rede atual é do tipo radial - os ônibus operam as linhas bairro/Centro e com destino inverso.

Já o especialista em transporte e trânsito da USP de São Carlos, Coca Ferraz, afirma que a proposta da Transerp é adequada para Ribeirão, caso esteja fundamentada em pesquisa de origem e destino.

"A mudança abre caminho para possíveis melhorias no trânsito. Com a retirada de ônibus do quadrilátero central, mesmo que em número pequeno, haverá um impacto positivo", diz.

O líder de uma comissão de motoristas de ônibus em Ribeirão, José Carlos da Silva, avalia que a nova rede trará avanços significativos para os usuários. "Ribeirão Preto passará a ser uma referência. O transporte público terá uma agilidade maior", diz.
Projeto ‘completo’ em 2014A empresa ou consórcio que vencer a licitação da nova rede do transporte público de Ribeirão Preto terá prazo de dois anos e meio após a assinatura do contrato, para concluir todos os investimentos. Como a previsão da Transerp é concluir a licitação na metade de 2012, as melhorias devem ser todas realizadas até o fim de 2014.

O valor previsto pelo edital é de R$ 131 milhões. Serão construídas duas estações no Centro. Uma delas, a da Catedral será modular, assim como as existentes em Curitiba. Além disso, haverá oito terminais em várias regiões da cidade.

Os dados foram divulgados durante a última semana. O diretor de Transportes da Transerp, José Mauro de Araújo, explicou que o novo modelo busca tornar o transporte coletivo mais atrativo para a população. "Se disponibilizarmos um serviço de qualidade, conseguimos atrair novos usuários do transporte coletivo", diz.

Fonte:  A Cidade


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No Recife, Muitas Queimas de Paradas e Poucas Reclamações

Se quem precisa usar o transporte coletivo todos os dias precisa passar por muitos obstáculos, está agora se deparando com o grande número de queimas de paradas dos motoristas de ônibus, são situações em que os usuários se sentem constrangidos e revoltados com esses atos tomados pelos chamados maus motoristas, a situação é tão revoltante que as vezes em muitas paradas que não tem sequer abrigo, passageiros que já esperam grandes intervalos para chegada do ônibus se deparam com está situação.


Porém, o que vem chamando atenção, é que a maioria das pessoas prejudicadas pela queima de parada não registram suas reclamações, fazendo com que esses motoristas circulem e continuem desrespeitando os passageiros, segundo o GRCT, as reclamações para o 0800 081 0158 são de fundamental importância, pois só assim os maus motoristas podem ser advertidos e persistindo os maus atos, retirados do sistema de transporte coletivo.

As justificativas de alguns motoristas são totalmente irrelevantes se comparados a deixar o usuário plantado no sol ou na chuva esperando o próximo coletivo a passar, muitos relatam atraso nas viagens e pressão no cumprimento de horários.

Porém o Blog Meu Transporte presenciou queima de paradas absurdas nestes últimos dias, teve um cidadão que foi queimado por três ônibus da mesma linha seguidos num intervalo de 10 minutos, ou seja, ficou um motorista deixando para o outro e acabou que nenhum dos três levou o passageiro, semana passada o ônibus que ia para o Cabo, queimou várias pessoas na parada ao lado do GRCT ao meio dia, deixando os usuários naquele sol. Já em outros pontos, foi possível notar varias queimas de paradas como na Av. Agamenon Magalhães, Av. Beberibe entre outras.

Respostas do GRCT
Todos os meses o Grande Recife, através da Central de Atendimento ao Cliente, pelo telefone 0800 081 0158, registra entre 1.100 e 1.200 reclamações sobre todos os assuntos. Desse total, em média 436 queixas são relativas a queimas de parada.

A média tem se mantido estável durante todo o ano, com alterações sazonais. Em meses de férias, com a demanda reduzida, a quantidade de reclamações cai. Da mesma forma, em meses de muito movimento de usuários o número de reclamações tende a subir. Em janeiro, por exemplo, foram registradas 307 queixas, já em agosto foram contabilizadas 609 denúncias.

Penalidades
As queimas de parada registradas pela Central de Atendimento ao Cliente e comprovadas pela equipe de fiscalização estão sujeitas a multa de R$ 41,14 por infração. Esse valor poderá ser cobrado em dobro caso a empresa seja reincidente.

As reclamações também influem na avaliação das empresas operadoras, que é realizada trimestralmente e discutida individualmente com o representante de cada empresa. Quando o conceito é negativo, a operadora perde pontos, o que pode acarretar, dependendo do caso, a perda de privilégios, de linhas ou, em caso extremo, na exclusão de empresas do sistema.

