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Passagem de ônibus em Porto Alegre deve ficar em R$ 2,90

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A Coordenação de Regulação de Transporte da EPTC apresentou nesta segunda-feira (30) estudo técnico para o novo preço da tarifa de ônibus em Porto Alegre. O calculo apontou o preço de R$ 2,8823, representando um reajuste de 6,79% em relação à tarifa calculada em 2011, que foi de R$ 2,6990. Nesta terça-feira (31), às 14h, o processo será apreciado pelo Conselho Municipal de Transportes Urbanos para posterior definição pelo prefeito José Fortunati.

O Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) havia solicitado aumento para R$ 2,95, representando 9,26% de reajuste sobre a tarifa atual, de R$ 2,70. De acordo com levantamento técnico realizado pela EPTC, em relação aos itens que compõem a planilha tarifária, os principais aumentos foram com pessoal ( 7,5% em salário e 15,38% em vale-refeição) e pneus e recapagens ( 23,75%).

A Planilha Tarifária apresenta os seguintes pesos na composição dos seus itens: seguros (0,16%); tributos (9,15%); combustíveis e lubrificantes (16,08%); Pneus e recapagens (1,54%): Pessoal (47,97%); frota (25,10%). A tarifa é calculada pela divisão entre o custo por quilômetro rodado e o índice de passageiros equivalentes (quem paga a passagem). O sistema de transporte coletivo de Porto Alegre transporta mensalmente 27 milhões de passageiros. Destes, 28% não pagam tarifa por algum tipo de isenção.




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Recife: A volta às aulas e aos engarrafamentos

A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) inicia no primeiro dia da volta às aulas uma campanha educativa para melhorar o tráfego no entorno das escolas do Recife. Um total de 30 agentes de trânsito atuarão nas vias que dão acesso as 11 maiores escolas da capital e que impactam o trânsito.
Entre os pontos tradicionais: a Avenida Rui Barbosa, Rua Dom Bosco e Boa Viagem, onde se concentram as maiores escolas.

A campanha irá atuar em duas frentes: orientar os motoristas a não fazer  fila dupla ou estacionar de forma irregular e orientar os pedestres a fazer a travessia na faixa de pedestre. De acordo com o gerente de educação da CTTU, Francisco Irineu além dos agentes de trânsito, 12 arteeducadores vão atuar na campanha. “Os arteeducadores irão trabalhar principalmente na orientação da travessia na faixa de pedestre”, explicou. 
No local também serão distribuídos panfletos com orientações gerais sobre segurança no trânsito. “As crianças são agentes multiplicadores e politicamente corretas. Elas são fundamentais para cobrar dos pais uma atitude correta no trânsito”, revelou. Este ano a campanha para a faixa segura vai trabalhar o slogan: Dê preferência à vida. Segurança é na faixa. A campanha vai iniciar no dia 1º de fevereiro se estenderá até o dia 15 e irá funcionar nos horários da manhã e tarde quando os alunos estão chegando às escolas.

O teatro também será usado no processo educativo dentro das escolas. “Nós vamos distribuir uma cartilha sobre a origem do trânsito e encenar uma peça para chamar atenção das crianças”, explicou. O teatro vai começar por 50 escolas do município. Mas outras escolas também podem convidar os arteeducadores da CTTU para encenar a peça.

Saiba Mais
Número de alunos
400 mil alunos da rede particular no estado (voltam às aulas de 1º de fevereiro)
810 mil alunos da rede estadual (voltam às aulas dia 6 de fevereiro)
199 mil alunos da rede estadual na Região Metropolitana
151 mil alunos da rede estadual no Recife
103 mil alunos da rede municipal do Recife

Frota de veículos
570 mil é a frota de veículos do Recife
1.027.563 é a frota da Região Metropolitana
2.074.599 é a frota do estado
230 ônibus vão circular a mais com a volta às aulas

Velocidade média nas avenidas do Recife durante as aulas (das 7h às 9h)
40 km/h – Avenida Boa Viagem
20 km/h Avenida Domingos Ferreira
20 km/h Avenida Agamenon Magalhães
20km/h Avenida Rui Barbosa
25 km/h Avenida Norte
12 km/h Avenida Caxangá
25 km/h Avenida Recife
15 km/s Avenida Abdias de Carvalho

Fonte: Blog da Mobilidade Urbana



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Valor da tarifa do transporte público é incompatível com renda do paulistano

De modo geral, os paulistanos consideraram caras as tarifas do transporte público com relação à sua renda, segundo revela a pesquisa realizada pela ANTP (Associação Nacional Transportes Públicos) e divulgada nesta terça-feira (31).

