Em BH, Paralisação de ônibus perde força

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Mesmo sem grandes avanços na negociação entre rodoviários e empresas de transporte e apesar da manutenção do estado de greve, a parada dos ônibus em Belo Horizonte perdeu força. Nesta quarta-feira não há paralisação em estações BHBUS e os coletivos circulam normalmente pela capital. As ações de protesto que aconteceram nas estações Diamante e Barreiro, esta semana, não devem se repetir.

A Polícia Militar e a BHTrans estiveram em operação especial nos dias de greve. Nesta quarta-feira equipes se posicionaram na Estação Venda Nova com a expectativa de paralisação, mas foram surpreendidos com o enfraquecimento da greve.

A diretoria do Sindicato dos Rodoviários vai se reunir, nesta manhã, para fazer um balanço da greve e decidir os próximos passos. Segundo o coordenador do sindicato, Carlos Henrique Marques, o encontro também servirá para discussão das propostas dos empregadores feita na terça-feira. Os motoristas e cobradores devem fazer uma assembleia no domingo para votar se aceitam a proposta dos patrões ou se fazem a paralisação total dos ônibus.


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São Paulo: Itaquera, zona leste da capital, que deve receber a abertura da Copa do Mundo de 2014 não terá melhoria para a infraestrutura do transporte

A Copa do Mundo de 2014 não deve trazer melhoria para a infraestrutura do transporte em Itaquera, zona leste da capital, onde o Corinthians vai erguer o seu estádio, que deve receber a abertura da competição. Também não está prevista nenhuma nova grande obra viária. Estado e Prefeitura falam em investir apenas nas linhas de trem e metrô já existentes. Nada de novos ramais. Promessas de obras só “alças de acesso e alargamento de vias”.
Itaquera é a última estação da Linha 3-Vermelha do Metrô. É também uma das regiões mais populosas da cidade, mas com baixa oferta de emprego. Os deslocamentos são fundamentais, especialmente em direção ao centro.
O resultado: a linha é a mais lotada do planeta. Tem 10 pessoas por metro quadrado, quando o tolerável é seis. “Trem lotado, calor, fila para pegar escada, para passar na catraca, para entrar no trem. É um inferno”, diz o auxiliar de serviços gerais Antônio Alves dos Reis, de 26 anos, passageiro da linha.
O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirma que, somados, Metrô e CPTM dão conta da demanda. “O estádio terá capacidade para 60 mil torcedores. As duas linhas transportam 120 mil pessoas por hora. Em meia hora, eu loto o estádio”, disse Fernandes, na semana passada.
A Prefeitura tem projeto para fazer um corredor de ônibus na Radial Leste. Mas a futura via expressa só vai até a metade do caminho. Para no cruzamento da Radial com a Avenida Aricanduva, a 8,7 km de distância do estádio.


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Projetos para trens de passageiros somam R$ 85 bi

O visual futurista e imponente do trem-bala tem ofuscado um movimento que, com bem menos barulho, começa a ganhar força por todo o país. Depois de ter sido abandonado há mais de 40 anos, o transporte ferroviário de passageiros volta à cena, impulsionado, em boa parte, pelos projetos da Copa do Mundo de futebol de 2014 e da Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro.

Levantamento feito pelo Valor sobre as iniciativas em fase de estudo ou já em andamento no país em torno desse tipo de transporte, englobando desde linhas de metrô, trens regionais e interestaduais, até monotrilhos e os chamados "veículos leves sobre trilhos (VLTs), um tipo de bonde mais moderno, muito usado em várias cidades europeias, mostra que o setor vai movimentar R$ 85 bilhões nos próximos cinco anos. Os dados foram apurados com órgãos do governo, agências reguladoras e associações do setor.

Na semana passada, o Ministério dos Transportes reuniu em Brasília um grupo de empresários e representantes do setor para discutir o assunto. O governo já está em poder de uma lista de lista de obras prioritárias, que prevê a criação de 14 trens regionais (tráfego feito dentro de um único Estado), espalhados pelo país. Não se trata de trens com vocação turística. São percursos regulares, com saídas diárias. Essa relação - resultado de um pente-fino feito Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 64 trechos potenciais - é formada pela reativação de partes de estradas de ferro que não foram concedidas à iniciativa privada na década de 90 e que se encontram abandonadas.

