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Em São Paulo, Transporte no Butantã terá novas mudanças

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A SPTrans (São Paulo Transporte) implanta neste sábado (28) nas regiões do Butantã e de Pinheiros, na Zona Oeste, a segunda etapa do ajuste operacional, iniciado no último sábado. São reprogramações de linhas de ônibus, com o cancelamento de alguns itinerários e a criação de outros. De acordo com a empresa, o objetivo é ampliar em 15% a oferta de lugares. As mudanças atingem 160 mil passageiros.

Neste sábado seis linhas mudam de nome e passam a circular com novo trajeto (veja quadro ao lado). Na sábado passado, mudanças semelhantes atingiram outros 11 percursos.  Em todos os casos, o passageiro terá de pegar um outro ônibus se desejar complementar o trajeto anterior.

A linha 715/F Metrô Butantã-Shopping Continental também será cancelada amanhã. De acordo com a SPTrans, o motivo é a sobreposição de itinerários. No sábado passado, outras duas linhas, a 7566/21 Metrô Butantã-Rio Pequeno e a 6206/41 Jardim D’Abril-Hospital das Clínicas, já tinham sido extintas pelo mesmo motivo.

Segundo a SPTrans, além do aumento de lugares, as mudanças vão proporcionar  viagens mais rápidas, mais opções de destinos, maior regularidade de horário e redução nos intervalos dos ônibus que ligam os bairros aos terminais. A empresa também garante que as medidas concentram linhas estruturais nos corredores de  ônibus, o que reduz o tempo das viagens.

Informações: Diário de SP


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Passagem de metrô e trens a diesel aumentam 6,67% no Recife

A partir de domingo (28), a tarifa do metrô e dos trens a diesel vai ficar mais cara. Na manhã desta sexta-feira (27), Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou oficialmente o reajuste de R$ 0,10, seguindo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), 6,5%, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O comunicado foi dado uma semana depois do aumento da passagem de ônibus.

Com o reajuste, a tarifa passa de R$ 1,50 para R$ 1,60. Em nota, a assessoria de imprensa do Metrô do Recife (Metrorec) informou que a elevação foi decidida durante a reunião do Conselho Administrativo da CBTU que ocorreu no Rio de Janeiro, na noite de quinta-feira (26).

Segundo o Metrorec, de segunda a sexta-feira, aproximadamente 260 mil usuários utilizam metrô ou trem a diesel, diariamente. Nos fins de semana, o número cai pouco mais de um terço e desce para 180 mil usuários, diariamente.

Informações: JC Online


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Em SP, Estações do Metrô ficarão fechadas domingo

As estações Vila Prudente, Tamanduateí e Sacomã ficarão fechadas novamente até as 12h do domingo, 29, para a execução dos testes do novo sistema de controle de trens na Linha 2- Verde do Metrô.

O Metrô dará continuidade aos testes do CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação) na Linha 2- Verde. Durante o período de interrupção da circulação de trens, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema Plano de Apoio Entre Empresas Frente a Situações de Emergência (Paese) que cobrirão o percurso dos trechos interrompidos.

O CTBC é considerado o sistema de controle de trens mais moderno do mundo e está em operação em linhas de metrôs nas cidades de Nova York, Londres e Paris, entre outras. Quando esse sistema estiver implantado, o intervalo entre um trem e outro será reduzido e a capacidade de transporte ampliada em cerca de 20%.

Paese - O Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) será implantado das 4h40 às 12 horas com 15 ônibus da empresa Via Sul, que vai atender as estações Vila Prudente, Tamanduateí, Sacomã e Alto do Ipiranga da Linha 2-Verde.

Fonte: Diário do Grande ABC


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Ministério Público de Ribeirão Preto suspende licitação do transporte coletivo

O Ministério Público de Ribeirão Preto investigará se houve ilegalidade na licitação para a ampliação de linhas de ônibus e construção de terminais de transporte urbano na cidade. O processo foi suspenso pela Justiça nesta semana. O promotor Sebastião Sérgio da Silveira pediu nesta sexta-feira (27) cópia do edital da concorrência para apurar supostas irregularidades.

“Se o Tribunal [de Contas do Estado - TCE] suspendeu a licitação, o Ministério Público tem que investigar o porquê”, afirmou o promotor. Silveira disse, porém, que a decisão da prefeitura de marcar uma nova licitação o agradou.

Na quinta-feira (26), a Prefeitura de Ribeirão Preto já havia anunciado que abriria uma nova concorrência. Segundo o Executivo, um novo edital deve ser publicado nos próximos dias.

O caso
O TCE acatou na quarta-feira (24) o pedido de duas empresas que foram impedidas de participar da concorrência e suspendeu o processo licitatório para o transporte público no município. Elas alegaram que o edital apresenta cláusulas restritivas. A abertura dos envelopes com as propostas das companhias participantes estava marcada para esta sexta-feira (27).

As empresas Circular Santa Luzia, de são José do Rio Preto e Viação Paraty, da cidade de Ibaté, contestaram o fato de o edital apresentar uma clausula que exige da empresa participante um patrimônio correspondente a 51,2% do valor necessário para a implementação do novo sistema de transporte, que é de R$ 131,4 milhões. Segundo o TCE, o patrimônio obrigatório da companhia concorrente deveria ser de até 10% do custo do investimento.