Fiscalização
O Consórcio tem intensificado a fiscalização, principalmente sobre aquelas linhas e empresas que possuem maior índice de reclamações. Esses dados são registrados, geram multas nos casos de confirmação, e também servem como base para a avaliação do serviço prestado pelas empresas operadoras.


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No Rio, Terminais Rodoviários Menezes Cortes e Américo Fontenelle (ambos no centro do Rio), Nova Iguaçu e Nilópolis (estes na Baixada Fluminense), passarão à iniciativa privada

A partir de janeiro de 2012 os Terminais Rodoviários Menezes Cortes e Américo Fontenelle (ambos no centro do Rio), Nova Iguaçu e Nilópolis (estes na Baixada Fluminense), passarão à iniciativa privada, sendo administrados pelo Consórcio Rioterp S/A (Rio Terminais Rodoviários de Passageiros S/A), formado pelas empresas Fetranspor, Socicam Serviços e Socicam Administração e Projetos. A informação foi divulgada nesta sexta feira (16.12.11) pela Companhia de Desenvolvimento e Terminais Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro – Coderte – estatal que continuará dona das unidades concedidas, sobre as quais agirá como órgão fiscalizador do governo estadual quanto aos aspectos operacionais e administrativos.

Foto: Luiz Antonio Doria
O novo gestor dos Terminais Rodoviários em questão foi apontado através de concorrência pública visando à concessão onerosa das rodoviárias da estatal; sistema através do qual o vencedor do certame torna-se responsável pelas rodoviárias concedidas, repassando à Coderte, representante do estado como poder concedente, parte da receita auferida com a exploração dos referidos Terminais durante 20 anos. Passado esse tempo, o Terminal Rodoviário volta à administração da Coderte, sendo todas as benfeitorias e equipamentos incorporados ao patrimônio da Companhia.

Segundo o diretor-presidente da Coderte, também a partir do próximo mês de janeiro, o Consórcio Rioterp terá 180 dias para apresentar ao governo do estado os projetos executivos das obras a serem realizadas em cada um dos Terminais Rodoviários concedidos. De acordo com Ronaldo Francisco as obras de reforma no Terminal Rodoviário de Nilópolis levarão até 48 meses para serem concluídas. A reforma do Terminal Rodoviário de Nova Iguaçu levará até 36 meses. No Menezes Cortes as obras de reforma estarão concluídas em até 12 meses, enquanto no Terminal Rodoviário Américo Fontenelle, que será inteiramente demolido e reconstruído, os trabalhos vão se estender por 24 meses.

Já o diretor técnico-operacional da estatal, Ricardo Edler, adiantou que as obras no conjunto das quatro rodoviárias têm previsão de investimentos da ordem de R$ 34 milhões 342 mil, bancados pela iniciativa privada. Ainda segundo Edler, as obras no Menezes Cortes custarão R$ 526 mil, no Américo Fontenelle, R$ 26 milhões e 500 mil, Nova Iguaçu, R$ 4 milhões 116 mil e Nilópolis, R$ 3 milhões e 200 mil.

Ronaldo Francisco e Ricardo Edler concordam que em todos os Terminais Rodoviários concedidos o ponto forte será a acessibilidade facilitada para portadores de necessidades especiais físicas, visuais e auditivas. Ambos afirmam que as rodoviárias concedidas ficarão iguais ou melhores que a Nova Rodoviária Novo Rio, onde a iniciativa privada recentemente investiu cerca de R$ 10 milhões, em obras exigidas para maior comodidade e segurança dos usuários, e de execução fiscalizada pela Coderte.

No conjunto, os quatro Terminais Rodoviários concedidos à iniciativa privada registram a movimentação média mensal de cerca de 180 mil ônibus em viagens de partidas e chegadas.



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STM estuda implantação de trem rápido entre Ribeirão Preto e Campinas

A Secretaria de Transportes Metropolitanos confirmou nesta segunda (5) que estuda a implantação do trem rápido entre Ribeirão Preto e Campinas. O projeto é para um segundo ramal do mesmo modelo. Além de Ribeirão, outro ramal, entre Piracicaba e Campinas também está em estudo.
Foto: Ricardo Guimarães

Porém, não existe data para contratação de empresa para elaboração do estudo e também não há recurso definido para as obras.

O objetivo do governo estadual é fomentar o transporte regional por meio de trilhos. Isso oferecerá uma nova opção de transporte e vai interligar duas importantes regiões do interior ao traçado do trem-bala (Viracopos/São Paulo/São José dos Campos e Rio de Janeiro).