Entre os projetos (ver arte ao lado) estão linhas como a de Campinas a Araraquara (São Paulo); Pelotas a Rio Grande (Rio Grande do Sul); Recife a Caruaru (Pernambuco); e Santa Cruz a Mangaratiba (Rio Janeiro). Juntas, essas linhas somam 1,3 mil quilômetros (km) de malha, o que não é pouca coisa. Hoje, se um passageiro quiser chegar a seu destino no país por meio de uma malha ferroviária regular, terá à disposição restritos 930 km de malha, extensão que já contabiliza todas as linhas de metrô e trens regionais em operação no país.

"Os trechos entre Bento Gonçalves a Caxias do Sul (RS) e de Londrina a Maringá (PR) já estão em fase avançada de estudos de viabilidade econômica", diz Vicente Abate, presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer).

A expectativa é que mais projetos sejam viabilizados ainda neste ano. Além dos trens regionais de passageiros, há uma lista de mais 15 projetos de VLTs no forno. O VLT é um equipamento com características de metrô, mas de média velocidade e com capacidade reduzida. Enquanto uma linha de metrô carrega, em média, 60 mil passageiros por hora/sentido, um VLT, normalmente formado por dois vagões, transporta cerca de 30 mil no mesmo período.

Hoje o único VLT em operação no país circula nos trilhos de Cariri, município próximo a Fortaleza. Os pedidos desses bondinhos já fechados em todo o país, no entanto, já chegam a 140 carros, um pacote que custará cerca de R$ 500 milhões. Há encomendas de Recife, Maceió, Sobral, Macaé, Arapiraca e Brasília.

Para os trajetos mais curtos, Estados e municípios têm apostado nos monotrilhos. De acordo com dados da Abifer, atualmente há 378 carros já encomendados para esses projetos, o que vai movimentar R$ 1,44 bilhão só em equipamentos.

Hoje usam diariamente o transporte ferroviário no país cerca de 7,7 milhões de passageiros. A capital paulista é, de longe, o maior mercado, cuja capacidade, como já é conhecido, está acima do limite a muito tempo. Somadas as malhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do metrô, circulam por São Paulo 6 milhões de passageiros por dia. Trata-se de uma das malhas de metrô mais densas do mundo. Basta destacar que os 70 km atuais do metrô de São Paulo carregam 3,7 milhões de pessoas por dia, enquanto o metrô de Londres, que tem 413 km de malha, transporta diariamente 3,5 milhões de passageiros.

No Rio de Janeiro, as linhas de ferro são usadas por aproximadamente 1,2 milhão de passageiros diariamente. Cerca de 130 mil trafegam por metrô em Brasília e as demais 370 mil em outras cidades do país.

Indutores da maior parte dos novos projetos, os jogos da Copa do Mundo e Olimpíada já colocaram na pauta do Paraná a construção de uma linha de metrô em Curitiba. Em São Paulo, a meta é que os 230 km atuais de malha - somando 160 km da CPTM - cheguem a 420 km até 2014.

No Orçamento da União previsto para a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), foram reservador R$ 9 bilhões para iniciativas associadas ao setor de passageiros. A retomada dos investimentos no setor já resultou, inclusive, na fundação de uma nova associação. Acaba de ser criada em Brasília a Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos). Rodrigo Vilaça, atual diretor-executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), vai acumular o cargo de diretor-financeiro da instituição. O papel da associação, diz Vilaça, será o de levar à gestão pública federal e estadual a necessidade de dar espaço para a entrada da iniciativa privada. "Vamos atuar junto à CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) e aos metrôs estaduais para que dividam as operações por meio de concessão", comenta. "É a melhor alternativa para disseminar rapidamente o acesso das pessoas a esse transporte."