Os gastos previstos na licitação são correspondentes à construção de terminais urbanos e compra de novos ônibus para aumentar as linhas municipais. A empresa vencedora poderá explorar o serviço na cidade por 20 anos.

Fonte: EPTV


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Priorizar o transporte público é melhorar a qualidade de vida

A prioridade aos transportes públicos não é somente uma questão de mobilidade, mas de qualidade de vida, redução dos impactos da poluição sobre o meio ambiente, ganho de tempo e também de dinheiro. Financeiramente, a economia se dá principalmente ao se evitar que bilhões de reais sejam desperdiçados. É dinheiro gasto diretamente com obras faraônicas, com túneis e elevados que desfiguram ruas e avenidas.


Quando se prioriza o transporte público no espaço urbano, especialmente por meio de ônibus – que são mais abrangentes em termos geográficos –, democratiza-se esse espaço. A atual ausência de infraestrutura adequada advinda da falta de prioridade aos transportes públicos se reflete em custos maiores para os operadores de ônibus e pressões por aumento de tarifas.




Tornando o transporte público mais eficiente, especialmente com corredores de ônibus, é possível operar o sistema com tarifas mais baixas. Aliados à utilização de veículos elétricos ou híbridos, os corredores são contribuição preciosa à sustentabilidade ligada à mobilidade urbana.

Além de se fazer justiça quando se fala em uso do espaço urbano, a implantação de corredores de ônibus é vantajosa também no aspecto social. Boa parte de quem usa ônibus não tem condições de possuir um carro de passeio ou outra forma de deslocamento. Essas pessoas, geralmente de baixa renda, não podem acabar, proporcionalmente, pagando mais caro para se deslocar do que um dono do carro.

Em relação ao transporte por ônibus, os melhores resultados são observados no sistema BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Transit. Ele não é apenas um corredor de ônibus, mas um sistema operacional que apresenta maior fluidez e velocidade, especialmente por tirar os veículos dos congestionamentos.

Em resumo, corredores de ônibus ajudam a democratizar o espaço público, aumentam a velocidade do transporte coletivo e diminuem os custos de operação, beneficiando classes de média e baixa renda. Basta vontade política para investir em transporte público, especialmente em corredores de ônibus BRT, sempre levando em conta a realidade econômica de qualquer município.

Artigo escrito por Adamo Bazani - Jornalista


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Deficientes físicos reclamam da falta de ônibus adaptados em Salvador

Em alguns ônibus da frota do transporte público da capital baiana, só é possível embarcar se o passageiro for carregado. A reportagem exibe placas de acessibilidade em ônibus que não são acessíveis e até ônibus em que as pessoas com deficiência tem que serem colocadas por cima das catracas.
Veja na reportagem a Record.
Informações: R7.com

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Em Goiânia, Obras para VLT devem começar já em agosto

O governo estadual anuncia para agosto deste ano o início das obras de construção do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em Goiânia, espécie de metrô de superfície que vai substituir os ônibus do Eixo Anhanguera. Estimada em R$ 1,2 bilhão, a construção pode durar até dois anos. A previsão da estatal Metrobus Transportes Coletivos é que o processo licitatório seja concluído até o final de junho. A primeira fase do projeto já foi concluída e aprovada pelo governo. Estudos preliminares garantiram a viabilidade da obra e os técnicos estudam, agora, os detalhes para realizar o desenho estrutural e arquitetônico, que deve ficar pronto em março.

O custo da obra será financiado por meio de parceria público-privada. O Estado vai investir R$ 450 milhões, mais R$ 215 milhões do governo federal, sendo a metade vinda do Orçamento Geral da União e o restante financiado, e o setor privado entra com a maior parcela: R$ 550 milhões. O presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, diz que o cronograma está em dia e os empresários parceiros estão entusiasmados em viabilizar os recursos e concluir o projeto. 

Há muito se fala do VLT como alternativa para modernizar o transporte público da capital. Com ele, a intenção é estender o Eixo Anhanguera para limites próximos a Trindade e Senador Canedo, na região metropolitana. O Eixão é responsável, hoje, por transportar diariamente 20% dos usuários de ônibus. A frota da Metrobus foi renovada no ano passado e, mesmo assim, o sistema carece de agilidade. A velocidade média dos ônibus do Eixo é de 18 quilômetros por hora e estima-se que o VLT vai realizar o percurso com 25 quilômetros por hora, reduzindo para 30 minutos a conclusão do trajeto de ponta a ponta, que hoje leva de 45 a 50 minutos.