Para 68% dos mais de 3.400 entrevistados, o preço da passagem para os trens da CPTM está caro ou muito caro quando comparado com a sua renda. Em 2010, os que compartilhavam da mesma opinião somavam 62%.

No entanto, entre os destaques na piora da avaliação, estão as tarifas dos microônibus na capital e  do ônibus metropolitano, que foram consideradas caras por 80% dos entrevistados. Com relação a 2010, não houve variação no resultado dos micro-ônibus, enquanto para os ônibus metropolitanos houve variação de 1 ponto percentual.

Qualidade
Quando o passageiro avalia o preço da tarifa em relação à qualidade dos serviços prestados pelo transporte público, houve evolução em apenas duas das nove categorias analisadas.

As melhorias aconteceram no Expresso Tiradentes, cuja tarifa foi considerada ótima ou boa em relação à qualidade para 60% em 2011, ante 57% em 2010. Quanto ao ônibus metropolitano, o número de respostas positivas subiu de 41% para 43%, na mesma base comparativa.

Já as maiores quedas de qualidade aconteceram na avaliação dos ônibus municipais da capital, que caiu 14 pontos percentuais, passando de 39% para 25%, entre 2010 e 2011, e dos ônibus municipais de outras cidades, que passaram de 35% para 21%.

No geral, apenas 18% dos entrevistados consideram que o transporte público está bom. Já para 41%, está ruim, mesma porcentagem que considerou que o transporte público não está bom nem ruim.

Fonte: InfoMoney



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No Rio, Usuários do Bilhete Único Intermunicipal pagarão R$ 3,10 nas barcas

O Diário Oficial do Estado publica, nesta terça-feira (31), decreto do governador Sérgio Cabral que estipula a nova estrutura tarifária para o transporte aquaviário de passageiros no Estado do Rio de Janeiro. A partir do dia 1º de março de 2012, a tarifa para os usuários portadores do Bilhete Único Intermunicipal será de R$ 3,10.

O decreto (nº 43.441) prevê ainda a gratuidade de uma viagem de ida e volta por dia para moradores de Ilha Grande e de Paquetá que tenham o Bilhete Único. O benefício será concedido após um cadastramento prévio. Para os passageiros que não possuem o Bilhete Único, a tarifa será de R$ 4,50, também a partir de primeiro de março.

O decreto estabelece que a concessionária é responsável pela divulgação do novo sistema tarifário e por tomar as medidas necessárias para que os usuários do Bilhete Único Intermunicipal tenham acesso aos benefícios previstos.

Para possibilitar a existência da “tarifa aquaviária social” de R$ 3,10, o Governo do Estado vai subsidiar a diferença por meio do Fundo Estadual de Transportes.

Fonte: Jornal do Brasil


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Passagem de ônibus em Criciúma não vai ser reajustada

O usuário do transporte coletivo de Criciúma deve continuar um bom tempo pagando a mesma tarifa no transporte coletivo. É o que avalia o professor Celito Cardoso, integrante do Comitê Gestor da Prefeitura e que faz o acompanhamento permanente das planilhas de custo do setor.

"Existe grande chance de passarmos em branco em 2012, sem reajuste", confirma Cardoso. Atualmente a tarifa é de R$ 2,80 para quem paga a passagem na catraca e R$ 2,54 no Cartão Cidadão.

"Neste último ano a variação dos preços que influenciam nos custos foi muito baixa. Itens como combustível, pneus, peças de reposição, manutenção e mão de obra variaram muito pouco, e não valeria a pena reajustar a tarifa", informa.

A decisão será tomada entre os meses de julho e agosto. A passagem só aumentará em 2012 se houver uma alteração radical no cenário nos próximos meses. Um fator que às vezes contribui com o aumento dos custos é a mão de obra, com a revisão salarial de motoristas e cobradores em maio. "Mas não será o caso agora, o reajuste deles não forçará necessidade de aumento na tarifa".