Fonte: Valor Econômico OnLine

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No Recife, Faixa exclusiva para ônibus da Av. Herculano Bandeira é invadida por carros

Quem circula pela avenida Herculano bandeira, no bairro do pina, percebe que existe uma faixa exclusiva para ônibus, e 05 faixas para carros, pois bem, mesmo com todas as faixas destinadas aos carros, é fácil flagra motoristas de carros invadindo a faixa exclusiva para os ônibus, os motoristas de ônibus relatam que não existe fiscalização nesta via para coibir os abusos dos apressadinhos.
Na hora de pico, é impossível trafegar um ônibus sem que haja carros particulares na frente, para o Motorista de ônibus, Lindivaldo A. Silva, se a faixa fosse respeitada, seria ótimo para os usuários, porém no fim da tarde tem mais carros que ônibus na Faixa exclusiva para os ônibus.
O Blog Meu Transporte também detectou que a faixa está sinalizada, porém falta a sinalização no asfalto, para coibir mais ainda os motoristas de carros.
A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) esclarece que a faixa da direita da Av. Herculano Bandeira, no bairro do Pina, é preferencial para o transportes coletivo, e não exclusiva. Os veículos de passeio podem sim transitar pela faixa da direita da via que possui ao longo do trecho diversos comércios, residências e vias transversais que precisam ser acessadas pelos condutores em geral. (Clayton Leal)   

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BH: Obras das estações Pampulha e São José previstas para maio 2011

O edital para concessão (construção, implantação e outros serviços) das estações de integração de transporte coletivo Pampulha e Vila São José deverá ser publicado em março deste ano. A previsão é de que os contratos sejam assinados em maio, as obras das estações comecem no segundo semestre de 2011, devendo ser concluídas em 2013, informou Célio Freitas, diretor de Planejamento da BHTRANS, durante a Audiência Pública para discussão dos empreendimentos para concessão das estações realizada nesta terça-feira, 8, na sede da BHTRANS. A audiência reuniu empresários, empreendedores, representantes do setor de transporte público e da comunidade.


O projeto das duas estações está orçado em R$ 80,5 milhões, sendo R$ 65,5 milhões para a Estação Pampulha e R$ 15 milhões para a Estação Vila São José. A audiência realizada nesta terça-feira teve o objetivo de apresentar o projeto das estações aos empreendedores e potenciais interessados na construção e implantação das estações. “Esta é uma concessão onde a Prefeitura busca 100% dos recursos privados. As empresas constroem e exploram os pontos comerciais do empreendimento que será implantado em uma região de pleno crescimento”, explicou Célio Freitas.

Renato Gago, gerente da Área de Estruturação de Projetos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) informou que o banco poderá participar com até 70% do financiamento dos projetos. “Já conhecemos o projeto das estações Pampulha e Vila São José e ele é financiável. Isso é uma facilidade para a análise das propostas dos empreendedores que procurarem o BNDES”, explicou Renato Gago.

ESTAÇÃO PAMPULHA
A Estação Pampulha é um equipamento de infraestrutura que compreende a área operacional da estação de integração de ônibus e os empreendimentos associados. Localiza-se na interseção das avenidas Portugal e Dom Pedro I, Região da Pampulha, e possui área total bruta de aproximadamente 64 mil m², sendo 12 mil m ² de Área Bruta Locável - ABL para um empreendimento a ser construído em  dois níveis, com previsão de 582 vagas de estacionamento para veículos.

No setor operacional para integração de ônibus, também em dois níveis, a previsão de movimentação é de 11 mil passageiros no horário de pico (manhã e tarde), atendendo os bairros Jardim Atlântico, Jardim Leblon, Copacabana, Kátia, Xangrilá, Céu Azul, entre outros, pertencentes à Regional Pampulha. A estação será o ponto e conexão desses bairros com o Sistema BRT (Bus Rapid Transit ou Transporte Rápido por Ônibus), estruturado pelas avenidas Pedro I e Antônio Carlos. 

O BRT é um sistema de transporte por ônibus eficiente, de alta capacidade e qualidade, operando de forma semelhante ao metrô, capaz de atender os usuários com rapidez e conforto. Para que possa receber o BRT, a Avenida Pedro I será alargada e a interseção com a Avenida Portugal será reformulada e adequada geometricamente.