Qualidade
“O VLT é necessário e vai revolucionar o transporte em Goiânia. É uma modalidade de transporte de qualidade superior, com maior conforto e condições que vão fazer com que as pessoas se sintam melhor”, diz Maranhão. Ele prevê que, com isso, pode acontecer um “efeito cascata” de melhoria no trasnporte público da capital, pois “a população passará a exigir essa mesma qualidade no restante do sistema”, acredita. Por se tratar de mudança brusca, a Metrobus inseriu no cronograma do projeto a necessidade de realizar audiências públicas, entre abril e junho, para debater com a sociedade. Os órgãos do governo que formam a comissão encarregada pelos estudos de implantação vão se reunir na terça-feira (31) para dar prosseguimento às próximas ações. (Galtiery Rodrigues e Mirelle Irene)

Fonte: O Hoje


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Curitiba: Renovação da frota melhora a qualidade do ar

A renovação da frota, com 557 ônibus zero quilômetro no ano passado, representou uma redução na emissão de poluentes de quase 100 toneladas por mês, uma  economia que vai representar a emissão de 1.185 toneladas a menos de poluentes por ano.

A política de renovação constante da frota, adotada pela Urbs e pela Prefeitura,  é um dos principais pontos de redução do impacto ambiental do transporte coletivo de Curitiba.

Levando em conta toda a frota em operação – 1.915 ônibus, com idade média de 4,6 anos – o índice de emissão de poluentes no ano passado, foi 35,7% menor do que o limite estabelecido pela legislação brasileira.
A média ponderada na emissão de partículas ficou em 1,01m–1, enquanto o  limite estabelecido em lei é de 1,57 m –1 . A unidade m – 1 é um valor de referência nas medições de opacidade e indica a quantidade de luz  absorvida pela fumaça, no  espaço de um metro, entre um ponto emissor e um outro receptor de luz.

Para ter uma idéia, no ano passado, a média obtida nos testes de opacidade dos veículos com motor Euro III foi de 0,72 m –1 , enquanto ônibus com motor Euro II foi de 1,45 m –1 (limite 2,28m-¹), e os Euro I chegam a 2,80 m – 1. Desde janeiro de 2005 só entram na frota do transporte coletivo de Curitiba ônibus com motor Euro III que fazem queima mais completa de combustível.

Nestes seis anos, a renovação da frota garantiu a entrada de 1,7 mil ônibus com motor Euro III. A frota operante tem 1.915 ônibus.
O monitoramento das emissões de poluentes no transporte coletivo é uma ação de rotina na Urbs e faz parte da política do município . No ano passado, por exemplo, foram feitos 3.153 testes de opacidade, uma média de 12 testes por dia, em todo o sistema. Além destes testes a Urbs faz no mínimo duas inspeções veiculares por ano em cada ônibus do transporte coletivo.

Sustentabilidade – A redução de impactos e a conservação ambiental são princípios que norteiam a política de transporte coletivo. Há dois anos, Curitiba passou a ser a primeira cidade de que se tem notícia a ter uma frota de ônibus em operação regular, movida apenas por biocombustível, sem adição de óleo diesel ou qualquer outro combustível mineral. 

O projeto 100% Biocombustível começou em agosto de 2009 com seis ônibus na Linha Verde. Hoje, são 30 ônibus – os 24 biarticulados das linhas Ligeirão e seis articulados da linha Circular-Sul. A meta é chegar a 140 ônibus movidos a biocombustível até o fim deste ano.

Na Linha Verde, onde o projeto começou, também fica evidente a preocupação ambiental no transporte coletivo. Sexto eixo de transporte da cidade,a Linha Verde tem um projeto diferenciado que prevê a formação de bosques no entorno das estações tubo, locais de frenagem e arranque. Ao longo de todo o eixo foram plantadas 2,5 mil mudas de árvores.

Outra medida importante nesta área é a entrada em operação do Hibribus - ônibus híbrido, movido a eletricidade e, no caso de Curitiba, a biocombustível. A bateria é recarregada pelas freadas do veículo e, enquanto ele está parado, o motor fica deslgado.  O Hibribus, que será fabricado pela Volvo em Curitiba foi anunciado no ano passado pelo prefeito e a previsão é de que os primeiros 30 veículos entrem em operação até o início do ano que vem.

Fonte: Prefeitura de Curitiba



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Prefeitura de Porto Alegre analisa pedido de reajuste da tarifa de ônibus para R$ 2,95

A Coordenação de Regulação de Transportes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) já analisa o reajuste solicitado para a tarifa de ônibus na Capital. O cálculo para a nova tarifa acontece em razão do pedido de aumento protocolado na tarde desta quinta-feira (26), pelo Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa). Os empresários pedem reajuste de 9,26%, que elevaria de R$ 2,70 para R$ 2,95 o valor da tarifa.

Após concluída a análise do aumento de todos os itens inseridos na planilha tarifária, como o salário dos rodoviários, pneus, combustível, carroceria, chassis, entre outros, o processo com o cálculo tarifário (definido pelo Decreto 14.459/04) será enviado para apreciação dos integrantes do Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu). O resultado será encaminhado ao prefeito José Fortunati, para definição do valor.

O preço atual da tarifa do sistema de transporte por ônibus da Capital é R$ 2,70. A forma de reajuste é definida pela Lei 8023/97. Estabelece que as tarifas somente poderão ser reajustadas a pedido das empresas de ônibus (Seopa) quando na data-base da categoria profissional dos rodoviários, por ocasião da revisão salarial (rodoviários aprovaram na quarta-feira um reajuste de 7,5%), ou quando a inflação acumulada desde o último reajuste, medida pelo IGP-M da FGV, ultrapassar 8%.