No entendimento de Cardoso, a tarifa atual praticada em Criciúma tem um valor justo. "Pelo nível do serviço prestado na cidade em comparação ao que acontece em outros municípios, nosso custo é acessível para a população".

Por Denis Luciano




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Em Teresina, Deficientes e idosos terão que adquirir bilhetes eletrônicos

Os idosos e deficientes que utilizam o transporte coletivo de Teresina podem se tranquilizar. Em reunião nesta terça-feira (31) o seu direito a gratuidade nos ônibus foi mantido. O acordo foi assinado pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Strans), Secretaria Municipal do Trabalho, Cidadania e Assistência Social (Sentcas), Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Teresina (Setut), além de conselhos e entidades ligadas a essa população.

A promotora Myrian Lago, do Ministério Público Estadual, intermediou o encontro, no qual foi definida a garantia do uso amplo e irrestrito das gratuidades no sistema. A atitude foi tomada após as empresas cogitarem a possibilidade de cancelarem o benefício para idosos e deficientes.

“Se quiserem diminuir seus custo vão questionar o de outros públicos e não o dos idosos e dos deficientes. Este é um direito legal que foi conquistado por eles”, afirma a promotora.

A única mudança anunciada será com relação nas conhecidas carteirinhas. Os documentos plastificados serão substituídos por cartões magnéticos. O bilhete eletrônico não terá nenhum custo para os usuários. A promotora assegurou que a mudança será apenas para que as empresas tenham a dimensão da quantidade de pessoas que utilizam o serviço.

Por Cinnara Sales
Fonte: Portal AZ



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Bicicleta dobrável é tendência no transporte público

Onde a estilista Ana Carolina Pereira Rocha, de 23 anos, vai, a bicicleta vai junto. Pode ser Metrô, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), ônibus ou mesmo avião.

O trunfo dela para não passar pelas mesmas dificuldades que os demais ciclistas foi adquirir um modelo dobrável, cada vez mais comum nas ruas - e também nos vagões - de São Paulo.

De duas a três vezes por semana, Ana Carolina vai trabalhar de bike e encara o trem da CPTM de Osasco, na Grande São Paulo, até a Estação Rebouças, na zona oeste da capital. Nem sempre é bem recebida, apesar de o uso estar liberado.
"Às vezes os caras da CPTM invocam. Segundo o regulamento interno deles, tem de entrar com a bike encapada. Se eles pedem, eu encapo para entrar", diz a estilista.

A regra é a mesma para o Metrô. Não há limitação de horário ou dia da semana para esse tipo de bicicleta, que, quando dobrada, encaixa-se nas dimensões da bagagem permitida.

As bicicletas dobráveis pesam em média dez quilos. Alguns modelos contam com rodinhas menores, como as das malas de viagem, que permitem que o ciclista apenas arraste a bicicleta quando dobrada. O preço delas é que é salgado. A maioria dos modelos custa mais de R$ 1.500.

Na bicicleta dela, Ana Carolina pagou mais barato - 300 (o equivalente a cerca de R$ 700), em Amsterdã, na Holanda, cidade totalmente planejada para facilitar a vida do ciclista.

Mesmo na íngreme São Paulo, ela afirma que o modelo dá conta do recado. "Faço com ela o que eu faria com qualquer outra bicicleta", diz ela, apesar dos pneus menores, aro 20, que limitam um pouco a performance do ciclista.

Análise. O cicloativista Wilian Cruz, do site Vá de Bike!, afirma que a bike dobrável funciona bem na combinação com o transporte público. "Elas não são tão leves quanto uma mochila com caderno dentro, mas são mais leves que uma bicicleta normal", afirma.

O modelo, segundo ele, é menos veloz que o convencional, além de menos resistente e menos eficaz durante as subidas. No entanto, de acordo com Cruz, serve para o propósito de muitos ciclistas urbanos, que utilizam a bike apenas como meio de transporte.