ESTAÇÃO VILA SÃO JOSÉ
A Estação de Integração Vila São José será implantada na Avenida Tancredo Neves, entre as ruas Flor Branca e Leopoldo Campos Nunes, com 6.447 m² de área. Assim como a Estação Pampulha, a Estação Vila São José será um importante equipamento de infraestrutura para operação do Sistema BRT.
A estação irá abranger os serviços de transporte coletivo da Região Noroeste e Pampulha, atendendo diversos bairros como o Alipio de Melo, Pindorama, Castelo, Itatiaia, Saramenha, Glória, Manacás, Confisco, Coqueiros, entre outros. Estima-se que a estação possa ter uma movimentação de 5.500 passageiros/hora pico.

A avenida Pedro II, que irá receber um tratamento para priorização da operação do transporte coletivo para implantação do Sistema BRT, será o principal eixo de ligação à Estação Vila São José.

Fonte: BHTrans

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Em Fortaleza, Nova tarifa de ônibus deve ser anunciada na sexta-feira

A prefeita Luizianne Lins (PT) receberá, na próxima sexta-feira, 18, estudos elaborados pela Etufor sobre o pedido de reajuste da passagem de ônibus. Foi o que informou, nesta terça-feira, 15, o presidente do órgão, Ademar Gondim, após encerrar em seu gabinete encontro com membros do Sindiônibus.

Os donos das empresas de transporte coletivo querem a tarifa subindo para R$ 2,20, alegando custos. As planilhas, conforme Ademar, foram recebidas pela Etufor, que avaliará e fechará relatório a ser entregue à prefeita na sexta-feira.

Ademar Gondim garantiu que tudo será feito para que sejam preservados avanços como integração temporal do transporte, gratuidade dos portadores de deficiência, meia passagem sem limite e tarifa social.

O presidente da Etufor deixou claro que tudo será feito para que a tarifa de ônibus de Fortaleza continue sendo a mais barata do País. Atualmente, a tarifa de ônibus é R$ 1,80 e R$ 0,90 (estudantes).

Fonte: O Povo Online

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Em Santos, Ciclovias da Ana Costa e Canal 1 estão em estágio avançado

A construção de sete quilômetros de ciclovias nas avenidas Ana Costa e Pinheiro Machado (Canal 1), segue dentro do cronograma, com 65% do trabalho concluído. Depois de pronta, o município passará a contar com 28 km de malha cicloviária. Isso significa mais segurança aos ciclistas, motoristas e pedestres, além de melhor fluidez e redução de conflitos no trânsito.

Na Avenida Costa, os serviços se concentram entre as ruas Espírito Santo e Pedro Américo. Ali está sendo feita a concretagem das pistas. No total a obra terá 3,5 km, da Avenida Rangel Pestana até a praia.

No momento, o trecho disponível situa-se entre a Rangel Pestana e a Espírito Santo, onde os ciclistas já circulam. "Falta apenas a sinalização de solo e semafórica", disse o arquiteto Ronald Couto Santos, da Siede (Secretaria de Infraestrutura e Edificações).

O projeto contemplou a preservação das 294 palmeiras imperiais, bem como a ampliação da área ajardinada em 11 mil m² de grama e implantação de rampas e de piso tátil nas travessias, facilitando a circulação de pessoas com deficiência. "Na semana que vem iniciaremos os trabalhos no canteiro central, entre a Francisco Glicério e a praia", explicou Ronald, lembrando que a prefeitura também finalizou os serviços na ciclovia da Avenida Francisco Manoel, que faz a ligação entre a Ana Costa e Cláudio Luiz da Costa.

Pinheiro Machado
As obras da ciclovia do Canal 1 também estão sendo intensificadas com várias frentes de trabalho. A pista no trecho que vai da Claudio Luiz da Costa com o canal 1 até próximo da via férrea (proximidades da Francisco Glicério) está praticamente concluída. Restam alguns detalhes de acabamento.

Os trabalhos se concentram em alguns cruzamentos com a readequação do traçado geométrico das cabeceiras dos canais, recuperação de calçadas, instalação de rampas de acesso, piso tátil, e de guarda-corpo junto às muretas, que estão sendo reconstruídas. "O projeto prevê ainda ampliação da área ajardinada com grama e plantação de árvores (ipê roxo), além de pintura e sinalização", afirmou o arquiteto Glaucus Farinello, da Siedi.

