Video engraçado Sobre Transporte Público 2

domingo, 22 de março de 2009

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Campo Grande: Poder público admite que transporte coletivo precisa melhorar

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Fortaleza: Maioria das paradas não tem abrigo


Somente 31,6% dos pontos de ônibus em Fortaleza oferecem proteção contra sol e chuva. A Prefeitura promete até julho instalar mil abrigos e ter mais da metade das paradas protegidas


A maioria das paradas do transporte coletivo, na Capital, não tem abrigo para os usuários. De acordo com a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), existem quase 4,5 mil pontos espalhados pela cidade e somente três em cada dez oferecem proteção. É preciso paciência para esperar o ônibus ou a van suportando sol e chuva. O problema não é exclusivo de bairros com baixa densidade demográfica ou pouco movimentados. Durante a chuva é possível constatar o fato em corredores de tráfego, no Centro e até mesmo em locais de demanda especial, como arredores de hospitais. A falta de um abrigo no ponto de ônibus em frente ao Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), na avenida José Bastos, faz com que os passageiros sejam obrigados a aguardar o coletivo sem nenhuma proteção. “É um absurdo com a gente. A parada é muito movimentada. Há bastante tempo deveria ter abrigo”, reclama a autônoma Terezinha Pessoa, 46. O ponto é utilizado por pacientes, acompanhantes e servidores do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), alunos da Universidade Federal do Ceará (UFC) e frequentadores do Hemoce. “É muita gente. O ônibus demora. Será que não dá para botar abrigo aqui?”, completa Terezinha. A avenida Duque de Caxias é uma das principais vias de acesso entre o Centro e a Aldeota. A parada do trecho localizado entre as ruas Floriano Peixoto e Assunção, no entanto, não tem abrigo. A alternativa para evitar a chuva é esperar o ônibus sob a marquise de um hotel ou recorrer a uma casa lotérica. “É complicado, porque não é só a chuva. O sol também incomoda muito”, aponta o representante comercial Célio Júnior, 22. O ponto é próximo ao Instituto Dr. José Frota (IJF). Também há agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, além do corredor comercial do Centro. “Tem dia que a gente espera mais de 40 minutos por um ônibus. Sem abrigo é muito ruim, porque está chovendo. E também é ruim no sol”, explica a estudante de Odontologia Suellen Rocha, 22, esperando o coletivo numa parada da avenida Borges de Melo. O ponto é em frente ao prédio de uma operadora de telefonia, ao lado do terminal rodoviário Engenheiro João Tomé. “Uma parada como essa, movimentada, não pode ficar sem abrigo”, concordava a assessora parlamentar Neuma Correia, 44. De acordo com a Etufor, há 4.443 paradas em Fortaleza e 1.406 têm abrigo. O órgão explica que é impossível, considerando critérios técnicos, instalar abrigos em cada paradas de ônibus. O órgão alega que a largura do passeio, por exemplo, impede a colocação da proteção para o usuário.
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São Paulo: Recursos congelados para o Transporte público