ARTUR RODRIGUES - O Estado de S.Paulo



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No Recife, Filas e Transtornos no Posto de Atendimento do VEM Estudante

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

À volta as aulas para milhares de estudantes trás não só à tona a volta dos engarrafamentos nas principais vias, como também os transtornos a serem enfrentados por estudantes e pais de alunos.
Quem precisa carregar o cartão VEM Estudante, têm que passar por grandes apuros no posto de atendimento na Praça Maciel Pinheiro, logo na entrada os estudantes e pais de alunos sofrem com ambulantes ocupando a calçada na qual o espaço para os pedestres fica prejudicado, e ao entrar, filas e mais filas desorganizadas, na qual o número de funcionários não está dando conta dos milhares de alunos hora que precisam dos serviços, além de tudo isso, o carregamento do VEM Trabalhador e Comum também acontecem na fila que antes era exclusiva para estudantes.
Imagem tirada pela estudante Tamaia Silva ao Blog Meu Transporte
Ficou notório que mesmo com muitos guichês de atendimento, é necessário descentralizar este serviço no centro da cidade, pois tudo num só lugar prejudica e muito os estudantes e principalmente os pais de alunos que muitas vezes arranjam um tempinho para carregar os cartões de seus filhos e muitas vezes acabam desistindo.
Nota da Urbana-PE, que administra os postos de atendimento
O serviço de recarga dos cartões VEM (Vale Eletrônico Metropolitano) Estudante, Trabalhador e Comum contará este ano com um sistema de autoatendimento que facilitará e tornará mais rápida a compra e recarga dos créditos. Inicialmente serão instaladas 30 máquinas nos postos de atendimento do VEM que funcionarão em horário estendido.

Além da solução de autoatendimento, mais de 600 pontos comerciais – lanchonetes, padarias, papelarias, entre outros – serão credenciados para a carga e recarga dos cartões VEM Comum e Estudante (a do VEM Trabalhador continua no posto e Internet). Com isto, a capilaridade aumentará sensivelmente o que facilitará o uso dos créditos eletrônicos de transporte para a população da Região Metropolitana de Recife.
Essas medidas certamente irá agilizar e reduzir o tempo de permanência na agência e as possíveis filas em períodos de pico. Os usuários contam ainda com a opção de recargas pela Internet.
Blog Meu Transporte


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Em São Paulo, Pesquisa diz que 60% dos usuários reprovam os ônibus da cidade

Pesquisa realizada entre outubro e novembro de 2011 aponta que 60% dos moradores da região metropolitana de São Paulo que utilizaram os ônibus municipais da capital paulista pelo menos uma vez nos três meses anteriores os classificaram como regular, ruim ou péssimo.

Em 2010, esse mesmo levantamento, feito pela empresa Toledo & Associados por encomenda de empresas de transporte e sindicatos patronais, mostrou que 41% dos entrevistados apontavam os ônibus como regular a péssimo.

A pesquisa apresentada nesta terça-feira (31) na capital paulista mostra a imagem dos serviços de transporte coletivo pela população.
O levantamento foi feito em duas fases, uma qualitativa, com grupos, e outra quantitativa, com entrevistas individuais.

A pesquisa quantitativa foi feita na residência dos entrevistados, buscando não só os passageiros frequentes, mas também os ocasionais, apontados pelos autores da pesquisa como mais críticos.
A queda na classificação dos ônibus municipais foi divulgada no dia em que motoristas e cobradores das empresas de ônibus em São Paulo fizeram uma paralisação de três horas durante a madrugada, só saindo para as ruas a partir das 6h.

Cerca de 2 milhões de passageiros foram afetados, enfrentando pontos e coletivos lotados.
A nota geral dada pelos usuários para os ônibus municipais também caiu, de 3,4 para 3,1 (variando de 1 a 5).
No caso do Metrô, que ainda apresenta as melhores classificações, a nota caiu de 3,9 para 3,7.

A percepção dos usuários também piorou – enquanto 84% dos entrevistados classificaram o meio de transporte como excelente ou bom em 2010, no ano passado a mesma classificação foi dada por 74% das pessoas. Já no caso da CPTM, a nota se manteve estável em 3,3.