A ciclovia é dividida em dois segmentos: um começa na Claudio Luiz da Costa com Canal 1 até a Rua Carlos Gomes (sentido Centro-praia) e a outro da Carlos Gomes até a linha férrea (direção praia-Centro).

Depois de terminadas, ambas as faixas vão se interligar ao sistema de ciclovias da praia, Francisco Glicério e Waldemar Leão. Os recursos das obras são provenientes do Dade (Departamento de Apoio e Desenvolvimento das Estâncias) e atingem R$ 1.839.124, 54 (Ana Costa) e R$ 3.387.914, 84 no Canal 1.


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Parte dos ônibus que circulam por Copacabana terá itinerário reduzido

RIO - Com a implantação do Bus Rapid Service, o BRS (serviço rápido de ônibus) na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, no sábado, parte da frota de cada uma das 64 linhas e seus serviços (variantes que têm o itinerário ampliado) que trafegam na via terá o trajeto reduzido. O vice-presidente da Rio Ônibus (sindicato das empresas de ônibus da capital), Otacílio Monteiro, informou que alguns coletivos farão o retorno na Avenida Prado Júnior (Copacabana) e outros, na Gávea. O número de veículos que fará o itinerário parcial, deixando de passar por Copacabana, variará por linha. Mas todos eles, garantiu Otacílio, estarão sinalizados:
— Teremos ônibus que vão virar circulares — explicou.

Diferente do que chegou a ser divulgado anteriormente, a Secretaria municipal de Transporte informou nesta terça-feira que não haverá redução de linhas, mas de frota. O número de veículos por hora, nos horários de pico, é que diminuirá de 419 para 320 (24%). Com isso, o órgão pretende aumentar de 13 para 24 quilômetros por hora a velocidade dos coletivos.

Outra novidade que virá junto com o primeiro BRS é a transformação dos 22 serviços em linhas, que ganharão um número. É caso da 125 (Central-General Osório): o seu serviço até o Horto vai virar a linha 124.

Todos os 15 pontos ao longo da Nossa Senhora de Copacabana— a informação inicial era que seriam 18 — ganharão um nome, a exemplo das estações do metrô, e terão identidade visual própria. Os ônibus que passam por Copacabana serão reunidos em três grupos.

Na frente dos ônibus, haverá um adesivo com a sigla BRS e um número, correspondente aos pontos na via. Com seis paradas, as 15 linhas BRS 1 são as do consórcio Intersul (cor amarela) que ligam a Zona Sul ao Centro: a 119 (Praça Quinze-Copacabana) e a 154 (Central-Ipanema), por exemplo. Também com seis paradas, as 28 linhas BRS 2 interligam bairros dentro do consórcio Intersul: a 415 (Usina-Leblon) e a 464 (Maracanã-Leblon) estão entre elas.

Com três paradas, as BRS 3 são operadas pelos consórcios Internorte (cor verde), Santa Cruz (Vermelha) e Transcarioca (Azul). Estes pontos ficarão próximos às estações do metrô Cantagalo, Siqueira Campos e Cardeal Arcoverde.

Veículos escolares poderão parar nas faixas de ônibus
Segundo a Secretaria de Transportes, veículos de transporte escolar poderão parar nas faixas exclusivas para ônibus, embora devam trafegar pela esquerda. Já carros, táxis, vans e caminhões estão autorizados tão somente a entrar em garagens ou dobrar à direita: os que rodarem por mais de uma quadra no corredor dos coletivos serão multados por radares.


