Em BH, Conheça o ônibus 3503, o mais lotado da cidade

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O avanço do ônibus 3503, tentando uma brecha para retornar à faixa da direita, entre filas de carros e motos na direita da Avenida Dom Pedro II, obriga passageiros a se equilibrarem dando passos curtos e rápidos no caminho até a roleta. O aviso é claro: são permitidos 37 pessoas sentadas e 33 em pé. O número de pessoas não sentadas corresponde à razão de cinco por metro quadrado, determinada por legislação municipal. A regra nacional permite até seis por metro quadrado. O Estado de Minas contou até 49 pessoas num dos ônibus, o que dá sete por metro quadrado.

Assim que a técnica se apoiou numa haste de segurança e num balaústre perto da porta de desembarque, a cobradora Cátia Silene Nascimento Silva, de 37, prendeu a respiração e partiu para uma tarefa perigosa. Ela se levantou da cadeira atrás da gaveta de trocados e se agarrou aos balaústres. Como se estivesse num brinquedo, a mulher forte se movimentou dependurada nos balaústres e passou sobre a roleta, pousando na área de assentos preferencias.

Ali, ela começou a conferir quem tem cartões de gratuidade ou carteiras de identidade. Terminada a vistoria, voltou para o seu lugar. “Nunca caí, mas tenho medo. A gente podia ter uma porta que facilitasse nosso acesso até a roleta”, disse. O que ela faz é proibido, segundo o sindicato dos rodoviários, mas ocorre em vários coletivos por pressão das empresas, de acordo com os sindicalistas.
Mande seu relato sobre transporte
Como a linha que mais transporta pessoas na cidade, o ônibus recebe também diferentes tipos de gente. Nesse aperto para se acomodar num assento qualquer ou no local com mais pontos de apoio, o fotógrafo Vanderlei Araújo, de 43 anos, deu sorte e logo se sentou com uma mochila grande repleta de equipamentos e outra bolsa de lentes e objetos. “Não é sempre que a gente dá sorte e consegue um lugar. O ônibus já sai do ponto final quase lotado”, afirma.


Menos sorte teve a técnica em segurança do trabalho Edilaine Cristina Mendes, de 28. Com sua motocicleta no conserto, ela teve de encarar um dos motivos que a fizeram comprar a moto: o aperto dos ônibus. Enquanto o coletivo se inclina para fazer as sucessivas curvas da avenida, Edilaine ergue a mochila e a apoia sobre a roleta. Entra com o corpo no vão e passa seu cartão, segurando ao mesmo tempo dois capacetes e uma bolsa. A dificuldade da mulher desperta a gentileza da cobradora, que pega os capacetes e a bolsa e a ajuda a atravessar a roleta. “Quando tive de deixar a moto na oficina, já pensei: ‘Hoje o dia vai ser daqueles, vou ter de enfrentar os ônibus cheios’”, suspirou Edilaine.



READ MORE - Em BH, Conheça o ônibus 3503, o mais lotado da cidade

Em Curitiba, Motoristas de ônibus entram em acordo e greve é descartada

Motoristas e cobradores do transporte público de Curitiba conseguiram uma importante vitória trabalhista. Ontem, um acordo foi fechado entre o sindicato que representa as categorias, o Sindimoc, a Prefeitura e as empresas que operam  o sistema. Com o acordo, os profissionais não terão mais descontos na folha de pagamento por conta das multas que recebiam da Urbs. No lugar das multas, será criado o Relatório de Ocorrências, e as possíveis punições agora serão embasadas pela lei trabalhista.
Foi uma vitória da mobilização. Os motoristas e cobradores fazem deste agosto um grande movimento que exigia a revisão do decreto que punia os trabalhadores com multas pecuniárias — que iam desde o uso de vestimenta fora do padrão, mesmo em dias de muito frio, até atrasos nas linhas, muitas vezes provocadas pelo trânsito congestionado de Curitiba.
Ontem, o Sindimoc convocou uma assembleia na Praça Rui Barbosa para comunicar aos trabalhadores sobre o acordo fechado ainda pela manhã. Mas mesmo para conseguir esse acordo, foi preciso muita pressão. Quando a mobilização começou, no final de agosto, os motoristas e cobradores falavam até em greve para pressionar a Prefeitura.
Na época, uma reunião de conciliação na Secretaria de Estado do Trabalho e Emprego definiu que a Prefeitura e as empresas apresentariam uma proposta para acabar com as multas pecuniárias. O prazo para a apresentação da proposta venceu na última quinta-feira, quando o Sindimoc chamou a assembleia. Na manhã de ontem foi, enfim, colocada a proposta na mesa de negociação.
Segundo o Sindimoc, fica estipulado que “não haverá descontos pecuniários que estavam sendo repassados aos operadores quando da aplicação de multas pela Urbs”, diz comunicado do sindicato. “Chegou-se a conclusão que as multas pecuniárias aplicadas aos operadores do sistema não estavam atingindo melhorias no desempenho das suas atividades e tão pouco cumpria a sua função pedagógica, sendo  meramente punitiva”, continua a nota.
Ficou estipulado um prazo de seis meses para a implantação dos Relatórios de Ocorrência. Por meio dos ROs, agora o operador não pagará multa, mas passará por orientação, advertência e, se necessário, será encaminhado para um curso de reciclagem. A partir do acordo, as multas pecuniárias aplicadas pela Urbs agora ficam sob responsabilidade das empresas.