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No DF, Corredor da EPTG será exclusivo para ônibus, mas sem embarque e desembarque

O corredor exclusivo para ônibus na Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG) começa a funcionar na terça-feira (31). A faixa destinada ao transporte coletivo urbano já existia, mas não era utilizada. A previsão é de que o tempo de viagem até o Plano Piloto seja diminuído em sete minutos, sendo o mesmo período para o retorno, e que os ônibus atendam cerca de 800 mil moradores, principalmente de Ceilândia e Taguatinga. O anúncio foi feito na manhã de hoje pelo diretor do DFTrans, Marco Antônio Campanella, e pelo diretor geral do DER-DF, Reinaldo Teixeira.

Na EPTG, o sistema vai funcionar um pouco diferente do que o modelo existente na EPNB (Estrada Parque Núcleo Bandeirante). Como as portas dos ônibus abrem pela direta e as paradas na EPTG foram construídas no lado esquerdo da via, o corredor exclusivo será destinado a apenas 20% da frota do DF, os semi expressos. Dessa forma, não haverá embarque e desembarque nos 11,5 km da faixa para ônibus.

Campanella disse que, da mesma forma que ocorreu na EPNB, serão realizadas ações de conscientização da população que utiliza a EPTG. Além das medidas voltadas para o motorista de carro, será feito um trabalho junto aos passageiros, pois não haverá embarque e desembarque na via.

Situação na EPNB
Sobre a faixa exclusiva na EPNB, o diretor do DER-DF disse que, a partir de segunda-feira (30), caminhões estão proibidos de usar a pista nos horários de picos, de 6h às 10h e das 17h às 20h. Além disso, os demais veículos que fazem transporte, como táxis e escolares, vão poder utilizar o corredor da EPNB também a partir de segunda-feira. No dia 13 de fevereiro, a fiscalização começa a multar os infratores.

Fonte: Jornal Coletivo





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Grande Recife altera parada de 12 linhas para obras do Corredor de Norte-Sul

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A partir desta quarta-feira (25), dois novos trechos da BR-101 e da PE-15 serão interditados para dar continuidade às obras do corredor exclusivo de ônibus Norte-Sul. No total, 12 linhas de ônibus terão seus itinerários desviados e passarão a obedecer a 16 paradas provisórias.

A implantação do corredor começou no ultimo dia 6 de janeiro com a substituição das placas de concreto e requalificação do corredor exclusivo de ônibus no início no Km 42 da BR-101 até o Km 47 da via, próximo a UPA de Cruz de Rebouças.

Nesta nova etapa, a intervenção terá início na UPA de Igarassu até a saída de Abreu e Lima. Segundo o Grande Recife Consórcio de Transporte cinco linhas deixarão de utilizar o corredor exclusivo de ônibus e passarão a utilizar paradas provisórias localizadas no acostamento das vias.

O outro trecho, que compreende o espaço entre a entrada de Abreu e Lima e o Terminal Integrado Pelópidas Silveira, irá resultar na alteração do ponto de parada de 11 linhas que também passarão a utilizar as paradas provisórias localizadas no acostamento das vias.

O Grande Recife está informando as mudanças aos usuários por meio de cartazes fixados nos ônibus, além disso, as paradas desativadas também estão sinalizadas com cartazes. Outras informações sobre o itinerário das linhas podem ser obtidas por meio da Central de Atendimento ao Cliente, pelo telefone 0800 081 0158, ou no site www.granderecife.pe.gov.br.

Lista das linhas envolvidas na mudança:

Trecho 1:

964-Igarassu/Macaxeira
946-Igarassu (BR-101)*
956-Igarassu (Bacurau)*
905-Igarassu/Paulista*
967-Igarassu (Sítio Histórico)*

Trecho 2:
912-Caetés I/Paulista
917-Caetés II/Paulista
933-Abreu e Lima/Paulista
989-Loteamento Planalto/Paulista
984-Loteamento Bonfim/Paulista
988- Desterro/Paulista
998-Caetés III/Paulista

*Estas linhas também trafegam pelo segundo trecho


Lista de paradas provisórias a serem implantadas:

Trecho 1: (entre a saída de Abreu e Lima e a UPA de Cruz de Rebouças)

1.Em frente a Abreu Comercio Baterias, próximo a Celpe de Cruz de Rebouças, sentido Abreu e Lima/Paulista

2.No lado oposto a Peça Mola, sentido Recife/Abreu e Lima

3.Em frente a Chesf, sentido Paulista/Abreu e Lima

4.Em frente a Socierpe Metalúgica, sentido Abreu e Lima/Paulista

5.Em frente a antiga fábrica da Wolf, sentido Paulista/Abreu e Lima

6.Em frente ao poste de concreto de número 212.724, sentido Abreu e Lima/Paulista

7.Em frente ao poste de concreto de número 22.682, sentido Abreu e Lima/Paulista

8.Em frente ao posto em construção, lado oposto à subida da Vila Rubina, sentido Paulista/Abreu e Lima