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Mobilidade urbana está condicionada à integração ao metrô, Segundo governador da Bahia

Metrô de Salvador é um dos mais problemáticos do Brasil
Em seu programa semanal de rádio desta terça-feira (15), o governador Jaques Wagner é enfático ao relacionar os projetos de mobilidade do transporte urbano de Salvador aos investimentos para a Copa do Mundo de Futebol 2014: “a participação do Estado só existirá, condicionada à integração do sistema ônibus, à nova mobilidade urbana e ao metrô - que precisa ser completado, porque nós não podemos ter um metrô incompleto, como até hoje ele está”.
As obras da Arena Fonte Nova também são destacadas pelo governador, bem como a vinda do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na próxima sexta (18), para o lançamento da campanha contra a dengue no estado da Bahia. “Tenho certeza que ele continuará olhando para a saúde pública baiana”. Wagner lembra que a dengue também depende da consciência de cada um para evitar a proliferação do mosquito.
Jaques Wagner visitou o canteiro de obras da Fonte Nova na sexta-feira passada, acompanhado do ministro dos Esportes, Orlando Silva, e está bem otimista com relação ao andamento dos trabalhos. Ele afirma que Salvador terá um estádio moderno, multiuso e que eventualmente abrigará grandes espetáculos, “à altura de abrigar a abertura da Copa do Mundo”.
O governador ressalta o ritmo acelerado dos trabalhos e o nível de qualidade do projeto da Fonte Nova e afirma que tudo está sendo feito como foi planejado. Wagner informa que não só a mão de obra, mas que 70% do material usado no projeto é adquirido na Bahia. “Essa é uma característica do Governo do Estado que tem resultado em recorde de geração de emprego nos últimos quatro anos e espero que continue nos próximos quatro”.
O legado da nova Fonte Nova para Salvador é outro ponto destacado pelo governador, com relação ao sistema de mobilidade urbana. “Você ajuda o povo, que nem sempre vai poder ir à Copa do Mundo, mas que vem todo dia trabalhar, vindo lá de Pirajá, e você dá uma solução mais definitiva para o tráfego”, enfatiza ao comentar a necessidade de integração do novo sistema com o metrô, independente de ser por ônibus ou por trilhos.


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Zona Norte de Caxias pode ter ampliação do número de ônibus

Devido às reclamações dos moradores do Santa Fé e outros bairros da Zona Norte em relação aos problemas com o transporte público, que incluíam atraso e superlotação dos veículos, a Secretaria Municipal de Trânsito está remanejando a grade de horários da linha.
O diretor-executivo de Transportes, Osvaldo Della Giustina, explica que uma reunião foi feita uma reunião com comunidade, onde ficaram acertadas as mudanças nos horários e a inclusão de mais um ônibus para reforço.
Essas alterações vão ter início no dia 25 de fevereiro.
Osvaldo ainda destaca que a Secretaria está avaliando a situação de outras linhas para que sejam beneficiadas com mais horários e ônibus.
As reclamações em relação ao transporte coletivo na Zona Norte começou no início do ano passado, quando foram retirados os terminais de ônibus que existiam no centro da cidade

Fonte: Caxias 930am

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Motoristas ignoram acesso para deficiente em ônibus

Portadores de necessidades especiais afirmam que não conseguem embarcar em ônibus adaptados porque motoristas das empresas de transporte urbano de Ribeirão Preto não estão treinados para manusear as plataformas de embarque desses veículos.
O estudante de Direito Anderson José da Silva, de 34 anos, que é cadeirante há 10, registrou um B.O. (Boletim de Ocorrência) em dezembro do ano passado, quando um motorista disse que "não poderia fazer nada" para embarcá-lo e seguiu com o ônibus.
"Ele [motorista] simplesmente falou para eu me virar, encontrar um outro meio, porque não sabia como baixar o elevador. É um descaso muito grande com a gente. Nós dependemos do transporte público", diz.
Um cadeirante não leva mais que cinco minutos para embarcar no coletivo. "O elevador de embarque é hidráulico. Não saber operar o sistema demonstra a falta de instrução do motorista. Ele, no máximo, irá auxiliar o cadeirante", diz Anderson Silva.
Além da falta de treinamento dos motoristas, os deficientes enfrentam plataformas que não funcionam por questões técnicas.
"Quando isso ocorre, a gente precisa esperar o próximo coletivo. Nem sempre temos garantia que vamos chegar ao compromisso no horário marcado", diz outra cadeirante, que não quis se identificar. Ela sempre embarca na Praça das Bandeiras, no Centro.
O Ministério Público Estadual pretende investigar o caso e apurar as reclamações dos cadeirantes.
As três empresas de transporte coletivo urbano de Ribeirão mantêm, juntas, 85 ônibus adaptados para deficientes, o que representam pouco mais de um quarto da frota de 330 veículos.
O assessor especial da Transurb (Associação das Empresas), Marcelo Rosa, nega que haja falta de treinamento.