READ MORE - Em Curitiba, Motoristas de ônibus entram em acordo e greve é descartada

Conheça detalhes em números do transporte público de BH

ÔNIBUS EM BH

Tipo Passageiros/mês

Ônibus municipais 36.928.982
Ônibus metropolitanos 24.900.000
Metrô 5.000.000
Táxi 700.000
Linhas suplementares 2.356.480
Linhas de vilas e favelas 500.672
Táxi metropolitano 55.200
Total 71.441.334
Total ônibus 61.828.982 (87%)

Ônibus de maior demanda

3503 – Santa Terezinha/São Gabriel (509.420)
1502 – Vista Alegre/Guarani (381.480)
9250 – Caetano Furquim/Nova Cintra (359.500)
1505 – Alto dos Pinheiros/Tupi (338.080)
4802A – Pindorama/Boa Vista (338.080)

Ônibus de menor demanda

6025 – Maria Helena B/Centro (3.040)
4114 – Bonfim/centro (3.840)
6024 – maria Helena A/Centro (4.280)
336 – Hospital Eduardo de Menezes/Vila Bernadete (5.700)
642 – Venda Nova/Estação Vilarinho (8.160)

Linha mais carregada
(3503 - Santa Terezinha/São Gabriel)
77 Pontos, segundo a BHTrans
47 deles percorridos pelo EM (61%)

Como estão os pontos
43 (91%) têm sinalização indicativa
15 (32%) apresentam abrigo
6 (40%) dos abrigos em más condições
10 (66%) dos abrigos com pedestres no entorno
4 (9%) têm informações sobre linhas e horários
3 (6%) dispõem de baia de parada de ônibus
3 (6%) estão em locais de calçada ruim
10 (26%) localizam-se em calçadas estreitas
5 (11%) têm piso tátil
39 (83%) estão em locais com comércio próximo
42 (89%) apresentam iluminação no ponto
47 (100%) ficam em locais com arredores iluminados
16 (34%) dispõem de telefones públicos próximos
16 (34%) têm lixeiras
2 (4%) apresentam calçada deficientes

ÔNIBUS METROPOLITANO

maior demanda
4988 – Sabará/BH (306.350)
2290 – Contagem – Bairro Naciona/BH (285.408)
3232 – Nova Lima/BH (240.049)
1270 – Ibirité – Regina/Lindéia/BH (197.126)
2580 – Contagem Eldorado/BH (194.901)

Menor demanda

7540 – Betim – Alvorada/BH (47)
5792 – Lagoa Santa – Lapinha/BH (68)
3175 – Cruzeiro/BH via Campos Eliseos/PTB (99)
3115 – Conjunto Olímpia Bueno Franco/BH (134)
4120 – Santa Luzia via Vila Olga/BH (318)

Linha mais carregada

(4988 - Sabará/Belo Horizonte)
25 pontos segundo site do DER-MG
41 pontos foram encontrados pela reportagem (164%)

Como estão os pontos

32 (78%) têm sinalização indicativa
30 (73%) apresentam abrigo
5 (17%) dos abrigos em más condições
28 (93%) dos abrigos com pedestres no entorno



READ MORE - Conheça detalhes em números do transporte público de BH

Em Marília, Licitação do transporte tem cinco empresas concorrentes

A Prefeitura marcou para quinta-feira (10) a abertura dos envelopes com as propostas comerciais das empresas participantes da concorrência pública para a concessão onerosa do transporte coletivo público urbano. Vão participar da concorrência do Lote 1 (Norte) três empresas, enquanto do Lote 2 (Sul) duas.
Está marcada para as 9h a abertura dos envelopes do Lote Norte, e para as 11h os do Lote Sul. As propostas serão conhecidas na Divisão de Licitação, na rua Carlos Gomes, 201, Centro.

De acordo com o presidente da Comissão Especial de Licitação e secretário municipal da Administração, José Carlos da Silva, estão habilitadas para participarem da abertura das propostas no Lote Norte as empresas Sertran Sertãozinho Transportes e Serviços Ltda, Expresso Vale do Sol Botucatu Ltda., e Auto Viação Santo Antonio Ltda, por terem cumprido todas as exigências do edital. No Lote Sul, as empresas que concorrerão são a Empresa de Auto Ônibus Botucatu Ltda., e Auto Viação Marechal Ltda.