Trecho2: (entre a entrada de Abreu e Lima e o Terminal Integrado Pelópidas Silveira em Paulista)

1.Em frente Igreja Batista, sentido Paulista/Abreu e Lima

2.Próximo a lombada eletrônica, sentido Abreu e Lima/Paulista

3.Em frente antiga fábrica de tecelagem (lado oposto à Faculdade Joaquim Nabuco), sentido Paulista/Abreu e Lima

4.Em frente à Faculdade Joaquim Nabuco, sentido Abreu e Lima/Paulista

5.No lado oposto a Bilio Estivas, sentido Paulista/Abreu e Lima

6.No lado oposto ao nº 2967, sentido Abreu e Lima/Paulista

7.Em frente a fabrica da Bom Bril, sentido Abreu e Lima/Paulista

8.Em frente a fabrica da GE, sentido Paulista/Abreu e Lima

Fonte: GRCT



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Cresce 200% a utilização de bicicletas em São Paulo

A cidade que incorpora a bicicleta como meio de transporte, o pedestre e pessoas com deficiência, exibe qualidade. Essa incorporação pressupõe ações em áreas que mexem com a qualidade de vida das pessoas como calçadas, ruas, paisagismo, praças. Essa é uma das principais conclusões da discussão sobre mobilidade urbana/uso de bicicletas promovida pelo programa Sustentabilidade, no Terra TV.

Os convidados de Ricardo Young nesta terça foram o ativista do Grupo Transporte Ativo, João Lacerda, e a responsável pelo Departamento de Projetos Cicloviários da Companhia de Engenharia da Tráfego de São Paulo, Maria Ermelina Malatesta. Pesquisa realizada em São Paulo aponta crescimento de 200% nos últimos anos no uso de bicicletas.

Segundo Maria, os trabalhadores que mais utilizam a bicicleta como meio de transporte são os mais pobres ¿ 95% dos usuários são homens. Por isso, grande parte das rotas está na periferia (55 quilômetros).

De acordo com a especialista da CET, vem crescendo o número de acidentes entre motoboys e usuários de bicicletas. "Ainda assim, boa parte dos acidentes com bicicletas ocorre no meio das quadras e envolve veículos grandes. De 2009 a 2010, reduzimos em 20% esses acidentes. Estamos fazendo trabalho educativo com motoristas de caminhões", explica Maria.

O ativista do Grupo Transporte Ativo, João Lacerda, chama a atenção para o fato de que quanto mais piora o trânsito na cidade, mais pessoas passam a usar bicicleta como meio de transporte. "Não acho que todo mundo vai andar de bicicleta, mas é preciso dar segurança e as pessoas precisam acreditar que estão seguras quando andam de bicicleta", diz Lacerda. O ativista diz que quanto mais bicicleta na cidade, menor é número de acidentes. "As pessoas ficam mais acostumadas a lidar com seres vivos e o trânsito fica mais seguro", explica.



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Passagem de ônibus fica mais cara em Florianópolis a partir deste domingo

Quem anda de ônibus em Florianópolis e paga a passagem em cartão pré-pago precisará pagar R$ 0,10 a mais a partir de 0h deste domingo. O valor não sofre alteração para pagamentos feitos em dinheiro.

Com o reajuste, a passagem comum paga em cartão aumenta 3,84%, passando de R$ 2,60 para R$ 2,70. O valor de R$ 2,90, pago em dinheiro, continuará o mesmo.

O valor pago na modalidade tarifa social, praticada basicamente nas linhas que operam em torno do Maciço do Morro da Cruz, também sofrerá reajuste. Com valor corrigido em 5,71%, passa de R$ 1,75 para R$ 1,85.

Segundo o secretário municipal de Transportes, João Batista Nunes, o conselho municipal dos transportes autorizou, no fim do ano passado, que o prefeito reajustasse o valor até o limite do déficit, que hoje é de R$ 0,20. O decreto que reajusta os valores será publicado até sexta-feira.

— Os valores serão os mesmos até o fim do nosso mandato. A tarifa de ônibus não aumentará mais neste ano — garantiu o secretário.

De acordo com o colunista Rafael Martini, que publicou nota sobre o assunto na coluna Visor desta quarta-feira, a intenção da prefeitura com este reajuste é evitar as tradicionais greves relâmpagos, principalmente em ano eleitoral.

Informações: Jornal de Floripa



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Aumentam número de usuários de ônibus na Grande Vitória

Ao contrário do que acontece em outras regiões brasileiras, que registram decréscimo da demanda de passageiros no sistema de transporte coletivo, o Sistema Transcol vem apresentando acréscimo da demanda. E para acompanhar esse crescimento, o Governo do Espírito Santo e a Ceturb-GV promovem constantes pesquisas e melhorias, que incluem criação de linhas, aumento de viagens, extensão de itinerário e acréscimo de frota.