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Governo Federal lança hoje PAC para o transporte público urbano e Mobilidade das Grandes Cidades

O governo federal vai lançar amanhã (16) o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade das Grandes Cidades, que reúne um conjunto de ações para melhorar os sistemas de transporte público coletivo nos grandes centros urbanos. O plano pretende apoiar projetos como a implantação de corredores exclusivos de ônibus, do ônibus rápido articulado e do veículo leve sobre trilhos (VLT).

O plano será comandado pelo Ministério das Cidades e prevê investimentos de R$ 18 bilhões em 24 cidades, entre 2011 e 2014. Do total de recursos, R$ 5 bilhões são da União e o restante, de investimentos privados. O lançamento do programa será às 11h, no Palácio do Planalto.

Da Agência Brasil

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Banco Mundial quer expandir Bilhete Único para outras partes do mundo

O Banco Mundial (Bird) demonstrou interesse em difundir em outras partes do mundo o conceito e a tecnologia usados no sistema do Bilhete Único Intermunicipal. O sistema, que completou um ano recentemente, já tem mais de dois milhões de usuários. Segundo a Secretaria de Estado de Transportes, o presidente do Bird no Brasil, Makhtar Diop, que visitou a sede da RioCard acompanhado pelo secretário de Transportes, Sebastião Rodrigues e pelo presidente da casa, Lélis Teixeira, ficou surpreso com o sistema e disse que o Bilhete Único é um exemplo de integração urbana.
- O Banco Mundial participa da revitalização do sistema de transportes no Rio de forma bastante consistente. Estamos presentes através de financiamentos para a compra de material rodante para os trens urbanos, para o metrô, além de participarmos do estudo de viabilização novo Plano Diretor Transportes Urbanos do Rio. O que estou percebendo é que o Bilhete Único serve como uma ferramenta de fusão entre os diversos modais de transportes do Rio. Além de estar se mostrando um fator de inclusão social respeitável, que tem ampliado as oportunidades de empregos da sociedade. Interessa muito ao Banco Mundial a possibilidade de levar este conceito a outras regiões, e dar chances a outras praças de se desenvolverem economicamente a partir de uma logística de integração de transportes equilibrada - explicou Makhtar Diop.
Ainda de acordo com a secretaria, foi apresentado ao Bird o sistema de computadores responsável pela gestão do benefício. A tecnologia utilizada pela RioCard é a mesma desenvolvida pela IBM para administrar sistemas bancários. Outro ponto citado como diferencial para Makhtar Diop é o fato de, tanto o Governo do Estado, como a Alerj e o Tribunal de Contar do Estado terem acesso em tempo real às mais de 600 mil movimentações diárias feitas com o Bilhete Único entre os 20 municípios da Região Metropolitana.
- Segundo a Fundação Getúlio Vargas, o Bilhete Único hoje proporciona, em média, a cada usuário, a economia de R$2,62 por dia. Algumas pessoas chegam a economizar até R$200 por mês. O Governo está satisfeito com o desempenho do sistema, e muito esperançoso no sentido de que outras sociedades possam se valer de tal benefício, através do incentivo do Banco Mundial - contou o secretário de Transportes, Sebastião Rodrigues.
Após a visita ao RioCard, Makhtar Diop e o secretário embarcaram para o Porto do Açu, onde estão sendo recebidos pelo empresário Eike Batista, que o apresentará o empreendimento, além dos acessos que estão sendo construídos para o local. O Banco Mundial está sinalizando a possibilidade de financiar também um grande estudo logístico para toda a região produtora de petróleo na Região Norte do estado, que será desenvolvido em conjunto com a Secretaria Estadual de Transportes.

Fonte: O Globo

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SMTU descarta novas fiscalizações contra ônibus sucateados em Manaus

A Secretaria Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) descarta a realização de novas fiscalizações nas garagens das empresas de transporte coletivo para evitar a circulação de ônibus sucateados em Manaus. O órgão chegou a fazer duas operações nas empresas Vitória Régia e Transamazônica, no ano passado.