No lote Norte foram inabilitadas as empresas Brasil Sul Linhas Rodoviárias Ltda., e Viação São Pedro Ltda, e foi decidido também a inabilitação da Viação Cidade Sorriso Ltda., Transporte Coletivo Grande Bauru Ltda., e Stadtbus Transportes Ltda.

No caso do Lote Sul foi mantida a inabilitação das empresas Brasil Sul Linhas Rodoviárias Ltda., e São Dimas Transportes Ltda. Também foram desclassificadas as empresas Viação Cidade Sorriso Ltda., Transporte Coletivo Grande Bauru Ltda., Sertran Sertãozinho Transportes e Serviços Ltda., Stadtbus Transportes Ltda., e Auto Viação Santo Antonio Ltda.


Fonte: Diário de Marília

READ MORE - Em Marília, Licitação do transporte tem cinco empresas concorrentes

Grande Recife: Mais uma empresa de ônibus (Viação Mirim) vai parar os serviços

Está virando moda, depois das paralisações nas empresas de ônibus Transcol e Vera Cruz, desta vez quem está parando os serviços são os motoristas e cobradores da Viação Mirim, na qual milhares de usuários que usam suas linhas estão sendo prejudicados. Esta empresa atende basicamente os bairros do Curado e Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes e não tem linhas que atendem o centro da cidade do Recife.
Os informes são que a paralisação se dá por melhorias nas condições de trabalho entre outras pendências a serem resolvidas entre os trabalhadores e a empresa.
Por ser uma das empresas com poucas linhas de ônibus, o numero de usuários prejudicados tende a ser bem menos em relação as outras paralisações.
Espera-se que tão logo sejam resolvidas as pendências, os ônibus voltem a circular normalmente ainda pela manhã.
A viação mirim atende as linhas:
240 Cavaleiro/Ceasa
302 Curado II/Caxangá
303 Curado II/Caxangá (BR-232)
320 Curado I/Werneck (Via Totó)

405 Piedade/Jaboatão

Blog Meu Transporte

READ MORE - Grande Recife: Mais uma empresa de ônibus (Viação Mirim) vai parar os serviços

Ônibus BRT passa por Cuiabá e segue a caminho de Manaus

Em plena ebulição dos projetos da Copa do Mundo no Brasil em 2014, um dos 166 com ônibus articulados que compõe a frota do sistema de BRT – Bus Rapiud Transit – passou por Cuiabá nesta segunda-feira dia 07 e seguiu para Manaus no Estado do Amazonas.
  
Como uma das cidades-sede da Copa 2014, Manaus optou pelo modelo de BRT como sistema modal de transporte tendo como vencedora da licitação as empresas de ônibus Global, Rondônia, Nova Integração e Transtol.
A chegada dos ônibus é vista com grande expectativa, já que o projeto faz parte da modernização dos transportes da cidade dentro dos preparativos para a Copa do Mundo de 2014. Os primeiros onze modelos deste tipo, indicados para sistemas de corredores de ônibus, devem chegar à cidade em aproximadamente 15 dias.
Já Cuiabá aguarda a liberação do projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além de equacionar a questão do transporte intermunicipal, também é mais eficiente e sustentável para a mobilidade urbana das duas cidades (Cuiabá e Várzea Grande). 
O edital de licitação internacional para a construção do VLT será lançado até o dia 15 de dezembro. O moderno sistema de transporte terá o custo de R$ 1,140 bilhão a ser financiado pela CEF (Caixa Econômica Federal). O VLT é  um sistema com maior vida útil, menor impacto ambiental, com consumo de energia limpa e renovável, menor poluição sonora e melhor acessibilidade para pessoas com locomoção reduzida, além de permitir a revitalização urbana dos municípios envolvidos.


READ MORE - Ônibus BRT passa por Cuiabá e segue a caminho de Manaus

Em Aracaju, Implantação de corredores exclusivos para ônibus é a solução para o trânsito da cidade

No final da década de 1970, o centro de Aracaju era calmo, não havia congestionamentos, o número de veículos era bem menor, mas foram implantadas canaletas exclusivas para a circulação dos ônibus do transporte coletivo da capital, batizando o sistema de transporte de massa. A Rua Itabaianinha era dividida ao meio, da mesma forma que a Avenida Carlos Firpo.

Os ônibus circulavam em sentido inverso ao da via normal, causando grande preocupação com os riscos de acidentes envolvendo pedestres. Não deu certo, porque era uma cópia de projeto executado em Curitiba, sem estudo de viabilidade para as condições de Aracaju.