“O fundamental como explicação dos resultados atuais é o aumento do número de viagens, a cidade está muito mais dinâmica, existe mais poder aquisitivo da população, o aumento da posse de automóveis, o congestionamento cresceu de uma forma muito grande, isso prejudica o ônibus, e mesmo os usuários do Metrô, 80% deles vêm de integração de outros meios de transporte”, disse Rogério Belda, da Agência Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

A pesquisa foi encomendada pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), Metrô, SPTrans e dois sindicatos das empresas de transporte público.
Os dados serão apresentados também às empresas, para que elas possam fazer seus próprios estudos.
Nenhum representante da SPTrans esteve presente ao lançamento para comentar os resultados.

Classificações
Considerando o transporte público em geral, 41% o classificaram como ruim, 41% como nem ruim nem bom e apenas 18% como bom.
A percepção de progresso individual dos meios também foi menor em relação a 2010 – enquanto naquele ano 68% apontaram que o Metrô havia melhorado, em 2011 o percentual caiu para 48%.

O mesmo aconteceu com os trens (39% para 27%) e com os ônibus municipais (29% de melhora em 2010 para 16% em 2011).
O crescimento da demanda nos transportes públicos e o trânsito da cidade, que influencia na qualidade do serviço dos ônibus, são os fatores que mais prejudicam a imagem dos usuários em relação aos meios de transporte.

“O usuário reconhece que os investimentos estão acontecendo, mas ele admite esse conflito. O trajeto que ele vivencia hoje é um trajeto de incômodo, ele vivencia brigas, falta de educação dos usuários, isso é muito decorrente também da superlotação. Ela é inerente, vai crescer cada dia mais, mas precisa de uma organização desse ambiente”, afirmou Maria Aparecida Toledo, da empresa que realizou a pesquisa.

Segundo ela, os entrevistados reconhecem que campanhas educativas são importantes para mudar isso.

Pesquisa
De acordo com Belda, metade dos usuários de transporte público em São Paulo utilizam os ônibus municipais da SPTrans – os outros 50% se dividem entre os outros meios, como trem, Metrô e ônibus da EMTU. Entre os que usam Metrô, 80% o utilizam em integração com os ônibus.

A pesquisa não mede apenas a classificação dos meios de transporte, mas também a percepção dos usuários em relação aos meios e também à qualidade de vida.

“Ficou claro que o transporte público é um agente comprometedor da qualidade de vida. O que mais influencia na qualidade de vida hoje é o tempo. Esse tempo está cada vez mais sumindo da vida das pessoas. O transporte precisa contribuir. Nesse momento, o usuário não reconhece isso”, afirmou Maria Aparecida.

Entre os entrevistados, 39% tinham ensino fundamental incompleto e 18% ensino médio completo. Entre a classificação social, 82% estão nas classes B e C. A renda domiciliar média é de R$ 2.070.

Todos os entrevistados ou moravam na capital paulista ou seguiam para a cidade para trabalhar, estudar ou utilizar sua infraestrutura, como rede de saúde.
Esse deslocamento constante é um dos aspectos que influencia na percepção negativa dos transportes – 37% dos entrevistados disseram que aspectos da mobilidade são importantes para sua qualidade de vida, e 28% se mostraram totalmente insatisfeitos com o trânsito.

Conseguir ir sentado e o aspecto que mais gera conforto nos trajetos, e 46% dos entrevistados afirmaram não conseguir fazer nada durante o tempo que usam o transporte público.
O maior incômodo, entretanto, é a lotação, apontada por 57%. Outro fator que gera insatisfação é o comportamento dos passageiros, citado como ruim por 73% dos entrevistados – a maior reclamação é a falta de educação.

Fonte: G1, Por Juliana Cardilli

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SMTU fiscaliza ônibus no Centro de Manaus

A Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) fiscalizou na manhã desta segunda-feira (3) ônibus convencias e do transporte executivo que circulam pelo terminal central, localizado em frente à Igreja da Matriz, Centro de Manaus, com o objetivo de vistoriar veículos com data de fabricação anterior ao ano de 2008.
Ônibus convencias e do transporte executivo que circulam pelo terminal central, em frente à Igreja da Matriz, foram fiscalizados com o objetivo de vistoriar o funcionamento de pneus, pisca alerta e limpadores de para brisa dos veículos (Raphael Alves)

Dez fiscais e oito vistoriadores da SMTU, além de dois agentes de trânsito do Manaustrans participaram da ação verificando o funcionamento de pneus, pisca alerta e limpadores de para brisa dos veículos.