O anúncio foi feito um dia após um ônibus da empresa São José do ano de 1999, que faz a linha 678 (Ponta Negra), ser depredado por um grupo de 40 passageiros, na capital. Uma pane mecânica teria paralisado o transporte na Alameda Cosme Ferreira, bairro Coroado, zona Leste, causando a revolta.

As fiscalizações realizadas pelo SMTU retiraram mais de 80 ônibus de circulação das ruas da cidade. Segundo a assessoria da pasta, as blitze não devem continuar. Atualmente, sete empresas do consórcio Transmanaus exploram o serviço de transporte público.

Os problemas mais comuns encontrados durante as fiscalizações foram pneus carecas, veículos sem amortecedores, vidros quebrados e falta de iluminação interna. Em setembro do ano passado, o prefeito Amazonino Mendes anunciou que, até junho deste ano, mil novos ônibus estariam em circulação.

O SMTU informou que as equipes aproveitaram a redução de passageiros nos ônibus para iniciar as operações no ano passado.  Não há previsão para fiscalizações nas garagens no mês de fevereiro, por ser considerado um período de pico no transporte coletivo.

LicitaçãoO processo de licitação para atuação de novas empresas do transporte público em Manaus está em andamento.  Quatro empresas já estão classificadas para a segunda fase da concorrência. O resultado da segunda etapa será divulgado no próximo dia 25.

Leia também: Manaus tem mais uma empresa aprovada na licitação do transporte

As empresas que exploram o transporte público se vêem ameaçadas com a nova concorrência. Das sete que atuam na capital, somente três participaram do processo licitatório e apenas duas foram aprovadas. A SMTU aguarda a finalização do processo para definir se os empresários continuarão a explorar o serviço em Manaus


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Feira de Santana recebe mais cinco ônibus novos no SIT

Os cinco novos ônibus que compõem o Sistema Integrado de Transporte (SIT) vão circular em Feira de Santana imediatamente pelas principais linhas. Entregues na segunda-feira (14), os veículos vão circular pelo Terminal Central, Cidade Nova, CIS (Centro Industrial do Subaé) e avenida João Durval, trafegando ainda pela área do Boulevard Shopping.  Outros 15 ônibus serão inseridos no SIT ainda neste primeiro semestre.
Estas localidades foram definidas em razão da grande demanda de passageiros, conforme o chefe de tráfego do Sincol, Tarcílio Nascimento. “Como esses locais possuem uma gama maior de passageiros, isso faz escoar mais rápido”, afirma.
Os novos carros são mais longos, têm capacidade para 50 pessoas sentadas e outras 25 em pé, o que atende a população de forma mais dinâmica.  De acordo com o prefeito Tarcízio Pimenta, os novos veículos fazem parte do processo de revitalização do sistema de transporte coletivo juntamente com as empresas responsáveis pelo serviço.
“Ao todo, vamos entregar 71 ônibus novos; já entregamos 51 veículos desde o início do nosso governo. Isso representa mais de 30% da frota renovada”, ressalta. 
Os cinco veículos novos dispõem de câmeras de segurança, GPS, elevadores para portadores de necessidades especiais, iluminação tipo LED, sistema de bilhetagem eletrônica, motor MWM e chassi Volkswagen, além de assentos confortáveis.
Para a lavradora Cleuza dos Santos, os novos ônibus são essenciais ao transportes coletivo da cidade. “A gente estava precisando. Gostei muito dos novos carros”, disse. O secretário municipal de Transportes e Trânsito, Flailton Frankles, também participou da entrega.

Fonte: Pref. de Feira de Santana

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O Brasil está pagando um preço alto pela falta de mobilidade

Hibribus (ônibus híbrido-elétrico) de Curitiba é elogiado por especialistas

Exemplo: Nova York ganhou 450 quilômetros de ciclovias em 04 anos

Brasil tem mais de cinco mil vagões de trem sem uso parados em galpões

Ônibus em corredores exclusivos é tão bom quanto o metrô

Os ônibus elétricos do Recife começaram a circular em junho de 1960