Naquela época, só duas empresas exploravam o serviço - uma na zona norte e outra na zona sul para evitar concorrência entre elas -, não existia SMTT, mas uma Inspetoria de Trânsito Urbano (ITU). Não havia vale-transporte e nem interligação de linhas. Os ônibus andavam superlotados - da mesma forma que agora - e com uma fiscalização bem mais relaxada.

Hoje, o único corredor exclusivo de ônibus existente em Aracaju é no pequeno trecho da Avenida Rio Branco, no miolo central. E, ao contrário do que ocorreu nos anos 70, comprovadamente, há fluidez. Enquanto os motoristas de táxi ou de carros particulares perdem preciosos minutos retidos num engarrafamento infernal para atravessar menos de mil metros, os ônibus circulam livremente nos dois sentidos, respeitando apenas as paradas obrigatórias.

Agora, parece já haver um consenso entre autoridades, inclusive o prefeito Edvaldo Nogueira, especialistas em trânsito, empresários, motoristas e os próprios usuários, de que não há alternativa no trânsito de Aracaju, a não ser a implantação de corredores exclusivos para os ônibus. Isso ficou constatado até em recente pesquisa do Instituto Única, encomendada pelas empresas de ônibus. O usuário do serviço entende que o corredor exclusivo seria o mecanismo mais viável para proporcionar maior rapidez do serviço do transporte público.

O Setransp, que representa as empresas, garante que os ônibus coletivos estão circulando hoje a uma velocidade média de 14 km/h - um dado contestável por qualquer motorista, porque se tornou comum, em qualquer via de Aracaju, ser ultrapassado por um ônibus urbano, sempre acima dos limites legais de velocidade. As empresas alegam que os ônibus são interrompidos pelo desordenamento do trânsito com carros, motos e ônibus trafegando na mesma via.

Corrigidos esses problemas, no entanto, não haveria nenhuma garantia de melhoria na qualidade. O número de ônibus ainda é reduzido, não há horários pré-definidos - se há não são respeitados -, os motoristas não possuem formação ou treinamento, não param sempre nos pontos, dão freadas bruscas, as linhas são longas demais, as descidas nos terminais para garantir a tarifa única - ainda cara - são repetitivas e demoradas, os veículos saem das garagens sem a limpeza necessária e, apesar da tão propalada renovação da frota, é frequente ver ônibus quebrados no meio da rua e os passageiros ao relento.

Ninguém de bom senso discorda de que o transporte público deve ser mesmo priorizado. Enquanto os milhares de carros particulares, táxis e motos são veículos praticamente individuais, os ônibus transportam cerca de 300 mil passageiros/dia, segundo dados das empresas não confirmados pela SMTT. De qualquer forma, é um número formidável para uma cidade do porte de Aracaju.

Mas é preciso o controle do poder público. Hoje, os empresários, representados pelo Setransp e/ou por seus prepostos no parlamento, ditam mais normas do que a SMTT. E o usuário continua refém, sem saber a quem recorrer. (Gilvan Manoel)


READ MORE - Em Aracaju, Implantação de corredores exclusivos para ônibus é a solução para o trânsito da cidade

SMTU discute se vai recorrer por tarifa dos ônibus executivos

O presidente da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Marcos Cavalcante, informou que vai se reunir com o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, ainda hoje para decidir se a prefeitura vai recorrer da liminar do juiz do Roberto Ermidas de Aragão Filho, que derrubou o reajuste da tarifa de R$ 5,50 e fixou o valor em R$ 4,20.

Marcos informou ainda que até o início da manhã de hoje não havia sido notificado da decisão liminar. “Oficialmente, o poder público é quem tem que repassar a ordem judicial para que as cooperativas a cumpram, mas nós não vamos recrudescer essa questão. Se a decisão existe e eles têm conhecimento, que cumpram”, disse.

Desde o último sábado, as cooperativas do transporte executivo já colocaram em prática o novo valor.

O presidente em exercício da Federação das Cooperativas de Transportes do Amazonas (Fecootram), Sebastião Cavalcante, informou no sábado que a categoria está satisfeita com a determinação da Justiça.

“Na lei do executivo assinada pelo prefeito, o aumento mínimo é 50% do transporte convencional e agora nós conseguimos que esse aumento fosse justo para todos”, comemorou Sebastião.


Fonte: D24 AM

READ MORE - SMTU discute se vai recorrer por tarifa dos ônibus executivos

Seja Mais Um a Curtir o Blog Meu Transporte

 
 
 

O Brasil está pagando um preço alto pela falta de mobilidade

Hibribus (ônibus híbrido-elétrico) de Curitiba é elogiado por especialistas

Exemplo: Nova York ganhou 450 quilômetros de ciclovias em 04 anos

Brasil tem mais de cinco mil vagões de trem sem uso parados em galpões

Ônibus em corredores exclusivos é tão bom quanto o metrô

Os ônibus elétricos do Recife começaram a circular em junho de 1960