A demanda total e o número de viagens realizadas nos anos de 2009, 2010 e 2011 apontam que o Sistema está acompanhando o acréscimo de demanda, realizando mais viagens, mesmo com o aumento dos congestionamentos na Grande Vitória:
Ao longo de 2011, a Ceturb-GV criou oito novas linhas, 20 linhas ganharam mais viagens, 12 linhas receberam mais ônibus em suas frotas e outras 112 tiveram ajustes no quadro-horário para melhorar o atendimento aos usuários.

Para ampliar a mobilidade das pessoas que utilizam o transporte público de madrugada, foi criada uma rede noturna, com a integração das 13 linhas do “Bacurau” ao Terminal São Torquato, que passou a funcionar 24 horas por dia. Assim, quem precisa fazer mais de uma viagem de madrugada, passou a fazer integração no terminal, com tarifa única e mais segurança.

Fonte: Informações: Ceturb



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Futuro da mobilidade paulista passa por trilhos

Com o processo de adensamento populacional e sua inerente demanda por infraestrutura, a cidade de São Paulo segue com problemas quando o assunto é mobilidade urbana. A dinâmica da capital paulista, que completa hoje 458 anos, está apoiada em uma cultura que prioriza o automóvel e que cria, consequentemente, um maior espaço viário voltado para o trânsito de veículos privados. 
Segundo o engenheiro e ex-secretário estadual de Transportes de São Paulo, Adriano Murgel Branco, a densidade demográfica em constante crescimento gera a necessidade de investimentos em transporte coletivo. “Hoje, o transporte público responde por 55% das necessidades de mobilidade da população, e 45% são atendidas pelo transporte privado”, explica.

O engenheiro comenta a respeito dos alicerces sobre os quais foi erguido o sistema de transporte e exemplifica: “Se considerarmos que são necessários 127 automóveis para fazer o mesmo transporte que realiza um ônibus articulado fica fácil perceber o equívoco de anos dedicados ao estímulo da comercialização de carros e de descaso com a malha viária urbana. Não há espaço para tantos veículos”. Murgel demonstra com outro exemplo, ao afirmar que “os sete milhões de automóveis da cidade, colocados um diante do outro, formariam uma fila de 70 mil quilômetros”, aproximadamente duas vezes o contorno da Terra.

A instituição de corredores, um “sistema de transporte em faixas exclusivas” ou Bus Rapid Transit (BRT) é defendido pelo ex-secretário. Com fabricação no Brasil, os trólebus de última geração, seriam utilizados prioritariamente e, segundo Murgel, confeririam “eficiência, segurança, conforto, baixo nível de ruído e poluição atmosférica nula”.

Desta forma, seria possível “atender às demandas ambientais e à necessidade de um transporte confortável e atrativo para aqueles que utilizam só automóveis para locomoção”. Como modelo na capital paulista, Murgel cita, com ressalvas, o planejamento do Corredor ABD (que liga, desde 1997, São Paulo, Diadema, Mauá, São Bernardo do Campo e Santo André).

“O projeto havia sido concebido para ser 100% eletrificado e exclusivo. Com as obras não concluídas, o trecho que conecta os distritos de Jabaquara e Brooklin foi compartilhado com empresas distintas de ônibus, táxis, além da aparição de motos e carros particulares, saindo do pressuposto original de segregação”, explica.

“Ainda assim, apenas a primeira parte, que opera como previsto originalmente, implantada entre Diadema e São Paulo (zona leste), já demonstra cabalmente os resultados esperados”, complementa. Segundo pesquisa realizada pela Agência Nacional de Transportes Públicos (ANTP), 80% de seus usuários avaliam positivamente o corredor.

Custos

Um estudo realizado em 1998 pelo próprio engenheiro analisou o congestionamento urbano e as deficiências do transporte público e chegou a resultados que traziam prejuízos da ordem de R$ 22 bilhões todos os anos ao País. “Mais recentemente, o prof. dr. Marcos Cintra, PhD em Economia pela Universidade de Harvard e professor titular da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Eaesp- FGV), fez cálculos semelhantes, chegando a uma avaliação de cerca de R$ 40 bilhões anuais”, completa.

Em razão do congestionamento das vias, nos horários de picos, é comum associar a superlotação dos ônibus à baixa velocidade de percurso. O especialista deixa claro que “reduzir o congestionamento, por si, permite o aumento da velocidade dos ônibus, tornando-os mais eficientes e reduzindo os seus custos”. No entanto, não basta renovar e ampliar a frota, “é preciso prever a reserva de faixas de circulação para ônibus, criando corredores exclusivos, que elevam consideravelmente a velocidade média e a oferta de transporte de alta qualidade, atraindo passageiros e reduzindo os custos operacionais”.

Há, segundo Murgel, uma ampla aceitação em nível mundial do BRT como solução para os problemas de mobilidade. “No mundo todo há uma centena de instalações desse tipo em curso e o Brasil precisa aderir a esse movimento”, conclui.

Qualidade

Gil Carvalho, diretor da Federação Internacional das Profissões Imobiliária (FIABCI/ Brasil) e representante da entidade na Câmara de Política Urbana da Associação Comercial de São Paulo, afirma que “a solução da questão da mobilidade passa, preferencialmente, pelos trilhos”.