“O nosso trabalho é de orientação aos motoristas pra que eles façam essa verificação todos os dias, antes de sair das garagens e se o veículo não tiver condições de rodar, que permaneça na garagem”, afirma João Luiz, chefe de Divisão de Inspeção da SMTU. Nenhum veículo precisou ser autuado.

O transporte executivo também passou por inspeção e deverá sair do terminal central nos próximos dias, sendo deslocado para a Rua Luis Antony, onde funcionará uma espécie de mini terminal, apenas para esse tipo de transporte.

A mudança vai ser realizada por conta do alto fluxo de veículos que transitam pelo terminal, provocando atrasos para o transporte convencional e transtornos para os passageiros.

Carros particulares proibidos Muitos condutores de carros particulares trafegam pela área e não são penalizados, pois não há sinalização necessária. Placas e sinalização horizontal serão instaladas para evitar esse tráfego de veículos pequenos pelo terminal central.

De acordo com agentes da SMTU, em apenas seis horas de fiscalização, 675 veículos particulares passaram por dentro do terminal.

“Além de cruzarem o terminal os motoristas excedem a velocidade. A máxima permitida aqui dentro seria de 20 km/h, mas eles passam a mais de 60 km/h. A partir da colocação das placas, começará as autuações. Mas por enquanto, só estamos orientando os motoristas de que peguem outras vias”, afirma João Luiz.

Informações: A Critica


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Cartões TRI e SIM podem ser usados em São Leopoldo

A partir desta segunda-feira será possível utilizar o cartão TRI – dos ônibus de Porto Alegre – ou o cartão SIM – da Trensurb – nos coletivos de São Leopoldo que fazem integração com os trens. A medida permite aos usuários do transporte coletivo ir de São Leopoldo a Canoas e a Porto Alegre portando o mesmo cartão. Em função da novidade, os bilhetes de Integração com São Leopoldo, da Trensurb, deixarão de ser utilizados. O último dia de venda desse bilhete será 30 de março.

Além dessa facilidade, o passageiro poderá receber descontos nas viagens. Com um TRI ou SIM, quem utilizar em São Leopoldo os ônibus integrados com o trem terá uma economia de 32,7% em comparação com quem pagar a passagem em dinheiro. Além disso, o usuário poderá sair do trem e, em até 30 minutos, acessar um ônibus de Porto Alegre com um desconto de 10%. Se necessário, ainda poderá embarcar gratuitamente em um segundo ônibus (dentro do prazo de 30 minutos).

Os cartões aceitos serão o TRI e o SIM de Vale-transporte e de Passagem Antecipada. Quem tem 65 anos ou mais e possui um TRI ou SIM de Idoso também poderá utilizar o cartão. Já os estudantes poderão colocar passagem antecipada no TRI Escolar para se deslocar de trem e em São Leopoldo (somente nas linhas integradas com o trem) e aproveitar os benefícios.

Quem não possui um TRI ou SIM pode fazer o cadastro para adquirir um cartão de Passagem Antecipada no Centro Integrado de Passagem Escolar e Isenção da EPTC (Rua Uruguai, 45 – Centro de Porto Alegre), na ATP (Av. Protásio Alves, 3885 – Porto Alegre), no Posto Móvel da ATP e nos quiosques do SIM, localizados nas Estações São Leopoldo, Esteio, Sapucaia e Canoas/La Salle. Osdocumentos necessários para solicitar o cartão são CPF, carteira de identidade e comprovante de residência. Já os cartões de vale-transporte são requeridos pelo empregador através de um cadastro no site www.tripoa.com.br.

A primeira etapa do projeto de integração com a região metropolitana aconteceu em Canoas. Desde o dia 2 de janeiro é possível utilizar os cartões TRI e SIM nas linhas de Canoas que integram com o trem. No futuro, outras cidades também serão contempladas.  Outras informações podem ser obtidas através do Serviço de Atendimento ao Cliente do TRI/SIM no telefone (51) 3027-9959.