As principais obras da Prefeitura de São Paulo na área de transportes estão com recursos congelados, incluindo a verba para o metrô, uma das principais promessas de campanha do prefeito Gilberto Kassab (DEM). Apenas 31% do orçamento de R$ 1,2 bilhão da Secretaria Municipal de Transportes (SMT) para este ano se encontra disponível para investimento e custeio. O restante está congelado (R$ 325,4 milhões) ou comprometido com o pagamento de subsídios a ônibus e lotações (R$ 523,9 milhões) - que permitem a manutenção da atual tarifa em R$ 2,30. As informações constam de levantamento feito no Sistema de Execução Orçamentária pela liderança do PT na Câmara Municipal. A Prefeitura diz que o congelamento é “cautelar” e está previsto para durar 90 dias, “até que o cenário econômico fique mais claro”.O prefeito se comprometeu, por exemplo, a investir R$ 1 bilhão no Metrô em 2008 e mais R$ 1 bilhão até o fim do mandato, em 2012, mas há dificuldades à vista. No ano passado, foram repassados R$ 473 milhões. Este ano, dos R$ 218 milhões previstos, metade está congelada. Em janeiro, ao anunciar a contenção de gastos, motivada pela crise financeira, Kassab afirmou que a verba para o metrô não seria atingida. Outro compromisso eleitoral ameaçado são os R$ 300 milhões para o Rodoanel até 2012. Estão previstos R$ 65,4 milhões este ano, mas só metade está disponível.Nos cortes, foram mais afetados os corredores de ônibus. A Prefeitura congelou 63% dos R$ 124 milhões previstos no orçamento de 2009, aprovado pela Câmara. Anunciada como prioridade pelo governo municipal, a construção de corredores tem andado a passos lentos. O único previsto para 2008 ainda não foi aberto, na Avenida Celso Garcia.Pior situação é a do corredor Expresso Tiradentes, o antigo Fura-Fila. Foram contingenciados 84,5% dos R$ 133 milhões previstos. E o restante pode nem ser usado, por causa do atraso nas licitações. A Prefeitura anunciou na semana passada que vai refazer os projetos das duas partes que ainda faltam ser construídas.“O congelamento mostra que o transporte passou a ser área secundária para o governo”, diz o economista Odilon Guedes, do Movimento Nossa São Paulo. “E o prefeito não vai cumprir o que prometeu.”Apesar de acreditarem que a medida é necessária, por causa da crise econômica, especialistas do setor afirmam que os corredores são essenciais para melhorar a fluidez do trânsito. “Atendem maior número de pessoas”, afirma o consultor de trânsito Luiz Célio Bottura. “O contingenciamento está sendo feito por todos os governos municipais. Agora, é evidente que esses projetos deveriam ser feitos porque são importantes”, completa o professor de Engenharia de Transportes da USP Jaime Waisman. Para ele, o Fura-Fila é a prioridade. “As obras estão em andamento e atendem uma região carente em transportes.”Para o urbanista Nabil Bonduki, ex-vereador pelo PT, a Prefeitura deveria priorizar projetos próprios. “É contrassenso. Se não fizer os corredores, ninguém fará. Mas se não der verba para metrô e Rodoanel, as obras continuam.”PREFEITURAEm nota oficial, a Secretaria Municipal dos Transportes destacou que o congelamento de verbas não afetará os trechos 4 e 5 do Expresso Tiradentes nem a instalação de corredores de ônibus, porque “os recursos orçamentários poderão ser liberados à medida da necessidade” e o congelamento de verbas “não implica reprogramação ou priorização de algumas obras em detrimento de outras”.Nos dois primeiros meses deste ano, a pasta empenhou R$ 9,2 milhões no Expresso Tiradentes, principalmente no trecho 3. Também foram empenhados R$ 12 milhões em corredores e terminais, incluindo obras do Terminal Campo Limpo, recapeamento de sete corredores e projetos básicos de outros dois.2008: gasto ficou abaixo do orçadoFelipe Grandin - O Estado SPMesmo sem crise, os projetos de corredores e terminais de ônibus, o Fura-Fila e o metrô não receberam a verba prevista no orçamento do ano passado. Dos R$ 59,8 milhões reservados para a instalação e manutenção de corredores e terminais, por exemplo, só R$ 20,1 milhões (33,6%) foram empenhados - prometidos para gasto. O Expresso Tiradentes recebeu empenho de R$ 74,1 milhões, pouco mais da metade (51,7%) dos R$ 143,2 milhões que estavam previstos. As informações estão disponíveis no site da Secretaria Municipal de Planejamento.“É um problema crônico: há anos não gastam o que está previsto em transporte coletivo”, afirma o engenheiro e consultor de trânsito Horácio Figueira. “É um crime contra a cidade. Parece que a Prefeitura não quer que as pessoas andem de ônibus.”Já o urbanista João Valente Filho afirma que é normal haver gasto menor em ano de eleição. O motivo é que a Lei Eleitoral determina que os investimentos públicos sejam contratados até junho. “E é preciso ter reserva para ser usada no caso de um imprevisto, como uma grande enchente.”

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Maceió: Mudança de horário e itinerário de ônibus


A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito – SMTT de Maceió visando melhorias no sistema de transporte público e atendendo as reivindicações de algumas comunidades realiza desde o último dia 20 mudanças em algumas linhas de ônibus.
Os usuários da linha de ônibus Novo Mundo/Ouro Preto/Rotary/Centro (030) deve ficar atento, pois a partir de agora, esta linha será substituída aos domingos pelas linhas 032 - Novo Mundo/Centro, 035 - Ouro Preto/Centro/Terminal Rodoviário e 608 – Gruta/Iguatemi/Terminal Novo Mundo/Ouro Preto. A SMTT informa também que aos domingos a linha 608 sairá do Novo Mundo e entrará no Ouro Preto – via Rotary, e aos sábados terá uma nova programação de horário,a qual contará com uma viagem a mais do que ocorria anteriormente. A linha de ônibus 700 – Sanatório/Rotary/Ponta Verde, 210 – Ponta Verde/Vergel/Via Santo Eduardo, 022- São Jorge/Centro/Jacintinho e 066 – Santo Amaro/Centro/Pitanguinha/Mercado também tiveram reajuste de horários e do tempo de viagem. A linha 013 – Cruz das Almas/Centro/Avenida fará a partir do dia 23/03 (segunda-feira) integração no Terminal da Rotary nos dois sentidos. Já a linha 017- São Jorge / Centro/Ponta Verde/Iguatemi passará pelo Shopping Iguatemi e pela Avenida João Davino. A Linha 049 – Eustáquio Gomes/Centro sofrerá reajuste de horários nos dias úteis e aos domingos, bem como a viagem que é realizada às 22h25 será feita pela linha 196 – Corujão. Aos domingos a linha 706 – Eustáquio Gomes/Ponta Verde terá viagens alternadas pelo Forene.

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Rio: Linhas de ônibus da Zona Oeste recebem reforço de frota

Atendendo a uma solicitação do Secretário Municipal de Transportes, Alexandre Sansão, as empresas filiadas ao Rio Ônibus que operam na Zona Oeste irão reforçar a frota da Transportes Oriental, operando em sistema de pool as linhas dessa empresa, a partir de zero hora de segunda-feira.
As linhas que receberão mais carros são: 379 (Catiri - Tiradentes), 394 (Tiradentes - Vila Kennedy), 395 (Tiradentes - Coqueiros), 684 (Padre Miguel - Méier), 398 (Tiradentes - Campo Grande), 790 - A (Campo Grande - Cascadura) e S-014 (Tiradentes - Campo Grande).

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