O especialista, também professor licenciado de projetos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Belas Artes, ressalta que a cultura que prioriza o automóvel “incha as cidades com imensas frotas cumulativas”.  Carvalho foca sua explanação no fluxo diário de pessoas e em como será possível criar condições de locomoção para toda a população.

 “Diariamente, partem dois milhões de pessoas para trabalho e estudo, que saem de centros como a macrópole paulista [São Paulo, Baixada Santista e Campinas]. É essencial, portanto, oferecer infraestrutura para que essa população chegue e saia da cidade de São Paulo de maneira organizada, segura e confortável”, discorre o professor.

Para ele, o transporte público de qualidade, com baixo impacto ambiental, é a solução para muitos dos males enfrentados atualmente.

“Alternativas como os trens metropolitanos de superfície – os veículos leves sobre trilhos (VLTs) –, o metrô, os monotrilhos, o sistema BRT, ciclovias, ciclofaixas, além de corredores de ônibus movidos por fontes de energia limpa devem ser priorizados pelos gestores públicos”, enumera.

Os projetos de infraestrutura voltados à população, para o especialista em Arquitetura e Urbanismo, devem atender às premissas de qualidade aplicadas na “filosofia do morar, viver e conviver”. Carvalho compara: “Mesmo em metrópoles consagradas pela organização e eficiência como Paris, por exemplo, que tem um dos melhores sistemas de metrô do mundo, com 200 km de linhas, também tem seus dias de trânsito congestionado”, completa.

Fonte: DCI



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Em Fortaleza, Começam as obras de mobilidade urbana na Via Expressa

Quem costuma trafegar pela avenida Almirante Henrique Sabóia, a Via Expressa, precisou de um pouco mais de paciência na manhã de ontem. No cruzamento com a Avenida da Abolição, a Prefeitura deu início às obras de mobilidade urbana para a Copa 2014. Estão sendo feitos serviços de fresagem (raspagem do asfalto), recapeamento e sinalização. Para isso, uma das faixas foi interditada. O bloqueio, apesar de não impedir o tráfego no local, deixou o trânsito lento em alguns momentos.

Como a via fica próxima ao Porto do Mucuripe e dá acesso à BR-116, o tráfego é sempre intenso. Principalmente de veículos maiores. “Os caminhões que vêm do porto, das indústrias que têm aqui perto, todos passam por aqui”, observava o aposentado José Clicério Rodrigues, 82, enquanto olhava o movimento das máquinas. A boa notícia para os motoristas é que o impacto no trânsito será reduzido. De acordo com a Prefeitura, as intervenções vão ser realizadas das 21h às 5 horas.

Inicialmente, os serviços vão ser feitos no sentido praia-sertão, na faixa da esquerda até a avenida Alberto Sá. A recuperação deve passar por toda a via até julho próximo. Pelo pacote da Copa, a Via Expressa ainda vai receber três túneis – no cruzamento com Santos Dumont, Padre Antônio Tomás e Alberto Sá. Os equipamentos vão ser construídos após a desapropriação feita pelo Governo do Estado para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

“Os recursos para isso (construção dos túneis) já estão garantidos”, confirmou Daniel Lustosa, coordenador do Programa de Transporte Urbano (Transfor), vinculado à Coordenadoria de Projetos Especiais e Relações Institucionais e Internacionais (Cooperii), responsável pelas ações municipais para a Copa. Na edição de ontem, ele explicou ao O POVO que, no momento, a via receberá apenas uma camada do pavimento e sinalização temporária. Após os túneis, vão ser colocadas a camada final e a sinalização definitiva.
Outras obras

Além da Via Expressa, mais quatro avenidas – Alberto Craveiro, Dedé Brasil, Paulino Rocha e Raul Barbosa - vão passar por reformas até agosto de 2013. Esse é o prazo final, conforme explicou o coordenador da Cooperii, Geraldo Accioly, no programa Revista O POVO/CBN, da rádio O POVO/CBN, na última segunda. “Assinamos uma matriz de responsabilidade com o Governo Federal”, completou. Como a gestão Luizianne Lins permanece até o fim do ano, Accioly garantiu que boa parte do cronograma será concluída até dezembro.

“Vamos deixar em dezembro de 2012 o cronograma no limite para ser concluído em agosto de 2013”. A segunda avenida a receber reformas será a Alberto Craveiro, em fevereiro. A via, além de ganhar um túnel, será alargada 45 metros. Com quatro faixas por sentido, a Alberto Craveiro vai ter espaço para o BRT (Bus Rapid Transit), sistema de corredor exclusivo para ônibus. As avenidas que vão receber as obras de mobilidade urbana da Prefeitura dão acesso à futura Arena Castelão, onde serão realizados os jogos.




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Projeto em terminais de ônibus de Campinas incentiva a leitura

O projeto “Leitura, a melhor viagem”, da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), propõem aos usuários de ônibus um melhor aproveitamento do tempo de viagem no transporte público coletivo para enriquecer o conhecimento.
Um acervo de livros está disponibilizado nos terminais urbanos e na Rodoviária. Eles podem ser emprestados por todos os interessados, sem inscrições, taxas ou anotações. São mais de 120 mil títulos que o usuário do transporte pode levar para casa, ler e devolver quando quiser, em qualquer um dos terminais da cidade.
 