Fonte: Correio do Povo



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Em Blumenau, Integração do transporte coletivo intermunicipal começa a valer nesta quarta-feira

Começa nesta quarta-feira a integração dos ônibus intermunicipais ao sistema de transporte coletivo de Blumenau. Com isso, os ônibus das empresas  Rainha e Verde Vale, com as linhas que vem do Alto Baú, Belchior e Luiz Alves, farão o transbordo dos passageiros no Terminal da Fortaleza.  A partir do terminal, os usuários vão ter que pegar um ônibus municipal para chegar aos destinos desejados.

O usuário, porém, não vai precisar pagar mais uma passagem. A compensação de valores será feita entre as empresas. Nos próximos 15 dias, fiscais do Seterb vão orientar os passageiros sobre a mudança.

A integração tem como objetivo diminuir o número de ônibus no Centro, contribuindo para a melhoria do trânsito.

Fonte: Jornal de Santa Catarina


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SPTrans lança nota repudiando ameaça de paralisação dos ônibus

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Em relação à ameaça de paralisação feita pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores no Transporte Rodoviário Urbano nesta terça-feira, a SPTrans informa que repudia qualquer manifestação que prejudique os 6,1 milhões de usuários que utilizam diariamente o sistema municipal de transporte público.

No caso de a paralisação se confirmar, a SPTrans procurará adotar medidas emergenciais de atendimento, visando minimizar os transtornos aos usuários, nas quais os midiônibus que operam no sistema de permissão, onde houver possibilidade, terão seus itinerários estendidos até as estações de metrô e trens; bem como orientará as pessoas nos terminais a deslocarem-se por meios próprios até um corredor que possibilite embarcar em ônibus da EMTU, ou dos permissionários, ou do transporte por metrô ou trem; ou até mesmo que evitem chegar aos terminais, desembarcando nos itinerários onde possam encontrar alternativas para os seus deslocamentos.

A respeito do motivo alegado pelo sindicato, a SPTrans informa que visando garantir um sistema de transporte de qualidade, eficiente e seguro, aplica as multas unicamente nas empresas, por descumprirem regras contratuais do bom serviço que devem prestar à população, multas estas que não incidem em desfavor dos motoristas, que possuem uma relação de trabalho com as empresas e não com o poder público.

A SPTrans informa ainda que tomará as medidas administrativas e jurídicas cabíveis para que este serviço essencial à população não seja prejudicado.

Assessoria de Imprensa - SPTrans


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EPTC sugere aumento de 6,79% nas tarifas de ônibus em Porto Alegre

A Coordenação de Regulação de Transportes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) realizou um estudo técnico e sugeriu que as passagens de ônibus de Porto Alegre passassem para R$ 2,88, um aumento de 6,79% em relação à tarifa atual, de R$ 2,70.

O levantamento foi feito após o recente pedido de aumento da tarifa solicitado pelo Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa), que pediu 9,26% de reajuste, elevando a tarifa atual para R$ 2,95.

Agora, o Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu) deve apreciar as duas propostas na tarde de terça-feira (31). O valor final da tarifa de ônibus na capital gaúcha será definido pelo prefeito José Fortunati.

De acordo com levantamento técnico realizado pela EPTC, os principais aumentos nos itens que compõem a planilha tarifária foram de: pessoal, 7,5% em salário e 15,38% em vale-refeição; pneus e recapagens, 23,75%.

A planilha tarifária apresenta os seguintes pesos na composição dos seus itens: seguros (0,16%); tributos (9,15%); combustíveis e lubrificantes (16,08%); pneus e recapagens (1,54%): pessoal (47,97%); e frota (25,10%).

A tarifa é calculada pela divisão entre o custo por quilômetro rodado e o índice de passageiros equivalentes (quem paga a passagem). O sistema de transporte coletivo de Porto Alegre transporta mensalmente 27 milhões de passageiros. Destes, 28% não pagam tarifa por algum tipo de isenção.