A primeira fase do projeto contempla outras três regiões - Sorocaba, Baixada Santista e Jundiaí. Os estudos desta obra devem ser feitos até maio de 2012.

Viagem mais rápidaNo caso de Ribeirão, um dos benefícios é a rapidez da viagem. A viagem que é feita em média em 2h20 de carro não deve durar mais de 1h30 sobre trilhos. O modelo definido para as novas linhas é de composições compactas com velocidade máxima de 180 km/h, o que assegura uma média de 120 km/h.

Esta velocidade média equivale à maior velocidade autorizada hoje para as melhores rodovias brasileiras. No caso da rodovia Anhanguera (SP-330), a velocidade máxima permitida para tráfego de carros é de 110 km/h.

Como as antigas ferrovias paulistas não comportam trens tão rápidos, o governo terá de construir os novos ramais. A estratégia será buscar parcerias com a iniciativa privada. O trem rápido terá capacidade para 600 pessoas sentadas.

Para o especialista em transporte e trânsito da USP de São Carlos, Coca Ferraz, o projeto é de extrema importância. "É mais uma opção de transporte para a população e segue uma tendência dos países de primeiro mundo."

Em 1883, ferrovia Mogiana fazia a mesma ligaçãoO transporte por trilhos no eixo Campinas - Ribeirão Preto teve início em novembro de 1883, quando a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro decidiu expandir seus ramais com destino à Minas Gerais. Os trilhos passavam pela região da Vila Virgínia.

A Mogiana foi criada em 1872, por um grupo de fazendeiros para escolar a produção de café até o Porto de Santos. Historiadores afirmam que a ferrovia foi um elemento decisivo para a modernização e integração de Ribeirão Preto com o restante do interior paulista. Isso porque trouxe uma arrancada de desenvolvimento econômico, cultural, além de crescimento populacional.

Com a decadência do ciclo do café e a falta de apoio governamental, a Mogiana acabou sendo integrada à Fepasa (Ferrovia Paulista S/A) em 1971. A companhia passa a operar o transporte de passageiro.

Entretanto, privatizada em fins de 1998, não consegue manter os níveis de atendimento foi extinta.



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Corredores exclusivos podem baratear tarifa de ônibus na Grande Vitória

A implantação do BRT (Bus Rapid Transit) como modelo de transporte coletivo na Grande Vitória pode resultar em redução de tarifas, mesmo com o uso de novos veículos e intervenções em ruas e avenidas, segundo entrevista do secretário estadual de Transportes, Fábio Damasceno, à Rádio CBN vitória, na manhã desta segunda-feira (12).

"Com os veículos de portas do lado esquerdo, nós já teríamos alguns ônibus para começar a funcionar o BRT. Mas vamos renovar a frota. Não tem relação a implantação BRT com o aumento de tarifa, muito pelo contrário. O BRT otimiza o transporte coletivo, e melhora a relação tarifária. Inclusive trabalhamos com redução do subsídio, que está hoje em R$ 70 milhões", frisou o secretário.

O alargamento das pistas da Terceira Ponte também está entre as propostas para otimizar o deslocamento da população na região metropilitana, reduzindo o gargalo no trânsito entre Vitória e Vila Velha. Um projetos de ampliação da via já está em andamento e outro em estudo, com implatação para médio prazo. Os recursos financeiros poderiam ser viabilizados por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para acelerar o cronograma de urbanização do Canal da Capixaba.

"O projeto de ampliação já mostrou-se viável para a Terceira Ponte, inclusive com alargamento de dois metros da pista de cada lado. Isso, possibilita operar até quatro faixas num sentido em horário de pico, e outras duas no contrário. Estamos levantando os custos, cronogramas e intervenções necessárias. Seria uma obra de dois anos de construção. Uma empresa alemã está desenvolvendo o projeto", revelou o secretário.

Mas Fábio Damasceno é enfático ao dizer que não basta alargar a ponte. Segundo ele é preciso pensar nos acessos, como a transferência do pedágio para Vila Velha, a urbanização dos canais Bigossi e da Carioca, em vila Velha, e túnel na Pracinha do Cauê, ligando diretamente a ponte e a Reta da Penha, em Vitória, por exemplo.

Aquaviário

O secretário estadual de Transportes também comentou o volta do transporte aquaviário na Baía de Vitória. "Um engenheiro naval foi contratado para elaborar o projeto da embarcação que vai circular no novo aquaviário na Baía de Vitória", disse. Damasceno informou que, inicialmente, a linha vai começar ligando a Prainha, em Vila Velha, à Enseada do Suá, em Vitória.



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