O projeto tem como objetivo garantir o livre acesso à leitura, utilizando os terminais urbanos, que são pontos de passagem, para facilitar a retirada e entrega dos livros.  O acervo do “Leitura, a melhor viagem” foi construído a partir de doações de empresas e da população e oferece toda a diversidade de leitura que qualquer cidadão pode buscar.
 
São livros educativos, coleções de história infantis e de artes, além de títulos de língua estrangeira, ficção, política, filosofia e romances. O único compromisso do usuário é garantir a rotatividade dos livros, fazendo a devolução, uma vez que a circulação dos títulos é que permite o acesso de todos.
 
A reposição dos livros ocorre semanalmente e o projeto sempre depende de doações do público, que podem ser feitas nos próprios terminais ou diretamente aos agentes da Emdec. Em casos de grandes quantidades, a empresa faz a retirada.
 
Informações - Gerência de Educação e Cidadania da Emdec. (19) 3772-4024 ou 3772-4078.
Fonte:assessoria de imprensa da Emdec



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Obras do VLT de Cuiabá só começam depois de março

A Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) programou, para os meses de fevereiro e março, a abertura de editais e as ordens de serviços para as principais obras de mobilidade urbana, previstas para a Copa do Mundo de 2014, em Cuiabá e Várzea Grande.

O cronograma dessas obras está “em cima da hora”, inclusive, com relação ao modal de transporte coletivo urbano definido pelo Governo do Estado, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na ligação entre as duas cidades.

Quatro grandes obras de mobilidade estão com editais em andamento e, no dia 6 de fevereiro, de acordo com a Secopa, os envelopes com os nomes das empresas interessadas serão abertos. A licitação deve ser concluída até o final do mês e a ordem de serviço, assinada em março.

Os quatro editais dizem respeito a travessias urbanas: três trincheiras e a construção de um viaduto na Avenida Miguel Sutil, além de adequações viárias nas ruas. Todas serão feitas com recursos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

As três trincheiras ficam entre as Avenidas Jurumirim e Dante de Oliveira (antiga dos Trabalhadores). São 915 metros de extensão, além de incluir melhorias no trecho compreendido entre a Rua Bela Vista (bairro Jardim Leblon) e a entrada da Av. Marechal Deodoro, somando 2,4 Km.

No segundo lote, a empresa vencedora edificará um viaduto de 325 metros, na região do trevo do bairro Despraiado, e realizará adequações viárias no trecho compreendido entre a Av. Marechal Deodoro e a entrada do Centro de Eventos do Pantanal, totalizando 1,8 Km.

A trincheira do bairro Santa Rosa, que terá 520 metros de extensão, integra o terceiro lote da licitação, o qual inclui ainda melhorias no trecho de 2,48 Km, entre o Centro de Eventos do Pantanal e a Rua Genaral Ramiro de Noronha.

No quarto lote estão a trincheira do bairro Verdão, com 460 metros de extensão, e as adequações no trecho compreendido entre a Rua General Ramiro de Noronha e a Rodovia Mário Andreazza, somando 2,32 km.

Ainda em fevereiro, serão lançados os editais de outras pequenas obras de desbloqueio, com recursos do DNIT: o viaduto na Av. Dom Orlando Chaves, o Complexo Viário do Tijucal (trincheira/viaduto), a adequação da rotatória da Av. Miguel Sutil (bairro Cidade Alta) e a adequação da rotatória da Av. Miguel Sutil, no bairro Coophamil.


Em andamentoJá estão em andamento algumas obras de adequação viária, como duplicação e desbloqueio: duplicação da ponte e rodovia Mário Andreazza; duplicação da Estrada da Guarita, em Várzea Grande; duplicação da Avenida Juliano Costa Marques (bairro Bela Vista, perto do Pantanal Shopping Center); complementação e construção de ponte na Avenida Jurumirim (bairros Novo Mato Grosso, Três Lagoas e Morada da Serra).

Em 8 de dezembro de 2011, também foram lançados os editais para intervenções na Rua dos Eucaliptos, no Jardim das Palmeiras, e da pavimentação da Avenida Camburiú e da Rua Cabeceiras, no Parque Geórgia, ambas na região do Coxipó.

E, por último, foi lançada em novembro e já está em andamento a construção de uma nova ponte sobre o Rio Coxipó, que vai interligar as avenidas Fernando Corrêa Costa e Archimedes Pereira Lima.

VLT

O projeto de instalação do Veículo Leve sobre Trilhos já teve aval do Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica, e, na última semana, foi confirmada a doação de um terreno da Aeronáutica, em Várzea Grande, para a passagem do VLT, no Aeroporto Marechal Rondon.

De acordo com a Secopa, falta apenas a assinatura do contrato entre Governo do Estado e Caixa Econômica Federal para o lançamento do edital.

A previsão é de que a licitação esteja concluída entre o final de fevereiro e o começo de março.

Fonte: Midia News



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