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Em São Paulo, Bicicleta é mais veloz que ônibus na cidade

Um ciclista que percorra os 14,8 km do corredor de ônibus Santo Amaro, saindo do centro e passando pela avenida Nove de Julho, chegará ao destino 14 minutos antes dos passageiros do coletivo que fizerem o mesmo trajeto nos horários de pico.
É mais rápido andar de bicicleta do que de ônibus em qualquer um dos dez corredores de ônibus da cidade. E não se trata de atleta profissional. Uma pessoa comum, com preparo físico médio, pedala a média de 20 km/h.
Nos dez corredores de ônibus de São Paulo, a média de velocidade foi de 15 km/h em 2011, nos horários de pico.
Mesmo assim, houve ganho em relação a 2010 -7,29% no sentido bairro-centro e 7,94% no centro-bairro).
Esse aumento, que trouxe um ganho de qualidade do serviço para os usuários, ficou abaixo da meta estabelecida pela própria prefeitura e abaixo também da velocidade considerada boa.


Informações no Blog Parques Sustentáveis


A meta da prefeitura para 2011 era aumentar em pelo menos 15% a velocidade nos corredores. Só conseguiu metade disso. Dos 20 trechos analisados -os dois sentidos dos dez corredores-, em apenas quatro a meta foi batida.
José Horta Gonçalves, 70, mora em Francisco Morato e usa diariamente o corredor Campo Limpo para chegar ao centro. Ele diz perder, no mínimo, uma hora e meia nos ônibus para ir e voltar da sua casa à banca de jornais que mantém no Jardim Guedala.
São 24 km, no total, que segundo o empresário poderia ser percorrido na metade do tempo se o corredor tivesse uma velocidade média maior. "Eu poderia ficar mais tempo com meus netos, tomar um café da manhã mais demorado. Essas obras ainda não trouxeram compensações para os usuários", reclama.

DESEMPENHO
De acordo com a SPTrans, a velocidade entre 12 km/h e 18 km/h é considerada mediana. O desempenho só passa a ser considerado bom a partir dos 18 km/h. Só dois corredores -Parelheiros e Paes de Barros- têm esse nível.
Em média, 9,8 milhões de passageiros passam por dia pelo sistema de ônibus -58% passam pelos dez corredores.
Na média, os ônibus andam a 12 km/h na cidade. A média é "puxada" para cima pelos corredores exclusivos e, principalmente, pelo Expresso Tiradentes, que tem velocidade média de 36 km/h.
O segredo da velocidade é que, por ser um corredor totalmente segregado, não há cruzamentos, semáforos ou interferência de veículos.
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Grande Recife, Usuários e Motoristas sofrem no Terminal Integrado de Igarassu

O Terminal Integrado de ônibus de Igarassu vem tirando a paciência dos usuários de ônibus da região, isso porque o estado de abandono em relação a sua estrutura vem prejudicando demais os usuários.
Vários são os adjetivos negativos que foram encontrados pelo Blog Meu Transporte, para se ter uma idéia, tem fila que é possível sentir o mau cheiro dos banheiros sujos e totalmente quebrados.
Também foi possível observar a ausência de Rampa para Cadeirantes, onde só com a solidariedade é possível ter acesso ao terminal.
Falta de Bicicletários
 E o que mais chamou a atenção foi o alto numero de bicicletas amarradas uma sobre as outras, de maneira desorganizada e precária, onde uma integração modal deveria ser uma prioridade neste ponto tão importante para uma boa mobilidade entre meios de transportes.
A Limpeza do terminal é outro ponto que deixa a desejar para os usuários.
Também devido ao grande numero de passageiros, os orientadores de filas são insuficientes para atender de forma satisfatória os usuários, onde as ausências de informações confundem e complicam ainda mais o embarque de pessoas que não conhecem a região e o terminal, pois até informações em painéis não existem.
E os motoristas reclamam do excesso de buracos, pois para eles dificultam a manobra dos coletivos no embarque e desembarque dos passageiros.
Respostas do Grande Recife Consórcio de Transportes
Devido a problemas no atraso no processo de licitação, que será refeito, a Reforma do Terminal Integrado de Igarassu será iniciada no mês de maio. O custo previsto para a reforma será de R$ 300 mil, com duração prevista para seis (06) meses.

A reforma irá abranger a recuperação e substituição do piso, reestruturação da pavimentação (área de circulação dos ônibus), pintura, revisão e substituição das instalações elétricas e hidráulicas, reforma dos banheiros, recuperação de cobertas e reestruturação da comunicação visual.
Atenciosamente,

Gerência de Imprensa

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